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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da eficácia de uma atividade educativopreventiva com pré-escolares: estudo piloto de um ensaio clínico randomizado]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aim: The present study aimed to evaluate the effectiveness of an educational-preventive oral health activity involving preschoolers. Materials and Methods: Thirty-eight children, three to five years of age, were randomly allocated into two groups: experimental (EG) and control (CG). The initial visible plaque index (VPI), initial gingival bleeding index (GBI), and dmft index were determined, and a questionnaire was filled out by the parents/guardians. The children from E participated in an educationalpreventive activity (EPA), while those from C did not participate in the activity. The EPA consisted of oral health education and supervised tooth brushing. The outcomes of the final VPI and the final GBI were determined after the fourth week of the study. Descriptive and inferential statistics were performed considering a 5% level of significance. The effect magnitude was calculated in order to compare the groups and different evaluation times. Results: Significant differences could be observed between groups E and C regarding the final VPI and the final GBI (p = 0.005 and 0.004, respectively), which was confirmed by the high effect magnitude for final visible plaque. At the end of the study, a significant reduction in visible plaque was found in E (p = 0.001), as confirmed by the high effect magnitude. In C, significant increases were found in both visible plaque and gingival bleeding at the end of the study (p < 0.001 and p = 0.043, respectively). Conclusion: The educational-preventive activity proved effective in reducing visible plaque and gingival bleeding. However, periodic motivation should be given to maintain oral health. Moreover, the participation of parents/guardians in such actions, in addition to strengthening the results achieved with the children, can favor the entire nuclear family.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Assitência odontológica para crianças]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Avalia&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia de uma atividade educativopreventiva com pr&eacute;-escolares: estudo piloto de um ensaio cl&iacute;nico randomizado</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Evaluation of the effectiveness of an educationalpreventive activity with preschoolers: pilot study for a randomized clinical trial</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>D&eacute;bora Magalh&atilde;es Barreto <sup>I</sup>; Saul Martins Paiva <sup>II</sup>; Maria Let&iacute;cia Ramos-Jorge <sup>III</sup>; Meire Coelho Ferreira <sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <sup>I </sup>Cirurgi&atilde; dentista, Belo Horizonte, MG, Brasil    <br> <sup>II</sup> Departamento de Odontopediatria e Ortodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil    <br> <sup>III</sup> Departamento de Odontologia, Faculdade de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas e da Sa&uacute;de, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, MG, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>IV</sup> Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o, Faculdade de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas e da Sa&uacute;de, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, MG, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   Contato: debelebarreto@hotmail.com, smpaiva@uol.com.br, mlramosjorge@gmail.com, meirecofe@hotmail.com</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Objetivo:</b> Avaliar a efic&aacute;cia de uma atividade educativo-preventiva em sa&uacute;de bucal com pr&eacute;-escolares. <b>Materiais e M&eacute;todos:</b> Trinta e oito crian&ccedil;as, entre 3 e 5 anos, foram, aleatoriamente, designadas para um dos dois grupos: experimental (E) e controle (C). &Iacute;ndice de placa vis&iacute;vel inicial (IPV inicial), de sangramento gengival inicial (ISG inicial), e ceo-d foram determinados, e um question&aacute;rio foi preenchido pelos pais. As crian&ccedil;as do grupo E participaram de atividade educativo-preventiva (AEP) e as do grupo C n&atilde;o participaram de AEP. A AEP contemplou educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal e escova&ccedil;&atilde;o supervisionada. Os desfechos &iacute;ndice de placa vis&iacute;vel final (IPV final) e &iacute;ndice de sangramento gengival final (ISG final) foram medidos ap&oacute;s a 4&ordf; semana do estudo. Estat&iacute;stica descritiva e inferencial foi realizada, considerando o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%. A magnitude de efeito foi calculada para compara&ccedil;&atilde;o de grupos e de momentos distintos. <b>Resultados:</b> Houve uma diferen&ccedil;a significativa entre os grupos C e E para placa vis&iacute;vel e sangramento gengival final (p = 0,005; 0,004, respectivamente), o que foi confirmado por uma magnitude de efeito elevada para placa vis&iacute;vel final. Diminui&ccedil;&atilde;o significativa para placa vis&iacute;vel foi observada ao final do estudo para o grupo E (p = 0,001), confirmado por uma magnitude de efeito elevada. Para o grupo C houve um aumento significativo de placa vis&iacute;vel e sangramento gengival ao final do estudo (p &lt; 0,001; p = 0,043, respectivamente). <b>Conclus&atilde;o:</b> A atividade educativo-preventiva na escola mostrou ser eficaz na redu&ccedil;&atilde;o da placa vis&iacute;vel e do sangramento gengival. No entanto, refor&ccedil;os motivacionais em base regular devem ser realizados objetivando a manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal obtida. A participa&ccedil;&atilde;o dos pais, al&eacute;m de refor&ccedil;ar o trabalho realizado junto &agrave;s crian&ccedil;as, permitir&aacute; que todo o n&uacute;cleo familiar seja favorecido com as a&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Assit&ecirc;ncia odontol&oacute;gica para crian&ccedil;as. &Iacute;ndice de placa dent&aacute;ria. &Iacute;ndice periodontal.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Aim:</b> The present study aimed to evaluate the effectiveness of an educational-preventive oral health activity involving preschoolers. <b>Materials and Methods:</b> Thirty-eight children, three to five years of age, were randomly allocated into two groups: experimental (EG) and control (CG). The initial visible plaque index (VPI), initial gingival bleeding index (GBI), and dmft index were determined, and a questionnaire was filled out by the parents/guardians. The children from E participated in an educationalpreventive activity (EPA), while those from C did not participate in the activity. The EPA consisted of oral health education and supervised tooth brushing. The outcomes of the final VPI and the final GBI were determined after the fourth week of the study. Descriptive and inferential statistics were performed considering a 5% level of significance. The effect magnitude was calculated in order to compare the groups and different evaluation times. <b>Results:</b> Significant differences could be observed between groups E and C regarding the final VPI and the final GBI (p = 0.005 and 0.004, respectively), which was confirmed by the high effect magnitude for final visible plaque. At the end of the study, a significant reduction in visible plaque was found in E (p = 0.001), as confirmed by the high effect magnitude. In C, significant increases were found in both visible plaque and gingival bleeding at the end of the study (p &lt; 0.001 and p = 0.043, respectively). <b>Conclusion:</b> The educational-preventive activity proved effective in reducing visible plaque and gingival bleeding. However, periodic motivation should be given to maintain oral health. Moreover, the participation of parents/guardians in such actions, in addition to strengthening the results achieved with the children, can favor the entire nuclear family.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Uniterms: </B>Dental care for children. Dental plaque index. Periodontal index.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica &eacute; definida como uma atividade sistem&aacute;tica de intera&ccedil;&atilde;o entre seres sociais, configurando uma a&ccedil;&atilde;o exercida sobre o sujeito ou grupo de sujeitos, visando proporcionar neste mudan&ccedil;as que os tornem elementos ativos dessa pr&oacute;pria a&ccedil;&atilde;o exercida<sup>1</sup>. As evid&ecirc;ncias sobre efic&aacute;cia de a&ccedil;&otilde;es educativas em sa&uacute;de bucal mostram que t&ecirc;m um pequeno e tempor&aacute;rio efeito positivo no ac&uacute;mulo de biofilme dental, um efeito impercept&iacute;vel na preven&ccedil;&atilde;o de c&aacute;rie dent&aacute;ria e um efeito positivo e consistente no conhecimento<sup>2</sup>. Estudos t&ecirc;m demonstrado que informa&ccedil;&otilde;es sobre sa&uacute;de bucal associadas a a&ccedil;&otilde;es preventivas, como escova&ccedil;&atilde;o supervisionada e aplica&ccedil;&atilde;o t&oacute;pica de fl&uacute;or, s&atilde;o eficazes na redu&ccedil;&atilde;o de placa vis&iacute;vel e sangramento gengival<sup>3-6</sup>, levando tamb&eacute;m &agrave; redu&ccedil;&atilde;o na experi&ecirc;ncia de c&aacute;rie<sup>7-11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A orienta&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal deve ser institu&iacute;da j&aacute; nos primeiros anos de vida, uma vez que nesta fase as crian&ccedil;as s&atilde;o receptivas e aprendem facilmente<sup>12</sup>. A orienta&ccedil;&atilde;o deve ser estendida aos pais, possibilitando que reforcem junto &agrave;s crian&ccedil;as o conhecimento adquirido<sup>14</sup> e sirvam de guia para a&ccedil;&otilde;es que possam ser revertidas em sa&uacute;de bucal. A associa&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es preventivas possibilita a consolida&ccedil;&atilde;o dos saberes aprendidos assim como age sobre os fatores respons&aacute;veis pelas doen&ccedil;as bucais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A escola exerce papel fundamental na orienta&ccedil;&atilde;o e na forma&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as, o que se estende ao ambiente familiar. A institui&ccedil;&atilde;o de atividades educativo-preventivas para sa&uacute;de bucal na escola, al&eacute;m de ser simples, de f&aacute;cil aplica&ccedil;&atilde;o e baixo custo, &eacute; de grande valor na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as bucais biofilme-dependentes<sup>15</sup>. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar a efic&aacute;cia de uma atividade educativo-preventiva em sa&uacute;de bucal com pr&eacute;-escolares, entre 3 e 5 anos de idade, de uma institui&ccedil;&atilde;o filantr&oacute;pica na regi&atilde;o metropolitana de Belo Horizonte (MG).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Desenho do estudo </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trata-se de um estudo piloto de um ensaio cl&iacute;nico randomizado, cujo estudo definitivo est&aacute; em fase de realiza&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sujeitos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A amostra foi composta por crian&ccedil;as pr&eacute;escolares de 3 a 5 anos de idade, matriculadas em Institui&ccedil;&atilde;o Filantr&oacute;pica na regi&atilde;o metropolitana de Belo Horizonte (MG). Trinta e oito crian&ccedil;as participaram do estudo, sendo alocadas, aleatoriamente, a partir de um sorteio, em dois grupos: experimental (E), que participou de atividades educativo-preventivas (AEP); e controle (C), que n&atilde;o recebeu as referidas atividades durante o per&iacute;odo do estudo. A partir de uma listagem &uacute;nica das crian&ccedil;as, as mesmas foram designadas aleatoriamente aos grupos a partir de um sorteio. N&atilde;o foram considerados sexo e condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal da crian&ccedil;a para composi&ccedil;&atilde;o dos grupos controle e experimental. A aleatoriza&ccedil;&atilde;o partiu da amostra total. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o de crian&ccedil;as no estudo foram aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;as sist&ecirc;micas e do uso de medicamentos. As doen&ccedil;as sist&ecirc;micas consideradas como crit&eacute;rio de exclus&atilde;o foram: doen&ccedil;as infecciosas agudas da inf&acirc;ncia que promovem uma queda da resist&ecirc;ncia org&acirc;nica, como gripe, catapora, rub&eacute;ola e qualquer outra doen&ccedil;a infecciosa que se fizesse presente; febre com causa conhecida ou n&atilde;o; discrasias sangu&iacute;neas (anemias e hemofilia); diabetes mellitus; cardiopatias; febre reum&aacute;tica; e doen&ccedil;as renais. Quanto aos medicamentos, foram considerados os que pudessem alterar o fluxo salivar como anti-histam&iacute;nicos (para alergias); sedativos (para tosse); antiespasm&oacute;dicos (para al&iacute;vio de dores); medicamentos para asma e medicamentos contendo sacarose como xaropes e t&ocirc;nicos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Coleta de dados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dados socioecon&ocirc;micos e demogr&aacute;ficos, de sa&uacute;de geral, e h&aacute;bitos de sa&uacute;de bucal das crian&ccedil;as foram obtidos atrav&eacute;s de um question&aacute;rio estruturado. O question&aacute;rio foi preenchido antes do exame cl&iacute;nico, pelos pais/respons&aacute;veis pelas crian&ccedil;as. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O exame cl&iacute;nico foi executado pela pesquisadora principal (DMB), previamente treinada e calibrada, no in&iacute;cio e 4 semanas ap&oacute;s a institui&ccedil;&atilde;o da AEP. O intervalo de 4 semanas foi escolhido por quest&otilde;es operacionais e por saber que a crian&ccedil;a ainda se mostraria motivada6. O exame cl&iacute;nico foi conduzido em ambiente escolar, sob luz natural.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foi realizada avalia&ccedil;&atilde;o de placa vis&iacute;vel inicial (PV inicial) e sangramento gengival inicial (SG inicial) antes do lanche das crian&ccedil;as, a fim de n&atilde;o interferir nos achados. Para analisar PV foi utilizado espelho cl&iacute;nico e esp&aacute;tula de madeira. Para SG foi utilizado fio dental. O fio dental foi introduzido na superf&iacute;cie interproximal e levado at&eacute; o fundo do sulco. O fio foi movimentado no sentido inciso-gengival, em ambos os lados da papila, e em todos os dentes. Aguardou-se 30 segundos para verificar a presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de SG<sup>16</sup>. Este m&eacute;todo foi escolhido por saber que possibilita uma maior colabora&ccedil;&atilde;o por parte da crian&ccedil;a.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ap&oacute;s avalia&ccedil;&atilde;o de PV e SG inicial, os dentes foram examinados para o &iacute;ndice ceo-d, sendo utilizada gaze, espelho cl&iacute;nico, sonda periodontal do tipo IPC (&Iacute;ndice Periodontal Comunit&aacute;rio) e esp&aacute;tula de madeira. A sonda do tipo IPC teve a finalidade de confirmar evid&ecirc;ncias visuais de les&otilde;es cariosas cavitadas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os crit&eacute;rios para obter o &iacute;ndice de placa vis&iacute;vel (IPV) e o &iacute;ndice de sangramento gengival (ISG) foram aus&ecirc;ncia e presen&ccedil;a<sup>17</sup>. O &iacute;ndice ceo-d foi obtido segundo os crit&eacute;rios da OMS<sup>18</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quatro semanas ap&oacute;s o exame cl&iacute;nico inicial, as crian&ccedil;as dos grupos E e C foram reavaliadas clinicamente para verificar presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de PV e SG. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Interven&ccedil;&otilde;es</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atividade educativa</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ap&oacute;s o exame cl&iacute;nico inicial, a atividade educativa em sa&uacute;de bucal foi realizada junto &agrave;s crian&ccedil;as designadas para o grupo E. Os recursos did&aacute;ticos usados nas atividades educativas foram o teatro com fantoches, brincadeiras interativas, macromodelos, escova e creme dental, e cartazes. Esta atividade teve dura&ccedil;&atilde;o de 60 minutos. As atividades deram &ecirc;nfase a temas como c&aacute;rie dent&aacute;ria, gengivite, escova&ccedil;&atilde;o com creme dental, uso de fio dental e rela&ccedil;&atilde;o da dieta com c&aacute;rie dent&aacute;ria. Linguagem clara e objetiva foi utilizada com o intuito de tornar as crian&ccedil;as atentas, receptivas e motivadas &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de novos h&aacute;bitos para sa&uacute;de bucal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os pais/respons&aacute;veis pelas crian&ccedil;as do grupo E tamb&eacute;m participaram de uma palestra educativa, uma semana ap&oacute;s a atividade preventiva realizada com as crian&ccedil;as. Com aux&iacute;lio de recursos audiovisuais, macro-modelo bucal e escova dental, os pais foram instru&iacute;dos sobre sa&uacute;de bucal e como realizar a escova&ccedil;&atilde;o dos dentes de seus filhos. Os temas abordados foram placa bacteriana, c&aacute;rie dent&aacute;ria, doen&ccedil;as periodontais, escova&ccedil;&atilde;o e uso de fio dental, fluorose e dieta cariog&ecirc;nica. Ao final da palestra, cada respons&aacute;vel recebeu um livro educativo sobre sa&uacute;de bucal para crian&ccedil;as de 0 a 6 anos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A&ccedil;&atilde;o preventiva </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma semana ap&oacute;s a atividade educativa realizada com as crian&ccedil;as do grupo E, as mesmas receberam a&ccedil;&otilde;es preventivas. As crian&ccedil;as receberam um kit contendo escova dental, creme dental fluoretado (1.100 ppmF) e um livro de atividades sobre sa&uacute;de bucal. Escova&ccedil;&atilde;o supervisionada foi realizada individualmente e as crian&ccedil;as foram orientadas para expectorar o creme dental. Esta a&ccedil;&atilde;o foi realizada pela pesquisadora principal (DMB). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As crian&ccedil;as/respons&aacute;veis que n&atilde;o participaram das atividades educativo-preventivas em sa&uacute;de bucal (grupo C) no decorrer da pesquisa, foram contempladas com estas atividades ao final do estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Medidas de desfecho</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os desfechos obtidos foram IPV, ISG e &iacute;ndice ceo-d. O IPV foi obtido atrav&eacute;s do n&uacute;mero de dentes com PV, independente se uma ou ambas as superf&iacute;cies lisas estivessem comprometidas, dividido pelo n&uacute;mero de dentes presentes na cavidade bucal e multiplicado por 100. Para a obten&ccedil;&atilde;o do ISG foi computado o n&uacute;mero de espa&ccedil;os interproximais (para cada dente foi contabilizado um espa&ccedil;o interproximal) com SG, dividido pelo n&uacute;mero de dentes presentes na cavidade bucal e multiplicados por 100 <sup>17</sup>. O &iacute;ndice ceo-d foi obtido a partir da soma dos dentes cariados, com extra&ccedil;&atilde;o indicada e obturados, sendo coletado somente no in&iacute;cio do estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Randomiza&ccedil;&atilde;o e Mascaramento </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O m&eacute;todo usado para gerar a sequ&ecirc;ncia de aloca&ccedil;&atilde;o aleat&oacute;ria foi o sorteio, que ocorreu a partir de uma listagem &uacute;nica das crian&ccedil;as, numerada sequencialmente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O examinador foi mascarado para a avalia&ccedil;&atilde;o inicial e final dos grupos. As crian&ccedil;as n&atilde;o foram mascaradas quanto ao grupo que pertenciam uma vez que as crian&ccedil;as do grupo C n&atilde;o receberam qualquer tipo de interven&ccedil;&atilde;o com efic&aacute;cia conhecida ou que pudesse mascarar o conhecimento pelos participantes dos grupos a que estavam alocados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Calibra&ccedil;&atilde;o e confiabilidade intra e interexaminadores</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O question&aacute;rio foi testado e a calibra&ccedil;&atilde;o foi realizada para as condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas em estudo (PV; dentes dec&iacute;duos cariados, com extra&ccedil;&atilde;o indicada e obturados). A calibra&ccedil;&atilde;o interexaminador foi conduzida por um examinador padr&atilde;o ouro (gold standard), com ampla experi&ecirc;ncia em diagn&oacute;stico bucal. Inicialmente foi realizada uma discuss&atilde;o te&oacute;rica para a orienta&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios de diagn&oacute;stico. Em seguida, diapositivos foram expostos, classificados e as discord&acirc;ncias resolvidas entre o avaliador do estudo e o padr&atilde;o ouro. Seguiu-se a fase cl&iacute;nica para efetuar a calibra&ccedil;&atilde;o intra e inter-examinadores. Para a calibra&ccedil;&atilde;o intra-examinador, o intervalo entre os exames foi de 7 dias<sup>19</sup>. O valor de concord&acirc;ncia Kappa intra-examinador para ceo-d foi 1,0. O valor de concord&acirc;ncia Kappa inter-examinadores para PV e ceo-d foi, respectivamente, de 0,65 e 0,88. O treinamento do examinador para avalia&ccedil;&atilde;o do sangramento gengival foi realizado pelo padr&atilde;o ouro a partir de demonstra&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica de como executar o procedimento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>An&aacute;lise estat&iacute;stica</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados coletados foram submetidos &agrave; an&aacute;lise univariada e bivariada atrav&eacute;s do Statistical Package for Social Sciences (SPSS for Windows, version 15.0, SPSS Inc. Chicago, IL, USA). Para avalia&ccedil;&atilde;o da distribui&ccedil;&atilde;o dos dados, teste de normalidade Shapiro- Wilk foi utilizado e para avaliar a homogeneidade de vari&acirc;ncia, o teste de Levene. Teste t de Student foi utilizado para compara&ccedil;&atilde;o dos grupos quanto &agrave; PV inicial e teste de Mann-Whitney para compara&ccedil;&atilde;o dos grupos quanto ao SG inicial. Para compara&ccedil;&atilde;o de PV inicial e final foi utilizado o teste t de Student pareado (grupo C) e o teste de Wilcoxon (grupo E). Para compara&ccedil;&atilde;o de SG inicial e final foi utilizado o teste de Wilcoxon (grupos C e E). Teste de Mann-Whitney foi utilizado para compara&ccedil;&atilde;o dos grupos quanto &agrave; PV e SG final. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia adotado foi de 5%. Diversos trabalhos apontam os limites da utiliza&ccedil;&atilde;o dos testes tradicionais da hip&oacute;tese nula, ressaltando a relev&acirc;ncia da investiga&ccedil;&atilde;o da magnitude do efeito observada20. Desta forma, a magnitude do efeito (d) foi calculada utilizando o modelo proposto por Cohen20, para diferen&ccedil;as de m&eacute;dias de dois grupos independentes: d=X1 &ndash; X2/s', onde s'=&radic;(s1 2 + s2 2)/2, s1 representa o desvio padr&atilde;o do primeiro grupo (grupo E) e s2 o desvio padr&atilde;o do segundo grupo (grupo C). Considerou-se X1 a m&eacute;dia do primeiro grupo e X2 a m&eacute;dia do segundo grupo. Calculou-se tamb&eacute;m o d para diferen&ccedil;as de m&eacute;dias de &iacute;ndice de placa vis&iacute;vel inicial e final (grupos C e E) e de m&eacute;dias de &iacute;ndice de sangramento gengival inicial e final (grupos C e E). De acordo com os crit&eacute;rios de Cohen20, um valor de d = 0.20 representa uma magnitude de efeito pequena, d = 0.50 indica magnitude de efeito m&eacute;dia e d = 0.80</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v49n3/a02tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> indica magnitude de efeito elevada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O estudo foi executado em concord&acirc;ncia com o Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com Seres Humanos do Hospital Santa Casa de Miseric&oacute;rdia de Belo Horizonte (MG) (Protocol No116/2009), com a Secret&aacute;ria de Sa&uacute;de de Lagoa Santa (MG), com a diretora da Institui&ccedil;&atilde;o filantr&oacute;pica e com o Consentimento informado obtido junto aos pais ou respons&aacute;veis.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De um total de 55 pr&eacute;-escolares matriculados na institui&ccedil;&atilde;o, uma amostra de 38 crian&ccedil;as participou do estudo (taxa de resposta = 69%). Para 10 crian&ccedil;as n&atilde;o houve consentimento dos pais para participar do estudo, 7 foram exclu&iacute;das por usar medicamentos (5) ou apresentar doen&ccedil;a sist&ecirc;mica (2). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados descritivos da amostra s&atilde;o apresentados na <a href="#tab01">Tabela 1</a>. Os grupos E e C mostraramse homog&ecirc;neos para a idade das crian&ccedil;as. A m&eacute;dia de idade do cuidador foi de 30 anos. Cinquenta e cinco por cento das crian&ccedil;as eram filhos &uacute;nicos; 94,7% das crian&ccedil;as tinham a m&atilde;e como a principal cuidadora; e 97,4% das crian&ccedil;as usavam escova infantil. A totalidade das crian&ccedil;as escovava os dentes na escola. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para o grupo C, a m&eacute;dia do ceo-d foi de 0,47 (DP = &plusmn;1,02) e para o grupo E foi de 1,58 (DP = &plusmn;3,08). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A renda familiar m&eacute;dia para a amostra foi de R$1020,24 (DP = &plusmn;579,70). Cinquenta e oito por cento dos cuidadores apresentavam ensino m&eacute;dio completo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O IPV e ISG inicial e final para os grupos s&atilde;o descritos na <a href="#tab02">Tabela 2</a>. Observa-se que o IPV e ISG inicial foram similares entre os grupos, o que &eacute; confirmado pela magnitude de efeito pequena. Ao final do estudo, observa-se uma diferen&ccedil;a significativa entre os grupos E e C, tanto para IPV quanto para ISG, o que se confirmou atrav&eacute;s de magnitude de efeito elevada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">P&ocirc;de-se observar uma redu&ccedil;&atilde;o significativa para PV, atrav&eacute;s do IPV, no grupo E (p = 0,001), o que foi confirmado pela magnitude de efeito elevada. Para o grupo C, houve um aumento significativo de PV (p &lt; 0,001), no entanto, confirmado por magnitude de efeito pequena. Mesmo comportamento se observa para o SG do grupo C (<a href="#tab03">Tabela 3</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A aquisi&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis para sa&uacute;de bucal exige que a&ccedil;&otilde;es educativo-preventivas sejam feitas ao longo da vida21, inclusive na pr&eacute;-escola, fase da vida em que a crian&ccedil;a est&aacute; prop&iacute;cia para a incorpora&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos adequados de higiene e ao aprendizado. Com a realiza&ccedil;&atilde;o dessas a&ccedil;&otilde;es, foi constatada ao final do estudo uma diferen&ccedil;a</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v49n3/a02tab02.jpg">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v49n3/a02tab03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> significativa entre os grupos E e C, tanto para IPV quanto para ISG, o que se confirmou pela magnitude de efeito elevada. Uma diminui&ccedil;&atilde;o significativa de PV e SG para as crian&ccedil;as do grupo E foi confirmada por magnitude de efeito elevada para PV e m&eacute;dia para SG. Os achados s&atilde;o corroborados por outros estudos3-6, nos quais foi tamb&eacute;m avaliado o &iacute;ndice de placa vis&iacute;vel e gengival. Nestes estudos, houve um decr&eacute;scimo nos valores de placa vis&iacute;vel<sup>3-6</sup> e sangramento gengival<sup>3-5</sup>. Diferentemente da presente pesquisa e do estudo de Ramseier et al.<sup>6</sup>, os estudos de Silveira et al.<sup>4</sup>, Zanin et al.<sup>4</sup> e Hochstetter et al.<sup>5</sup> s&atilde;o designados como programas, pois tiveram uma regularidade. Para o grupo C, o qual n&atilde;o foi contemplado inicialmente com atividade educativo-preventiva, observou-se um aumento de PV e de SG ao final do estudo, no entanto, com magnitude de efeito pequena. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal &eacute; necess&aacute;ria para elevar o n&iacute;vel do conhecimento e contribuir com a mudan&ccedil;a de comportamento<sup>2</sup> no indiv&iacute;duo atrav&eacute;s da aquisi&ccedil;&atilde;o de novos h&aacute;bitos. Contudo, essa atividade n&atilde;o pode ser meramente informativa. Um programa educativo em sa&uacute;de bucal, por exemplo, realizado por seis anos consecutivos n&atilde;o mostrou ser eficaz na redu&ccedil;&atilde;o significativa da preval&ecirc;ncia de c&aacute;rie, de placa e gengivite. Ao final do per&iacute;odo de acompanhamento, a preval&ecirc;ncia de c&aacute;rie na denti&ccedil;&atilde;o permanente do grupo interven&ccedil;&atilde;o foi de 40,7% (95% IC; 38,9-42,3%) e no grupo controle foi de 41,3% (95% IC; 37,5-44,9%). A diferen&ccedil;a de 0,61% n&atilde;o foi significativa (p = 0,76). A aparente melhora significativa da sa&uacute;de gengival, expressa pelo &iacute;ndice de sangramento gengival, j&aacute; estava presente no in&iacute;cio do estudo<sup>22</sup>. Segundo os autores, parece ser dif&iacute;cil alcan&ccedil;ar mais redu&ccedil;&atilde;o de c&aacute;rie em uma popula&ccedil;&atilde;o com uma atividade de c&aacute;rie baixa. Para gengivite, o aumento na frequ&ecirc;ncia de escova&ccedil;&atilde;o para a amostra total pode explicar a falta de efeito da interven&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia de escova&ccedil;&atilde;o e, consequentemente, na sa&uacute;de gengival<sup>22</sup>. Diferentemente, o presente estudo utilizou-se de atividade educativa associada &agrave; preven&ccedil;&atilde;o mediante escova&ccedil;&atilde;o supervisionada, de forma que as crian&ccedil;as pudessem compreender pela pr&aacute;tica as a&ccedil;&otilde;es educativas. Uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica realizada por Kay &amp; Locker mostrou que interven&ccedil;&otilde;es em sa&uacute;de dental t&ecirc;m um pequeno efeito positivo, mas tempor&aacute;rio no ac&uacute;mulo de placa e um efeito positivo consistente nos n&iacute;veis de conhecimento sobre sa&uacute;de bucal<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trinta e dois por cento das crian&ccedil;as do presente estudo j&aacute; haviam sido atendidas no servi&ccedil;o p&uacute;blico, o que sugere que tenham participado de a&ccedil;&otilde;es educativo-preventivas, uma vez que o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) preconiza o estabelecimento das mesmas. Um estudo revisando a evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica sobre a efetividade de visitas dentais em idade precoce verificou que as visitas preventivas o mais cedo poss&iacute;vel podem reduzir a necessidade de cuidados emergenciais e restauradores<sup>23</sup>. No entanto, &eacute; importante que os programas estabelecidos sejam regulares na aten&ccedil;&atilde;o ofertada e que as crian&ccedil;as participantes sejam reavaliadas em base regular. Um estudo longitudinal avaliando c&aacute;rie dent&aacute;ria em uma amostra de crian&ccedil;as entre 12 e 30 meses de idade verificou que 11 meses ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o inicial, a preval&ecirc;ncia de c&aacute;rie triplicou, muito embora estas crian&ccedil;as fizessem parte de um programa infantil de cuidado em sa&uacute;de bucal<sup>24</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A participa&ccedil;&atilde;o dos pais em programas educativo-preventivos &eacute; indispens&aacute;vel<sup>8,10,11,14</sup>, uma vez que s&atilde;o co-respons&aacute;veis pela promo&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal de seus filhos<sup>25</sup>. Al&eacute;m de trazer benef&iacute;cios para os pr&oacute;prios, possibilita o refor&ccedil;o das a&ccedil;&otilde;es voltadas aos filhos modificando, assim, comportamentos e, consequentemente, levando a um melhor n&iacute;vel de higiene bucal, condi&ccedil;&atilde;o gengival e redu&ccedil;&atilde;o na preval&ecirc;ncia de c&aacute;rie8. Al&eacute;m disso, o conhecimento adquirido pelos pais e pelas crian&ccedil;as, invariavelmente pode repercutir nas pr&aacute;ticas em sa&uacute;de bucal dos demais membros da fam&iacute;lia. No presente estudo, os cuidadores receberam instru&ccedil;&otilde;es em sa&uacute;de bucal somente na terceira semana ap&oacute;s o in&iacute;cio do estudo, o que sugere que pouca influ&ecirc;ncia exerceu sobre os resultados do estudo. Se os pais tivessem sido contemplados com atividades educativas na mesma semana que suas crian&ccedil;as, provavelmente isto teria contribu&iacute;do para uma maior motiva&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as para as pr&aacute;ticas em sa&uacute;de bucal e, consequentemente, influenciado nos achados da pesquisa. Por quest&otilde;es operacionais isso n&atilde;o foi poss&iacute;vel. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Geralmente &eacute; a m&atilde;e que se responsabiliza pelas quest&otilde;es que envolvem a sa&uacute;de dos filhos, exercendo a fun&ccedil;&atilde;o de formadora de saberes e h&aacute;bitos <sup>21</sup>. A amostra estudada parece reproduzir este padr&atilde;o, tendo em vista a maior participa&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es tanto na pesquisa quanto nas pr&aacute;ticas preventivas efetuadas em casa. Algumas pesquisas t&ecirc;m demonstrado a influ&ecirc;ncia das m&atilde;es no comportamento em sa&uacute;de bucal de suas crian&ccedil;as. Chen<sup>26</sup> constatou uma forte correla&ccedil;&atilde;o positiva entre o comportamento preventivo de m&atilde;es e o de seus filhos, o que sugere um efeito modelador. Outros trabalhos t&ecirc;m identificado uma associa&ccedil;&atilde;o entre h&aacute;bitos de escova&ccedil;&atilde;o das m&atilde;es e a experi&ecirc;ncia de c&aacute;rie de suas crian&ccedil;as <sup>27,28</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As a&ccedil;&otilde;es preventivas iniciadas no ambiente familiar devem ser consolidadas no ambiente escolar. Neste ambiente, os comportamentos adequados s&atilde;o fixados e refor&ccedil;ados pelos professores. Estes, al&eacute;m de respons&aacute;veis pela dissemina&ccedil;&atilde;o do conhecimento, exercem papel ativo na solidifica&ccedil;&atilde;o dos h&aacute;bitos saud&aacute;veis que acompanhar&atilde;o o indiv&iacute;duo por toda a vida. A influ&ecirc;ncia que exercem sobre as crian&ccedil;as deve ser considerada decisiva para o estabelecimento de condutas e h&aacute;bitos saud&aacute;veis. A amostra do estudo permanecia na institui&ccedil;&atilde;o em tempo integral, o que tem possibilitado &agrave; institui&ccedil;&atilde;o exercer tamb&eacute;m seu papel de promotora de sa&uacute;de bucal, j&aacute; que as crian&ccedil;as realizam a escova&ccedil;&atilde;o neste ambiente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Fatores socioecon&ocirc;micos e educativos podem ter influ&ecirc;ncia na sa&uacute;de bucal das crian&ccedil;as<sup>29</sup>. Neste estudo, a maioria dos cuidadores das crian&ccedil;as possu&iacute;a grau de escolaridade acima de oito anos, o que pode ter contribu&iacute;do com os resultados positivos alcan&ccedil;ados para placa e sangramento gengival final no grupo E.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A amostra do estudo revela aspectos positivos quanto aos h&aacute;bitos de higiene bucal, uma vez que 100% das crian&ccedil;as escovavam os dentes no ambiente escolar. Isso se deve a uma exig&ecirc;ncia da institui&ccedil;&atilde;o de que cada crian&ccedil;a leve creme dental e escova. Como as crian&ccedil;as ficavam na institui&ccedil;&atilde;o em tempo integral, isso poderia ter repercutido na higiene bucal. No entanto, &eacute; prov&aacute;vel que os h&aacute;bitos preventivos j&aacute; estabelecidos no ambiente escolar n&atilde;o tiveram influ&ecirc;ncia nos resultados positivos para placa vis&iacute;vel e sangramento gengival final do grupo E, uma vez que as crian&ccedil;as do grupo C tamb&eacute;m realizavam escova&ccedil;&atilde;o na institui&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o tiveram os mesmos resultados que as crian&ccedil;as do grupo E. Os achados sugerem que as a&ccedil;&otilde;es educativas e preventivas realizadas a partir do in&iacute;cio do estudo foram fatores decisivos para os achados no grupo E. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Embora os h&aacute;bitos de escova&ccedil;&atilde;o estivessem presentes para a amostra de crian&ccedil;as, &eacute; preciso ressaltar que para 65,8%, a idade de in&iacute;cio da escova&ccedil;&atilde;o ocorreu a partir de 1 ano de idade. Como a c&aacute;rie dent&aacute;ria afeta crian&ccedil;as em tenra idade e tende a aumentar com a progress&atilde;o da idade<sup>24</sup>, &eacute; importante que pr&aacute;ticas preventivas sejam estabelecidas precocemente. Neste estudo, das 4 crian&ccedil;as do grupo C com ceo-d &ge; 1, tr&ecirc;s iniciaram a escova&ccedil;&atilde;o com 1 ano de idade. Das 5 crian&ccedil;as do grupo E com ceo-d &ge; 1, tr&ecirc;s iniciaram a escova&ccedil;&atilde;o com 1 ano de idade, uma com 2 anos de idade e uma antes de 1 ano de idade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar do h&aacute;bito de escova&ccedil;&atilde;o ser uma pr&aacute;tica no dia a dia da crian&ccedil;a, o uso do fio dental n&atilde;o era utilizado por 84,2% e 52,6% das crian&ccedil;as dos grupos C e E, respectivamente. Isto demonstra que talvez essa pr&aacute;tica em ambiente escolar, por exigir uma maior aten&ccedil;&atilde;o de quem a monitora ou por envolver uma coordena&ccedil;&atilde;o motora mais fina de quem a pratica, esteja fora do alcance. Quanto &agrave; sua pr&aacute;tica em casa, por vezes os pr&oacute;prios pais n&atilde;o tem esse h&aacute;bito. &Eacute; poss&iacute;vel tamb&eacute;m que n&atilde;o seja realizado por demandar tempo e esfor&ccedil;o ou por inseguran&ccedil;a dos pais em execut&aacute;-lo. O fator econ&ocirc;mico n&atilde;o foi cogitado como uma poss&iacute;vel explica&ccedil;&atilde;o para a falta do uso do fio dental, uma vez que a maioria das crian&ccedil;as do grupo C e E usava creme dental infantil e a totalidade das crian&ccedil;as do grupo C e a maioria do grupo E utilizava escova dental infantil. Isto revela que os pais t&ecirc;m conhecimento de instrumentos espec&iacute;ficos para a higiene infantil. De acordo com estudo realizado por Martins et al.30, existe uma influ&ecirc;ncia social na escolha do creme dental, sendo que crian&ccedil;as pertencentes a fam&iacute;lias com uma condi&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica alta tendem a usar dentifr&iacute;cios infantis. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a maioria das crian&ccedil;as de ambos os grupos, a quantidade de creme dental dispensada na escova equivalia &agrave; metade das cerdas da escova. Al&eacute;m disso, 47,4% da amostra engolia creme dental. Isto sugere que os pais, antes da realiza&ccedil;&atilde;o da atividade educativa, ou receberam informa&ccedil;&otilde;es inadequadas a respeito dessas quest&otilde;es ou de fato n&atilde;o as receberam ou, ainda, os pais n&atilde;o fizeram uso das informa&ccedil;&otilde;es sobre o assunto. Quest&otilde;es particulares como tipo e quantidade de creme dental, engolir creme dental e uso do fio dental s&atilde;o aspectos da higiene bucal que necessitam ser esclarecidos junto aos respons&aacute;veis, a fim de prevenir fluorose e c&aacute;rie interproximal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com os resultados constatados neste estudo &eacute; preciso salientar a import&acirc;ncia do registro de placa vis&iacute;vel e sangramento gengival, assim como da condi&ccedil;&atilde;o dental, antes da realiza&ccedil;&atilde;o de um programa educativo-preventivo e de tempos em tempos, de forma a monitorar se as a&ccedil;&otilde;es realizadas t&ecirc;m cumprido seu papel, que &eacute; o de prevenir doen&ccedil;as e agir terapeuticamente sobre doen&ccedil;as em curso. Caso as a&ccedil;&otilde;es n&atilde;o estejam sendo eficazes, &eacute; preciso rever e redirecionar as a&ccedil;&otilde;es de forma a alcan&ccedil;ar o seu objetivo, que &eacute; a sa&uacute;de bucal. Refor&ccedil;os motivacionais devem ser realizados no decorrer das a&ccedil;&otilde;es a fim de perpetuar o controle do biofilme dental e da sa&uacute;de gengival <sup>13,22</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presente estudo tem limita&ccedil;&otilde;es que devem ser reconhecidas. Como se trata de uma investiga&ccedil;&atilde;o preliminar, n&atilde;o foi realizado c&aacute;lculo amostral. Pelo fato da amostra ser de conveni&ecirc;ncia, os resultados n&atilde;o s&atilde;o representativos de uma popula&ccedil;&atilde;o, impedindo que os achados sejam extrapolados. Embora as crian&ccedil;as tenham sido alocadas aleatoriamente aos grupos, garantindo que todas as caracter&iacute;sticas que pudessem confundir a interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados fossem distribu&iacute;das de modo equivalente em cada um dos grupos, as crian&ccedil;as do grupo C n&atilde;o foram assistidas com algum tipo de interven&ccedil;&atilde;o durante o estudo. Estas crian&ccedil;as n&atilde;o receberam uma atividade ao mesmo tempo em que as crian&ccedil;as do grupo E estavam participando de uma atividade educativa para sa&uacute;de bucal. Isto enfraquece a validade interna do estudo, pois n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel assegurar a comparabilidade dos grupos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Quanto ao mascaramento da aloca&ccedil;&atilde;o, vale ressaltar que o avaliador foi cegado para o exame cl&iacute;nico inicial e final. Isto impede a ocorr&ecirc;ncia de vi&eacute;s de aferi&ccedil;&atilde;o e, assim, evita o efeito de qualquer influ&ecirc;ncia sob o julgamento do avaliador. No entanto, as crian&ccedil;as n&atilde;o foram mascaradas quanto ao grupo em que estavam alocadas. Neste caso, &eacute; poss&iacute;vel sugerir que aquelas que receberam a interven&ccedil;&atilde;o se sentiram privilegiadas, o que pode ter sido um fator motivador para que colocassem em pr&aacute;tica os ensinamentos aprendidos sobre sa&uacute;de bucal. Da mesma forma, aquelas que n&atilde;o participaram das atividades educativo-preventivas no in&iacute;cio, provavelmente, se sentiram desestimuladas em faz&ecirc;-lo. Outra limita&ccedil;&atilde;o do estudo &eacute; o curto per&iacute;odo de tempo da atividade educativo-preventiva. Desta forma, a fim de avaliar como os h&aacute;bitos adquiridos se comportam ao longo do tempo, &eacute; necess&aacute;rio que novos estudos de avalia&ccedil;&atilde;o prospectiva, por um per&iacute;odo de tempo maior, sejam realizados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> CONCLUS&Atilde;O</B></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   Os resultados do estudo mostraram que uma atividade educativo-preventiva, em curto prazo, em n&iacute;vel escolar e para pr&eacute;-escolares, &eacute; eficaz na redu&ccedil;&atilde;o de placa vis&iacute;vel e sangramento gengival. No entanto, para que os resultados positivos possam perpetuar, um programa educativo-preventivo deve ser institu&iacute;do. A participa&ccedil;&atilde;o dos pais, al&eacute;m de refor&ccedil;ar a atividade realizada com as crian&ccedil;as, permitir&aacute; que todo o n&uacute;cleo familiar seja favorecido com as a&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> AGRADECIMENTOS</B></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   Agradecemos aos funcion&aacute;rios do Instituto Educacional Alegria do Saber, &agrave;s crian&ccedil;as e seus pais, por permitirem a realiza&ccedil;&atilde;o deste estudo e ao apoio recebido da Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (CAPES), Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Bastos JRM, Peres SHCS, Ramires I. Educa&ccedil;&atilde;o para a sa&uacute;de. In: Pereira AC. Odontologia em sa&uacute;de coletiva: planejando a&ccedil;&otilde;es e promovendo sa&uacute;de. Porto Alegre: Artmed; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=018352&pid=S1516-0939201300030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Kay EJ, Locker D. Is dental health education effective: a systematic review of current evidence. Community Dent Oral Epidemiol. 1996; 24:231- 5. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Silveira JLGC, de Oliveira V, Padilha WWN. Evaluation of reduction of the visible plaque index and of the gum bleeding index in a program of oral health promotion for children. Pesqui Odontol Bras. 2002; 16:32-42. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Zanin L, Meneghim MC, Assaf AV, Cortellazzi KL, Pereira AC. Evaluation of an educational program for children with high risk of caries. J Clin Pediatr Dent. 2007; 31:246-50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Hochstetter AS, Lombardo MJ, D'eramo L, Piovano S, Bordoni N. Effectiveness of a preventive educational programme on the oral health of preschool children. Promot Educ. 2007; 14:155-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Ramseier CA, Leiggener I, Lang NP, Bagramian RA, Inglehart MR. Short-term effects of hygiene education for preschool (kindergarten) children: a clinical study. Oral Health Prev Dent. 2007; 5:19-24.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Schwarz E, Lo ECM, Wong MCM. Prevention of early childhood caries-results of a fluoride toothpaste demonstration trial on chinese preschool children after three years. J Public Health Dent. 1998; 58:12-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Ekstrand KR, Kuzmina IN, Kuzmina E, Christiansen MEC. Two and a half-year outcome of caries-preventive programs offered to groups of children in the Solntsevsky District of Moscow. Caries Res. 2000; 34:8-19. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Rong WS, Bian JY, Wang WJ, Wang JD. Effectiveness of an oral health education and caries prevention program in kindergartens in China. Community Dent Oral Epidemiol. 2003; 31:412-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Andru&scaron;keviciene V, Milciuviene S, Bendoraitiene E, Saldunaite K, Vasiliauskiene I, Slab&scaron;inskiene E, et al. Oral health status and effectiveness of caries prevention programme in kindergartens in Kaunas City (Lithuania). Oral Health Prev Dent. 2008; 6:343-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Wennhall I, Matsson L, Schroder U, Twetman S. Outcome of an oral health outreach programme for preschool children in a low socioeconomic multicultural area. Int J Paediatr Dent. 2008; 18:84-90. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Moura-Leite FR, Ramos-Jorge ML, Bonanato K, Paiva SM, Vale MP, Pordeus IA. Prevalence, intensity and impacto of dental pain in 5-year-old preschool children. Oral Health Prev Dent. 2008; 6:295-301. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Frencken JE, Borsum-Andersson K, Makoni F, Moyana F, Mwashaenyi S, Mulder J. Effectiveness of an oral health education programme in primary schools in Zimbabwe after 3.5 years. Community Dent Oral Epidemiol. 2001; 29:253-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Kowash MB, Pinfield A, Smith J, Curzon MEJ. Effectiveness on oral health of a long-term health education programme for mothers with young children. Br Dent J. 2000; 188:201-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Martins CC, Bonanato KT, Val&eacute;rio DS, Moura Leite FR, Paiva SM, Vale MPP. Effectiveness of an educative techinique on knowledge acquisition on rational use of fluorine by parents. J Dent Sci. 2006; 21:105-11. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Carter H, Barness G. The gingival bleeding index. J Periodontol. 1974; 45:801-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Ainamo J, Bay I. Problems and proposals for recording gingivitis and plaque. Int Dent J. 1975; 25:229-35. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS). Levantamentos b&aacute;sicos em sa&uacute;de bucal. 4. ed. S&atilde;o Paulo: Santos, 1999, 66p. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Peres MA, Traebert J, Marcenes W. Calibra&ccedil;&atilde;o de examinadores para estudos epidemiol&oacute;gicos de c&aacute;rie dent&aacute;ria. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2001; 17:153- 7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Cohen J. Quantitative methods in psychology: a power prime. Psychol Bull. 1992; 112:155-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Figueira TR, Leite ICG. Conhecimentos e pr&aacute;ticas de pais quanto &agrave; sa&uacute;de bucal e suas influ&ecirc;ncias sobre os cuidados dispensados aos filhos. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr. 2008; 8:87-92. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Vanobbergen J, Declerck D, Mwalili S, Martens L. The effectiveness of a 6 year oral health education programme for primary schoolchildren. Community Dent Oral Epidemiol. 2004; 32:173- 82. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Lee JY, Bouwens TJ, Savage MF, Vann Jr WF. Examining the cost-effectiveness of early dental visits. Pediatr Dent. 2006; 28:102-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Scavuzzi AIF, Caldas J&uacute;nior AF, Couto GBL, Vasconcelos MMBV, Soares RPF, Valen&ccedil;a PAM. Longitudinal study of dental caries in Brazilian children aged from 12 to 30 months. Int J Paediatr Dent. 2007; 17:123-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Alves MC, Volschan BCG, Haas NA. Educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal: sensibiliza&ccedil;&atilde;o dos pais de crian&ccedil;as atendidas na cl&iacute;nica integrada de duas universidades privadas. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr. 2004; 4:47-51. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Chen MS. Children's preventive dental behavior in relation to their mothers' socioeconomic status, health beliefs and dental behaviours. ASDC J Dent Child. 1986; 53:105-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Mattila ML, Rautava P, Sillanpaa M, Paunio P. Caries in five-year-old children and associations with family-related factors. J Dent Res. 2000; 79:875-81. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Mohebbi SZ, Virtanen JI, Murtomaa H, Vahid- Golpayegani M, Vehkalahti MM. Mothers as facilitators of oral hygiene in early childhood. Int J Paediatr Dent. 2008; 18:48-55.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 29. Bonanato K, Pordeus IA, Moura-Leite FR, Ramos-Jorge ML, Vale MP, Paiva SM. Oral disease and social class in a random sample of five-year-old preschool children in a Brazilian city. Oral Health Prev Dent. 2010; 8:125-32. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">30. Martins CC, Oliveira MJ, Pordeus IA, Cury JA, Paiva SM. Association between socioeconomic factors and the choice of dentifrice and fluoride intake by children. Int J Environ Res Public Health. 2011; 8:4284-99.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<source><![CDATA[Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e promovendo saúde]]></source>
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