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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do grau de satisfação e qualidade de vida dos portadores de prótese dental]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Given the importance of offering proper rehabilitation for patients assisted in a dental polyclinic we have sought their opinion regarding installation and use of removable dental prosthesis manufactured by Dentistry students. Objective: this study aimed to assess the satisfaction level and quality of life of partially or totally edentulous patients rehabilitated by graduate students. Materials and method: thirty-two patients were called two months after the completion of the rehabilitating prosthetic treatment for an appointment of prosthesis proservation. At this time the patients were assessed through the OHIP-EDENT questionnaire and visual analogue scale (VAS) to assess criteria for quality of life, esthetics, phonetics, masticatory function, stability, comfort, palate alteration, and pain associated with the prosthesis installed. The results were submitted to t test with 5% significance level. Results: the patients rehabilitated with complete dentures presented higher impact on quality of life (p = 0.01), and reported better stability (p = 0.01) and masticatory function (p = 0.01) than patients rehabilitated with partial dentures. There was no difference for criteria of comfort, esthetics, phonetics, palate alteration, and pain (p > 0.05). Conclusions: the type of prosthesis may influence the rehabilitation prognosis. Moreover, patients rehabilitated with complete dentures reported more perception of improvement in quality of life after rehabilitation.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Prótese dentária.]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Avalia&ccedil;&atilde;o do grau de satisfa&ccedil;&atilde;o e qualidade de vida dos portadores de pr&oacute;tese dental</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Assessment of the satisfaction level and quality of life of dental prosthesis users</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Wanessa Borges Beloni<sup>*</sup>; Hugo Felipe do Vale<sup>**</sup>; Jessica Mie Ferreira Koyama Takahashi<sup>***</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>*</sup> Graduanda em Odontologia &ndash; Escola Superior de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de &ndash; Universidade do Estado do Amazonas, Manaus, Amazonas, Brasil.    <br>   <sup>**</sup> Mestre, professor da &aacute;rea de Periodontia &ndash; Escola Superior de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de &ndash; Universidade do Estado do Amazonas, Manaus, Amazonas, Brasil.    <br>   <sup>***</sup> Doutora, professora da &aacute;rea de Pr&oacute;tese Dental &ndash; Escola Superior de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de &ndash; Universidade do Estado do Amazonas, Manaus, Amazonas, Brasil.</font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante da import&acirc;ncia de oferecer um tratamento reabilitador adequado &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es dos pacientes atendidos em uma policl&iacute;nica odontol&oacute;gica, busca-se saber quais as suas opini&otilde;es quanto &agrave; satisfa&ccedil;&atilde;o da instala&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses remov&iacute;veis confeccionadas por estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia. Objetivo: este estudo tem como objetivo a avalia&ccedil;&atilde;o do grau de satisfa&ccedil;&atilde;o e qualidade de vida dos pacientes edentados totais e parciais reabilitados por estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o. Materiais e m&eacute;todo: trinta e dois pacientes foram chamados dois meses ap&oacute;s a conclus&atilde;o do tratamento reabilitador prot&eacute;tico para consulta de proserva&ccedil;&atilde;o das pr&oacute;teses. Neste momento, os pacientes foram avaliados por meio do question&aacute;rio OHIP-EDENT e por meio da escala visual anal&oacute;gica (EVA) para avaliar os crit&eacute;rios de qualidade de vida, est&eacute;tica, fon&eacute;tica, fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria, estabilidade, conforto, altera&ccedil;&atilde;o do paladar e dor referentes &agrave; pr&oacute;tese instalada. Os resultados foram submetidos ao teste t com n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%. Resultados: os pacientes reabilitados com pr&oacute;tese total apresentaram maior impacto na qualidade de vida (p = 0,01), relataram melhor estabilidade (p = 0,01) e fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria (p = 0,01) em compara&ccedil;&atilde;o aos reabilitados com pr&oacute;teses parciais. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a nos crit&eacute;rios conforto, est&eacute;tica, fon&eacute;tica, altera&ccedil;&atilde;o de paladar e dor (p &gt; 0,05). Conclus&otilde;es: o tipo de pr&oacute;tese pode influenciar no progn&oacute;stico da reabilita&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, pacientes reabilitados com pr&oacute;teses totais relatam maior percep&ccedil;&atilde;o de melhora na qualidade de vida ap&oacute;s a reabilita&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>Pr&oacute;tese dent&aacute;ria. Satisfa&ccedil;&atilde;o do paciente. Qualidade de vida.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Given the importance of offering proper rehabilitation for patients assisted in a dental polyclinic we have sought their opinion regarding installation and use of removable dental prosthesis manufactured by Dentistry students. Objective: this study aimed to assess the satisfaction level and quality of life of partially or totally edentulous patients rehabilitated by graduate students. Materials and method: thirty-two patients were called two months after the completion of the rehabilitating prosthetic treatment for an appointment of prosthesis proservation. At this time the patients were assessed through the OHIP-EDENT questionnaire and visual analogue scale (VAS) to assess criteria for quality of life, esthetics, phonetics, masticatory function, stability, comfort, palate alteration, and pain associated with the prosthesis installed. The results were submitted to t test with 5% significance level. Results: the patients rehabilitated with complete dentures presented higher impact on quality of life (p = 0.01), and reported better stability (p = 0.01) and masticatory function (p = 0.01) than patients rehabilitated with partial dentures. There was no difference for criteria of comfort, esthetics, phonetics, palate alteration, and pain (p &gt; 0.05). Conclusions: the type of prosthesis may influence the rehabilitation prognosis. Moreover, patients rehabilitated with complete dentures reported more perception of improvement in quality of life after rehabilitation.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Dental prosthesis. Patient satisfaction. Quality of life.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">V&aacute;rios levantamentos epidemiol&oacute;gicos t&ecirc;m evidenciado a situa&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal no Brasil, demonstrando que s&atilde;o 30 milh&otilde;es os indiv&iacute;duos desdentados que necessitam de algum tipo de pr&oacute;tese dental<sup>1,2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As pr&oacute;teses dentais s&atilde;o consideradas substitutos artificiais para os dentes que foram perdidos, devolvendo, al&eacute;m da fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria, a est&eacute;tica e a fon&eacute;tica ao paciente<sup>3</sup>. Diante de uma situa&ccedil;&atilde;o de edentulismo, existem pr&oacute;teses dentais que substituem total ou parcialmente a quantidade de dentes ausentes, devendo a indica&ccedil;&atilde;o do tipo de pr&oacute;tese ser precedida de anamnese, exame cl&iacute;nico e diagn&oacute;stico<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atualmente, o profissional tem v&aacute;rias op&ccedil;&otilde;es para reabilita&ccedil;&atilde;o oral de seus pacientes, incluindo pr&oacute;teses adesivas, parciais fixas, parciais remov&iacute;veis e pr&oacute;teses totais aliadas ou n&atilde;o &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de implantes dentais. No entanto, o fator socioecon&ocirc;mico ainda &eacute; decisivo na busca do tratamento reabilitador oral<sup>4-7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Seja qual for o tipo de pr&oacute;tese dental utilizada, a reabilita&ccedil;&atilde;o oral influencia psicossocialmente a vida do paciente. &Eacute; verificado que a aus&ecirc;ncia de dentes influencia diretamente o cotidiano das pessoas, afetando a sua qualidade de vida. Assim, mais que restabelecer a fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria, ao procurar o tratamento reabilitador, os pacientes buscam reconstituir sua imagem pessoal, social e sua qualidade de vida<sup>8,9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A qualidade de vida &eacute; um termo generalista ou abrangente que remete ao bem-estar f&iacute;sico, psicol&oacute;gico e social de um indiv&iacute;duo<sup>10</sup>. Apesar da ampla base cient&iacute;fica na qual se apoia a Odontologia, existe uma lacuna a respeito do pensamento e sentimento do paciente em rela&ccedil;&atilde;o ao seu tratamento, sendo os crit&eacute;rios de sucesso estabelecidos pelo profissional, e n&atilde;o pelo paciente<sup>10,11</sup>. Diante disso, tem-se a import&acirc;ncia de lan&ccedil;ar m&atilde;o de meios ou indicadores subjetivos para conhecer e mensurar a percep&ccedil;&atilde;o do paciente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua sa&uacute;de oral e, assim, poder identificar falhas, determinar a necessidade real de tratamento, complementar informa&ccedil;&otilde;es e medir os benef&iacute;cios criados pelo tratamento prot&eacute;tico<sup>12</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dessa maneira, o objetivo deste estudo &eacute; avaliar o grau de satisfa&ccedil;&atilde;o e qualidade de vida dos pacientes edentados totais e parciais quando da utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses dentais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Materiais e método</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este estudo foi realizado na Policl&iacute;nica Odontol&oacute;gica da Escola Superior de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), mediante aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa desta universidade sob o protocolo n&ordm; 054/12.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foram selecionados, do banco de dados da institui&ccedil;&atilde;o (amostra de conveni&ecirc;ncia), 39 pacientes adultos de ambos os g&ecirc;neros (maiores de 18 anos) e reabilitados com pr&oacute;tese dental total remov&iacute;vel (PT) ou pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel (PPR) superior ou inferior. A sele&ccedil;&atilde;o dos pacientes foi realizada com base nos seguintes crit&eacute;rios: inclus&atilde;o &ndash; todos os pacientes reabilitados com pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel ou pr&oacute;tese total confeccionada e instalada por acad&ecirc;mico de gradua&ccedil;&atilde;o da Universidade do Estado do Amazonas no primeiro semestre de 2012; exclus&atilde;o &ndash; pacientes impossibilitados de retornar &agrave; institui&ccedil;&atilde;o por motivo de sa&uacute;de ou indisponibilidade em comparecer &agrave; consulta. Dos 39 pacientes inicialmente selecionados, 32 participaram do estudo, por n&atilde;o apresentarem impedimento (indisponibilidade ou impossibilidade de retornar &agrave; institui&ccedil;&atilde;o), assinando o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os pacientes foram chamados para consulta de proserva&ccedil;&atilde;o das pr&oacute;teses, ap&oacute;s dois meses de uso, sendo novamente submetidos a anamnese, exame cl&iacute;nico e ajustes nas pr&oacute;teses, quando necess&aacute;rio. Ao final da consulta, responderam individualmente aos question&aacute;rios Oral Health Impact Profile (OHIP-EDENT)<sup>13</sup>, para avaliar o impacto da condi&ccedil;&atilde;o oral na qualidade de vida, e escala visual anal&oacute;gica (EVA)<sup>14</sup>, para avaliar o grau de satisfa&ccedil;&atilde;o com a reabilita&ccedil;&atilde;o nos seguintes crit&eacute;rios: conforto, estabilidade/reten&ccedil;&atilde;o, fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria, est&eacute;tica, fon&eacute;tica, altera&ccedil;&atilde;o do paladar e dor. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O OHIP-EDENT &eacute; um question&aacute;rio espec&iacute;fico para indiv&iacute;duos ed&ecirc;ntulos, apresentando, em sua vers&atilde;o brasileira, 19 perguntas distribu&iacute;das em sete dom&iacute;nios, e procura investigar: limita&ccedil;&atilde;o funcional; dor f&iacute;sica; desconforto psicol&oacute;gico; limita&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, psicol&oacute;gica, social e incapacidade devido a problemas com dentes, boca ou dentaduras<sup>13</sup>. Este instrumento subjetivo julga a percep&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua sa&uacute;de bucal, levando em considera&ccedil;&atilde;o expectativa na qualidade de vida<sup>15</sup>, sendo considerado adequado para avaliar os impactos no estilo de vida provindos da situa&ccedil;&atilde;o bucal em desdentados antes e/ou depois do tratamento<sup>16</sup>. Para cada pergunta do question&aacute;rio foram apresentadas tr&ecirc;s op&ccedil;&otilde;es de resposta (nunca, &agrave;s vezes ou quase sempre). Ap&oacute;s respondido o question&aacute;rio, foram atribu&iacute;das pontua&ccedil;&otilde;es de 0 (nunca), 1 (&agrave;s vezes) ou 2 (sempre) para cada resposta. A somat&oacute;ria das pontua&ccedil;&otilde;es de todas as perguntas gerou o &iacute;ndice OHIP e podia variar de 0 a 38. Quanto maior o &iacute;ndice OHIP, maior a percep&ccedil;&atilde;o de impacto negativo da </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">sa&uacute;de bucal na qualidade de vida do indiv&iacute;duo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre os v&aacute;rios m&eacute;todos psicom&eacute;tricos existentes para mensurar a percep&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, utilizou-se, neste estudo, o question&aacute;rio em EVA, no qual se apresentou um question&aacute;rio composto de sete perguntas, havendo para cada pergunta uma escala de 0 a 10. Nos extremos, 0 correspondeu a totalmente insatisfeito e 10, a completamente satisfeito. Foram considerados satisfeitos em suas habilidades nos diferentes dom&iacute;nios do question&aacute;rio os entrevistados que assinalaram acima de sete na EVA. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a an&aacute;lise dos dados, dividiu-se a amostra em 2 grupos: pacientes reabilitados com pr&oacute;tese total e pacientes reabilitados com pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel, sendo comparados dicotomicamente em cada um dos crit&eacute;rios avaliados. Os resultados obtidos foram submetidos a an&aacute;lise estat&iacute;stica (SPSS&reg; Statistics Version 20 - IBM, Chicago, Illinois, EUA), utilizando o teste t n&atilde;o pareado com n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram entrevistados 32 pacientes, sendo 24 do g&ecirc;nero feminino e oito do masculino. A faixa et&aacute;ria variou de 37 a 63 anos. Foram avaliados 17 pacientes reabilitados com pr&oacute;tese total superior, um com pr&oacute;tese total dupla, oito com pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel superior e sete com pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel inferior. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados obtidos nos question&aacute;rios e na an&aacute;lise estat&iacute;stica est&atilde;o relacionados na <a href="#tab01">Tabela 1</a>. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v18n2/a06tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com o OHIP, os pacientes reabilitados com pr&oacute;teses dentais totais tiveram melhor percep&ccedil;&atilde;o na qualidade de vida que os pacientes reabilitados com pr&oacute;teses parciais remov&iacute;veis (p = 0,01). Os pacientes portadores de pr&oacute;tese total relataram, ainda, maior satisfa&ccedil;&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; estabilidade (p = 0,01) e fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria (p = 0,01) de suas pr&oacute;teses. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o houve diferen&ccedil;a quando comparados os quesitos conforto, est&eacute;tica, fon&eacute;tica, altera&ccedil;&atilde;o de paladar e dor (p &gt; 0,05). A idade e o g&ecirc;nero tamb&eacute;m n&atilde;o influenciaram os resultados (p &gt; 0,05). </font></p>       <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os indicadores subjetivos t&ecirc;m sido utilizados na pr&aacute;tica cl&iacute;nica como importante instrumento na reabilita&ccedil;&atilde;o oral prot&eacute;tica dos pacientes, na mensura&ccedil;&atilde;o da percep&ccedil;&atilde;o da sua sa&uacute;de bucal, complementando informa&ccedil;&otilde;es da necessidade, bem como dos benef&iacute;cios criados pelo tratamento reabilitador prot&eacute;tico<sup>12</sup>. Esses indicadores podem ser usados para complementar informa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas dos pacientes idosos<sup>5</sup>, revelando sua expectativa com a pr&oacute;pria sa&uacute;de em v&aacute;rios aspectos e tendo o prop&oacute;sito maior de avaliar a sua qualidade de vida<sup>17</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O OHIP foi desenvolvido para avaliar o impacto social (bem-estar e qualidade de vida) causado pela condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal nos quesitos limita&ccedil;&atilde;o funcional, dor f&iacute;sica, desconforto psicol&oacute;gico, incapacidade f&iacute;sica, psicol&oacute;gica e social e defici&ecirc;ncia na realiza&ccedil;&atilde;o das atividades cotidianas<sup>18,19</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> De acordo com os resultados do OHIP, os pacientes reabilitados com pr&oacute;teses totais relataram melhor &iacute;ndice de qualidade de vida em compara&ccedil;&atilde;o aos pacientes reabilitados com pr&oacute;teses parciais remov&iacute;veis, indicando maior aceita&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s suas reabilita&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste estudo, mais da metade dos pacientes reabilitados com pr&oacute;teses totais recebeu pr&oacute;teses totais superiores, o que pode ter contribu&iacute;do para a sua melhor aceita&ccedil;&atilde;o. Esse tipo de pr&oacute;tese apresenta uma superf&iacute;cie de &aacute;rea basal maior, a qual, quando associada &agrave;s estruturas anat&ocirc;micas favor&aacute;veis da cavidade oral maxilar, como o rebordo residual, a ab&oacute;bada do palato e a &aacute;rea de selamento perif&eacute;rico, beneficia o progn&oacute;stico da reabilita&ccedil;&atilde;o. Outros fatores tamb&eacute;m auxiliam na manuten&ccedil;&atilde;o de uma reten&ccedil;&atilde;o, estabilidade e ades&atilde;o da pr&oacute;tese total aos tecidos de suporte, por exemplo, a press&atilde;o atmosf&eacute;rica, que &eacute; considerada uma for&ccedil;a de reten&ccedil;&atilde;o e pode ser capaz de manter a pr&oacute;tese em seu local quando aplicadas for&ccedil;as no sentido de desloc&aacute;- -la. H&aacute;, tamb&eacute;m, a ades&atilde;o que &eacute; proporcionada pela adapta&ccedil;&atilde;o em &iacute;ntimo contato da base da pr&oacute;tese com os tecidos de suporte, interpostos por pel&iacute;cula de saliva<sup>20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A literatura demonstra que pacientes reabilitados com pr&oacute;teses superiores as consideram satisfat&oacute;rias quanto &agrave; reten&ccedil;&atilde;o e &agrave; estabilidade, ao passo que classificam as pr&oacute;teses totais inferiores como insatisfat&oacute;rias quanto &agrave; reten&ccedil;&atilde;o e ao conforto<sup>21</sup>. Os usu&aacute;rios de pr&oacute;tese total, em sua maioria, est&atilde;o satisfeitos com suas pr&oacute;teses superiores e insatisfeitos com suas pr&oacute;teses inferiores<sup>22</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por sua vez, as pr&oacute;teses dentais inferiores apresentam uma &aacute;rea basal menor em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s pr&oacute;teses dentais superiores. A regi&atilde;o de suporte da mandibula &eacute; menor que a da maxila e apresenta estruturas anat&ocirc;micas que podem dificultar no progn&oacute;stico da reabilita&ccedil;&atilde;o. Adicionalmente, as pr&oacute;teses inferiores est&atilde;o sujeitas &agrave; movimenta&ccedil;&atilde;o da l&iacute;ngua, que pode contribuir para o seu deslocamento e a sua desestabiliza&ccedil;&atilde;o, inviabilizando o seu uso sem o devido ajuste. Durante o presente estudo, os pacientes reabilitados com pr&oacute;teses inferiores necessitaram de maior interven&ccedil;&atilde;o para ajuste.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Analisando as pr&oacute;teses parciais remov&iacute;veis, constatou-se que o maior n&uacute;mero era de inferiores. Dos 20 pacientes, 12 eram portadores de pr&oacute;teses inferiores classe I de Kennedy, alguns com presen&ccedil;a apenas dos dentes anteriores inferiores remanescentes. Esse tipo de pr&oacute;tese com extremidade livre possui apoio dentomucossuportado. Entretanto, nos casos com poucos dentes remanescentes, o suporte da pr&oacute;tese &eacute; principalmente em mucosa, e a reten&ccedil;&atilde;o por meio dos grampos pode ficar comprometida, influenciando no progn&oacute;stico da reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os pacientes entrevistados apresentaram autopercep&ccedil;&atilde;o e impacto da sa&uacute;de bucal na qualidade de vida bastante positivos, sugerindo sua satisfa&ccedil;&atilde;o com a reabilita&ccedil;&atilde;o oferecida. Estudo pr&eacute;vio<sup>23</sup> demonstrou que, antes de reabilitados com pr&oacute;teses dentais, os indiv&iacute;duos desdentados classificavam sua sa&uacute;de bucal como ruim, indicando o desconforto e descontentamento com a condi&ccedil;&atilde;o de edentulismo. Por&eacute;m, esses mesmos indiv&iacute;duos indicam alta satisfa&ccedil;&atilde;o global com a vida. A diverg&ecirc;ncia entre os resultados apresentados pode ser decorrente do tipo de question&aacute;rio aplicado, no qual n&atilde;o se avaliou especificamente o impacto da sa&uacute;de bucal na qualidade de vida, mas a qualidade de vida como um todo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em estudo onde se avaliou a expectativa dos pacientes em face da reposi&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica dos dentes, a preocupa&ccedil;&atilde;o mais frequente envolveu a qualidade da pr&oacute;tese, especialmente quanto &agrave; estabilidade e &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese. Sabe-se que o m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o do estado de sa&uacute;de bucal mais comumente empregado &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e que a perda total de dentes tem impacto na vida das pessoas<sup>16</sup>, implicando em consequ&ecirc;ncias negativas tanto para o aspecto psicol&oacute;gico quanto para o social. Torna- -se necess&aacute;rio que os profissionais da &aacute;rea da sa&uacute;de tomem para si a responsabilidade e sensibilidade em prover o tratamento reabilitador mais adequado poss&iacute;vel a pacientes portadores de pr&oacute;teses dentais, sejam elas parciais ou totais remov&iacute;veis<sup>4</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conclui-se que o tipo de pr&oacute;tese pode influenciar par&acirc;metros subjetivos do grau de satisfa&ccedil;&atilde;o do paciente com a reabilita&ccedil;&atilde;o e da qualidade de vida ap&oacute;s a reabilita&ccedil;&atilde;o oral com pr&oacute;teses totais ou pr&oacute;teses parciais remov&iacute;veis. Os pacientes reabilitados com pr&oacute;teses totais relatam melhor percep&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida e maior satisfa&ccedil;&atilde;o com a estabilidade e a fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria ap&oacute;s a reabilita&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Agradecimento</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este trabalho foi realizado com aux&iacute;lio do Programa de Apoio &agrave; Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica (PAIC), promovido pela Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. SBBrasil 2010 - Pesquisa nacional de sa&uacute;de bucal: proposta de projeto t&eacute;cnico para consulta p&uacute;blica &#91;online&#93;. Bras&iacute;lia, DF; 2009 &#91;citado 2012 Maio 13&#93;. Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pesquisa_nacional_ bucal_0609.pdf" target="_blank">http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pesquisa_nacional_ bucal_0609.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=153900&pid=S1413-4012201300020000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de Bucal. Projeto SB Brasil 2003: condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal da popula&ccedil;&atilde;o brasileira 2002-2003. Resultados Principais &#91;online&#93;. Bras&iacute;lia, DF; 2004 &#91;citado 2012 Maio 13&#93;. Dispon&iacute;vel em URL: <a href="http://dab.saude.gov.br/CNSB/vigilancia.php" target="_blank">http://dab.saude.gov.br/CNSB/vigilancia.php</a>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Silva DR, Magalh&atilde;es RF. Significados das perdas dent&aacute;rias e da reabilita&ccedil;&atilde;o oral, com o aux&iacute;lio de pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel, para os pacientes atendidos nas cl&iacute;nicas do curso de Odontologia da UNIVALI &#91;Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso&#93;. Itaja&iacute;: Universidade do Vale do Itaja&iacute;; 2007. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Silva ME, Magalh&atilde;es CS, Ferreira EF. Perda dent&aacute;ria e expectativa da reposi&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica: estudo qualitativo. Cienc Sa&uacute;de Colet 2010; 15(3):813-20. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Vargas AMD, Paix&atilde;o HH. Perda dent&aacute;ria e seu significado na qualidade de via de adultos usu&aacute;rios de servi&ccedil;o p&uacute;blico de sa&uacute;de bucal do Centro de Boa Vista, em Belo Horizonte. Cien Sa&uacute;de Colet 2005; 10(4):1015-24. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Colussi CF, Freitas SFT. Aspectos epidemiol&oacute;gicos da sa&uacute;de bucal do idoso no Brasil. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2002; 18(5):1313-20.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Ferreira AAA, Piuvezam G, Werner CWA, Alves MSCF. A dor e a perda dent&aacute;ria: representa&ccedil;&otilde;es sociais do cuidado &agrave; sa&uacute;de bucal. Cien Sa&uacute;de Colet 2006; 11(1):211-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Barbieri CH, Rapoport A. Avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida dos pacientes reabilitados com pr&oacute;teses implanto-muco-suportadas versus pr&oacute;teses totais convencionais. Rev Bras Cir Cabe&ccedil;a Pesco&ccedil;o 2009; 38(2):84-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Veyrune JL, Tubert-Jeannin S, Dutheil C, Riordan PJ. Impact of new prostheses on the oral health related quality of life of edentulous patients. Gerodontology 2005; 22(1):3-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Duarte LR, Rabelo VA, Bonecker M, Castro l, Melo G, Cavalcanti VA. Avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida em pacientes ed&ecirc;ntulos totais reabilitados com implantes zigom&aacute;ticos. Implantnews 2010; 7(3a-PBA):183-90. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Feine JS, Dufresne E, Boudrias P, Lund JP. Outcome assessment of implant-supported prostheses. J Prosthet Dent 1998; 79(5):575-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Pocztaruk RL, Frasca LC, Rivaldo EG, Mattia PR, Vidal RA, Fernandes E, et al. Satisfaction level and masticatory capacity in edentulous patients with conventional dentures and implant-retained overdentures. Braz J Oral Sci 2006; 5(19):1232-8. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Souza RF, Patroc&iacute;nio L, Pero AC, Marra J, Compagnoni MA. Reliability and validation of a Brazilian version of the Oral Health Impact Profile for assessing edentulous subjects. J Oral Rehabil 2007; 34(11):821-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Siqueira AF, Prado CJ, Carvalho MP, Borges TF, Mendes FA, Neves FD, et al. Habilidade mastigat&oacute;ria, qualidade de vida e satisfa&ccedil;&atilde;o em portadores de overdenture e pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel mandibular &#91;online&#93;. &#91;citado em 2012 Maio 21&#93;. Dispon&iacute;vel em URL: www.seer.ufu.br/index.php/horizontecientifico/article/download/6354/6582. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Fujimori T, Hirano S, Hayakawa I. Effects of a denture adhesive on masticatory functions for complete denture wearers &ndash; consideration for the condition of denture bearing tissues. J Med Dent Sci 2002; 49(4):151-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Allen F, Locker D. A modified short version of the oral health impact profile for assessing health-related quality of life in edentulous adults. Int J Prosthodont 2002; 15 (5):446-50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Gon&ccedil;alves JR, Wassall T, Vieira S, Ramalho AS, Fl&oacute;rio FM. Impactos da sa&uacute;de bucal sobre a qualidade de vida entre homens e mulheres. RGO 2004; 52(4):240-2. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Miotto MHMB, Barcelos LA, Velten DB. Avalia&ccedil;&atilde;o do impacto na qualidade de vida causado por problemas bucais na popula&ccedil;&atilde;o adulta e idosa em munic&iacute;pio da Regi&atilde;o Sudeste. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Colet 2012; 17(2):397-406. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Slade G, Spencer AJ. Social impact of oral confort among older adults. Aust Dent J 1994; 39(6):358-64. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Darvell BW, Clark RK. The physical mechanisms of complete denture retention. Br Dent J. 2000; 189(5):248-52.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 21. Costa APS, Machado FCA, Pereira ALBP, Carreiro AFP, Ferreira MAF. Qualidade t&eacute;cnica e satisfa&ccedil;&atilde;o relacionadas &agrave;s pr&oacute;teses totais. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Colet 2013; 18(2):453-60. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Costa APS, Machado FLA, Pereira ALBP, Carreiro AFP, Ferreira MAF. Qualidade t&eacute;cnica e satisfa&ccedil;&atilde;o relacionada &agrave;s pr&oacute;teses totais. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Colet 2013; 18(2):453-60. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Silva EF, Sousa ML. Autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida em mulheres idosas usu&aacute;rias de pr&oacute;tese total. Rev Odontol Univ Cidade S&atilde;o Paulo 2006; 18(1):61-5.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Jessica Mie Ferreira Koyama Takahashi    <br>   Escola Superior de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de - UEA    <br>   Secretaria do curso de Odontologia    <br>   Avenida Carvalho Leal 1777, Cachoeirinha    <br>   69065-001 Manaus, Amazonas</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 09/06/2013    <br> Aceito: 10/09/2013</b></font></p>       <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>SBBrasil</collab>
<source><![CDATA[Pesquisa nacional de saúde bucal: proposta de projeto técnico para consulta pública]]></source>
<year>2012</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília^eDF DF]]></publisher-loc>
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