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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação clínica dos níveis salivares de estreptococos mutans na fase preparatória do meio bucal em pré-escolares]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Estadual de Ponta Grossa Departamento de Odontologia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper evaluated two protocols used during preparation phase of oral environment, through the analysis of colony-forming units of Streptococcus mutans in saliva. Twenty-eight children, 3-4 years old, with acute caries activity, were divided, randomly, in two groups, according to the accomplished treatment: silver diamine fluoride application (Group I) and silver diamine fluoride application associated with cavity sealing with zinc oxide/eugenol cement type II (Group II). A pre-calibrated operator got the initial levels of dental plaque, as well as dmf-s index. Stimulated saliva samples were collected at baseline (PI); 24 h ours (P24) and 7 days (P7) after treatment. In both groups, all the procedures involved in clinical treatment were done by a pediatric dentist, in only one appointment. The sample was homogeneous at the beginning of the study, when dmf-s index, plaque index and salivary level of Streptococcus mutans were considered (p&gt;0,05). In Group II, statistical differences were found in all evaluation periods (p<0,01). In the other hand, Group I showed no differences between PI and P7 (p&gt;0,05). It is concluded th at bot h protocols significantly reduced th e number of colony-forming units of Streptococcus mutans; the highest reduction took place in the first 24 h ours; ater 7 days, the reduction was still significant only for Group II; the association proposed in Group II treatment protocol seems to be the most effective form to prepare the oral environment for restorative treatment, specially for children to be treated in public health dentistry services.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO    ORIGINAL</b> ORIGINAL ARTICLE</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Avalia&ccedil;&atilde;o    cl&iacute;nica dos n&iacute;veis salivares de estreptococos mutans na fase preparat&oacute;ria    do meio bucal em pr&eacute;-escolares</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Clinical evaluation    of salivary levels of streptococcus mutans of preschool children during preparation    phase of oral environment</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Ana Cl&aacute;udia    Rodrigues Chibinski<sup>I</sup>; Denise Stadler Wambier<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Doutoranda    em Cl&iacute;nica Integrada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG);    Professora Assistente - Departamento de Odontologia - Universidade Estadual    de Ponta Grossa, Paran&aacute;, Brasil    <br>   <sup>II</sup>Doutora em Odontopediatria pela Universidade de S&atilde;o Paulo    (USP); Professora Associada - Departamento de Odontologia - Universidade Estadual    de Ponta Grossa, Paran&aacute;, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo avaliou    dois protocolos de adequa&ccedil;&atilde;o bucal atrav&eacute;s da an&aacute;lise    do n&uacute;mero de unidades formadoras de col&ocirc;nia (ufc) de S. <i>mutans</i>    na saliva durante a fase preparat&oacute;ria do meio bucal. Vinte e oito crian&ccedil;as,    com idades entre 3 e 4 anos, portadoras de atividade aguda de c&aacute;rie,    foram divididas, aleatoriamente, em 2 grupos, de acordo com o tratamento realizado:    diaminofluoreto de prata (Grupo I) e diaminoff uoreto de prata e selamento cavit&aacute;rio    com cimento de &oacute;xido de zinco e eugenol (Grupo II). Os n&iacute;veis    iniciais de biofilme dental e &iacute;ndice ceo-s foram obtidos por um examinador    pr&eacute;-calibrado. Amostras de saliva estimulada foram coletadas nos per&iacute;odos    inicial (PI), 24 horas (P24) e 7 dias (P7) p&oacute;s-tratamento. Em ambos os    grupos, o tratamento foi realizado por um &uacute;nico operador, especialista    em odontopediatria, em sess&atilde;o &uacute;nica. Comprovou-se homogeneidade    da amostra no per&iacute;odo inicial, quanto aos &iacute;ndices <i>ceo-s</i>    e de placa bacteriana e n&iacute;veis salivares bacterianos (p&gt;0,05). Para    o Grupo II, diferen&ccedil;as estatisticamente significativas foram observadas    em todos os per&iacute;odos de avalia&ccedil;&atilde;o (p&lt;0,01). J&aacute;    no Grupo I, n&atilde;o se observou diferen&ccedil;a entre PI e P7 (p&gt;0,05).    Os dois tratamentos reduziram significativamente o n&uacute;mero de ufc de S.    <i>mutans,</i> com maior redu&ccedil;&atilde;o nas 24 horas, sendo que ap&oacute;s    7 dias, essa redu&ccedil;&atilde;o permaneceu significativa apenas no Grupo    II. Assim, a associa&ccedil;&atilde;o proposta no Grupo II parece ser a mais    efetiva na fase preparat&oacute;ria do meio bucal, principalmente em crian&ccedil;as    que buscam atendimento em Sa&uacute;de P&uacute;blica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    Streptococcus mutans; C&aacute;rie Dent&aacute;ria; Diamino Fluoreto de Prata.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">This paper evaluated    two protocols used during preparation phase of oral environment, through the    analysis of colony-forming units of Streptococcus mutans in saliva. Twenty-eight    children, 3-4 years old, with acute caries activity, were divided, randomly,    in two groups, according to the accomplished treatment: silver diamine fluoride    application (Group I) and silver diamine fluoride application associated with    cavity sealing with zinc oxide/eugenol cement type II (Group II). A pre-calibrated    operator got the initial levels of dental plaque, as well as dmf-s index. Stimulated    saliva samples were collected at baseline (PI); 24 h ours (P24) and 7 days (P7)    after treatment. In both groups, all the procedures involved in clinical treatment    were done by a pediatric dentist, in only one appointment. The sample was homogeneous    at the beginning of the study, when dmf-s index, plaque index and salivary level    of Streptococcus mutans were considered (p&gt;0,05). In Group II, statistical    differences were found in all evaluation periods (p&lt;0,01). In the other hand,    Group I showed no differences between PI and P7 (p&gt;0,05). It is concluded    th at bot h protocols significantly reduced th e number of colony-forming units    of Streptococcus mutans; the highest reduction took place in the first 24 h    ours; ater 7 days, the reduction was still significant only for Group II; the    association proposed in Group II treatment protocol seems to be the most effective    form to prepare the oral environment for restorative treatment, specially for    children to be treated in public health dentistry services.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key-words:</b>    Streptococcus mutans; Dental Caries; Silver Diamine Fluoride.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A c&aacute;rie    &eacute; um processo din&acirc;mico mediado pelo biofilme dental. Dentro desse    "microcosmo", haver&aacute; predomin&acirc;ncia de determinadas esp&eacute;cies    bacterianas em fun&ccedil;&atilde;o de diferentes fatores, tais como composi&ccedil;&atilde;o    e fluxo salivar, exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; fluoretos, consumo de a&ccedil;&uacute;cares    e h&aacute;bitos de higiene<sup>1</sup>, portanto o tratamento da doen&ccedil;a    deve buscar um ponto de equil&iacute;brio entre estes fatores, a fim de que    a caracter&iacute;stica cariog&ecirc;nica do biofilme dental n&atilde;o prevale&ccedil;a.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; durante    a fase preparat&oacute;ria do meio bucal que este objetivo &eacute; pass&iacute;vel    de concretiza&ccedil;&atilde;o. Tal etapa consiste na adequa&ccedil;&atilde;o    do meio bucal para receber o tratamento restaurador. Na grande maioria das vezes,    basta a ado&ccedil;&atilde;o de procedimentos simples, mas comprovadamente eficazes,    para se criar o tempo necess&aacute;rio para a interven&ccedil;&atilde;o nos    diferentes fatores respons&aacute;veis pela atividade de c&aacute;rie, a fim    de que um reequil&iacute;brio se estabele&ccedil;a. Falhas durante este processo    ou, num quadro ainda mais cr&iacute;tico, a n&atilde;o execu&ccedil;&atilde;o    desta etapa, certamente contribuem para o insucesso do tratamento restaurador,    refletindo na diminui&ccedil;&atilde;o da longevidade das restaura&ccedil;&otilde;es    e aumento no n&uacute;mero de les&otilde;es recidivates e secund&aacute;rias<sup>1</sup>,    dando in&iacute;cio ao t&atilde;o comentado "ciclo restaurador repetitivo",    conseq&uuml;&ecirc;ncia da odontologia cir&uacute;rgica-restauradora<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este paradigma    &eacute; particularmente verdadeiro ao se analisar os resultados do tratamento    restaurador de pacientes infantis portadores de c&aacute;rie aguda. Novas les&otilde;es    aparecem em curto espa&ccedil;o de tempo (4 a 6 meses) ap&oacute;s o tratamento    restaurador "conclu&iacute;do" e a atividade da doen&ccedil;a se mant&eacute;m    com &iacute;ndices de 23%<sup>3</sup> a 57%<sup>4</sup>. H&aacute; ainda outro    fato capaz de complicar ainda mais a resolu&ccedil;&atilde;o deste quadro: tais    pacientes pertencem aos grupos populacionais menos favorecidos<sup>5</sup>.    Este fen&ocirc;meno, con hecido como polariza&ccedil;&atilde;o, consiste na    concentra&ccedil;&atilde;o da maior parte das necessidades de tratamento (75%    das les&otilde;es de c&aacute;rie) em uma pequena parcela da popula&ccedil;&atilde;o    (25% das crian&ccedil;as)<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Deduz-se da&iacute;    que tais pacientes t&ecirc;m acesso restrito ou nenhum acesso &agrave; odontologia    privada e procurar&atilde;o tratamento na Sa&uacute;de P&uacute;blica. Neste    momento, o profissional se depara com v&aacute;rias barreiras a transpor: a    r&aacute;pida progress&atilde;o da doen&ccedil;a, as dificuldades de controle    de comportamento do paciente e necessidade de revers&atilde;o dos h&aacute;bitos    que geraram o quadro agudo da doen&ccedil;a<sup>7</sup>. Acrescenta-se ainda    os problemas inerentes &agrave; sa&uacute;de p&uacute;blica, como a grande demanda<sup>8</sup>    ou as limita&ccedil;&otilde;es materiais<sup>9-10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Portanto, a proposta    de utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais de baixo custo e dispon&iacute;veis    em qualquer servi&ccedil;o odontol&oacute;gico como o cimento de &oacute;xido    de zinco e eugenol e o diaminofluoreto de prata encontram nessa realidade uma    indica&ccedil;&atilde;o precisa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o    individual do paciente, segundo sua necessidade, adotam-se os procedimentos    de adequa&ccedil;&atilde;o bucal que devem incluir a&ccedil;&otilde;es educativas    e motivacionais para o controle do biofilme dental. Esses procedimentos, al&eacute;m    de restabelecer o equil&iacute;brio do meio bucal, auxiliam no condicionamento    psicol&oacute;gico da crian&ccedil;a que passa a aceitar com maior facilidade    o tratamento odontol&oacute;gico que est&aacute; por vir<sup>11</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nesta fase, a redu&ccedil;&atilde;o    das bact&eacute;rias cariog&ecirc;nicas &eacute; a pe&ccedil;a chave, e pode    ser "traduzida" como uma diminui&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de bact&eacute;rias    do grupo <i>mutans (Streptococcus mutans</i> e <i>Streptococcus sobrinus).</i>    Tais bact&eacute;rias, devido ao seu potencial acidog&ecirc;nico, acid&uacute;rico    e a capacidade de ades&atilde;o ao dente, s&atilde;o consideradas os microorganismos    deflagradores da atividade de c&aacute;rie. A associa&ccedil;&atilde;o entre    elevados n&iacute;veis salivares ou no biofilme dental dessas bact&eacute;rias    e o aumento do risco &agrave; doen&ccedil;a c&aacute;rie foi demonstrada numa    revis&atilde;o sistem&aacute;tica<sup>12</sup>. Tamb&eacute;m s&atilde;o observados    maiores &iacute;ndices de <i>Streptococcus mutans</i> em crian&ccedil;as portadoras    de c&aacute;rie de estabelecimento precoce quando comparadas a crian&ccedil;as    sem esta condi&ccedil;&atilde;o<sup>13-14</sup>. Controlando-se os mutans, controla-se    a atividade de c&aacute;rie, melhorando tamb&eacute;m as condi&ccedil;&otilde;es    para diagn&oacute;stico e elabora&ccedil;&atilde;o de um plano de tratamento    apropriado<sup>15</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O diaminofluoreto    de prata (cariost&aacute;tico) &eacute; um agente terap&ecirc;utico extremamente    acess&iacute;vel para uso em Sa&uacute;de P&uacute;blica, de f&aacute;cil aplica&ccedil;&atilde;o    e alto impacto sobre a atividade de c&aacute;rie. A composi&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica do cariost&aacute;tico foi desenvolvida com a inten&ccedil;&atilde;o    de associar as a&ccedil;&otilde;es antibacteriana da prata (coagula&ccedil;&atilde;o    de prote&iacute;nas e inativa&ccedil;&atilde;o de enzimas bacterianas) e remineralizadora    do fl&uacute;or<sup>7</sup>. Redu&ccedil;&atilde;o na incid&ecirc;ncia de novas    les&otilde;es cariosas, paralisa&ccedil;&atilde;o das les&otilde;es existentes    e diminui&ccedil;&atilde;o da atividade microbiana, foram resultados positivos    verificados por Garbelini<sup>16</sup>; Bijella et al.<sup>17</sup> e da Collina;    Moreira; Barbosa<sup>18</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O selamento das    cavidades abertas associado ao potencial j&aacute; mencionado desse agente cariost&aacute;tico,    acrescenta os benef&iacute;cios da redu&ccedil;&atilde;o de nichos retentivos    que permitem o ac&uacute;mulo do biofilme dental. Com isto, o acesso do substrato    essencial para a prolifera&ccedil;&atilde;o bacteriana torna-se limitado, possibilitando    a resposta biol&oacute;gica do dente e manuten&ccedil;&atilde;o da vitalidade    pulpar<sup>19</sup>. O cimento de &oacute;xido de zinco e eugenol tipo II, um    material de baixo custo e f&aacute;cil manipula&ccedil;&atilde;o, &eacute; &uacute;til    para este fim.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Assim, a presente    pesquisa objetivou verificar a influ&ecirc;ncia do selamento cavit&aacute;rio    nos n&iacute;veis salivares de estreptococos do grupo mutans, levando em conta    que a aplica&ccedil;&atilde;o isolada do cariost&aacute;tico, j&aacute; poderia    ser suficiente para controle do n&uacute;mero dessas bact&eacute;rias.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este estudo foi    aprovado pela Comiss&atilde;o de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Estadual    de Ponta Grossa - UEPG.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A amostragem foi    selecionada entre crian&ccedil;as que freq&uuml;entavam 5 creches municipais    da cidade Ponta Grossa, Paran&aacute;, sendo examinadas aproximadamente 150.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O exame visual,    com aux&iacute;lio de abaixadores de l&iacute;ngua descart&aacute;veis e a entrevista    com os respons&aacute;veis, permitiu a escolha de 28 crian&ccedil;as que atendiam    os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o. Entre eles: idade de 3 a 4 anos, atividade    de c&aacute;rie e presen&ccedil;a de pelo menos 3 les&otilde;es cavitadas em    molares dec&iacute;duos. Foram exclu&iacute;das do estudo crian&ccedil;as sem    atividade de c&aacute;rie, sem o n&uacute;mero m&iacute;nimo de les&otilde;es    cavitadas ou com elementos dent&aacute;rios com comprometimento pulpar, al&eacute;m    de pacientes com problemas sist&ecirc;micos e/ou terapia com antibi&oacute;ticos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Amostras de saliva    estimulada e os escores iniciais de biofilme dental foram obtidos antes dos    pacientes receberam profilaxia profissional com escova de Robinson e pasta de    pedra pomes e &aacute;gua, em cl&iacute;nica odontol&oacute;gica. A seguir,    registrou-se o &iacute;ndice ceo-s. As superf&iacute;cies cariadas e a quantidade    de biofilme presente foram verificadas por um mesmo examinador, pr&eacute;-calibrado    e especialista em odontopediatria; os registros em ficha foram realizados por    dois acad&ecirc;micos de Odontologia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para obten&ccedil;&atilde;o    das amostras de saliva estimulada, utilizou-se o m&eacute;todo de Kohler e Bratthall<sup>20</sup>.    As crian&ccedil;as foram orientadas a mastigar duas gomas sem sabor e sem a&ccedil;&uacute;car    e n&atilde;o deglutir a saliva formada. A primeira foi mastigada por 30 segundos    e desprezada; a segunda, por 1 minuto para armazenar saliva no assoalho bucal.    Depois, uma esp&aacute;tula de madeira foi introduzida no assoalho bucal e rodada    10 vezes a fim de impregn&aacute;-la com saliva, sendo removida sob press&atilde;o    labial para remover o excesso de saliva. Imediatamente, ambos os lados da esp&aacute;tula    foram pressionados sobre o meio de cultura (agar mitis salivarius bacitracina    - seletivo para estreptococos do grupo mutans) em placas de contato (Rodac-Difco)    e estas foram levadas para a estufa bacteriol&oacute;gica a 37&deg; C, em condi&ccedil;&otilde;es    de microaerofilia, por 48 horas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A quantidade de    biofilme dental foi registrada com base no &iacute;ndice de Higiene Oral Simplificado    de Greene e Vermillion<sup>21</sup>, composto por 4 escores: 0 - nenhum res&iacute;duo    ou mancha presente; 1 - placa cobrindo n&atilde;o mais do que 1/3 da superf&iacute;cie;    2 - placa cobrindo mais de 1/3, mas n&atilde;o mais do que 2/3 da superf&iacute;cie    do dente; 3 -placa cobrindo mais do que 2/3 da superf&iacute;cie do dente. Foram    examinadas as superf&iacute;cies vestibulares de todos os dentes.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Conclu&iacute;da    esta primeira etapa, os pacientes foram divididos, aleatoriamente, em 2 grupos,    de acordo com os protocolos de adequa&ccedil;&atilde;o bucal propostos: Grupo    I -aplica&ccedil;&atilde;o de diaminofluoreto de prata a 10% (Cariostatic -    Inodon) e Grupo II - aplica&ccedil;&atilde;o de diaminofluoreto de prata a 10%    associado ao selamento cavit&aacute;rio com cimento de &oacute;xido de zinco    e eugenol tipo II (IRM - Dentsply).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todos os procedimentos    cl&iacute;nicos, seja no grupo I ou II, foram realizados em uma &uacute;nica    sess&atilde;o, em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico e pelo mesmo profissional    (especialista em Odontopediatria), auxiliado por dois acad&ecirc;micos de Odontologia.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Novas amostras    salivares foram obtidas 24 horas e 7 dias ap&oacute;s conclu&iacute;dos os tratamentos.    O n&uacute;mero de col&ocirc;nias compat&iacute;veis morfologicamente com estreptococos    do grupo mutans foi contado em uma &aacute;rea pr&eacute;-determinada no centro    de cada uma das impress&otilde;es da esp&aacute;tula no meio de cultura. Em    cada placa, o n&uacute;mero de col&ocirc;nias por ml de saliva consistiu na    m&eacute;dia aritim&eacute;tica entre o total de col&ocirc;nias de cada impress&atilde;o.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A coleta de saliva    foi realizada por um dos acad&ecirc;micos, enquanto que o outro ficou respons&aacute;vel    pela leitura das placas. Essas foram marcadas com as letras A e B, sem identifica&ccedil;&atilde;o    dos grupos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para fins de an&aacute;lise    estat&iacute;stica dos dados, os valores das unidades formadoras de col&ocirc;nias    <i>(ufc)</i> de <i>Streptococcus mutans</i> foram tabulados atrav&eacute;s de    escores pr&eacute;-determinados (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ijd/v9n2/03t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O software estat&iacute;stico    GraphPad InStat, vers&atilde;o 3.06 para Windows (GraphPad InStat Software Inc.,    San Diego, EUA) foi empregado para an&aacute;lise estat&iacute;stica dos dados,    com n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,05. O teste de Kruskall-Wallis    foi utilizado para as compara&ccedil;&otilde;es dos &iacute;ndices ceo-s, de    placa e total de superf&iacute;cies tratadas. As compara&ccedil;&otilde;es entre    os n&iacute;veis salivares de estreptococos mutans foram realizadas com o teste    estat&iacute;stico param&eacute;trico de compara&ccedil;&otilde;es m&uacute;ltiplas    de Tukey-Kramer.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A amostragem utilizada    neste estudo demonstrou homogeneidade no momento inicial em todos os par&acirc;metros    testados. N&atilde;o foram detectadas diferen&ccedil;as no &iacute;ndice ceo-s    (Grupo I = 15,8 &plusmn; 13,4; Grupo II = 13,5 &plusmn; 6,1); no total de superf&iacute;cies    tratadas (Grupo I = 73; Grupo II = 74) ou no &iacute;ndice de placa inicial    (p&gt;0,05 - teste de Kruskall-Wallis).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As m&eacute;dias    e desvios padr&atilde;o dos n&iacute;veis salivares de estreptococos do grupo    mutans nos Grupos I e II podem ser vistos no <a href="#g1">Gr&aacute;fico 1</a>.</font></p>     <p><a name="g1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ijd/v9n2/03g01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Observa-se que,    no Grupo I houve diferen&ccedil;a estatisticamente significativa entre os per&iacute;odos    inicial e 24 horas (p&lt;0,001) e entre os per&iacute;odos de 24 horas e 7 dias    (p&lt;0,01), mas quando comparados os per&iacute;odos inicial e 7 dias, a diferen&ccedil;a    n&atilde;o foi significativa (p&gt;0,05).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">No Grupo II, as    diferen&ccedil;as foram significativas em todos os per&iacute;odos analisados:    per&iacute;odo inicial e 24 horas (p&lt;0,001), inicial e 7 dias (p&lt;0,01)    e 24 horas e 7 dias (p&lt;0,01).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A compara&ccedil;&atilde;o    entre os grupos n&atilde;o mostrou diferen&ccedil;as estatisticamente significativas    em nenhum dos per&iacute;odos avaliados (p&gt;0,05) (<a href="#g1">Gr&aacute;fico    1</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao se observar    os n&iacute;veis salivares de estreptococos do grupo mutans ap&oacute;s selamento    cavit&aacute;rio (Grupo II), verifica-se que este procedimento reduziu em 79%    o total de estreptococos vi&aacute;veis nas primeiras 24 horas p&oacute;s-tratamento    e 38% ap&oacute;s 7 dias. Uma queda de 61% foi relatada por Rossi et al.<sup>22</sup>,    21 dias ap&oacute;s adequa&ccedil;&atilde;o bucal. Todavia, no referido estudo,    houve a associa&ccedil;&atilde;o do selamento com fluorterapia, uso de antimicrobiano    e orienta&ccedil;&otilde;es de higiene e dieta.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto ao diaminofluoreto    de prata, como comprovado pela presente pesquisa, seu uso isolado tamb&eacute;m    promove redu&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis salivares de estreptococos mutans,    contudo em menor grau do que quando associado com o selamento cavit&aacute;rio.    Comparando-se com o momento inicial, as redu&ccedil;&otilde;es foram de 67%    nas primeiras 24 h e de 17%, 7 dias p&oacute;s-tratamento, sendo que esta &uacute;ltima    n&atilde;o teve diferen&ccedil;a estat&iacute;stica em compara&ccedil;&atilde;o    com os n&iacute;veis obtidos no in&iacute;cio da pesquisa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Uma vez que a amostra    mostrou-se homog&ecirc;nea no in&iacute;cio do estudo, quando condi&ccedil;&otilde;es    diretamente relacionadas &agrave; doen&ccedil;a c&aacute;rie foram consideradas,    como o &iacute;ndice de placa, n&uacute;mero de superf&iacute;cies cavitadas    e n&iacute;veis salivares de estreptococos mutans, optou-se por n&atilde;o intervir    em outros fatores, como h&aacute;bitos de higiene ou comportamentos diet&eacute;ticos    dos pacientes, assim como nenhum agente antimicrobiano ou remineralizador foi    introduzido. Com isto, foi poss&iacute;vel avaliar especificamente a a&ccedil;&atilde;o    dos protocolos testados. Houve impacto significativo nas duas formas de tratamento,    sinalizado pela redu&ccedil;&atilde;o de bact&eacute;rias cariog&ecirc;nicas,    superior a 60%. No entanto, essa expressiva redu&ccedil;&atilde;o inicial n&atilde;o    permanece e percebe-se n&iacute;tida tend&ecirc;ncia de aumento e retorno aos    n&iacute;veis iniciais de estreptococos mutans, num curto per&iacute;odo de    tempo (<a href="#g1">Gr&aacute;fico 1</a>).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os resultados observados    aqui, confirmam que o efetivo controle da doen&ccedil;a c&aacute;rie, a longo    prazo, requer muito mais do que interven&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas isoladas,    mesmo que de alto impacto, contra seu principal agente etiol&oacute;gico. &Eacute;    preciso o continuado controle das vari&aacute;veis associadas, com medidas que    permitam o auto cuidado (controle de higiene bucal e dieta) e disponibilidade    de fluoretos para mediarem o processo DES-RE.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Deve-se salientar    o papel do diaminofluoreto de prata, que pode ser considerado tratamento de    alto impacto, atuando n&atilde;o apenas no componente microbiol&oacute;gico    da c&aacute;rie, mas tamb&eacute;m mediando a forma&ccedil;&atilde;o de fluoreto    de c&aacute;lcio e fluorapatita. A elevada concentra&ccedil;&atilde;o de fl&uacute;or    no cariost&aacute;tico garante uma profundidade de penetra&ccedil;&atilde;o    no esmalte de aproximadamente 25um e uma reten&ccedil;&atilde;o de fl&uacute;or    duas a tr&ecirc;s vezes maior do que em aplica&ccedil;&otilde;es de fluoreto    de s&oacute;dio ou fluoreto estanoso<sup>23</sup>. Desta forma, associa-se a    elimina&ccedil;&atilde;o de bact&eacute;rias (a&ccedil;&atilde;o combinada da    prata com altas concentra&ccedil;&otilde;es de fl&uacute;or) com controle do    processo de desmineraliza&ccedil;&atilde;o. O diaminofluoreto de prata torna-se,    ao mesmo tempo, agente terap&ecirc;utico e preventivo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este m&eacute;todo,    pela alta concentra&ccedil;&atilde;o de fluoreto, ter&aacute; a&ccedil;&atilde;o    imediata no controle da atividade de c&aacute;rie durante a fase preparat&oacute;ria    do meio bucal, mesmo quando o selamento cavit&aacute;rio n&atilde;o pode ser    realizado, o que foi comprovado por esta pesquisa.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; uma medida    de ataque inicial, direcionada a pacientes com atividade aguda de c&aacute;rie    em situa&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, como por exemplo, beb&ecirc;s    e pr&eacute;-escolares, cujo comportamento pode ser dif&iacute;cil de gerenciar    pelo cl&iacute;nico geral em n&iacute;vel de sa&uacute;de p&uacute;blica. Pela    facilidade de aplica&ccedil;&atilde;o e objetivo de uso, poderia ser comparado    ao verniz fluoretado, no entanto, mostra-se superior no que diz respeito &agrave;    redu&ccedil;&atilde;o no n&iacute;vel salivar de estreptococos do grupo mutans<sup>18</sup>    e tamb&eacute;m na paralisa&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es de c&aacute;rie    em dentes dec&iacute;duos<sup>24</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Durante a fase    de manuten&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; ser utilizado para prevenir o aparecimento    de novas les&otilde;es, como demonstrado por Llodra et al.<sup>25</sup>, que    verificaram que o n&uacute;mero de novas les&otilde;es em dentes dec&iacute;duos    e primeiros molares permanentes foi significativamente reduzido, ap&oacute;s    36 meses, com aplica&ccedil;&otilde;es semestrais da solu&ccedil;&atilde;o cariost&aacute;tica    a 38%.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Eacute; imposs&iacute;vel    deixar de citar um efeito indesej&aacute;vel e muito comentado do diaminofluoreto    de prata - o escurecimento dent&aacute;rio - que ocorre em fun&ccedil;&atilde;o    da deposi&ccedil;&atilde;o de fosfato sulfito de prata, dando origem a uma camada    escurecida, dura, imperme&aacute;vel e c&aacute;rie-resistente na superf&iacute;cie    do dente<sup>26</sup>. Outro efeito adverso seria uma poss&iacute;vel toxicidade    para a polpa, j&aacute; que os &iacute;ons prata t&ecirc;m a capacidade de penetrar    nos t&uacute;bulos dentin&aacute;rios e chegar ao tecido pulpar, causando graus    variados de inflama&ccedil;&atilde;o<sup>27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todavia, h&aacute;    meios de gerenciar tais efeitos. O potencial inflamat&oacute;rio para o tecido    pulpar pode ser evitado com o uso de solu&ccedil;&otilde;es em concentra&ccedil;&atilde;o    baixa<sup>27-28</sup>, como a utilizada neste estudo, e o escurecimento dent&aacute;rio    pode ser revertido t&atilde;o logo haja reequil&iacute;brio do meio bucal e    possibilidade da realiza&ccedil;&atilde;o de um procedimento restaurador est&eacute;tico.    H&aacute; ainda a possibilidade da aplica&ccedil;&atilde;o de iodeto de pot&aacute;ssio    ap&oacute;s o diaminofluoreto de prata para evitar o escurecimento dent&aacute;rio,    o que aparentemente n&atilde;o altera a a&ccedil;&atilde;o do cariost&aacute;tico<sup>29-30</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Considerando-se,    portanto, os indicadores individuais de risco e atividade da doen&ccedil;a e    a necessidade de se estabelecer programas que efetivamente traem a doen&ccedil;a    e n&atilde;o seus sinais e sintomas, pode-se optar por um ou outro protocolo    em fun&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica presente no    momento do exame, j&aacute; que h&aacute; evid&ecirc;ncias que suportam tanto    o uso isolado quanto a associa&ccedil;&atilde;o de diaminofluoreto de prata    e selamento cavit&aacute;rio com cimento de &oacute;xido de zinco e eugenol    tipo II durante a fase preparat&oacute;ria do meio bucal. Todavia, o selamento    cavit&aacute;rio parece acrescentar efeitos ben&eacute;ficos e bastante desej&aacute;veis,    particularmente no que diz respeito &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o de nichos    para crescimento bacteriano, o que se refletiu nos resultados desta pesquisa,    pela manuten&ccedil;&atilde;o de n&iacute;veis salivares mais baixos de estreptococos    por um maior per&iacute;odo de tempo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A partir dos dados    obtidos neste trabalho, &eacute; poss&iacute;vel concluir que:</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; os dois    tratamentos reduziram significativamente o n&uacute;mero de ufc de estreptococos    do grupo mutans;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; a redu&ccedil;&atilde;o    foi maior nas 24 horas iniciais;</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; ap&oacute;s    7 dias, a redu&ccedil;&atilde;o bacteriana se manteve significativa apenas no    Grupo II;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&#149; a associa&ccedil;&atilde;o    proposta no Grupo II est&aacute; indicada para uso em Sa&uacute;de P&uacute;blica    durante a fase preparat&oacute;ria do meio bucal em crian&ccedil;as.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Selwitz RH,    Ismail AI, Pitts NB. Dental caries. Lancet 2007; 369:51-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080885&pid=S1806-146X201000020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Chibinski ACR,    Wambier DS. Protocolo de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal para a    crian&ccedil;a portadora de c&aacute;rie de estabelecimento precoce. Pesq Bras    Odontop Clin Integr 2005; 5(3): 281-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080887&pid=S1806-146X201000020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Sheehy E, Hirayama    K, Tsatsouris A. A survey of parents whose children had full-mouth rehabilitation    under general anest h esia regarding subsequent preventive care. Pediatr Dent    1994; 16(5):362-364.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080889&pid=S1806-146X201000020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Eidelman E,    Faibis S, Peretz B. A comparison of restorations for children with early childhood    caries treated under general anesthesia or conscious sedation. Pediatr Dent    2000; 22(1): 33-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080891&pid=S1806-146X201000020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Sales Peres    SH de C, de Carvalho FS, de Carvalho CP, Bastos JR de M, Lauris JRP. Polariza&ccedil;&atilde;o    da c&aacute;rie dent&aacute;ria em adolescentes, na regi&atilde;o sudeste do    estado de S&atilde;o Paulo, Brasil. Cien Saude Colet 2008; 13(Sup 2):2155-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080893&pid=S1806-146X201000020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Macek AD, Heller    KE, Selwitz RH, Manz MC. Is 75 percent os dental caries really found in 25 percent    os the population? J Public Health Dent 2004; 62(1):20-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080895&pid=S1806-146X201000020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Chibinski ACR,    Tanaka F; Wambier DS. Diaminofluoreto de prata: recurso subestimado em sa&uacute;de    p&uacute;blica? Rev. Ibero-am Odontoped Odontol Beb&ecirc; 2005; 8(43):253-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080897&pid=S1806-146X201000020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Tourino LFPGL,    Imparato JCP, Volpato S, Puig AVC. O tratamento restaurador atraum&aacute;tico    (ART) e sua aplicabilidade em Sa&uacute;de P&uacute;blica. J Bras Clin Odontol    Int 2002; 6(31):78-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080899&pid=S1806-146X201000020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Chaves SCL,    da Silva LMV. As pr&aacute;ticas profissionais no campo p&uacute;blico de aten&ccedil;&atilde;o    &agrave; sa&uacute;de bucal: o caso de dois munic&iacute;pios da Bahia. Cien    Saude Colet 2007; 12(6):1697-710.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080901&pid=S1806-146X201000020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. de Souza TMS,    Roncalli AG. Sa&uacute;de bucal no programa sa&uacute;de da fam&iacute;lia:    uma avalia&ccedil;&atilde;o do modelo assistencial. Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica    2007; 23(11):2727-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080903&pid=S1806-146X201000020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Nelson-Filho    P, da Silva RAB. Adequa&ccedil;&atilde;o do meio bucal. In: Assed S. Odontopediatria:    bases cient&iacute;ficas para a pr&aacute;tica cl&iacute;nica. S&atilde;o Paulo:    Artes M&eacute;dicas, 2005. p.67-112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080905&pid=S1806-146X201000020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Thenisch NL,    Bachmann LM, Imfeld T, Leisebach Minder T, Steurer J. Are mutans streptococci    detected in preschool children a reliable predictive factor for dental caries    risk? A systematic review. 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Rev Odontol    Univ S&atilde;o Paulo 1998; 12(4):309-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080909&pid=S1806-146X201000020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Camacho MEI,    P&eacute;rez LS, P&eacute;rez AG, Zepeda MAS. Relationship between severe early    childhood caries, mother's oral healt h and mutans streptococci in a lowincome    group: changes from 1996 to 2007. J Clin Ped Dent 2009; 33(3):241-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080911&pid=S1806-146X201000020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Guzm&aacute;n-Armstrong    S, Warren, JJ. Management of high caries risk and high caries activity patients:rampant    caries control program (RCCP). J Dent Educ 2007; 71(6):767-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080913&pid=S1806-146X201000020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Garbeline WT.    Verifica&ccedil;&atilde;o dos efeitos anticariog&ecirc;nico e cariost&aacute;tico    do diaminofluoreto de prata a 30% em molares de rato. &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Bauru: Faculdade de Odontologia da USP, Universidade de S&atilde;o Paulo, 1989.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080915&pid=S1806-146X201000020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Bijella MFTB,    Bijella VT, Silva MSMB, Lopes ES. Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica da    aplica&ccedil;&atilde;o de diaminofluoreto de prata a 12% (Bioride) na denti&ccedil;&atilde;o    dec&iacute;dua e seu efeito na incid&ecirc;ncia de c&aacute;rie em primeiros    molares permanentes. Rev Paul Odontol 1991; 13(5):28-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080917&pid=S1806-146X201000020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. da Collina    E, Moreira M, Barbosa AD. Compara&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o do    verniz fluoretado Duraphat e do cariost&aacute;tico Bioride (diaminofluoreto    de prata 12%), sobre a contagem de estreptococos do grupo mutans, em crian&ccedil;as    com denti&ccedil;&atilde;o dec&iacute;dua. Rev. ABO Nacional 2000; 8(1):14-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080919&pid=S1806-146X201000020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Wambier DS,    Simionato, MRL, Bandeira LR, Adimari LAW. Avalia&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s    materiais utilizados na fase preparat&oacute;ria do meio bucal. JBP, j. bras.    odontopediatr. odontol. beb&ecirc; 2002; 5(25):230-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080921&pid=S1806-146X201000020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. K&ouml;hler    B, Bratthall D. Pratical method to facilitate estimation of Streptococcus mutans    levels in saliva. J Clin Microbiol 1979; 9(5):584-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080923&pid=S1806-146X201000020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Greene JC,    Vermillion JR. The simplified oral hygiene index. J Am Dent Assoc. 1964; 68:7-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080925&pid=S1806-146X201000020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Rossi M de,    Rossi A de, Queiroz AM, Azevedo RVP, Ito IY, Nelson-Filho P. Adequa&ccedil;&atilde;o    do meio bucal e seu efeito sobre a microbiota salivar cariog&ecirc;nica. JBP    Rev iber-am odontopediatr odontol beb&ecirc; 2005; 8(43):210-217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080927&pid=S1806-146X201000020000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Rosenblatt    A, Stamford TCM, Niederman R. Silver diamine fluoride: a caries "silver-fluoride    bullet". J Dent Res 2009; 88(2):116-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080929&pid=S1806-146X201000020000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">24. Chu CH, Lo    ECM, Lin HC. Effectiveness of Silver Diamine Fluoride and Sodium Fluoride Varnish    in Arresting Dentin Caries in Chinese Pre-school Children. J Dent Res 2002;    81(11):767-770.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080931&pid=S1806-146X201000020000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">25. Llodra JC,    Rodriguez A, Ferrer B, Menardia V, Ramos T, Morato M. Efficacy of silver diamine    fluoride for caries reduction in primaru teeth and first permanent molars of    schoolchildren: 36-month clinical Trial. J Dent Res 2005; 84(8):721-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080933&pid=S1806-146X201000020000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">26. Chu CH, Lo    ECM. Promoting caries arrest in children with silver diamine fluoride: a review.    Oral Health Prev Dent 2008; 6:315-321.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080935&pid=S1806-146X201000020000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">27. Russo MC, Percinoto    C, Andrioni JN, Benfati Sv. Efeitos do diaminofluoreto de prata a 38% em dentina    de dentes dec&iacute;duos de c&atilde;es. Rev Bras Odontol 1986; 43(2):14-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080937&pid=S1806-146X201000020000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">28. Costa BEM,    Pinto LP, Quinder&eacute; LB, Souza LB. Efeito da solu&ccedil;&atilde;o de diaminofluoreto    de prata a 10% sobre as estruturas dentin&aacute;ria e pulpar em dentes dec&iacute;duos    humanos. Rev. Odonto Cienc 1998; 13(25):217-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080939&pid=S1806-146X201000020000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">29. Knight GM,    McIntyre JM, Craig GG, Mulyani, Zilm OS, Gully. An <i>in vitro</i> model to    measure the effect of a silver fluoride and potassium iodide treatment on the    permeability of demineralized dentine to <i>Streptococcus mutans.</i> Aust Dent    J 2005; 50(4):242-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080941&pid=S1806-146X201000020000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">30. Knig ht GM,    McIntyre JM, Craig GG, Mulayani. Ion uptake into demineralized dentin from glass    ionomer cement following pretreatment with silver fluoride and potassium iodide.    Aust Dent J 2006: 51(3): 237-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=080943&pid=S1806-146X201000020000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/ijd/v9n2/seta.jpg" border="0"></a>    <b> Correspond&ecirc;ncia:</b>     <br>   Ana Cl&aacute;udia Rodrigues Chibinski    <br>   Avenida Anita Garibaldi, 1661, casa 38 B    <br>   Vila &Oacute;rf&atilde;s - CEP 84015-903    <br>   Ponta Grossa - Paran&aacute; - Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   e-mail: <a href="mailto:chibinski@br10.com.br">chibinski@br10.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em 29/03/2010    <br>   Aprovado em 02/06/2010</font></p>      ]]></body>
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