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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Correlação entre nível de ansiedade em crianças frente ao tratamento odontológico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The anxiety in relation to dental treatment, most times initiates during the childhood, and, when it's not overcome, can extend to adulthood, what may lead to an unsatisfactory oral health. The aim of this study was to evaluate the anxiety level in children of 4 to 11 years old, attended at São José dos Campos University - UNESP, as well as their responsible. The anxiety level was measured through translated and modified questionnaires such as Corah Dental Anxiety Scale (DAS) and Facial Image Scale (FIS). The DAS was applied to the responsible and the FIS to the children, before and after the treatment and at different times. The tests results of children's and adult's anxiety were correlated revealing that: children involved in this study did not present themselves anxious during dental treatment; the majority of responsible did not present themselves anxious; the responsible that were anxious did not transmit anxiety to the children. It was concluded that the treatment conduct towards these children must be kept because it seems appropriate to control the patient's levels of anxiety.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ARTIGO    ORIGINAL</b> ORIGINAL ARTICLE</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>Correla&ccedil;&atilde;o    entre n&iacute;vel de ansiedade em crian&ccedil;as frente ao tratamento odontol&oacute;gico</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Evaluation of    anxiety levels in children during odontological treatment</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Rodrigo Sim&otilde;es    de Oliveira<sup>I</sup>; Luciana Marcondes Sarmento Torres<sup>II</sup>; Isabela    Silva Gomes<sup>II</sup>; Rebeca Di Nicol&oacute;<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Mestrando    do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia Restauradora    da Faculdade de Odontologia de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos - Universidade    Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho - UNESP/FOSJC. Professor das Disciplinas    de Dent&iacute;stica, Escultura Dental e Cl&iacute;nica Integrada do Curso de    Odontologia da Universidade Severino Sombra - Vassouras/RJ    <br>   <sup>II</sup>Mestranda do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em    Odontologia Restauradora da Faculdade de Odontologia de S&atilde;o Jos&eacute;    dos Campos - Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho -UNESP/FOSJC    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Professora Adjunta da disciplina de Odontopediatria da Faculdade    de Odontologia de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos - Universidade Estadual    Paulista Julio de Mesquita Filho - UNESP/FOSJC</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ansiedade em    rela&ccedil;&atilde;o ao tratamento odontol&oacute;gico, na maioria das vezes    inicia-se na inf&acirc;ncia, e, quando n&atilde;o superada, pode estender-se    at&eacute; a idade adulta e desta forma pode comprometer a sa&uacute;de bucal.    O objetivo desse trabalho foi avaliar o &iacute;ndice de ansiedade em crian&ccedil;as    de 4 a 11 anos atendidas na cl&iacute;nica de Odontopediatria da Faculdade de    Odontologia de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos-UNESP, bem como de seus respons&aacute;veis.    O n&iacute;vel de ansiedade foi avaliado por meio dos question&aacute;rios traduzidos    e modificados do <i>Corah's Dental Anxiety Scale</i> (DAS) e <i>Facial Image    Scale</i> (FIS). O DAS foi aplicado aos respons&aacute;veis e o FIS &agrave;s    crian&ccedil;as, antes e depois do atendimento cl&iacute;nico e em momentos    diferentes. Os resultados dos testes de ansiedade das crian&ccedil;as e dos    respons&aacute;veis foram correlacionados entre si revelando que: as crian&ccedil;as    envolvidas nesse estudo n&atilde;o se apresentam ansiosas diante do tratamento    odontol&oacute;gico; a maioria possui respons&aacute;veis n&atilde;o ansiosos;    os respons&aacute;veis que apresentaram alto &iacute;ndice de ansiedade n&atilde;o    transmitiram essa ansiedade &agrave;s crian&ccedil;as. Concluiu-se que a conduta    de atendimento dessas crian&ccedil;as deve ser mantida pois mostrou-se adequada    para controlar a ansiedade dos pacientes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:</b>    N&iacute;vel de ansiedade, Escala de ansiedade, Ansiedade em crian&ccedil;as</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">The anxiety in    relation to dental treatment, most times initiates during the childhood, and,    when it's not overcome, can extend to adulthood, what may lead to an unsatisfactory    oral health. The aim of this study was to evaluate the anxiety level in children    of 4 to 11 years old, attended at S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos University    - UNESP, as well as their responsible. The anxiety level was measured through    translated and modified questionnaires such as Corah Dental Anxiety Scale (DAS)    and Facial Image Scale (FIS). The DAS was applied to the responsible and the    FIS to the children, before and after the treatment and at different times.    The tests results of children's and adult's anxiety were correlated revealing    that: children involved in this study did not present themselves anxious during    dental treatment; the majority of responsible did not present themselves anxious;    the responsible that were anxious did not transmit anxiety to the children.    It was concluded that the treatment conduct towards these children must be kept    because it seems appropriate to control the patient's levels of anxiety.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    Anxiety level, Anxiety scale, Children anxiety</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ansiedade e medo    ainda s&atilde;o os principais motivos pelos quais um paciente desiste de realizar    o tratamento odontol&oacute;gico. Este medo geralmente inicia-se na inf&acirc;ncia    ou na adolesc&ecirc;ncia. A fuga &agrave; consulta ao dentista pode ser desencadeada    por fatores como experi&ecirc;ncia dolorosa pr&eacute;via, ambiente do consult&oacute;rio    odontol&oacute;gico, id&eacute;ias negativas, hist&oacute;rias traumatizantes    repassadas por outras pessoas e ainda o desconhecimento em rela&ccedil;&atilde;o    aos procedimentos<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ansiedade &eacute;    conhecida como uma resposta &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es nas quais a fonte    de amea&ccedil;a ao indiv&iacute;duo n&atilde;o est&aacute; bem definida, &eacute;    amb&iacute;gua ou n&atilde;o est&aacute; objetivamente presente<sup>2</sup>.    Segundo Pessotti<sup>3</sup>, a ansiedade implica na ocorr&ecirc;ncia de uma    condi&ccedil;&atilde;o aversiva ou penosa, algum grau de incerteza ou d&uacute;vida    e alguma forma de impot&ecirc;ncia do organismo em uma dada conjuntura. Por    isso, muitas vezes o desconhecimento dos procedimentos realizados em consult&oacute;rio    pode levar &agrave; ansiedade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O medo do tratamento    odontol&oacute;gico torna-se um ciclo no sentido de que quando o tratamento    preventivo n&atilde;o ocorre, a patologia dent&aacute;ria passa a exigir tratamentos    odontol&oacute;gicos curativos ou emergenciais inerentemente invasivos, portanto&nbsp;    desconfort&aacute;veis, conseq&uuml;entemente o medo e a fuga ao tratamento    se exacerbam estabelecendo-se ent&atilde;o, o ciclo<sup>1,4</sup>. Indiv&iacute;duos    altamente temerosos acabam por se ausentar do consult&oacute;rio odontol&oacute;gico    e n&atilde;o apresentam boa sa&uacute;de bucal, quando comparados aos indiv&iacute;duos    n&atilde;o temerosos<sup>5-9</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A etiologia de    medos cl&iacute;nicos severos parece estar relacionada &agrave; idade e ao condicionamento    direto na presen&ccedil;a de dor e vulnerabilidade<sup>10</sup>. Mulheres tendem    a reportar mais medo e ansiedade que homens<sup>4,11,12</sup>, e crian&ccedil;as    demonstram mais medo e mais ansiedade do que os outros indiv&iacute;duos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Quanto aos m&eacute;todos    de avalia&ccedil;&atilde;o da ansiedade no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico,    existem v&aacute;rias escalas de ansiedade dispon&iacute;veis para uso do cirurgi&atilde;o-dentista<sup>13</sup>.    Provavelmente, o mais conhecido question&aacute;rio para avalia&ccedil;&atilde;o    da ansiedade relacionada ao tratamento odontol&oacute;gico em adultos &eacute;    o Corah's Dental Anxiety Scale (DAS)<sup>14</sup>. O DAS &eacute; uma escala    psicom&eacute;trica que consiste de quatro perguntas de m&uacute;ltipla-escolha    relacionadas com as rea&ccedil;&otilde;es subjetivas do paciente diante de diferentes    situa&ccedil;&otilde;es odontol&oacute;gicas. Cinco respostas com valores variando    entre um e cinco s&atilde;o fornecidas, quantificando de forma diretamente proporcional    a ansiedade (1 para n&atilde;o ansioso - 5 para extremamente ansioso). A pontua&ccedil;&atilde;o    final pode variar entre 4 e 20, sendo que pontua&ccedil;&otilde;es de 15 ou    mais indicam profunda ansiedade<sup>15</sup>. Bottan et al.<sup>1</sup> utillzaram    o DAS para identificar o percentual de estudantes com ansiedade ao tratamento    odontol&oacute;gico, desenvolveram um estudo explorat&oacute;rio do tipo transversal,    envolvendo 976 escolares de 9 a 17 anos, de tr&ecirc;s escolas p&uacute;blicas    situadas no per&iacute;metro urbano do munic&iacute;pio de Campos Novos (SC).    Seus resultados demonstraram que 84% dos sujeitos manifestaram ansiedade; a    maioria foi classificada com baixa ansiedade. As meninas s&atilde;o um pouco    mais ansiosas (87%) do que os meninos (81%). A rela&ccedil;&atilde;o entre faixa    et&aacute;ria e percentual de sujeitos com ansiedade indica uma redu&ccedil;&atilde;o    da freq&uuml;&ecirc;ncia para aqueles com mais idade.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Muitas escalas    tamb&eacute;m est&atilde;o dispon&iacute;veis para mensurar o medo das crian&ccedil;as    frente ao atendimento odontol&oacute;gico. Em 1998 Aartman et al. realizaram    uma revis&atilde;o da literatura e recomendaram o <i>Children's Fear Survey    Schedule - Dental Subscale</i> (CFSS-DS)<sup>16</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Essa escala consiste    em 15 quest&otilde;es, cada uma pontuando de 1 (sem medo) a 5 (muito medo).    Uma pontua&ccedil;&atilde;o final de 45 ou mais indica alto n&iacute;vel de    ansiedade. Essa escala foi utilizada por Singh et al.<sup>4</sup> para avaliar    o medo, ansiedade e controle relacionados ao tratamento odontol&oacute;gico    em 364 crian&ccedil;as da faixa et&aacute;ria de 7 a 13 anos. Tr&ecirc;s question&aacute;rios    com quest&otilde;es de m&uacute;ltipla escolha foram aplicados em grupos de    10 crian&ccedil;as. Os resultados observados nesse estudo em rela&ccedil;&atilde;o    ao medo e ansiedade, a m&eacute;dia dos escores foi mais elevada para o sexo    feminino do que para o sexo masculino. Em rela&ccedil;&atilde;o a idade, as    crian&ccedil;as da faixa de 11 a 13 anos revelaram-se em m&eacute;dia mais temerosas    que as de 7 a 9 anos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra escala bastante    utilizada para avaliar a ansiedade em crian&ccedil;as &eacute; <i>Facial Image    Scale</i> (FIS), que compreende 5 faces variando de muito feliz a muito triste.    As crian&ccedil;as apontam a imagem que mais representa seu estado emocional    no momento. O <i>score</i> da escala varia de 1 para a resposta mais positiva    a 5 para a mais negativa. Algumas das vantagens dessa escala &eacute; que pode    ser aplicada &agrave; crian&ccedil;as de pouca idade, &eacute; um m&eacute;todo    f&aacute;cil e r&aacute;pido podendo ser aplicado na sala de espera<sup>17</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O objetivo deste    estudo foi avaliar o grau de ansiedade em crian&ccedil;as entre 4 e 11 anos    que realizam tratamento odontol&oacute;gico atrav&eacute;s de question&aacute;rios    direcionados aos respons&aacute;veis e &agrave;s crian&ccedil;as, e relacionar    os resultados obtidos com a necessidade ou n&atilde;o de procedimento anest&eacute;sico.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>METODOLOGIA</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram avaliadas    98 crian&ccedil;as entre 4 e 11 anos, pacientes atendidos na cl&iacute;nica    de odontopediatria da Faculdade de Odontologia de S&atilde;o Jos&eacute; dos    Campos -UNESP, e seus respectivos respons&aacute;veis.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os instrumentos    adotados para a coleta de dados foram o <i>Corah's Dental Anxiety Scale</i>    (DAS)<sup>14</sup> para os respons&aacute;veis, e o <i>Facial Image Scale</i>    (FIS)<sup>17</sup> para as crian&ccedil;as.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Este projeto de    pesquisa foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com Seres    Humanos, da Faculdade de Odontologia de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos -    Unesp sob o Certificado n&deg; 087/2009-PH/CEP,</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Num primeiro momento,    o question&aacute;rio DAS foi aplicado aos respons&aacute;veis na sala de espera.    Os pesquisadores deram explica&ccedil;&otilde;es sobre a pesquisa e solicitaram    o preenchimento do termo de consentimento livre e esclarecido. Em seguida, realizaram    a leitura das perguntas do DAS e registro das respostas.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do FIS &agrave;s crian&ccedil;as, esta foi    realizada antes e ap&oacute;s o atendimento, tamb&eacute;m na sala de espera.    As crian&ccedil;as foram levadas individualmente pelos pesquisadores a um local    reservado e foram apresentadas &agrave; tabela do FIS. Foi pedido que a crian&ccedil;a    apontasse a imagem da escala que representasse seu estado emocional nos dois    momentos e foi anotado o <i>score</i> correspondente. Para tal coleta, os pesquisadores    n&atilde;o estavam trajando roupas brancas ou avental, a fim de n&atilde;o influenciar    os resultados inerentes &agrave; ansiedade, j&aacute; que as crian&ccedil;as    poderiam ficar mais ansiosas ao associarem o tratamento &agrave; vestimenta.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a segunda    coleta do FIS, tamb&eacute;m foi anotado o procedimento que foi realizado naquela    sess&atilde;o e se houve necessidade de anestesia, para posterior correla&ccedil;&atilde;o    com o n&iacute;vel de ansiedade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foram coletados    dados de 98 crian&ccedil;as sendo 33 meninas (33,67%) e 65 meninos (66,33%)    com idades variando entre 4 e 11 anos, sendo a m&eacute;dia de idade 6 anos    e 8 meses. A <a href="#f1">Figura 1</a> relaciona o Sexo ao FIS Inicial, em    porcentagem. A maioria das crian&ccedil;as (44,90%) responderam 1 para FIS Inicial,    sendo 68,18% destas meninos e 31,82% meninas. O FIS Inicial 2 foi representado    por 29,59% das crian&ccedil;as (58,62% meninos e 41,38% meninas). O FIS Inicial    3 esteve presente em 18,37% da amostra, sendo 72,22% do sexo masculino e 27,78%    do sexo feminino. Para o FIS 4, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a entre os sexos    (50%), sendo representado por apenas 2,04% das crian&ccedil;as. Por fim, 5,10%    das crian&ccedil;as se consideraram "muito tristes" antes do tratamento odontol&oacute;gico    (FIS 5), sendo 80% meninos e 20% meninas.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ijd/v9n4/05f01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A distribui&ccedil;&atilde;o    das crian&ccedil;as quanto &agrave; Idade e FIS Inicial est&aacute; representada    na <a href="#t1">Tabela 1</a>. Para facilitar a compara&ccedil;&atilde;o, as    crian&ccedil;as foram divididas em dois grupos de acordo com a faixa et&aacute;ria:    G1 para as crian&ccedil;as mais novas (4 a 7 anos) e G2 para as crian&ccedil;as    mais velhas (8 a 11 anos). O gr&aacute;fico ilustrativo para FIS inicial e faixa    et&aacute;ria est&aacute; representado na <a href="#f2">Figura 2</a>.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/ijd/v9n4/05t01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ijd/v9n4/05f02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As crian&ccedil;as    foram submetidas ao tratamento de rotina, conforme o plano de tratamento de    cada caso. Dentre esses procedimentos, 72 (73,47%) foram executados sem anestesia    e 26 (26,53%) com anestesia. Para verificar a influ&ecirc;ncia da anestesia    na ansiedade da crian&ccedil;a, levando em considera&ccedil;&atilde;o que ao    entrar para a consulta a crian&ccedil;a n&atilde;o saberia se seria ou n&atilde;o    submetida ao procedimento anest&eacute;sico, comparamos as vari&aacute;veis    Anestesia e FIS Final, conforme mostra a <a href="#t2">Tabela 2</a>.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ijd/v9n4/05t02.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para avalia&ccedil;&atilde;o    da influ&ecirc;ncia da anestesia na mudan&ccedil;a do n&iacute;vel de ansiedade    da crian&ccedil;a (FIS Inicial X FIS Final) foi realizada a an&aacute;lise estat&iacute;stica    de McNemar, teste utilizado para verificar mudan&ccedil;a da situa&ccedil;&atilde;o    inicial para final. Esse teste avaliou para os dois grupos (com e sem anestesia)    a melhora ou piora do n&iacute;vel de ansiedade da crian&ccedil;a. No grupo    dos que n&atilde;o receberam anestesia, 31,94% apresentaram algum grau de melhora    no FIS (p = 0,643). Em contra partida, a melhora foi de 42,31% no grupo dos    que receberam anestesia (p=0,210).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para avalia&ccedil;&atilde;o    do <i>score</i> de ansiedade dos respons&aacute;veis, estes foram divididos    em 4 grupos: NA = N&atilde;o Ansiosos (<i>scores</i> de 5 a 8), M = Ansiedade    Moderada (<i>scores</i> de 9 a 12), A = Alta Ansiedade (<i>scores</i> de 13    a 14), S = Ansiedade Severa (<i>scores</i> de 15 a 20). O FIS Inicial das crian&ccedil;as    para cada grupo de respons&aacute;veis est&aacute; representado na <a href="#f3">Figura    3</a>.</font></p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ijd/v9n4/05f03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Com rela&ccedil;&atilde;o    ao sexo, a amostra da pesquisa em quest&atilde;o n&atilde;o foi composta pelo    mesmo n&uacute;mero de meninos e meninas. Devido &agrave; essa discrep&acirc;ncia,    os resultados n&atilde;o nos permitem afirmar em qual grupo h&aacute; maior    ansiedade frente ao tratamento odontol&oacute;gico. Por&eacute;m, independentemente    do sexo, a maioria das crian&ccedil;as n&atilde;o se apresentou ansiosa antes    do tratamento pois apenas 7,14% apresentaram FIS inicial 4 e 5 (representantes    do estado emocional triste e muito triste). J&aacute; nos resultados encontrados    por Bottan et al.<sup>1</sup> e Sighn et al.<sup>4</sup> p&ocirc;de-se perceber    maior ansiedade para o sexo feminino do que para o sexo masculino (P &lt; 0,05).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ao avaliar as faixas    et&aacute;rias, percebe-se que a maioria das crian&ccedil;as se considera muito    feliz antes do atendimento odontol&oacute;gico, j&aacute; que n&atilde;o houve    diferen&ccedil;a significante para os valores de FIS 1 e 2. A maioria das crian&ccedil;as    que respondeu FIS 3 estava compreendida entre 4 e 7 anos. Para os FIS 4 e 5    n&atilde;o houve nenhuma crian&ccedil;a com idade entre 8 e 11 anos, mostrando    que as crian&ccedil;as mais velhas n&atilde;o se apresentam t&atilde;o ansiosas    frente ao tratamento odontol&oacute;gico, em contraste com os achados de Sighn    et al.<sup>4</sup> em que o grupo de crian&ccedil;as mais velhas foi o que se    apresentou mais temeroso. Por&eacute;m &eacute; importante observar que os dois    trabalhos abordaram faixas et&aacute;rias diferentes, sendo que as crian&ccedil;as    compreendidas entre 7 e 9 anos foram as que se apresentaram menos ansiosas em    ambos os casos. J&aacute; Bottan et al.<sup>1</sup> reportaram rela&ccedil;&atilde;o    entre faixa et&aacute;ria e percentual de sujeitos com ansiedade indicando uma    redu&ccedil;&atilde;o da freq&uuml;&ecirc;ncia para aqueles com mais idade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Dentre os que n&atilde;o    foram anestesiados, a maioria apresentou FIS 1, seguido de FIS 2 e 3. Apenas    uma crian&ccedil;a apresentou FIS 5 e esta foi submetida &agrave; anestesia.    Apesar dessas observa&ccedil;&otilde;es, como o n&uacute;mero de crian&ccedil;as    para a vari&aacute;vel anestesia n&atilde;o &eacute; homog&ecirc;neo, n&atilde;o    &eacute; poss&iacute;vel afirmar que tal procedimento influencia na ansiedade    ap&oacute;s o tratamento. Por&eacute;m, o teste de McNemar que avaliou a mudan&ccedil;a    do n&iacute;vel de ansiedade frente &agrave; anestesia, revelou uma melhora    de 42,31% no grau de ansiedade das crian&ccedil;as que foram submetidas ao procedimento    anest&eacute;sico, sendo um resultado inesperado uma vez que a hip&oacute;tese    inicial seria que os pacientes submetidos &agrave; anestesia apresentariam uma    piora no grau de ansiedade, como mostrado na pesquisa de Sighn et al.<sup>4</sup>.    Isso pode ser explicado devido ao fato de algumas crian&ccedil;as relatarem    que se sentiam mais felizes e aliviadas com o t&eacute;rmino da consulta. No    entanto, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente significante entre    FIS Inicial e Final nos dois grupos (Sem Anestesia: p = 0,643/ Com Anestesia:    p = 0,210).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Para os respons&aacute;veis    n&atilde;o ansiosos, a maioria das crian&ccedil;as apresentou FIS 1, sugerindo    aparente correla&ccedil;&atilde;o entre n&iacute;vel de ansiedade dos respons&aacute;veis    e crian&ccedil;as. Essa correla&ccedil;&atilde;o se manteve nos respons&aacute;veis    com ansiedade moderada, pois a maioria das crian&ccedil;as apresentou FIS 2.    Para os respons&aacute;veis com n&iacute;veis de ansiedade alta e severa, essa    correla&ccedil;&atilde;o foi inversa, j&aacute; que a minoria das crian&ccedil;as    apresentou FIS 4 e 5.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Pudemos observar    que a amostra de crian&ccedil;as abordadas nesse estudo n&atilde;o se apresentou    ansiosa frente ao tratamento odontol&oacute;gico mesmo diante de procedimento    anest&eacute;sico. Ainda, p&ocirc;de-se notar que na maioria dos casos existe    uma correla&ccedil;&atilde;o entre os n&iacute;veis de ansiedade dos respons&aacute;veis    e das crian&ccedil;as, uma vez que foi percebido que crian&ccedil;as n&atilde;o    ansiosas eram acompanhadas de respons&aacute;veis tamb&eacute;m n&atilde;o ansiosos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Bottan ER, Oglio    JD, Ara&uacute;jo SM. Ansiedade ao tratamento odontol&oacute;gico. Pesq Br&aacute;s    Odontoped Clin Integr2007 set./dez.;7(3):241-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084530&pid=S1806-146X201000040000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Milgrom P, Weistein    P, editors. Treating fearful dental patients. A patient management handbook.    Seattle Ed. Reston Pub; 1985.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084532&pid=S1806-146X201000040000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Pessotti I,    editor. Ansiedade. S&atilde;o Paulo: Ed. Pedag&oacute;gica e Universit&aacute;ria;    1978.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084534&pid=S1806-146X201000040000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Singh KA, Moraes    ABAd, Bovi Ambrosano GM. Medo, ansiedade e controle relacionados ao tratamento    odontol&oacute;gico. Pesq&nbsp; Odont&nbsp; Bras 2000 Abr./Jun.;14(2):131-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084536&pid=S1806-146X201000040000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Cardoso LCL,    S.R.; Nelson-Filho, P. Pediatric dental treatment: manifestations of stress    in patients, mothers and dental school students. Braz Oral Res 2004;18(2):150-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084538&pid=S1806-146X201000040000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Colares V, Caraciolo    GM, Miranda AM, Ara&uacute;jo GVB, Guerra P. Medo e/ou ansiedade com fator inibit&oacute;rio    para a visita ao dentista. Arq Odontol 2004;40(1):59-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084540&pid=S1806-146X201000040000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Lyndsay C, Bare    BA, Dundes L. Strategies for combating dental anxiety. J&nbsp; Dent Educ 2004;68(11):1172-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084542&pid=S1806-146X201000040000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. D&eacute;l Rey    GJF, Pacini CA. Um estudo epidemil&oacute;gico sobre a fobia dental. Arq Odontol    2005;41(1):41-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084544&pid=S1806-146X201000040000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Meng X, Heft    MW, Bradley MM, Lang PJ. Effect of fear on dental utilization behaviors and    oral health outcome. Community Dent Oral Epidemiol 2007 Aug;35(4):292-301.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084546&pid=S1806-146X201000040000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Ost LG. Acquisition    of blood and injection phobia and anxiety response patterns in clinical patients.    Behav Res Ther 1991;29(4):323-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084548&pid=S1806-146X201000040000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11.Milgrom P, Fiset    L, Melnick S. The prevalence and practice management consequences of dental    fear in a major US city. J Am Dent Assoc 1988;116:641-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084550&pid=S1806-146X201000040000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12.Kleinknecht    RA, McGlynn FD, Thorndike R. Factor analysis of the dental fear survey with    cross-validation. J Am Dent Assoc 1984;108:59-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084552&pid=S1806-146X201000040000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Dailey YM,    Humphris GM, Lennon MA. The use of dental anxiety questionnaires: a survey of    a group of UK dental practitioners. Br Dent J 2001 Apr 28;190(8):450-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084554&pid=S1806-146X201000040000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Corah NL. Development    of a dental anxiety scale. J Dent Res 1969 Jul-Aug;48(4):596.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084556&pid=S1806-146X201000040000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Corah NL, Gale    EN, Illig SJ. Assessment of a dental anxiety scale. J Am Dent Assoc 1978 Nov;97(5):816-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084558&pid=S1806-146X201000040000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16.Aartman IH,    van Everdingen T, Hoogstraten J, Schuurs AH. Self-report measurements of dental    anxiety and fear in children: a critical assessment. ASDC J Dent Child 1998    Jul-Aug;65(4):252-8, 29-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084560&pid=S1806-146X201000040000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17.Buchanan H,    Niven N. Validation of a Facial Image Scale to assess child dental anxiety.    Int Journal of Paediatric Dentistry 2002; 12: 47-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084562&pid=S1806-146X201000040000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a name="back"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/ijd/v9n4/seta.jpg" border="0"></a>    <b> Correspond&ecirc;ncia:</b>     <br>   Rodrigo Sim&otilde;es de Oliveira    <br>   Rua Major Oscar de Oliveira Batista, 17/101    <br>   Caieira S&atilde;o Pedro - Barra do Pira&iacute;/RJ    <br>   CEP 27130-070</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Recebido em 23/06/2010    <br>   Aprovado em 11/11/2010</font></p>     ]]></body>
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