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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Características dos concursos para contratação de cirurgiões-dentistas na Estratégia Saúde da Família]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of the present study was to evaluate the characteristics of public exams for hiring dental surgeons for the Family Health Strategy in Brazilian municipalities. Documentation of public tenders issued in Brazil between 2006 and 2014 was analyzed, based on the following criteria: macro region, programmatic content, salary, number of vacancies, and hiring system. Of a total number if 765 tenders for applications to do the exam, 42% were for the Southeastern region; 24% for the Northeastern; 22% for the Southern; 7% for the Midwestern, and 5% for the Northern region. The mean number of vacancies offered was 4.2, and the mean salary was R$ 2.458,01 (Brazilian Reais). The contents of the exams were distributed into the categories of specific knowledge (81%), Portuguese language (71%), general knowledge (30%), collective health (14%) and others (33%). Relative to the forms of hiring, 21% were related to the statutory work regime, 16% were contracted under the laws for employees which govern the private sector (consolidated labor law), 4% selection process of a temporary nature, 1% temporary hiring in the absence of the public selection process and 57% did not specify the type of contract. The public exams in the period evaluated showed imprecise tender documents, with the absence of important information for making a secure decision to participate in the selection process. The majority of the exams were held in the Southeastern region, and state of Minas Gerais, with the demand for specific knowledge of the area of work and Portuguese language. Contents relative to Collective Health and public titles were demanded only by the minority of tenders. It is necessary for tenders to be more specific, particularly with regard to the knowledge demanded in the exams, so that the professional with the adequate profile and knowledge will be hired to work in the Family Health Strategy.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Caracter&iacute;sticas dos concursos para contrata&ccedil;&atilde;o de cirurgi&otilde;es-dentistas na Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Characteristics of exams for hiring dentists for the Family Health Strategy</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Leonardo Ribeiro da Silva Mo&ccedil;o<sup>I</sup>; Fl&aacute;via Mart&atilde;o Fl&oacute;rio<sup>II</sup>; Luciane Zanin<sup>II</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Mestre em Odontologia, &aacute;rea de Sa&uacute;de Coletiva, Faculdade S&atilde;o Leopoldo Mandic, Campinas    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>II</sup> Docente, Departamento de Sa&uacute;de Coletiva, Curso de Odontologia, Faculdade S&atilde;o Leopoldo Mandic, Campinas    <br>     <br>     <br> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspondência</a></font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo do presente estudo foi avaliar as caracter&iacute;sticas dos concursos p&uacute;blicos para contrata&ccedil;&atilde;o de cirurgi&otilde;es-dentistas para a Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia em munic&iacute;pios Brasileiros. Foi realizada an&aacute;lise documental de editais de concursos p&uacute;blicos ocorridos entre 2006 e 2014 no Brasil, com base nos seguintes crit&eacute;rios: macrorregi&atilde;o, conte&uacute;do program&aacute;tico, sal&aacute;rio, n&uacute;mero de vagas e regime de contrata&ccedil;&atilde;o. De um total 765 editais de concursos, 42% eram para a regi&atilde;o Sudeste, 24% Nordeste, 22% Sul, 7% Centro-Oeste e 5% Norte. A m&eacute;dia de vagas ofertadas foi de 4,2 e de sal&aacute;rio foi de R$ 2.458,01. Os conte&uacute;dos foram distribu&iacute;dos em conhecimento espec&iacute;fico (81%), l&iacute;ngua portuguesa (71%), conhecimentos gerais (30%), sa&uacute;de coletiva (14%) e outros (33%). Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s formas de contrata&ccedil;&atilde;o, 21% estavam relacionadas a regime de trabalho estatut&aacute;rio, 16% celetista, 4% processo seletivo de car&aacute;ter tempor&aacute;rio, 1% contrato tempor&aacute;rio na aus&ecirc;ncia de processo seletivo p&uacute;blico e 57% n&atilde;o especificaram. Os concursos p&uacute;blicos no per&iacute;odo avaliado mostraram editais imprecisos, com aus&ecirc;ncia de informa&ccedil;&otilde;es importantes para a decis&atilde;o segura em participar do processo seletivo. A maioria dos concursos foi realizada na regi&atilde;o Sudeste, estado de Minas Gerais, com a exig&ecirc;ncia de conhecimentos espec&iacute;ficos da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o e l&iacute;ngua portuguesa. Conte&uacute;dos de Sa&uacute;de Coletiva e titula&ccedil;&atilde;o foram exigidos apenas pela minoria. Faz-se necess&aacute;rio o direcionamento, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o aos conhecimentos exigidos nas provas, para que seja contemplado o profissional com perfil e conhecimentos adequados para o trabalho na Estrat&eacute;gia de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Descritores</b>: Odont&oacute;logos. Sele&ccedil;&atilde;o de Pessoal. Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de. Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The aim of the present study was to evaluate the characteristics of public exams for hiring dental surgeons for the Family Health Strategy in Brazilian municipalities. Documentation of public tenders issued in Brazil between 2006 and 2014 was analyzed, based on the following criteria: macro region, programmatic content, salary, number of vacancies, and hiring system. Of a total number if 765 tenders for applications to do the exam, 42% were for the Southeastern region; 24% for the Northeastern; 22% for the Southern; 7% for the Midwestern, and 5% for the Northern region. The mean number of vacancies offered was 4.2, and the mean salary was R$ 2.458,01 (Brazilian Reais). The contents of the exams were distributed into the categories of specific knowledge (81%), Portuguese language (71%), general knowledge (30%), collective health (14%) and others (33%). Relative to the forms of hiring, 21% were related to the statutory work regime, 16% were contracted under the laws for employees which govern the private sector (consolidated labor law), 4% selection process of a temporary nature, 1% temporary hiring in the absence of the public selection process and 57% did not specify the type of contract. The public exams in the period evaluated showed imprecise tender documents, with the absence of important information for making a secure decision to participate in the selection process. The majority of the exams were held in the Southeastern region, and state of Minas Gerais, with the demand for specific knowledge of the area of work and Portuguese language. Contents relative to Collective Health and public titles were demanded only by the minority of tenders. It is necessary for tenders to be more specific, particularly with regard to the knowledge demanded in the exams, so that the professional with the adequate profile and knowledge will be hired to work in the Family Health Strategy. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>Dentists. Personnel Selection. Unified Health System. Family Health.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 1 INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O processo de forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica dos profissionais de sa&uacute;de e, dentre estes, os de Odontologia, &eacute; influenciado por v&aacute;rios fatores externos &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es de ensino, incluindo as mudan&ccedil;as de natureza social, econ&ocirc;mica, cultural </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">e tecnol&oacute;gica, bem como as relacionadas &agrave;s pol&iacute;ticas de educa&ccedil;&atilde;o e de sa&uacute;de<sup>1</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No Brasil, a Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria a Sa&uacute;de (APS) ganha cada vez mais notoriedade e &eacute; al&ccedil;ada como prioridade do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), sobretudo, ap&oacute;s 1994 com a implanta&ccedil;&atilde;o do Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF), cujo objetivo foi reorganizar os servi&ccedil;os e pr&aacute;ticas assistenciais e reordenar a demanda, efetivando-se como porta de entrada do sistema. Entretanto, a implementa&ccedil;&atilde;o e consolida&ccedil;&atilde;o do PSF, que anos depois passou a ser considerado como Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (ESF), sofreram dificuldades<sup>2,3</sup> dentre as quais observa-se a exist&ecirc;ncia de n&oacute;s cr&iacute;ticos na contrata&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o de recursos humanos, na fixa&ccedil;&atilde;o e na integra&ccedil;&atilde;o entre os profissionais de sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com a inclus&atilde;o da sa&uacute;de bucal na ESF, em 2001<sup>4</sup> ampliou-se as perspectivas de mercado de trabalho para o cirurgi&atilde;o-dentista (CD), despontando o servi&ccedil;o p&uacute;blico como alternativa promissora<sup>5</sup>. Al&eacute;m disso, diante de todas as inova&ccedil;&otilde;es nos conceitos e no desenho da aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de, os CDs necessitam de conhecimentos e habilidades adicionais, ou seja, uma forma&ccedil;&atilde;o comprometida com a Sa&uacute;de P&uacute;blica/Sa&uacute;de Coletiva para que possam atuar nos moldes desta estrat&eacute;gia, que se encontra em expans&atilde;o<sup>6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vem sendo discutida a necessidade de reorientar a forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica dos CDs, uma vez que estes s&atilde;o precocemente direcionados para as especialidades<sup>7</sup>, n&atilde;o sendo efetivamente preparados para o mercado de trabalho atual que busca a forma&ccedil;&atilde;o de um profissional generalista. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste sentido, as institui&ccedil;&otilde;es respons&aacute;veis pela forma&ccedil;&atilde;o de profissionais de sa&uacute;de devem incorporar na forma&ccedil;&atilde;o do profissional condi&ccedil;&otilde;es que os habilitem a trabalhar em n&iacute;vel comunit&aacute;rio, buscando resgatar a cidadania dos indiv&iacute;duos, com vistas &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de um modelo de aten&ccedil;&atilde;o que contemple a integralidade, a dignidade e a &eacute;tica<sup>6</sup> com um perfil generalista com s&oacute;lida forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnico-cient&iacute;fica, human&iacute;stica e &eacute;tica, orientada para a promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, com &ecirc;nfase na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as bucais prevalentes<sup>8</sup>. O perfil dos profissionais de sa&uacute;de bucal necessita de uma adequa&ccedil;&atilde;o para atender aos princ&iacute;pios do SUS e da ESF, visto que a maioria &eacute; constitu&iacute;da por especialistas que n&atilde;o exercem tais habilidades e quando as executam, fazem de forma fragmentada, com base no paradigma flexneriano, ou seja, no modelo curativo<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O n&uacute;mero de ESFs no Brasil vem aumentando e atualmente ainda h&aacute; uma impactante diferen&ccedil;a no n&uacute;mero de equipes de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (SF) e equipes de Sa&uacute;de Bucal (SB) cadastradas, o que sinaliza, tendo em vista as portarias ministeriais<sup>4,10,11</sup>, a oportunidade de cria&ccedil;&atilde;o de novas vagas para o cargo de CD: em julho de 2016, enquanto havia no Brasil 40.766 equipes de SF implantadas em 5.468 munic&iacute;pios brasileiros, a SB estava implantada em 5.024 munic&iacute;pios, os quais apresentavam 24.687 equipes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Neste contexto de possibilidade de amplia&ccedil;&atilde;o do mercado de trabalho e de necessidade de contar-se com a adequa&ccedil;&atilde;o do profissional ao perfil desejado, faz-se importante avaliar as caracter&iacute;sticas dos concursos p&uacute;blicos para contrata&ccedil;&atilde;o de CDs na ESF de munic&iacute;pios Brasileiros. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 2 MATERIAL E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trata-se de pesquisa que utiliza dados secund&aacute;rios e p&uacute;blicos, dispensando avalia&ccedil;&atilde;o por Comit&ecirc; de &Eacute;tica. A coleta dos dados foi realizada diretamente nos editais de abertura de concursos p&uacute;blicos para o cargo de CD na ESF no per&iacute;odo de janeiro de 2006 a dezembro de 2014. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados foram coletados em duas bases de dados de grande circula&ccedil;&atilde;o nacional: Odonto concursos (www.odontoconcursos.com.br) e ABITEP concursos (www.abitep.com.br). As vari&aacute;veis analisadas foram: a) ano de realiza&ccedil;&atilde;o do concurso; b) estado/regi&atilde;o; c) conte&uacute;do a ser abordado nas provas do concurso; d) avalia&ccedil;&atilde;o de t&iacute;tulos; e) sal&aacute;rio; f) n&uacute;mero de vagas oferecidas; e g) regime de trabalho. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s tabula&ccedil;&atilde;o dos dados, realizou-se a an&aacute;lise descritiva por meio de tabelas de distribui&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncia absoluta e relativa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 3 RESULTADOS</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <a href="#tab01">tabela 1</a> apresenta a distribui&ccedil;&atilde;o dos concursos e n&uacute;mero de vagas oferecidas por macrorregi&atilde;o e ano de realiza&ccedil;&atilde;o. O ano de 2007 apresentou o maior e 2010 o menor n&uacute;mero de vagas oferecidas. O n&uacute;mero m&eacute;dio de vagas dispon&iacute;veis foi de 4,2, sendo a regi&atilde;o Sudeste a que apresentou o maior n&uacute;mero de vagas e concursos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste per&iacute;odo foram encontrados 765 editais. Dentre os estados, os que apresentaram maior n&uacute;mero de editais foram Minas Gerais (23,9%), Bahia (5,5%), Santa Catarina (9,9%), Mato Grosso (3,1%) e Par&aacute; (1,7%) (<a href="#tab02">tabela 2</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O piso salarial m&eacute;dio oferecido foi de R$ 2.458,01 para 40 horas semanais de trabalho. A regi&atilde;o Sul ofereceu o maior valor, R$ 2.915,00, seguida pelas regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste. As regi&otilde;es Norte e Nordeste apresentaram menor piso salarial, com valor m&eacute;dio de R$ 2.210,94 e R$ 2.114,42, respectivamente (<a href="#tab03">tabela 3</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Observou-se ainda variadas modalidades de contrata&ccedil;&atilde;o. A maioria dos editais (57%) n&atilde;o apontou a modalidade de regime de regime de trabalho e o regime estatut&aacute;rio (21%) prevaleceu sobre o regime celetista (16%). Na regi&atilde;o Centro-Oeste n&atilde;o foi observado nenhum edital adotando o regime de trabalho celetista, e na regi&atilde;o Sul a frequ&ecirc;ncia de regime CLT foi maior que a de regime estatut&aacute;rio (<a href="#tab04">tabela 4</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abeno/v17n2/a04tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abeno/v17n2/a04tab02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abeno/v17n2/a04tab03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abeno/v17n2/a04tab04.jpg">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os conte&uacute;dos que seriam exigidos n&atilde;o foram divulgados em 15% dos editais. Na maioria deles exigiu-se conhecimentos espec&iacute;ficos da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o (81%) e l&iacute;ngua portuguesa (71%). Apenas 14% exigiram conhecimentos em sa&uacute;de coletiva. Em 27% dos editais foi levada em considera&ccedil;&atilde;o a an&aacute;lise de titula&ccedil;&atilde;o (<a href="#tab05">tabela 5</a>).</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab05"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/abeno/v17n2/a04tab05.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> 4 DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a contrata&ccedil;&atilde;o de profissional efetivo toda a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica deve submeter os candidatos ao concurso de provas ou de provas e t&iacute;tulos conforme prescreve o inciso II do art. 37 da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica<sup>12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Portaria n&ordm; 648/GM de 28 de mar&ccedil;o de 2006 aprovou a Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, estabelecendo normas para a organiza&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica para o PSF10. Assim, avaliar editais dos concursos p&uacute;blicos a partir deste ano torna-se importante, partindo-se do princ&iacute;pio de que as solicita&ccedil;&otilde;es de concursos devem ser fundamentadas de acordo com o perfil profissional para a atua&ccedil;&atilde;o no servi&ccedil;o p&uacute;blico de sa&uacute;de, atendendo &agrave;s necessidades dos usu&aacute;rios de forma resolutiva e integral. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Avaliando as regi&otilde;es brasileiras observou-se um maior n&uacute;mero de concursos na regi&atilde;o Sudeste seguido pela Nordeste com uma m&eacute;dia de 4,1 vagas por regi&atilde;o. Considerando a l&oacute;gica demogr&aacute;fica, a regi&atilde;o Nordeste apresenta 9 Estados e possui cerca de 1794 munic&iacute;pios, seguido da regi&atilde;o Sudeste que apresenta 4 Estados e 1668 munic&iacute;pios, a regi&atilde;o Sul ocupa a terceira posi&ccedil;&atilde;o apresentando 3 Estados e 1191 munic&iacute;pios. As regi&otilde;es Centro-Oeste e Norte ocupam as &uacute;ltimas posi&ccedil;&otilde;es com 3 Estados e 1 Distrito Federal e 466 munic&iacute;pios e 7 Estados e 450 munic&iacute;pios, respectivamente<sup>13</sup>. Assim, o n&uacute;mero maior de munic&iacute;pios por macrorregi&atilde;o justificaria o maior n&uacute;mero de concursos realizado na regi&atilde;o Sudeste e Nordeste, no per&iacute;odo de avalia&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Avaliando anualmente observou-se um maior n&uacute;mero de editais no ano de 2007, o que pode ser justificado pela publica&ccedil;&atilde;o, em 2006, da portaria 822<sup>14</sup> que estabeleceu os repasses financeiros para a ESF e, pouco depois, com a publica&ccedil;&atilde;o das portarias 90 GM/MS<sup>15</sup> de 17 de janeiro de 2008 e 2920 GM/MS de 3 de dezembro de 2008<sup>16</sup> que refor&ccedil;am o incentivo financeiro. Al&eacute;m disso, o que poderia justificar a maior frequ&ecirc;ncia de concursos at&eacute; o ano de 2009 &eacute; a publica&ccedil;&atilde;o de legisla&ccedil;&otilde;es: Portaria 2371GM/MS<sup>17</sup> que instituiu as unidades odontol&oacute;gicas m&oacute;veis e a Portaria 2372GM/MS<sup>18</sup> que criou o plano de fornecimento de equipamentos odontol&oacute;gicos para as equipes de sa&uacute;de, o que motivou os munic&iacute;pios implantarem equipes de SB na ESF. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Considerando a an&aacute;lise da m&eacute;dia salarial, percebe-se que as regi&otilde;es Sul e Sudeste, al&eacute;m de terem a maior concentra&ccedil;&atilde;o de CDs, s&atilde;o tamb&eacute;m </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">aquelas que apresentam melhor desenvolvimento econ&ocirc;mico<sup>19</sup> e, consequentemente, oferecem melhor piso salarial. No entanto, a m&eacute;dia salarial observada ficou aqu&eacute;m da preconizada na legisla&ccedil;&atilde;o vigente<sup>20</sup>: at&eacute; tr&ecirc;s sal&aacute;rios m&iacute;nimos para carga hor&aacute;ria de 20 horas semanais para M&eacute;dicos e CDs, acrescida de 40% referente ao adicional de insalubridade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Isso pode acarretar uma migra&ccedil;&atilde;o de profissionais de um munic&iacute;pio para o outro em busca de melhores sal&aacute;rios, o que gera problema no gerenciamento de recursos humanos na Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. As a&ccedil;&otilde;es em sa&uacute;de neste n&iacute;vel de aten&ccedil;&atilde;o se caracterizam predominantemente pelas rela&ccedil;&otilde;es interpessoais que se estabelecem de forma longitudinal, da&iacute; a import&acirc;ncia que assume a estabilidade e o v&iacute;nculo de trabalho dos profissionais das equipes de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A forma de contrata&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m se relaciona com o v&iacute;nculo profissional. Observou-se que a contrata&ccedil;&atilde;o pelo regime estatut&aacute;rio prevaleceu de forma geral no Brasil e o regime celetista prevaleceu nas regi&otilde;es Sul e Sudeste. O v&iacute;nculo celetista n&atilde;o apresenta o direito &agrave; estabilidade prevista para estatut&aacute;rios, levando ao n&atilde;o fortalecimento do v&iacute;nculo com a comunidade pela grande rotatividade de profissionais que buscam por estabilidade no emprego<sup>21,22</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com rela&ccedil;&atilde;o aos dom&iacute;nios exigidos, apenas 14% cobraram conhecimentos relacionados &agrave; Sa&uacute;de P&uacute;blica/Coletiva. &Eacute; primordial que haja profissionais de sa&uacute;de dotados de uma vis&atilde;o mais human&iacute;stica voltados para prestar cuidados cont&iacute;nuos e resolutivos a&#768; comunidade. Assim os editais de concursos, que representam a forma de sele&ccedil;&atilde;o destes profissionais para o trabalho na ESF, deveriam exigir estes conte&uacute;dos em suas provas de sele&ccedil;&atilde;o, permitindo o alinhamento entre o perfil do profissional e as exig&ecirc;ncias do sistema de sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para trabalhar no SUS com qualidade e atender &agrave;s necessidades da popula&ccedil;&atilde;o, &eacute; necess&aacute;rio ser um profissional generalista, tecnicamente competente e com sensibilidade social. No entanto, para que isto seja de fato efetivado, &eacute; preciso que haja articula&ccedil;&atilde;o entre ensino superior e sa&uacute;de, fundamental no &acirc;mbito da ESF, com polos de Capacita&ccedil;&atilde;o, Forma&ccedil;&atilde;o e Educa&ccedil;&atilde;o Permanente de pessoal para a SF. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Notou-se importante discrep&acirc;ncia quanto &agrave; conforma&ccedil;&atilde;o dos editais para sele&ccedil;&atilde;o CDs da ESF, pois quanto ao conte&uacute;do program&aacute;tico abordado foi observado que este difere muito de um munic&iacute;pio para o outro. A maioria privilegia as quest&otilde;es de conhecimentos espec&iacute;ficos (t&eacute;cnicos) em detrimento aos conhecimentos de Sa&uacute;de Coletiva, n&atilde;o contemplando habilidades e compet&ecirc;ncias necess&aacute;rias para atua&ccedil;&atilde;o nas ESFs. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A aus&ecirc;ncia de uma lei de concursos que deveria ser editada n&atilde;o pela Uni&atilde;o, mas por cada um dos entes federados, em que pese poder significar algum grau de preju&iacute;zo na condu&ccedil;&atilde;o dos referidos certames, porque eliminaria discuss&otilde;es que n&atilde;o raramente batem &agrave;s portas do Poder Judici&aacute;rio, n&atilde;o impede que se estabele&ccedil;am as exig&ecirc;ncias para o provimento de cargos e empregos nas leis respons&aacute;veis pela sua cria&ccedil;&atilde;o<sup>24</sup>. No entanto, numa perspectiva mais ampla espera-se que seja implementada uma Pol&iacute;tica Ministerial visando exames mais apurados na sele&ccedil;&atilde;o dos CDs, tendo em vista todas as prerrogativas descritas nesta pesquisa e nas legisla&ccedil;&otilde;es de SB vigentes e que esta pesquisa subsidie novas investiga&ccedil;&otilde;es que possam olhar para as diferentes vertentes da gest&atilde;o de recursos humanos, especialmente no que compete &agrave; alta rotatividade de profissionais no &acirc;mbito das equipes de SB da ESF. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>5 CONCLUS&Atilde;O  </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os concursos p&uacute;blicos realizados no Brasil, no per&iacute;odo avaliado, mostraram editais imprecisos, com aus&ecirc;ncia de informa&ccedil;&otilde;es importantes para a decis&atilde;o segura em participar do processo seletivo. A maioria dos concursos foi realizada na regi&atilde;o Sudeste, estado de Minas Gerais. Na maioria exigiu-se conhecimentos espec&iacute;ficos da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o e l&iacute;ngua portuguesa. Conte&uacute;dos de Sa&uacute;de Coletiva foram exigidos apenas pela minoria. Faz-se necess&aacute;rio o direcionamento, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o aos conhecimentos exigidos nas provas, para que seja contemplado o profissional com perfil e conhecimentos adequados para o trabalho na ESF.</font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS  </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Unfer B. O Cirurgi&atilde;o-Dentista do Servi&ccedil;o P&uacute;blico: Forma&ccedil;&atilde;o, Pensamento e A&ccedil;&atilde;o. Rev Bras Odontol Sa&uacute;de Coletiva. 2001;2(2):45-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=398468&pid=S1679-5954201700020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Viana ALD, Dal Poz MR. A Reforma do Sistema de Sa&uacute;de no Brasil e o Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia. Physis Rev Sa&uacute;de Coletiva. 2005;12(supl):S255-64. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Nascimento APS, Santos LF, Carnut L. Aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de via estrat&eacute;gia sa&uacute;de da fam&iacute;lia no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de: uma introdu&ccedil;&atilde;o sobre os problemas inerentes &agrave; operacionaliza&ccedil;&atilde;o de suas a&ccedil;&otilde;es. J Manag Prim Health Care. 2011;2(1):18-24. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n. 267/GM, de 06 mar&ccedil;o de 2001. Define as Diretrizes e Normas da inclus&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal no PSF. Di&aacute;rio Oficial da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil, Bras&iacute;lia (DF); 2001 mar 7; Se&ccedil;&atilde;o 1:67. &#91;Acesso em 2016 fev. 15&#93;. Dispon&iacute;vel em https:// www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Silveira Filho AD. A Sa&uacute;de Bucal no PSF: o desafio de mudar a pr&aacute;tica. Rev Sa&uacute;de Fam&iacute;lia. 2002 dez, 6:36-43 </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Brasil. II Confer&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Bucal. Bras&iacute;lia, DF: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 1993. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Valen&ccedil;a AMG. A Educa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de na Forma&ccedil;&atilde;o do Cirurgi&atilde;o-Dentista: da necessidade &agrave; pr&aacute;tica participativa. Niter&oacute;i: Editora UFF; 1998. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Brasil. Conselho Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o. C&acirc;mara de Educa&ccedil;&atilde;o Superior Resolu&ccedil;&atilde;o CNE/CES 3. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia. 2002 &#91;Acesso em 3 jan. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://portal.mec.gov.br/cne/ arquivos/pdf/CES032002.pdf. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Rodrigues MP, Ara&uacute;jo MSSA. O processo de trabalho em sa&uacute;de da fam&iacute;lia. 2008 &#91;Acesso em 15 fev. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://www.observat&oacute;rio.nesc.ufrn.br. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria 648/GM, de 28 de mar&ccedil;o de 2006. Aprova a Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, estabelecendo a revis&atilde;o de diretrizes e normas para a organiza&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica para o Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF) e o Programa Agentes Comunit&aacute;rios de Sa&uacute;de (PACS). Di&aacute;rio Oficial da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil, Bras&iacute;lia (DF); 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n&ordm; 2.488, de 21 de outubro de 2011. Aprova a Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, estabelecendo a revis&atilde;o de diretrizes e normas para a organiza&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, para a Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (ESF) e o Programa de Agentes Comunit&aacute;rios de Sa&uacute;de (PACS). Di&aacute;rio Oficial da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil, Bras&iacute;lia (DF); 201. &#91;Acesso em 3 jan. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://bvsms.saude.gov.br /bvs/saudelegis/gm/2011/prt2488_21_10_2011.html. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Brasil. Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jur&iacute;dicos. Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil de 1988. &#91;Acesso em 5 mai. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://www.planalto.gov. br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (2009). Perfil dos Munic&iacute;pios Brasileiros - 2009. Arquivado desde o original em 21 de janeiro de 2013. &#91;Acesso em 5 mai. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http:// www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/perfilmunic/2009/. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n&ordm; 822, de 17 de abril de 2006. Altera crit&eacute;rios para defini&ccedil;&atilde;o de modalidades das ESF dispostos na Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o. &#91;Acesso em 5 mai 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http:// bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt0822_17_04_2006.html. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n&ordm; 90, de 17 de janeiro de 2008. Atualiza o quantitativo populacional de residentes em assentamentos da reforma agr&aacute;ria e de remanescentes de quilombos, por munic&iacute;pio, para c&aacute;lculo do teto de Equipes Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia, modalidade I, e de Equipes de Sa&uacute;de Bucal da estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia. &#91;Acesso em 5 mai. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt0090_17_01_2008.html. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n&ordm; 2.920, de 2 de dezembro de 2008. Estabelece recursos financeiros para Munic&iacute;pios com equipes de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia que atuem em &aacute;reas priorizadas para o Programa Nacional de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica com Cidadania. &#91;Acesso em 5 mai. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt2920_02_12_2008.html. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n&ordm; 2.371, de 7 de outubro de 2009. Institui, no &acirc;mbito da Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, o Componente M&oacute;vel da Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de Bucal - Unidade Odontol&oacute;gica M&oacute;vel - UOM. &#91;Acesso em 5 mai. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://bvsms.saude.gov.br/ bvs/saudelegis/gm/2009/prt2371_07_10_2009.html. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n&ordm; 2.372, de 7 de outubro de 2009. Cria o plano de fornecimento de equipamentos odontol&oacute;gicos para as Equipes de Sa&uacute;de Bucal na Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia. &#91;Acesso em 5 mai. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2009/prt2372_07_10_2009.html. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Frydman M. Boletim Informativo: veja o n&uacute;mero de Faculdades de Odontologia no Brasil &#91;online&#93; S&atilde;o Paulo: Odontoconcursos; 2015. &#91;Acesso em 10 jan. 2015&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://www.odontoconcursos.com.br/ boletim. 20. Brasil. Lei no 3.999, de 15 de dezembro de 1961. Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jur&iacute;dicos. Altera o sal&aacute;rio-m&iacute;nimo dos m&eacute;dicos e cirurgi&otilde;es dentistas. &#91;Acesso em 5 mai. 2016&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/1950-1969/L3999.htm. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Magnago C, Pierantoni CR. Cen&aacute;rio de contrata&ccedil;&otilde;es para a Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia no munic&iacute;pio do Rio de Janeiro: an&aacute;lise dos anos 2000. J Manag Prim Health Care. 2013;4(2):116-25 </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Fac&oacute; EF, Viana LMO, Bastos VA, Nuto SAS. O Cirurgi&atilde;o-Dentista e o programa sa&uacute;de da fam&iacute;lia na microrregi&atilde;o II, Cear&aacute;, Brasil. Rev Bras Promo&ccedil; Sa&uacute;de. 2005;18(2): 70-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Morita MC, Kriger L. Mudan&ccedil;as nos cursos de Odontologia e a intera&ccedil;&atilde;o com o SUS. Rev ABENO. 2004;4(1):17-21. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Fortini C, Vieira VK. Pondera&ccedil;&otilde;es sobre a prova de t&iacute;tulos nos concursos p&uacute;blicos. Revista do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, Edi&ccedil;&atilde;o Especial, ano XXVIII, 2010.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/abeno/v17n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a>    <b>Correspondencia para:</b> <br/>   Profa. Fl&aacute;via Mart&atilde;o Fl&oacute;rio<br/>   Rua Jos&eacute; Rocha Junqueira, 13     <br>   13045-755 - Ponte Preta - Campinas/SP    <br>   E-mail: <a href="mailto:flavia.florio@slmandic.edu.br">flavia.florio@slmandic.edu.br</a></font></p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O Cirurgião-Dentista do Serviço Público: Formação, Pensamento e Ação.]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Bras Odontol Saúde Coletiva.]]></source>
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