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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Percepção das gestantes de João Pessoa - PB sobre a saúde bucal de seus bebês]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aim: to verify the pregnant women's knowledge, from João Pessoa city, in relation to their chidren's oral health. Methodology: the population consisted of 80 pregnant women attended at 13 Family Health Units of Sanitary District III. It was used a questionnaire about the myths, prevention and the dental behavior of the mothers, in relation to their children. The results were analyzed in the form of frequency and percentage. Results: 75% of the interviewed did not receive any information about oral health, most of them knew it was important the first dental visit before one year old (66.2%); the non nutritive sucking habit (85%) and the role of oral hygiene in the decay prevention (86.3%). But, the night breast feeding was identified as dangerous only for 10% of the sample. The dentist was the main responsible for the orientation about the baby's oral health for 18.9% of the mothers - to - come. Conclusion: few women received any kind of dental assistance or information during pregnancy; however most of all showed a reasonable knowledge about dental caries etiological factors, mainly which concerns the importance of oral hygiene and the deleterious effects of the sweets and non-nutritive sucking habits.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Percep&ccedil;&atilde;o das gestantes de Jo&atilde;o Pessoa &ndash; PB sobre a sa&uacute;de bucal de seus beb&ecirc;s</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Perception of pregnants from Jo&atilde;o pessoa - pb on the oral health of its babies</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Eliane Medeiros-Serpa<sup>I</sup>; Priscila Lima de Luna Freire<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Professora Adjunta de Odontopediatria da Universidade Federal da Para&iacute;ba    <br> <sup>II</sup>Mestranda em Odontopediatria pela Universidade de Cruzeiro do Sul &ndash; SP    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: verificar o conhecimento das gestantes de Jo&atilde;o Pessoa sobre a sa&uacute;de bucal de seus beb&ecirc;s.   Metodologia: foram entrevistadas 80 gr&aacute;vidas pertencentes a 13 Unidades de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia do Distrito   Sanit&aacute;rio III. Utilizou-se um formul&aacute;rio com quest&otilde;es sobre mitos, preven&ccedil;&atilde;o, h&aacute;bitos delet&eacute;rios.   Resultados: constatou-se que 75% das gestantes n&atilde;o receberam orienta&ccedil;&atilde;o sobre sa&uacute;de bucal; a maioria   estava bem informada quanto &agrave; primeira consulta odontol&oacute;gica,indicada antes do primeiro ano de   vida do beb&ecirc; (66,2%), aos h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o n&atilde;o nutritiva, nocivos aos elementos dent&aacute;rios (85%) e&agrave;  import&acirc;ncia da higiene bucal precoce (86,3%). Todavia o aleitamento materno noturno de forma indiscriminada   s&oacute; foi identificado como risco ao desenvolvimento de les&otilde;es cariosas por 10% da amostra. O   cirurgi&atilde;o-dentista foi respons&aacute;vel, apenas, por 18,9% das informa&ccedil;&otilde;es transmitidas sobre sa&uacute;de bucal.   Conclus&atilde;o: poucas gestantes receberam algum tipo de assist&ecirc;ncia e orienta&ccedil;&atilde;o sobre sa&uacute;de bucal durante   o per&iacute;odo pr&eacute;-natal, contudo a maioria apresentou um razo&aacute;vel conhecimento sobre os fatores   influenciadores da c&aacute;rie dent&aacute;ria, principalmente sobre a import&acirc;ncia da higiene bucal e os efeitos nocivos dos doces e dos h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o n&atilde;o nutritivos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>DESCRITORES: </B>Gestantes; Sa&uacute;de bucal; Assist&ecirc;ncia odontol&oacute;gica para crian&ccedil;as.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aim: to verify the pregnant women's knowledge, from Jo&atilde;o Pessoa city, in relation to their chidren's oral health.   Methodology: the population consisted of 80 pregnant women attended at 13 Family Health Units of Sanitary   District III. It was used a questionnaire about the myths, prevention and the dental behavior of the mothers, in   relation to their children. The results were analyzed in the form of frequency and percentage. Results: 75% of the   interviewed did not receive any information about oral health, most of them knew it was important the first   dental visit before one year old (66.2%); the non nutritive sucking habit (85%) and the role of oral hygiene in the   decay prevention (86.3%). But, the night breast feeding was identified as dangerous only for 10% of the sample.   The dentist was the main responsible for the orientation about the baby's oral health for 18.9% of the mothers  &ndash; to - come. Conclusion: few women received any kind of dental assistance or information during pregnancy;   however most of all showed a reasonable knowledge about dental caries etiological factors, mainly which concerns the importance of oral hygiene and the deleterious effects of the sweets and non-nutritive sucking habits.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Pregnant women; Oral health; Dental care   for children.</font> </p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A gravidez &eacute; o per&iacute;odo ideal para que sejam colocadas   em pr&aacute;tica medidas preventivas e educativas em sa&uacute;de, uma   vez que as futuras m&atilde;es se encontram mais receptivas &agrave;s mudan&ccedil;as,   estando &aacute;vidas de conhecimento que assegurem o   bem-estar de seu beb&ecirc;. Em nenhum outro momento da vida, os pais estar&atilde;o t&atilde;o abertos a informa&ccedil;&otilde;es como durante o pr&eacute;-natal.<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O acompanhamento das gr&aacute;vidas por uma equipe multidisciplinar   lhes garante uma assist&ecirc;ncia integral com uma   gesta&ccedil;&atilde;o tranquila e a gera&ccedil;&atilde;o de beb&ecirc;s saud&aacute;veis, tornando   os pais os principais aliados na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as e promo&ccedil;&atilde;o   de sa&uacute;de. Portanto, fazer com que os pais tomem consci&ecirc;ncia   do seu papel educativo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; higiene bucal dos   seus filhos &eacute; o primeiro passo para a obten&ccedil;&atilde;o de sucesso na constru&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis na crian&ccedil;a.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O atendimento odontol&oacute;gico a gestantes, comumente   conhecido como pr&eacute;-natal odontol&oacute;gico ou odontologia intrauterina,   consiste em um programa de conscientiza&ccedil;&atilde;o das   gr&aacute;vidas acerca dos cuidados &agrave; sua sa&uacute;de bucal e das condutas seguras ao beb&ecirc; em forma&ccedil;&atilde;o.<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esse atendimento n&atilde;o s&oacute; garante a parte assistencial do   tratamento das doen&ccedil;as bucais, como c&aacute;rie e gengivite, mas   tamb&eacute;m tem car&aacute;ter informativo e esclarecedor quanto aos   cuidados b&aacute;sicos de higiene, alimenta&ccedil;&atilde;o, suplementa&ccedil;&atilde;o de fl&uacute;or e c&aacute;lcio, h&aacute;bitos delet&eacute;rios, dentre outros que possam interferir na sa&uacute;de do futuro beb&ecirc;.<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com esse intuito, s&atilde;o realizadas consultas para se examinarem   as condi&ccedil;&otilde;es bucais e gerais da gestante, e, quando   necess&aacute;rio, &eacute; feito o tratamento curativo. Durante todas as   sess&otilde;es, &eacute; enfatizada a import&acirc;ncia dos bons h&aacute;bitos de higiene,   da alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e os m&eacute;todos para preven&ccedil;&atilde;o da   c&aacute;rie e das doen&ccedil;as periodontais. As informa&ccedil;&otilde;es se mant&ecirc;m   com o nascimento da crian&ccedil;a, como a import&acirc;ncia da amamenta&ccedil;&atilde;o   para sa&uacute;de bucal do neonato, os primeiros cuidados com a higiene da boca e o uso de mamadeiras e chupetas.<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O sucesso do pr&eacute;-natal odontol&oacute;gico &eacute; superior, quando   se realiza um levantamento pr&eacute;vio do conhecimento das gestantes   da regi&atilde;o sobre sa&uacute;de bucal, visando identificar os poss&iacute;veis   mitos e tabus a serem desmistificados pelos profissionais   envolvidos no cuidado dessas mulheres, o que tamb&eacute;m   promove uma melhor ades&atilde;o, confian&ccedil;a e motiva&ccedil;&atilde;o destas ao programa.<sup>5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Codato et al.<sup>6</sup> verificaram, em seu estudo com gr&aacute;vidas   atendidas nas Unidades de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia de Londrina&ndash;Paran&aacute;, que as usu&aacute;rias frequentavam, rotineira e sistematicamente,   o setor odontol&oacute;gico pelo fato de se tratar de uma   continua&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o recebida desde a inf&acirc;ncia ou por estarem   enquadradas no programa de aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica &agrave;s   gestantes. No mesmo estudo, verificou-se que as futuras m&atilde;es   permitiam a realiza&ccedil;&atilde;o da maioria das interven&ccedil;&otilde;es odontol&oacute;gicas,   apresentando, apenas, d&uacute;vidas quanto ao risco da realiza&ccedil;&atilde;o de exodontias, anestesias e radiografias.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Partindo do pressuposto de que a gravidez gera in&uacute;meras   mudan&ccedil;as fisiol&oacute;gicas e comportamentais nas mulheres,   as quais apresentam d&uacute;vidas e temores sobre a sua sa&uacute;de e   o que pode afetar a vida do beb&ecirc;, o per&iacute;odo gestacional pode   ser considerado aquele em que a mulher se torna mais suscept&iacute;vel   a absorver e aplicar h&aacute;bitos saud&aacute;veis. Esta pesquisa   tem por objetivo identificar o conhecimento, d&uacute;vidas e mitos   das gestantes sobre a sa&uacute;de bucal de seus beb&ecirc;s para futura   implanta&ccedil;&atilde;o de pr&eacute;-natal odontol&oacute;gico e conscientiza&ccedil;&atilde;o das   gr&aacute;vidas de seu importante papel na promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de de   sua fam&iacute;lia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> METODOLOGIA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Consistiu em um estudo epidemiol&oacute;gico transversal descritivo com an&aacute;lise quantitativa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Procedimentos &Eacute;ticos</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presente estudo foi submetido e aprovado pelo Comit&ecirc;  de &Eacute;tica em Pesquisas com Seres Humanos da Universidade   Federal da Para&iacute;ba (CEP), sob o parecer N&ordm;. 0358 e recebeu autoriza&ccedil;&atilde;o   da Secretaria de Sa&uacute;de e Diretora do Distrito Sanit&aacute;rio   III. Todos os pesquisados assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Universo e Amostra</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Universo foi composto por todas as gestantes das   53 Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de (UBS) do Distrito Sanit&aacute;rio III,   localizadas no munic&iacute;pio de Jo&atilde;o Pessoa/PB. Esse Distrito foi   escolhido, por ser o maior dos cinco Distritos Sanit&aacute;rios (DS) pertencentes a Jo&atilde;o Pessoa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o foram:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&bull; Mulher em qualquer per&iacute;odo gestacional;    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   &bull; Estar frequentando as consultas de pr&eacute;-natal m&eacute;dica; e    <br>   &bull; Estar residindo dentro da &aacute;rea adstrita da sua USF.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A popula&ccedil;&atilde;o de estudo foi definida mediante c&aacute;lculo   amostral, com base em informa&ccedil;&otilde;es fornecidas pela Secretaria   Municipal de Sa&uacute;de de Jo&atilde;o Pessoa, contendo a quantidade   e o telefone das respectivas Unidades de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia&ndash;USF's. Utilizou-se a estimativa da m&eacute;dia do n&uacute;mero de gestantes   atendidas em seis USF's sorteadas e utilizadas no estudo-piloto com o intervalo de confian&ccedil;a de 95% e margem de erro   de 5%, totalizando 84 mulheres a serem pesquisadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram consideradas perda amostral quatro gr&aacute;vidas que   n&atilde;o assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Coleta de dados</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a coleta de dados, foi utilizado um formul&aacute;rio semiestruturado,   baseado em outras pesquisas.<sup>4,7</sup>, contendo   quest&otilde;es abertas e fechadas, envolvendo temas, como higiene   bucal, dieta, acompanhamento pr&eacute;-natal, uso de suplementos,   h&aacute;bitos delet&eacute;rios, idade, per&iacute;odo gestacional, renda familiar, escolaridade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O teste piloto foi realizado com 12 gestantes de seis   USF's,sorteadas, sendo inclu&iacute;do na amostra final, por n&atilde;o haver   altera&ccedil;&atilde;o no formul&aacute;rio. A visita da pesquisadora a cada   USF foi previamente agendada via telefone para identificar os   turnos de atendimento a gestantes. No dia marcado, a gr&aacute;vida   era abordada na sala de espera e, ap&oacute;s explicado o objetivo   da pesquisa, assinava o termo de consentimento e era sendo   entrevistada.   Cada unidade foi visitada at&eacute; duas vezes para obten&ccedil;&atilde;o   da amostra.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> An&aacute;lise dos dados</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi realizada a estat&iacute;stica descritiva dos dados, construindo-se as distribui&ccedil;&otilde;es absolutas e percentuais para cada   uma das vari&aacute;veis em estudo. Os dados foram pr&eacute;-codificados,   registrados em um banco de dados. O software utilizado para   a obten&ccedil;&atilde;o dos c&aacute;lculos estat&iacute;sticos foi o programa estat&iacute;stico SPSS (Statistical Package for Social Sciences) na vers&atilde;o 13.0.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RESULTADOS </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A amostra foi constitu&iacute;da de 80 gestantes, de 13 a 44 anos   de idade, m&eacute;dia de 25,4 anos. As informa&ccedil;&otilde;es sociodemogr&aacute;ficas   coletadas no formul&aacute;rio mostraram que 52,5% possu&iacute;am o ensino   m&eacute;dio; 36,3%, o ensino fundamental; 10%, n&iacute;vel superior, e apenas   uma (1,2%) era analfabeta. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; renda familiar mensal,   36,2% viviam com at&eacute; um sal&aacute;rio m&iacute;nimo, 40%, entre dois e tr&ecirc;s   sal&aacute;rios m&iacute;nimos, e 23,8%, com mais de quatro sal&aacute;rios m&iacute;nimos.   Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quantidade de filhos, 50% eram primigestas, 30% tinham   um filho, e 20%, dois ou mais filhos. Quanto ao per&iacute;odo gestacional:   18,7% estavam no primeiro trimestre, 42,5%, no segundo trimestre, e 38,8%, no terceiro trimestre.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab01">Tabela 1</a> apresenta os h&aacute;bitos considerados nocivos para   o desenvolvimento dos dentes de seus filhos. O consumo de doces,   o uso da chupeta e a suc&ccedil;&atilde;o digital foram considerados os piores   itens. Apenas 10% da amostra afirmaram que a amamenta&ccedil;&atilde;o   no peito noturna tamb&eacute;m causava danos &agrave; estrutura dent&aacute;ria.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por meio da <a href="#tab02">Tabela 2</a>, observou-se que 25% das gestantes   foram orientadas sobre sa&uacute;de bucal. Destas, 90% foram informadas   pelos profissionais de sa&uacute;de da sua USF, e 10% receberam   informa&ccedil;&otilde;es pela TV.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando questionadas sobre o recebimento de informa&ccedil;&otilde;es   quanto ao tipo de mamadeira e chupetas ideais para seu beb&ecirc;,   72,5% afirmaram desconhecer. Quase toda a amostra estudada   de gestantes (93,8%) declarou ter interesse em participar de palestras   que abordassem temas relevantes &agrave; sa&uacute;de bucal de seus filhos (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Poucas gestantes (3,8%) afirmaram fazer uso de suplementa&ccedil;&atilde;o   alimentar, sendo o fluoreto o mais comum, e 87,5% ignoravam o que era fluorose (<a href="#tab03">Tabela 3</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com a <a href="#tab04">Tabela 4</a>, do total de 80 gestantes, 55%   afirmaram saber que a bact&eacute;ria da c&aacute;rie &eacute; transmiss&iacute;vel, e 60% n&atilde;o   tinham conhecimento de que o leite materno, quando usado na   forma de livre demanda em crian&ccedil;as com dentes, &eacute; cariog&ecirc;nico.   Quando questionadas sobre a forma como poderiam ajudar   seus filhos a nunca ter c&aacute;rie, a maioria referenciou a higieniza&ccedil;&atilde;o   bucal, seguida da import&acirc;ncia da visita ao dentista, por fim o   controle da alimenta&ccedil;&atilde;o (<a href="#tab04">Tabela 4</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A idade da primeira consulta odontol&oacute;gica do beb&ecirc; deve   ser at&eacute; 12 meses para 66,2% das futuras m&atilde;es pesquisadas. Quanto  &agrave; higiene bucal do beb&ecirc;, 53,8% n&atilde;o receberam qualquer orienta&ccedil;&atilde;o   sobre como realiz&aacute;-la. Das que receberam, a principal fonte   de informa&ccedil;&atilde;o foi o m&eacute;dico (32,4%), sendo o in&iacute;cio da limpeza   aconselhado para antes dos seis meses em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; maior parte   das gestantes (<a href="#tab04">Tabela 4</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Verificou-se tamb&eacute;m que, em caso de necessidade de tratamento   odontol&oacute;gico, n&atilde;o caracterizado ser de urg&ecirc;ncia, 82,5%   afirmaram que procurariam o dentista durante a gesta&ccedil;&atilde;o. Quando   questionadas sobre sua &uacute;ltima visita ao dentista, 63,7% receberam   atendimento odontol&oacute;gico nos &uacute;ltimos seis meses; 18,8%   entre sete e doze meses, e 17,5% h&aacute; mais de um ano.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v11n2/a07tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v11n2/a07tab02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v11n2/a07tab03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v11n2/a07tab04.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> DISCUSS&Atilde;O </B></font></p>         <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para o sucesso de qualquer programa de sa&uacute;de, &eacute; importante   um planejamento, acompanhamento de sua organiza&ccedil;&atilde;o   e avalia&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas. Assim, a primeira etapa de um   programa educativo-preventivo-restaurador direcionado a   gestantes &eacute; a de conhecer sua percep&ccedil;&atilde;o sobre a sa&uacute;de bucal.   O acompanhamento das gestantes por uma equipe multidisciplinar   faz-se necess&aacute;rio, pois a manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de materna influencia na gera&ccedil;&atilde;o de beb&ecirc;s saud&aacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste trabalho, mesmo com a preocupa&ccedil;&atilde;o de validar   o question&aacute;rio, calcular a amostra e sortear as Unidades de   Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (USF's) a fim de garantir a fidedignidade, &eacute;  necess&aacute;rio mencionar que a amostra limitou-se ao Distrito Sanit&aacute;rio   III (DS), que, apesar de possuir 53 das 180 USF's de Jo&atilde;o   Pessoa, os resultados apresentados devem ser interpretados,   respeitando-se essa particularidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No presente estudo, verificou-se que 46,3% das gestantes   haviam ido pela &uacute;ltima vez ao dentista h&aacute; cerca de 0-3 meses   e 82,5% afirmaram que procurariam atendimento odontol&oacute;gico,   se precisassem durante a gravidez, o que denota um   avan&ccedil;o na inser&ccedil;&atilde;o da odontologia no per&iacute;odo gestacional e   uma oportunidade de promo&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal das gestantes   e crian&ccedil;as que ir&atilde;o nascer. Esse dado foi muito importante,   visto que as gestantes devem ser consideradas um grupo de   risco no que diz respeito a problemas bucais, j&aacute; que, em seu   trabalho na cidade de Araraquara, as gestantes apresentaram   alta experi&ecirc;ncia de c&aacute;rie, gengivite e necessidade de pr&oacute;tese.<sup>8</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por outro lado, a maior parte das entrevistadas na atual   pesquisa afirmaram n&atilde;o ter recebido nenhum tipo de informa&ccedil;&atilde;o   sobre sa&uacute;de bucal nem orienta&ccedil;&otilde;es sobre higiene bucal   de beb&ecirc;s. V&aacute;rios estudos tamb&eacute;m verificaram um alto grau de   desinforma&ccedil;&atilde;o das futuras m&atilde;es.<sup>9,10,11</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Similarmente a nossa pesquisa, a equipe de sa&uacute;de da   fam&iacute;lia foi a maior respons&aacute;vel pelas orienta&ccedil;&otilde;es sobre higiene   bucal do beb&ecirc; em outros locais, tais como: em Campina   Grande/PB10, 61,6% foi o pediatra, 11,5%, a enfermeira; em   Sobral/CE<sup>12</sup>, a equipe de sa&uacute;de bucal foi respons&aacute;vel por 80%   das orienta&ccedil;&otilde;es; na cidade de Bauru/SP4, o maior respons&aacute;vel   foi o dentista e a m&iacute;dia (televis&atilde;o e revista). Com Estrat&eacute;gia de   Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia e o dentista fazendo parte de 100% das USF's   em Jo&atilde;o Pessoa, esperava-se um n&uacute;mero mais expressivo dos   profissionais de sa&uacute;de, principalmente do cirurgi&atilde;o-dentista.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A suplementa&ccedil;&atilde;o com fluoretos no pr&eacute;-natal j&aacute; foi muito   difundida na &aacute;rea m&eacute;dica<sup>13</sup>, em que 78,3% dos m&eacute;dicos obstetras   na cidade de Franca/SP, a consideravam importante para   a forma&ccedil;&atilde;o dos dentes do beb&ecirc;, apesar de a cidade possuir   fluoreta&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua de abastecimento. Contanto, sabiamente   vem caindo em desuso. Em Santa Maria/RS<sup>9</sup>, observou-se que   apenas 2,8% das gestantes tomavam esse tipo de suplemento,   n&uacute;mero pr&oacute;ximo ao encontrado aqui (3,8%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entretanto, houve uma falha profissional na explica&ccedil;&atilde;o   do real motivo de ser desnecess&aacute;rio esse tipo de suplemento,   pois verificamos que 87,5% das gestantes entrevistadas n&atilde;o   sabiam o que era fluorose dent&aacute;ria e 22,5% afirmaram que o   uso de suplemento de fl&uacute;or seria nocivo ao desenvolvimento   dos dentes de seu beb&ecirc;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Historicamente a idade ideal para o in&iacute;cio dos atendimentos   odontol&oacute;gicos vem diminuindo; atualmente &eacute; recomendada   pela American Academy of Pediatric Dentistry<sup>14</sup>   antes da erup&ccedil;&atilde;o dos incisivos dec&iacute;duos, por volta dos seis   meses at&eacute; o primeiro ano de vida. Esses dados corroboram   grande parte da nossa amostra (66,8%) e a de Hanna et al.<sup>11</sup>   (57%), que acreditam que o atendimento odontol&oacute;gico a beb&ecirc;s  &eacute; uma estrat&eacute;gia de preven&ccedil;&atilde;o e, assim, as m&atilde;es levariam   seus filhos pela primeira vez ao consult&oacute;rio, antes do primeiro   ano de vida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um importante achado foi o de que muitas gestantes   conheciam os fatores causadores e influenciadores da c&aacute;rie   dent&aacute;ria, pois a maioria (55%) sabia que a bact&eacute;ria da c&aacute;rie  &eacute; transmiss&iacute;vel; ademais, 85% referenciaram a higieniza&ccedil;&atilde;o   bucal como a melhor forma de preven&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie. Tais resultados   est&atilde;o em conson&acirc;ncia com outros achados<sup>4,12</sup> que tamb&eacute;m   indicaram a escova&ccedil;&atilde;o seguida do cuidado com a dieta   como maneira de prevenir a c&aacute;rie dent&aacute;ria.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em nossa pesquisa, encontramos um dado intrigante:   93,8% das futuras m&atilde;es consideram a &eacute;poca ideal de come&ccedil;ar   a higienizar a boca do seu beb&ecirc; antes dos 12 meses de idade,   todavia apenas 10% consideram a amamenta&ccedil;&atilde;o noturna nociva   aos dentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O fato &eacute; que isso identifica uma grave necessidade dessas   mulheres em rela&ccedil;&atilde;o a informa&ccedil;&otilde;es sobre higieniza&ccedil;&atilde;o e   alimenta&ccedil;&atilde;o de seus beb&ecirc;s. O aleitamento materno traz um   incontest&aacute;vel benef&iacute;cio nutricional, afetivo e para o desenvolvimento   do sistema estomatogn&aacute;tico<sup>15</sup>, todavia, quando a   crian&ccedil;a j&aacute; possui dentes, faz-se necess&aacute;rio a posterior higiene   destes, pois, durante o sono, existe uma redu&ccedil;&atilde;o no fluxo salivar,   auxiliar no equil&iacute;brio do pH bucal.<sup>16,17</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma revis&atilde;o cr&iacute;tica da literatura sobre a associa&ccedil;&atilde;o do   aleitamento materno noturno com a c&aacute;rie dent&aacute;ria questiona   o t&iacute;tulo de "vil&atilde;o" da livre demanda do leite de peito, demonstrando   que existem vari&aacute;veis de confus&atilde;o envolvidas que n&atilde;o   permitem, at&eacute; hoje, comprovar que o leite materno esteja associado   com o surgimento da c&aacute;rie.<sup>18</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O h&aacute;bito da suc&ccedil;&atilde;o pode tornar-se nocivo, se for realizado   de maneira inadequada por meio do uso de mamadeiras   com bicos longos e orif&iacute;cios aumentados, pois o l&iacute;quido &eacute; retirado   pelo pressionamento posterior, que impede toda uma   suc&ccedil;&atilde;o anterior, tornando os l&aacute;bios hipofuncionais<sup>19</sup>. Sabe-se   tamb&eacute;m que o uso de mamadeiras promove a satisfa&ccedil;&atilde;o nutricional   do beb&ecirc;, por&eacute;m a satisfa&ccedil;&atilde;o neural de sugar n&atilde;o &eacute; estabelecida   (MEDEIROS<sup>15</sup>, 2004). Com o intuito de se aproximar   ao bico do seio materno, e, de certa forma, para amenizar os   efeitos nocivos das mamadeiras e chupetas, est&atilde;o dispon&iacute;veis no mercado os chamados bicos ortod&ocirc;nticos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O uso da chupeta e o da mamadeira foram considerados   prejudiciais ao desenvolvimento dos dentes dos beb&ecirc;s por 88,8%   e 56,3%, respectivamente, das gestantes entrevistadas. Contudo   72,5% das gr&aacute;vidas afirmaram n&atilde;o terem sido esclarecidas sobre   o tipo de mamadeira e chupetas ideais para seu beb&ecirc;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados deste trabalho ilustram falhas no processo de   orienta&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal dos pais e respons&aacute;veis   das crian&ccedil;as, tendo em vista a necessidade de maior integra&ccedil;&atilde;o   entre as v&aacute;rias especialidades e o maior retorno dos resultados   cient&iacute;ficos para a comunidade.</font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> CONCLUS&Atilde;O</B></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conclui-se que, apesar da baixa preval&ecirc;ncia de gestantes   que receberam algum tipo de assist&ecirc;ncia e orienta&ccedil;&atilde;o sobre   sa&uacute;de bucal durante o per&iacute;odo pr&eacute;-natal, a maioria estava bem   informada quanto ao fato de a primeira consulta odontol&oacute;gica   ser indicada antes do primeiro ano de vida do beb&ecirc; e quanto   aos doces e h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o n&atilde;o nutritiva serem nocivos aos   elementos dent&aacute;rios. A higiene bucal precoce foi citada como   o principal meio de preven&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie dental, e o aleitamento   materno noturno de forma indiscriminada n&atilde;o foi identificado como risco ao desenvolvimento de les&otilde;es cariosas.</font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> AGRADECIMENTOS</B></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As autoras agradecem a participa&ccedil;&atilde;o das gestantes   volunt&aacute;rias e a presteza da Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Jo&atilde;o Pessoa e &agrave; dire&ccedil;&atilde;o do Distrito Sanit&aacute;rio III.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1- Silva MV, Martelli PJL. Promo&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal para   gestantes: revis&atilde;o de literatura. Odontologia Cl&iacute;n. Cient&iacute;fic. 2009; 8 (3):219-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110443&pid=S1677-3888201200020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2 - Fraiz FC; Walter LRF. O comportamento infantil durante a   higiene bucal domiciliar e alguns fatores associados &agrave; c&aacute;rie.   J Bras Odontopediatr Odontol Beb&ecirc;. 2001; 4 (21): 398-404.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110445&pid=S1677-3888201200020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3 - Granato EA. Pr&eacute;-natal odontol&oacute;gico. Rev Harmonya -   Corpo e mente em Revista. 14 ed.nov./2007. Dispon&iacute;vel em:   http://www.revistaharmonya.com.br/materias.asp. Acesso em: 14 de janeiro de 2009.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110447&pid=S1677-3888201200020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4 - Medeiros EB, Rodrigues MJ. Conhecimento das gestantes   sobre a sa&uacute;de bucal de seu beb&ecirc;. Rev Assoc Paul Cir Dent.   2003; 57 (5): 381-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110449&pid=S1677-3888201200020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5 - Queiroz SMPL. Promovendo a sa&uacute;de bucal nos diferentes   ciclos da vida: gestante e beb&ecirc;. Rev. CRO Paran&aacute;. 2005; 11   (51): 8-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110451&pid=S1677-3888201200020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6 - Codato LAB, Nakama L, Melchior R. Percep&ccedil;&otilde;es de gestantes   sobre aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica durante a gravidez.   Ci&ecirc;ncia e Sa&uacute;de Coletiva. 2007; 13 (3): 1075-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110453&pid=S1677-3888201200020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7 - Medeiros EB, Rosenblatt A. Percep&ccedil;&atilde;o das gestantes sobre   a sua sa&uacute;de bucal. J Bras Odontol Cl&iacute;n. 2006; Ed. Esp.:1   - 7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110455&pid=S1677-3888201200020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8 &ndash; Jeremias F, Silva SRC, Valsecki J&uacute;nior A, Tagliaferro EPS,   Rosell FL. Autopercep&ccedil;&atilde;o e condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal em   gestantes. Odontol. Cl&iacute;n. &ndash; Cient&iacute;f. 2010; 9 (4):359-63.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9 - Batistella FID, Imparato JCP, Raggio DP, Carvalho AS. Conhecimento   das gestantes sobre sa&uacute;de bucal na rede p&uacute;blica   e em consult&oacute;rios particulares. Rev. Ga&uacute;cha Odontol.   2006; 54 (1): 67-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110458&pid=S1677-3888201200020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10 - Cruz AAG, Gadelha CGF, Medeiros PFV. Percep&ccedil;&atilde;o materna   sobre a higiene bucal de beb&ecirc;s: um estudo no Hospital   Alcides Carneiro, Campina Grande/PB. Pesq. Bras. Odontoped.   Clin. Integr. 2004; 4 (3): 185-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110460&pid=S1677-3888201200020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11 - Hanna LMO, Nogueira AJS, Hondargo VYS. Percep&ccedil;&atilde;o   das gestantes sobre a aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica precoce nos beb&ecirc;s. Rev Ga&uacute;cha Odontol. 2007; 55 (3): 271-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110462&pid=S1677-3888201200020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12 - Alves CS. Aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica no pr&eacute;-natal: a percep&ccedil;&atilde;o   das gestantes do bairro Padre Palhano, Sobral/CE. &#91;Monografia&#93;  Sobral, Escola de Forma&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia   Visconde de Sab&oacute;ia, 76p., 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110464&pid=S1677-3888201200020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13 - Maeda FHI, Imparato JCP, Bussadori SK. Atendimento   de pacientes gestantes - A import&acirc;ncia do conhecimento   em sa&uacute;de bucal dos m&eacute;dicos ginecologistas-obstetras. Rev   Ga&uacute;cha Odontol. 2005; 53 (1): 1-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110466&pid=S1677-3888201200020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14 - American Academy of Pediatric Dentistry. Press release:   Baby's first dental visit. Online. Dispon&iacute;vel em: http://www.aapd.org/mediainfo/pressrel/firstvisit.95.html. Acesso em:   05 set. 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110468&pid=S1677-3888201200020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15 - Medeiros EB. Aleitamento materno: uma abordagem   odontol&oacute;gica. Odontol Cl&iacute;n. &ndash; Cient&iacute;f. 2004; 3:73.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16 - Wambier DS, Moreira CS, Teixeira F, Kummer TR, Cuman   V. Correlation among lesions, bacterial plaque, mouth hygiene   and the use of the night bottle in babies. J. Dent Res.   2002; 81: 345.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110471&pid=S1677-3888201200020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17 &ndash; Seow KW. Biological mechanisms of early childhood caries.   Community Dent. Oral Epidemiol. 2003; 69:304-7.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18 &ndash; Ribeiro NME, Ribeiro MAS. Aleitamento materno e c&aacute;rie   do lactente e do pr&eacute;-escolar: uma revis&atilde;o cr&iacute;tica. J. Pediatr.   2004; 80(5): 199-210.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19 - Gondim CR, Barbosa MA, Dantas RMX, Ribeiro ED, Massoni   ACLT, Padilha WWN. Mordida aberta anterior e sua   associa&ccedil;&atilde;o com o h&aacute;bito de suc&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-nutritiva em pr&eacute;-escolares. Rev. Ga&uacute;cha Odontol. 2010; 58 (4): 475-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=110475&pid=S1677-3888201200020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/occ/v11n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Eliane Medeiros &ndash; Serpa    <br>   Rua Vandick P. Filgueiras, 385/1301    <br>   Tambauzinho - Jo&atilde;o Pessoa/PB    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   CEP: 58042-110</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:elibmedeiros@yahoo.com.br" target="_blank">elibmedeiros@yahoo.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido para publica&ccedil;&atilde;o:</b> 02/05/11<br/> <b>Encaminhado para reformula&ccedil;&atilde;o:</b> 29/12/11<br/> <b>Aceito para publica&ccedil;&atilde;o:</b> 29/03/12</font></p>      ]]></body>
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