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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study evaluates the effects of traditional and active teaching methods applied in the assembly of models in Semi-adjustable articulator (ASA). It is a cross-sectional study of 49 students reports Occlusion discipline, randomly divided into two groups of mutual care in pairs. Group 1 (n = 26) received an article on the subject and doubts resolved in debate, group 2 (n = 23) participated in lecture followed by practice. The data were compiled as the hit rates in steps: facial arc, mounting the upper model, intermaxillary record, compensation wax, mounting the lower model. At each stage a demonstration was held 20 minutes to perform the activity and quantified the degree of difficulty. The cases were considered correct analyzing the touches in the models and in the patient. The morning shift, 23% of students present correct assembly and in the afternoon no students presented correct assembly, 42.9% of the errors occurred in the compensation phase of wax, 24.5% in intermaxillary record, 14.3% in the assembly the lower model and 6% at the stage of facial arc. The results suggest that active learning techniques positively influenced and confirm the need for specific educational material for understanding and reproduction of intermaxillary relations, aimed at students in transition from theoretical to practical cycle.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right">&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Compara&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos tradicional e ativo de educa&ccedil;&atilde;o no aprendizado de um tema de Oclus&atilde;o Dent&aacute;ria</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Comparison of traditional education and active learning methods in a subject of dental occlusion</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fernanda Nunes de Souza<sup>I</sup>; Renata Nunes Barros<sup>II</sup>; Cristina Costa de Almeida<sup>III</sup>; Marceli de Fran&ccedil;a<sup>IV</sup>; Armando Hayassy<sup>V</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Professora nas disciplinas de oclus&atilde;o e pr&oacute;tese dent&aacute;ria na faculdade de Odontologia das Faculdades S&atilde;o Jos&eacute;, Rio de Janeiro    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>II</sup> Doutora em Odontologia UFF, Niter&oacute;i, RJ    <br> <sup>III</sup> Professora Adjunta UFF, Niter&oacute;i, RJ    <br> <sup>IV</sup> Especialista em Pr&oacute;tese Dent&aacute;ria    <br> <sup>V</sup>Diretor da Faculdade de Odontologia das Faculdades S&atilde;o Jos&eacute;, Rio de Janeiro, RJ    <br>     <br>     <br>     <br> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia para:</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este trabalho avalia o efeito dos m&eacute;todos de ensino tradicional e ativo aplicados ao conte&uacute;do "montagem de modelos em articulador semi-ajust&aacute;vel (ASA)". Trata-se de um estudo transversal em relat&oacute;rios de 49 alunos da disciplina de Oclus&atilde;o, divididos aleatoriamente em dois grupos de atendimento m&uacute;tuo em duplas. O grupo 1 (n=26) recebeu um artigo sobre o tema e as d&uacute;vidas foram resolvidas em debate, o grupo 2 (n=23) participou de aula expositiva seguida das pr&aacute;ticas. Os dados foram compilados quanto &agrave;s taxas de acertos nas etapas arco facial, montagem do modelo superior, registro intermaxilar, compensa&ccedil;&atilde;o da cera e montagem do modelo inferior. Foi realizada uma demonstra&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via de cada etapa e permitidos 20 minutos para realizar a atividade. Posteriormente, o grau de dificuldade foi quantificado. Foram considerados corretos os casos que reproduziram os contatos do paciente nos modelos. No Grupo 1 26,1% dos alunos apresentaram correta montagem e no Grupo 2 nenhum aluno apresentou correta montagem, 24,5% dos erros ocorreram na fase compensa&ccedil;&atilde;o de cera, 36,7% no registro intermaxilar, 2% na montagem do modelo inferior e nenhum na fase do arco facial. Os resultados sugerem que as t&eacute;cnicas ativas de aprendizado influenciaram positivamente e confirmam a necessidade de material did&aacute;tico espec&iacute;fico para o entendimento e reprodu&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es intermaxilares, dirigido aos alunos em transi&ccedil;&atilde;o do ciclo te&oacute;rico para o ciclo pr&aacute;tico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Educa&ccedil;&atilde;o Superior. Educa&ccedil;&atilde;o em Odontologia. Aprendizagem. Oclus&atilde;o Dent&aacute;ria.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">This study evaluates the effects of traditional and active teaching methods applied in the assembly of models in Semi-adjustable articulator (ASA). It is a cross-sectional study of 49 students reports Occlusion discipline, randomly divided into two groups of mutual care in pairs. Group 1 (n = 26) received an article on the subject and doubts resolved in debate, group 2 (n = 23) participated in lecture followed by practice. The data were compiled as the hit rates in steps: facial arc, mounting the upper model, intermaxillary record, compensation wax, mounting the lower model. At each stage a demonstration was held 20 minutes to perform the activity and quantified the degree of difficulty. The cases were considered correct analyzing the touches in the models and in the patient. The morning shift, 23% of students present correct assembly and in the afternoon no students presented correct assembly, 42.9% of the errors occurred in the compensation phase of wax, 24.5% in intermaxillary record, 14.3% in the assembly the lower model and 6% at the stage of facial arc. The results suggest that active learning techniques positively influenced and confirm the need for specific educational material for understanding and reproduction of intermaxillary relations, aimed at students in transition from theoretical to practical cycle. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>Education, Higher. Education, Dental. Learning. Dental Occlusion.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>1 INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar da crescente preocupa&ccedil;&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;os de Sa&uacute;de P&uacute;blica com a sa&uacute;de bucal e de estudos que comprovam a redu&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices de perda dental no Brasil, &eacute; grande o n&uacute;mero de pessoas parcial ou totalmente edentadas que necessitam de reabilita&ccedil;&atilde;o bucal<sup>1-5</sup>. No Brasil, o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o recomenda que os cursos de Odontologia formem profissionais generalistas capazes de atender &agrave;s necessidades de sa&uacute;de bucal da comunidade<sup>6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O conhecimento sobre reabilita&ccedil;&atilde;o bucal deve ser adquirido pelo estudante de Odontologia durante a gradua&ccedil;&atilde;o<sup>6</sup>. Os conceitos de oclus&atilde;o norteiam o planejamento e a execu&ccedil;&atilde;o da reabilita&ccedil;&atilde;o, marcando a </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">transi&ccedil;&atilde;o do ciclo b&aacute;sico do ensino de Odontologia para o ciclo profissional, que &eacute; direcionado &agrave; pr&aacute;tica cl&iacute;nica<sup>7,8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os m&eacute;todos de avalia&ccedil;&atilde;o da acur&aacute;cia de procedimentos desenvolvidos pelos alunos de gradua&ccedil;&atilde;o constituem um recurso &uacute;til para a sa&uacute;de daqueles que dependem desse servi&ccedil;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O ensino da Odontologia deve ter como orienta&ccedil;&atilde;o a adequa&ccedil;&atilde;o &agrave;s necessidades e expectativas dos pacientes, proporcionando aos alunos o aprendizado voltado para a qualidade do trabalho reabilitador a ser realizado, com o correto planejamento, permitindo &oacute;timo desempenho biomec&acirc;nico e respeitando os princ&iacute;pios b&aacute;sicos de oclus&atilde;o<sup>9</sup>. Desta forma, as Institui&ccedil;&otilde;es de Ensino Superior t&ecirc;m, entre suas atribui&ccedil;&otilde;es, preparar e conscientizar os docentes quanto &agrave; responsabilidade de ensinar o conte&uacute;do te&oacute;rico e cultivar nos discentes o desenvolvimento da reflex&atilde;o sobre as implica&ccedil;&otilde;es dos resultados de pesquisas cient&iacute;ficas na pr&aacute;tica odontol&oacute;gica <sup>7,10,11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m disso, universit&aacute;rios inscritos em um projeto de reorienta&ccedil;&atilde;o profissional de uma institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, demonstraram insatisfa&ccedil;&atilde;o com as pr&aacute;ticas educativas tradicionais e, em especial com o distanciamento entre a teoria e a pr&aacute;tica<sup>12</sup>. Tal aspecto &eacute; frequentemente apontado como principal em estudos que buscaram entender os motivos relacionados &agrave; evas&atilde;o<sup>13-16</sup> e escolha profissional<sup>17-20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste contexto, o presente trabalho objetiva avaliar o desempenho dos alunos da disciplina de oclus&atilde;o da Faculdade de Odontologia das Faculdades S&atilde;o Jos&eacute;, Rio de Janeiro/Brasil, comparando o efeito da aula expositiva ao da leitura e debate um artigo, na aplica&ccedil;&atilde;o dos conceitos te&oacute;ricos na montagem de modelos de estudo em articulador semiajust&aacute;vel (ASA), bem como na aplica&ccedil;&atilde;o dos conceitos de oclus&atilde;o na an&aacute;lise dos mesmos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 2 MATERIAL E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A pesquisa foi aprovada pelo comit&ecirc; de &eacute;tica institucional (processo 035/09). Dos 55 estudantes do terceiro per&iacute;odo do curso de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia das Faculdades S&atilde;o Jos&eacute; (Rio de Janeiro, Brasil) inscritos na disciplina de Oclus&atilde;o no segundo semestre de 2014, 49 concordaram em participar da pesquisa e firmaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Destes, 26 eram do turno da manh&atilde; (Grupo 1) e 23 no turno da tarde (Grupo 2). A idade m&eacute;dia foi de 25&plusmn;6 anos, variando de 19 a 46 anos. A metodologia consistiu de tr&ecirc;s etapas, a seguir descritas. </font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conceitos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na primeira etapa os alunos receberam informa&ccedil;&otilde;es sobre anatomia, princ&iacute;pios b&aacute;sicos de oclus&atilde;o, m&eacute;todos de exame cl&iacute;nico e diagn&oacute;stico. Estes conceitos foram abordados sob a forma de leitura e debate de artigo cient&iacute;fico sobre o tema<sup>21</sup> (m&eacute;todo ativo) com o Grupo 1 e em aulas te&oacute;ricas (m&eacute;todo tradicional) com o Grupo 2. </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Montagem dos modelos em ASA </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na segunda etapa os participantes de ambos os grupos receberam a demonstra&ccedil;&atilde;o de todas as etapas da atividade a ser desenvolvida e trabalharam em duplas de atendimento m&uacute;tuo, com tempo de 20 minutos para a montagem dos modelos em ASA. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta atividade pr&aacute;tica se deu na cl&iacute;nica para o Grupo 1 e em laborat&oacute;rio para o Grupo 2. Todos os alunos foram avaliados em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s etapas de trabalho: montagem do arco facial, montagem do modelo superior no arco facial, registro intermaxilar em cera, compensa&ccedil;&atilde;o da cera e montagem do modelo inferior. Em cada etapa de trabalho os alunos recebiam uma nota considerando o n&uacute;mero de repeti&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para alcan&ccedil;ar o objetivo e o n&uacute;mero de solicita&ccedil;&otilde;es de ajuda. </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Confer&ecirc;ncia dos contatos oclusais e preenchimento de relat&oacute;rio</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nesta etapa foram, inicialmente, comparados os contatos obtidos no modelo de gesso com aqueles encontrados na boca, utilizando papel carbono. Foi considerada montagem correta quando houve coincid&ecirc;ncia entre os contatos oclusais no aluno tido como "paciente" e os modelos montados em ASA.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A seguir, os alunos responderam sobre seu grau de dificuldade na realiza&ccedil;&atilde;o de cada etapa e o n&uacute;mero de aux&iacute;lios solicitados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados dos relat&oacute;rios foram tabulados de forma a permitir a avalia&ccedil;&atilde;o da porcentagem de erros e acertos em cada etapa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 3 RESULTADOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Para a maioria dos alunos (46 - 93,8%) este foi o primeiro contato com o procedimento proposto, os demais j&aacute; haviam realizado cursos t&eacute;cnicos na &aacute;rea, como, t&eacute;cnico em pr&oacute;tese dent&aacute;ria e em higiene bucal ou tiveram experi&ecirc;ncia em cl&iacute;nicas ou consult&oacute;rios odontol&oacute;gicos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entre os participantes do estudo 35 (71,4%) eram mulheres e 14 (28,6%) homens. Na <a href="#tab01">tabela 1</a> s&atilde;o descritos os erros por etapa e grupo, assim como por g&ecirc;nero. Observou-se que no grupo 1, 6 (26,1%) alunos realizaram correta montagem dos modelos e no 2 nenhum aluno apresentou este resultado. Os erros mais prevalentes em ambos os grupos ocorreram na fase compensa&ccedil;&atilde;o de cera 12 (24,5%), no registro intermaxilar, 18(36,7%) na montagem do modelo inferior e 1 (2%) na fase do arco facial (0). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m disso, 12 alunos (24,5%), n&atilde;o entregaram o relat&oacute;rio das atividades. Tal fato indica aus&ecirc;ncia no &uacute;ltimo dia das atividades pr&aacute;ticas e, portanto, a n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o da checagem dos registros, sendo considerada montagem incompleta.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abeno/v15n4/a09tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>3 DISCUSS&Atilde;O  </B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presente trabalho avaliou o desempenho dos alunos do terceiro per&iacute;odo da gradua&ccedil;&atilde;o de Odontologia na aplica&ccedil;&atilde;o dos conceitos te&oacute;ricos na montagem de modelos de estudo em ASA, bem como na aplica&ccedil;&atilde;o dos conceitos de oclus&atilde;o na an&aacute;lise dos mesmos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com os resultados houve maior n&uacute;mero de mulheres (70%) que de homens (30%). Alguns estudos demonstrem tend&ecirc;ncia similar<sup>1-3,5</sup>, com maioria feminina em pesquisas. Pellizzer (2013)<sup>2</sup> afirma que este resultado ocorre porque no Brasil h&aacute; um maior n&uacute;mero de mulheres que homens. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; diferen&ccedil;a entre os g&ecirc;neros no desempenho na montagem do ASA, este estudo demonstrou propor&ccedil;&atilde;o de montagem correta de 50% para homens e 11% para mulheres, n&atilde;o havendo equil&iacute;brio entre os g&ecirc;neros no grupo 1. No grupo 2 n&atilde;o houve nenhuma montagem correta. Este resultado contradiz alguns relatos, pois quanto &agrave;s diferen&ccedil;as de g&ecirc;nero em rela&ccedil;&atilde;o ao estudo e dedica&ccedil;&atilde;o &agrave;s atividades explorat&oacute;rias, g&ecirc;nero feminino apresenta maior n&iacute;vel de comportamento explorat&oacute;rio do que o masculino, com diferen&ccedil;as significativas nas dimens&otilde;es de busca interna, busca externa e intencionalidade, sugerindo que as mulheres tendem a se engajar de forma mais sistem&aacute;tica e deliberada em atividades explorat&oacute;rias<sup>22</sup>. No entanto, a literatura n&atilde;o &eacute; consistente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; diferen&ccedil;a de g&ecirc;nero na explora&ccedil;&atilde;o; enquanto alguns estudos confirmam a maior explora&ccedil;&atilde;o feminina<sup>23</sup>, outros indicam o contr&aacute;rio<sup>24</sup> ou n&atilde;o apontam diferen&ccedil;as<sup>25,26</sup>. Os estudos que indicam maior explora&ccedil;&atilde;o masculina tendem a justific&aacute;-la pela maior percep&ccedil;&atilde;o de oportunidades de trabalho e menor percep&ccedil;&atilde;o de barreiras por parte dos homens. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudos realizados com universit&aacute;rios mostram que ser capaz de tomar decis&otilde;es eficientes est&aacute; relacionado &agrave; busca sistem&aacute;tica de informa&ccedil;&otilde;es sobre as pr&oacute;prias habilidades e interesses e sobre oportunidades educacionais e ocupacionais. Em uma pesquisa com rec&eacute;m graduados, Werbel (2000)<sup>27</sup> observou que a capacidade explorat&oacute;ria &eacute; um importante passo inicial para a busca de emprego; o autor afirma que os processos de aconselhamento de carreira devem priorizar o desenvolvimento dessa capacidade. Texeira (2002)<sup>28</sup> identificou rela&ccedil;&otilde;es entre maior comportamento explorat&oacute;rio e otimismo para a busca de emprego entre formandos universit&aacute;rios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Entretanto quanto &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o dos conceitos te&oacute;ricos, Neto et al. (2010)<sup>6</sup> realizaram uma avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento de formandos em Odontologia sobre o planejamento e preparo da boca para a realiza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel, atrav&eacute;s do exame de duas arma&ccedil;&otilde;es met&aacute;licas montadas em ASA. Com uma amostra composta por 266 alunos (23%) de Odontologia do estado de S&atilde;o Paulo, de 11 diferentes cursos, conclu&iacute;ram n&atilde;o existir conhecimento adequado sobre o assunto. Os autores relataram n&atilde;o haver correla&ccedil;&atilde;o estabelecida entre as instru&ccedil;&otilde;es did&aacute;ticas e cl&iacute;nicas oferecidas na gradua&ccedil;&atilde;o para a confec&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses parciais remov&iacute;veis e o comportamento inapropriado dos estudantes avaliados. Duas hip&oacute;teses foram apresentadas como capazes de explicar este fato: os graduandos negligenciam o conhecimento adquirido sobre o assunto para ganhar tempo ou os mesmos recebem instru&ccedil;&otilde;es inadequadas durante a gradua&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Marshall et al. (2014)<sup>11</sup> estudaram as escolhas dos estudantes de Odontologia entre artigos e m&eacute;todos de pesquisa, assim como sua habilidade de refletir sobre as implica&ccedil;&otilde;es de seus resultados para a pr&aacute;tica odontol&oacute;gica. Este estudo mostrou a necessidade de crit&eacute;rios para a avalia&ccedil;&atilde;o dos fatores que levam os estudantes a refletir sobre a liga&ccedil;&atilde;o entre a ci&ecirc;ncia e o trabalho cl&iacute;nico, al&eacute;m de motiv&aacute;-los a aprender a refletir para se tornarem pensadores cr&iacute;ticos. Sugerem ainda que os estudantes de Odontologia deveriam aprender mais sobre m&eacute;todos qualitativos de pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; rela&ccedil;&atilde;o experi&ecirc;ncia e pr&aacute;tica cl&iacute;nica, Super (1955)<sup>19</sup> criou o termo maturidade em um per&iacute;odo inicial de suas formula&ccedil;&otilde;es te&oacute;ricas, para avaliar o est&aacute;gio de desenvolvimento de carreira alcan&ccedil;ado por estudantes de diferentes idades e n&iacute;veis de instru&ccedil;&atilde;o e sua respectiva prontid&atilde;o para a tomada de decis&otilde;es. Com o passar do tempo, segundo Magalh&atilde;es (2005)<sup>16</sup>, ao descrever a carreira na vida adulta e perceber que as habilidades, compet&ecirc;ncias e atitudes de enfrentamento podem n&atilde;o variar com a idade, Super (1983)<sup>20</sup> passou a utilizar o termo adaptabilidade de carreira, indicando equil&iacute;brio entre o mundo do trabalho e o espa&ccedil;o pessoal, al&eacute;m de habilidades para buscar e aceitar mudan&ccedil;as nos pap&eacute;is de carreira ao longo do tempo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As dimens&otilde;es da maturidade propostas por Super (1983)<sup>20</sup> seriam: a) capacidade de planejamento, que depende da autonomia do indiv&iacute;duo, da ado&ccedil;&atilde;o de uma perspectiva temporal e da auto avalia&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis ou desfavor&aacute;veis em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; carreira, estando relacionada tamb&eacute;m &agrave; autoestima; b) capacidade de explora&ccedil;&atilde;o, com presen&ccedil;a ou n&atilde;o do comportamento explorat&oacute;rio vocacional, o qual permite diferenciar entre escolhas racionais e refletidas daquelas impulsivas ou dependentes; c) informa&ccedil;&atilde;o, pois a informa&ccedil;&atilde;o sobre o mundo do trabalho e as op&ccedil;&otilde;es oferecidas &eacute; um pr&eacute;requisito para a prontid&atilde;o para a tomada de decis&atilde;o; d) tomada de decis&atilde;o, habilidade decorrente da avalia&ccedil;&atilde;o das possibilidades, das consequ&ecirc;ncias poss&iacute;veis destas decis&otilde;es e da probabilidade destas consequ&ecirc;ncias acontecerem; e e) orienta&ccedil;&atilde;o &agrave; realidade, que consiste em autoconhecimento, realismo e avalia&ccedil;&atilde;o situacional. O conjunto destas caracter&iacute;sticas comp&otilde;e a prontid&atilde;o para a tomada de decis&atilde;o ou, mais tecnicamente, a prontid&atilde;o do indiv&iacute;duo para emitir os comportamentos necess&aacute;rios em resposta &agrave;s demandas sociais de cristaliza&ccedil;&atilde;o e especifica&ccedil;&atilde;o de escolhas e/ou mudan&ccedil;as vocacionais<sup>18</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Valore et al. (2010)<sup>12</sup> investigaram os fatores relacionados &agrave; d&uacute;vida/ insatisfa&ccedil;&atilde;o quanto ao curso escolhido no discurso de universit&aacute;rios de uma institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, inscritos num projeto de reorienta&ccedil;&atilde;o profissional e evidenciaram a insatisfa&ccedil;&atilde;o dos alunos avaliados com as pr&aacute;ticas educativas, em especial com o distanciamento entre a teoria e a pr&aacute;tica. Tal aspecto &eacute; frequentemente apontado, como fator principal, em estudos que buscaram entender os motivos relacionados &agrave; evas&atilde;o<sup>13-16</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Torna-se not&aacute;vel uma preocupa&ccedil;&atilde;o excessiva com avalia&ccedil;&atilde;o ao inv&eacute;s da valoriza&ccedil;&atilde;o da aquisi&ccedil;&atilde;o do conhecimento e do dom&iacute;nio da t&eacute;cnica. Os alunos, por raz&otilde;es variadas como falta de tempo, desconhecimento de oportunidades ou mesmo desinteresse, podem estar perdendo chances importantes de treinar as habilidades e compet&ecirc;ncias que ser&atilde;o solicitadas na atividade profissional<sup>17</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A proposta curricular atual sugere a quebra do modelo de ensino baseado na perspectiva banc&aacute;ria de ac&uacute;mulo e transmiss&atilde;o do saber<sup>29</sup> e do modelo flexneriano30 e implanta&ccedil;&atilde;o de um ensino voltado para a autoaprendizagem, aprender a aprender e busca aut&ocirc;noma do conhecimento. V&ecirc;-se um processo baseado no desenvolvimento de compet&ecirc;ncias, ou seja, na capacidade do profissional/estudante mobilizar conhecimentos em diferentes &aacute;reas do conhecimento, para a resolu&ccedil;&atilde;o dos problemas concretos encontrados nas atividades di&aacute;rias<sup>31,32</sup>. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>4 CONCLUS&Atilde;O  </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados do presente estudo sugerem que a t&eacute;cnica ativa de aprendizado associada &agrave; pr&aacute;tica em cl&iacute;nica odontol&oacute;gica influenciaram positivamente nos resultados, ao passo em que as atividades tradicionais em laborat&oacute;rio com aulas expositivas n&atilde;o apresentaram resultados satisfat&oacute;rios. Os resultados confirmam a necessidade da cria&ccedil;&atilde;o de material did&aacute;tico espec&iacute;fico para o entendimento e reprodu&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es intermaxilares, dirigido aos alunos em transi&ccedil;&atilde;o do ciclo te&oacute;rico para o ciclo pr&aacute;tico. Contudo, &eacute; necess&aacute;rio despertar o interesse do aluno para o pensar, questionar, aprender, fazer e assumir uma responsabilidade profissional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS  </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Charyeva OO, Altynbekov KD, Nysanova BZ. Kennedy classification and treatment options: A study of partially edentulous patients being treated in a specialized prosthetic clinic. J Prosthodont 2012; 21(3):177-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=389956&pid=S1679-5954201500040000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Pellizzer EP, Almeida DA, Falc&oacute;n- Antenucci RM, S&aacute;nchez DM, Zuim PR, Verri FR. Prevalence of removable partial dentures users treated at the Aracatuba Dental School-UNESP. J Prosthodont 2013; 22(3):245-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Perera R, Ekanayake L. Tooth loss in Sri Lankan adults. Int Dent J 2011;61:7-11. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Souza FN, De Siqueira GC, Rodrigues ARC, Tiossi R, De Gouvea, Cresus VD, De Almeida CC . Partially edentulous arches: a 5 year survey of patients treated at the Fluminense Federal University Removable Prosthodontics Clinics in Brazil. J Prosthodont 2015;24(6):447-51. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Te&oacute;filo LT, Leles CR. Patients' selfperceived impacts and prosthodontic needs at the time and after tooth loss. Braz Dent J 2007;18(2):91-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Neto A F, Duarte ARC, Shiratori FK, Leite PHAS, Rizzatti-Barbosa CM.; Bonachela WC. Evaluation of senior Brazilian dental students about mouth preparation and removable partial denture design. J Dent Educ 2010; 74(11):1255-60. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Carcereri DL, Padilha ACL, Bastos RC. Fatores relevantes para a mudan&ccedil;a na forma&ccedil;&atilde;o em Odontologia motivados pelo Programa Nacional de Reorienta&ccedil;&atilde;o da Forma&ccedil;&atilde;o Profissional em Sa&uacute;de (Pr&oacute;- Sa&uacute;de). Rev ABENO 2014;14(1):94-106. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. McNeil C. Science and Practice of Occlusion. 1&ordf; ed. Chicago: Editora Quintessence Publish. Co. Inc.; 1997. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Souza, FN, Gouvea CVD, Costa YO, Rodrigues ARC, Campos ED, Almeida CC. An&aacute;lise in vitro da adapta&ccedil;&atilde;o de apoios em pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel. Rev Flum de Odontol 2011; 36: 10-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Hendricson WD, Anderson E, Andrieu SC, Chadwick DG, Cole J R, George MC, et al. Does faculty development enhance teaching effectiveness? J Dent Educ 2007; 71(12):1513-33. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Marshall TA, Straub-Morarend CL, Handoo N, Solow CM, Cunningham-Ford MA, Finkelstein MW. Integrating critical thinking and Evidence-Based Dentristy across a four-year Dental Curriculum: a model for independent learning. J Dent Educ 2014;78(3):359-67. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Valore LA, Ferrarini N L. Escolha e identidade profissional: desafios e possibilidades na forma&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria. Rev INFAD de Psicologia 2010;03:391- 98. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Biazus C. Sistema de fatores que levam o aluno a evadir-se dos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o na UFSM e na UFSC: um estudo no curso de ci&ecirc;ncias cont&aacute;beis. &#91;Tese&#93; Florian&oacute;polis (SC): Universidade Federal de Santa Catarina; 2004. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Cunha AM, Tunes E, Silva RR. Evas&atilde;o do curso de qu&iacute;mica da Universidade de Bras&iacute;lia: a interpreta&ccedil;&atilde;o do aluno evadido. Qu&iacute;m Nova 2001;24(2):262-80. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Ghizoni LD, Teles MMR. Escolha e reescolha profissional: um estudo sobre estudantes universit&aacute;rios noturnos. In: Lassance, MCP (Org.) Interven&ccedil;&atilde;o e compromisso social: orienta&ccedil;&atilde;o profissional. S&atilde;o Paulo: Vetor; 2005. p. 291-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Magalh&atilde;es M, Redivo A. Re-op&ccedil;&atilde;o de curso e maturidade vocacional. Rev Bras Orientac Prof 1998;2(2):7-28. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Bardagi MP, Boff RM. Autoconceito, auto efic&aacute;cia profissional e comportamento explorat&oacute;rio em universit&aacute;rios concluintes. Avalia&ccedil;&atilde;o 2010;15(1):41-56. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Savickas ML. Measuring career development: current status and future directions. Career Dev Q 1994;43:54-61. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Super DE. The dimensions and measurement of vocational maturity. Teach Coll Rec 1955;57:151-63. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Super, DE. Assessment in career guidance: Toward truly developmental counseling. Pers Guid J 1983; 61: 555-62. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Fernandes Neto, AJ et al. Montagem de modelos de estudo em articulador classe III semi-ajust&aacute;vel &ndash; ASA. 2005. Dispon&iacute;vel em: http://www.fo.ufu.br/sites/fo.ufu. br/files/Anexos/Documentos/Anexos_ RoteiroOclusaoCap13.pdf </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Frischenbruder SL. O desenvolvimento vocacional na adolesc&ecirc;ncia: Autoconceito e comportamento explorat&oacute;rio. &#91;Tese&#93; Porto Alegre (RS): Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul; 1999. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Sparta M. A explora&ccedil;&atilde;o e a indecis&atilde;o vocacional em adolescentes no contexto educacional brasileiro. &#91;Tese&#93; Porto Alegre (RS): Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2003. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Blustein DL, Pauling ML, De Mania ME, Faye M. Relation between exploratory and choice factors and decisional process. J Vocat Behav 1994;44(1):75-90. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Ketterson TU, Blustein DL. Attachment relationships and the career exploration process. Career Dev Q 1997;46:167-78. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Sparta M, Bardagi MP, Andrade AMJ. Explora&ccedil;&atilde;o vocacional e informa&ccedil;&atilde;o profissional percebida em estudantes carentes. Aletheia 2005;22:79-88. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Werbel J D. Relationships among career exploration, hob search intensity, and job search effectiveness in graduating college students. J Vocat Behav 2000;57:379-94. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Teixeira MAP. A experi&ecirc;ncia de transi&ccedil;&atilde;o entre a universidade e o mercado de trabalho na adultez jovem. &#91;Tese&#93; Porto Alegre (RS): Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2002. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. Freire P. Pedagogia do Oprimido. 1&ordf; ed. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra; 1970. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">30. Almeida Filho, N. Reconhecer Flexner: inqu&eacute;rito sobre produ&ccedil;&atilde;o de mitos na educa&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica no Brasil contempor&acirc;neo. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2010;26(12): 2234-49. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">31. Lemos SGL, Morita M C, Carloto EET. Recursos utilizados por graduandos de odontologia e cirurgi&otilde;es-dentistas do SUS para estudar e resolver d&uacute;vidas surgidas durante o trabalho. Rev ABENO 2014; 14(1): 3-16. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">32. Perrenoud P. Construir as compet&ecirc;ncias desde a escola. 1&ordf; ed. Porto Alegre: Artmed; 1999.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/abeno/v15n4/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a>    <b>Correspond&ecirc;ncia para:</b> <br/>   Prof. Armando Hayassy<br/>   Rua Augusto da Cruz Nunes, 59 sobrado, Pendotiba/Badu <br/>   24320-140 Niter&oacute;i - RJ<br/>   E-mail: <a href="mailto:ahayassy@uol.com.br">ahayassy@uol.com.br</a></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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