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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Conhecimentos, práticas e atitudes de médicos e enfermeiros sobre saúde bucal na puericultura na APS]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: to investigate oral health knowledge, attitudes, and practices of childcare doctors and nurses - employees and residents from the Serviço de Saúde Comunitária do Grupo Hospitalar Conceição (SSC-GHC). Subjects and method: Application of a closed questionnaire, with 32 multiple-choice questions, developed by the researchers to assess oral health knowledge, attitudes, and practices (KAP) of childcare doctors and nurses (employees and residents) from eleven of the twelve healthcare units of the CHS-HGC. The purposive sample was composed by 47 doctors and 27 nurses. Data were tabulated and analyzed with the SPSS software, through the chi-square test and t test, at a statistical significance level of p<0.05. Results: The results obtained show that there is little significant difference among the knowledge, attitudes, and practices of doctors and nurses from the CHS-HGC, including the time of professional training/ practice. Conclusion: Many doctors and nurses are still unfamiliar with some aspects of oral health in childcare, thus requiring permanent education on the topic.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Conhecimentos, pr&aacute;ticas e atitudes de m&eacute;dicos e enfermeiros sobre sa&uacute;de bucal na puericultura na APS</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Oral health knowledge, attitudes, and practices of doctors and nurses in the PHC of children</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Mariana Loch dos Reis <sup>I</sup></b><i><b>; </b></i><b>Idiana Rita Luvison<sup> II</sup>;</b></font><font size="2" face="Verdana"><b> Daniel Dem&eacute;trio Faustino-Silva <sup>III</sup>    <br> </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>  Cirurgi&atilde;-dentista, residente em Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia, Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria,Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o, Porto Alegre, RS    <br> <sup>II</sup> Cirurgi&atilde;-dentista, Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria,Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o, Porto Alegre, RS    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>III </sup>Doutorando Sa&uacute;de Bucal Coletiva, Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o Odontologia Universidade Federal do Rio Grande do Sul, cirurgi&atilde;o-dentista Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria,Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o, Porto Alegre, RS</font>    <br>     <p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resumo</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objetivo: investigar os conhecimentos, as pr&aacute;ticas e atitudes em sa&uacute;de bucal na puericultura de m&eacute;dicos e enfermeiros, contratados e residentes do Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria do Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o (SSC-GHC). Sujeitos e m&eacute;todo: aplica&ccedil;&atilde;o de um question&aacute;rio fechado, com 32 quest&otilde;es de m&uacute;ltipla escolha, elaborado pelos pesquisadores, para avaliar os conhecimentos, as pr&aacute;ticas e as atitudes (CAP) em sa&uacute;de bucal na puericultura de m&eacute;dicos e enfermeiros, contratados e residentes, de onze das doze unidades de sa&uacute;de que comp&otilde;em o SSC-GHC. A amostra intencional foi composta por 47 m&eacute;dicos e 27 enfermeiros. Os dados foram tabulados e analisados com aux&iacute;lio do software SPSS, por meio do teste Qui-Quadrado e teste t, ao n&iacute;vel de signific&acirc;ncia estat&iacute;stica de p&lt;0,05. Resultados: os resultados obtidos mostram que h&aacute; pouca diferen&ccedil;a estatisticamente significativa entre os conhecimentos, pr&aacute;ticas e atitudes de m&eacute;dicos e enfermeiros do SSC-GHC, inclusive em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de forma&ccedil;&atilde;o/ pr&aacute;tica profissional. Conclus&atilde;o: ainda h&aacute; desconhecimento de muitos em rela&ccedil;&atilde;o a alguns pontos sobre a sa&uacute;de bucal na puericultura, necessitando de a&ccedil;&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o permanentes sobre o tema.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Sa&uacute;de bucal. Cuidado da crian&ccedil;a. Aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de. M&eacute;dicos de fam&iacute;lia. Enfermeiras de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Abstract</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objective: to investigate oral health knowledge, attitudes, and practices of childcare doctors and nurses - employees and residents from the Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria do Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o (SSC-GHC). Subjects and method: Application of a closed questionnaire, with 32 multiple-choice questions, developed by the researchers to assess oral health knowledge, attitudes, and practices (KAP) of childcare doctors and nurses (employees and residents) from eleven of the twelve healthcare units of the CHS-HGC. The purposive sample was composed by 47 doctors and 27 nurses. Data were tabulated and analyzed with the SPSS software, through the chi-square test and t test, at a statistical significance level of p&lt;0.05. Results: The results obtained show that there is little significant difference among the knowledge, attitudes, and practices of doctors and nurses from the CHS-HGC, including the time of professional training/ practice. Conclusion: Many doctors and nurses are still unfamiliar with some aspects of oral health in childcare, thus requiring permanent education on the topic.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords</B>: Oral Health. Childcare. Primary Health Care. Family Doctors. Family Health Nurses.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os cuidados com a sa&uacute;de bucal do futuro beb&ecirc; devem come&ccedil;ar no per&iacute;odo pr&eacute;-natal, momento em que a gestante est&aacute; mais aberta a receber as informa&ccedil;&otilde;es referentes &agrave; sa&uacute;de do filho<sup>1</sup>. Consultas odontol&oacute;gicas da gestante no per&iacute;odo pr&eacute;-natal s&atilde;o momentos prop&iacute;cios para educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal da m&atilde;e e do futuro beb&ecirc;<sup>2</sup>. Nesse sentido, servi&ccedil;os de aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de t&ecirc;m preconizado a inser&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal nos cuidados da gestante, como ocorre na cidade de Curitiba e no Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria do Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o, em Porto Alegre<sup>3,4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&oacute;s o nascimento, as consultas passam a ser espec&iacute;ficas para acompanhar o desenvolvimento do beb&ecirc; (consultas de puericultura), realizadas geralmente por m&eacute;dicos e enfermeiros. O SSC-GHC considera atendimento em puericultura o per&iacute;odo compreendido entre zero e doze anos, entretanto, o foco da aten&ccedil;&atilde;o &eacute; no primeiro ano de vida da crian&ccedil;a. J&aacute; o presente trabalho aplica o termo puericultura para se referir ao primeiro ano de vida. Nesse per&iacute;odo as consultas devem tratar sobre os diferentes temas que envolvem os cuidados com o beb&ecirc; e o seu desenvolvimento.</font><font size="2" face="Verdana"> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No SSC-GHC, utiliza-se o protocolo Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da crian&ccedil;a de 0 a 12 anos<sup>4</sup>, como um guia profissional no desenvolvimento de a&ccedil;&otilde;es voltadas para a aten&ccedil;&atilde;o integral da sa&uacute;de da crian&ccedil;a nos seus primeiros anos de vida. Nesse protocolo est&atilde;o inclu&iacute;das as informa&ccedil;&otilde;es sobre sa&uacute;de bucal que devem ser transmitidas aos pais pelo m&eacute;dico e/ou enfermeiro respons&aacute;vel pelas consultas de puericultura. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Tendo em vista a import&acirc;ncia do cuidado precoce, o SSC-GHC usa como indicador da aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal da crian&ccedil;a o m&iacute;nimo de uma consulta odontol&oacute;gica entre zero e doze meses do beb&ecirc;, ocasionando encaminhamentos precoces a equipe de sa&uacute;de bucal. Muitas crian&ccedil;as v&ecirc;m &agrave; consulta odontol&oacute;gica ainda sem dentes, para que os pais conhe&ccedil;am os h&aacute;bitos alimentares saud&aacute;veis, a import&acirc;ncia da higiene bucal do beb&ecirc; e como faz&ecirc;-la, os h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o delet&eacute;rios (dedo e chupeta) e a import&acirc;ncia do aleitamento materno, al&eacute;m de nutricional e afetiva, para o melhor desenvolvimento e crescimento dos m&uacute;sculos e dos ossos faciais, ou seja, um volume grande de informa&ccedil;&otilde;es para as m&atilde;es, que muitas vezes n&atilde;o veem sentido, pois seus filhos sequer apresentaram os primeiros dentes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As a&ccedil;&otilde;es de cuidado no primeiro ano de vida devem ser realizadas de forma multidisciplinar, evitando- se criar programas de sa&uacute;de bucal espec&iacute;ficos para esse grupo et&aacute;rio, de modo que n&atilde;o ocorra de forma vertical e isolada da &aacute;rea m&eacute;dico-enfermagem<sup>5</sup>. Orienta&ccedil;&otilde;es sobre sa&uacute;de bucal infantil n&atilde;o s&atilde;o tarefa unicamente do cirurgi&atilde;o-dentista, mas de todos que atendem m&atilde;es e crian&ccedil;as<sup>6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todos os membros que comp&otilde;em as equipes de sa&uacute;de, quando capacitados, podem orientar os pais e/ou respons&aacute;veis pelas crian&ccedil;as acerca dos cuidados bucais na primeira inf&acirc;ncia. Portanto, n&atilde;o parece imprescind&iacute;vel uma consulta com o cirurgi&atilde;o-dentista nesse momento, pois n&atilde;o s&atilde;o aspectos exclusivos do n&uacute;cleo de odontologia; s&atilde;o aspectos transversais aos n&uacute;cleos de medicina, enfermagem, nutri&ccedil;&atilde;o e odontologia, e que precisam ser refor&ccedil;ados a cada consulta com todos os profissionais da equipe. Essas orienta&ccedil;&otilde;es podem ser dadas nas consultas de puericultura, n&atilde;o necessitando de um hor&aacute;rio exclusivo com o cirurgi&atilde;o-dentista. A partir dos seis meses de idade, quando, geralmente, o primeiro dente erupciona, &eacute; interessante levar o beb&ecirc; &agrave; consulta com o dentista, para que se possa acompanhar o aparecimento dos dentes e refor&ccedil;ar as informa&ccedil;&otilde;es dadas nas consultas de puericultura anteriores. Acredita-se que ao nascerem os dentes, aumente o interesse dos pais pela sa&uacute;de bucal da crian&ccedil;a. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo deste estudo foi investigar os conhecimentos, as pr&aacute;ticas e as atitudes em sa&uacute;de bucal nas a&ccedil;&otilde;es de puericultura de m&eacute;dicos e enfermeiros contratados e residentes do Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria do Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o, no munic&iacute;pio de Porto Alegre, RS.</font><font size="2" face="Verdana"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Materiais e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo foi do tipo quantitativo anal&iacute;tico transversal e visou &agrave; explora&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos dos m&eacute;dicos e enfermeiros sobre sa&uacute;de bucal na puericultura. Foi aplicado um question&aacute;rio fechado, com 32 quest&otilde;es de m&uacute;ltipla escolha, elaborado pelos pesquisadores, para avaliar os conhecimentos, as pr&aacute;ticas e atitudes em sa&uacute;de bucal no campo da puericultura de m&eacute;dicos e enfermeiros contratados e residentes, de onze das doze unidades de sa&uacute;de que comp&otilde;em o SSC-GHC. A amostra intencional foi composta por 47 m&eacute;dicos e 27 enfermeiros que aceitaram participar do estudo. Esse instrumento para profissionais de sa&uacute;de foi adaptado a partir de um CAP voltado a pais ou respons&aacute;veis<sup>7</sup>. O instrumento CAP do presente estudo &eacute; composto por perguntas objetivas de escolha simples entre cinco alternativas, com n&iacute;veis de concord&acirc;ncia total, parcial ou neutra, divididas em tr&ecirc;s blocos. O bloco A, composto por doze quest&otilde;es, refere-se aos conhecimentos sobre sa&uacute;de bucal na primeira inf&acirc;ncia adquiridos pelos profissionais durante sua forma&ccedil;&atilde;o e ao longo da carreira, abordando assuntos gerais sobre alimenta&ccedil;&atilde;o, higiene bucal e c&aacute;ries. O bloco B, composto por treze quest&otilde;es, refere-se &agrave;s atitudes sobre sa&uacute;de bucal na primeira inf&acirc;ncia, sobre aquilo que os profissionais compreendem do tema e orientam na sua rotina de consultas. O bloco C, composto por sete quest&otilde;es, refere-se &agrave;s pr&aacute;ticas profissionais sobre sa&uacute;de bucal na primeira inf&acirc;ncia, ou seja, sobre o que de fato eles recomendam aos pais/ respons&aacute;veis referente &agrave; higiene bucal, nascimento dos dentes e consulta com dentista. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram tabulados e analisados com aux&iacute;lio do software SPSS vers&atilde;o 16.0, por meio do teste Qui-Quadrado e teste t, ao n&iacute;vel de signific&acirc;ncia estat&iacute;stica de p&lt; 0,05. O trabalho foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa do GHC (CAAE: 26898314.9.0000.5530 e CEP: 14-007).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Foram convidados 150 profissionais para participar da pesquisa, obtendo-se um retorno de 74 deles, sendo 47 (63,5%) m&eacute;dicos e 27 (36,5%) enfermeiros. Ocorreu a exclus&atilde;o de 76 indiv&iacute;duos devido &agrave; falta de interesse em participar da pesquisa, ao afastamento do trabalho ou ao trancamento da resid&ecirc;ncia no per&iacute;odo de coleta dos dados. Dos inclu&iacute;dos, 44 (59,5%) eram do sexo feminino e trinta (40,5%) do sexo masculino. O tempo de formado variou de um a 35 anos, com m&eacute;dia de 16,63 anos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="#tab01">Tabela 1</a>, o n&uacute;mero de acertos em cada quest&atilde;o por categoria profissional mostra que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente significativa entre m&eacute;dicos e enfermeiros. As quest&otilde;es que tiveram um bom n&uacute;mero de acerto compreendiam os temas: primeira consulta com o dentista, benef&iacute;cios do aleitamento materno, acr&eacute;scimo de a&ccedil;&uacute;car na mamadeira, mamada noturna, consumo de &aacute;gua, resist&ecirc;ncia &agrave; higiene bucal, sa&uacute;de bucal na forma&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de bucal nas consultas de puericultura, equipe de sa&uacute;de bucal det&eacute;m o conhecimento de sa&uacute;de bucal, como realizar a higiene bucal; enquanto as quest&otilde;es sobre aleitamento materno prolongado, f&oacute;rmulas, frequ&ecirc;ncia de recomenda&ccedil;&atilde;o da higiene bucal, qual pasta de dente recomendada, tiveram baixo &iacute;ndice de acertos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n2/a06tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de formado, mais ou menos do que dez anos, apenas nas quest&otilde;es sobre transmissibilidade das bact&eacute;rias da c&aacute;rie, aleitamento e mamadeira noturna, sufici&ecirc;ncia e adequa&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os de educa&ccedil;&atilde;o permanente do SSC-GHC, e per&iacute;odo de nascimento dos primeiros dentes do beb&ecirc;, houve diferen&ccedil;a estatisticamente significativa, como mostra a <a href="#tab02">Tabela 2</a></font><font size="2" face="Verdana">.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n2/a06tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quando separados por categoria profissional em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de formado, mais ou menos do que dez anos, a diferen&ccedil;a estatisticamente significativa na quest&atilde;o transmissibilidade das bact&eacute;rias cariog&ecirc;nicas manteve-se apenas para enfermeiros, enquanto que nas quest&otilde;es sobre aleitamento e mamadeira noturna, sufici&ecirc;ncia e adequa&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os de educa&ccedil;&atilde;o permanente do SSC-GHC, apenas para m&eacute;dicos, conforme a  <a href="#tab03">Tabela 3</a>. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n2/a06tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de acertos para o grupo Conhecimentos profissionais sobre sa&uacute;de bucal na primeira inf&acirc;ncia, a m&eacute;dia dos m&eacute;dicos formados h&aacute; menos de dez anos foi de 36,53 acertos (desvio de 12,04), e para os enfermeiros, 35,11 acertos (desvio de 19,10). J&aacute; os m&eacute;dicos formados h&aacute; mais de dez anos apresentaram m&eacute;dia de 45,58 acertos (desvio de 16,69), e os enfermeiros, 51,38 acertos (desvio de 13,60). No grupo Atitudes profissionais sobre sa&uacute;de bucal na primeira inf&acirc;ncia, a m&eacute;dia de acertos para os m&eacute;dicos formados h&aacute; menos de dez anos foi 79,28 (desvio de 9,09), enquanto para os enfermeiros foi 82,96 (desvio de 12,50). M&eacute;dicos com mais de dez anos de formados tiveram m&eacute;dia de 82,57 acertos (desvio de 17,38), e enfermeiros, 82,05 acertos (desvio de 8,25). O grupo Pr&aacute;ticas profissionais sobre sa&uacute;de bucal na primeira inf&acirc;ncia apresentou como m&eacute;dias de acerto para os formados h&aacute; menos de dez anos 47,25 (desvio de 12,21) para os m&eacute;dicos e 59,08 (desvio de 14,67) para os enfermeiros. M&eacute;dicos com mais de dez anos de formado apresentaram m&eacute;dia de 45,37 acertos (desvio de 9,09), j&aacute; os enfermeiros obtiveram m&eacute;dia de 52,38 acertos (desvio de 16,49). A <a href="#tab04">Tabela 4</a> apresenta esses resultados, todos sem diferen&ccedil;a estatisticamente significativa.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n2/a06tab04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As doen&ccedil;as mais prevalentes nas crian&ccedil;as podem ser prevenidas ou controladas por meio da educa&ccedil;&atilde;o dos pais, ressaltando ser importante que a fam&iacute;lia, em especial a m&atilde;e, inclua em sua rotina h&aacute;bitos adequados de higiene bucal, alimenta&ccedil;&atilde;o, e que evite h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o delet&eacute;rios do beb&ecirc;<sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A sa&uacute;de bucal da crian&ccedil;a pode e deve ser influenciada pelos membros da equipe de sa&uacute;de, principalmente por m&eacute;dicos e enfermeiros, que est&atilde;o em condi&ccedil;&otilde;es ideais para orientar os pais, visto que acompanham o desenvolvimento das crian&ccedil;as rotineiramente<sup>9</sup>, por meio de consultas de puericultura. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em sistemas de sa&uacute;de bem organizados, as informa&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o e a h&aacute;bitos de higiene bucal s&atilde;o tratadas de forma integrada por uma equipe multiprofissional<sup>6</sup>. A incorpora&ccedil;&atilde;o de conhecimentos de sa&uacute;de bucal nas consultas de puericultura e pr&eacute;-natal poderia resultar em maior integralidade do cuidado, aumento da autonomia dos cuidadores e um grande est&iacute;mulo ao uso precoce de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos<sup>6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados do presente estudo mostram ser poss&iacute;vel a integra&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal em suas consultas de puericultura, realizando apenas algumas atualiza&ccedil;&otilde;es em seus conhecimentos, uma vez que na pergunta: "Considero vi&aacute;vel fornecer orienta&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal para o cuidador do beb&ecirc; durante as consultas de puericultura do primeiro ano?", 91,5% (43) dos m&eacute;dicos e 92,6% (25) dos enfermeiros consideraram vi&aacute;vel essa pr&aacute;tica. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Apesar de os m&eacute;dicos terem conhecimento sobre etiologia e preven&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie, eles sentem que seu n&iacute;vel de informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; satisfat&oacute;rio, sugerindo um elevado grau de inseguran&ccedil;a quanto &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o que &eacute; dada aos pais, provavelmente devido &agrave; fragmenta&ccedil;&atilde;o e &agrave; pouca consist&ecirc;ncia das informa&ccedil;&otilde;es recebidas<sup>9</sup>. Ao contr&aacute;rio do estudo citado, 78,7% (37) dos m&eacute;dicos e 66,7% (18) dos enfermeiros participantes desse estudo relatam ter n&iacute;vel de informa&ccedil;&atilde;o satisfat&oacute;rio, entretanto, necessitam de atualiza&ccedil;&otilde;es sobre o tema. As quest&otilde;es que apontaram maior &iacute;ndice de erro e, portanto, necessidades de esclarecimentos foram as relacionadas &agrave; c&aacute;rie dent&aacute;ria, presen&ccedil;a de a&ccedil;&uacute;car em f&oacute;rmulas, frequ&ecirc;ncia de higiene bucal e concentra&ccedil;&atilde;o de fl&uacute;or adequada nos dentifr&iacute;cios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A maioria dos m&eacute;dicos respondeu satisfatoriamente &agrave;s perguntas relacionadas &agrave; sa&uacute;de bucal. Por&eacute;m, apenas 18,8% dos pediatras tinham conhecimento adequado a respeito de todos os assuntos abordados no question&aacute;rio<sup>10</sup>. Esse resultado demonstra que o conhecimento desses profissionais ainda se encontra aqu&eacute;m do esperado, considerando- se que as perguntas exigiam um conhecimento b&aacute;sico a respeito do assunto<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo, os profissionais com mais tempo de formado mostraram um pouco mais de conhecimento em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; transmissibilidade de bact&eacute;rias de m&atilde;e para filho. As bact&eacute;rias s&atilde;o transmitidas da m&atilde;e para o filho, entretanto, est&atilde;o presentes na microbiota bucal, que se mant&eacute;m est&aacute;vel ao longo da vida do hospedeiro<sup>11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em uma vis&atilde;o geral, em sua maioria, os m&eacute;dicos e os enfermeiros participantes do presente estudo mostraram adequados conhecimentos, pr&aacute;ticas e atitudes, contudo, apresentam falhas em alguns pontos, pass&iacute;veis de serem corrigidas por meio de capacita&ccedil;&otilde;es sobre o tema. Na quest&atilde;o referente aos espa&ccedil;os de educa&ccedil;&atilde;o permanente do SSC-GHC, a maioria dos profissionais, independente do tempo de formado, respondeu que as educa&ccedil;&otilde;es permanentes sobre puericultura n&atilde;o s&atilde;o suficientes para instrumentaliz&aacute;- los em rela&ccedil;&atilde;o ao tema sa&uacute;de bucal. Assim, espa&ccedil;os espec&iacute;ficos de discuss&atilde;o sobre sa&uacute;de bucal infantil podem ser potentes para instrumentaliza&ccedil;&atilde;o da equipe multiprofissional na puericultura. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A quest&atilde;o referente ao uso do creme dental indicado pelos profissionais foi a que apresentou mais erros, apenas um m&eacute;dico e dois enfermeiros responderam corretamente. Tendo em vista que houve uma mudan&ccedil;a na recomenda&ccedil;&atilde;o de dentifr&iacute;cio sem fl&uacute;or ou com baixa concentra&ccedil;&atilde;o de fl&uacute;or (500ppm) para dentifr&iacute;cio com alta concentra&ccedil;&atilde;o (1000ppm), urge que os profissionais sejam atualizados sobre as novas recomenda&ccedil;&otilde;es<sup>12,13</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A quest&atilde;o referente ao aleitamento materno prolongado associado &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o complementar, tamb&eacute;m apresentou baixo &iacute;ndice de acertos. Apenas tr&ecirc;s m&eacute;dicos (6,4%) acertaram que esse fator pode contribuir para a ocorr&ecirc;ncia de c&aacute;ries. Nenhum enfermeiro acertou a quest&atilde;o. O aleitamento materno prolongado e associado &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o complementar cariog&ecirc;nica pode favorecer o aparecimento da c&aacute;rie precoce da inf&acirc;ncia<sup>14</sup>. Avaliaram-se crian&ccedil;as que receberam orienta&ccedil;&otilde;es alimentares baseadas nos dez passos da alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o a n&atilde;o introdu&ccedil;&atilde;o precoce da sacarose na dieta, e aquelas que n&atilde;o receberam essas orienta&ccedil;&otilde;es. Como resultado, o grupo que recebeu as informa&ccedil;&otilde;es apresentou menor incid&ecirc;ncia de c&aacute;rie<sup>14</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As respostas da quest&atilde;o "Costumo desestimular o peito/mamadeira &agrave; noite a partir de um ano" mostraram grande &iacute;ndice de acertos, por&eacute;m, os formados h&aacute; mais tempo apresentaram maior percentual de acertos. Os profissionais reconhecem a import&acirc;ncia da suspens&atilde;o da mamada noturna para a preven&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie dent&aacute;ria<sup>14</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A quest&atilde;o referente &agrave;s f&oacute;rmulas que cont&ecirc;m a&ccedil;&uacute;car apresentou baixos &iacute;ndices de acertos. Sete m&eacute;dicos (14,9%) e dois enfermeiros (7,4%) acertaram que as f&oacute;rmulas NAN&reg;, Ninho&reg;, Milupa&reg; e Enfamil &reg; n&atilde;o cont&ecirc;m a&ccedil;&uacute;car. O baixo &iacute;ndice de acertos nessas quest&otilde;es &eacute; preocupante, pois s&atilde;o quest&otilde;es que abordam conhecimentos significativos para a preven&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie dent&aacute;ria e deveriam ser de dom&iacute;nio de todos os profissionais de sa&uacute;de, visto que s&atilde;o temas de f&aacute;cil abordagem com os pais/respons&aacute;veis nas consultas de puericultura, e sua dissemina&ccedil;&atilde;o ajudaria a reduzir a preval&ecirc;ncia de c&aacute;rie precoce da inf&acirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A pergunta com resposta mais insatisfat&oacute;ria foi com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; idade de encaminhamento ao dentista, sendo que 52,8% n&atilde;o encaminhavam, ou recomendavam a visita tardiamente<sup>10</sup>. Para essa quest&atilde;o, no presente estudo, 89,4% dos m&eacute;dicos e 85,2% dos enfermeiros responderam que a primeira consulta deve ocorrer no primeiro ano de vida, seguindo as recomenda&ccedil;&otilde;es do protocolo de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de da Crian&ccedil;a de 0 a 12 anos (2014)<sup>4</sup> do SSC-GHC, institu&iacute;do como pr&aacute;tica institucional e frequentemente revisado pelos profissionais. Os profissionais do servi&ccedil;o responderam que a erup&ccedil;&atilde;o do primeiro dente ocorre por volta dos seis meses, o que indicaria o momento da consulta com o cirurgi&atilde;o-dentista. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A primeira consulta odontol&oacute;gica deveria servir como estrat&eacute;gia para reduzir a preval&ecirc;ncia e a sequela de problemas bucais, bem como os custos com os servi&ccedil;os, porque crian&ccedil;as que visitam o cirurgi&atilde;o-dentista at&eacute; o primeiro ano de vida apresentam menores chances de receber tratamentos odontol&oacute;gicos<sup>15</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Crian&ccedil;as que tem a primeira consulta no primeiro ano de vida t&ecirc;m mais consultas subsequentes para preven&ccedil;&atilde;o do que consultas para realizar tratamento restaurador ou de urg&ecirc;ncia<sup>16</sup>. J&aacute; as que t&ecirc;m a primeira consulta entre 2 e 3 anos, apresentam mais consultas para realizar tratamento restaurador e consultas de urg&ecirc;ncia. Isso pode ser explicado pela motiva&ccedil;&atilde;o dos pais que levaram as crian&ccedil;as no primeiro ano de vida com rela&ccedil;&atilde;o aos cuidados de sa&uacute;de bucal do filho<sup>16</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo, os resultados mostram que 50% dos profissionais recomendam a visita anual ao dentista, j&aacute; a partir do primeiro ano de vida. Os demais recomendam semestralmente, e um profissional recomendou a visita bimestral. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora a efetividade do aconselhamento sobre sa&uacute;de bucal n&atilde;o &eacute; suficientemente estudada, &eacute; recomend&aacute;vel que m&eacute;dicos e enfermeiros estimulem o aleitamento materno, desestimulem enfaticamente a ingest&atilde;o de alimentos comprovadamente cariog&ecirc;nicos, principalmente a&ccedil;&uacute;cares refinados, e recomendem o in&iacute;cio da escova&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria a partir da erup&ccedil;&atilde;o dos primeiros dentes, enfatizando a necessidade de supervis&atilde;o at&eacute; o final da idade escolar<sup>17</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente trabalho teve o intuito de incentivar que as informa&ccedil;&otilde;es referentes a h&aacute;bitos de higiene bucal, de suc&ccedil;&atilde;o delet&eacute;ria (dedo e chupeta) e alimentar, sejam transmitidas nas consultas de puericultura realizadas at&eacute; os seis meses pelo m&eacute;dico e/ ou enfermeiro, simplificando e facilitando a participa&ccedil;&atilde;o e compreens&atilde;o por parte dos pais e/ou respons&aacute;veis, postergando, assim, a consulta odontol&oacute;gica espec&iacute;fica do primeiro ano de vida do beb&ecirc; para o per&iacute;odo de seis a doze meses de idade.</font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados obtidos com este estudo permitem concluir que tanto os m&eacute;dicos como os enfermeiros do Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de Comunit&aacute;ria do GHC t&ecirc;m bons conhecimentos e pr&aacute;ticas referentes &agrave; sa&uacute;de bucal na puericultura. Contudo, foi apontada a necessidade de atualizar os profissionais sobre as mudan&ccedil;as referentes ao tema, pois apresentaram assuntos com inadequados conhecimentos e condutas, com a&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas de educa&ccedil;&atilde;o permanente sobre sa&uacute;de bucal infantil visando &agrave; qualifica&ccedil;&atilde;o e &agrave; atualiza&ccedil;&atilde;o dos profissionais. Essas interven&ccedil;&otilde;es ficariam sob a responsabilidade das equipes de sa&uacute;de bucal inseridas nas equipes, tendo em vista que isso pode qualificar o trabalho interdisciplinar, melhorando o cuidado integral aos pacientes por todos os profissionais de sa&uacute;de que comp&otilde;em as equipes do SSC-GHC. A partir disso, acredita-se que os profissionais m&eacute;dicos e enfermeiros possam assumir as orienta&ccedil;&otilde;es sobre sa&uacute;de bucal nos primeiros seis meses de vida da crian&ccedil;a, deixando a consulta com o cirurgi&atilde;o-dentista para ap&oacute;s o nascimento do primeiro dente, tornando-a mais interessante para a m&atilde;e/cuidador.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Agradecimentos</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Agrade&ccedil;emos aos colegas Mait&ecirc; Bello Jotz, pelo apoio estat&iacute;stico, e Leonardo Fernandes, pela ajuda na coleta de dados.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Costa ICC. Aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica &agrave; gestante na triangula&ccedil;&atilde;o m&eacute;dico-dentista-paciente. Ara&ccedil;atuba/SP &#91;Tese de doutorado em Odontologia Preventiva e Social&#93;. Universidade Estadual Paulista J&uacute;lio de Mesquita Filho; S&atilde;o Paulo; 2000. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2. Finkler M, Oleiniski DMB, Ramos FRS. Sa&uacute;de bucal materno- infantil: um estudo de representa&ccedil;&otilde;es sociais com gestantes. Texto &amp; Contexto Enferm 2014; 13(3):360-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3. Marangon CMLV, organizadora. Diretriz de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da crian&ccedil;a. Curitiba: Secretaria Municipal da Sa&uacute;de; 2012. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4. Lenz ML, Flores R, organizadores. Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da crian&ccedil;a de 0 a 12 anos. Porto Alegre: Grupo Hospitalar Concei&ccedil;&atilde;o; 2014. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">5. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (Brasil). Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Cadernos de aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: sa&uacute;de bucal. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2008. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">6. Camargo MBJ, Barros AJD, Fraz&atilde;o P, Matijasevich A, Santos IS, Peres MA, et al. Preditores da realiza&ccedil;&atilde;o de consultas odontol&oacute;gicas de rotina e por problema em pr&eacute;-escolares. Rev Saude Publica 2012; 46(1):87-97. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">7. Luz PB. C&aacute;rie precoce da inf&acirc;ncia: influ&ecirc;ncia de vari&aacute;veis sociais, psicol&oacute;gicas e comportamentais. &#91;Tese de doutorado em Odontopediatria&#93;. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2014. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">8. Soares IMV, Silva AMRB, Moura LFAD, Lima MDM, Netto OBS, Moura MS. Conduct of pediatricians in relation to the oral health of children. Rev Odontol Unesp 2013; 42(4):266-72. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">9. Freire MCM, Mac&ecirc;do RA, Silva WH. Conhecimentos, atitudes e pr&aacute;ticas dos m&eacute;dicos pediatras em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal. Pesq Odontol Bras 2000; 14(1):39-45. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">10. Ferro RL, Bonow MLM, Romano AR, Torriani DD. Integra&ccedil;&atilde;o entre pediatria e odontopediatria: uma abordagem transdisciplinar na sa&uacute;de bucal infantil. Rev AMRIGS 2011; 55(1):31-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">11. Rosa RT, Gon&ccedil;alves RG, Rosa EAR. Transmissibilidade de estreptococos cariog&ecirc;nicos: uma atualiza&ccedil;&atilde;o conceitual. Rev Clin Pesq Odontol 2005; 1(4):25-37. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">12. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Guia de recomenda&ccedil;&otilde;es para o uso de fluoretos no Brasil. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2009. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">13. Hugo FN, Rosing CK, Araujo FB. Consenso do Simp&oacute;sio sobre Riscos e Benef&iacute;cios de Dentifr&iacute;cios Fluoretados na Primeira Inf&acirc;ncia. Rev Fac Odontol Porto Alegre 2012; 53(3):41-2.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 14. Feldens CA, V&iacute;tolo MR, Drachler ML. A randomized trial of the effectiveness of home visits in preventing early childhood caries. Community Dent Oral Epidemiol 2007; 35:215-23.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 15. Lee JY, Bouwens TJ, Savage MF, Vann WF. Examining the cost-effectiveness of early dental visits. Pediatr Dent 2006; 28(2):102-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">16. Savage MF, Lee JY, Kotch JB, Vann WF. Early preventive dental visits: effects on subsequent utilization and costs. Pediatrics 2004; 114:418-23. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">17. Blank, D. A puericultura hoje: um enfoque apoiado em evid&ecirc;ncias. J Pediatr 2003; 79(1):13-22.</font><font size="2" face="Verdana"></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v20n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Mariana Loch dos Reis <br/>Av. Francisco Trein, 596    <br> Bairro Cristo Redentor <br/>91350-200 Porto Alegre    <br> Rio Grande do Sul, Brasil</font><font size="2" face="Verdana">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:mari_loch@hotmail.com" target="_blank">mari_loch@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 04/02/2015<br/> Aceito: 18/06/2015</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Costa ICC.</collab>
<source><![CDATA[Atenção odontológica à gestante na triangulação médico-dentista-paciente.]]></source>
<year>2000</year>
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<publisher-loc><![CDATA[Araçatuba^eSPSão Paulo SP]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho]]></publisher-name>
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