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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A glosa odontológica em uma operadora de grupo de grande porte]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: to observe the frequency of full disallowance and dental procedures performed by an accredited network of a Health Plan Provider. Materials and method: cross-sectional observational study in which we performed a retrospective survey in a group provider for dental care only, in the 3rd quarter of 2012. A quantitative analysis pooled the procedures based on the List of the National Supplementary Health Agency. The collected data were tabulated and subjected to statistical analysis with 95% confidence intervals, and significance level of 5%. Results: from the 264,758 procedures billed, 21,716 were disallowed, so the overall percentage of disallowances over the total number of procedures was 8.20%. The higher frequency of disallowances was seen in radiology (35.93%), followed by dentistry (24.04%), and prevention (16.70%). Endodontics and prosthesis were 4.77% and 2.32% respectively, from the total of disallowances. However, when we individually analyzed each group from the List, 24.37% of the prosthesis procedures, and 22.23% of the endodontic procedures were disallowed. Conclusion: the overall frequency of disallowance in the Health Plan Provider was 8.20%. The most disallowed procedures were radiology, dentistry, and prevention. When the frequency of disallowance within the same group was assessed, prosthesis and endodontics were the most disallowed specialties.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>A glosa odontol&oacute;gica em uma operadora de grupo de grande porte</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Dental services disallowance in a major health plan provider</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Geraldo Elias Miranda<sup>*</sup>; Marta Cristina Portes Siqueira<sup>**</sup>; Ricardo Luiz Siqueira Magalh&atilde;es Ferreira<sup>**</sup>; Fernanda Capurucho Horta Bouchardet<sup>***</sup></b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>; Duarte Nuno Pessoa Vieira<sup>****</sup></b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>; Eduardo Daruge J&uacute;nior<sup>*****</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>*</sup> Auditor odontol&oacute;gico, mestrando em Odontologia Legal FOP/UNICAMP, Piracicaba, SP, Brasil.    <br>   <sup>**</sup> Auditor odontol&oacute;gico, especialista em Odontologia Legal, Belo Horizonte, MG, Brasil.    <br>   <sup>***</sup> Coordenadora do curso de Odontologia Legal da PUC/MINAS, Belo Horizonte, MG, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>****</sup> Professor doutor catedr&aacute;tico da Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.    <br>   <sup>*****</sup> Livre-docente em Odontologia, professor titular de Odontologia Legal da FOP/UNICAMP, Piracicaba, SP, Brasil.</font>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: verificar a frequ&ecirc;ncia de glosa total e dos procedimentos odontol&oacute;gicos realizados pela rede credenciada de uma operadora de plano de sa&uacute;de. Materiais e m&eacute;todo: trata-se de um trabalho observacional transversal no qual foi realizado um levantamento retrospectivo em uma operadora de grupo exclusivamente odontol&oacute;gica no terceiro trimestre de 2012. A an&aacute;lise quantitativa agrupou os procedimentos baseando-se no rol da Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar. Os dados coletados foram tabulados e submetidos a an&aacute;lise estat&iacute;stica com intervalos com 95% de confian&ccedil;a e n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%. Resultados: dos 264.758 procedimentos faturados, 21.716 foram glosados; portanto, o percentual global de glosas em rela&ccedil;&atilde;o ao total de procedimentos foi de 8,20%. A maior frequ&ecirc;ncia de glosas foi observada na radiologia (35,93%), seguida pela dent&iacute;stica (24,04%) e pela preven&ccedil;&atilde;o (16,70%). Do total de glosas, a endodontia e a pr&oacute;tese tiveram 4,77% e 2,32%, respectivamente. Entretanto, quando se analisou cada grupo do rol individualmente, 24,37% dos procedimentos da pr&oacute;tese e 22,23% dos procedimentos da endodontia foram glosados. Conclus&atilde;o: a frequ&ecirc;ncia total de glosa na operadora de plano de sa&uacute;de foi 8,20%. Os procedimentos mais glosados foram de radiologia, dent&iacute;stica e preven&ccedil;&atilde;o. Quando se avaliou a frequ&ecirc;ncia de glosa dentro de um mesmo grupo, a pr&oacute;tese e a endodontia foram as especialidades mais glosadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>Auditoria odontol&oacute;gica. Sa&uacute;de suplementar. Avalia&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de. Odontologia Legal.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objective: to observe the frequency of full disallowance and dental procedures performed by an accredited network of a Health Plan Provider. Materials and method: cross-sectional observational study in which we performed a retrospective survey in a group provider for dental care only, in the 3rd quarter of 2012. A quantitative analysis pooled the procedures based on the List of the National Supplementary Health Agency. The collected data were tabulated and subjected to statistical analysis with 95% confidence intervals, and significance level of 5%. Results: from the 264,758 procedures billed, 21,716 were disallowed, so the overall percentage of disallowances over the total number of procedures was 8.20%. The higher frequency of disallowances was seen in radiology (35.93%), followed by dentistry (24.04%), and prevention (16.70%). Endodontics and prosthesis were 4.77% and 2.32% respectively, from the total of disallowances. However, when we individually analyzed each group from the List, 24.37% of the prosthesis procedures, and 22.23% of the endodontic procedures were disallowed. Conclusion: the overall frequency of disallowance in the Health Plan Provider was 8.20%. The most disallowed procedures were radiology, dentistry, and prevention. When the frequency of disallowance within the same group was assessed, prosthesis and endodontics were the most disallowed specialties.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Dental audit. Supplementary health. Health services evaluation. Forensic Dentistry.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O setor de sa&uacute;de suplementar, regido pela Lei 9.656/98 e fiscalizado pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar (ANS), expandiu sua atua&ccedil;&atilde;o no campo da sa&uacute;de e tornou-se imprescind&iacute;vel para a assist&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o brasileira. O Brasil possui o segundo maior sistema privado de sa&uacute;de do mundo<sup>1</sup>, havendo uma tend&ecirc;ncia de crescimento da odontologia no setor suplementar<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Estado fiscaliza e monitora a solv&ecirc;ncia das operadoras de planos de sa&uacute;de (OPS). Manter o setor est&aacute;vel &eacute; uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o do Governo, pois atualmente as OPS arcam com a assist&ecirc;ncia em sa&uacute;de de uma parte significativa da popula&ccedil;&atilde;o. A regula&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de suplementar ocorre em dois espa&ccedil;os distintos: no campo da macrorregula&ccedil;&atilde;o e no da microrregula&ccedil;&atilde;o. A macrorregula&ccedil;&atilde;o &eacute; constitu&iacute;da pela legisla&ccedil;&atilde;o e regulamenta&ccedil;&atilde;o da ANS. A microrregula&ccedil;&atilde;o ocorre na auditoria por meio dos protocolos estipulados pelas operadoras para os prestadores de servi&ccedil;os<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A auditoria em sa&uacute;de tem papel primordial de garantir a qualidade da assist&ecirc;ncia prestada e o respeito &agrave;s normas t&eacute;cnicas, &eacute;ticas e administrativas, previamente estabelecidas nos contratos entre prestadores de servi&ccedil;os e operadoras. A auditoria deve, tamb&eacute;m, manter a rela&ccedil;&atilde;o custo-benef&iacute;cio da assist&ecirc;ncia compat&iacute;vel e equacionada aos recursos </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">financeiros dispon&iacute;veis, contribuindo, assim, para a redu&ccedil;&atilde;o da taxa de sinistralidade das operadoras. A taxa de sinistralidade &eacute; calculada na rela&ccedil;&atilde;o entre as despesas assistenciais (m&eacute;dicas e odontol&oacute;gicas) e a contrapresta&ccedil;&atilde;o<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O resultado de uma auditoria pode ser conforme quando o servi&ccedil;o est&aacute; em concord&acirc;ncia com as especifica&ccedil;&otilde;es administrativas (preenchimento e envio de documenta&ccedil;&atilde;o, elegibilidade e car&ecirc;ncia do benefici&aacute;rio) e com o padr&atilde;o de qualidade t&eacute;cnica. O servi&ccedil;o n&atilde;o conforme &eacute; aquele que est&aacute; em desacordo com as especifica&ccedil;&otilde;es administrativas ou &eacute; tecnicamente inaceit&aacute;vel<sup>4</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A glosa &eacute; o cancelamento ou recusa parcial ou total de uma fatura apresentada pelo prestador de servi&ccedil;os &agrave; OPS diante de uma n&atilde;o conformidade do servi&ccedil;o prestado. A pode ser administrativa ou t&eacute;cnica. A glosa administrativa n&atilde;o est&aacute; relacionada ao tratamento em si, mas sim &agrave; forma como a cobran&ccedil;a dos procedimentos &eacute; apresentada. As glosas t&eacute;cnicas est&atilde;o relacionadas ao tratamento realizado, que pode ser considerado desej&aacute;vel, aceit&aacute;vel ou inaceit&aacute;vel<sup>5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com a expans&atilde;o do setor de sa&uacute;de suplementar, tornam-se necess&aacute;rias pesquisas sobre os crit&eacute;rios de auditagem para a melhoria da assist&ecirc;ncia odontol&oacute;gica e a rela&ccedil;&atilde;o entre prestadores e operadoras. Al&eacute;m disso, segundo alguns autores<sup>6-7</sup>, h&aacute; uma car&ecirc;ncia de estudos sobre o tema. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo deste trabalho foi verificar a frequ&ecirc;ncia de glosa total e dos procedimentos odontol&oacute;gicos realizados pela rede credenciada de uma operadora de grupo de grande porte.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Materiais e método</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trata-se de um trabalho observacional transversal no qual foi realizado um levantamento retrospectivo em relat&oacute;rios de faturamentos e glosas em uma operadora exclusivamente odontol&oacute;gica, modalidade odontologia de grupo de grande porte (acima de 100 mil benefici&aacute;rios).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A amostra foi composta pelos credenciados que enviaram produ&ccedil;&atilde;o para auditagem no terceiro trimestre de 2012. Foi escolhido esse per&iacute;odo por coincidir com os dados enviados pela operadora no arquivo Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es de Produtos (SIP) &agrave; ANS. O SIP tem como finalidade acompanhar a assist&ecirc;ncia dos servi&ccedil;os prestados aos benefici&aacute;rios de planos de sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A an&aacute;lise quantitativa agrupou os procedimentos baseando-se no Rol de Procedimentos e Eventos em Sa&uacute;de da ANS, que &eacute; dividido em: Diagn&oacute;stico, Urg&ecirc;ncia, Radiologia, Preven&ccedil;&atilde;o, Dent&iacute;stica, Periodontia, Cirurgia, Endodontia e Pr&oacute;tese. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O processo de auditagem procede &agrave; seguinte log&iacute;stica: a rede credenciada envia &agrave; operadora os atendimentos dos benefici&aacute;rios registrados nas Guias de Tratamento Odontol&oacute;gico (GTO) e nas Guias de Servi&ccedil;o Profissional/Servi&ccedil;o Auxiliar de Diagn&oacute;stico e Terapia (SP/SADT), de acordo com o padr&atilde;o utilizado na Troca de Informa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Suplementar (TISS). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao receber as guias para a cobran&ccedil;a, a OPS abre, no sistema de informa&ccedil;&atilde;o, um lote por prestador, em que s&atilde;o discriminados todos os procedimentos executados. O lote que representa o valor faturado &agrave; operadora &eacute; encaminhado para a auditoria verificar a conformidade dos procedimentos. A an&aacute;lise da conformidade abrange crit&eacute;rios t&eacute;cnicos e administrativos. O procedimento n&atilde;o conforme &eacute; glosado. Assim, os procedimentos faturados s&atilde;o a soma dos procedimentos pagos e dos glosados.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Caso o prestador n&atilde;o concorde com a glosa, poder&aacute; recorrer por meio de processo denominado "revis&atilde;o de glosa", no qual nova aprecia&ccedil;&atilde;o do procedimento ser&aacute; realizada. Esta pesquisa n&atilde;o avalia os lotes de revis&atilde;o de glosa, restringindo-se aos lotes de faturamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta pesquisa foi aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da FOP/UNICAMP sob o protocolo n&ordm; 20/2013 e n&atilde;o cont&eacute;m elementos que permitam a identifica&ccedil;&atilde;o dos prestadores ou benefici&aacute;rios dos servi&ccedil;os. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados coletados foram tabulados e submetidos a an&aacute;lises uni- e bi-variadas com o aux&iacute;lio dos softwares SPSS 13.0 (Statistical Package for the Social Science&reg;, IBM, Chicago, USA) e Minitab 15 (Minitab Inc.&reg;, State College, USA). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para caracterizar os resultados, utilizaram-se tabelas de conting&ecirc;ncia, apresentando as frequ&ecirc;ncias e taxas de ocorr&ecirc;ncia das caracter&iacute;sticas estudadas, de forma a descrev&ecirc;-las. Foram constru&iacute;dos intervalos com 95% de confian&ccedil;a, de maneira a levar em considera&ccedil;&atilde;o o erro amostral nas estimativas obtidas. Para determinar se as diferen&ccedil;as e associa&ccedil;&otilde;es encontradas s&atilde;o estatisticamente significativas, utilizou-se o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados do presente estudo s&atilde;o descritos nas Tabelas <a href="#tab01">1</a> a <a href="#tab03">3</a> e na <a href="#fig01">Figura 1</a>. </font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v18n2/a04tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v18n2/a04tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v18n2/a04tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v18n2/a04fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O percentual global de glosa em rela&ccedil;&atilde;o ao total de procedimentos foi de 8,20%, variando de 8,10 a 8,31% com 95% de confian&ccedil;a, mostrando que, em geral, cerca de 8% dos procedimentos s&atilde;o glosados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Uma pesquisa mostrou que a frequ&ecirc;ncia de glosa em uma cooperativa odontol&oacute;gica foi de 14%<sup>6</sup>. Outro trabalho realizado no sistema DATASUS observou um aumento da glosa de menos de 5% no per&iacute;odo de 2001 a 2007 para 14,1% em 2010<sup>7</sup>. Portanto, a quantidade de glosa no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de e na cooperativa das pesquisas citadas foi maior do que a encontrada no presente trabalho. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Deve-se considerar que a frequ&ecirc;ncia de glosa encontrada (8,20%) poder&aacute; ser menor, pois n&atilde;o foram avaliadas as revis&otilde;es de glosa. As revis&otilde;es de glosa s&atilde;o aquelas situa&ccedil;&otilde;es em que o prestador corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es ou justifica uma conduta com base em par&acirc;metros de consenso e submete a conta para nova aprecia&ccedil;&atilde;o. A revis&atilde;o &eacute; considerada uma nova auditora e &eacute; avaliada por auditor diferente daquele que j&aacute; tinha auditado o procedimento. Logo, o pagamento ao prestador referente &agrave; sua produ&ccedil;&atilde;o mensal poder&aacute; ser modificado caso a glosa n&atilde;o seja mantida. As glosas n&atilde;o foram analisadas quantitativamente quanto ao tipo: administrativa ou t&eacute;cnica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As glosas administrativas podem ocorrer em qualquer procedimento e est&atilde;o relacionadas aos crit&eacute;rios de elegibilidade do benefici&aacute;rio para receber o atendimento, envio de documenta&ccedil;&atilde;o de atendimento fora do prazo, preenchimento incompleto ou rasurado das GTO e SP/SADT, dentre outros. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Do total de procedimentos faturados, os radiol&oacute;gicos representaram 41,60%, os preventivos, 24,24% e os de dent&iacute;stica, 11,55%, sendo esses dados significativamente diferentes, tendo em vista que os intervalos de confian&ccedil;a n&atilde;o apresentam interse&ccedil;&atilde;o entre si, nem com os demais (<a href="#tab01">Tabela 1</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A maior frequ&ecirc;ncia de glosas foi observada na radiologia, com 35,93% dos casos, seguida pela dent&iacute;stica, com 24,04%, e por procedimentos de preven&ccedil;&atilde;o, com 16,70%, sendo esses dados significativamente diferentes dos demais (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). A somat&oacute;ria desses grupos representa 77,03% do total de glosas, demonstrando que a quantidade de glosas &eacute; diretamente proporcional &agrave; quantidade de procedimentos faturados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo pesquisa, no SUS, a radiologia representa 44% dos procedimentos odontol&oacute;gicos executados, seguidos de 21,5% de procedimentos perio</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">dontais, 14,2% de endod&ocirc;nticos e 6,4% de restauradores<sup>8</sup>. O resultado encontrado para procedimentos radiol&oacute;gicos &eacute; semelhante ao do presente trabalho. O segundo lugar em execu&ccedil;&atilde;o foi ocupado pelos procedimentos periodontais. A pesquisa realizada no SUS n&atilde;o considerou como categoria os procedimentos preventivos. Existe a possibilidade de que os procedimentos de profilaxia e raspagens supragengivais tenham sido alocados e contabilizados juntamente com os procedimentos periodontais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os procedimentos radiol&oacute;gicos foram os mais executados, pois uma radiografia corresponde a um procedimento. Os exames radiol&oacute;gicos executados ultrapassaram as solicita&ccedil;&otilde;es da OPS, pois v&aacute;rios dentistas solicitam na consulta inicial s&eacute;rie radiogr&aacute;fica completa (14 radiografias), bite-wing e panor&acirc;mica. As glosas t&eacute;cnicas que ocorrem nos exames complementares s&atilde;o devidas a imagens n&atilde;o visualiz&aacute;veis: erro de t&eacute;cnica ou erro de processamento. Um trabalho realizado na Su&eacute;cia mostrou que a qualidade radiogr&aacute;fica em 28% dos casos analisados foi considerada inaceit&aacute;vel para avalia&ccedil;&atilde;o do tratamento proposto9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os procedimentos de dent&iacute;stica representaram 24,24% do total de glosas. Com rela&ccedil;&atilde;o aos procedimentos restauradores, o principal motivo da glosa observado estava relacionado com o diagn&oacute;stico de c&aacute;rie. O prestador inclu&iacute;a em seu plano de tratamento a execu&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es em les&atilde;o incipiente de esmalte, sulco acastanhado e dente h&iacute;gido. Esse tipo de sobretratamento verificado na pr&aacute;tica odontol&oacute;gica de alguns cirurgi&otilde;es-dentistas credenciados n&atilde;o segue o que preconiza a odontologia baseada em evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma pesquisa realizada em uma OPS em que foram avaliados os planos de tratamento propostos pelos credenciados mostrou que 8,7 dentes seriam restaurados em cada usu&aacute;rio. Ap&oacute;s auditoria, chegou- se a 4,8 dentes/usu&aacute;rio, ou seja, apenas 55,89% das restaura&ccedil;&otilde;es propostas foram consideradas necess&aacute;rias<sup>4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um estudo de coorte mostrou que h&aacute; uma disparidade no plano de tratamento odontol&oacute;gico realizado por cirurgi&otilde;es-dentistas que s&atilde;o assalariados e aqueles que recebem por produ&ccedil;&atilde;o. Em situa&ccedil;&otilde;es em que o cirurgi&atilde;o-dentista recebe por produ&ccedil;&atilde;o, o plano de tratamento prop&otilde;e maior quantidade de procedimentos<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tamb&eacute;m foi verificada repeti&ccedil;&atilde;o do procedimento executado dentro do per&iacute;odo de longevidade, indicando o insucesso do tratamento em dent&iacute;stica. Aprovar procedimentos com falhas t&eacute;cnicas acarreta custos para a OPS, credenciado e benefici&aacute;rio. Procedimentos de baixa qualidade podem apresentar insucesso em um curto per&iacute;odo de tempo, trazendo insatisfa&ccedil;&atilde;o para o paciente, desgastando a imagem do profissional e da OPS<sup>11</sup>. A auditoria &eacute; uma importante ferramenta de gest&atilde;o da qualidade dos procedimentos executados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma pesquisa em uma cooperativa odontol&oacute;gica verificou que os restauradores (50,1%) foram os procedimentos que apresentaram maior quantidade de glosas, seguidos das raspagens (19,4%)<sup>6</sup>. Outro trabalho do mesmo autor<sup>12</sup> inferiu que n&atilde;o houve glosas indevidas, pois os crit&eacute;rios para a realiza&ccedil;&atilde;o da glosa baseavam-se nas normas atuais da pr&aacute;tica odontol&oacute;gica e na cobertura contratada pelos pacientes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um levantamento realizado em uma operadora odontol&oacute;gica avaliou 150 relat&oacute;rios decorrentes de avalia&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas, tendo 29,33% sido considerados n&atilde;o conformes. Foram analisados 365 procedimentos; destes, os restauradores representavam 81,36%; os selantes, 6,02%; e os 12,62% restantes foram divididos entre raspagem, endodontia, radiografias, profilaxia, aplica&ccedil;&atilde;o de fl&uacute;or, exodontia, etc<sup>4</sup>. Esse levantamento n&atilde;o apresentou semelhan&ccedil;a com os dados encontrados no presente trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A pr&oacute;tese e endodontia representaram, respectivamente, 0,78% e 1,78% do total de procedimentos faturados. Do total de glosas, a endodontia e a pr&oacute;tese tiveram 4,77% e 2,32%, respectivamente, diferente, portanto, do achado de uma pesquisa<sup>6</sup> que encontrou 2,2% para a primeira e 1,8% para a segunda.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Apesar da baixa realiza&ccedil;&atilde;o desses procedimentos, essas especialidades obtiveram a maior frequ&ecirc;ncia de glosas, analisando-se cada grupo do rol individualmente. Com base na an&aacute;lise da <a href="#tab01">Tabela 1</a> e da <a href="#fig01">Figura 1</a>, &eacute; poss&iacute;vel observar que 24,37% dos procedimentos da pr&oacute;tese e 22,23% da endodontia foram glosados, n&atilde;o existindo diferen&ccedil;a significativa entre ambas, mas sendo estas significativamente maiores que as demais. Esse resultado pode estar relacionado com a maior complexidade t&eacute;cnica dessas especialidades. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As falhas t&eacute;cnicas dos procedimentos prot&eacute;ticos estavam relacionadas, principalmente, com a confec&ccedil;&atilde;o do n&uacute;cleo met&aacute;lico fundido, a falta de contato proximal das restaura&ccedil;&otilde;es, a descontinuidade do dente/restaura&ccedil;&atilde;o e a desadapta&ccedil;&atilde;o. Observou-se, tamb&eacute;m, a solicita&ccedil;&atilde;o de tratamento prot&eacute;tico em dentes sem condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas para a perman&ecirc;ncia na cavidade bucal. As glosas t&eacute;cnicas dos procedimentos endod&ocirc;nticos ocorreram devido a falhas relacionadas &agrave; indica&ccedil;&atilde;o do tratamento, como: dentes com ruptura de assoalho da c&acirc;mara pulpar, extensa les&atilde;o periodontal e resto radicular sem estrutura remanescente para receber tratamento restaurador. Tamb&eacute;m foram observadas intercorr&ecirc;ncias relacionadas &agrave; execu&ccedil;&atilde;o do procedimento: perfura&ccedil;&atilde;o, fratura de lima, inadequa&ccedil;&atilde;o da amplia&ccedil;&atilde;o do canal, da condensa&ccedil;&atilde;o lateral e do n&iacute;vel da obtura&ccedil;&atilde;o, como mostrou recente pesquisa<sup>13</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atualmente, as OPS t&ecirc;m pol&iacute;ticas diferentes, com requisitos e crit&eacute;rios, dependendo da empresa, os mais variados<sup>14</sup>. Isso porque as diretrizes cl&iacute;nicas odontol&oacute;gicas s&atilde;o realizadas pelas pr&oacute;prias</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> OPS, que, apesar de apresentarem semelhan&ccedil;as, n&atilde;o possuem unicidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A auditoria necessita de crit&eacute;rios, que s&atilde;o declara&ccedil;&otilde;es expl&iacute;citas que definam o que est&aacute; sendo medido, ou seja, um resultado mensur&aacute;vel de atendimento. Precisa, tamb&eacute;m, de um padr&atilde;o, que &eacute; o limiar do cumprimento esperado para cada crit&eacute;rio. Assim, surgem recomenda&ccedil;&otilde;es de diretrizes de pr&aacute;tica cl&iacute;nica que podem ser usadas para desenvolver crit&eacute;rios e padr&otilde;es<sup>15</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A cria&ccedil;&atilde;o de um protocolo &uacute;nico com diretrizes cl&iacute;nicas odontol&oacute;gicas realizado em parceria com as entidades de classe, associa&ccedil;&otilde;es da categoria, OPS e ANS poderia fornecer um padr&atilde;o de qualidade para a pr&aacute;tica odontol&oacute;gica para evitar as glosas e os conflitos entre a rede credenciada e a OPS. A ANS e a Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Brasileira apresentaram, em 2012, as diretrizes cl&iacute;nicas para medicina suplementar, alinhadas &agrave;s pr&aacute;ticas e aos princ&iacute;pios da medicina baseada em evid&ecirc;ncia. O objetivo de estabelecer diretrizes a serem seguidas no setor suplementar &eacute; viabilizar a qualidade da assist&ecirc;ncia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A escassez de publica&ccedil;&otilde;es sobre auditoria odontol&oacute;gica e as diferen&ccedil;as de metodologia e amostras das pesquisas encontradas dificultam a an&aacute;lise comparativa. Por isso, novas pesquisas na &aacute;rea s&atilde;o importantes. Al&eacute;m disso, &eacute; interessante que outras operadoras tamb&eacute;m divulguem seus dados para que a classe odontol&oacute;gica fique ciente dos principais motivos de glosa, evitando tais falhas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Uma das limita&ccedil;&otilde;es do presente trabalho foi a falta do padr&atilde;o ouro nas avalia&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas. Entretanto, a equipe de auditores foi devidamente orientada e calibrada pela diretriz cl&iacute;nica interna da operadora, o que possibilitou a uniformiza&ccedil;&atilde;o na an&aacute;lise dos dados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando utilizada de forma eficiente, a auditoria resulta em grandes benef&iacute;cios para pacientes e profissionais, garantindo o melhor uso da fonte de recursos, avaliando e melhorando continuamente a qualidade dos sistemas de sa&uacute;de<sup>16,17</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A frequ&ecirc;ncia total de glosa na OPS foi de 8,20%. Os procedimentos mais glosados foram de radiologia (35,93%), dent&iacute;stica (24,04%) e preven&ccedil;&atilde;o (16,70%). A quantidade de procedimentos glosados foi diretamente proporcional aos procedimentos executados. Quando se avaliou a frequ&ecirc;ncia de glosa dentro de um mesmo grupo, a pr&oacute;tese (24,37%) e a endodontia (22,23%) foram as especialidades mais glosadas. Pesquisas na &aacute;rea de auditoria e a cria&ccedil;&atilde;o de diretrizes cl&iacute;nicas odontol&oacute;gicas para o setor de sa&uacute;de suplementar s&atilde;o necess&aacute;rias para esclarecer os crit&eacute;rios de glosa, diminuir as falhas t&eacute;cnicas e orientar os dentistas e as OPS sobre como obterem melhor qualidade na presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Brasil. Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar &#91;online&#93;. Rio de Janeiro: ANS; 2013 &#91;citado 2013 Jul 24&#93;. Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.ans.gov.br/aans/quem-somos/historico" target="_blank">http://www.ans.gov.br/aans/quem-somos/historico</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=153642&pid=S1413-4012201300020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Brasil. Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar. Planos odontol&oacute;gicos: evolu&ccedil;&atilde;o, desafios e perspectivas para a regula&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de suplementar. Rio de Janeiro: ANS; 2009. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Brasil. Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar. Duas faces da mesma moeda: microrregula&ccedil;&atilde;o e modelos assistenciais na sa&uacute;de suplementar. Rio de Janeiro: ANS; 2005. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Juh&aacute;s R. Auditoria em Odontologia. 2. ed. S&atilde;o Paulo: Viart; 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Zimmermann RD, Paula FJ, Silva M. Vistorias em conv&ecirc;nios e credenciamentos. In: Silva M, Zimmermann RD, Paula FJ. Deontologia odontol&oacute;gica: &eacute;tica e legisla&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o Paulo: Santos; 2011. p. 209-19. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Bragan&ccedil;a DPP, Daruge J&uacute;nior E, Queluz DP, Fernandes MM, Paranhos LR. Avalia&ccedil;&atilde;o dos procedimentos cl&iacute;nicos mais glosados nos conv&ecirc;nios odontol&oacute;gicos. Rev Fac Odontol Univ Passo Fundo 2011; 16(2):136-9. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Moimaz SAS, Ayach C, Garbin CAS, Saliba O. Auditoria na sa&uacute;de: justificativas de glosas no setor odontol&oacute;gico. J Health Sci Inst 2012; 30(2):112-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Colussi CF, Nickel DA, Calvo MCM, Caetano JC, Silva ACB. An&aacute;lise da evolu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de procedimentos odontol&oacute;gicos de m&eacute;dia e alta complexidade na rede de servi&ccedil;os p&uacute;blicos em Santa Catarina. Cad Sa&uacute;de Colet 2009; 17(4):939-50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Hellen-Halme K, Johansson PM, Hakansson J, Petersson A. Image quality of digital and film radiographs in applications sent to the Dental Insurance Office in Sweden for treatment approval. Swed Dent J 2004; 28(2):77-84. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Naegele ER, Cunha-Cruz J, Nadanovsky P. Disparity between dental needs and dental treatment provided. J Dent Res 2010; 89(9):975-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Costa MT, Alevato H. Auditoria odontol&oacute;gica: uma ferramenta de gest&atilde;o em sa&uacute;de suplementar. In: VI Congresso Nacional de Excel&ecirc;ncia em Gest&atilde;o &#91;online&#93;; 2010 Ago 5-7; Niter&oacute;i. Anais eletr&ocirc;nicos. Niter&oacute;i: Excel&ecirc;ncia em Gest&atilde;o; 2010 &#91;citado 2013 Ago 9&#93;. Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://www.excelenciaemgestao.org/Portals/2/documents/cneg6/anais/T10_0315_1184.pdf" target="_blank">http://www.excelenciaemgestao.org/Portals/2/documents/cneg6/anais/T10_0315_1184.pdf</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Bragan&ccedil;a DPP, Queluz DP, Fernandes MM, Lima SHR, Francisquini J&uacute;nior L, Daruge J&uacute;nior E. Verifica&ccedil;&atilde;o da viabilidade da auditoria presencial em operadoras de planos. Odonto 2011; 19(38):53-60. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Miranda GE, Kobata CM, Siqueira MC, God&oacute;i RMB, Daruge J&uacute;nior E, Francisquini J&uacute;nior L. Auditoria odontol&oacute;gica: intercorr&ecirc;ncias endod&ocirc;nticas e o esclarecimento ao paciente. Rev Fac Odontol Univ Passo Fundo 2012; 17(3):314-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Levin R. Dealing with dental insurance. Dent Assist 2009; 78(2):20-1. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Lokuarachchi SK. Clinical audit: what is it and how to do it? Galle Med J 2006; 11(1):41-3. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Shankar AN, Shankar VN, Praveen V. The basics in research methodology: the clinical audit. J Clin Diagn Res 2011; 5(3):679-82. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Malleshi SN, Joshi M, Nair SK, Ashraf I. Clinical audit in dentistry: from a concept to an initiation. Dent Res J 2012; 9(6):665-70.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Geraldo Elias Miranda    <br>   Rua Conde Ribeiro do Vale, 105/303 &ndash;    <br>   Sagrada Fam&iacute;lia 31.030-470    <br>   Belo Horizonte/MG, Brasil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:geraldoelias@hotmail.com" target="_blank">geraldoelias@hotmail.com</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 14/08/2013    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Aceito: 07/10/2013</b></font></p>       <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Brasil.^dAgência Nacional de Saúde Suplementar</collab>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[ANS]]></publisher-name>
</nlm-citation>
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