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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Procedimentos de ensino adotados no curso de graduação em Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais: uma análise documental]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aim: This study aimed to analyze educational procedures cited by professors in teaching plans. Methods: A document study was conducted using data collected between April and May 2015. Thirty teaching plans were randomly selected and analyzed, representing 53.6% of the mandatory classes. The educational components were grouped into individual and interactive procedures based on literature in the field of education. Results: Individual and interactive procedures were cited in 24 plans (80%), with lecture classes and discussions accounting for 96.7% and 53.3% of these plans, respectively. Little diversification was found in the educational procedures traditionally employed in higher education. Conclusion: The little diversity in the methods employed may signify difficulties on the part of professors regarding knowledge on the dynamics of different teaching strategies and learning. The present findings demonstrate that educational planning should be a permanent activity, as it implies the rethinking of educational practices on the part of professors.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Procedimentos de ensino adotados no curso de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais: uma an&aacute;lise documental</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Educational procedures employed in the undergraduate course in Dentistry of the Federal University of Minas Gerais: a document analysis</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Maria In&ecirc;s Barreiros Senna <sup>I</sup>; Bianca R&uuml;ckert <sup>II</sup>; Maria Jos&eacute; Batista Pinto <sup>III</sup>; Simone Dutra Lucas <sup>IV</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <sup>I </sup>Departamento de Cl&iacute;nica, Patologia e Cirurgia Odontol&oacute;gicas, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG    <br> <sup>II</sup> Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Coletiva, Centro de Pesquisas Ren&eacute; Rachou, Belo Horizonte, MG    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>III</sup> Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o, Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, RJ    <br> <sup>IV</sup> Departamento de Odontologia Social e Preventiva, Faculdade de Odontologia, UFMG, Belo Horizonte, MG</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   Contatos: mibsenna@hotmail.com, biaruckert@yahoo.com.br, maria1901@gmail.com, simonedlucas@gmail.com</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: Analisar os procedimentos de ensino citados pelos professores nos planos de ensino. Material e M&eacute;todos: Trata-se de um estudo documental cujos dados foram coletados de abril a maio de 2015. Foram analisados 30 planos representando 53,6% das disciplinas obrigat&oacute;rias, cuja sele&ccedil;&atilde;o se deu por meio de sorteio. Os procedimentos de ensino foram agrupados em individuais e interativos, de acordo com a literatura da &aacute;rea de did&aacute;tica. Resultados: Verificou-se que em 24 planos (80,0%) foram citados procedimentos de ensino individuais e interativos, destacando-se a aula expositiva com 96,7% e a discuss&atilde;o (53,3%), respectivamente. Observa-se uma pequena diversifica&ccedil;&atilde;o de procedimentos de ensino com uma concentra&ccedil;&atilde;o em procedimentos tradicionalmente j&aacute; adotados no ensino superior. Conclus&atilde;o: A pouca diversidade das metodologias encontradas pode significar dificuldades dos professores no conhecimento das din&acirc;micas de diferentes estrat&eacute;gias de ensino e aprendizagem. Os resultados apontam que o planejamento did&aacute;tico deve se configurar como uma atividade permanente, pois implica em a&ccedil;&atilde;o refletida do professor, de reelabora&ccedil;&atilde;o de sua pr&aacute;tica educativa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Ensino. Odontologia. Curr&iacute;culo. Metodologia.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aim: This study aimed to analyze educational procedures cited by professors in teaching plans. Methods: A document study was conducted using data collected between April and May 2015. Thirty teaching plans were randomly selected and analyzed, representing 53.6% of the mandatory classes. The educational components were grouped into individual and interactive procedures based on literature in the field of education. Results: Individual and interactive procedures were cited in 24 plans (80%), with lecture classes and discussions accounting for 96.7% and 53.3% of these plans, respectively. Little diversification was found in the educational procedures traditionally employed in higher education. Conclusion: The little diversity in the methods employed may signify difficulties on the part of professors regarding knowledge on the dynamics of different teaching strategies and learning. The present findings demonstrate that educational planning should be a permanent activity, as it implies the rethinking of educational practices on the part of professors.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Uniterms: </B>Teaching. Dentistry. Curriculum. Methodology.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Lei de Diretrizes e Bases da Educa&ccedil;&atilde;o (LDB/96) extinguiu os curr&iacute;culos m&iacute;nimos e criou a necessidade de elabora&ccedil;&atilde;o de Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN). Para os cursos de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, as DCN se encontram em vig&ecirc;ncia desde 2002 e foram constru&iacute;das tomando como refer&ecirc;ncia as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de sa&uacute;de e as transforma&ccedil;&otilde;es no mundo do trabalho. Neste contexto se iniciou, em 2004, o processo de discuss&atilde;o da mudan&ccedil;a curricular da Faculdade de Odontologia da UFMG, cuja implanta&ccedil;&atilde;o ocorreu no segundo semestre de 2013. As autoras do processo de constru&ccedil;&atilde;o do novo curr&iacute;culo consideram que: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Ele &eacute; fruto de um longo debate, impasses, contradi&ccedil;&otilde;es e tens&otilde;es, assim como tamb&eacute;m das converg&ecirc;ncias e consensos no campo da forma&ccedil;&atilde;o profissional em Odontologia. &Eacute; um produto que representa as concep&ccedil;&otilde;es, os limites e tamb&eacute;m as supera&ccedil;&otilde;es da FOUFMG"<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> A proposta curricular do curso de Odontologia da UFMG: aspectos conceituais</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A elabora&ccedil;&atilde;o do novo curr&iacute;culo do curso de gradua&ccedil;&atilde;o foi influenciada por dois principais referenciais: um externo: as DCN e outro interno: as diretrizes para os curr&iacute;culos de gradua&ccedil;&atilde;o da UFMG<sup>1</sup>. As DCN contribu&iacute;ram com a defini&ccedil;&atilde;o do perfil do egresso e das compet&ecirc;ncias gerais e espec&iacute;ficas que devem ser desenvolvidas durante a forma&ccedil;&atilde;o e as diretrizes da UFMG permitiram a constru&ccedil;&atilde;o de distintos percursos curriculares, por meio da flexibiliza&ccedil;&atilde;o<sup>2,3</sup>. Al&eacute;m disso, foram estabelecidos princ&iacute;pios norteadores para o desenvolvimento curricular apresentados no <a href="#quad01">quadro 1</a>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v51n3/a02quad01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ao analisar os princ&iacute;pios epistemol&oacute;gicos e did&aacute;ticos pedag&oacute;gicos da proposta curricular considerase que se encontra latente uma abordagem pedag&oacute;gica que busca uma forma&ccedil;&atilde;o que abarca as diversas dimens&otilde;es humanas<sup>4</sup>. Trata-se, pois, das dimens&otilde;es convencionadas pela Confer&ecirc;ncia Mundial de Educa&ccedil;&atilde;o5: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver, conforme esquematizado na <a href="#fig01">figura 1</a>. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v51n3/a02fig01.jpg">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essas dimens&otilde;es se desdobram numa concep&ccedil;&atilde;o de forma&ccedil;&atilde;o que tem os sujeitos (alunos e professores) como chave do processo de ensino, sendo fundamental uma intera&ccedil;&atilde;o formativa n&atilde;o s&oacute; no &acirc;mbito acad&ecirc;mico, mas tamb&eacute;m no cultural, pessoal e profissional<sup>4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A matriz curricular est&aacute; organizada em m&oacute;dulos, que s&atilde;o unidades que articulam conte&uacute;dos da forma&ccedil;&atilde;o profissional alocados em disciplinas, com o objetivo de facilitar a sua integra&ccedil;&atilde;o, permitir maior comunica&ccedil;&atilde;o entre as equipes docentes e propiciar a identifica&ccedil;&atilde;o de quest&otilde;es pertinentes ao desenvolvimento curricular. A matriz curricular abrange 56 disciplinas obrigat&oacute;rias organizadas em oito m&oacute;dulos6. A distribui&ccedil;&atilde;o das disciplinas por m&oacute;dulo est&aacute; apresentada no <a href="#quad02">quadro 2</a>. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v51n3/a02quad02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> O processo de elabora&ccedil;&atilde;o dos planos de ensino das disciplinas</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com a consolida&ccedil;&atilde;o do registro da nova proposta curricular, viu-se a necessidade de forma&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica para operacionalizar as mudan&ccedil;as, o que levou &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o de um espa&ccedil;o de forma&ccedil;&atilde;o docente, iniciado durante o primeiro semestre de 2011, com a realiza&ccedil;&atilde;o de oficinas pedag&oacute;gicas e contrata&ccedil;&atilde;o de assessoria<sup>1</sup>. Neste processo, chama aten&ccedil;&atilde;o, que em uma das oficinas realizadas em 2012, os produtos esperados eram os novos planos de ensino das disciplinas, constru&iacute;dos de forma coletiva pelas equipes docentes e tal experi&ecirc;ncia foi considerada in&eacute;dita para a maioria dos professores<sup>1</sup>. Para elabora&ccedil;&atilde;o dos planos de ensino foi proposto um formul&aacute;rio-padr&atilde;o, de acordo com os elementos preconizados por diferentes autores<sup>7,8</sup> a saber: identifica&ccedil;&atilde;o da disciplina, m&oacute;dulo, equipe docente, carga hor&aacute;ria; pr&eacute; requisitos; ementa; objetivos; conte&uacute;dos; procedimentos de ensino e cronograma; recursos materiais e infra estrutura; avalia&ccedil;&atilde;o e refer&ecirc;ncias. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O planejamento do ensino &eacute; a etapa que se desenvolve em n&iacute;vel mais concreto e est&aacute; a cargo principalmente dos professores. Neste sentido, nos parece que eleg&ecirc;-lo como eixo central da forma&ccedil;&atilde;o e trabalho docente &eacute; uma estrat&eacute;gia muito adequada, pois consideramos que implica, especialmente, em uma a&ccedil;&atilde;o refletida: o professor reelaborando permanentemente sua pr&aacute;tica educativa<sup>7</sup>, possibilitando um trabalho mais significativo e transformador em sala de aula, na escola e na sociedade<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A &ecirc;nfase no processo de elabora&ccedil;&atilde;o dos planos de ensino era repensar o fazer cotidiano dos docentes. Pois, concordamos quando se afirma, que o plano de disciplina. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"constitui um marco de refer&ecirc;ncia para as a&ccedil;&otilde;es voltadas para o alcance dos objetivos da disciplina e representa tamb&eacute;m um instrumento para identificar a rela&ccedil;&atilde;o da disciplina com as disciplinas afins e com o curso tomado de forma global."<sup>8</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m disso, concordamos tamb&eacute;m que o planejamento &eacute; o momento em que o professor evoca para a sua pr&aacute;tica as suas cren&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos determinantes da profiss&atilde;o docente: concep&ccedil;&atilde;o de educa&ccedil;&atilde;o, de forma&ccedil;&atilde;o profissional, de perfil acad&ecirc;mico, de sociedade, de ensino-aprendizagem<sup>10</sup>. Os referidos autores consideram que o conte&uacute;do e a forma do planejamento s&atilde;o uma maneira eficiente de se reconhecer no professor o seu perfil como agente educativo e pol&iacute;tico, al&eacute;m do seu aspecto t&eacute;cnico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A doc&ecirc;ncia exige dom&iacute;nio do m&eacute;todo de ensino<sup>11</sup>. O m&eacute;todo de ensinar e de fazer aprender inicialmente depende da vis&atilde;o de ci&ecirc;ncia, de conhecimento e de saber escolar do professor<sup>11</sup>. No entanto, a doc&ecirc;ncia envolve saberes cuja especificidade n&atilde;o reside apenas em apropriar-se de uma t&eacute;cnica ou conte&uacute;do. &Eacute; um saber complexo porque envolve a dimens&atilde;o global da forma&ccedil;&atilde;o humana. E esse saber s&oacute; se concretiza na atua&ccedil;&atilde;o do professor, exigindo intr&iacute;nseca rela&ccedil;&atilde;o teoria e pr&aacute;tica<sup>12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A aula universit&aacute;ria &eacute; o espa&ccedil;o onde o professor faz o que sabe, o que sente e se posiciona quanto &agrave; concep&ccedil;&atilde;o de sociedade, de homem, de educa&ccedil;&atilde;o, de escola, de aluno e de seu pr&oacute;prio papel<sup>13</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de tem sido pautada pelo uso de metodologias conservadoras na qual o processo de ensino-aprendizagem tem se restringido, muitas vezes, &agrave; reprodu&ccedil;&atilde;o do conhecimento, onde o docente assume um papel de transmissor de conte&uacute;dos, ao passo que, ao discente, cabe a reten&ccedil;&atilde;o e repeti&ccedil;&atilde;o dos mesmos<sup>14</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Deve-se construir uma "pr&aacute;tica pedag&oacute;gica &eacute;tica, cr&iacute;tica, reflexiva e transformadora", que ultrapasse a perspectiva instrumental da educa&ccedil;&atilde;o e propicie a "forma&ccedil;&atilde;o do homem como um ser hist&oacute;rico".</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> "O aluno n&atilde;o aprende s&oacute; na escola &#91;...&#93;, mas na escola as atividades s&atilde;o programadas, planejadas, intencionais &#91;...&#93;. O objeto de conhecimento lhe &eacute; apresentado atrav&eacute;s de alguma media&ccedil;&atilde;o &#91;...&#93;. Esta pode ocorrer por meio do livro did&aacute;tico, de um filme, da exposi&ccedil;&atilde;o do professor, de uma foto, de um documento, de uma grava&ccedil;&atilde;o, de um texto, de um modelo, de um v&iacute;deo..." <sup>9</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo geral deste trabalho foi analisar os procedimentos de ensino indicados pelos docentes nos planos de ensino das disciplinas do curso de Odontologia da UFMG.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> MATERIAL E M&Eacute;TODOS</B></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trata-se de um estudo documental cujas fontes de dados s&atilde;o os planos de ensino das disciplinas dispon&iacute;veis na p&aacute;gina eletr&ocirc;nica da Faculdade de Odontologia da UFMG, localizada em Belo Horizonte, MG<sup>15</sup>. A coleta de dados foi realizada entre abril e maio de 2015. Optou-se por analisar a metade dos planos de ensino das disciplinas obrigat&oacute;rias. Foi realizado um sorteio das disciplinas por m&oacute;dulo, no sentido de garantir a proporcionalidade. Para os m&oacute;dulos com n&uacute;mero &iacute;mpar de disciplinas foi acrescentado mais uma. A amostra estudada foi composta por 30 planos de ensino, perfazendo 53,6% do n&uacute;mero total (56) (<a href="#quad01">Quadro 3</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v51n3/a02quad03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foi elaborado um roteiro para o levantamento dos dados. A an&aacute;lise documental foi realizada abordando todos os procedimentos de ensino citados. As etapas de an&aacute;lise foram: a) leitura; b) identifica&ccedil;&atilde;o dos procedimentos de ensino; c) categoriza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos de ensino; d) an&aacute;lise de frequ&ecirc;ncia; e) agrupamento dos procedimentos de ensino semelhantes. A categoriza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos de ensino foi baseada em um autor<sup>16</sup> que identificou duas categorias: procedimentos de ensino individuais e procedimentos de ensino interativos. Neste sentido, foram classificados, de acordo com alguns autores<sup>8,17,18</sup> como procedimentos de ensino individuais: aulas expositivas, estudo de caso, leitura dirigida, estudo/ tarefa dirigida, aulas pr&aacute;ticas de laborat&oacute;rio e de oficinas, aulas pr&aacute;ticas de campo-estudo do meio, trabalho individual, pesquisa, demonstra&ccedil;&atilde;o de teorias, argui&ccedil;&atilde;o e solu&ccedil;&atilde;o de problemas. Como procedimentos de ensino interativos, que permitem a integra&ccedil;&atilde;o professor/ alunos e alunos/alunos foram considerados: discuss&atilde;o, debate, estudo em grupo, di&aacute;logo, simp&oacute;sio, painel, mesa redonda, f&oacute;rum, semin&aacute;rio, apresenta&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es, dramatiza&ccedil;&atilde;o, comiss&atilde;o, entrevista, entre outros<sup>8,17,18</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A amostra estudada reflete a diversidade e abrang&ecirc;ncia da forma&ccedil;&atilde;o em Odontologia, pois envolve planos de ensino de disciplinas de diferentes momentos do curso, objetivos, conte&uacute;dos e tipos de disciplinas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Verifica-se que em 24 planos (80,0%) foram citados procedimentos de ensino interativos e individuais. Entretanto, em seis planos (20,0%) foi observada apenas a indica&ccedil;&atilde;o de procedimentos individuais. Observa-se, tamb&eacute;m, uma pequena diversifica&ccedil;&atilde;o de procedimentos de ensino individuais (sete tipos) e interativos (cinco tipos) e uma concentra&ccedil;&atilde;o em procedimentos mais tradicionais adotados no ensino superior (aulas expositivas, aulas pr&aacute;ticas, discuss&atilde;o e semin&aacute;rios). A distribui&ccedil;&atilde;o dos procedimentos de ensino interativos e individuais pode ser observada no <a href="#quad04">quadro 4</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v51n3/a02quad04.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dentre os procedimentos de ensino individuais se destacam as aulas expositivas e aulas pr&aacute;ticas em laborat&oacute;rios e cl&iacute;nicas. As aulas expositivas foram encontradas em 29 (96,7%) dos 30 planos de ensino analisados. Este resultado converge com a an&aacute;lise de um autor<sup>17</sup>, que afirma que a aula expositiva se constitui seguramente o procedimento mais empregado em todos os n&iacute;veis de ensino. Em muitos cursos universit&aacute;rios, &eacute; utilizado quase de forma exclusiva e para um grande n&uacute;mero os professores o ensino &eacute; sin&ocirc;nimo de aula expositiva. Verifica-se que, neste estudo, a aula expositiva n&atilde;o foi indicada como procedimento de ensino em uma disciplina eminentemente de pr&aacute;tica cl&iacute;nica, a Endodontia II. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vale ressaltar que na aula tradicional ao tomar a simples transmiss&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o como ensino, o professor fica como fonte de saber, tornando-se o portador e a garantia da verdade ficando exclu&iacute;dos aspectos essenciais do processo de ensino, tais como a historicidade da ci&ecirc;ncia, a rede te&oacute;rica que permitiu a ci&ecirc;ncia chegar onde ela est&aacute; ficando o conhecimento solto, desconectado, sem nexos e fragmentado. Faz-se necess&aacute;rio revisar o assistir a aulas, pois a aprendizagem n&atilde;o &eacute; passiva. Exige informarse, exercitar-se, instruir-se. Pode-se aprender por imita&ccedil;&atilde;o, por repeti&ccedil;&atilde;o, por ensaio e erro e no ensino superior pode-se ir al&eacute;m dos modelos ensinados. Aprender n&atilde;o &eacute; um processo que se efetive sem rotinas ou ocorra de forma espont&acirc;nea ou m&aacute;gica. Exige do professor al&eacute;m do dom&iacute;nio do conte&uacute;do a ser ensinado a compet&ecirc;ncia para uma doc&ecirc;ncia da melhor qualidade. O professor competente &eacute; aquele capaz de expor e explicar um conte&uacute;do com clareza e propriedade e manter o aluno atento<sup>11</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> "Se o docente v&ecirc; o curr&iacute;culo como uma somat&oacute;ria de disciplinas &#91;...&#93; e toma a disciplina que leciona com um fim em si mesma adotar&aacute; um m&eacute;todo de transmiss&atilde;o e reprodu&ccedil;&atilde;o do conhecimento"<sup>11</sup>. O ritual escolar e acad&ecirc;mico &eacute; muito resistente e tradicional e sua altera&ccedil;&atilde;o representa, para muitos, uma amea&ccedil;a &agrave; ordem e &agrave; seguran&ccedil;a<sup>19</sup>. Ressaltamos que, neste contexto, em que pese a grande experi&ecirc;ncia do professor, o aluno desempenha um papel passivo, e acr&iacute;tico, e tende a reproduzir na sua vida profissional aquilo que foi aprendido no curso de gradua&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o desenvolvendo a sua capacidade cr&iacute;tica de buscar o conhecimento e questionar qual seria a op&ccedil;&atilde;o mais acertada para a sua conduta profissional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> "Neste paradigma, o sujeito do processo &eacute; o professor &#91;...&#93;: &eacute; ele quem transmite, quem comunica, quem orienta, quem instrui, quem mostra, quem d&aacute; a &uacute;ltima palavra, quem avalia, quem d&aacute; a nota"<sup>20</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Observamos que as aulas pr&aacute;ticas, ora demonstrativas quando o professor assume um papel de mostrar como &eacute; o fen&ocirc;meno, ora de aplica&ccedil;&atilde;o de conceitos aprendidos nas aulas te&oacute;ricas nos laborat&oacute;rios e em cl&iacute;nicas na Faculdade, estavam presentes em 22 planos de ensino perfazendo 73,3%. Este foi o segundo procedimento de ensino mais presente e este achado est&aacute; relacionado com a natureza do curso de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, onde predominam as aulas pr&aacute;ticas. A metodologia das aulas pr&aacute;ticas, sejam cl&iacute;nicas ou laboratoriais, pode levar o aluno a buscar o conhecimento para resolu&ccedil;&atilde;o dos casos cl&iacute;nicos ou poder&aacute; permitir que ele seja passivo, acr&iacute;tico e apenas reproduza as orienta&ccedil;&otilde;es do professor. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nota-se a baixa frequ&ecirc;ncia dos demais procedimentos de ensino individuais: as leituras dirigidas em quatro (13,3%), as aulas pr&aacute;ticas de campo em tr&ecirc;s (10%), o estudo dirigido em dois (6,0%) e o estudo de caso e a pesquisa com apenas uma cita&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Estudo e leitura dirigidos t&ecirc;m sido identificados como situa&ccedil;&otilde;es de aprendizagem que n&atilde;o exigem significativo esfor&ccedil;o intelectual do aluno<sup>21</sup>. A qualidade dos resultados obtidos nessa forma de ensino est&aacute; relacionada em grande parte com os objetivos e a organiza&ccedil;&atilde;o do roteiro dos estudos, que deve incluir atividades que possibilitem a constru&ccedil;&atilde;o e reconstru&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos dispon&iacute;veis<sup>21</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As aulas pr&aacute;ticas de campo dos planos de ensino ocorrem no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) e em institui&ccedil;&otilde;es de longa perman&ecirc;ncia destinadas a pessoas idosas. A aula, em ambientes n&atilde;o convencionais refere-se n&atilde;o apenas &agrave; mudan&ccedil;a do espa&ccedil;o f&iacute;sico, mas tamb&eacute;m &agrave; possibilidade de outra proposta interativa entre o fen&ocirc;meno estudado, o aluno e o professor, pois: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Favorece a troca de experi&ecirc;ncias mais concretas &#91;...&#93; valoriza as pr&aacute;ticas dos alunos como ponto de partida, implicando novas rela&ccedil;&otilde;es de conhecimento. Dessa forma, o aluno deixa de ser um recept&aacute;culo de informa&ccedil;&otilde;es e passa a ter uma atitude reflexiva e ativa diante do conhecimento &#91;...&#93;. Uma concep&ccedil;&atilde;o de conhecimento que tem a pr&aacute;tica como elemento de partida estabelece rela&ccedil;&otilde;es entre realidade e a fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica..." <sup>13</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Estes espa&ccedil;os de aula s&atilde;o muito mais motivadores para a aprendizagem dos alunos, muito mais instigantes para o exerc&iacute;cio da doc&ecirc;ncia porque envolvem a realidade profissional de ambos e como tal s&atilde;o complexos, facilitam a integra&ccedil;&atilde;o teoria e pr&aacute;tica, s&atilde;o imprevistos, exigem inter-rela&ccedil;&atilde;o de disciplinas e especialidades, desenvolvimento de compet&ecirc;ncias e habilidades profissionais, bem como atitudes de &eacute;tica, pol&iacute;tica e cidadania. E por esta raz&atilde;o s&atilde;o prefer&iacute;veis aos espa&ccedil;os tradicionais de aula"<sup>20</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dentre os procedimentos de ensino interativos destacam-se a discuss&atilde;o em 16 (53,3%) e o semin&aacute;rios em 11 (36,6%). Os demais procedimentos citados: estudo e trabalho em grupo, painel e apresenta&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es apresentaram uma baixa frequ&ecirc;ncia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A discuss&atilde;o &eacute; reconhecida como um dos mais adequados m&eacute;todos para o ensino universit&aacute;rio e &eacute; vista como a principal alternativa a aula expositiva pois: </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Incentiva os estudantes a falar em p&uacute;blico, expressando suas ideias, reflex&otilde;es, experi&ecirc;ncias e viv&ecirc;ncias. Estimula-os a ouvir os colegas, a dialogar, a argumentar e a respeitar opini&otilde;es diferentes da sua. Leva-os, por fim a reconhecer que as experi&ecirc;ncias coletivas podem ser mais ricas do que as individuais"<sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para ser bem sucedida, &eacute; necess&aacute;rio que o professor tenha dom&iacute;nio do conte&uacute;do a ser discutido e que os estudantes tenham se preparado previamente para a discuss&atilde;o, por meio de leituras e pesquisas<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A discuss&atilde;o de casos cl&iacute;nicos propicia a supera&ccedil;&atilde;o do ensino fragmentado em disciplinas visando a integralidade do cuidado a partir das necessidades do paciente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Os grupos de discuss&atilde;o podem contar com a leitura pr&eacute;via de um texto levando os alunos a fazerem perguntas inteligentes procurando esclarecimentos, ou resolu&ccedil;&atilde;o de d&uacute;vidas, ou trazer t&oacute;picos mais atuais, ou instigantes, ou provocadores &eacute; uma qualidade importante que ajuda o aluno inclusive a aprender a ler bem um texto"<sup>20</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O semin&aacute;rio &eacute; um tipo especial de discuss&atilde;o que tem sido utilizado de forma mais frequente no ensino superior<sup>17</sup>. Nos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o, o semin&aacute;rio se desenvolve no &acirc;mbito de uma turma e o professor da disciplina atua como coordenador.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> "No semin&aacute;rio pequenos grupos realizam uma pesquisa sobre um determinado tema proposto pelo professor, orientados pelo professor e que dever&atilde;o coletar dados, organiz&aacute;-los, analis&aacute;los e produzir um trabalho conclusivo com caracter&iacute;sticas de um trabalho cient&iacute;fico..."<sup>20</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>CONCLUS&Atilde;O </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pouca diversidade das metodologias encontradas pode significar dificuldades dos professores no conhecimento das din&acirc;micas de diferentes estrat&eacute;gias de ensino e aprendizagem. Ressalta-se que os planos de ensino identificam apenas possibilidades de desenvolvimento de metodologias ativas, pois isso depende de uma rela&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica entre sujeitos concretos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados apontam que o planejamento did&aacute;tico do curso de Odontologia da UFMG deve se configurar como uma atividade permanente, pois implica em a&ccedil;&atilde;o refletida do professor, de reelabora&ccedil;&atilde;o de sua pr&aacute;tica educativa, possibilitando um trabalho mais significativo e transformador em sala de aula, na escola e na sociedade. Neste sentido, se colocam desafios para a gest&atilde;o da implanta&ccedil;&atilde;o do novo curr&iacute;culo: interrogar os planos de ensino j&aacute; elaborados, de acordo com a concep&ccedil;&atilde;o de forma&ccedil;&atilde;o adotada: a integralidade, a &eacute;tica profissional, o uso de metodologias ativas, a interdisciplinaridade; dar continuidade ao planejamento did&aacute;tico e aprofundar e consolidar o projeto de forma&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica das equipes docentes.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Considera-se, ainda, que para a proposi&ccedil;&atilde;o de metodologias inovadoras de aprendizagem &eacute; fundamental o aprimoramento da forma&ccedil;&atilde;o did&aacute;tico-pedag&oacute;gica do professor universit&aacute;rio. &Eacute; importante que professores universit&aacute;rios de um campo cient&iacute;fico espec&iacute;fico recebam uma forma&ccedil;&atilde;o mais apropriada para as necessidades dos alunos e docentes.</font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Pires NAR, Senna MIB, Pinto MJB, R&uuml;ckert B, Ferreira RC. Os sentidos assumidos pelo Colegiado do curso de Odontologia como inst&acirc;ncia participativa a partir da experi&ecirc;ncia de uma nova proposta curricular. Rev Doc&ecirc;ncia Ens. Sup. 2013; 3:31-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=023561&pid=S1516-0939201500020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Universidade Federal de Minas Gerais. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extens&atilde;o. Resolu&ccedil;&atilde;o complementar n. 01 de 10 de dezembro de 1998. Encarte Boletim Informativo da UFMG. 1999; 1219. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Universidade Federal de Minas Gerais. Diretrizes para os curr&iacute;culos de gradua&ccedil;&atilde;o da UFMG. Encarte Boletim Informativo da UFMG. 2001; 1317. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Pinto MJB. N&uacute;cleo de estudo, pesquisa e pr&aacute;tica em educa&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica da Faculdade de Odontologia da UFMG: documento de refer&ecirc;ncia. Belo Horizonte: UFMG; 2011. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Delors J, Al-Mufti I, Amagi I, Carneiro R, Chung F, Geremek B, et al. Educa&ccedil;&atilde;o: um tesouro a descobrir: relat&oacute;rio para a UNESCO da Comiss&atilde;o Internacional sobre a Educa&ccedil;&atilde;o para o s&eacute;culo XXI. S&atilde;o Paulo: Cortez; Bras&iacute;lia-DF: UNESCO; 2001. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Universidade Federal De Minas Gerais. Faculdade de Odontologia. Mudan&ccedil;a curricular do curso de Odontologia. Belo Horizonte: UFMG; 2011. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Leal RB. Planejamento de ensino: peculiaridades significativas. Revista Iberoamericana de Educaci&oacute;n. 2005; 37(3):1-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Gil AC. Did&aacute;tica do ensino superior. S&atilde;o Paulo: Atlas; 2011. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Vasconcellos CS. Planejamento: projeto de ensinoaprendizagem e projeto pol&iacute;tico-pedag&oacute;gico &ndash; elementos para elabora&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o. 5th ed. S&atilde;o Paulo: Libertad; 1999. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Melo A, Urbanetz ST. Organiza&ccedil;&atilde;o e estrat&eacute;gias pedag&oacute;gicas. Curitiba: Ibpex; 2009.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Pimenta SG, Anastasiou LGD. Doc&ecirc;ncia no ensino superior. S&atilde;o Paulo: Cortez; 2010. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Grillo MO. Professor e a doc&ecirc;ncia: o encontro com o aluno. In: Enricone D. Ser professor. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2002. p. 55-66 </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Veiga IP, Resende LMG, Fonseca M. Aula universit&aacute;ria e inova&ccedil;&atilde;o. In: Veiga IP, Castanho MEL. Pedagogia Universit&aacute;ria: a aula em foco. Campinas, SP: Papirus; 2000. p. 161-91. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Mitre SM, Siqueira-Batista R, Girardi-de- Mendon&ccedil;a JM, Morais-Pinto NM, Meirelles CAB, Pinto-Porto C, et. al. Metodologias ativas de ensino aprendizagem na forma&ccedil;&atilde;o profissional em sa&uacute;de: debates atuais. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2008; 13(2):2133-44. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Odontologia. Vers&atilde;o curricular oficial do curso de Odontologia da FO-UFMG. Belo Horizonte: UFMG; 2013. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Rocha JA, Pereira KS, Amorim FDB, Andrade MVM, Dantas CC. M&eacute;todos e t&eacute;cnicas de ensino utilizados por docente de Enfermagem do ensino superior. R. Pesq. Cuid. Fundam. 2010; 2(Suppl):817-20. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Gil AC. Metodologia do ensino superior, 4th ed. S&atilde;o Paulo: Atlas; 2007. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Scarpato M. Os procedimentos de ensino fazem a aula acontecer. S&atilde;o Paulo: Editora Avercamp; 2004. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Cunha MI. Reflex&otilde;es e pr&aacute;ticas em pedagogia universit&aacute;ria. Campinas: Papirus; 2007. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Masetto MT. Doc&ecirc;ncia universit&aacute;ria: repensando a aula &#91;internet&#93;. S&atilde;o Paulo; 2000. &#91;acesso em 2012 jun 08&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://www. escoladavida.eng.br/anotacaopu/formacao%20 de%20professores/repensando_a_aula.htm .</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 21. Carlini AL. Procedimentos de ensino: escolher e decidir. In: Scarpato M. Os procedimentos de ensino fazem a aula acontecer. S&atilde;o Paulo: Editora Avercamp, 2004. p. 25-84.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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