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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prescrição medicamentosa sob a visão de estudantes de Odontologia]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aim: To analyze, among dental students from two public universities in Paraiba, these students' points of view regarding prescription drugs, as well as to verify if the knowledge acquired during their undergraduate studies is sufficient to correctly and safely prescribe medications. Material and Methods: The sample was defined by convenience, corresponding to 132 students enrolled at the Federal University of Paraiba (UFPB) and State University of Paraiba (UEPB), who had already taken the course in pharmacology/therapeutics. The data collection instrument consisted of a questionnaire, which contained objective and subjective questions. For information analysis, a database in Excel was prepared, and descriptive statistics were produced. Results: The students feel the need for diverse information concerning pharmacological knowledge. The main source of information used, and which will be used for prescriptions, is the knowledge acquired during their undergraduate studies and in their medical school textbooks; 58.3% and 85.2% of students from UFPB and UEPB, respectively, deemed the knowledge acquired during their studies insufficient enough to become a prescriber. Conclusion: Dental students from UFPB and UEPB do not feel confident when writing out a prescription. The data emphasizes the need for improvements in academic contents and approaches, together with changes in teaching methodologies.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Prescrições de medicamentos.]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></a><a name="top"/><B>Prescri&ccedil;&atilde;o medicamentosa sob a vis&atilde;o de estudantes de Odontologia</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Drug prescriptions from the viewpoint of dental students</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Priscilla Suassuna Carneiro L&uacute;cio<sup>I</sup>; Ricardo Dias de Castro<sup>II</sup>; Rosimar de Castro Barreto<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <sup>I </sup>Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, Universidade Estadual da Para&iacute;ba (UEPB), Campina Grande, PB, Brasil    <br> <sup>II</sup> Curso de Odontologia, Universidade Federal da Para&iacute;ba (UFPB), Jo&atilde;o Pessoa, PB, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   Contato: prisuassuna@hotmail.com, ricarrdo_castro@yahoo.com.br, rosimar@ccs.ufpb.br</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Autor correspondente</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: Analisar, entre os acad&ecirc;micos de odontologia de duas universidades p&uacute;blicas da Para&iacute;ba, a vis&atilde;o que os mesmos tinham a respeito da prescri&ccedil;&atilde;o de medicamentos, assim como verificar se os conhecimentos adquiridos na gradua&ccedil;&atilde;o s&atilde;o suficientes para o desempenho de uma correta e segura prescri&ccedil;&atilde;o medicamentosa. Materiais e M&eacute;todos: A amostra foi definida por conveni&ecirc;ncia, correspondendo a 132 alunos matriculados na Universidade Federal da Para&iacute;ba (UFPB) e Universidade Estadual da Para&iacute;ba (UEPB), que j&aacute; tivessem cursado a disciplina de farmacologia/terap&ecirc;utica. O instrumento de coleta de dados foi um question&aacute;rio, abordando quest&otilde;es objetivas e subjetivas. Para an&aacute;lise das informa&ccedil;&otilde;es obtidas foi elaborado um banco de dados no programa Excel e realizada estat&iacute;stica descritiva. Resultados: Os acad&ecirc;micos sentem necessidade de diversas informa&ccedil;&otilde;es a respeito de conhecimentos farmacol&oacute;gicos; a principal fonte de informa&ccedil;&atilde;o usada e que usar&aacute; para a prescri&ccedil;&atilde;o, foram os conhecimentos adquiridos na gradua&ccedil;&atilde;o e os livros did&aacute;ticos; 58,3% e 85,4% dos alunos da UFPB e UEPB, respectivamente, consideraram insuficientes os conhecimentos adquiridos na gradua&ccedil;&atilde;o para se tornarem prescritor. Conclus&atilde;o: Verificou-se que os acad&ecirc;micos de odontologia da UFPB e UEPB n&atilde;o se sentem seguros para desempenhar a prescri&ccedil;&atilde;o. Os dados apontam para necessidade de aprimoramento dos conte&uacute;dos acad&ecirc;micos e formas de abordagem, com mudan&ccedil;as nas metodologias de ensino.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Prescri&ccedil;&otilde;es de medicamentos. Estudantes de Odontologia. Farmacologia cl&iacute;nica.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aim: To analyze, among dental students from two public universities in Paraiba, these students' points of view regarding prescription drugs, as well as to verify if the knowledge acquired during their undergraduate studies is sufficient to correctly and safely prescribe medications. Material and Methods: The sample was defined by convenience, corresponding to 132 students enrolled at the Federal University of Paraiba (UFPB) and State University of Paraiba (UEPB), who had already taken the course in pharmacology/therapeutics. The data collection instrument consisted of a questionnaire, which contained objective and subjective questions. For information analysis, a database in Excel was prepared, and descriptive statistics were produced. Results: The students feel the need for diverse information concerning pharmacological knowledge. The main source of information used, and which will be used for prescriptions, is the knowledge acquired during their undergraduate studies and in their medical school textbooks; 58.3% and 85.2% of students from UFPB and UEPB, respectively, deemed the knowledge acquired during their studies insufficient enough to become a prescriber. Conclusion: Dental students from UFPB and UEPB do not feel confident when writing out a prescription. The data emphasizes the need for improvements in academic contents and approaches, together with changes in teaching methodologies.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Uniterms: </B>Drug prescriptions. Dentistry students. Clinical pharmacology.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os medicamentos s&atilde;o vistos como instrumentos auxiliares ao tratamento, capazes de preservar ou restituir a sa&uacute;de do indiv&iacute;duo, desde que condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas sejam oferecidas. O fundamental para a terap&ecirc;utica coadjuvante ao tratamento odontol&oacute;gico &eacute; o correto diagn&oacute;stico da patologia presente, a partir do qual, com base em conhecimentos da farmacologia, pode-se lan&ccedil;ar m&atilde;o dos medicamentos dispon&iacute;veis para o tratamento do paciente<sup>1,2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na odontologia, o cirurgi&atilde;o-dentista se depara com in&uacute;meras situa&ccedil;&otilde;es: infec&ccedil;&otilde;es, dor, inflama&ccedil;&atilde;o, ansiedade, medo, agita&ccedil;&atilde;o, inquietude, entre outros. Por isso &eacute; necess&aacute;rio o uso de diversas classes de medicamentos. No entanto, para que isso se d&ecirc; de forma eficaz, segura e racional &eacute; importante que o profissional esteja familiarizado com as propriedades farmacol&oacute;gicas da droga, tenha recebido informa&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas e aplicadas de qualidade para o ato da prescri&ccedil;&atilde;o, esteja sempre atualizado e considere as condi&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio-econ&ocirc;micas do paciente<sup>3-5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com o Artigo 6&ordm;, Inciso II, da Lei n&ordm; 5.081/66, que regula o exerc&iacute;cio da odontologia, os cirurgi&otilde;es-dentistas t&ecirc;m habilita&ccedil;&atilde;o legal para prescrever e aplicar especialidades farmac&ecirc;uticas de uso interno e externo, indicadas em odontologia, requerendo de forma obrigat&oacute;ria, por parte do profissional, o conhecimento de maneira correta e conveniente das subst&acirc;ncias de que far&aacute; uso<sup>6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Frente &agrave;s complexidades, os acad&ecirc;micos de odontologia se sentem despreparados para prescreverem determinados medicamentos. Para tanto, &eacute; no ambiente acad&ecirc;mico que esta vis&atilde;o deve ser mudada. O profissional que prescreve n&atilde;o deve considerar a farmacologia uma ci&ecirc;ncia b&aacute;sica, mas uma especialidade que realmente represente a viv&ecirc;ncia e pr&aacute;tica da cl&iacute;nica m&eacute;dica. Quando seu desenvolvimento se d&aacute; de forma n&atilde;o cient&iacute;fica e insegura, se estimula um empirismo terap&ecirc;utico, produzindo impacto na qualidade de vida dos pacientes e no atendimento de servi&ccedil;os de sa&uacute;de p&uacute;blica<sup>7-9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante desta problem&aacute;tica, demanda-se um conjunto de a&ccedil;&otilde;es para promo&ccedil;&atilde;o do uso racional e seguro de medicamentos na odontologia, sendo que o estudo se prop&otilde;e a conhecer a realidade sobre o tema para subsidiar a&ccedil;&otilde;es de informa&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o a serem desenvolvidas junto aos futuros profissionais de odontologia. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi realizado um estudo transversal que contou, em determinado momento, com uma abordagem qualitativa<sup>10,11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo foi desenvolvido no per&iacute;odo de junho a novembro de 2009 ap&oacute;s aprova&ccedil;&atilde;o pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Federal da Para&iacute;ba, parecer n&ordm; 0119/2009, de acordo com a Resolu&ccedil;&atilde;o 196/96 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de e a Declara&ccedil;&atilde;o de Helsink. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Universo e Amostra</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> <i>Popula&ccedil;&atilde;o alvo</i></B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Constou de acad&ecirc;micos, de ambos os sexos, regularmente matriculados nos cursos de odontologia da Universidade Federal da Para&iacute;ba (UFPB), Campus I, Jo&atilde;o Pessoa/PB e Universidade Estadual da Para&iacute;ba (UEPB), Campus I, Campina Grande/PB, que j&aacute; tivessem cursado a disciplina de farmacologia/terap&ecirc;utica, correspondendo em ambas as institui&ccedil;&otilde;es do quinto ao d&eacute;cimo per&iacute;odo do curso. Um total de 30 alunos estava matriculado em cada per&iacute;odo, dados, observados e colhidos nas respectivas coordena&ccedil;&otilde;es dos cursos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Sele&ccedil;&atilde;o da Amostra</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A amostra foi definida por conveni&ecirc;ncia, correspondendo &agrave; metade do total de alunos de cada per&iacute;odo (15 alunos), nas institui&ccedil;&otilde;es acima mencionadas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram julgados como crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: ter cursado a disciplina de farmacologia/terap&ecirc;utica, aceita&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria em participar da pesquisa, assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Coleta de dados</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Como instrumento de coleta utilizou-se um question&aacute;rio contendo perguntas objetivas e subjetivas, aplicado por um dos pesquisadores. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Seguiu-se o proposto por Minayo<sup>11</sup>, no tocante ao fato de que questionamento semiestruturado &eacute; aquele que combina perguntas fechadas (estruturadas) e abertas, em que o entrevistado pode discorrer o tema proposto sem respostas ou condi&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-fixadas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As quest&otilde;es objetivas versaram sobre indica&ccedil;&atilde;o e contra-indica&ccedil;&atilde;o medicamentosa, regime posol&oacute;gico e intera&ccedil;&atilde;o medicamentosa; se o aluno j&aacute; tinha praticado alguma prescri&ccedil;&atilde;o no ambiente acad&ecirc;mico e se esta havia sido feita sob supervis&atilde;o do professor. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas quest&otilde;es subjetivas o participante teve um espa&ccedil;o espec&iacute;fico para responder a questionamentos que versaram sobre qual per&iacute;odo do curso estava, em qual(is) per&iacute;odo(s) &eacute;(eram) lecionada(s) a(s) disciplina(s) de farmacologia/terap&ecirc;utica, se as informa&ccedil;&otilde;es obtidas eram suficientes para prescrever um medicamento e, caso n&atilde;o fossem, a que estaria relacionada esta insufici&ecirc;ncia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um estudo piloto com cinco alunos de cada institui&ccedil;&atilde;o, de per&iacute;odos variados, foi realizado para adequa&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica e do instrumento de coleta de dados. Ao final, o question&aacute;rio foi aplicado &agrave; totalidade do referido grupo participante da pesquisa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> An&aacute;lise dos dados</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ap&oacute;s a coleta de dados as respostas dos question&aacute;rios foram dispostas em tabelas, arquivadas no banco de dados constru&iacute;do numa planilha eletr&ocirc;nica (Excel 2007) e analisadas descritivamente.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na UFPB foram aplicados 15 question&aacute;rios em cada per&iacute;odo, entre o quinto e d&eacute;cimo, do curso de odontologia, totalizando 90 question&aacute;rios. Destes, 93,3% foram considerados devidamente preenchidos, de acordo com os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o da pesquisa, e ent&atilde;o avaliados (84 question&aacute;rios). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na UEPB, no per&iacute;odo de coleta de dados, o d&eacute;cimo per&iacute;odo foi exclu&iacute;do da amostra, pois os estudantes estavam no est&aacute;gio rural integrado, fora da cidade. Portanto, foram aplicados 15 question&aacute;rios em cada per&iacute;odo, entre o quinto e nono, totalizando 75 question&aacute;rios. Desses, 64% foram devidamente preenchidos e analisados (48 question&aacute;rios).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na <a href="#tab01">Tabela 1</a> est&atilde;o expressos os resultados com rela&ccedil;&atilde;o aos conte&uacute;dos de farmacologia serem ou n&atilde;o suficientes para preencher os conhecimentos sobre indica&ccedil;&atilde;o e contra-indica&ccedil;&atilde;o medicamentosa, regime posol&oacute;gico e intera&ccedil;&atilde;o medicamentosa. De acordo com a maioria dos alunos da UFPB e UEPB os mesmos s&atilde;o insuficientes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Verificou-se que a maioria dos alunos da UFPB (98,8%) e UEPB (72,9%) j&aacute; prescreveu algum medicamento para um paciente em alguma disciplina cl&iacute;nica (Tabelas <a href="#tab02">2</a> e <a href="#tab03">3</a>). Destas prescri&ccedil;&otilde;es, todos os participantes da UEPB afirmaram que as mesmas foram realizadas sob supervis&atilde;o de professores. J&aacute; na UFPB, 78 alunos relataram que as prescri&ccedil;&otilde;es ocorreram sob supervis&atilde;o dos professores (92,8%) e 5 deles disseram que as prescri&ccedil;&otilde;es aconteceram sem nenhum tipo de orienta&ccedil;&atilde;o (5,95%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47n4/a02tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47n4/a02tab02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47n4/a02tab03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os Gr&aacute;ficos <a href="#graf01">1</a> e <a href="#graf02">2</a> apresentam, respectivamente, as fontes de informa&ccedil;&atilde;o que os alunos da UFPB e UEPB afirmaram usar ou que pretendem usar para a pr&aacute;tica das prescri&ccedil;&otilde;es de medicamentos. Os conhecimentos adquiridos na gradua&ccedil;&atilde;o representaram a op&ccedil;&atilde;o preferida (71,4% na UFPB e 70,8% na UEPB), seguida dos livros did&aacute;ticos e cat&aacute;logos farmac&ecirc;uticos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47n4/a02graf01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47n4/a02graf02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Tanto na UFPB (58,3%) quanto na UEPB (85,4%), a maioria dos acad&ecirc;micos de odontologia n&atilde;o considerou suficiente os conhecimentos adquiridos na gradua&ccedil;&atilde;o para se tornar capaz de prescrever medicamentos (<a href="#tab04">Tabela 4</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47n4/a02tab04.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para os estudantes da UFPB e UEPB, respectivamente, esta insufici&ecirc;ncia estaria relacionada, principalmente &agrave; defici&ecirc;ncias na metodologia de ensino como a falta de teoria acoplada &agrave; pr&aacute;tica (52,3% e 87,5%) (Gr&aacute;fico <a href="#graf03">3</a> e <a href="#graf04">4</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47n4/a02graf03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47n4/a02graf04.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A literatura odontol&oacute;gica mundial &eacute; un&acirc;nime em afirmar que os cirurgi&otilde;es- dentistas prescrevem com grande frequ&ecirc;ncia anti-inflamat&oacute;rios, analg&eacute;sicos e antibi&oacute;ticos9. Por&eacute;m, tamb&eacute;m ressalta que existe concord&acirc;ncia geral de que o odont&oacute;logo est&aacute; mal preparado para a indica&ccedil;&atilde;o e prescri&ccedil;&atilde;o de f&aacute;rmacos para seus pacientes. O profissional deve possuir uma s&eacute;rie de conhecimentos sobre farmacologia e terap&ecirc;utica para uma prescri&ccedil;&atilde;o adequada e racional<sup>7,12-14</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O sistema implantado pelo Food and Drug Administration (FDA) no per&iacute;odo de 1993 a 1998, detectou 5.307 casos de erros de medica&ccedil;&atilde;o, entre m&eacute;dicos e odontol&oacute;gicos. Dentre estes, 68,2% produziram s&eacute;rios danos ao paciente, com fatalidade em 9,8% dos casos. Os tipos mais comuns de erros que induziram &agrave; morte em pacientes foram: regime posol&oacute;gico inadequado (40,9%), incorreta indica&ccedil;&atilde;o medicamentosa (16%) e via de administra&ccedil;&atilde;o errada (9,5%). As causas mais comuns destes erros foram relacionadas &agrave; insufici&ecirc;ncia nos conhecimentos adquiridos com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; posologia, indica&ccedil;&atilde;o medicamentosa, vias de administra&ccedil;&atilde;o (44%) e erros de comunica&ccedil;&atilde;o entre profissional e paciente (15,8%)<sup>15</sup>. Um estudo na Espanha em uma farm&aacute;cia comunit&aacute;ria observou que uma porcentagem relevante de todos os antibi&oacute;ticos eram prescritos devido a infec&ccedil;&otilde;es odontog&ecirc;nicas (11,2%) e que os odont&oacute;logos foram respons&aacute;veis por 6,1% dessas prescri&ccedil;&otilde;es<sup>16</sup>. Al&eacute;m disso, na pr&aacute;tica odontol&oacute;gica &eacute; comum a prescri&ccedil;&atilde;o associada de anti-inflamat&oacute;rios n&atilde;o-esteroidais e antibi&oacute;ticos. No entanto, existem muitas intera&ccedil;&otilde;es potenciais entre essas duas categorias de medicamentos, sendo a mais comum a redu&ccedil;&atilde;o da biodisponibilidade dos antibi&oacute;ticos<sup>17</sup>. Wannmacher et al.<sup>4</sup> ressaltaram que em processos infecciosos, administrar anti-inflamat&oacute;rios em conjunto com antibi&oacute;ticos n&atilde;o &eacute; racional, j&aacute; que a inflama&ccedil;&atilde;o faz parte do mecanismo de defesa do organismo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os cursos de gradua&ccedil;&atilde;o pouco enfatizam a prescri&ccedil;&atilde;o medicamentosa e a associa&ccedil;&atilde;o da farmacologia b&aacute;sica &agrave; pr&aacute;tica odontol&oacute;gica, ocasionando cirurgi&otilde;es-dentistas despreparados para a prescri&ccedil;&atilde;o correta e segura<sup>18</sup>. Para Britto et al.<sup>18</sup> e Wannmacher et al.<sup>4</sup> &eacute; inconceb&iacute;vel a aus&ecirc;ncia ou presen&ccedil;a eventual do professor durante o ato da prescri&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica. Diante do pouco conhecimento farmacol&oacute;gico relatado por alunos e a inseguran&ccedil;a para prescrever pode haver indica&ccedil;&atilde;o de medicamentos de forma inadequada acarretando em tratamentos ineficazes, exacerba&ccedil;&atilde;o ou prolongamento da doen&ccedil;a, desconforto e dano ao paciente, bem como, custo demasiado alto para o indiv&iacute;duo e o sistema de sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A prescri&ccedil;&atilde;o medicamentosa &eacute; uma realidade na pr&aacute;tica cl&iacute;nica do cirurgi&atilde;o-dentista. &Agrave;s vezes, o tratamento mais adequado &eacute; n&atilde;o-medicamentoso, mas quando indicado, devem-se utilizar crit&eacute;rios para seu uso racional<sup>19</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre os diversos fatores que interferem o prescritor no momento da op&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica est&aacute; a fonte de informa&ccedil;&atilde;o a que teve acesso para escolha do medicamento, que deve ser id&ocirc;nea e cient&iacute;fica<sup>12-13,19</sup>. Para Britto et al.<sup>18</sup> e Castilho et al.<sup>7</sup> ao se prescrever com base apenas nas informa&ccedil;&otilde;es obtidas na gradua&ccedil;&atilde;o ou livros did&aacute;ticos, n&atilde;o se considera a grande quantidade de subst&acirc;ncias terap&ecirc;uticas novas que surge a cada dia. Muitas vezes os professores s&atilde;o inconsistentes e contradit&oacute;rios, levando o aluno a aprender com a experi&ecirc;ncia cl&iacute;nica, resultando em pr&aacute;ticas n&atilde;o-racionais<sup>20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atualmente, existe um grande volume de literatura que os profissionais da &aacute;rea de sa&uacute;de t&ecirc;m que assimilar. A partir da dissemina&ccedil;&atilde;o da medicina baseada em evid&ecirc;ncias, os profissionais passaram a ter subs&iacute;dios para prestar o melhor cuidado aos pacientes<sup>20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com Wannmacher et al.<sup>4</sup>, ao se selecionar fontes fidedignas, &eacute;ticas e isentas, se exclui qualquer informa&ccedil;&atilde;o proveniente do produtor de medicamentos, o qual tem interesses comerciais que muitas vezes suplantam os de informar cientificamente. Mesmo artigos e revistas especializadas, consensos, diretrizes nacionais e internacionais podem estar permeados por interesses que n&atilde;o os cient&iacute;ficos. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">H&aacute; uma desmotiva&ccedil;&atilde;o na busca cont&iacute;nua por conhecimentos atuais durante a vida acad&ecirc;mica e profissional, levando a uma estagna&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos e "transcri&ccedil;&atilde;o" do que se obteve na gradua&ccedil;&atilde;o ou na literatura<sup>7,23</sup>. Garbin et al.<sup>9</sup> diz ser inconceb&iacute;vel um profissional "repetidor de bulas". Segundo Batellino<sup>21</sup> e Pepe &amp; Castro<sup>22</sup>, o ideal seria fazer um apanhado de informa&ccedil;&otilde;es de diversas fontes, id&ocirc;neas e atuais, ponderar as mais coerentes e formar a pr&oacute;pria vis&atilde;o cr&iacute;tica e cient&iacute;fica, para que aliada ao bom senso e aos conceitos b&aacute;sicos possa se programar a melhor terap&ecirc;utica para o paciente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para que o cirurgi&atilde;o-dentista racionalize a prescri&ccedil;&atilde;o de medicamentos, &eacute; necess&aacute;rio que perceba sua import&acirc;ncia, entendendo os problemas e a preocupa&ccedil;&atilde;o mundial relacionados &agrave;s pr&aacute;ticas irracionais. Deve conhecer o real papel dos medicamentos no processo de preven&ccedil;&atilde;o e tratamento, bem como, os preceitos sobre a correta sele&ccedil;&atilde;o, indica&ccedil;&atilde;o, intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas, efeitos adversos, controle dos f&aacute;rmacos, entre outros<sup>23</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vila&ccedil;a<sup>13</sup> avaliou os conhecimentos de um total de 307 alunos de uma faculdade de odontologia p&uacute;blica quanto &agrave; prescri&ccedil;&atilde;o de antiinflamat&oacute;rios, analg&eacute;sicos e antibi&oacute;ticos. Em rela&ccedil;&atilde;o ao protocolo de antibioticoterapia profil&aacute;tica para preven&ccedil;&atilde;o da endocardite bacteriana, observouse que os participantes do estudo encontravam-se despreparados para realiz&aacute;-la. Os alunos relataram n&atilde;o saber realizar prescri&ccedil;&otilde;es, apresentando erros tanto na estrutura formal quanto no conte&uacute;do e escolha do medicamento. Britto et al.<sup>18</sup>, em um estudo semelhante, constataram a inseguran&ccedil;a dos acad&ecirc;micos do &uacute;ltimo per&iacute;odo do curso de odontologia para se tornarem prescritores. Relacionaram essa inseguran&ccedil;a ao fato da disciplina de farmacologia ser ministrada no ciclo b&aacute;sico do curso, quando alguns conhecimentos fundamentais para seu entendimento s&atilde;o vistos em paralelo. Al&eacute;m disso, os alunos afirmaram existir uma falta de correla&ccedil;&atilde;o da teoria com a pr&aacute;tica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os conhecimentos de farmacologia, de terap&ecirc;utica medicamentosa e as fontes de informa&ccedil;&atilde;o sobre medicamentos na odontologia n&atilde;o s&atilde;o suficientes para a pr&aacute;tica da boa prescri&ccedil;&atilde;o. Algumas quest&otilde;es que motivariam esta insufici&ecirc;ncia s&atilde;o: a pouca &ecirc;nfase nas mat&eacute;rias b&aacute;sicas, o momento muito inicial em que farmacologia &eacute; abordada na gradua&ccedil;&atilde;o sem posterior acompanhamento ou revis&atilde;o ao longo do curso, o enfoque primordialmente te&oacute;rico, afastado da pr&aacute;tica cl&iacute;nica e a pequena abordagem nos cursos. Tudo isso faz com que se propaguem atos de prescri&ccedil;&atilde;o sem nenhum embasamento concreto da pr&aacute;tica, acarretando s&eacute;rios danos ao bem estar f&iacute;sico do paciente e a sa&uacute;de p&uacute;blica<sup>23</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> CONCLUS&Otilde;ES</B></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   Os acad&ecirc;micos de odontologia da UFPB e UEPB consideraram os conhecimentos adquiridos na gradua&ccedil;&atilde;o sobre farmacologia limitados e insuficientes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Muitos alunos afirmaram desempenhar, em ambiente acad&ecirc;mico, a prescri&ccedil;&atilde;o de medicamento. Segundo relatos, &agrave;s vezes a prescri&ccedil;&atilde;o acontece sem qualquer orienta&ccedil;&atilde;o docente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os conhecimentos adquiridos na gradua&ccedil;&atilde;o e os livros did&aacute;ticos foram considerados a principal fonte de informa&ccedil;&atilde;o sobre medicamentos utilizada para prescri&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados apontam para necessidade de aprimoramento dos conte&uacute;dos acad&ecirc;micos e formas de abordagem, com mudan&ccedil;as nas metodologias de ensino, acoplando a teoria com a pr&aacute;tica. Os acad&ecirc;micos de odontologia com informa&ccedil;&otilde;es e educa&ccedil;&atilde;o adequadas sobre uso de medicamentos podem se conscientizar de seus atos e refletir sobre seu papel profissional na sociedade e no uso de medicamentos em uma perspectiva ampliada.</font></p>        ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> AGRADECIMENTOS</B></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   Agradecemos a cirurgi&atilde;-dentista e amiga, Vanessa de Carvalho Jovito, pela companhia e apoio despendidos durante toda caminhada. Agradecemos tamb&eacute;m ao professor Rosimar de Castro Barreto pelo conhecimento compartilhado, al&eacute;m da presteza e empenho &agrave; conclus&atilde;o deste trabalho. Grande exemplo de compet&ecirc;ncia! A voc&ecirc;s, nosso respeito e admira&ccedil;&atilde;o sempre!</font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Garbin CAS, Garbin AJI, Rovida TAS, Moroso TT, Dossi AP. Conhecimento sobre prescri&ccedil;&atilde;o medicamentosa entre alunos de odontologia: o que sabem os futuros profissionais? Rev Odontol UNESP. 2007; 36:323-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=012361&pid=S1516-0939201100040000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Leonardo MR, Leal JM. Endodontia: tratamento de canais radiculares. 3&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Panamericana; 1998. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Tortomano N, Armonia PL. Guia Terap&ecirc;utico Odontol&oacute;gico. 14&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Santos; 2001. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Wannmacher L, Ferreira MBC. Farmacologia Cl&iacute;nica para Dentistas. 3&ordf; ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2007. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Lima RPC, Gon&ccedil;alves TCA, Proc&oacute;pio ILS, Canavieiras SA. Cuidado com medicamentos: Uma forma de diminuir os riscos de intoxica&ccedil;&atilde;o e o uso irracional. In: Encontro Regional dos Estudantes de Farm&aacute;cia do Nordeste. Jo&atilde;o Pessoa: Universit&aacute;ria UFPB; 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Barreto RC, Pereira GAS. Farmacoterapia na Cl&iacute;nica Odontol&oacute;gica. Jo&atilde;o Pessoa: Universit&aacute;ria UFPB; 2008. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Castilho LS, Paix&atilde;o HH, Perini E. Prescri&ccedil;&atilde;o de medicamentos de uso sist&ecirc;mico por cirurgi&otilde;esdentistas, cl&iacute;nicos gerais. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica. 1999; 33:287-94. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Girotto E, Silva PV. A prescri&ccedil;&atilde;o de medicamentos em um munic&iacute;pio do Norte do Paran&aacute;. Rev Bras Epidemiol. 2006; 9:226-34.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Garbin AJI, Garbin CAS, Saliba TA, Moroso TT. Implica&ccedil;&otilde;es legais da prescri&ccedil;&atilde;o medicamentosa na odontologia. Rev Bras Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de. 2006; 10:151-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Marconi MA, Lakatos EM. Metodologia do trabalho cient&iacute;fico. 6&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Atlas; 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em sa&uacute;de. 7&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Hucitec-ABRASCO; 2000. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Pacheco CMF. Avalia&ccedil;&atilde;o da prescri&ccedil;&atilde;o de medicamentos realizada por cirurgi&otilde;es-dentistas de Belo Horizonte. Rev do CROMG. 2000; 6:118-23. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Vila&ccedil;a EL. Ser&aacute; que os alunos da macro-disciplina de cl&iacute;nica integrada de aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais sabem prescrever: antiinflamat&oacute;rios, analg&eacute;sicos e antibi&oacute;ticos? &#91;tese&#93;. S&atilde;o Paulo: Faculdade de Odontologia da Universidade de S&atilde;o Paulo; 2003. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Sixel PJ. Observa&ccedil;&otilde;es atuais da prescri&ccedil;&atilde;o de medicamentos em odontologia. Rev Bras Odontol. 1995; 52:2-6. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Abramovicius CA. Estudo dos erros de prescri&ccedil;&atilde;o relacionados aos medicamentos utilizados no Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina de Ribeir&atilde;o Preto. &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Ribeir&atilde;o Preto: Faculdade de Medicina de Ribeir&atilde;o Preto da Universidade de S&atilde;o Paulo; 2007. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Machuca GM, Espejo GJ, Gutierrez AL, Herrera CJ. An&aacute;lisis de la prescripci&oacute;n antibi&oacute;tica em uma farm&aacute;cia comunit&aacute;ria. Pharm Care Esp. 2000; 2:411-19.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 17. Poveda Roda R, Bag&aacute;n JV, Bielsa JMS, Pastor EC. Antibiotic use in dental practice: A review. Med.Oral Patol Oral Cir Bucal. 2007; 12:186-92. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Britto TA, Castilho LS, Paix&auml;o HH. Os estudantes de odontologia e a (in) seguran&ccedil;a para prescrever medicamentos. Arq Centro Estud Curso Odontol. 1996; 32:51-64. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de.Uso Racional de los Medicamentos. Informe de La Conferencia de Expertos. Nairobi, 25-29 de noviembre de 1985. Ginebra: Organizaci&oacute;n Mundial de la Salud, 1986. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Ismail IA, Bader JD. Evidence-based dentistry in clinical practice. J Am Dent Assoc. 2004; 135:78- 83. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Batellino LJ. La informaci&oacute;n farmacol&oacute;gica y la actividad m&eacute;dica. Cuadernos M&eacute;dico Sociales. 1985; 34:25-43. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Pepe VL, Castro CG. A intera&ccedil;&atilde;o entre prescritores, dispensadores e pacientes: informa&ccedil;&atilde;o compartilhada como poss&iacute;vel benef&iacute;cio terap&ecirc;utico. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2000; 16:815-22. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Figueiredo, RR. Uso racional de medicamentos na odontologia: conhecimentos, percep&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas. &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Salvador: Instituto de Sa&uacute;de Coletiva da Universidade Federal da Bahia; 2009.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/aodo/v47n4/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Autor correspondente:</b>    <br>   Priscilla Suassuna Carneiro L&uacute;cio    <br> Rua Desportista Aur&eacute;lio Rocha, 422 - Bairro dos Estados     <br>CEP: 58031-000 - Jo&atilde;o Pessoa &ndash; PB - Brasil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br> E-mail: <a href="mailto:prisuassuna@hotmail.com" target="_blank">prisuassuna@hotmail.com</a></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recebido em 16/03/2011 &ndash; Aceito em 17/06/2011</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Conhecimento sobre prescrição medicamentosa entre alunos de odontologia: o que sabem os futuros profissionais?]]></article-title>
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