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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: to assess the hydrophilicity of dentin surface previously immersed in 6% sodium hypochlorite (NaOCl) solution and treated with argon plasma by contact angle analysis. Materials and method: twenty flat surfaces of pulp chamber of bovine teeth were used. Four groups were assessed (n=5): Control (C) - dentin without treatment; (HA) dentin immersed in NaOCl for 30 minutes and then etched with phosphoric acid (PA) for 15 seconds; (HAA30) dentin immersed in NaOCl, etched with PA, and treated with argon plasma for 30 seconds; and (HAA300) dentin immersed in NaOCl, etched with PA, and treated with argon plasma for 300 seconds. Analysis of contact angle was obtained by a sessile drop profile using a goniometer. In each drop of water, 20 measurements were carried out per second. The values of contact angle were statistically evaluated using the Kruskal-Wallis and Mann-Whitney tests (p < 0.05). Results: treatment with argon plasma for 30 seconds led to a significant reduction in the contact angle values when compared to the other experimental groups. The 300s argon plasma group and NaOCl did not statistically differ, but showed favorable results compared to the control group. Conclusion: treatment with argon plasma for a short term period, 30 seconds, favored the hydrophilicity of dentin surface previously exposed to 6% NaOCl.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Efeito da terapia de plasma de arg&ocirc;nio em dentes expostos a hipoclorito de s&oacute;dio: an&aacute;lise da hidrofilicidade</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Effect of argon plasma therapy on teeth exposed to sodium hypochlorite: Analysis of hydrophilicity</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Marta Cl&eacute;a Costa Dantas<sup>I</sup>; Iris Sol Figueiredo<sup>II</sup>; Laura Villela Pacheco<sup>III</sup>; Ma&iacute;ra do Prado<sup>IV</sup>; Renata Antoun Sim&atilde;o<sup>V</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Doutora &ndash; Professora adjunta &ndash; Faculdade de Odontologia &ndash; Universidade Federal do Rio de Janeiro    <br>   <sup>II</sup> Aluna de gradua&ccedil;&atilde;o- Faculdade de Odontologia &ndash; Universidade Federal do Rio de janeiro    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup> Aluna de gradua&ccedil;&atilde;o &ndash; Programa de Engenharia Metal&uacute;rgica e de Materiais &ndash; Universidade Federal do Rio de Janeiro    <br>   <sup>IV</sup> Doutora &ndash; Pesquisadora - Programa de Engenharia Metal&uacute;rgica e de Materiais &ndash; Universidade Federal do Rio de Janeiro    <br>   <sup>V</sup> Doutora &ndash; Professora Associada - Programa de Engenharia Metal&uacute;rgica e de Materiais &ndash; Universidade Federal do Rio de Janeiro</font>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: avaliar a hidrofilicidade da superf&iacute;cie dentin&aacute;ria previamente submetida &agrave; solu&ccedil;&atilde;o de hipoclorito de s&oacute;dio 6% (NaOCl) e tratada com plasma de arg&ocirc;nio por meio da an&aacute;lise do &acirc;ngulo de contato. Materiais e m&eacute;todo: vinte superf&iacute;cies planas da c&acirc;mara pulpar de dentes bovinos foram utilizadas. Quatro grupos foram avaliados (n=5): Controle (C) &ndash; dentina sem qualquer tratamento; (HA) dentina imersa durante 30 minutos em NaOCl e, posteriormente, condicionada com &aacute;cido fosf&oacute;rico (AF) durante 15 segundos; (HAA30) dentina imersa em NaOCl, condicionada com AF e tratada com plasma de arg&ocirc;nio por 30 segundos e (HAA300) dentina imersa em NaOCl, condicionada com AF e tratada com plasma de arg&ocirc;nio por 300 segundos. An&aacute;lise do &acirc;ngulo de contato foi obtida por meio do perfil de uma gota s&eacute;ssil, empregando goni&ocirc;metro. Em cada gota de &aacute;gua foram realizadas 20 mensura&ccedil;&atilde;o por segundo. Os valores de &acirc;ngulo de contato obtidos foram avaliados estatisticamente, utilizando-se os testes de Kruskal-Wallis e Mann&ndash;Whitney (p &lt; 0,05). Resultados: o tratamento com plasma de arg&ocirc;nio por 30 segundos levou a uma redu&ccedil;&atilde;o significativa nos valores de &acirc;ngulo de contato quando comparado aos demais grupos experimentais. Os grupos plasma de arg&ocirc;nio 300s e NaOCl n&atilde;o diferiram estat&iacute;sticamente entre si, mas mostraram resultados favor&aacute;veis em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo controle. Conclus&atilde;o: o tratamento com plasma de arg&ocirc;nio por um curto per&iacute;odo de tempo, 30 segundos, favoreceu a hidrofilicidade da superf&iacute;cie dentin&aacute;ria previamente exposta &agrave; NaOCl 6%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>Ades&atilde;o. Dentina. Hipoclorito de s&oacute;dio. Molhabilidade.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objective: to assess the hydrophilicity of dentin surface previously immersed in 6% sodium hypochlorite (NaOCl) solution and treated with argon plasma by contact angle analysis. Materials and method: twenty flat surfaces of pulp chamber of bovine teeth were used. Four groups were assessed (n=5): Control (C) - dentin without treatment; (HA) dentin immersed in NaOCl for 30 minutes and then etched with phosphoric acid (PA) for 15 seconds; (HAA30) dentin immersed in NaOCl, etched with PA, and treated with argon plasma for 30 seconds; and (HAA300) dentin immersed in NaOCl, etched with PA, and treated with argon plasma for 300 seconds. Analysis of contact angle was obtained by a sessile drop profile using a goniometer. In each drop of water, 20 measurements were carried out per second. The values of contact angle were statistically evaluated using the Kruskal-Wallis and Mann-Whitney tests (p &lt; 0.05). Results: treatment with argon plasma for 30 seconds led to a significant reduction in the contact angle values when compared to the other experimental groups. The 300s argon plasma group and NaOCl did not statistically differ, but showed favorable results compared to the control group. Conclusion: treatment with argon plasma for a short term period, 30 seconds, favored the hydrophilicity of dentin surface previously exposed to 6% NaOCl.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Adhesion. Dentin. Sodium hypochlorite. Wettability.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Devido &agrave; necessidade de se obter um eficiente selamento coron&aacute;rio em dentes tratados endodonticamente, para que seja evitada a contamina&ccedil;&atilde;o dos condutos radiculares, houve um aumento acentuado na indica&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es em resinas compostas, t&atilde;o logo se finalize a obtura&ccedil;&atilde;o dos canais radiculares<sup>1,2</sup>. Estudos t&ecirc;m demonstrado que a solu&ccedil;&atilde;o de hipoclorito de s&oacute;dio durante o tratamento endod&ocirc;ntico leva a uma degrada&ccedil;&atilde;o da estrutura col&aacute;gena da dentina em profundidade, assim como &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de uma camada de oxig&ecirc;nio livre na superf&iacute;cie<sup>3,4</sup>. Esses dois fatores justificam a menor resist&ecirc;ncia de uni&atilde;o de materiais adesivos em dentes tratados endodonticamente<sup>5,6</sup>, dentre outros fatores, devido &agrave; n&atilde;o convers&atilde;o polim&eacute;rica de toda a estrutura monom&eacute;rica do adesivo e comp&oacute;sito.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O fen&ocirc;meno da ades&atilde;o corresponde &agrave; atra&ccedil;&atilde;o molecular entre duas estruturas diferentes, por meio do &iacute;ntimo contato entre essas, por reten&ccedil;&atilde;o micromec&acirc;nica que depender&aacute; do pr&eacute;-tratamento dado &agrave; superf&iacute;cie aderente, da qualidade e do potencial do primer e do adesivo em escoarem sobre a superf&iacute;cie do aderente<sup>7</sup>. No caso dos sistemas adesivos utilizados na odontologia restauradora, a reten&ccedil;&atilde;o micromec&acirc;nica &eacute; considerada o principal mecanismo de ades&atilde;o, visto que a ades&atilde;o qu&iacute;mica depender&aacute; </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">de sua composi&ccedil;&atilde;o e de certos compostos adicionados<sup>8</sup>. Ap&oacute;s este molhamento, nesta interface ser&atilde;o geradas for&ccedil;as de travamento mec&acirc;nico, adsor&ccedil;&atilde;o, difus&atilde;o e suas combina&ccedil;&otilde;es<sup>7</sup>.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre os constituintes dos sistemas adesivos, existem mon&ocirc;meros hidrof&iacute;licos que, dependendo da superf&iacute;cie dentin&aacute;ria tratada, ter&aacute; ou n&atilde;o a capacidade de penetrar e se difundir na rede de fibras cola&#769;genas, resultante da desmineralizac&#807;a&#771;o parcial da dentina, por &aacute;cido fosf&oacute;rico, formando uma camada hi&#769;brida de cola&#769;geno, hidroxiapatita e resina<sup>7,9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A tecnologia do plasma aplicada &agrave; Odontologia e, mais especificamente, a Dent&iacute;stica, procura uma forma de aumentar a ades&atilde;o pela introdu&ccedil;&atilde;o de grupamentos polares e pela cria&ccedil;&atilde;o de uma superf&iacute;cie com maior &aacute;rea dispon&iacute;vel para ades&atilde;o, possivelmente pela introdu&ccedil;&atilde;o de composto qu&iacute;micos, introdu&ccedil;&atilde;o de grupamentos polares, abla&ccedil;&atilde;o da estrutura da camada mais superficial ou por sputtering dessa superf&iacute;cie<sup>10-14</sup>. A avalia&ccedil;&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o de plasma de arg&ocirc;nio e as poss&iacute;veis modifica&ccedil;&otilde;es na estrutura superficial de dentina foram avaliadas e os resultados relacionado a alguns dos princ&iacute;pios para a obten&ccedil;&atilde;o de ades&atilde;o. Foi verificado que a aplica&ccedil;&atilde;o pelo curto per&iacute;odo de 30 segundos, clinicamente vi&aacute;vel, foi capaz de aumentar a hidrofilicidade da superf&iacute;cie, por modifica&ccedil;&atilde;o superficial da camada mais externa de fibrilas col&aacute;genas e, dessa forma, promoveu-se o aumento da resist&ecirc;ncia adesiva entre dentina e comp&oacute;stio<sup>10</sup>. No entanto, em outro estudo<sup>15</sup>, a aplica&ccedil;&atilde;o de plasma de arg&ocirc;nio pelo per&iacute;odo de 30 segundos foi capaz de aumentar a hidrofilicidade da superf&iacute;cie de dentina sem qualquer modifica&ccedil;&atilde;o estrutural. Nesse caso, houve impregna&ccedil;&atilde;o de grupamentos polares contendo oxig&ecirc;nio polarizado com alta capacidade de liga&ccedil;&atilde;o a outros grupos acess&iacute;veis, sem qualquer modifica&ccedil;&atilde;o superficial. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Visando aumentar a capacidade do adesivo de escoar, penetrar nos t&uacute;bulos dentin&aacute;rios, se fixar ao emaranhado de fibras col&aacute;genas presentes na dentina e permitir uma maior reten&ccedil;&atilde;o micromec&acirc;nica, o objetivo deste trabalho foi avaliar a hidrofilicidade da superf&iacute;cie dentin&aacute;ria previamente imersa em solu&ccedil;&atilde;o de hipoclorito de s&oacute;dio 6% (NaOCl) e tratada com plasma de arg&ocirc;nio por meio da an&aacute;lise do &acirc;ngulo de contato.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Materiais e m&eacute;todo</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram utilizados 20 incisivos bovinos que tiveram suas ra&iacute;zes separadas da coroa cl&iacute;nica na regi&atilde;o cervical com o aux&iacute;lio de um disco de corte diamantado (KG Sorense, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil). Em seguida, o bordo incisal foi removido, em cerca de 3 mm, e um corte no sentido mesio-distal foi realizado, a fim de remover a regi&atilde;o palatina dos dentes. Por fim, a por&ccedil;&atilde;o vestibular das coroas foi lixada com lixas d'agua de granula&ccedil;&otilde;es 400, 600 e 1200. Dessa forma, foram obtidas amostras com superf&iacute;cie plana na forma retangular de aproximadamente 3 mm X 4 mm x 2 mm de espessura, tendo somente dentina exposta, correspondendo &agrave;quela da c&acirc;mara pulpar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As 20 amostras devidamente cortadas, lixadas e planificadas foram divididas em 4 grupos (n=5). No primeiro grupo, controle (C), as amostras n&atilde;o foram submetidas ao tratamento com NaOCl 6% (Mil F&oacute;rmulas, Rio de Janeiro RJ, Brasil); no segundo grupo (HA), as amostras foram tratadas com hipoclorito de s&oacute;dio e com &aacute;cido fosf&oacute;rico a 37% (Maquira Produtos Odontol&oacute;gicos, Curitiba, Pr, Brasil); no terceiro (HAA30) e quarto (HAA300) grupos, ap&oacute;s o tratamento inicial (NaOCl/AF), as amostras foram tratadas com plasma de arg&ocirc;nio por 30 e 300 segundos, respectivamente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para o tratamento inicial com hipoclorito de s&oacute;dio e &aacute;cido fosf&oacute;rico, as amostras foram imersas em um recipiente, contendo hipoclorito de s&oacute;dio 6%, em que permaneceram por 30 minutos. </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em seguida, foram lavadas com 10 mL &aacute;gua destilada por 60 segundos e secas com papel absorvente. Posteriormente, essas amostras foram condicionadas com &aacute;cido fosf&oacute;rico a 37% gel por 15 segundos, lavadas com 10 mL de &aacute;gua destilada por 60 segundos e secadas com papel absorvente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O tratamento com plasma de arg&ocirc;nio foi realizado empregando uma torre de plasma indutivo sob v&aacute;cuo a 20 Pa e 60 W de pot&ecirc;ncia, pelos tempos descritos acima. As amostras foram analisadas utilizando-se o goni&ocirc;metro Ram&eacute; Hart (Ram&eacute; Hart Instrument Co, Netcong, NJ, EUA), 30 minutos e 24 horas ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o de plasma. Esse aparelho consiste em uma c&acirc;mera que gera a imagem do perfil da gota sobre a superf&iacute;cie da dentina, aferindo o &acirc;ngulo formado entre a dentina e o liquido sobre essa, pelo tempo de 20 segundos com intervalo de 1 segundo entre as an&aacute;lises. Cada amostra obteve um total de 20 leituras, permitindo a an&aacute;lise de 100 mensura&ccedil;&otilde;es por grupo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A fim de verificar a normalidade dos dados foi aplicado o teste Kolmogorov-Smirnov. Os resultados obtidos foram analisados estatisticamente pelos testes de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney (p&lt;0,05).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os valores de &acirc;ngulo de contato observados 30 minutos ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o do plasma foram sempre menores que 5&deg;. A <a href="#fig01">Figura 1</a> mostra a distribui&ccedil;&atilde;o dos valores de &acirc;ngulo de contato nos diferentes grupos avaliados ap&oacute;s 24 horas. A an&aacute;lise estat&iacute;stica dos dados mostrou uma redu&ccedil;&atilde;o significativa nos valores de &acirc;ngulo de contato, ap&oacute;s o tratamento com plasma de arg&ocirc;nio por 30 segundos, quando comparados com os valores obtidos com tratamentos por 300 segundos. Esse &uacute;ltimo mostrou resultados similares ao grupo hipoclorito de s&oacute;dio/&aacute;cido fosf&oacute;rico (<a href="#tab01">Tabela 1</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n1/a07tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n1/a07fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Devido ao efeito delet&eacute;rio do hipoclorito de s&oacute;dio na resist&ecirc;ncia de uni&atilde;o dos materiais adesivos pela forma&ccedil;&atilde;o de uma camada de oxig&ecirc;nio livre que inibe a polimeriza&ccedil;&atilde;o de materiais resinosos, estudos s&atilde;o realizados empregando diferentes subst&acirc;ncias, a fim de reverter tal efeito<sup>16,17</sup>. No presente estudo, a tecnologia de plasma de Arg&ocirc;nio foi utilizada visando aumentar a capacidade do adesivo de escoar, penetrar nos t&uacute;bulos dentin&aacute;rios, se fixar ao emaranhado de fibras col&aacute;genas presentes na dentina e permitir uma maior reten&ccedil;&atilde;o micromec&acirc;nica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Neste trabalho, foi empregado dente bovino, devido &agrave;s semelhan&ccedil;as apresentadas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; histologia ao dente humano e tamb&eacute;m por conta da maior superf&iacute;cie radicular conseguida, facilitando, assim, a an&aacute;lise<sup>18</sup>. Ap&oacute;s a clivagem, os dentes foram lixados com lixas d'&aacute;gua de granula&ccedil;&otilde;es 400, 600 e 1200, a fim de confeccionar uma smear layer padronizada<sup>19,20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para o tratamento inicial com o hipoclorito de s&oacute;dio 6%, as amostras foram imersas na solu&ccedil;&atilde;o por 30 minutos, simulando o tempo de contato com o dente durante o tratamento endod&ocirc;ntico. A concentra&ccedil;&atilde;o escolhida de NaOCl 6% foi baseada em estudos recentes<sup>21,22</sup> que utilizam solu&ccedil;&otilde;es mais concentradas, devido ao fato de que, com a utiliza&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas mecanizadas, o tempo do preparo mec&acirc;nico tornou-se cada vez menor.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O tratamento de plasma de baixa temperatura consiste na excita&ccedil;&atilde;o de gases que se tornam parcialmente ionizados contendo dessa forma, part&iacute;culas reativas incluindo &aacute;tomos eletronicamente excitados, mol&eacute;culas, &iacute;ons e radicais livres. Os el&eacute;trons livres ganham energia com base em um campo de indu&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica que, dessa forma, colidem com mol&eacute;culas de g&aacute;s, em estado neutro transferindo energia. As colis&otilde;es e a transfer&ecirc;ncia de energia interagem com a superf&iacute;cie submetida ao feixe de plasma. Esse fen&ocirc;meno modifica a estrutura molecular dessa superf&iacute;cie, em uma escala nanom&eacute;trica, provendo as modifica&ccedil;&otilde;es desejadas nas propriedades superficiais de forma controlada<sup>23-25</sup>. Dependendo da qu&iacute;mica do g&aacute;s empregado ou da combina&ccedil;&atilde;o de gases empregada, os radicais excitados formados podem limpar, condicionar a superf&iacute;cie ou reagir com a superf&iacute;cie formando novos compostos mais energizados<sup>25,26</sup>. A aplica&ccedil;&atilde;o de plasma na engenharia, tanto para aumento da hidrofilicidade, para aumento das propriedades adesivas ou para o aumento da hidrofobicidade j&aacute; &eacute; reconhecido no meio acad&ecirc;mico<sup>27-31</sup>. Na &aacute;rea das ci&ecirc;ncias biol&oacute;gicas seu uso vem ampliando sua aplica&ccedil;&atilde;o na desinfec&ccedil;&atilde;o de condutos radiculares<sup>28</sup> e no aumento da resist&ecirc;ncia adesiva entre materiais comp&oacute;sitos<sup>10,15</sup>, tratamento da superf&iacute;cie de implantes e recobrimento de superf&iacute;cies<sup>25</sup>. Em rela&ccedil;&atilde;o ao g&aacute;s escolhido, mesmo n&atilde;o possuindo um alto poder energ&eacute;tico, capaz de forma&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies altamente energizadas e ionizadas, quando comparado com outras composi&ccedil;&otilde;es de plasmas, o g&aacute;s arg&ocirc;nio &eacute; um g&aacute;s inerte capaz de limpar, formar el&eacute;trons energizados que poderiam promover uma efetiva modifica&ccedil;&atilde;o estrutural com m&iacute;nimo ou nenhum dano superficial verificado a microscopia eletr&ocirc;nica<sup>15</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A molhabilidade pode ser definida como a capacidade do l&iacute;quido molhar um s&oacute;lido, e pode ser exemplificada como uma gota de l&iacute;quido em repouso sobre uma superf&iacute;cie s&oacute;lida sobre a qual, o l&iacute;quido, pode ou n&atilde;o se espalhar. A &aacute;gua sendo um l&iacute;quido polar tende a se espalhar sobre uma superf&iacute;cie com alta energia superficial e a formar uma gota em &aacute;reas com baixa energia. Uma maneira de quantificar esse comportamento &eacute; a an&aacute;lise do &acirc;ngulo de contato de uma gota s&eacute;ssil, descrita pelo &acirc;ngulo da se&ccedil;&atilde;o da gota de um material l&iacute;quido sobre uma superf&iacute;cie em equil&iacute;brio <sup>25,27,29,31</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> De acordo com os resultados do presente trabalho, na an&aacute;lise, ap&oacute;s 30 minutos, as amostras com aplica&ccedil;&atilde;o de plasma no tempo de 30 segundos apresentaram &acirc;ngulo de contato menor que 5 graus, caracterizando, possivelmente, o fen&ocirc;meno de superhidrofilia, for&ccedil;ando a an&aacute;lise para 24 horas<sup>32</sup>, para que fosse comparativa. Nas an&aacute;lises de 24 horas os valores de &acirc;ngulo de contato no tratamento de plasma de 30 segundos apresentaram uma diminui&ccedil;&atilde;o significativa em compara&ccedil;&atilde;o ao grupo de 300 segundos. A exposi&ccedil;&atilde;o prolongada ao plasma de arg&ocirc;nio, por 300 segundos, &eacute; clinicamente invi&aacute;vel. Al&eacute;m disso, pode ter levado a uma modifica&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica na superf&iacute;cie e a uma maior perda de &aacute;gua j&aacute; que o sputtering ou tratamento com plasma prolongado, al&eacute;m de diminuir a capacidade de polariza&ccedil;&atilde;o e tornar a superf&iacute;cie menos propensa &agrave; liga&ccedil;&atilde;o com grupos polares da &aacute;gua, acarretou em um aumento do &acirc;ngulo de contato<sup>14,15</sup>. Adicionalmente, quando empregado por um curto per&iacute;odo de tempo, foi demonstrado que a aplica&ccedil;&atilde;o de plasma seria capaz de, momentaneamente, impossibilitar a liga&ccedil;&atilde;o entre as fibras col&aacute;genas entre si, permitindo que essas se tornem mais suscet&iacute;veis &agrave; liga&ccedil;&atilde;o com outros componentes, como os adesivos dentin&aacute;rios<sup>14,23</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presente estudo mostrou que o tratamento com plasma de arg&ocirc;nio favoreceu a superhidrofilicidade da superf&iacute;cie dentin&aacute;ria. Para fins comparativos, visto que, ap&oacute;s 30 minutos, n&atilde;o foi poss&iacute;vel determinar com precis&atilde;o os valores de &acirc;ngulo de contato, devido ao r&aacute;pido escoamento do l&iacute;quido na superf&iacute;cie dentin&aacute;ria, uma an&aacute;lise foi realizada ap&oacute;s 24 horas. Nesse &uacute;ltimo per&iacute;odo, devido &agrave; perda parcial de efetividade do plasma, foi poss&iacute;vel comparar os dois tempos experimentais e observar que, quando o tratamento foi realizado durante um curto per&iacute;odo de tempo, 30 segundos, mostrou-se mais efetivo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentro dos limites deste estudo, conclui-se que a aplica&ccedil;&atilde;o de plasma de arg&ocirc;nio, por 30 segundos, leva &agrave; redu&ccedil;&atilde;o significativa nos valores de &acirc;ngulo de contato com &aacute;gua destilada, favorecendo as caracter&iacute;sticas de hidrofilicidade da superf&iacute;cie dentin&aacute;ria previamente exposta a NaOCl 6%, quando comparado ao plasma por 300 segundos. O efeito do tratamento com plasma &eacute; perdido com o tempo. Dessa forma, &eacute; importante a imediata restaura&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s esse tratamento. Novos estudos s&atilde;o necess&aacute;rios, a fim de complementar a hip&oacute;tese de que a diminui&ccedil;&atilde;o do &acirc;ngulo de contato se relaciona com o aumento da resist&ecirc;ncia adesiva.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Agradecimentos</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os autores agradecem &agrave; Faperj, Capes e CNPq pelo apoio financeiro.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Baratieri LN. Abordagem restauradora de dentes tratados endodonticamente- pinos/n&uacute;cleos e restaura&ccedil;&otilde;es unit&aacute;rias. In: _______. Odontologia Restauradora. S&atilde;o Paulo: Santos; 2001. p. 619-671.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=171806&pid=S1413-4012201500010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Clavijo EMA, Clavijo VGR, Itikawa GN, Ferraz CCR. Blindagem dental p&oacute;s tratamento endod&ocirc;ntico com pinos de fibra de vidro. In: Callegari A, Chediek W (Org.). Beleza do Sorriso. S&atilde;o Paulo: Napole&atilde;o; 2014. p. 65. v. 2. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Moreira DM, Almeida JF, Ferraz CC, Gomes BP, Line SR, Zaia AA. Structural analysis of bovine root dentin after use of different endodontics auxiliary chemical substances. J Endod 2009;35:1023-7. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Yiu CK, Garcia-Godoy F, Tay FR. A nanoleakage perspective on bonding to oxidized dentin. J Dent Res 2002;81:628-32.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Ozturk B, &Ouml;zer F. Effect of NaOCl on bond strengths of bonding agents to pulp chamber lateral walls. J Endod 2004;30:362-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Prado M, Sim&atilde;o RA. Surface analysis techniques for root canal filling adhesion studies In: McFarland A, Akins M. Recent Advances in Adhesions Research. New York: Novinka; 2013. p. 1-26. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Terry DA, Geller W, Bichacho N, James A, Blatz MB, Baratiere LN, et al. Mecanismos de ades&atilde;o. In: ______. Odontologia est&eacute;tica e restauradora: Sele&ccedil;&atilde;o de materiais e t&eacute;cnicas. 2. ed. S&atilde;o Paulo: Quintessense; 2014. p. 406-11.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Van Landuyt KL, Kanumilli P, De Munck J, Peumans M, Lambrechts P, Van Meerbeek B. Bond strength of a mild self-etch adhesive with and without prior acid-etching. J Dent 2006;34:77-85. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Nakabayashi N, Nakamura M, Yasuda N. Hybrid layer as a dentin-bonding mechanism. J Esthet Dent 1991;3:133-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Ritts AC, Li H, Yu Q, Xu C, Yao X, Hong L, et al. Dentin surface treatment using a non-thermal argon plasma brush for interfacial bonding improvement in composite restoration. Eur J Oral Sci 2010;118:510-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Koishi T, Yasuoka K, Fujikawa S, Ebisuzaki T, Zeng XC. Coexistence and transition between Cassie and Wenzel state on pillared hydrophobic surface. Proc Natl Acad Sci USA 2009;26:106-21. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Miller TE, Barrick JA. Pediatric trauma and polyethylene reinforced composite fixed partial denture replacements. A new method, J Can Dent Ass 1993;59:252-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Zhang H, Fang J, Hu Z, Ma J, Han Y, Bian J. Effect of oxygen plasma treatment on the bonding of a soft liner to an acrylic resin denture material. Dent Mater J 2010;29:398-402</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Gao S, Zeng Y. Surface modification of ultrahigh molecular weight polyethylene fiber by plasma treatment II &ndash; mechanism of surface, J Appl Polymer Science 1993;77:2093-101.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Chen M, Zhanga Y, Driver MS, Caruso AN, Yu Q, Wang Y. Surface modification of several dental substrates bynon-thermal, atmospheric plasma brush. Dent Mater J 2013;29:871- 80. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Cecchin D, Almeida JF de, Gomes BP, Zaia AA, Ferraz CC. Effect of chlorhexidine and ethanol on the durability of the adhesion of the fiber post relined with resin composite to the root canal. J Endod 2011;37:678-83.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 17. Prasansuttiporn T, Nakajima M, Kunawarote S, Foxton RM, Tagami J. Effect of reducing agents on bond strength to Na- OCl-treated dentin. Dent Mat 2011;27:229-34.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 18. Laurance-Young P, Bozec L, Gracia L, Rees G, Lippert F, Lynch RJ, et al. A review of the structure of human and bovine dental hard tissues and their physicochemical behaviour in relation to erosive challenge and remineralisation. J Dent 2011;39:266-72.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 19. Hegde MN, Manjunath J. Bond strength of newer dentin bonding agents in different clinical situations. Oper Dent 2011;36:169-76. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Sarr M, Kane AW, Vreven J, Mine A, Van Landuyt KL, Peumans M, et al. Microtensile bond strength and interfacial characterization of 11 contemporary adhesives bonded to bur-cut dentin. Oper Dent 2010;35:94-104. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Hamama HH, Yiu CK, Burrow MF. Viability of Intratubular Bacteria after Chemomechanical Caries Removal. J Endod 2014;40(12):1972-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Saraiva LO, Aguiar TR, Costa L, Correr-Sobrinho L, Muniz L, Mathias P. Effect of different adhesion strategies on fiber post cementation: Push-out test and scanning electron microscopy analysis. Contemp Clin Dent 2013;4:443-7.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 23. Kaplan R. Plasma surface treatment of plastic to enhance adhesion. Int J Adhesion and adhesive 1991;11:109-13. </font></p>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ma&iacute;ra do Prado    <br> Cidade Universit&aacute;ria     <br>Centro de Tecnologia     <br> Bloco F,    sala F-211     <br>Ilha do Fund&atilde;o     <br>Caixa Postal 68505 21941-972     <br> Rio de Janeiro, RJ     <br> e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:maira@metalmat.ufrj.br" target="_blank">maira@metalmat.ufrj.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido:25/10/2014    <br> Aceito: 15/04/2015</b></font></p>       <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
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<surname><![CDATA[Baratieri]]></surname>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Abordagem restauradora de dentes tratados endodonticamente- pinos/núcleos e restaurações unitárias.]]></article-title>
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<year>2001</year>
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