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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da acidez da dieta líquida ingerida pelos pacientes da Clínica de odontopediatria da Univali]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: This research aimed to assess the acidity of the liquid diet ingested by the patients of the UNIVALI pedodontics. Materials and method: It is characterized as a descriptive, transversal study, by means of a primary data collection, followed by a laboratory phase. The population comprised 76 responsible for the children attended in the pedodontics of UNIVALI in the first and second semester of 2012, constituting a non-probabilistic sample obtained by convenience. In the first stage, the parents or guardians answered the questionnaire regarding the types of beverages most consumed by children at 5 moments of the day: breakfast, lunch, dinner, snacks and drinks elected for quenching thirst in between meals. The liquids were grouped into: G1- milk and add-ons; G2- industrialized juices, natural or as powder; G3- soft drinks; G4- nothing or water. On the second stage, the pH and titratable acidity were determined in the elected drinks. The data were presented descriptive form. Results: It was demonstrated that all drinks of groups G-2 and G-3 present erosive potential, since they presented pH values under 5.5. The acidic drinks are consumed mostly at lunch (85.52%) and dinner (64.47%) and the milks and derivatives for breakfast (89.47%) and snacks (51.32%). For most people (89.47%), water was chosen for quenching thirst in between meals. Conclusion: It is concluded that all drinks from groups 2 and 3 present erosive potential and could contribute to the development of erosion damages, especially in children who use them as the first choice to quench thirst.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Erosão dentária.]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Avalia&ccedil;&atilde;o da acidez da dieta l&iacute;quida ingerida pelos pacientes da Cl&iacute;nica de odontopediatria da Univali</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Assessment of the acidity in the liquid diet ingested by patients of the odontopediatric clinic at Univali</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Maria Merc&ecirc;s Aquino Gouveia Farias <sup>I</sup>;  Jaqueline Salvalagio Marques<sup> II</sup>; Beatriz Helena Eger Schmitt<sup> III</sup>;  Eliane Garcia da Silveira<sup> IV</sup>;  Silvana Marchiori de Ara&uacute;jo<sup> V</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup> Mestre em odontopediatria, professora da disciplina de Odontopediatria do curso de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia da Universidade do Vale de Itaja&iacute; (Univali)    <br> <sup>II</sup> Acad&ecirc;mica do curso de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia da Universidade do Vale de Itaja&iacute; (Univali)    <br>   <sup>III </sup>Mestre em odontopediatria, professora da disciplina de Odontopediatria do curso de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia da Universidade do Vale de Itaja&iacute; (Univali)    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>IV</sup> Mestre em odontopediatria, professora da disciplina de Odontopediatria do curso de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia da Universidade do Vale de Itaja&iacute; (Univali)    <br>   <sup>V</sup> Doutora em odontopediatria, professora da disciplina de Odontopediatria do curso de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia da Universidade do Vale de Itaja&iacute; (Univali)</font>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objetivo: esta pesquisa objetivou avaliar a acidez da dieta l&iacute;quida ingerida pelos pacientes da Cl&iacute;nica de odontopediatria da Univali. Materiais e m&eacute;todo: caracteriza- se como um estudo descritivo, transversal, mediante levantamento de dados prim&aacute;rios, seguido de uma fase laboratorial. A popula&ccedil;&atilde;o alvo compreendeu 76 respons&aacute;veis pelas crian&ccedil;as atendidas na Cl&iacute;nica de odontopediatria da Univali no primeiro e no segundo semestres de 2012, constituindo uma amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica obtida por conveni&ecirc;ncia. Na primeira etapa, os pais ou respons&aacute;veis responderam um question&aacute;rio a respeito dos tipos de bebidas mais consumidas pelas crian&ccedil;as em cinco momentos do dia: caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o, jantar, lanches e bebida eleita para sanar a sede entre as refei&ccedil;&otilde;es. Na segunda etapa, foram determinados o pH e a acidez titul&aacute;vel nas bebidas eleitas. Os dados foram apresentados de forma descritiva. Resultado: demonstrou-se que todas as bebidas dos grupos G-2 e G-3 apresentam potencial erosivo, por exibirem valores de pH inferiores a 5,5. As bebidas &aacute;cidas s&atilde;o consumidas principalmente no almo&ccedil;o (85,52%) e no jantar (64,47%) e os leites e derivados no caf&eacute; da manh&atilde; (89,47%) e nos lanches (51,32%). A &aacute;gua foi, para a maioria (89,47%), a bebida de escolha para sanar a sede entre as refei&ccedil;&otilde;es. Conclus&atilde;o: com base nos dados, conclui-se que todas as bebidas dos grupos 2 (sucos industrializados, naturais e em p&oacute;) e 3 (refrigerantes) apresentam potencial erosivo, podendo contribuir para o desenvolvimento da eros&atilde;o dental, especialmente nas crian&ccedil;as que utilizam essas bebidas como a primeira escolha para sanar a sede.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Eros&atilde;o dent&aacute;ria. H&aacute;bitos alimentares. Acidez.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objective: This research aimed to assess the acidity of the liquid diet ingested by the patients of the UNIVALI pedodontics. Materials and method: It is characterized as a descriptive, transversal study, by means of a primary data collection, followed by a laboratory phase. The population comprised 76 responsible for the children attended in the pedodontics of UNIVALI in the first and second semester of 2012, constituting a non-probabilistic sample obtained by convenience. In the first stage, the parents or guardians answered the questionnaire regarding the types of beverages most consumed by children at 5 moments of the day: breakfast, lunch, dinner, snacks and drinks elected for quenching thirst in between meals. The liquids were grouped into: G1- milk and add-ons; G2- industrialized juices, natural or as powder; G3- soft drinks; G4- nothing or water. On the second stage, the pH and titratable acidity were determined in the elected drinks. The data were presented descriptive form. Results: It was demonstrated that all drinks of groups G-2 and G-3 present erosive potential, since they presented pH values under 5.5. The acidic drinks are consumed mostly at lunch (85.52%) and dinner (64.47%) and the milks and derivatives for breakfast (89.47%) and snacks (51.32%). For most people (89.47%), water was chosen for quenching thirst in between meals. Conclusion: It is concluded that all drinks from groups 2 and 3 present erosive potential and could contribute to the development of erosion damages, especially in children who use them as the first choice to quench thirst.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords: </B>Dental erosion. Eating habits. Acidity.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O aumento da oferta, da procura e do consumo de produtos &aacute;cidos est&aacute; fortemente associado ao risco de desenvolver les&otilde;es de eros&atilde;o dental. Pesquisas recentes que investigaram esse problema entre crian&ccedil;as e adolescentes apontaram os h&aacute;bitos alimentares como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da eros&atilde;o<sup>1-3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A eros&atilde;o dental &eacute; o desgaste qu&iacute;mico provocado por &aacute;cidos extr&iacute;nsecos (medicamentos, alimentos e bebidas &aacute;cidas), intr&iacute;nsecos (v&ocirc;mitos) ou por subst&acirc;ncias quelantes, em superf&iacute;cies livres de biofilme bacteriano<sup>4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dentre os diversos fatores associados &agrave; etiologia da eros&atilde;o dental por causas extr&iacute;nsecas, o consumo excessivo de alimentos e de bebidas &aacute;cidas tem um papel de destaque<sup>5</sup>. Nesse sentido, v&aacute;rios estudos tem se dedicado a analisar o potencial erosivo da dieta l&iacute;quida<sup>6-11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A instala&ccedil;&atilde;o e a progress&atilde;o da eros&atilde;o dental dependem da intera&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios fatores, dentre os quais se destacam os qu&iacute;micos, os comportamentais e os biol&oacute;gicos<sup>12</sup>. Do ponto de vista f&iacute;sico-qu&iacute;mico, o tipo de &aacute;cido, o pH, a acidez titul&aacute;vel, o potencial quelante, a concentra&ccedil;&atilde;o de c&aacute;lcio e de fosfato, a temperatura e a adesividade podem influenciar o potencial erosivo das bebidas &aacute;cidas. Individualmente, o pH, a acidez titul&aacute;vel e o conte&uacute;do de c&aacute;lcio s&atilde;o os par&acirc;metros que melhor revelam a capacidade das bebidas em proporcionar a dissolu&ccedil;&atilde;o mineral da estrutura dental<sup>13</sup>. Em rela&ccedil;&atilde;o aos fatores comportamentais destacam-se os h&aacute;bitos diet&eacute;ticos e o estilo de vida. Quanto aos biol&oacute;gicos, as propriedades protetoras da saliva e a forma&ccedil;&atilde;o da pel&iacute;cula adquirida s&atilde;o os mais importantes<sup>14</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A an&aacute;lise e o aconselhamento diet&eacute;tico fazem parte da rotina do atendimento odontopedi&aacute;trico. Esse momento permite ao profissional orientar a crian&ccedil;a e o seu n&uacute;cleo familiar sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e a sa&uacute;de oral e geral.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dentro desse contexto, o objetivo deste estudo foi identificar as bebidas mais consumidas pelas crian&ccedil;as atendidas na Cl&iacute;nica de odontopediatria da Univali em sua rotina di&aacute;ria e, em sequ&ecirc;ncia, mensurar a acidez das bebidas de maior consumo, para verificar se as bebidas consumidas pelas crian&ccedil;as exp&otilde;em-nas ao risco de desenvolver les&otilde;es de eros&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Materiais e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este projeto foi previamente encaminhado ao Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Univali e aprovado sob o parecer 10145. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esta investiga&ccedil;&atilde;o caracteriza-se como um estudo descritivo, do tipo transversal, mediante levantamento de dados prim&aacute;rios, por meio de question&aacute;rio, ao que se segue uma fase laboratorial para mensura&ccedil;&atilde;o do pH e da acidez titul&aacute;vel das bebidas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A popula&ccedil;&atilde;o-alvo compreendeu 76 pais ou respons&aacute;veis pelas crian&ccedil;as atendidas na Cl&iacute;nica de odontopediatria da Univali no primeiro e no segundo semestres de 2012, constituindo uma amostra n&atilde;o probabil&iacute;stica obtida por conveni&ecirc;ncia, isso &eacute;, integraram a pesquisa todos que, por livre e espont&acirc;nea vontade, aceitaram participar desta pesquisa, para tanto, assinando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na primeira etapa, os pais ou respons&aacute;veis pelas crian&ccedil;as responderam a um question&aacute;rio contendo seis quest&otilde;es abertas a respeito dos tipos de bebidas mais consumidas pelas crian&ccedil;as em cinco momentos do dia: caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o, jantar, lanches e momentos intermedi&aacute;rios de sede. Os l&iacute;quidos foram agrupados da seguinte maneira: G1- leite e complementos; G2- sucos industrializados, naturais ou em p&oacute;; G3-refrigerantes; G4-nada ou &aacute;gua.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na segunda etapa, as bebidas mais consumidas em cada grupo foram obtidas em supermercados. A mensura&ccedil;&atilde;o do pH inicial foi feita em triplicata, atrav&eacute;s de uma m&eacute;dia de 3 aferi&ccedil;&otilde;es para cada bebida. O <a href="#quad01">Quadro 1</a> demonstra como as bebidas foram preparadas antes das aferi&ccedil;&otilde;es. Sob temperatura ambiente, cada bebida foi agitada manualmente por 15 segundos, coletando-se tr&ecirc;s amostras (30mL) de cada uma. Para esses ensaios foi utilizado um potenci&ocirc;metro e um eletrodo combinado de vidro (Tec-2 Tecnal) previamente calibrado com solu&ccedil;&otilde;es-padr&atilde;o pH 7,0 e pH 4,0, antes de cada leitura.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="quad01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n2/a02quad01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">As bebidas que apresentaram pH inferior a 5,5. foram classificadas como potencialmente erosivas. Nessas foi mensurada a acidez titul&aacute;vel em triplicata, coletando-se 50 mL de cada bebida para as tr&ecirc;s titula&ccedil;&otilde;es. Para cada titula&ccedil;&atilde;o, foi adicionada, com o aux&iacute;lio de uma pipeta, al&iacute;quotas de 100 &mu;L de NaOH 1 N, sob agita&ccedil;&atilde;o constante (Agitador Magn&eacute;tico Fisaton), medindo-se subsequentemente o pH, at&eacute; se alcan&ccedil;ar pH 5,5.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados da primeira etapa foram tabulados segundo os quatro grupos: G1- leite e complementos; G2 - sucos industrializados, naturais ou em p&oacute;; G3 - refrigerantes; G4-nada ou &aacute;gua. Com o aux&iacute;lio do programa Microsoft Office Excel for Mac 2011, foram apresentados de forma descritiva e por meio de tabelas que se demonstram o c&aacute;lculo das frequ&ecirc;ncias relativas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Os dados da segunda etapa foram apresentados a partir do c&aacute;lculo das m&eacute;dias do pH e da acidez titul&aacute;vel. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por meio do presente estudo, os participantes foram beneficiados com informa&ccedil;&otilde;es apresentadas em um folheto informativo a respeito da eros&atilde;o dental e sua rela&ccedil;&atilde;o com o consumo de bebidas &aacute;cidas, o qual foi distribu&iacute;do ap&oacute;s a devolu&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio preenchido.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As bebidas &aacute;cidas s&atilde;o consumidas principalmente no almo&ccedil;o (85,52%) e no jantar (64,47%) e os leites e complementos s&atilde;o prefere&ecirc;ncia no caf&eacute; da manh&atilde; (89,47%) e nos lanches (51,32%). A &aacute;gua foi para a maioria (89,47%) a bebida de escolha para sanar a sede entre as refei&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> As Tabelas de <a href="#tab01">1</a> a <a href="#tab05">5</a> demonstram a distribui&ccedil;&atilde;o dos grupos nos cinco momentos de ingest&atilde;o di&aacute;ria.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n2/a02tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n2/a02tab02.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n2/a02tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n2/a02tab04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab05"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n2/a02tab05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O <a href="#quad02">Quadro 2</a> exp&otilde;e os alimentos constituintes da dieta l&iacute;quida mais consumidos pelos pacientes das Cl&iacute;nicas de odontopediatria da Univali, em cada um dos grupos, durante as refei&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias: caf&eacute; da manh&atilde;, almo&ccedil;o, jantar, lanches e, nos espa&ccedil;os entre essas, para sanar a sede.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n2/a02quad02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A dieta &aacute;cida inclui os &aacute;cidos c&iacute;trico, fosf&oacute;rico, fum&aacute;rico, asc&oacute;rbico, m&aacute;lico, tart&aacute;rico, ox&aacute;lico e carb&ocirc;nico, presentes em frutas, sucos de frutas, balas, refrigerantes e vinagres, e constitui uma das principais causas da eros&atilde;o dental<sup>15</sup>. Dentre os diveros tipos de bebidas analisadas, destacaram-se como potencialmente erosivas as listadas nos grupos 2 e 3, por apresentarem valores de pH inferiores a 5,5, valor cr&iacute;tico para a dissolu&ccedil;&atilde;o do esmalte dent&aacute;rio<sup>13</sup>. Esse achado corrobora com diversos estudos que confirmam a acidez de sucos de fruta (industrializados e naturais) e refrigerantes<sup>6,8,10,11,16,17</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora as bebidas &aacute;cidas fa&ccedil;am parte da dieta l&iacute;quida da amostra estudada, foram predominantes apenas no almo&ccedil;o e no jantar. Esse resultado, relacionado ao momento de ingest&atilde;o, est&aacute; de acordo com a recomenda&ccedil;&atilde;o de restringir o consumo de bebidas &aacute;cidas &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es principais, no intuito de prevenir eros&atilde;o dental<sup>5,18,19</sup>. Essa redu&ccedil;&atilde;o pode ser considerada como um fator que reduz o risco de desenvolvimentodas les&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Dentre as bebidas apresentadas no G-2, observa-se o predom&iacute;nio dos sucos artificiais em p&oacute;. Os preparados artificiais s&oacute;lidos para refresco s&atilde;o parte integrante da rotina de consumidores brasileiros, uma vez que, s&atilde;o de f&aacute;cil preparo, alto rendimento e baixo custo, o que os torna muito atrativos para as popula&ccedil;&otilde;es de baixa renda<sup>20</sup>. Quanto ao potencial erosivo dessas bebidas, foi observado, em estudo pr&eacute;vio, uma acidez titul&aacute;vel significantemente mais elevada do que a de bebidas isot&ocirc;nicas, refrigerantes e ch&aacute;s<sup>21</sup>. No presente estudo, os sucos em p&oacute; tamb&eacute;m apresentaram acidez titul&aacute;vel mais alta do que a dos sucos industrailizados dispon&iacute;veis em caixa e do que a dos refrigerantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Eacute; importante ressaltar que os sucos industrializados comumente apresentam v&aacute;rios componentes qu&iacute;micos, entre eles alguns &aacute;cidos atuando como anti-oxidantes, tal como o &aacute;cido asc&oacute;rbico e os reguladores de pH, por exemplo, o &aacute;cido c&iacute;trico. A presen&ccedil;a desses componentes pode ter rela&ccedil;&atilde;o com o desenvolvimento de les&otilde;es de eros&atilde;o dental e com rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas, o que direciona para eleger o consumo de sucos naturais como o mais adquado &agrave; as&uacute;de bucal<sup>22,23</sup>. Al&eacute;m disso, o &aacute;cido c&iacute;trico &eacute; um &aacute;cido org&acirc;nico com propriedades erosivas acentuadas que provoca a queda do pH salivar, desencadeando a dissolu&ccedil;&atilde;o do esmalte. O processo de desmineraliza&ccedil;&atilde;o pode se agravar, pois, o &acirc;nion citrato age como uma subst&acirc;ncia quelante de &iacute;ons de c&aacute;lcio, aumentando a desmineraliza&ccedil;&atilde;o do esmalte dent&aacute;rio, por exacerbar a condi&ccedil;&atilde;o local de subsatura&ccedil;&atilde;o desse &iacute;on. Disso resulta um efeito desmineralizante, mesmo ap&oacute;s o pH ter alcan&ccedil;ado, na superf&iacute;cie dent&aacute;ria, a neutralidade<sup>24</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse sentido, deve-se privilegiar frutas, pois s&atilde;o uma importante fonte de nutrientes como vitaminas, fibras e outros fitoqu&iacute;micos que protegem contra doen&ccedil;as e parecem ser menos causadores de eros&atilde;o do que os sucos de frutas<sup>18</sup>. Os guias alimentares brasileiros relacionados &agrave; sa&uacute;de bucal incentivam o consumo de frutas e de legumes e desaconselham o consumo de bebidas artificiais<sup>25,26</sup>. &Eacute; relevante destacar que, nos casos em que a crian&ccedil;a j&aacute; apresente les&otilde;es de eros&atilde;o, deve-se priorizar o consumo de frutas n&atilde;o c&iacute;tricas<sup>5,19</sup>. O &aacute;cido c&iacute;trico &eacute; o tipo de &aacute;cido predominante nas frutas como a laranja, que se destacou nesta pesquisa, por apresentar a elevada acidez titul&aacute;vel, a mesma situa&ccedil;&atilde;o observada no estudo de Farias et al.<sup>6</sup> (2000). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Caf&eacute; sem misturas n&atilde;o foi citado em nenhum dos momentos de ingest&atilde;o, o que pode ser considerado um fator positivo, pois estudo anterior demonstrou a acidez dessa bebida<sup>7</sup>. No presente estudo, o acr&eacute;scimo de leite parece ter elevado o pH das bebidas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Leite e complementos foram as bebidas mais mencionadas no caf&eacute; da manh&atilde; e no lanche. Reconhecemos esse achado como uma caracter&iacute;stica positiva para a preven&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o, uma vez que, o consumo de leite e derivados tamb&eacute;m representa uma medida de preven&ccedil;&atilde;o<sup>19</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por um lado, a grande maioria utiliza &aacute;gua para sanar a sede (89,47%). Por outro, 10,53% das crian&ccedil;as, segundo seus respons&aacute;veis, elegem os sucos de fruta como as bebidas de primeira escolha para esse fim, o que representa um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de les&otilde;es de eros&atilde;o<sup>5,19</sup>. Fato observado por O'Sullivan e Curzon<sup>27</sup> (2000), que, ao compararem fatores diet&eacute;ticos em crian&ccedil;as com e sem eros&atilde;o dental, mostraram que as crian&ccedil;as com eros&atilde;o dental bebiam significantemente mais bebidas &aacute;cidas e menos &aacute;gua do que aquelas que n&atilde;o apresentavam les&otilde;es. Isso porque a frequ&ecirc;ncia de ingest&atilde;o potencializa o risco de desenvolver les&otilde;es de eros&atilde;o<sup>5,28,29</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m de fatores f&iacute;sico-qu&iacute;micos, o desgaste erosivo sofre influ&ecirc;ncia de fatores comportamentais (h&aacute;bitos de higiene, h&aacute;bitos de ingest&atilde;o de alimentos e bebidas, pr&aacute;tica de esportes), biol&oacute;gicos (saliva, pel&iacute;cula adquirida) e socioecon&ocirc;micos<sup>5</sup>. A interfer&ecirc;ncia desses justifica a maior ou a menor suscetibilidade de alguns indiv&iacute;duos a desenvolver les&otilde;es de eros&atilde;o<sup>14</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O entendimento do potencial erosivo da dieta &eacute; apenas parte integrante de um conjunto de conhecimentos que convergem para a preven&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o dental, do qual participam uma s&eacute;rie de medidas que permitem ao cirurgi&atilde;o-dentista orientar seus pacientes durante a pr&aacute;tica cl&iacute;nica, s&atilde;o elas: orientar o consumo racional de bebidas &aacute;cidas, preferencialmente geladas e durante as principais refei&ccedil;&otilde;es; orientar o consumo de &aacute;gua como o l&iacute;quido de primeira escolha para sanar a sede; estimular o consumo de frutas frescas como parte de uma dieta saud&aacute;vel; desaconselhar o consumo de bebidas &aacute;cidas em mamadeiras e durante o sono; estimular o uso de copos e canudos; evitar a escova&ccedil;&atilde;o dos dentes logo ap&oacute;s a ingest&atilde;o de bebidas &aacute;cidas; recomendar o uso de dentifr&iacute;cios com baixa abrasividade. A presen&ccedil;a dessas condutas na rotina di&aacute;ria contribui para preven&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o dental<sup>5,18,19</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todas as bebidas listadas nos Grupos 2 (sucos industrializados, naturais e em p&oacute;) e 3 (refrigerantes) apresentam potencial erosivo, podendo contribuir para o desenvolvimento de les&otilde;es de eros&atilde;o, especialmente nas crian&ccedil;as que as utilizam como a primeira escolha para sanar a sede, devido ao fato de estarem ingerindo &aacute;cidos nocivos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Correr GM; Alonso RC; Correa MA; Campos EA; Baratto-Filho F; Puppin-Rontani RM. Influence of diet and salivary characteristics on the prevalence of dental erosion among 12-year-old schoolchildren. J Dent Child 2009; 76(3):181-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=166245&pid=S1413-4012201400020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2. Correa MSNP; Corr&ecirc;a FNP; Correa JPNP; Murakami C; Mendes FM. Prevalence and associated factors of dental erosion in children and adolescents of a private dental practice. Int J Paediatr Dent 2011; 21:451-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3. Murakami C; Oliveira LB; Sheiram A; Corr&ecirc;a MSNP; Haddad AE; Bonecker M. Risk indicators for erosive tooth wear in brazilian preschool children. Caries Res 2011; 45:121-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4. Gans C. Definition of erosion and links to tooth wear. Monogr Oral Sci 2006; 20:9-16. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">5. Magalh&atilde;es AC; Wiegand A; Rios D; Hon&oacute;rio HM; Buzalaf MAR. Insights into preventive measures for dental erosion. J Appl Oral Sci 2009; 17(2):75-86. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">6. Farias MMAG; Tames DR; Ferreira R; Bahi FC; Morreto J. Propriedades erosivas de sucos de frutas industrializados recomendados como suplemento alimentar para crian&ccedil;as. J Bras Odontoped Odontol Beb&ecirc; 2000; 3(12):111-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">7. Dantas RVF, Valen&ccedil;a AMG, Claudino LV, Lima AL, Carvajal JCL, Costa GF. Caracter&iacute;sticas f&iacute;sico-qu&iacute;micas da dieta l&iacute;quida cafeinada. Pesq Bras Odontoped Clin Integr, 2008; 8(3):333-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">8. Farias MMAG; Bernardi M; Silva Neto R; Tames DR; Silveira EG; Bottan ER. Avalia&ccedil;&atilde;o de propriedades erosivas de bebidas industrializadas acrescidas de soja em sua composi&ccedil;&atilde;o. Pesq Bras Odontoped Clin Integr 2009; 9(3):277-81. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">9. Lodi CS, Sassaki KT, Fraiz FC, Delbem AC, Martinhon CC. Evaluation of some properties of fermented milk beverages that affect the demineralization of dental enamel. Braz Oral Res 2010; 24:95-101. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">10. Farias MMAG; Ozelame SB; Schmitt BHE; Capristano DF; Silveira EG. Avalia&ccedil;&atilde;o da acidez de diversas marcas de leite fermentado dispon&iacute;veis comercialmente, Pesq Bras odontopediatria Clin Integr 2012; 12:451-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">11. Silva JG; MMAG Farias; Silveira EG; Schmitt BHE; Ara&uacute;jo SM. Mensura&ccedil;&atilde;o da acidez de bebidas n&atilde;o l&aacute;cteas destinadas ao p&uacute;blico infantil. Rev Odontol UNESP 2012; 41:76-80. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">12. Lussi A. Erosive tooth wear- a multifactorial condition of growing concern and increasing knowledge. Monogr Oral Sci 2006; 20:1-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">13. Furtado JR; Freire VC; Messias DCF; Turssi CP. Aspectos f&iacute;sico- qu&iacute;micos relacionados ao potencial erosivo de bebidas &aacute;cidas. Rev Fac Odontal Univ Passo Fundo 2010; 15(3):325-30. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">14. Zero DT; Lussi A. Erosion &ndash; chemical and biological factors of importance to the dental practitioner. Int Dent J 2005; 55(4):285-9. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">15. Moynihan PJ. The role of diet and nutrition in the etiologia and prevention of oral diseases. Bull of World Health Organ 2005; 83(9):694-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">16. Sales-Peres SH; Magalh&atilde;es AC; Machado AM; Buzalaf MAR. Evaluation of the erosive potential of soft drinks. Eur J Dent 2007; 1:10-3. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">17. Zandim DL; Corr&ecirc;a FO; Rossa J&uacute;nior C; Sampaio JE. In vitro evaluation of the effect of natural orinage juices on dentin morphology. Braz Oral Res 2008; 22(1):176-83. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">18. Aud S, Moynihan P. Diet and dental erosion. Quintessence Int 2007; 37(2):130-3. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">19. Fox C. Evidence summary: how can dietary advice to prevent dental erosion be effectively delivered in UK general dental practice? Brit Dent J 2010; 208(5):217-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">20. Instituto nacional de metrologia, Qualidade e Tecnologia &ndash; Inmetro. Preparado s&oacute;lido artificial para refresco (p&oacute; para refresco). Dispon&iacute;vel em: &lt;http://www.inmetro.gov.br/consumidor/ produtos/refresco.asp&gt;. Acesso em: 22 fev. 2013. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">21. Corso S; Padilha DMP; Corso AC; Hugo FN. Avalia&ccedil;&atilde;o do potencial erosivo de sucos de frutas artificiais em p&oacute;, refrigerantes, isot&ocirc;nicos e ch&aacute;s enlatados dispon&iacute;veis comercialmente no Brasil. Rev Fac Odontal Univ Passo Fundo 2006; 11(1):45-50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">22. Touyz ZG. The acidity (pH) and buffering capacity of canadian fruit juice and dental implications. J Can Dent Assoc 1994; 60(5):454-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">23. Oliveira CH; Benotti RS; Quagliara PC; Rebechi M. Subst&acirc;ncias qu&iacute;micas presentes em sucos de fruta em p&oacute; comercializados no Brasil. Rev Bras Alerg Imuno Patol 2006; 29(3):127-32. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">24. Feathertone JDB; LUSSI A. Undrestanding the chemistry of dental erosion. Monogr Oral Sci 2006; 20:66-76. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">25. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de. Coordena&ccedil;&atilde;o Geral da Pol&iacute;tica de Alimenta&ccedil;&atilde;o e Nutri&ccedil;&atilde;o, Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, Secretaria de Assist&ecirc;ncia &agrave; Sa&uacute;de, Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Guia alimentar para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira: promovendo a alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2006. Dispon&iacute;vel em: &lt;http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/ pdf/05_1109_M.pdf &gt;. Acesso em: 20 ago. 2013. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">26. Freire MCM; Balbo PL; Amador MA; Sardinha LMV. Guias alimentares para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira: implica&ccedil;&otilde;es para a Pol&iacute;tica nacional de Sa&uacute;de Bucal. Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica 2012; 28, sup. S20-S29. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">27. O&acute;sullivan EA; Curzon ME. A comparison of acidic dietary factors in children with and without dental erosion. ASDC J Dent Child 2000; 67(3):186-92. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">28. Dugmore CR; Rock WP. A multifactorial analisys of factors associated with dental erosion. Br Dent J 2004; 196:283-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">29. Bassiouny MA. Clinical observation of dental erosion associeted with citrus diet and intake methods. Gen Dent 2014; 62(1):49-55.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v19n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Maria Merc&ecirc;s Aquino Gouveia Farias     <br>   Rua Bartolomeu de Gusm&atilde;o, 209, Carianos    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   88047-520 Florian&oacute;polis/SC</font><font size="2" face="Verdana">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:mercesfarias@gmail.com" target="_blank">mercesfarias@gmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 04/12/2013<br/> Aceito: 05/05/2014</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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