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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: To assess anxiety and depression in high school students, and to verify the use of antidepressants, as well as the association between gender, age and household income on these variables. Methods: This was an epidemiological, descriptive, transversal and quantitative study conducted with 275 high school students of preparatory courses for the entrance of the city of Alfenas-MG. For data collection we used two instruments: characterization of the sample and the Hospital Anxiety and Depression / Hospital Anxiety and Depression Scale. Data were analyzed as percentages and applied the chi-square test (p <0.05) for possible associations between variables. Results: With regard to the characterization of the sample was predominantly school students aged 17-24 years, unmarried, living in Alfenas with family income of R $ 1,000.00 to R $ 6,000.00, with home ownership, practicing Catholics and antidepressants. There was not use a significant number of students with anxiety (58.5%) and depression (28.4%). The independent variables gender, age and family income significantly associated with anxiety and depression variables. Conclusion: Based on the results presented it is concluded that it is necessary to create subsidies for relief of anxiety and depression in this population, thus contributing to their success in the entrance exam.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Artigo Original / Original Article</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Ansiedade e Depress&atilde;o em Vestibulandos</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Anxiety and Depression in students</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Duane Helena Pereira Terra <sup>I</sup>; Glasielly Aparecida Vieira <sup>I</sup>; Ana Maria Duarte Dias Costa <sup>II</sup>; F&aacute;bio de Souza Terra <sup>III</sup>; Giovana Elias Riboli Freire <sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Acad&ecirc;micas do curso de Odontologia, Universidade Jos&eacute; do Ros&aacute;rio Vellano (Unifenas), Alfenas-MG    <br> <sup>II</sup> Doutora em Farmacologia pela UNICAMP. Profa. Titular do curso de Odontologia da Universidade Jos&eacute; do Ros&aacute;rio Vellano (Unifenas), Alfenas-MG    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>III</sup> Doutor em Ci&ecirc;ncias, Programa em Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem de Ribeir&atilde;o Preto da USP. Prof. Adjunto da Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG), Alfenas-MG    <br> <sup>IV</sup> Profa. da Universidade Jos&eacute; do Ros&aacute;rio Vellano (Unifenas), Alfenas-MG </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: avaliar a ansiedade e depress&atilde;o em vestibulandos, verificar o uso de antidepressivos bem como a associa&ccedil;&atilde;o entre sexo, faixa et&aacute;ria e renda familiar com essas vari&aacute;veis. M&eacute;todos: trata-se de um estudo epidemiol&oacute;gico, descritivo, transversal e quantitativo, realizado com 275 vestibulandos de cursos preparat&oacute;rios para o vestibular da cidade de Alfenas-MG. Para coleta de dados, foram utilizados dois instrumentos: de caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra e a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depress&atilde;o/Hospital Anxiety and Depression Scale. Os dados foram analisados em valores percentuais, e aplicou-se o teste de Qui-quadrado (p&lt;0,05) para verificar poss&iacute;veis associa&ccedil;&otilde;es entre vari&aacute;veis. Resultados: com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra, houve predom&iacute;nio de vestibulandos na faixa et&aacute;ria de 17 a 24 anos; solteiros, residentes em Alfenas, com renda familiar de R$1000,00 a R$6000,00, com casa pr&oacute;pria, cat&oacute;licos praticantes e que n&atilde;o utilizavam antidepressivos.Houve um n&uacute;mero significativo de estudantes com ansiedade (58,5%) e com depress&atilde;o (28,4%). As vari&aacute;veis independentes sexo, faixa et&aacute;ria e renda familiar mensal apresentaram associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante com as vari&aacute;veis ansiedade e depress&atilde;o. Conclus&atilde;o: frente aos resultados apresentados, concluiu-se que se faz necess&aacute;ria a cria&ccedil;&atilde;o de subs&iacute;dios para al&iacute;vio da ansiedade e depress&atilde;o dessa popula&ccedil;&atilde;o, contribuindo para o seu sucesso no vestibular.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>PALAVRAS-CHAVE: </B>Estudantes; Ansiedade; Depress&atilde;o.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objective: To assess anxiety and depression in high school students, and to verify the use of antidepressants, as well as the association between gender, age and household income on these variables. Methods: This was an epidemiological, descriptive, transversal and quantitative study conducted with 275 high school students of preparatory courses for the entrance of the city of Alfenas-MG. For data collection we used two instruments: characterization of the sample and the Hospital Anxiety and Depression / Hospital Anxiety and Depression Scale. Data were analyzed as percentages and applied the chi-square test (p &lt;0.05) for possible associations between variables. Results: With regard to the characterization of the sample was predominantly school students aged 17-24 years, unmarried, living in Alfenas with family income of R $ 1,000.00 to R $ 6,000.00, with home ownership, practicing Catholics and antidepressants. There was not use a significant number of students with anxiety (58.5%) and depression (28.4%). The independent variables gender, age and family income significantly associated with anxiety and depression variables. Conclusion: Based on the results presented it is concluded that it is necessary to create subsidies for relief of anxiety and depression in this population, thus contributing to their success in the entrance exam.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Students. Anxiety. depression.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O per&iacute;odo de t&eacute;rmino dos estudos do ensino m&eacute;dio e a prepara&ccedil;&atilde;o para o vestibular constituem-se em um dos maiores desafios para os adolescentes. Al&eacute;m das modifica&ccedil;&otilde;es hormonais t&iacute;picas da idade, da rebeldia contra pais e professores e de indefini&ccedil;&otilde;es diante da vida profissional futura, esses indiv&iacute;duos ainda t&ecirc;m que lidar com maratonas estressantes de estudos e a press&atilde;o por bons resultados diante dos investimentos financeiros realizados pelas fam&iacute;lias. Alguns contextos contribuem para o surgimento da ansiedade em vestibulandos, que, em muitos casos, ultrapassam os limites da normalidade e podem prejudicar o desempenho do candidato durante a prova. As incertezas e inseguran&ccedil;as inerentes &agrave; sua condi&ccedil;&atilde;o de desenvolvimento e a cobran&ccedil;a de amigos e da pr&oacute;pria sociedade para que ele obtenha a aprova&ccedil;&atilde;o s&atilde;o alguns deles<sup>1</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m disso, as dificuldades das provas e as fragilidades do sistema educacional brasileiro, principalmente em escolas da rede p&uacute;blica de ensino, tornam o vestibular </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">uma fonte potencial para desenvolvimento de quadros de depress&atilde;o e ansiedade entre jovens. Isso tem rela&ccedil;&atilde;o direta com o estado de sa&uacute;de e a predisposi&ccedil;&atilde;o e personalidade de cada indiv&iacute;duo, o que vem preocupando as autoridades de sa&uacute;de diante do grande desafio que representa<sup>1</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cabe destacar que a escolha profissional pode ser um importante fator ansiog&ecirc;nico: escolher a profiss&atilde;o exige o conhecimento de tudo o que acompanha a vida profissional, da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o, mercado de trabalho, rotina e sal&aacute;rio. Al&eacute;m disso, a influ&ecirc;ncia da fam&iacute;lia &eacute;, muitas vezes, determinante na escolha, podendo ou n&atilde;o estar de acordo com os reais desejos e a voca&ccedil;&atilde;o do adolescente. Nem sempre os adolescentes s&atilde;o ouvidos sobre seus interesses e a vis&atilde;o profissional, seja por familiares, seja por profissionais de ensino. S&atilde;o relativamente escassos nas escolas, tanto p&uacute;blicas quanto privadas, os servi&ccedil;os de boa qualidade de orienta&ccedil;&atilde;o vocacional e testes de habilidades. Isso agrava a situa&ccedil;&atilde;o de indecis&atilde;o e inseguran&ccedil;a do indiv&iacute;duo diante de um mundo que lhe apresenta in&uacute;meras op&ccedil;&otilde;es profissionais, e o fator "melhor remunera&ccedil;&atilde;o e proje&ccedil;&atilde;o de carreira" nem sempre &eacute; a melhor escolha<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pesquisa estudou alunos de segundo e terceiro anos do ensino m&eacute;dio e alunos de cursinhos pr&eacute;-vestibulares que j&aacute; haviam conclu&iacute;do o terceiro ano. Fez rastreamento dos transtornos de humor, encontrando cerca de 45,7% dos estudantes com indicadores de transtornos depressivos. Os sintomas foram mais frequentes em meninas (59,3%) que em meninos (28,4%). Nos tr&ecirc;s grupos pesquisados, foram observados indicadores de depress&atilde;o em n&iacute;veis diferenciados: alunos de cursinhos pr&eacute;-vestibulares apresentaram em 59,4% dos casos, seguidos de 51,4% para alunos de terceiro ano e 35,8% para o segundo ano do ensino m&eacute;dio. Os autores observaram correla&ccedil;&atilde;o positiva entre agravamento dos sintomas de depress&atilde;o e ansiedade com o aumento de idade e proximidade do vestibular<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Rodrigues e Pelisoli<sup>1</sup> estudaram a preval&ecirc;ncia de indicadores de ansiedade em alunos de cursos pr&eacute;vestibulares em Porto Alegre (RS). Foram avaliados 1.046 estudantes que se preparavam para o vestibular, e os autores observaram que 23,5% dos vestibulandos apresentaram ansiedade considerada moderada ou grave; candidatas do sexo feminino apresentaram significativamente n&iacute;veis mais elevados que os candidatos do sexo masculino. Conclu&iacute;ram que h&aacute; necessidade premente de aten&ccedil;&atilde;o psiqui&aacute;trica/ psicol&oacute;gica a esses candidatos e sugeriram a realiza&ccedil;&atilde;o de outros estudos, ampliando o conhecimento e baseando em evid&ecirc;ncias as futuras interven&ccedil;&otilde;es dirigidas a essa popula&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tendo em vista o reduzido n&uacute;mero de estudos com adolescentes em prepara&ccedil;&atilde;o para o vestibular e a complexidade do momento de vida em que esses adolescentes se encontram, ressalta-se a import&acirc;ncia de pesquisas sobre essa tem&aacute;tica, visando contribuir para o desenvolvimento de subs&iacute;dios para al&iacute;vio da ansiedade e depress&atilde;o dessa popula&ccedil;&atilde;o, concorrendo para o sucesso destes no vestibular. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com isso, o presente estudo teve como objetivo avaliar a ansiedade e depress&atilde;o em vestibulandos, verificar o uso de antidepressivos assim como a associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis sexo, faixa et&aacute;ria e renda familiar com a presen&ccedil;a de ansiedade e depress&atilde;o. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> METODOLOGIA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trata-se de um estudo epidemiol&oacute;gico, descritivo, transversal, de abordagem quantitativa, realizado com </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">275 vestibulandos de quatro cursos preparat&oacute;rios para o vestibular da cidade de Alfenas-MG. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O levantamento de dados desenvolveu-se ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa Humana da Universidade Jos&eacute; do Ros&aacute;rio Vellano (UNIFENAS), protocolo n&ordm; 175.569, autoriza&ccedil;&atilde;o para a coleta de dados nos referidos cursos e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido de cada participante do estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram utilizados para a coleta de dados dois instrumentos. O primeiro foi um question&aacute;rio, contendo 8 quest&otilde;es estruturadas e semiestruturadas, abordando os aspectos socioecon&ocirc;micos e a caracteriza&ccedil;&atilde;o dos participantes do estudo, com as vari&aacute;veis: sexo, idade, munic&iacute;pio onde reside, estado civil, renda familiar mensal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O segundo instrumento foi destinado para a coleta de dados referentes &agrave; ansiedade e depress&atilde;o, sendo utilizada a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depress&atilde;o/Hospital Anxiety and Depression Scale (HAD). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A HAD foi desenvolvida para detectar estados de ansiedade e depress&atilde;o em indiv&iacute;duos que podem respond&ecirc;-la sozinhos<sup>4,5,6,7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essa escala exclui sintomas mentais graves, detecta graus leves de transtornos afetivos em ambientes n&atilde;o psiqui&aacute;tricos e os quadros de ansiedade e depress&atilde;o, por&eacute;m n&atilde;o faz sua classifica&ccedil;&atilde;o baseada na intensidade dos sintomas, tendo sido validada para o portugu&ecirc;s8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A HAD foi desenvolvida inicialmente para identificar sintomas de ansiedade e de depress&atilde;o em pacientes de hospitais cl&iacute;nicos n&atilde;o psiqui&aacute;tricos8, sendo depois utilizada em outros tipos de indiv&iacute;duos<sup>9</sup>; em pacientes n&atilde;o internados10 e em indiv&iacute;duos sem doen&ccedil;a<sup>11,12</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A escala possui 14 itens, divididos em subescala de ansiedade e de depress&atilde;o, dos quais sete s&atilde;o voltados para a avalia&ccedil;&atilde;o da ansiedade (HADS-A) e sete, para a depress&atilde;o (HADS-D). Cada um dos seus itens pode ser pontuado de zero a tr&ecirc;s, compondo uma pontua&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima de 21 pontos para cada subescala<sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram adotados como pontos de cortes os recomendados por Zigmond e Snaith8 e Snaith5, indicados para ambas as subescalas: HAD-A = sem ansiedade: 0 a 8; com ansiedade: &ge; 9; HAD-D = sem depress&atilde;o: 0 a 8; com depress&atilde;o: &ge; 9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados foram coletados nas pr&oacute;prias institui&ccedil;&otilde;es de ensino, ap&oacute;s a entrega do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido aos participantes do estudo, e, mediante a sua concord&acirc;ncia em participar da pesquisa, foram-lhes entregues os dois instrumentos que foram preenchidos por eles e devolvidos aos pesquisadores. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por fim, os dados foram analisados em valores percentuais e apresentados em tabelas. Aplicouse o teste de Qui-quadrado para verificar poss&iacute;veis associa&ccedil;&otilde;es entre vari&aacute;veis independentes com as vari&aacute;veis dependentes ansiedade e depress&atilde;o. Para essa an&aacute;lise estat&iacute;stica, utilizou-se um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5% (p&lt;0,05). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Analisando-se a <a href="#tab01">Tabela 1</a>, pode-se observar que, dentre as faixas et&aacute;rias estudadas, houve predomin&acirc;ncia da faixa de 17 a 24 anos (93,5%), seguida da faixa de 25 a 33anos (6,5%). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A faixa et&aacute;ria estudada est&aacute; de acordo com o trabalho de Soares e Martins<sup>13</sup>, que relatam ser o vestibular um exame que qualifica os estudantes a ingressarem na universidade e, portanto, tem prerrogativas seletivas e classificat&oacute;rias. E, </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ainda, que a maioria dos estudantes que se submetem a esse tipo de exame &eacute; composta de adolescentes que se encontram em fase de conclus&atilde;o do ensino m&eacute;dio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto ao munic&iacute;pio de resid&ecirc;ncia, pode-se constatar que 173 entrevistados (62,9%) residem no munic&iacute;pio de Alfenas (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v12n4/a07tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com rela&ccedil;&atilde;o ao estado civil, 259 (94,1%) entrevistados eram solteiros. Nossos achados s&atilde;o similares aos apresentados por estudo em que, dentre os 176 estudantes que conclu&iacute;ram o Ensino M&eacute;dio sem repet&ecirc;ncia, conseguiram aprova&ccedil;&atilde;o no vestibular e est&atilde;o ativos em universidades federais, sendo 54,2% deles do sexo masculino, 99,0%, solteiros e com idade m&eacute;dia de 17 anos<sup>14</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto ao uso de antidepressivos, 250 entrevistados (90,9%) n&atilde;o se utilizam destes, o que contraria os achados de Cassimiro<sup>15</sup> que relata ser o uso de psicof&aacute;rmacos alto entre vestibulandos jovens, refletindo a fragilidade &agrave;s press&otilde;es, como a concorr&ecirc;ncia cada vez maior, cobran&ccedil;as sociais e familiares, d&uacute;vidas quanto &agrave; escolha profissional e outras ansiedades que podem estar relacionadas &agrave; idade e a outros fatores. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os valores da <a href="#tab02">Tabela 2</a> mostram que 199 (72,4%) dos entrevistados possuem renda familiar mensal de R$ 1000,00 a R$ 6000,00, 211 (76,8%) residem em casa pr&oacute;pria, 227 (82,5%) s&atilde;o cat&oacute;licos e 206 (75%) praticam a religi&atilde;o. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v12n4/a07tab02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados da <a href="#tab03">Tabela 3</a> mostram que 104 (37,8%) dos entrevistados n&atilde;o apresentaram ansiedade nem depress&atilde;o; seguidos de 93 (33,8%) com ansiedade e sem depress&atilde;o, 68 (24,7%) com ansiedade e com depress&atilde;o e 10 (3,7%) sem ansiedade e com depress&atilde;o. Cabe destacar que 58,5% dos entrevistados encontravam-se com ansiedade e 28,4%, com depress&atilde;o. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/occ/v12n4/a07tab03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Referente a esse assunto, encontrou-se, na literatura, que os adolescentes est&atilde;o submetidos, em &eacute;poca de vestibular, &agrave;s cobran&ccedil;as pessoais, familiares e sociais para um bom desempenho nos estudos. Essas press&otilde;es podem gerar um estado de ansiedade prejudicial ao desempenho acad&ecirc;mico. Alguns sentimentos, como solid&atilde;o, inseguran&ccedil;a e d&uacute;vidas (caracter&iacute;sticos da adolesc&ecirc;ncia e que acompanham os vestibulandos durante quase todo o per&iacute;odo pr&eacute;-vestibular), podem resultar em p&acirc;nico, sentimentos de incompet&ecirc;ncia e incapacidade. O drama psicol&oacute;gico vivido vai aumentando, &agrave; medida que o exame se aproxima. Com isso, o vestibulando pode vir a sofrer dist&uacute;rbios psicofisiol&oacute;gicos, levando, at&eacute; mesmo, &agrave; depress&atilde;o<sup>13</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No presente estudo, ao aplicar o teste de qui-quadrado, ao n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%, para verificar poss&iacute;veis associa&ccedil;&otilde;es de vari&aacute;veis independentes com a ansiedade e a depress&atilde;o, pode-se verificar que existe associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante entre as vari&aacute;veis sexo (p-valor = 0,0376), faixa et&aacute;ria (p-valor = 0,037) e renda familiar mensal (p-valor = 0,0336) com as vari&aacute;veis ansiedade e depress&atilde;o, ou seja, os estudantes do sexo feminino, na faixa et&aacute;ria entre 17 a 24 anos e com renda familiar entre 1000 e 6000 reais apresentaram mais ansiedade e depress&atilde;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cabe ressaltar que n&atilde;o houve associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante entre a vari&aacute;vel uso de antidepressivos com ansiedade e depress&atilde;o (p-valor = 0,0706). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudo semelhante confirmou que mo&ccedil;as s&atilde;o mais ansiosas que os rapazes e, ainda, que o fato de estarem longe do resultado final do exame vestibular, isso possivelmente as deixa bastante ansiosas<sup>13</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outra investiga&ccedil;&atilde;o constatou que as mo&ccedil;as diferenciaram-se dos rapazes no que diz respeito &agrave; ansiedade e &agrave; depress&atilde;o, tendo elas relatado n&iacute;veis gerais mais elevados de depress&atilde;o e de ansiedade em compara&ccedil;&atilde;o aos rapazes<sup>16</sup>; o que &eacute; consistente com outros estudos realizados acerca das diferen&ccedil;as de g&ecirc;nero na sa&uacute;de mental, especialmente no que tange &agrave; depress&atilde;o e ansiedade<sup>17</sup> . &Eacute; not&oacute;rio enfatizar que essas diferen&ccedil;as do g&ecirc;nero parecem emergir no in&iacute;cio da adolesc&ecirc;ncia e se mant&ecirc;m ao longo da vida adulta<sup>18</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Cassimiro<sup>15</sup>, jovens vestibulandos sofrem constantes press&otilde;es no per&iacute;odo de prepara&ccedil;&atilde;o para os exames de vestibular. Medo, inseguran&ccedil;a, cobran&ccedil;as familiares, sociais e at&eacute; pessoais s&atilde;o frequentes nessa &eacute;poca, sem falar da possibilidade de esse aluno ainda n&atilde;o ter maturidade para uma escolha profissional. De acordo com Neiva et al.<sup>19</sup>, ainda s&atilde;o poucos os jovens que elaboram essa decis&atilde;o de forma consciente e madura. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados levantados revelam que os vestibulandos de menor renda familiar, devido ao custo de manuten&ccedil;&atilde;o em cursos pr&eacute;-vestibulares, expectativa de baixo desempenho no vestibular, demanda de maior tempo para inser&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho, tendem a apresentar um aumento significativo em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de ansiedade e depress&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante dos resultados apresentados, pode-se concluir que</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &bull; Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra, houve predom&iacute;nio de vestibulandos na faixa et&aacute;ria de 17 a 24 anos; solteiros, residentes em Alfenas, com renda familiar de R$1000,00 a R$6000,00, com casa pr&oacute;pria, cat&oacute;licas praticantes e que n&atilde;o utilizam antidepressivos;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &bull; Houve um n&uacute;mero significativo de estudantes com ansiedade (58,5%) e com depress&atilde;o (28,4%);</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &bull; As vari&aacute;veis independentes sexo, faixa et&aacute;ria e renda familiar mensal apresentaram associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante com as vari&aacute;veis ansiedade e depress&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Rodrigues DG, Pelisoli C. Ansiedade em vestibulandos: um estudo explorat&oacute;rio. Revista de Psiquiatria Cl&iacute;nica 2008; 35: 171-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=124020&pid=S1677-3888201300040000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Hutz CH, Bardagi MP. Indecis&atilde;o profissional, ansiedade e depress&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia: a influ&ecirc;ncia dos estilos parentais. Psico USF. 2006; 11(1): 65-73. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Rocha THR, Ribeiro JEC, Pereira GA, Aveiro CC, Silva LCA. Sintomas depressivos em adolescentes de um col&eacute;gio particular. PsicoUSF. 2006; 11(1): 95-102. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Botega NJ, Ponde MP, Medeiros P. Valida&ccedil;&atilde;o da escala hospitalar de ansiedade e depress&atilde;o (HAD) em pacientes epil&eacute;pticos ambulatoriais. J Bras Psiq, 1998; 47:285-9.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Snaith RP. The hospital anxiety and depression scale: Health Qual Life Outcomes. Acta Psychiatr Scand 2003; 1: 29-31. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Marcolino JAM. Escala hospitalar de ansiedade e depress&atilde;o: estudo de validade com pacientes no pr&eacute;-operat&oacute;rio. Rev Bras Anestesiol 2007; 4(54): 298-304. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Muszbek K, Szekely A, Balogh EM. Validation of the Hungarian translation of Hospital Anxiety and Depression Scale. Qual Life Res, 2006; 15: 761-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Zigmond AS, Snaith RP - The hospital anxiety and depression scale. Acta Psychiatr Scand, 1983; 67: 361-70. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Brady S, Thomas S, Nolan R. Pre-coronary artery bypass graft measures and enrollment in cardiac rehabilitation. J Cardiopulm Rehabil, 2005; 25: 343-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Brandberg Y, Arver B, Lindblom A. Preoperative psychological reactions and quality of life among women with an increased risk of breast cancer who are considering a prophylactic mastectomy. Eur J Cancer, 2004; 40: 365-74. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Kliszcz J, Nowicka-Sauer K, Trzeciak B. The level of anxiety, depression and aggression in nurses and their life and job satisfaction. Med Pr, 2004; 55: 461-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Andrews B, Hejdenberg J, Wilding J. Student anxiety and depression: Comparison of questionnaire and interview assessments. J Affect Disord. 2006; 95: 29-34. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Soares AB, Martins JSR. Ansiedade dos estudantes diante da expectativa do exame vestibular. Paideia 2010; 20(45): 57-62. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Pessoa KSB, Aguiree MAC, Ramos ICO, Soares W, Recende DF. Escola, ponto de partida; universidade, ponto de chegada: uma an&aacute;lise longitudinal. Anais do XVIII Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em &Aacute;guas de Lindoia &ndash; SP/Brasil, 19 a 23 de nov. 2012. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Cassimiro EE. Frequ&ecirc;ncia do uso de psicof&aacute;rmacos entre jovens estudantes que cursam pr&eacute;-vestibular. Adolesc. Sa&uacute;de 2012; 9(4): 27-36. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Manso DSS, Matos MG. Depress&atilde;o, ansiedade e consumo de subst&acirc;ncias em adolescentes. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas 2006; 2(1): 73-84. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Matos MG, Barrett P, Dadds M, Shortt A. Anxiety, depression, and peer relationships during adolescence: Results from the portuguese national health behaviour in school-aged children survey. European Journal of Psychology of Education 2003; 1: 3-14. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Kessler RC, McGonagle KA, Zhao S, Nelson CB, Hughes M, Eshleman S.. Lifetime and 12-month prevalence of DSM-III-R psychiatric disorders in the United States: Results from the National Comorbidity Survey. Archives of General Psychiatry 1994, 51: 8-19. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Neiva MKC, Silva MB, Miranda VR, Esteves C. Um estudo sobre a maturidade para a escolha profissional de alunos do ensino m&eacute;dio. Rev Bras Orientac Prof. 2005;6(1):1-14.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/occ/v12n4/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ana Maria Duarte Dias Costa    <br>   Rua Presidente Artur Bernardes, 655 &ndash; Alfenas/MG     <br> CEP: 37130-000    <br>    e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:e-mail: ana.costa2@yahoo.com.br" target="_blank">  ana.costa2@yahoo.com.br</a></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    ]]></body>
<body><![CDATA[<br></font></p></font></p></font></p></font></p>     <p>&nbsp;</p>  </font></p>      <p>&nbsp;</p>       <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido para publica&ccedil;&atilde;o:</b> 31/05/2013<br/>  <b>Aceito para publica&ccedil;&atilde;o:</b> 25/06/2014</font></p>      ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
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<surname><![CDATA[Pelisoli]]></surname>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Ansiedade em vestibulandos: um estudo exploratório.]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Psiquiatria Clínica]]></source>
<year>2008</year>
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