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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do conhecimento de professores do ensino fundamental da rede particular sobre atendimento imediato de vítima de traumatismo dental]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: To identify the level of knowledge of private elementary school teachers from the city of Patos, PB, Brazil on the immediate assistance of dental trauma victims. Methods: Cross-sectional study with 138 teachers in 36 schools registered at the National Institute of Educational Studies and Research Anísio Teixeira. Data collection was performed by applying a structured questionnaire about immediate child assistance after dental trauma. Data obtained were analyzed using descriptive and bivariate inferential statistics (chi-square test). Results: The age of teachers ranged from 19 to 60 years and most of them were women (96.4%). When asked about experience with first aid to dental trauma victims, only 16.7% said they already had some experience, wherein 43.5% had it by assisting the victims. Most respondents (85.1%) agree that in all cases of trauma, the dentist needs to be consulted, but only 36.9% of the sample believes that the trauma with full alveolar tooth displacement alone brings unfavorable repercussions. Facing avulsion, 44.2% of teachers would brush the tooth and then seek the dentist, and 77.5% of respondents believe that the time for assisting a patient victim of avulsion should be as soon as possible. Conclusions: The results suggest that most of the teachers interviewed do not have enough knowledge on how to proceed in cases of dental trauma because they have not received this type of training or have received little information about it.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento de professores do ensino fundamental da rede particular sobre atendimento imediato de v&iacute;tima de traumatismo dental</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Knowledge assessment of elementary school teachers from the private school network on the immediate assistance of dental trauma victims</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Layanne Soyara Bid&ocirc; Alves <sup>I</sup>; Vicente Jadson Greg&oacute;rio Freitas <sup>II</sup>; Rosana Ara&uacute;jo Rosendo</b></i><b><sup> III</sup>;</b></font><font size="2" face="Verdana"><b> Luciana Ferraz Gominho</b></font><font size="2" face="Verdana"><b><sup> IV</sup></b></font>; <font size="2" face="Verdana"><b>Tassia Cristina de Almeida Pinto-Sarmento <sup>V</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>  Cirurgi&atilde;-dentista, Universidade Federal de Campina Grande, Patos, PB, Brasil    <br> <sup>II</sup> Graduando do curso de Odontologia, Universidade Federal de Campina Grande, Patos, PB, Brasil    <br> <sup>III</sup> Mestra em Diagn&oacute;stico Bucal, professora da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Campina Grande, Patos, PB, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>IV</sup> Doutora em Endodontia, professora da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Campina Grande, Patos, PB, Brasil    <br> <sup>V</sup> Doutora em Odontologia, professora da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Campina Grande, Patos, PB, Brasil    <br> </font>    <br>     <p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resumo</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Objetivo: esta pesquisa objetiva reconhecer o n&iacute;vel de conhecimento dos professores do ensino fundamental da rede particular na cidade de Patos, PB, sobre o atendimento imediato &agrave;s v&iacute;timas de traumatismo dent&aacute;rio. Materiais e m&eacute;todo: foi realizado um estudo transversal com 138 professores, em 36 escolas cadastradas no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira. A coleta de dados foi realizada mediante a aplica&ccedil;&atilde;o de um question&aacute;rio estruturado acerca da conduta imediata com a crian&ccedil;a ap&oacute;s traumatismo dental. Os dados obtidos foram analisados a partir da estat&iacute;stica descritiva e inferencial bivariada (teste Qui-Quadrado). Resultados: a idade dos educadores variou de 19 a 60 anos, com maioria do g&ecirc;nero feminino (96,4%). Quando perguntados sobre a experi&ecirc;ncia com primeiros socorros em v&iacute;tima de trauma dental, apenas 16,7% responderam que j&aacute; tiveram algum tipo de experi&ecirc;ncia. Desses, 43,5% foi no atendimento &agrave; v&iacute;tima. A maioria dos entrevistados (85,1%) concordou que, em todos os casos de trauma, o cirurgi&atilde;o-dentista precisa ser consultado, entretanto, apenas 36,9% da amostra acredita que apenas o trauma com deslocamento total http://dx.doi.org/10.5335/rfo.v20i3.4702 do dente do alv&eacute;olo traz repercuss&otilde;es desfavor&aacute;veis. Frente &agrave; avuls&atilde;o, 44,2% dos professores escovariam o dente e posteriormente procurariam o cirurgi&atilde;o-dentista, e 77,5% dos participantes acreditam que o tempo para o atendimento ao paciente v&iacute;tima de avuls&atilde;o deve ser o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. Conclus&atilde;o: os resultados sugerem que a maioria dos professores entrevistados n&atilde;o tem conhecimento suficiente sobre como proceder em casos de trauma dent&aacute;rio, por n&atilde;o ter recebido esse treinamento ou por ter recebido pouca informa&ccedil;&atilde;o sobre o assunto.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Avuls&atilde;o dent&aacute;ria. Docentes. Traumatologia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Abstract</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objective: To identify the level of knowledge of private elementary school teachers from the city of Patos, PB, Brazil on the immediate assistance of dental trauma victims. Methods: Cross-sectional study with 138 teachers in 36 schools registered at the National Institute of Educational Studies and Research An&iacute;sio Teixeira. Data collection was performed by applying a structured questionnaire about immediate child assistance after dental trauma. Data obtained were analyzed using descriptive and bivariate inferential statistics (chi-square test). Results: The age of teachers ranged from 19 to 60 years and most of them were women (96.4%). When asked about experience with first aid to dental trauma victims, only 16.7% said they already had some experience, wherein 43.5% had it by assisting the victims. Most respondents (85.1%) agree that in all cases of trauma, the dentist needs to be consulted, but only 36.9% of the sample believes that the trauma with full alveolar tooth displacement alone brings unfavorable repercussions. Facing avulsion, 44.2% of teachers would brush the tooth and then seek the dentist, and 77.5% of respondents believe that the time for assisting a patient victim of avulsion should be as soon as possible. Conclusions: The results suggest that most of the teachers interviewed do not have enough knowledge on how to proceed in cases of dental trauma because they have not received this type of training or have received little information about it.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords</B>: Tooth Avulsion. Teachers. Traumatology.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O traumatismo orofacial, que acomete o complexo dentoalveolar e os tecidos moles orais, consiste em um relevante problema de sa&uacute;de p&uacute;blica<sup> 1</sup>, de&agrave; elevada preval&ecirc;ncia, pela abrang&ecirc;ncia de indiv&iacute;duos acometidos em faixas et&aacute;rias, localidades ou ambientes variados e devido &agrave; possibilidade de danos est&eacute;ticos, funcionais e emocionais, tanto aos pacientes como a seus familiares<sup> 2</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As les&otilde;es traum&aacute;ticas aos dentes s&atilde;o comuns nos jovens, principalmente naqueles que s&atilde;o v&iacute;timas de acidentes automobil&iacute;sticos, jogos e esportes em geral<sup> 3</sup>. O trauma dental pode variar de uma pequena fratura de esmalte at&eacute; um extenso dano maxilofacial, envolvendo as estruturas de apoio e/ ou deslocamento dos dentes<sup> 4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Muitos dentes traumatizados s&atilde;o perdidos ou apresentam um progn&oacute;stico sombrio devido &agrave; falta de informa&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o quanto &agrave;s medidas de pronto atendimento adequadas no momento do acidente. A resist&ecirc;ncia ao uso dos equipamentos de seguran&ccedil;a tem-se revelado uma constante caracter&iacute;stica dos brasileiros<sup> 5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tendo em vista que a crian&ccedil;a passa grande parte do tempo na escola e que as atividades esportivas s&atilde;o fatores predisponentes ao traumatismo, um estudo pr&eacute;vio mostrou a forte necessidade da inclus&atilde;o do conhecimento de urg&ecirc;ncia no curr&iacute;culo dos professores escolares6, que s&atilde;o multiplicadores de informa&ccedil;&atilde;o, havendo, dessa forma, interfer&ecirc;ncia positiva na promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e na preven&ccedil;&atilde;o das complica&ccedil;&otilde;es mais severas<sup> 7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um dos fatores que podem determinar baixos &iacute;ndices de procura por atendimento odontol&oacute;gico &eacute; o fato de os reflexos do traumatismo dent&aacute;rio serem pouco conhecidos pela popula&ccedil;&atilde;o. Em se tratando de trauma de baixa severidade e, aparentemente, pouco comprometimento dent&aacute;rio, pode-se, muitas vezes, evidenciar a aus&ecirc;ncia de procura por esse tipo de atendimento. Por&eacute;m, deve-se salientar que, al&eacute;m da import&acirc;ncia do tratamento dos dentes traumatizados em fun&ccedil;&atilde;o de seu alto impacto na qualidade de vida dos indiv&iacute;duos, h&aacute; ainda a possibilidade de ocorr&ecirc;ncia de outras manifesta&ccedil;&otilde;es secund&aacute;rias em longo prazo, como a reabsor&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria<sup> 8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante da import&acirc;ncia de se preparar os professores de crian&ccedil;as e adolescentes para a realiza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos corretos diante de um quadro de traumatismo dent&aacute;rio, torna-se necess&aacute;rio a priori conhecer a realidade desses profissionais, para que seja poss&iacute;vel averiguar as maiores dificuldades e limita&ccedil;&otilde;es de informa&ccedil;&otilde;es adquiridas sobre o tema, para que por meio de trabalhos cient&iacute;ficos seja poss&iacute;vel direcionar esse aprendizado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim sendo, o presente estudo teve como objetivo avaliar o n&iacute;vel de conhecimento dos professores do ensino fundamental I da rede particular de ensino na cidade de Patos, PB, sobre o atendimento imediato de v&iacute;timas de traumatismo dent&aacute;rio em ambiente escolar, a fim de auxiliar as estrat&eacute;gias de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de no fornecimento de informa&ccedil;&otilde;es a esses profissionais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Materiais e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente trabalho trata-se de um estudo transversal do tipo censit&aacute;rio, realizado com 138 educadores das 36 escolas da rede particular de ensino do munic&iacute;pio de Patos, PB. A coleta dos dados foi realizada por meio de um question&aacute;rio estruturado contendo nove perguntas, elaboradas pelos pr&oacute;prios pesquisadores do trabalho, com dados referentes &agrave; forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica, experi&ecirc;ncias pr&eacute;vias sobre o assunto abordado e quest&otilde;es sobre o atendimento imediato de crian&ccedil;as v&iacute;timas de traumatismo dental em ambiente escolar. O per&iacute;odo de coleta e an&aacute;lise dos dados dos participantes foi entre os meses de outubro de 2013 a abril de 2014. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com a Resolu&ccedil;&atilde;o 466/2012 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de, este trabalho foi aprovado pelo comit&ecirc; de &eacute;tica em pesquisa (CAAE 17214613.1.0000.5181) e segue os padr&otilde;es exigidos pela Declara&ccedil;&atilde;o de Helsinque. Previamente &agrave; coleta dos dados, foi explicado aos participantes o objetivo da pesquisa e solicitada sua participa&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A aplica&ccedil;&atilde;o dos question&aacute;rios foi feita nas escolas em que os professores exercem suas atividades, em um momento que fosse conveniente para eles, na tentativa de interferir minimamente na rotina de trabalho dos profissionais e dos alunos. A autenticidade das respostas foi avaliada por meio do m&eacute;todo de face, em que 10% dos entrevistados explicaram as perguntas com suas pr&oacute;prias palavras, o que permite concluir que o instrumento foi bem compreendido pelos participantes<sup> 9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Utilizou-se como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o todos os professores do ensino fundamental I da rede particular de ensino da cidade de Patos, PB, que estavam regularmente trabalhando nas escolas registradas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira e que assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados obtidos neste estudo foram tabulados no programa Statistical Package for Social Sciences, vers&atilde;o 18.0, e s&atilde;o apresentados em formato de tabela, com apresenta&ccedil;&atilde;o de valores absolutos e percentuais. Para a an&aacute;lise estat&iacute;stica dos dados, foi utilizado o teste Qui-Quadrado (n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%).</font><font size="2" face="Verdana"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Da amostra total, participaram do estudo 138 educadores, de 36 escolas pertencentes ao munic&iacute;pio. Foram exclu&iacute;das da pesquisa uma institui&ccedil;&atilde;o de ensino cuja dire&ccedil;&atilde;o recusou a participa&ccedil;&atilde;o no estudo e outra que havia fechado. A idade dos educadores variou entre 19 e 60 anos, com m&eacute;dia de idade de 32 anos (+ 7,99), com predomin&acirc;ncia de indiv&iacute;duos do sexo feminino (96,4%, n = 133). A maioria dos participantes leciona em turmas do 1&ordm; ano (25,4%), como mostra a <a href="#tab01">Tabela 1</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Perguntados sobre a experi&ecirc;ncia com primeiros socorros &agrave; v&iacute;tima de trauma dental, apenas 16,7% relataram ter algum tipo de experi&ecirc;ncia. Desses, um grupo de 43,5% teve experi&ecirc;ncia no atendimento &agrave; v&iacute;tima (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a05tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">No caso da orienta&ccedil;&atilde;o de uma v&iacute;tima de trauma dent&aacute;rio, a maioria dos entrevistados (85,1%) julgou necess&aacute;rio procurar um cirurgi&atilde;o-dentista, independente do trauma ocorrido, enquanto que 13,4% dos educadores julgaram necess&aacute;rio procurar um profissional cirurgi&atilde;o-dentista apenas em casos mais graves (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quando indagados sobre qual tipo de trauma teria repercuss&atilde;o desfavor&aacute;vel no meio bucal, 36,9% afirmaram que seriam apenas os casos de deslocamento total do elemento dent&aacute;rio, 33,6% responderam que o deslocamento parcial do dente pode ter repercuss&atilde;o desfavor&aacute;vel, e 29,5% responderam que apenas o trauma, sem deslocamento dent&aacute;rio, j&aacute; pode apresentar repercuss&atilde;o desfavor&aacute;vel (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao se perguntar sobre o modo de agir e a melhor maneira de armazenar os elementos em casos de avuls&atilde;o dent&aacute;ria, 44,2% escovariam o dente deslocado antes de seguir para o dentista, outros 42,8% dos participantes armazenariam o dente em leite e encaminhariam para o profissional capacitado (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo ideal para procurar atendimento em casos de dentes avulsionados, a maioria (77,5%) respondeu que o tempo ideal seria imediatamente ap&oacute;s o trauma, outros 20,3% declararam n&atilde;o ser primordial o tempo para o atendimento, como apresentado na <a href="#tab02">Tabela 2</a>. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a05tab02.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao se avaliar a influ&ecirc;ncia da vari&aacute;vel sexo dos participantes do estudo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; experi&ecirc;ncia de traumatismo dent&aacute;rio quanto &agrave; experi&ecirc;ncia em primeiros socorros &agrave; v&iacute;tima, ao tempo que um dente pode ficar fora do alv&eacute;olo, &agrave; conduta diante da avuls&atilde;o dent&aacute;ria e &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o em procurar um cirurgi&atilde;o-dentista, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gravidade do caso, n&atilde;o se verificou nenhuma associa&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica entre as vari&aacute;veis analisadas (<a href="#tab03">Tabela 3</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a05tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">De maneira semelhante, ao se investigar a influ&ecirc;ncia da idade dos participantes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; experi&ecirc;ncia com traumatismo dent&aacute;rio e primeiros socorros &agrave; v&iacute;tima, quanto ao tempo que um dente pode ficar fora do alv&eacute;olo, &agrave; conduta diante da avuls&atilde;o dent&aacute;ria e &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o em procurar o cirurgi&atilde;o-dentista, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; gravidade do caso, verificou-se uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa quanto &agrave; experi&ecirc;ncia em primeiros socorros &agrave; v&iacute;tima (p = 0,003), revelando que os participantes mais jovens s&atilde;o aqueles que t&ecirc;m maior experi&ecirc;ncia (<a href="#tab04">Tabela 4</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a05tab04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo, verificou-se homogeneidade na maioria das respostas, o que comprovou o entendimento das quest&otilde;es que comp&otilde;em o question&aacute;rio. Diante dos dados obtidos, sugere-se a clara falta de conhecimento dos professores sobre primeiros socorros em casos de traumatismo dent&aacute;rio, mostrando assim uma defici&ecirc;ncia de conhecimento sobre o assunto, corroborando os dados de Lima<sup> 10</sup> (2010), em que apenas 7,1%, de um total de 212 educadores, apresentaram conhecimento sobre trauma dental. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De maneira semelhante, os dados aqui obtidos concordam com o trabalho de Granville-Garcia et al.<sup> 11</sup> (2007), que entrevistaram 79 professores de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica da cidade de Caruaru, PE, e obtiveram um percentual de 20,3% de participantes que sabiam definir trauma dental, revelando pouco conhecimento sobre o tema. Assim, foi poss&iacute;vel verificar que esses profissionais n&atilde;o est&atilde;o capacitados para um correto atendimento logo ap&oacute;s um trauma dental. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De modo congruente a este trabalho, o estudo de Costa<sup> 12</sup> (2004), avaliando o conhecimento e as atitudes de uma amostra de 177 professores do munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo, SP, verificou que a minoria dos professores tivera alguma experi&ecirc;ncia com trauma dental (23,2% dos entrevistados). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Eacute; imperioso ressaltar a import&acirc;ncia de se levar o aluno v&iacute;tima de trauma imediatamente ao cirurgi&atilde;o-dentista, e de maneira bastante positiva a maioria dos educadores participantes deste estudo demonstraram ter essa consci&ecirc;ncia. Esse achado &eacute; semelhante ao obtido por Lima<sup> 10</sup> (2010), em que a minoria (15,6%) levaria o aluno a um cirurgi&atilde;o-dentista apenas em caso de avuls&atilde;o, e 1,5% relatou n&atilde;o ser necess&aacute;ria essa orienta&ccedil;&atilde;o. Mesmo assim, ainda h&aacute; a necessidade de se orientar mais esses profissionais formadores de opini&atilde;o, para que todos tenham o conhecimento correto, a fim de minimizar os danos &agrave;s v&iacute;timas de trauma. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Lacunas no conhecimento cient&iacute;fico da maioria dos professores foram observadas, pois muitos apresentaram respostas incoerentes e que n&atilde;o correspondiam com o indicado para o caso, como quando indagados sobre o tipo de trauma poss&iacute;vel de causar repercuss&otilde;es desfavor&aacute;veis, a rea&ccedil;&atilde;o em caso de deslocamento dent&aacute;rio e o tempo para atendimento ap&oacute;s o deslocamento do dente. Esses achados s&atilde;o concordantes com o estudo de Cordeiro et al.<sup> 13</sup> (2010), em que foram entrevistadas 58 volunt&aacute;rias, entre diretoras, professoras e ber&ccedil;aristas de creches p&uacute;blicas de refer&ecirc;ncia em aten&ccedil;&atilde;o a crian&ccedil;as provenientes de fam&iacute;lias com situa&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica vulner&aacute;vel em Campina Grande, PB. Quando perguntados quanto aos cuidados com o dente avulsionado, se o dente fosse encontrado, ele seria lavado com &aacute;gua (37,9%) e armazenado em algod&atilde;o seco (20,7%). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m das condi&ccedil;&otilde;es de armazenamento do elemento dent&aacute;rio avulsionado, deve-se atentar para o tempo entre o acidente e o atendimento pelo profissional cirurgi&atilde;o-dentista, o que determina o progn&oacute;stico e as alternativas a serem seguidas no plano de tratamento<sup> 8</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Nota-se, conforme o estudo de Berti<sup> 14</sup> (2011), que a pr&oacute;pria boca &eacute; um dos locais mais preconizados para o armazenamento, devido &agrave;s propriedades da saliva na manuten&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis para as c&eacute;lulas do ligamento periodontal quando lesionadas. Tendo o alv&eacute;olo como melhor meio de armazenamento, tamb&eacute;m podem ser usados, em ordem de prefer&ecirc;ncia, a pr&oacute;pria saliva, o leite e a solu&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados encontrados no presente estudo sugerem que a maioria dos professores entrevistados n&atilde;o tem conhecimento suficiente sobre como proceder em casos de trauma dent&aacute;rio, por n&atilde;o ter recebido esse treinamento ou por ter recebido pouca informa&ccedil;&atilde;o sobre o assunto. De modo similar, Barbosa<sup> 15</sup> (2012), em pesquisa realizada com noventa professores atuantes em escolas p&uacute;blicas da cidade de Piracicaba, SP, documentou que a maioria deles nunca participou de um curso de primeiros socorros (64%) ou nunca recebeu qualquer informa&ccedil;&atilde;o sobre traumatismo dental (63%). Dos 37% que disseram j&aacute; ter recebido algum tipo de informa&ccedil;&atilde;o sobre trauma dental, a maioria obteve tais informa&ccedil;&otilde;es por meio de cursos e palestras (12,23%). Esses percentuais reafirmam a pressuposi&ccedil;&atilde;o de que o conhecimento sobre traumatismo dental ainda &eacute; prec&aacute;rio entre os profissionais da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Percebe-se que os primeiros socorros n&atilde;o s&atilde;o um componente fundamental na forma&ccedil;&atilde;o do professor, visto que j&aacute; foi discutida a sua grande import&acirc;ncia. A falta de informa&ccedil;&atilde;o pode, portanto, levar a um comprometimento de progn&oacute;stico nos casos de reimplante dent&aacute;rio. Os resultados, quanto &agrave; import&acirc;ncia do tempo para o sucesso do tratamento concordam com a afirma&ccedil;&atilde;o de Costa et al.<sup> 16</sup> (2004), em que o progn&oacute;stico &eacute; favor&aacute;vel se o reimplante for realizado em at&eacute; 30 minutos depois do acidente e que o tempo influencia na presen&ccedil;a ou n&atilde;o de reabsor&ccedil;&otilde;es radiculares. Em pesquisa realizada por Berti<sup> 14</sup> (2011), dos 76 entrevistados, 81,57% teriam a iniciativa de conduzir a v&iacute;tima ao dentista imediatamente ap&oacute;s o trauma, resultado compat&iacute;vel com o do presente estudo, e esse &eacute; um fator importante para a defini&ccedil;&atilde;o de um tratamento e de um poss&iacute;vel progn&oacute;stico do caso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi poss&iacute;vel constatar, neste estudo, que, ao ser avaliada a influ&ecirc;ncia das vari&aacute;veis sexo e idade dos participantes, sobre a experi&ecirc;ncia com traumatismo dent&aacute;rio, h&aacute; uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa na rela&ccedil;&atilde;o entre a idade e a experi&ecirc;ncia com os primeiros socorros &agrave; v&iacute;tima de trauma, uma vez que as pessoas mais jovens revelaram ter mais contato com a tem&aacute;tica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Esse contato pode ter acontecido de diversas maneiras, ou com a presta&ccedil;&atilde;o de primeiros socorros propriamente dita, ou com leituras sobre o tema, bem como a viv&ecirc;ncia em palestras abordando as melhores condutas. Assim, pode-se supor que as pessoas mais jovens valorizam mais o assunto e buscam cada vez mais oferecer o melhor para o paciente traumatizado. Nesse contexto, sugere-se que cursos de capacita&ccedil;&otilde;es sejam desenvolvidos, promovendo amplo acesso a todos os profissionais da &aacute;rea que desejem se atualizar, a fim de favorecer o melhor progn&oacute;stico, principalmente, em casos mais severos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">P&ocirc;de-se perceber que, por n&atilde;o ter recebido qualquer informa&ccedil;&atilde;o sobre o assunto, a maioria dos entrevistados teve dificuldade em responder aos question&aacute;rios, o que ficou demonstrado na pouca </font><font size="2" face="Verdana">qualidade das respostas. Prop&otilde;e-se medidas educativas e produ&ccedil;&atilde;o de material educativo voltados para a capacita&ccedil;&atilde;o desses educadores, assim como, posteriormente, a realiza&ccedil;&atilde;o de futuros estudos que possam acompanhar a evolu&ccedil;&atilde;o do conhecimento dos educadores, detectando sempre a ocorr&ecirc;ncia de dificuldades por parte desses profissionais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os professores entrevistados demonstram pouco conhecimento sobre tratamento de urg&ecirc;ncia em casos de traumas dent&aacute;rios, indicando grande necessidade de capacita&ccedil;&atilde;o e acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, para que possa ser feito o manejo inicial adequado do traumatizado, evitando assim o comprometimento do progn&oacute;stico e colaborando para o sucesso do tratamento das les&otilde;es.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Glendor U. Aetiology and risk factors related to traumatic dental injuries &ndash; a review of literature. Dent Traumatol 2009; 25(1):19-31. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2. Colak I, Markovic D, Petrovic B, Peric T, Milenkovic A. A retrospective study of intrusive injuries in primary dentition. Dent Traumatol 2009; 25(6):605-10. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3. Rezende FMC, Gaujac C, Rocha AC, Peres MPSM. A prospective study of dentoalveolar trauma at the Hospital das Cl&iacute;nicas, S&atilde;o Paulo University Medical School. Clinics 2007; 62(2):133-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4. Chan AW, Wong TK, Cheung GS. Lay knowledge of physical health education teachers about the emergency management of dental trauma. Dent Traumatol 2001; 17(2):77-85. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">5. Ferrari CH, Medeiros JMF. Dental trauma and level of information: mouthguard use in different contacts sports. Dent Traumatol 2002; 18(3):144-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">6. Al-jundi SH. Type of treatment, prognosis, and estimation of time spent to manage dental trauma in late presentation cases at a dental teaching hospital: a longitudinal and retrospective study. Dent Traumatol 2004; 20(1):1-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">7. Hanan AS, Costa SK. Conhecimento dos professores de 1&ordf; a 4&ordf; s&eacute;rie de escolas p&uacute;blicas municipais de Manaus/AM frente &agrave; avuls&atilde;o dent&aacute;ria. Pesq Bras Odontoped Clin Integr 2010; 10(11):27-33. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">8. Cortes MIS, Marcenes W, Sheiham A. Impact of traumatic injuries to the permanent teeth on oral health related quality of life of 12-14 year old in Brazilian schoolchildren. Community Dent Oral Epidemiol, Denmark 2002; 30(3):193-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">9. Frankfort-Nachmias C, Nachmias D. Research methods in the social sciences. London: Edward Arnold; 1992. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">10. Lima DC. Traumatismo alv&eacute;olo-dent&aacute;rio: preval&ecirc;ncia em crian&ccedil;as e conhecimento de educadores do ensino fundamental &#91;Tese de Doutorado&%93;. Ara&ccedil;atuba: Faculdade de Odontologia de Ara&ccedil;atuba da Universidade Estadual de Paulista J&uacute;lio de Mesquita Filho; 2010. Dispon&iacute;vel em URL: http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/ bfo/33004021074P1/2010/lima_dc_dr_araca.pdf. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">11. Granville-Garciai AF, Limaii EM, Santosii PG, Menezesiii VA. Avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento dos professores de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica de Caruaru-PE sobre avuls&atilde;o-reimplante. Pesq Bras Odontoped Clin Integr 2007; 7(1):15-20. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">12. Costa ABM. Traumatismos alv&eacute;olo-dent&aacute;rios: avalia&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos e atitudes de uma amostra de professores do ensino fundamental do munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado&%93;. S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo; 2004. Dispon&iacute;vel em URL: http://www.teses.usp.br/ teses/disponiveis/23/23143/tde-02022005-130347/pt-br.php. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">13. Cordeiro PM, Fontes LBC, Granville-Garcia AF, Maciel MAS, Lucas RSCC. Perception of the directors, professors and nursery school professionals of public day-care centers on the orofacial trauma. Rev Odontol Unesp 2010; 39(3):169-73. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">14. Berti M, Furlanetto DLC, Refosco MZ. Avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento de professores do ensino fundamental sobre o tema avuls&atilde;o dent&aacute;ria. Pesq Bras Odontoped Clin Integr 2011; 11(3):381-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">15. Barbosa MTN. Conhecimento dos professores sobre traumatismo dent&aacute;rio em escolas p&uacute;blicas de Piracicaba, SP. &#91;Trabalho de conclus&atilde;o de curso&%93;. S&atilde;o Paulo: Faculdade de Odontologia de Piracicaba; 2012. Dispon&iacute;vel em URL: http://www. bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=000909437. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">16. Costa AJM, Lasserre FS, Westphalen VPD, Deonizio MDA, Silva Neto UX, Sousa MH. Reimplante dent&aacute;rio tardio: relato de caso cl&iacute;nico. Rev Clin Pesq Odontol 2004; 1(2):41-3.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </font><font size="2" face="Verdana">Tassia Cristina de Almeida Pinto-Sarmento     <br>   Rua Ant&ocirc;nio de Sousa Lopes, 120, apto. 1.002 &ndash; Catol&eacute;    <br>   58410-180 Campina Grande, PB    <br>     e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:tassiapinto@yahoo.com.br" target="_blank">tassiapinto@yahoo.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 13/02/15<br/> Aceito: 01/12/15</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<surname><![CDATA[Glendor]]></surname>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Aetiology and risk factors related to traumatic dental injuries - a review of literature]]></article-title>
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