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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[We have made a quantitative prospective study from a cross-section of the population to investigate the profile and characteristics of the demand for dentistry users treated at the Emergency Units in the city of Sorocaba/SP. The analysis happened with an interview of 270 users in the period from 08 January to 21 February, 2013. The dentists who were acting with users in the period relating to interviews were also interviewed. The user's profile of this service was predominantly female (61.5% of the cases) and the age group that's to odd out was between 20-44 years old (179 cases). The complaint of pain was predominant, and may or may not be associated with another complaint. The service of emergency care at the UPH showed 95.2% of interventions in the studied cases.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Odontologia em Saúde Pública]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Atendimento odontol&oacute;gico em unidades de emerg&ecirc;ncia: caracteriza&ccedil;&atilde;o da demanda</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Dental care in emergency units: characterization of demand</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Jessica Daniela Pacheco Flumignan<sup>I</sup>; Luiz Ferraz de Sampaio Neto<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Mestrado Profissional em Educa&ccedil;&atilde;o nas Profiss&otilde;es da Sa&uacute;de pela Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas e da Sa&uacute;de da PUC-SP    <br> <sup>II</sup> Professor do Departamento de Cirurgia e do Mestrado Profissional em Educa&ccedil;&atilde;o nas Profiss&otilde;es da Sa&uacute;de da Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas e da Sa&uacute;de da PUC-SP </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fizemos estudo prospectivo quantitativo a partir de um corte transversal na popula&ccedil;&atilde;o para investigar o perfil e as caracter&iacute;sticas da demanda dos usu&aacute;rios em Odontologia atendidos nas Unidades de Urg&ecirc;ncia do atendimento SUS de Sorocaba. A an&aacute;lise aconteceu com entrevista onde foram inclu&iacute;dos 270 usu&aacute;rios atendidos no per&iacute;odo de 08/01 a 21/02/2013. Foram entrevistados tamb&eacute;m os cirurgi&otilde;es-dentistas que estavam atuando no per&iacute;odo referente &agrave;s entrevistas com os usu&aacute;rios. Encontramos predomin&acirc;ncia do g&ecirc;nero feminino (61,5% dos casos), cuja faixa et&aacute;ria mais habitual entre 20 a 44 anos (179 casos). A queixa de dor foi predominante, podendo ou n&atilde;o estar associada a outra queixa. O servi&ccedil;o de atendimento de urg&ecirc;ncias mostrou 95,2% de interven&ccedil;&atilde;o nesses casos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>Odontologia em Sa&uacute;de P&uacute;blica; Servi&ccedil;os M&eacute;dicos de Urg&ecirc;ncia; Programas Nacionais de Sa&uacute;de.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">We have made a quantitative prospective study from a cross-section of the population to investigate the profile and characteristics of the demand for dentistry users treated at the Emergency Units in the city of Sorocaba/SP. The analysis happened with an interview of 270 users in the period from 08 January to 21 February, 2013. The dentists who were acting with users in the period relating to interviews were also interviewed. The user's profile of this service was predominantly female (61.5% of the cases) and the age group that's to odd out was between 20-44 years old (179 cases). The complaint of pain was predominant, and may or may not be associated with another complaint. The service of emergency care at the UPH showed 95.2% of interventions in the studied cases.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Public Health Dentistry; Emergency Medical Services; National Health Programs.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Historicamente a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os p&uacute;blicos de sa&uacute;de bucal no Brasil tinha por h&aacute;bito apenas oferecer alguns procedimentos mutiladores, ademais existia o acesso limitado a alguns grupos de pacientes. Contudo, ao longo das &uacute;ltimas d&eacute;cadas a Odontologia tem apresentado mudan&ccedil;a significativa no perfil de atendimento, isso se reflete especialmente nas camadas sociais que dependem diretamente da assist&ecirc;ncia p&uacute;blica <sup> 1</sup>. As primeiras experi&ecirc;ncias com modelos gerenciais mais articulados se deram no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1950, implementadas pela ent&atilde;o Funda&ccedil;&atilde;o Servi&ccedil;os Especiais de Sa&uacute;de P&uacute;blica, hoje Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de, e se basearam num modelo importado dos EUA para atendimento a escolares, o "Sistema Incremental". Este sistema, a despeito das in&uacute;meras cr&iacute;ticas que lhe s&atilde;o feitas at&eacute; hoje, tem se mantido como hegem&ocirc;nico e &eacute; utilizado em quase todas as regi&otilde;es do Brasil <sup>2,3</sup>. A participa&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal e das pr&aacute;ticas odontol&oacute;gicas no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) deu-se de forma paralela e afastada do processo organizacional dos demais servi&ccedil;os de sa&uacute;de. Atualmente, observa-se o esfor&ccedil;o para promover maior integra&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de em geral, conjugando saberes e pr&aacute;ticas que apontem para a promo&ccedil;&atilde;o e vigil&acirc;ncia em sa&uacute;de, para revis&atilde;o assistencial incorporando a abordagem familiar e a defesa da vida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  A Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de Bucal (PNSB), lan&ccedil;ada em mar&ccedil;o/04, buscava vibrar em conson&acirc;ncia com os princ&iacute;pios e diretrizes do SUS desenvolvendo a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, preven&ccedil;&atilde;o e manejo de doen&ccedil;as com resolutividade e qualidade. A garantia de acesso aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de bucal passaria a ser uma extens&atilde;o do SUS, compartilhando de seus princ&iacute;pios organizativos e doutrin&aacute;rios, se propondo tamb&eacute;m em capacitar o sistema para resolver situa&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; sa&uacute;de/doen&ccedil;a dos usu&aacute;rios atendendo-os de forma adequada em todos os n&iacute;veis de aten&ccedil;&atilde;o <sup>4</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  A constru&ccedil;&atilde;o conjunta de uma consci&ecirc;ncia sanit&aacute;ria, em que a integralidade fosse percebida como um direito a ser conquistado, permitiu desenvolver o processo e controle social das a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os em sa&uacute;de bucal. Essa situa&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o est&aacute; perfeita, por isso mesmo, os profissionais da equipe de sa&uacute;de bucal devem continuar a desenvolver a capacidade de propor alian&ccedil;as, seja no interior do pr&oacute;prio sistema de sa&uacute;de, seja nas a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas na interface com as &aacute;reas de saneamento, educa&ccedil;&atilde;o, assist&ecirc;ncia social, cultura, mobilidade urbana entre outras <sup>4</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  A Estrat&eacute;gia de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (ESF) cresceu sobremaneira no pa&iacute;s, mas ainda atravessa desafios para viabilizar-se como estrat&eacute;gia estruturante dos sistemas municipais, para se consolidar nos grandes centros urbanos e vive com isso um paradoxo: ao mesmo tempo em que cresce, desvenda importantes fragilidades inerentes a processos de mudan&ccedil;a. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pr&aacute;ticas profissionais, estas ainda n&atilde;o conseguem atender adequadamente as novas necessidades dos cuidados de sa&uacute;de (integralidade, vis&atilde;o ampliada do </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a, forma&ccedil;&atilde;o de v&iacute;nculos, abordagem familiar e trabalho em equipe) <sup>5,6,7</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A proposi&ccedil;&atilde;o das diretrizes para uma PNSB e de sua efetiva&ccedil;&atilde;o, por meio do Projeto Brasil Sorridente, tem, na Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, um de seus mais importantes pilares. Organizar a&ccedil;&otilde;es no n&iacute;vel da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica &eacute; o primeiro desafio desse Programa, e sua consecu&ccedil;&atilde;o significar&aacute; a possibilidade de mudan&ccedil;a do modelo assistencial no campo da sa&uacute;de bucal <sup>2</sup>. A assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de bucal prestada pelos servi&ccedil;os p&uacute;blicos em Sorocaba/SP tem um posicionamento hist&oacute;rico semelhante ao que ocorreu no restante do Brasil, encontrando-se impasses parecidos com os descritos anteriormente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entende-se por urg&ecirc;ncia odontol&oacute;gica, o atendimento cujas medidas imediatas visam aliviar os sintomas dolorosos, infecciosos ou est&eacute;ticos da cavidade bucal <sup>8</sup>. Em Sorocaba, &agrave; semelhan&ccedil;a do que ocorreu com as especialidades m&eacute;dicas, o cuidado das situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia e urg&ecirc;ncia em Odontologia passou a ter um local para atendimento com a cria&ccedil;&atilde;o das Unidades Pr&eacute;-Hospitalares (UPH), que s&atilde;o servi&ccedil;os para prestar atendimento de urg&ecirc;ncia e emerg&ecirc;ncia fora do &acirc;mbito hospitalar. Esse novo ambiente permitiu aproximar o projeto da Secretaria Municipal de Sa&uacute;de na &aacute;rea da sa&uacute;de bucal com o pretendido pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de <sup>8</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em Sorocaba, no ano de 2008, o primeiro servi&ccedil;o odontol&oacute;gico de urg&ecirc;ncias e emerg&ecirc;ncias foi inaugurado na UPH da Zona Oeste, para oferecer esse tipo de atendimento em hor&aacute;rios alternativos ao de funcionamento das UBS e USF. No ano de 2012 ampliou-se o atendimento para a UPH da Zona Norte, regionalizando a assist&ecirc;ncia. Atualmente, h&aacute; o mesmo tipo de servi&ccedil;o (terceirizado) dentro da rec&eacute;m-inaugurada UPH da Zona Leste. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o existe nenhuma legisla&ccedil;&atilde;o que obrigue o munic&iacute;pio a viabilizar atendimento 24 horas por dia, por&eacute;m o poder p&uacute;blico afirma que o objetivo de n&atilde;o disponibilizar essa porta aberta durante as 24 horas por dia, nos 7 dias da semana, &eacute; fortalecer a aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria e fazer com que os usu&aacute;rios possam ser acolhidos o mais pr&oacute;ximo de sua moradia, assim como preconizam os Cadernos de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica do SUS <sup>2,9</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas UPH n&atilde;o h&aacute; o acolhimento odontol&oacute;gico, portanto todo usu&aacute;rio que acesse o Servi&ccedil;o &eacute; atendido diretamente pelos pr&oacute;prios cirurgi&otilde;es-dentistas (CD), sendo submetidos a interven&ccedil;&otilde;es ou orienta&ccedil;&otilde;es segundo as necessidades de seu quadro cl&iacute;nico. N&atilde;o h&aacute; crit&eacute;rios de risco ou de exclus&atilde;o e o atendimento acontece por ordem de chegada. O atendimento &eacute; por demanda espont&acirc;nea e n&atilde;o h&aacute; a contrarrefer&ecirc;ncia para unidade de origem dar continuidade ao tratamento. &Eacute; rotina do servi&ccedil;o realizar o diagn&oacute;stico, propor e executar o tratamento na mesma consulta. Os atendimentos acontecem das 19h &agrave;s 1h, de segunda a sexta-feira, e das 7h &agrave;s 1h, aos s&aacute;bados, domingos, feriados e pontos facultativos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Interessou-nos conhecer o perfil e as caracter&iacute;sticas da demanda dos usu&aacute;rios que s&atilde;o atendidos nas UPH das Zonas Oeste e Norte do munic&iacute;pio de Sorocaba.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Material e M&eacute;todo</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Casu&iacute;stica</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este estudo quantitativo faz um corte transversal na popula&ccedil;&atilde;o e foi realizado a partir da coleta de dados obtidos com entrevistas com os usu&aacute;rios dos servi&ccedil;os de Odontologia das UPH Zona Oeste e Zona Norte, bem como com os CDs que atendem nestes locais. Os pacientes que participaram deste estudo foram atendidos nas UPH porque buscaram este atendimento espontaneamente <sup>10</sup>. O presente trabalho foi submetido ao Comit&ecirc; de &Eacute;tica da Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas e da Sa&uacute;de da PUC-SP, sob o n&uacute;mero 1529, com aprova&ccedil;&atilde;o em 11/09/2012.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  O levantamento da casu&iacute;stica aconteceu no per&iacute;odo de 08/01/2013 a 21/02/2013. Foram inclu&iacute;dos 270 usu&aacute;rios que foram atendidos em regime de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia nas UPH da Zona Oeste e da Zona Norte da Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Sorocaba, no per&iacute;odo descrito acima, n&atilde;o houve crit&eacute;rio para sele&ccedil;&atilde;o, tendo sido inclu&iacute;dos todos os pacientes que consentiram em participar das entrevistas. O universo total de pacientes nesse per&iacute;odo foi de 1.664 usu&aacute;rios, a amostra foi aleat&oacute;ria de acordo com a manifesta&ccedil;&atilde;o positiva de participa&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria com a pesquisa, n&atilde;o houve crit&eacute;rio de exclus&atilde;o e para os menores de idade ou pacientes que n&atilde;o poderiam responder aos question&aacute;rios, ele foi respondido pelos respons&aacute;veis. Foram entrevistados tamb&eacute;m os CDs que estavam atuando no per&iacute;odo referente &agrave;s entrevistas com os usu&aacute;rios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Os instrumentos para coleta de dados corresponderam a question&aacute;rios fechados, aplicados pela autora, com perguntas objetivas, um para os usu&aacute;rios e outro para os profissionais, para caracterizar o perfil do usu&aacute;rio da aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica de urg&ecirc;ncia do munic&iacute;pio. Antes de aplicar os question&aacute;rios, os usu&aacute;rios e os CDs recebiam as informa&ccedil;&otilde;es esclarecedoras sobre o objetivo e natureza da pesquisa assinando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Metodologia Estat&iacute;stica</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Foi realizada an&aacute;lise inicial descritiva, a partir das frequ&ecirc;ncias absolutas (n) e relativas (%) de respostas dos entrevistados. Em alguns casos foi calculada a associa&ccedil;&atilde;o entre duas quest&otilde;es, atrav&eacute;s do teste de Qui-quadrado ou ent&atilde;o do teste Exato de Fisher. A signific&acirc;ncia estat&iacute;stica foi considerada para valores de p &le; 0,05 (ou 5%). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram aplicados 270 question&aacute;rios para os pacientes, sendo 166 (61,5%) do sexo feminino, houve um predom&iacute;nio na faixa et&aacute;ria dos 20 a 44 anos de idade (66,3%). A associa&ccedil;&atilde;o entre g&ecirc;nero e faixa et&aacute;ria foi significante (p = 0,023), indicando uma propor&ccedil;&atilde;o acima do esperado de homens na faixa et&aacute;ria de 45 a 65 anos (<a href="#tab01">Tabela I    </a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbo/v71n2/a02tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s queixas que levaram os pacientes ao atendimento de urg&ecirc;ncia, tivemos 205 (75,9%) com queixa de dor, 57 (21,1%) c&aacute;rie, 40 (14,8%) canal, 20 (7,4%) extra&ccedil;&atilde;o e 10 (3,7%) trauma. Treze pacientes referiram aus&ecirc;ncia de queixas e procuraram a UPH na tentativa de acessar a rede e garantir um acesso a tratamento odontol&oacute;gico na Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, 185 relataram apenas uma, 70 relataram duas e apenas dois pacientes relataram tr&ecirc;s ou mais queixas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab02">Tabela II</a> mostra a conduta praticada pelos dentistas para pacientes que apresentaram pelo menos uma das cinco queixas principais. A &uacute;nica situa&ccedil;&atilde;o em que houve signific&acirc;ncia estat&iacute;stica foi para &lsquo;aplica&ccedil;&atilde;o de curativo' (p = 0,043) que foi associado aos procedimentos de dor, c&aacute;rie e endodontia. No caso da conduta pulpotomia, ficou pr&oacute;ximo da signific&acirc;ncia (p = 0,066), indicando uma tend&ecirc;ncia maior de aplica&ccedil;&atilde;o dessa conduta para pacientes com pelo menos uma das cinco principais queixas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbo/v71n2/a02tab02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a avalia&ccedil;&atilde;o do grau de resolutividade de acordo com os diagn&oacute;sticos obtidos (<a href="#tab03">Tabela III</a> ), observamos signific&acirc;ncia estat&iacute;stica nos casos de exodontia (correlacionado com resolutividade total, p &lt; 0,001) assim como, pulpotomia e/ou desobtura&ccedil;&atilde;o (correlacionados com resolutividade parcial, p &lt; 0,001). Os casos de periodontia (4 casos), pr&oacute;tese (8 casos) e drenagem de abscesso (14 casos) n&atilde;o puderam ser avaliados com rela&ccedil;&atilde;o ao grau de resolutividade devido &agrave; pequena casu&iacute;stica (<a href="#tab03">Tabela III</a> ).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbo/v71n2/a02tab03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab04">Tabela IV</a>  mostra o grau de resolutividade de acordo com o tratamento realizado pelo CD. Verifica-se rela&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica significante de medica&ccedil;&atilde;o, exodontia, pulpotomia e curativo com o grau de resolutividade, onde medica&ccedil;&atilde;o est&aacute; mais associada com n&atilde;o resolutividade, exodontia com resolutividade total, e os demais (pulpotomia e curativo) com resolutividade parcial. Os tratamentos desobtura&ccedil;&atilde;o, drenagem e conten&ccedil;&atilde;o tiveram preval&ecirc;ncia muito pequena e, portanto, n&atilde;o foi poss&iacute;vel correlacionar com resolutividade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rbo/v71n2/a02tab04.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Com rela&ccedil;&atilde;o aos v&iacute;nculos dos pacientes com outros servi&ccedil;os de Odontologia, encontramos que 39 (14,4%) pacientes que afirmaram fazerem tratamento dent&aacute;rio atualmente e, desses, 15 (38,5%) na UBS, 14 (35,9%) com CD de conv&ecirc;nio, 7 (17,9%) CD particular e ainda 3 (7,7%) que n&atilde;o especificaram onde fazem o tratamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Discuss&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">BOTAZZO et al. <sup>11</sup>, estudando o acesso aos sistemas de sa&uacute;de bucal SUS, apresentaram a hip&oacute;tese de que n&atilde;o se disponibilizava atendimento adequado no setor p&uacute;blico para urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia e, ao final, conclu&iacute;ram que esses servi&ccedil;os est&atilde;o universalizados, por&eacute;m as atividades program&aacute;ticas n&atilde;o acontecem para esse grupo de usu&aacute;rios dos atendimentos de urg&ecirc;ncia/ emerg&ecirc;ncia, portanto n&atilde;o h&aacute; uma abordagem preventiva como habitualmente &eacute; feito com as crian&ccedil;as em idade escolar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outro estudo que buscou avaliar as poss&iacute;veis desigualdades na utiliza&ccedil;&atilde;o e no acesso aos servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos em n&iacute;vel nacional incluiu um total de 344.975 pessoas, destes indiv&iacute;duos, 19% declararam nunca ter ido ao dentista e, nos casos que j&aacute; haviam buscado a assist&ecirc;ncia odontol&oacute;gica, apenas 24% foi atrav&eacute;s do atendimento SUS. Os autores conclu&iacute;ram que o SUS &eacute; um agente de grande import&acirc;ncia, por&eacute;m ainda com um papel muito pequeno, se distanciando muito do que ocorre nos atendimentos m&eacute;dicos, e com isso fica evidente que ocorrem desigualdades no acesso e na aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal nas classes menos privilegiadas <sup>12</sup>. O estudo de TRAVASSOS et al. <sup>13</sup> refor&ccedil;a que a implementa&ccedil;&atilde;o dos princ&iacute;pios do SUS para a Odontologia como um sistema pautado na universalidade do acesso e as desigualdades sociais comp&otilde;e a realidade do processo de adequa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">MOREIRA et al. <sup>14</sup> conclu&iacute;ram que apesar dos avan&ccedil;os do SUS, principalmente com a implanta&ccedil;&atilde;o da ESF, o acesso &agrave; aten&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal ainda &eacute; restrito e que a escassez de servi&ccedil;os para a popula&ccedil;&atilde;o idosa &eacute; uma realidade e BALDANI et al. <sup>7</sup> consi</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">deram que o fato da Odontologia n&atilde;o estar presente desde o in&iacute;cio do programa possivelmente acarretou preju&iacute;zos no processo de integraliza&ccedil;&atilde;o dos profissionais correlacionados, assim como pode ter determinado formas variadas de processo de implanta&ccedil;&atilde;o de equipes de sa&uacute;de bucal <sup>7,14</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A busca pelo atendimento odontol&oacute;gico de urg&ecirc;ncia no setor p&uacute;blico &eacute; muito vari&aacute;vel nos mais diversos servi&ccedil;os, o que deixa claro que a pol&iacute;tica de acesso e cobertura ao tratamento odontol&oacute;gico est&aacute; diretamente relacionada &agrave; metodologia preconizada pelos governos. Com isso as queixas pelas quais os usu&aacute;rios procuram os servi&ccedil;os tamb&eacute;m s&atilde;o muito diferentes entre pa&iacute;ses e inclusive entre munic&iacute;pios de um mesmo pa&iacute;s. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 2000, HALLINGE &amp; ORDELL <sup>15</sup> relataram que dos 865 casos de um servi&ccedil;o de urg&ecirc;ncia na Su&eacute;cia o predom&iacute;nio dos casos ficou entre crian&ccedil;as/adolescentes, totalizando 40% da amostra. Em nosso estudo, as crian&ccedil;as e adolescentes somaram 16% da amostra e a faixa et&aacute;ria que predominou foi de indiv&iacute;duos profissionalmente ativos (20 aos 44 anos). A poss&iacute;vel explica&ccedil;&atilde;o para essa realidade, segundo TRAEBERT <sup>16</sup>, s&atilde;o as peculiaridades do Servi&ccedil;o Nacional de Odontologia da Su&eacute;cia que &eacute; respons&aacute;vel pelos cuidados dentais de todos os indiv&iacute;duos, do nascimento at&eacute; os 19 anos, ficando apenas 20% dos adultos atendidos pelo sistema p&uacute;blico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O g&ecirc;nero feminino predominou (61,5%) em nossa casu&iacute;stica, corroborando os achados nas pesquisas de SANCHEZ &amp; DRUMOND <sup>1</sup> e PINTO et al. <sup>8</sup>. Esses autores relatam que a demanda feminina pode estar associada a quest&otilde;es culturais ou sociais, uma vez que as mulheres t&ecirc;m maior acesso aos servi&ccedil;os oferecidos pelo sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de, tornando-a mais disposta a frequentar os servi&ccedil;os de sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">PAULA et al. <sup>17</sup> corroboraram com os nossos achados, dos 1.181 prontu&aacute;rios avaliados por eles, o g&ecirc;nero feminino predominou em 61,7% e a faixa et&aacute;ria m&eacute;dia foi de 37 anos, em outra pesquisa, FERREIRA J&Uacute;NIOR <sup>18</sup>, analisando 30.918 atendimentos, encontrou 58,97% do g&ecirc;nero feminino. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aglutinamos as principais queixas de urg&ecirc;ncia no atendimento odontol&oacute;gico das UPH em situa&ccedil;&otilde;es de dor, trauma, c&aacute;rie, canal e extra&ccedil;&atilde;o. Aparentemente s&atilde;o essas mesmas as queixas mais habituais nos demais servi&ccedil;os que atendem o mesmo perfil de pacientes, pois a maior parte das situa&ccedil;&otilde;es agudas de acometimento dent&aacute;rio ter&aacute; como sinal/ sintoma sinalizador a dor ou a refer&ecirc;ncia a trauma, entre outras situa&ccedil;&otilde;es <sup>18</sup>. No estudo de HALLING &amp; ORDELL <sup>15</sup>, a dor ocorreu em 19%, endodontia em 26%, extra&ccedil;&otilde;es em 14%, trauma em 12%. Para PAULA et al. <sup>17</sup>, a dor foi referida em 46,7% dos casos, os traumatismos ocorreram em 8% dos casos, a endodontia foi relatada em 17,4% das ocorr&ecirc;ncias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O atendimento em unidade de urg&ecirc;ncias e emerg&ecirc;ncias nem sempre resulta em condutas definitivas, exceto naqueles casos de extra&ccedil;&otilde;es sem complica&ccedil;&otilde;es. Um paciente com queixa de dor associada &agrave; necessidade de tratamento de canal, por exemplo, n&atilde;o se resolve em uma unidade de </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">pronto atendimento. Neste caso se n&atilde;o ocorrer a continuidade do tratamento via UBS ou USF, pois o mesmo dente poder&aacute; recorrer em necessidade de novo atendimento em uma UPH. Segundo SANCHEZ &amp; DRUMOND <sup>1</sup>, pode-se afirmar que essas novas urg&ecirc;ncias significar&atilde;o novas exodontias, pois ao longo do tempo o dente tender&aacute; a ser perdido. A maioria dos casos tratados em servi&ccedil;os de urg&ecirc;ncia necessita de continuidade e essa premissa n&atilde;o detectamos em nossa casu&iacute;stica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na avalia&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios que sobre tratamento odontol&oacute;gico pr&eacute;vio, apenas 39 (14,4%) faziam tratamento dent&aacute;rio como rotina, no trabalho de HALLINGE &amp; ORDELL <sup>15</sup> esse n&uacute;mero sobe para 73%. HALLINGE &amp; ORDELL <sup>15</sup> apresentaram an&aacute;lise baseada na realidade de pa&iacute;ses escandinavos, por&eacute;m diversos estudos relatam que a Odontologia brasileira pretende se espelhar no sistema adotado nos pa&iacute;ses escandinavos <sup>3,15,16,19</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; resolutividade, a resolu&ccedil;&atilde;o total ficou inversamente proporcional &agrave; dor relacionada &agrave;s a&ccedil;&otilde;es endod&ocirc;nticas, por outro lado as exodontias foram a maior tend&ecirc;ncia de completa resolu&ccedil;&atilde;o o processo no tratamento oferecido pela UPH. A resolu&ccedil;&atilde;o parcial ficou para os casos de dor e a&ccedil;&otilde;es endod&ocirc;nticas. E a resolutividade ausente ficou pr&oacute;xima &agrave; signific&acirc;ncia estat&iacute;stica apenas para os casos de extra&ccedil;&otilde;es sem sucesso. Dos 270 casos estudados, 257 (95,2%) foram beneficiados com algum tipo de interven&ccedil;&atilde;o e apenas 13 (4,8%) n&atilde;o foram submetidos a um procedimento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fica claro que o servi&ccedil;o de urg&ecirc;ncia oferecido pelo munic&iacute;pio de Sorocaba/SP tem um grau de resolutividade satisfat&oacute;rio que contempla a popula&ccedil;&atilde;o naquilo que a mesma busca para o momento. Apesar de existir um local apropriado para esse atendimento, a maior parte dos procedimentos ainda se reveste do car&aacute;ter mutilador j&aacute; descrito; ademais, o atendimento de urg&ecirc;ncias nessas UPH n&atilde;o tem uma sistematiza&ccedil;&atilde;o que permita absorver ou encaminhar os pacientes a outros n&iacute;veis de resolutividade. Essa &eacute; uma lacuna que mereceria planejamento por parte do poder p&uacute;blico, garantindo a integralidade das a&ccedil;&otilde;es em sa&uacute;de bucal.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Conclus&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; bastante poss&iacute;vel que as Institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior tenham que repensar os curr&iacute;culos para formar profissionais que atendam as atuais necessidades socioecon&ocirc;micas do pa&iacute;s, pois com a consolida&ccedil;&atilde;o do SUS e com a expans&atilde;o da ESF a sa&uacute;de bucal dever&aacute; estar efetivamente integrada na assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de da comunidade. Para isso, a constru&ccedil;&atilde;o do projeto pedag&oacute;gico deve se voltar aos problemas advindos das intera&ccedil;&otilde;es que se estabelecem entre as institui&ccedil;&otilde;es, os governos e a sociedade. Ser&aacute; esta mudan&ccedil;a de vis&atilde;o no processo de ensino desde a gradua&ccedil;&atilde;o com a inser&ccedil;&atilde;o nas pr&aacute;ticas do SUS, assim como a corresponsabiliza&ccedil;&atilde;o do graduando em Odontologia na educa&ccedil;&atilde;o permanente e o compromisso em sua pr&oacute;pria forma&ccedil;&atilde;o com a coopera&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de rede de assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de que poder&aacute; fazer a diferen&ccedil;a.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Refer&ecirc;ncias </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. SANCHEZ, H, DRUMOND, M. Atendimento de urg&ecirc;ncias em uma Faculdade de Odontologia de Minas Gerais: perfil do paciente e resolutividade. RGO. 2011; 59 (1): 79-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=347347&pid=S0034-7272201400020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de Bucal. Sa&uacute;de bucal. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. RONCALLI, AG. A organiza&ccedil;&auml;o da demanda em servi&ccedil;os p&uacute;blicos de sa&uacute;de bucal: universalidade, eq&uuml;idade e integralidade em sa&uacute;de bucal coletiva. Ara&ccedil;atuba. Tese &#91;doutorado&#93;. Faculdade de Odontologia da Unesp; 2000.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de Bucal. Diretrizes da Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de Bucal. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2004. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. ALVES, VS. Um modelo de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de para o Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia: pela integralidade da aten&ccedil;&atilde;o e reorienta&ccedil;&atilde;o do modelo assistencial. Interface Comun Sa&uacute;de Educ. 2005; 9 (16): 39-52.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. GIL, CRR. Aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica e sa&uacute;de da fam&iacute;lia: sinergias e singularidades do contexto brasileiro. Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2006; 22 (6): 1171-81.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. BALDANI, MH, FADEL, CB, POSSAMAI, T, et al. A inclus&atilde;o da odontologia no Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia no Estado do Paran&aacute; , Brasil l. Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2005; 21 (4): 1026-35.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. PINTO, EC, BARROS, VJ, COELHO, MQ, et al. Urg&ecirc;ncias odontol&oacute;gicas em uma Unidade de Sa&uacute;de vinculada &agrave; Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia de Montes Claros, Minas Gerais. Arq. Odontol. 2012; 48 (3): 166-74.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. BRASIL. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de Bucal. Acolhimento a demanda espont&acirc;nea: queixas mais comuns na Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2012. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. MARCONI, MA, LAKATOS, EM. Fundamentos de metodologia cient&iacute;fica. S&atilde;o Paulo: Atlas; 2010. 160 p. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. BOTAZZO, C, BERTOLINI, SR, CORVELHO, VM. Aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal: condi&ccedil;&atilde;o atual do acesso a trabalhadores e adultos nos sistemas locais de sa&uacute;de. Divulg. Sa&uacute;de Debate. 1995; (10): 43-53.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. BARROS, AJD, BERTOLDI, AD. Desigualdades na utiliza&ccedil;&atilde;o e no acesso a servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos: uma avalia&ccedil;&atilde;o em n&iacute;vel nacional. Ci&ecirc;nc. Sa&uacute;de Coletiva. 2002; 7 (4): 709-17.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. TRAVASSOS, C, VIACAVA, F, FERNANDES, C, et al. Desigualdades geogr&aacute;ficas e sociais na utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de sa&uacute;de no Brasil. Ci&ecirc;nc. Sa&uacute;de Coletiva. 2000; 5 (1): 133-49. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. MOREIRA, RS, NICO, LS, TOMIRA, NE, et al. A sa&uacute;de bucal do idoso brasileiro: revis&atilde;o sistem&aacute;tica sobre o quadro epidemiol&oacute;gico e acesso aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de bucal. Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2005; 21 (6): 1665-75.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. HALLING, A, ORDELL, S. Emergency dental service is still needed also for regular attenders within a comprehensive insurance system. Swed Dent J. 2000; 24 (5-6): 173-81.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. TRAEBERT, JL. Implica&ccedil;&otilde;es de custo financeiro e recursos humanos em assist&ecirc;ncia odontol&oacute;gica no Brasil segundo o modelo escandinavo. Rev. Sa&uacute;de P&uacute;blica. 1996; 30 (6): 519-26. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. PAULA, JS, OLIVEIRA, M, SOARES, MR, et al. Perfil epidemiol&oacute;gico dos pacientes atendidos no Pronto Atendimento da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Juiz de Fora. Arq. Odontol. 2012; 48 (4): 257-62.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 18. FERREIRA J&Uacute;NIOR, O. Contribui&ccedil;&atilde;o social do Servi&ccedil;o de Urg&ecirc;ncia Odontol&oacute;gica da Faculdade de Odontologia de Bauru: sua participa&ccedil;&atilde;o no conv&ecirc;nio com o Sistema Unico de Sa&uacute;de. Bauru. Disserta&ccedil;&atilde;o &#91;Mestrado&#93;. Faculdade de Odontologia da USP; 1997. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. SPENCE, JD, BARNETT, HJM. Sa&uacute;de coletiva: pol&iacute;ticas, epidemiologia da sa&uacute;de bucal e redes de aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica: S&eacute;rie Abeno. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas; 2013. 123 p.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rbo/v71n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Jessica Daniela Pacheco Flumignan    <br>   Rua Romeu do Nascimento, 280 - Portal da Colina    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Sorocaba/SP, Brasil - CEP: 18047-410    <br>      e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:jessica@jessica.odo.br" target="_blank">jessica@jessica.odo.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido em</b> 03/06/2014<br/> <b>Aprovado em</b> 07/07/2014</font></p>      ]]></body>
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