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    Odontologia Clínico-Científica (Online)

      ISSN 1677-3888

    Odontol. Clín.-Cient. (Online) vol.14 no.3 Recife jul./sep. 2015

     

    Artigos Originais / Original Articles

     

    MERCADO DE TRABALHO: PERSPECTIVAS DOS ALUNOS DO CURSO DE ODONTOLOGIA DE UMA FACULDADE PARTICULAR DE BELO HORIZONTE

     

    LABOUR MARKET: PERSPECTIVES OF DENTISTRY OF A COURSE OF STUDENTS FACULADE BELO HORIZONTE PRIVATE

     

    Luana Rafaela Figueiredo SouzaI; Gisele Dalila SilvaII; Camilla Aparecida Silva de OliveiraIII; Keli Bahia Felicíssimo ZocrattoIV

     

    I Aluna do Curso de Odontologia do Centro Universitário Newton Paiva
    II
    Aluna do Curso de Odontologia do Centro Universitário Newton Paiva
    III
    Mestre em Saúde Coletiva pela FO-UFMG. Professora do Curso de Odontologia do Centro Universitário Newton Paiva
    IV
    Doutora em Saúde Pública pela Faculdade de Medicina da UFMG. Professora Adjunta da Escola de Enfermagem da UFMG - Curso de Gestão de Serviços de Saúde

    Correspondência para:

     

     


     

    RESUMO

    O objetivo desse estudo foi descrever as perspectivas dos acadêmicos de odontologia em relação ao mercado de trabalho e comparar as expectativas entre os acadêmicos iniciantes e os concluintes de uma instituição privada do município de Belo Horizonte, no ano de 2013. Para coleta de dados foi aplicado, a uma amostra de 255 graduandos (1º, 2º, 8º e 9º períodos), um questionário estruturado. Para análise dos dados realizou-se distribuição de frequências, teste do qui-quadrado e teste Exato de Fisher a um nível de significância de 5%. A maior parte dos alunos consideraram o mercado de trabalho satisfatório (46,8%), tinham pretensão de trabalhar em consultórios particulares (66,6%), no município de Belo Horizonte e na região metropolitana (55,7%), com salários em torno de cinco mil reais (44,3%). Quando comparou-se os alunos iniciantes com os concluintes, observou-se que os iniciantes tiveram mais interesse (p=0,006) em atuar no consultório particular, recebendo salários de três a cinco mil (p =0,008) e acima de cinco mil reais (p=0,003). Dessa forma, conclui-se que os alunos concluintes, possuem uma visão mais realista do mercado de trabalho, uma vez que apresentaram maior tendência em trabalhar no setor público e a pretensão salarial está dentro do oferecido pelo mercado.

    Descritores: Mercado de Trabalho, Estudantes de Odontologia, Odontólogos.


     

    ABSTRACT

    The objective of this study was to describe the prospects of dental students in relation to the labor market and compare the expectations among beginners academics and graduates of a private institution in the municipality of Belo Horizonte, in 2013. For data collection was applied, a sample of 255 undergraduate students (1st, 2nd, 8th and 9th periods), a structured questionnaire. Data analysis was performed frequency distribution, chi-square test and Fisher's exact test at a 5% significance level. Most students considered satisfactory labor market (46.8%) had claim to work in private practices (66.6%) in the city of Belo Horizonte and the metropolitan area (55.7%), with salaries around five thousand reais (44.3%). When compared to the beginning students with the graduates, it was observed that starters had more interest (p = 0.006) in working in private practice, getting three salaries to five thousand (p = 0.008) and above five thousand reais (p = 0.003). Thus, it is concluded that the graduating students have a more realistic view of the labor market, as were more likely to work in the public sector and wage claim is within the offered by the market.

    Keywords: Job Market; Students, Dental; Dentists.


     

    INTRODUÇÃO

    O ensino odontológico foi oficialmente instituído no Brasil no dia 25 de outubro de 1884, pelo decreto no 9.311, vinculado ao curso de Medicina do Rio de Janeiro e da Bahia. Somente em 1930, com a criação das universidades, gerou-se a possibilidade da criação de faculdades independentes de Odontologia1.

    Desde então, o número de escolas que oferecem o curso de odontologia no país vem crescendo consideravelmente. No ano de 2007, existiam 197 cursos de odontologia cadastrados no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais-INEP2. Atualmente, observam-se cadastrados no Sistema e-MEC 385 instituições de ensino superior com curso de odontologia em atividade3. Ressalta-se ainda, que segundo Paranhoset al.,(2009), 71% dessas instituições são privadas e concentram-se principalmente na região sudeste do país (49,47%)2,3,4.

    O aumento do numero de instituições vai de encontro ao aumento dos profissionais nesse ramo. Em média, cerca de 9.000 cirurgiões-dentistas são formados por ano2. Esse crescimento tem sido considerado desenfreado e têm gerado preocupação com o excesso de profissionais que é despejado no mercado de trabalho5.

    Na maioria das vezes o profissional de odontologia, ao ser inserido no mercado, se depara com realidades diferentes daquelas encontradas na vida acadêmica e por esse motivo se sentem despreparados, principalmente do ponto de vista administrativo. Esse sentimento, reportado pelos recémformados, pode ser considerado um reflexo da saturação do mercado e do consequente aumento da competitividade6.

    Nesse panorama, acredita-se que os cirurgiões-dentistas estejam modificando seus sistemas de trabalho, procurando diferenciar-se e inovar-se, investindo em tecnologias e capacitações, além de procurar outras frentes para o exercício profissional7,6,5.

    Por esse motivo, torna-se importante conhecer a perspectiva dos estudantes em relação à profissão,considerando os desafios atuais do mercado de trabalho. Ao distinguir os anseios dos novos profissionais, é possível vislumbrar as tendências de como esses irãoconduzir sua vida acadêmica, seu planejamento da carreira, o estabelecimento de relações interpessoais e a sua colocação na comunidade7.

    Dessa maneira, a presente pesquisa tem como objetivo descrever as perspectivas dos acadêmicos de odontologia em relação ao mercado de trabalho, assim como comparar as expectativas entre os acadêmicos iniciantes e os concluintes de uma faculdade particular de Belo Horizonte.

     

    METODOLOGIA

    O presente estudo, de caráter descritivo e desenho transversal,foi realizado junto aos acadêmicos iniciantes e concluintes do curso de Odontologia de uma faculdade privada, do município de Belo Horizonte- Minas Gerais, no primeiro semestre no ano de 2013.

    Todos universitários, regularmente matriculados no primeiro, segundo, oitavo e nono períodos do curso de Odontologia, maiores de 18 anos de idade, foram convidados a participar dessa pesquisa e ao aceitarem recebiam o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). No total, 235 alunos aceitaram participar desse estudo, tornando-se parte de uma amostra de conveniência.

    Como instrumento de coleta de dados utilizou-se um questionário estruturado, com questões socioeconômicas (idade, sexo)e referentes ao mercado de trabalho: percepção do mercado de trabalho (favorável/ pouco favorável/ não sei responder), pretensão de inserção no mercado (Serviço Público/ Consultório Particular/ Clínica Popular/ Não sei responder), região em que pretende atuar (Belo Horizonte/ Interior de Minas Gerais/ Região Sudeste do Brasil/ Outros Estados), pretensão salarial no inicio da carreira (até mil reais/ entre mil e três mil reais/ entre três e cinco mil reais/ acima de cinco mil reais).

    Na análise estatística dos dados realizou-se a análise descritiva através da distribuição de frequências. Para análise comparativa, obtiveram-se dois grupos a partir do período em que o aluno estava cursando: grupo A (primeiro e segundo período: iniciantes), grupo B: (oitavo e nono período: concluintes). Realizou-seteste do qui-quadrado eTeste Exato de Fisher a um nível de significância de 5%.

    Ressalta-se que durante a coleta e a análise dos dados, foram tomadas as medidas necessárias para garantir o anonimato dos participantes, bem como a confidencialidade das informações. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob o protocolo nº CAAE 08970312.5.0000 5097.

     

    RESULTADOS

    Como resultado de adesão espontânea ao estudo, 235 universitários aceitaram participar dessa pesquisa. Com relação ao perfil desses alunos, observou-se que 47 (20%) eram do sexo masculino e 188 (80%)eram do sexo feminino. A idade dos participantes variou de 17 a 45 anos, com média de 21,83 (±4,59) anos. No total, 75 (31,9%) alunos estavam matriculados no primeiro período, 82 (34,9%) no segundo, 24 (10,2%) no oitavo, 54 (23,0%) no nono. Dessa forma, 157 (66,8%) alunos foram alocados no Grupo A (iniciantes) e 78 (33,2%)no Grupo B (concluintes).

    A maior parte dos alunos, 110 (46,8%), considerou o mercado de trabalho satisfatório, 97 (41,3%) mencionaram que o mercado estava insatisfatório e 25 (10,6%) não souberam se posicionar sobre o assunto. Na comparação entre os grupos A e B, não houve diferença significativa (p>0,005).

    Em relação ao local que desejam trabalhar, 137 (66,6%) universitáriospretendem atuar como autônomos em consultórios particulares, 46 (21,6%) gostariam de trabalhar no serviço público, sendo integrantes das Equipes de Saúde Bucal (ESB) da Estratégia Saúde da Família (ESF), 32 (15,1%) pretendem trabalhar em clínica popular e29 (13,7%) pretendem exercer a profissão em outros lugares. Na análise comparativa entre os grupos, considerando-se a pretensão de trabalhar, observou-se que os alunos do Grupo B (concluintes) possuem duas vezes mais interesse em atuar nas ESB (p<0,001) do que os alunos do Grupo A. Em contrapartida, os alunos iniciantes (Grupo A)tiveram mais interesse (p=0,006/OR=1,35) em atuar no consultório particular (tabela 1).

     

     

     

    Em relação à região onde querem trabalhar,118 (55,7%) gostariam de continuar em Belo Horizonte e região metropolitana, 80 (37,7%) universitários pretendem atuar no interior de Minas Gerais,8 (3,8%) indivíduos gostariam de laborar em outro estado do sudeste, 14 (6,6%) tem interesse de agir na região norte e nordeste do país, 4 (1,9%) na região sul do país, 4 (1,9%) na região centro oeste e 5 (2,4%) não sabem ainda onde desejam praticar a profissão.Na análise comparativa não houve diferenças significativas entre os grupos (tabela 2).

     

     

     

    No inicio da carreira, a maioria dos universitários, 104 (44,3%),pretendiam receber acima de cinco mil reais, 69 (29,4%) gostariam de ter um salário entre três a cinco mil reais, 61 (25,1%) almejamganhar entre mil a três mil reais. Foi verificado que os alunos do grupo A possuem maior desejo em receber salários de três a cinco mil (p =0,008) e maior que cinco mil reais (0,003), quando comparados aos alunos do grupo B (tabela 3).

     

     

     

    DISCUSSÃO

    Apresença de acadêmicos jovens no curso superior pôde ser evidenciada nessa pesquisa, corroborando com os achados da literatura8,9. Estudos relatam que nessa faixa etária a escolha da profissão gera medos e incertezas, fazendo parte de um processo de reflexão, no qual o jovem questiona o presente, o futuro e as características da profissão selecionada10,11,12. Diante dessa análise, o jovem cria expectativas relacionadas ao ofício escolhido e ao decorrer do curso de graduação, em um processo de amadurecimento, sofre mudanças, que podem alterar suas concepções pré-estabelecidas13.

    O reflexo do processo de feminilização da profissão foi observado na presente pesquisa, na qual houve um predomínio de graduandas. Esse fato confirmaevidências de diversos estudos da literatura12,14,15,11,16,13,17e enfatiza a liderança da mulher no mercado odontológico, concentrando-se principalmente nas especialidades de Dentística, Endodontia, Odontopediatria, Estomatologia, Saúde Coletiva, Odontologia do Trabalho, Pacientes com Necessidades Especiais, Odontogeriatria e Ortopedia Funcional dos Maxilares4.

    Apesar dos estudantes do presente estudo relatarem ter ciência do mercado de trabalho, considerando-o favorável, posicionamento também encontrado nos estudos de14,17, percebe-se que que o mercado odontológico encontrase saturado11,6. Medeiros et al.19enfatizam que diversos fatores estão vinculados a esse panorama, destacando a recessão econômica do país e o consequente aumento da competitividade entre os profissionais, o declínio da doença cárie, a abertura desenfreada dos cursos de odontologia e a imposição dos convênios odontológicos. A aproximação do término do curso geralmente coloca o aluno diante dessa realidade. Ao pensar mais seriamente em sua profissão o estudante acaba percebendo que o mercado não é tão favorável quanto ele imaginava20. No entanto, no presente estudo, não foram encontradas diferenças significativas sobre a percepção do mercado de trabalho entre os alunos iniciantes e concluintes.

    Mesmo diante da insegurança do mercado de trabalho, que gera medo e instabilidade profissional12, observou-se nessa pesquisa queexercer a profissão como autônomo no consultório odontológico é o anseio da maioria dos alunos, corroborando com diversos estudos reportados na literatura21,11,13,22,14. No entanto, alguns estudantes, principalmente os concluintes, desejam atuar no serviço público, indicando mudança no campo de trabalho. Estudos apontam que essa nova perspectiva pode estar vinculada as dificuldades de ingresso no mercado privado, sendo o setor público uma boa alternativa, ainda que de forma momentânea, para promover o crescimento profissional e dar subsidio financeiro para montar o próprio negócio21. Toassi et al. 23, também explicita que a articulação entre as atividades laborais entre o setor público e privado, tem se tornado cada vez mais comum, no intuito de adquirir experiência profissional e aumentar a lucratividade.

    A vivência de experiências no campo da saúde pública pode ser outro motivo influenciador no aparecimento de alunos, principalmente concluintes, com desejo em atuar na ESF. As faculdades de Odontologia, diante da necessidade de atender as Diretrizes Curriculares Nacionais, têm inserido mudanças em seus currículos. Essas alterações visam à aproximação dos graduandos aos cenários reais,tornando-os capazes de atuar no Sistema Único de Saúde24,25. O estágio supervisionado tem sido apontado pelos alunos concluintes como a principal atividade extracurricular, que propicia a justaposiçãoentre ensino e a prática22.

    O fato dos estudantes da presente pesquisa pretenderem atuar em Belo Horizonte e nas cidades da região metropolitana confirma a estreita relação entre o local de graduação e o local de fixação profissional26. Além do que, ratifica a tendência dos profissionais continuarem nas zonas de grande concentração de cirurgiões-dentistas, onde o mercado é mais competitivo, confirmandoos dados de diversos estudos4,14,18. A intenção dos alunos em continuar na Região Sudeste é preocupante, poisnessa regiãoe no Sul do país concentram o maior número de cirurgiões-dentistas, excedendo os valores recomendados pela Organização Mundial da Saúde2,4.

    Embora os alunos tenham preferência em trabalhar na capital, há aqueles abertos a atuar em outras localidades. O interesse em fixar-se no interior do estado de Minas Gerais e nas regiões Norte e Nordeste do país deve ser encorajado, pois a deficiência de desenvolvimento econômico e a carência de profissionais nesses locais propiciamum campo aberto a receber profissionais em busca de novas oportunidades18,27.

    A pretensão salarial dos estudantes da presente pesquisa ficou em torno de cinco mil reais, corroborando com os achados de Oliveira et al.16 e Matos et al.21Apesar de ser um valor considerado justo, está acima da realidade do mercado de trabalho.Morita et al.2 evidenciaram em seu estudo que a média salarial da maior parte dos cirurgiões-dentistas, no estado de Minas Gerais e no Brasil, gera em torno de mil a dois mil reais mensais, totalizando uma renda de R$ 12.001 ,00 a 24.000,00 ao ano. No setor público, a faixa salarial não é diferente, Lourenço et al.28, identificou que os cirurgiõesdentistas integrantes das equipes de saúde bucal do ESF de Minas Gerais, recebem de R$ 1.200,00 reais a R$ 2001,00 reais, com média salarial de R$1.700,00 reais, para trabalhar 40 horas semanais. Os baixos salários são motivo de insatisfação entre os profissionais, principalmente quando comparado a outras classes profissionais, como a médica29,30. Nesse sentido, os alunos concluintes, entrevistados no presente estudo, possuem uma visão mais legitimista em relação à pretensão salarial, pois acreditam que irão receber valores dentro do estimado.

     

    CONCLUSÃO

    Os estudantes de odontologia consideram o mercado odontológico satisfatório e possuem pretensão em atuar em consultórios particulares, na região de Belo Horizonte, recebendo altos salários. Ao comparar os grupos A e B, percebeu-se que os alunos concluintes, possuem uma visão mais realista do mercado, pois apresentaram uma maior tendência em trabalhar no setor público e a pretensão salarial esta de acordo com a média oferecida pelo mercado.

     

    AGRADECIMENTOS

    Agradecemos a Patrícia Brandão, Pâmela de Jesus Silva Magno, Jiogleicia Elciane de Sousa e Lais Karam Braga Maciel pela coleta de dados do presente estudo.

     

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    Correspondência para:
    Camilla Aparecida Silva de Oliveira
    Rua Santa Luzia, 640, Bloco 06, Apartamento 402
    Santa Luzia – MG – CEP:33010500

    e-mail:
    camillaaparecida@ig.com.br

     

    Recebido: 23/11/2015
    Aceito: 08/03/2016