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<journal-title><![CDATA[Revista de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise das intercorrências e complicações em instalação de implantes dentais: um estudo retrospectivo]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Intrinsically, every surgical procedure presents a certain rate of associated intercurrences and/or complications. Hemorrhages, infections, paresthesias or dysesthesias and primary loss of implants are some of the most common intercurrences and complications related to surgical procedures in implant dentistry. This study conducted a retrospective evaluation of the rate of intercurrences and complications related to patients submitted to osseointegratable dental implant placement. A retrospective evaluation was made of 660 clinical record charts of patients submitted to osseointegratable dental implants in the period of 8 years, attended in the Oral and Maxillofacial Surgery Department of Piracicaba Dental School - Unicamp. The results showed that there was a higher rate of intercurrences and complications when patients were attended by residents (p= 0.015) and when the panoramic radiograph was the only preoperative image exam requested (p= 0.011). The results also showed a higher rate of intercurrences and complications in patients when they were submitted to surgical procedures of alveolar bone reconstruction (p< 0.0001). The presence of post-operative infection had a significant influence on the increase in the primary loss of implants (p< 0.0001).]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Implantes dentários]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGOS ORIGINAIS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b><a name="tx"></a>An&aacute;lise das intercorr&ecirc;ncias e complica&ccedil;&otilde;es em instala&ccedil;&atilde;o de implantes dentais &#45; um estudo retrospectivo</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"> <b>Analysis of intercurrences and complications in the placement of dental implants &#45; a retrospective study</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Alessandro Costa da Silva<Sup>I</Sup>; Ant&ocirc;nio Carlos de Campos<Sup>II</Sup>; Roger William Fernandes Moreira<Sup>III </Sup></b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Doutorando em Cirurgia Buco&#45;Maxilo&#45;Facial (Faculdade de Odontologia da Universidade de S&atilde;o Paulo)    <br>   <sup>II</sup>Professor Titular em Cirurgia Buco&#45;Maxilo&#45;Facial (Faculdade de Odontologia da Universidade de S&atilde;o Paulo)    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Professor Livre Docente em Cirurgia Buco&#45;Maxilo&#45;Facial (Faculdade de Odontologia da Universidade de Campinas)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#nt">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Intrinsecamente, todo procedimento cir&uacute;rgico apresenta um certo &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncias e/ou complica&ccedil;&otilde;es associadas. Hemorragias, infec&ccedil;&otilde;es, parestesias ou disestesias e perda prim&aacute;ria dos implantes s&atilde;o algumas das intercorr&ecirc;ncias e complica&ccedil;&otilde;es mais comuns relacionadas a procedimentos cir&uacute;rgicos para implantodontia. Este estudo avaliou retrospectivamente o &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncias e complica&ccedil;&otilde;es ap&oacute;s cirurgia para a instala&ccedil;&atilde;o de implantes dentais osteointegr&aacute;veis. Foram avaliados, retrospectivamente, 660 prontu&aacute;rios cl&iacute;nicos de pacientes submetidos &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de implantes osteointegr&aacute;veis no per&iacute;odo de 8 anos, atendidos na &Aacute;rea de Cirurgia Buco&#45;Maxilo&#45;Facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba &#45; Unicamp. Os resultados demonstraram que houve um maior &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncias e complica&ccedil;&otilde;es quando os pacientes eram atendidos por alunos de especializa&ccedil;&atilde;o (p= 0,015) e quando o exame por imagem realizado era somente a radiografia panor&acirc;mica convencional (p= 0,011). Os resultados demonstraram tamb&eacute;m um maior &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncias e complica&ccedil;&otilde;es nos pacientes quando estes eram submetidos a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar (p&lt; 0,0001). A presen&ccedil;a de infec&ccedil;&atilde;o p&oacute;s&#45;operat&oacute;ria influenciou significativamente para o aumento no &iacute;ndice de perda prim&aacute;ria de implantes (p&lt; 0,0001). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Descritores:</b> Implantes dent&aacute;rios; Complica&ccedil;&otilde;es; Reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Intrinsically, every surgical procedure presents a certain rate of associated intercurrences and/or complications. Hemorrhages, infections, paresthesias or dysesthesias and primary loss of implants are some of the most common intercurrences and complications related to surgical procedures in implant dentistry. This study conducted a retrospective evaluation of the rate of intercurrences and complications related to patients submitted to osseointegratable dental implant placement. A retrospective evaluation was made of 660 clinical record charts of patients submitted to osseointegratable dental implants in the period of 8 years, attended in the Oral and Maxillofacial Surgery Department of Piracicaba Dental School &#45; Unicamp. The results showed that there was a higher rate of intercurrences and complications when patients were attended by residents (p= 0.015) and when the panoramic radiograph was the only preoperative image exam requested (p= 0.011). The results also showed a higher rate of intercurrences and complications in patients when they were submitted to surgical procedures of alveolar bone reconstruction (p&lt; 0.0001). The presence of post&#45;operative infection had a significant influence on the increase in the primary loss of implants (p&lt; 0.0001).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <b>Descriptors:</b> Dental implants; Complications; Bone reconstruction </font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas &uacute;ltimas tr&ecirc;s d&eacute;cadas, a terap&ecirc;utica reabilitadora, atrav&eacute;s de implantes dentais osteointegr&aacute;veis, vem se tornando uma realidade cada vez mais comum na cl&iacute;nica odontol&oacute;gica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O desenvolvimento dos implantes osteointegr&aacute;veis iniciou em 1952 e fundamentou&#45;se ao longo dos anos, atrav&eacute;s de diversas pesquisas cl&iacute;nicas e laboratoriais desenvolvidas sob crit&eacute;rios e controles cient&iacute;ficos bem estabelecidos e fundamentados (BR&Aring;NEMARK, 1983). Essas pesquisas fundamentaram a efetividade e seguran&ccedil;a na instala&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica de implantes dentais de tit&acirc;nio osteointegr&aacute;veis (BR&Aring;NEMARK, 1983). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Fatores que possam prejudicar ou causar a falha da osteointegra&ccedil;&atilde;o de implantes dent&aacute;rios, sejam eles inerentes ao paciente ou &agrave; t&eacute;cnica cir&uacute;rgica, devem ser conhecidos e estudados exaustivamente. Assim, o &iacute;ndice de sucesso dessa modalidade de reabilita&ccedil;&atilde;o se tornar&aacute; cada vez mais previs&iacute;vel, ajudando o profissional na indica&ccedil;&atilde;o correta da t&eacute;cnica reabilitadora a ser utilizada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As falhas dos implantes dent&aacute;rios podem ser classificadas como falhas precoces ou prim&aacute;rias e falhas tardias. As falhas prim&aacute;rias s&atilde;o aquelas que ocorrem antes da conex&atilde;o prot&eacute;tica ao implante; j&aacute; as falhas tardias, entretanto, s&atilde;o aquelas que ocorrem ap&oacute;s a conex&atilde;o prot&eacute;tica (BUSER et al., 1991). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Devido &agrave;s diversas causas de perdas dentais, muitas vezes, os pacientes candidatos &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o com implantes dentais apresentam&#45;se com um rebordo alveolar residual extremamente reabsorvido, impossibilitando, dessa forma, a instala&ccedil;&atilde;o convencional de implantes dentais osteointegr&aacute;veis. Como forma de solucionar este problema, a literatura tem descrito diversos procedimentos cir&uacute;rgicos que estimulam ou reconstroem os remanescentes &oacute;sseos reabsorvidos (ROSENQUIST, 1994; TOLMAN, 1995; TRIPLETT; SCHOW, 1996; STRICKER et al., 2003). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O aparecimento de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e complica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o inerentes a todo procedimento cir&uacute;rgico. A literatura tem demonstrado diferentes &iacute;ndices de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e complica&ccedil;&otilde;es nos diversos procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar atualmente dispon&iacute;veis (AGHALOO; MOY, 2007). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Existe uma tend&ecirc;ncia atual para a identifica&ccedil;&atilde;o, por meio de an&aacute;lises retrospectivas, dos fatores de risco para as intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas, complica&ccedil;&otilde;es e perdas prim&aacute;rias de implantes osteointegr&aacute;veis em pacientes submetidos a essa terap&ecirc;utica reabilitadora (MCDERMOTT et al., 2003; MOY et al., 2005). O presente estudo teve como objetivo analisar retrospectivamente, de forma descritiva, anal&iacute;tica e estat&iacute;stica, o &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e complica&ccedil;&otilde;es bem como suas caracter&iacute;sticas em pacientes submetidos &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de implantes dentais osteointegr&aacute;veis. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>METODOLOGIA</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este trabalho foi realizado por meio de um estudo retrospectivo, descritivo e anal&iacute;tico de sec&ccedil;&atilde;o transversal atrav&eacute;s da avalia&ccedil;&atilde;o dos prontu&aacute;rios cl&iacute;nicos odontol&oacute;gicos dos pacientes submetidos &agrave; terap&ecirc;utica com implantes dentais osteointegr&aacute;veis no per&iacute;odo de julho de 1996 a 2004. Todos os prontu&aacute;rios avaliados foram de pacientes atendidos por docentes e discentes do Departamento de Cirurgia Buco&#45;Maxilo&#45;Facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (Unicamp). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo foi realizado sob a aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Faculdade de Odontologia da Universidade de S&atilde;o Paulo &#150; FOUSP. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o, admitiram&#45;se prontu&aacute;rios de pacientes que foram submetidos &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de implantes osteointegr&aacute;veis e que foram acompanhados at&eacute; a segunda fase cir&uacute;rgica (coloca&ccedil;&atilde;o do cicatrizador) ou, no m&iacute;nimo, seis meses ap&oacute;s a sua instala&ccedil;&atilde;o inicial. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os crit&eacute;rios de exclus&atilde;o adotados foram: prontu&aacute;rios ou dados incompletos; pacientes que ainda estavam em tratamento cir&uacute;rgico, com acompanhamento inferior a seis meses ou que ainda n&atilde;o haviam sido submetidos &agrave; coloca&ccedil;&atilde;o dos cicatrizadores; pacientes submetidos &agrave; coloca&ccedil;&atilde;o de implantes sem continuidade do tratamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A obten&ccedil;&atilde;o dos dados bem como sua tabula&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o foram realizadas pelo mesmo pesquisador. A compila&ccedil;&atilde;o dos dados e sua an&aacute;lise em porcentagem foram realizadas atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o do programa Acess&reg;<a name="tx01"></a><a href="#nt01"><Sup>1</Sup></a> da Microsoft, vers&atilde;o 2003. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todos os pacientes deste estudo que receberam implantes osteointegr&aacute;veis foram submetidos a um protocolo medicamentoso pr&eacute;&#45;operat&oacute;rio e p&oacute;s&#45;operat&oacute;rio, composto de antibi&oacute;ticos, anti&#45;inflamat&oacute;rios e analg&eacute;sicos. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>SELE&Ccedil;&Atilde;O DAS VARI&Aacute;VEIS DOS FATORES DE RISCO </b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Relativas aos pacientes: G&ecirc;nero, cor ou ra&ccedil;a<a name="tx02"></a><a href="#nt02"><Sup>2</Sup></a>, idade, uso de anticoncepcionais, estado de sa&uacute;de geral e presen&ccedil;a de v&iacute;cios (tabagismo e/ou etilismo). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativas aos implantes: implantes de fase &uacute;nica, duas fases, coloca&ccedil;&atilde;o imediata e carga imediata. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativas aos procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar: foram divididos em enxertos: aut&oacute;genos, hom&oacute;genos e heter&oacute;genos. De acordo com a &aacute;rea doadora do enxerto aut&oacute;geno: do ramo mandibular, mento, t&uacute;ber maxilar, crista Il&iacute;aca, calota craniana e t&iacute;bia. Quanto &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o do enxerto: particulado, bloco e ambos. E quanto &agrave;s t&eacute;cnicas cir&uacute;rgicas reconstrutivas: enxertos em bloco, eleva&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica do seio maxilar, distra&ccedil;&atilde;o osteog&ecirc;nica e lateraliza&ccedil;&atilde;o do nervo alveolar inferior. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto &agrave;s regi&otilde;es de instala&ccedil;&atilde;o dos implantes, foram divididas em seis (<a href="#fig01">Figura 1</a>). </font></p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto &agrave;s intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e/ou complica&ccedil;&otilde;es: intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e/ou complica&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; coloca&ccedil;&atilde;o dos implantes e aos procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Crit&eacute;rio de sucesso: utilizou&#45;se o de perda prim&aacute;ria dos implantes. Os implantes removidos antes ou no momento da reabertura cir&uacute;rgica ou logo ap&oacute;s o per&iacute;odo de osteointegra&ccedil;&atilde;o (4&#45;6 meses) foram considerados como insucesso (Perda prim&aacute;ria dos implantes). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">An&aacute;lise estat&iacute;stica: a realizada de forma descritiva, anal&iacute;tica e estat&iacute;stica atrav&eacute;s dos testes de Qui&#45;quadrado de Pearson, Exato de Fisher ou sua extens&atilde;o e de regress&atilde;o log&iacute;stica. (p&lt;0,05). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dos pacientes submetidos &agrave; terapia com implantes, 660 prontu&aacute;rios preencheram os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o. 428 indiv&iacute;duos foram do g&ecirc;nero feminino e 232, do g&ecirc;nero masculino (<a href="#grf01">Gr&aacute;fico 1.1</a>). Proporcionalmente, houve um maior &iacute;ndice de perda prim&aacute;ria de implantes entre os homens (7,76%), embora tenha havido um maior &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncias e/ou complica&ccedil;&otilde;es (18,22%) entre as mulheres. </font></p>     <p><a name="grf01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11grf01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">No total dos 1.649 implantes instalados, houve uma perda prim&aacute;ria de 62 implantes (3,76%), ocorrida em 40 pacientes. A maioria dos pacientes apresentava&#45;se entre a terceira e a quarta d&eacute;cada de vida (50,61%). Cerca de 40% dos pacientes entre a terceira e quarta d&eacute;cada de vida que se submeteram &agrave; terap&ecirc;utica com implantes necessitaram de algum procedimento cir&uacute;rgico de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar. Os indiv&iacute;duos com idade menor ou igual a 20 anos foram os que necessitaram de um maior &iacute;ndice de procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar (43,14%). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A maioria dos implantes (29,29%) foi instalada na regi&atilde;o anterior de maxila (Regi&atilde;o A), e a minoria (7,10%), na regi&atilde;o posterior de maxila (Regi&atilde;o C) (<a href="#grf02">Gr&aacute;fico 1.2</a>). Houve uma maior perda prim&aacute;ria de implantes na regi&atilde;o anterior de maxila (5,13%), principalmente no grupo dos pacientes submetidos a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar, por&eacute;m sem relev&acirc;ncia estat&iacute;stica para esta rela&ccedil;&atilde;o (6,09%) (<a href="#grf02">Gr&aacute;fico 1.2</a>). Os fatores idade, g&ecirc;nero, v&iacute;cios, condi&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica e localiza&ccedil;&atilde;o da instala&ccedil;&atilde;o dos implantes n&atilde;o apresentaram rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa para o aparecimento de intercorr&ecirc;ncias e/ou complica&ccedil;&otilde;es e perda prim&aacute;ria de implantes. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="grf02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11grf02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os 62 implantes que sofreram perda prim&aacute;ria, 12 implantes foram instalados em regi&otilde;es submetidas previamente a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar. 50 implantes foram instalados em regi&otilde;es que n&atilde;o foram submetidas a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar. Dentre as t&eacute;cnicas cir&uacute;rgicas de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar, a distra&ccedil;&atilde;o osteog&ecirc;nica foi a que apresentou um maior &iacute;ndice de perda prim&aacute;ria de implantes (13,33%). Do grupo dos enxertos &oacute;sseos aut&oacute;genos, os da crista il&iacute;aca foram os que tiveram o maior &iacute;ndice de perda prim&aacute;ria dos implantes (5,56%) (<a href="#tab01">Tabela 1.1</a>).</font></p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab11.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Do total de pacientes (660), 6,06% indiv&iacute;duos sofreram alguma perda prim&aacute;ria de implante. 3,76% de todos os implantes instalados (1.649) sofreram perda prim&aacute;ria. 3% e 4%, respectivamente, dos implantes instalados em pacientes submetidos ou n&atilde;o a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar sofreram alguma perda prim&aacute;ria de implantes. 12,05% dos pacientes submetidos a algum procedimento cir&uacute;rgico de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar sofreram alguma perda prim&aacute;ria de implantes (<a href="#tab02">Tabela 1.2</a>). A perda prim&aacute;ria de implantes n&atilde;o apresentou rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa para regi&otilde;es submetidas ou n&atilde;o a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar. Contudo, os pacientes que se submeteram a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar apresentaram uma chance quatro vezes maior para o acontecimento de intercorr&ecirc;ncias e/ou complica&ccedil;&otilde;es (p&lt; 0,0001) (<a href="#tab02">Tabela 1.2</a>). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab12.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os 660 pacientes atendidos, 224 submeteram&#45;se a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar para fins de implantodontia. Ocorreram sete casos de distra&ccedil;&atilde;o osteog&ecirc;nica, sendo quatro deles associados a enxerto &oacute;sseo e tr&ecirc;s, sem enxerto &oacute;sseo. No grupo dos quatro pacientes que se submeteram a enxerto &oacute;sseo, houve a exposi&ccedil;&atilde;o e perda do enxerto em dois deles. Em um caso, houve a utiliza&ccedil;&atilde;o de malha de tit&acirc;nio, e, no outro a utiliza&ccedil;&atilde;o de barreira de teflon. No grupo e n&atilde;o houve coloca&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea de enxerto, m que houve les&atilde;o do nervo alveolar inferior (NAI) em um dos casos (<a href="#tab03">Tabela 1.3</a>). N&atilde;o houve rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre a ocorr&ecirc;ncia de intercorr&ecirc;ncias e/ou complica&ccedil;&otilde;es e os pacientes submetidos ou n&atilde;o a procedimentos cir&uacute;rgicos reconstrutivos (<a href="#tab03">Tabela 1.3</a>). N&atilde;o houve tamb&eacute;m rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre as diferentes &aacute;reas doadoras (mento, ramo mandibular, t&uacute;ber maxilar, calota craniana, crista il&iacute;aca e t&iacute;bia) com a ocorr&ecirc;ncia de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e/ou complica&ccedil;&otilde;es. O enxerto de t&iacute;bia foi utilizado para eleva&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica do seio maxilar bilateral.</font></p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab13.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diversos tipos de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e complica&ccedil;&otilde;es ocorreram nos 119 pacientes v&iacute;timas desses eventos. 22 eventos de somente intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas ocorreram em 14 pacientes. 155 eventos de somente complica&ccedil;&otilde;es ocorreram em 97 pacientes e 14 eventos de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e complica&ccedil;&otilde;es ocorreram em 8 pacientes (<a href="#tab04">Tabelas 1.4</a> e <a href="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab15.jpg">1.5</a>). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab14.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dentre os casos em que houve exposi&ccedil;&atilde;o p&oacute;s&#45;operat&oacute;ria das membranas ou barreiras, duas foram de tit&acirc;nio, tr&ecirc;s de alumina e outras duas de teflon. Todas as infec&ccedil;&otilde;es ocorridas na &aacute;rea doadora do enxerto aconteceram na regi&atilde;o do mento. Todos os casos em que houve fenestra&ccedil;&otilde;es &oacute;sseas das roscas do implante foram tratados com enxertos &oacute;sseos associados &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de membranas ou barreiras. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dos 1.649 implantes instalados, 18 implantes que  foram instalados em 16 pacientes apresentaram infec&ccedil;&atilde;o,  sendo que 10 deles acabaram sofrendo perda prim&aacute;ria. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todos os implantes que sofreram infec&ccedil;&atilde;o foram instalados, segundo o protocolo de duas fases cir&uacute;rgicas. Tr&ecirc;s implantes que apresentaram infec&ccedil;&atilde;o e perda prim&aacute;ria foram instalados em regi&otilde;es que foram submetidas previamente a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar com enxerto de mento em bloco. Dois implantes que apresentaram infec&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m sem sofrer perda prim&aacute;ria, foram instalados em regi&otilde;es submetidas previamente &agrave; t&eacute;cnica de lateraliza&ccedil;&atilde;o do nervo alveolar inferior, sendo que esses dois implantes foram instalados no mesmo paciente. Os outros 13 implantes que sofreram infec&ccedil;&atilde;o foram instalados em regi&otilde;es que n&atilde;o foram submetidas a nenhum tipo de procedimento cir&uacute;rgico de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A fenestra&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea de uma ou mais paredes ocorreu durante a instala&ccedil;&atilde;o de 50 implantes em 14 pacientes, sendo que desses 50 implantes, quatro sofreram perda prim&aacute;ria (<a href="#tab04">Tabela 1.4</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os alunos de especializa&ccedil;&atilde;o apresentaram um maior &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncias e/ou complica&ccedil;&otilde;es relacionadas tanto com o total dos pacientes (18,95%) como com o grupo de pacientes submetidos a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar (40,59%) (<a href="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab15.jpg">Tabela 1.5</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">N&atilde;o houve rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa para  o aumento do &iacute;ndice de perda prim&aacute;ria de implantes quando os pacientes eram atendidos por alunos de especializa&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m houve um aumento estatisticamente significativo no &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncia e/ou complica&ccedil;&otilde;es nos pacientes submetidos (p=0,030) ou n&atilde;o (p=0,009) a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar quando atendidos por alunos de especializa&ccedil;&atilde;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os pacientes apresentaram uma chance tr&ecirc;s vezes maior de terem intercorr&ecirc;ncia cir&uacute;rgicas quando atendidos por alunos de especializa&ccedil;&atilde;o do que por alunos de mestrado e/ou doutorado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os 660 pacientes deste estudo, 18,03% deles apresentaram algum tipo de intercorr&ecirc;ncia e/ou complica&ccedil;&atilde;o. No grupo de pacientes submetidos a procedimentos &oacute;sseos reconstrutivos (224), 36,16% apresentaram alguma intercorr&ecirc;ncia e/ou complica&ccedil;&atilde;o (<a href="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab16.jpg">Tabela 1.6</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Do total de pacientes, 61,52% foram avaliados e atendidos com apenas radiografia panor&acirc;mica. Dos 224 pacientes submetidos a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar, 89 deles foram realizados somente com radiografia panor&acirc;mica, e 112 deles foram realizados com panor&acirc;mica e tomografia linear. Houve um aumento significativo no &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas, quando os pacientes eram submetidos apenas &agrave; radiografia panor&acirc;mica como exame de imagem pr&eacute;&#45;operat&oacute;rio (p= 0,011) (<a href="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab16.jpg">Tabela 1.6</a>). Os pacientes apresentaram uma chance duas vezes maior de terem alguma intercorr&ecirc;ncia cir&uacute;rgica, quando submetidos, no pr&eacute;&#45;operat&oacute;rio, &agrave;, apenas, radiografia panor&acirc;mica sem tomografia linear. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab17.jpg">tabela 1.7</a> demonstrou a chance relativa atrav&eacute;s de teste univariado e multivariado para perda prim&aacute;ria de implantes relacionados com suas vari&aacute;veis cir&uacute;rgicas. A an&aacute;lise estat&iacute;stica univariante demonstrou que apenas a infec&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o do implante teve influ&ecirc;ncia estat&iacute;stica na perda prim&aacute;ria desses elementos (p&lt; 0,0001). Os pacientes que apresentaram infec&ccedil;&atilde;o p&oacute;s&#45;operat&oacute;ria tinham uma chance 44 vezes maior de perder primariamente os implantes que os que n&atilde;o apresentaram infec&ccedil;&atilde;o p&oacute;s&#45;operat&oacute;ria. Todas as outras variantes n&atilde;o apresentaram signific&acirc;ncia estat&iacute;stica (<a href="/img/revistas/rctbmf/v10n4/a11tab17.jpg">Tabela 1.7</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A literatura tem demonstrado dois momentos cr&iacute;ticos para a avalia&ccedil;&atilde;o do sucesso dos implantes (O'MAHONY; SPENCER, 1999). Um momento considerado prim&aacute;rio, que seria a viabilidade dos implantes dentais ap&oacute;s o per&iacute;odo de osteointegra&ccedil;&atilde;o (4&#45;6 meses), e um segundo momento, que seria a viabilidade desses implantes depois de submetido &agrave; carga mastigat&oacute;ria funcional (1&#45;2 anos). Este trabalho, devido a sua natureza retrospectiva e &agrave; falta de informa&ccedil;&otilde;es suficientes, priorizou a an&aacute;lise do sucesso prim&aacute;rio desses implantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A an&aacute;lise de 660 pacientes nos quais foram instalados 1.649 implantes demonstrou uma frequ&ecirc;ncia maior de mulheres (64,85%) submetidas a tratamento reabilitador com implantes osteointegr&aacute;veis. &Eacute; not&oacute;ria a maior presen&ccedil;a de mulheres &agrave; procura de procedimentos reabilitadores bucais, contudo a literatura n&atilde;o demonstra ser o g&ecirc;nero um fator de influ&ecirc;ncia para o sucesso dos implantes. Pacientes do g&ecirc;nero feminino que se apresentam no climat&eacute;rio demonstram uma tend&ecirc;ncia maior para a osteoporose que pacientes do g&ecirc;nero masculino. Altera&ccedil;&otilde;es no metabolismo do c&aacute;lcio  interferem n&atilde;o apenas na resist&ecirc;ncia do tecido &oacute;sseo (importante para promo&ccedil;&atilde;o da estabilidade prim&aacute;ria) mas tamb&eacute;m no metabolismo &oacute;sseo celular. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O sucesso da osteointegra&ccedil;&atilde;o depende, em parte, do estado e higidez do organismo do paciente. Alguns pesquisadores e autores salientaram o cuidado e a diminui&ccedil;&atilde;o de sucesso dos implantes em pacientes no climat&eacute;rio e/ou com menopausa, condi&ccedil;&atilde;o essa associada &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da qualidade e quantidade de tecido &oacute;sseo. Entretanto, a literatura ortop&eacute;dica tem demonstrado que fraturas osteopor&oacute;ticas se reparam prontamente e que o diagn&oacute;stico de osteoporose em uma regi&atilde;o espec&iacute;fica n&atilde;o significa que todo o esqueleto apresente a mesma caracter&iacute;stica (DAO; ANDERSON; ZARB, 1993; HEERSCHE; BELLOWS; ISHIDA, 1998). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora a preval&ecirc;ncia da osteoporose aumente em pacientes geri&aacute;tricos, principalmente em mulheres ap&oacute;s a menopausa, estudos recentes n&atilde;o relacionam idade e g&ecirc;nero como um crit&eacute;rio determinante para o sucesso dos implantes dentais (AMORIM et al., 2007; DAO; ANDERSON; ZARB, 1993; HEERSCHE; BELLOWS; ISHIDA, 1998; JEMT; H&Auml;GER, 2006; MINSK; POLSON, 1998). No entanto, os efeitos da reposi&ccedil;&atilde;o hormonal  na osteointegra&ccedil;&atilde;o ainda s&atilde;o pouco estudados na literatura. August et al. (2001) tamb&eacute;m n&atilde;o encontraram rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante entre o n&iacute;vel de estr&oacute;geno em mulheres sob reposi&ccedil;&atilde;o hormonal e o &iacute;ndice de sucesso dos implantes. Entretanto, os autores encontraram dados sugestivos que apontam para a diminui&ccedil;&atilde;o de sucesso de implantes instalados em maxila, em especial neste grupo de pacientes. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Apesar de a literatura indicar para uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre o fumo e o &iacute;ndice de insucesso de implantes dentais (BAIN, 2003; DE BRUYN; COLLAERT, 1994; GORMAN et al., 1994; MINSK; POLSON, 1998; QI et al., 2004; SCHWARTZ&#45;ARAD et al., 2002), o presente trabalho n&atilde;o observou uma rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre ambos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Essa falta de rela&ccedil;&atilde;o deve&#45;se a diversos fatores, principalmente &agrave; caracter&iacute;stica de delineamento do estudo. Pelo fato de o trabalho ser um estudo retrospectivo de sec&ccedil;&atilde;o transversal, muitas informa&ccedil;&otilde;es podem ter sido omitidas tanto pelos pacientes quanto pelos profissionais respons&aacute;veis pelo preenchimento do prontu&aacute;rio. No entanto, h&aacute; um relativo consenso na literatura quanto aos efeitos delet&eacute;rios do fumo tanto na viabilidade prim&aacute;ria quanto na longevidade dos implantes osteointegr&aacute;veis. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">DeLuca, Habsha e Zarb (2006) observaram um aumento significativo no &iacute;ndice de falha dos implantes em pacientes fumantes (23,08%) em compara&ccedil;&atilde;o aos n&atilde;o&#45;fumantes (13,33%). Atrav&eacute;s de uma an&aacute;lise estat&iacute;stica multivariada, os autores observaram que o fumo, ap&oacute;s a cirurgia, influenciaria significativamente na perda prim&aacute;ria dos implantes e que a perda tardia destes estaria diretamente relacionada com uma hist&oacute;ria de longa depend&ecirc;ncia do tabaco por esses pacientes. Implantes curtos e instalados na maxila s&atilde;o fatores adicionais para o insucesso desse procedimento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O uso do cigarro n&atilde;o pode ser considerado como contraindica&ccedil;&atilde;o absoluta para a terapia com implantes dentais. Contudo, pacientes fumantes devem ser orientados quanto ao aumento no &iacute;ndice de insucesso prim&aacute;rio dos implantes, principalmente se estes fumarem no per&iacute;odo inicial de reparo. Adicionalmente, os pacientes positivos para longa hist&oacute;ria de depend&ecirc;ncia do tabaco apresentam um maior &iacute;ndice de perda &oacute;ssea marginal tardia, independente da interrup&ccedil;&atilde;o do fumo imediatamente antes da instala&ccedil;&atilde;o dos implantes dentais (DELUCA; ZARB, 2006). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ekfeldt et al. (2001) realizaram um estudo retrospectivo buscando identificar os principais fatores relacionados &agrave; perda de implantes osteointegr&aacute;veis. Em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo de cigarros, os autores observaram um aumento de quatro vezes na chance de perda prim&aacute;ria de implantes em fumantes severos (mais de 10 cigarros por dia) em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo de n&atilde;o&#45;fumantes. Al&eacute;m disso, os autores relataram ser o tabagismo, o bruxismo e a falta de suporte &oacute;sseo os principais fatores a serem considerados na preven&ccedil;&atilde;o da perda dos implantes dentais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de a chance para perda prim&aacute;ria de implantes ser exponencialmente maior de acordo com o consumo de cigarro, neste estudo, n&atilde;o houve rela&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica entre a frequ&ecirc;ncia do tabaco e o &iacute;ndice de insucesso dos implantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A literatura tem comprovado que o consumo abusivo de &aacute;lcool influencia negativamente no processo de reparo de indiv&iacute;duos submetidos a todo procedimento cir&uacute;rgico (BOMBONATO&#45;PRADO et al., 2004; KOO et al., 2004). No presente estudo, o etilismo n&atilde;o foi um fator de relev&acirc;ncia estat&iacute;stica para o aumento no &iacute;ndice de perda prim&aacute;ria de implantes ou intercorr&ecirc;ncias e/ou complica&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m foi fortemente sugestivo de rela&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tratamento com implantes dentais &eacute; um procedimento seguro e confi&aacute;vel, apresentando&#45;se em franca expans&atilde;o entre a popula&ccedil;&atilde;o geri&aacute;trica. A literatura tem demonstrado que pacientes geri&aacute;tricos, medicamente est&aacute;veis, s&atilde;o candidatos naturais &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica com implantes. Essa reabilita&ccedil;&atilde;o promoveria substancialmente a fun&ccedil;&atilde;o oral, conforto e qualidade de vida para esses pacientes (GRANT; KRAUT, 2007). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A literatura, de uma forma geral, n&atilde;o reporta trabalhos que verifiquem uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre a idade e a condi&ccedil;&atilde;o racial dos pacientes com o sucesso prim&aacute;rio dos implantes. Neste trabalho, esses quesitos tamb&eacute;m n&atilde;o demonstraram rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa com as complica&ccedil;&otilde;es entre os pacientes submetidos ou n&atilde;o a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar. A idade parece estar relacionada secundariamente como um fator de risco no sucesso dos implantes. Pacientes geri&aacute;tricos podem apresentar&#45;se descompensados sistemicamente e com uma condi&ccedil;&atilde;o de higidez e higiene bucal normalmente diminu&iacute;da em rela&ccedil;&atilde;o a pacientes mais jovens, o que poderia conduzir secundariamente a um maior risco na terap&ecirc;utica com implantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudos que avaliam os fatores relacionados &agrave;s perdas prim&aacute;rias de implantes dent&aacute;rios osteointegr&aacute;veis ainda s&atilde;o escassos na literatura (O'MAHONY; SPENCER, 1999). A grande maioria dos estudos avalia a sobreviv&ecirc;ncia dos implantes a longo prazo, com acompanhamentos longitudinais. No entanto, o conhecimento de poss&iacute;veis fatores desencadeantes para falhas na osteointegra&ccedil;&atilde;o pode fornecer informa&ccedil;&otilde;es importantes na preven&ccedil;&atilde;o desses problemas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A literatura demonstra, de uma forma geral, um &iacute;ndice de sucesso de implantes de aproximadamente 97% (VAN STEENBERGH et al., 2002). Este estudo observou um &iacute;ndice de perda prim&aacute;ria de implantes em torno de 3%. Contudo, esses resultados indicam para um &iacute;ndice de insucesso ainda maior, se fosse considerado um acompanhamento de longo prazo desses implantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A perda prim&aacute;ria consistiu, basicamente, na perda dos implantes na segunda etapa cir&uacute;rgica ou reabertura para coloca&ccedil;&atilde;o de cicatrizadores. Nos casos em que implantes foram instalados em fase &uacute;nica, isto &eacute;, com o cicatrizador colocado no mesmo momento da instala&ccedil;&atilde;o dos implantes ou com carga imediata, a perda prim&aacute;ria era considerada, se ocorressem perdas dos implantes nos primeiros seis meses da instala&ccedil;&atilde;o destes (antes da instala&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;tese). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A estabilidade dos implantes pode ser classificada como prim&aacute;ria ou secund&aacute;ria. A estabilidade prim&aacute;ria consiste na estabilidade obtida imediatamente ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o do implante. Est&aacute; relacionada com o n&iacute;vel de contato &oacute;sseo obtido (COCHRAN et al., 1998) e &eacute; influenciada pela geometria, comprimento e &aacute;rea de superf&iacute;cie do implante, propor&ccedil;&atilde;o cortical/medular, t&eacute;cnica cir&uacute;rgica, entre outros. A estabilidade secund&aacute;ria &eacute; resultante da forma&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o do implante (KOHN, 1992; MEREDITH, 1998). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A estabilidade prim&aacute;ria do implante &eacute; de suma import&acirc;ncia para o sucesso dos implantes osteointegr&aacute;veis. Quanto maior a densidade &oacute;ssea e a precis&atilde;o na perfura&ccedil;&atilde;o do leito receptor do implante, maior ser&aacute; a estabilidade prim&aacute;ria deste. A aus&ecirc;ncia de estabilidade prim&aacute;ria na instala&ccedil;&atilde;o dos implantes &eacute; mais comumente relacionada com a destreza e a experi&ecirc;ncia do cirurgi&atilde;o do que com a densidade &oacute;ssea local. O alargamento do leito receptor do implante, realizado durante a perfura&ccedil;&atilde;o, &eacute; comumente observado nas situa&ccedil;&otilde;es em que o cirurgi&atilde;o tenta corrigir um inadequado posicionamento da broca piloto (Broca de perfura&ccedil;&atilde;o inicial). Quando os implantes a serem colocados forem os de amplo di&acirc;metro (5&#45;6 mm), pequenas corre&ccedil;&otilde;es no direcionamento podem ser efetuadas ap&oacute;s a utiliza&ccedil;&atilde;o da broca piloto sem o comprometimento significativo da estabilidade prim&aacute;ria. Por&eacute;m, se os implantes selecionados forem os de pequeno (3,3 mm) ou de regular (3,75&#45;4 mm) di&acirc;metro, mesmo as pequenas corre&ccedil;&otilde;es podem se tornar cr&iacute;ticas para a estabilidade prim&aacute;ria dos implantes. Balshi, Wolfinger e Balshi (2007) salientaram a import&acirc;ncia do travamento apical dos implantes durante sua inser&ccedil;&atilde;o. Os autores demonstraram que, mesmo na aus&ecirc;ncia de estabilidade rotacional prim&aacute;ria, se os implantes apresentarem estabilidade apical, o &iacute;ndice de sucesso ainda permanece em 82%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com o aumento dos &iacute;ndices de sucesso em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o com implantes dent&aacute;rios, a procura por esse tipo de tratamento vem aumentando. Um grande n&uacute;mero de pacientes com defici&ecirc;ncia dos rebordos alveolares procura a reabilita&ccedil;&atilde;o com implantes dent&aacute;rios. Os &iacute;ndices de sucesso relativos &agrave; sobreviv&ecirc;ncia de implantes dent&aacute;rios instalados em &aacute;reas que sofreram procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar &eacute; um assunto bem discutido e estudado na literatura (AGHALOO; MOY, 2007; HOFSCHNEIDER et al. 1999). Apesar de algumas vezes esses &iacute;ndices serem controversos, a maioria dos estudos demonstra uma alta taxa de previsibilidade e sucesso, por isso o aumento na demanda dessa modalidade de tratamento (DONOVAN et al., 1994; KAN et al., 2002; KELLER, 1995; KELLER et al., 1987; LUNA, 2004; MISCH; DIETSH, 1994; SCHLIEPHAKE; NEUKAM; WICHMANN, 1997; RODONI et al., 2005; STRICKER et al., 2003; TOLMAN, 1995; TRIPLETT; SCHOW, 1996). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo, avaliaram&#45;se poss&iacute;veis fatores de risco em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; perda prim&aacute;ria de implantes em &aacute;reas submetidas ou n&atilde;o a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar. A literatura demonstra uma alta previsibilidade e sucesso desses procedimentos como coadjuvante na terap&ecirc;utica com implantes (ENISLIDIS et al., 2005; FERRIGNO; LAURETI; FANALI, 2005; GARCIA et al., 2002; HIRSCH; BR&Aring;NEMARK, 1995; JENSEN et al., 2002; KAN et al., 1997; ROSENQUIST, 1994; VAN STRIJEN et al., 2003). Nesta pesquisa, nenhum dos procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar realizado e avaliado apresentou&#45;se como fator de risco para perda prim&aacute;ria de implantes. Contudo, os enxertos de crista il&iacute;aca sugerem ter um &iacute;ndice de sucesso reduzido (5,56%), quando comparados a outras &aacute;reas doadoras e outras modalidades cir&uacute;rgicas. O enxerto da crista il&iacute;aca &eacute; um osso com excelentes caracter&iacute;sticas osteog&ecirc;nicas devido &agrave; sua grande popula&ccedil;&atilde;o celular. Contudo, o il&iacute;aco &eacute; um osso significativamente menos resistente, quando comparado com outras &aacute;reas doadoras, como a calota, mento e ramo mandibular. A sua delgada camada cortical e o extenso trabeculado &oacute;sseo proporcionam uma significativa diminui&ccedil;&atilde;o de sua resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica e o aumento de sua taxa de reabsor&ccedil;&atilde;o. Esses fatores podem contribuir para uma diminui&ccedil;&atilde;o na estabilidade prim&aacute;ria dos implantes instalados nessas &aacute;reas e, consequentemente, um maior &iacute;ndice de perda prim&aacute;ria destes. A literatura tem demonstrado &iacute;ndices discretamente menores de sucesso nos implantes instalados em &aacute;reas submetidas a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar (AGHALOO; MOY, 2007). Essas pequenas varia&ccedil;&otilde;es estariam na depend&ecirc;ncia da t&eacute;cnica cir&uacute;rgica reconstrutiva empregada. Aghaloo e Moy (2007), ap&oacute;s uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica de trabalhos publicados entre 1980 e 2005, observaram um &iacute;ndice de sucesso nos implantes de 95,5% para regenera&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea guiada, 94,7% para distra&ccedil;&atilde;o osteog&ecirc;nica, 90,4% para enxertos onlays/veneer e de 83,8% quando houvesse uma combina&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias modalidades de enxertos. Os autores tamb&eacute;m salientaram que essas varia&ccedil;&otilde;es dependeriam muito mais da experi&ecirc;ncia e da destreza do cirurgi&atilde;o que do procedimento cir&uacute;rgico em si. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este trabalho tamb&eacute;m verificou que a experi&ecirc;ncia profissional foi significativa para o aumento no &iacute;ndice de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas entre os alunos de especializa&ccedil;&atilde;o. Contudo, n&atilde;o houve diferen&ccedil;as significativas entre os outros alunos (Atualiza&ccedil;&atilde;o, Mestrado e Doutorado) e os docentes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este dado pode ser facilmente explicado pelo fato de os alunos de mestrado e/ou doutorado j&aacute; possu&iacute;rem uma relativa experi&ecirc;ncia profissional suficiente para o ingresso destes no programa de p&oacute;s&#45;gradua&ccedil;&atilde;o em <i>stricto sensu</i> (Mestrado e/ou Doutrado). Com isso, as diferen&ccedil;as t&eacute;cnicas entre eles e os docentes passam a ter uma influ&ecirc;ncia secund&aacute;ria na ocorr&ecirc;ncia de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e complica&ccedil;&otilde;es. A aus&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as significativas entre os alunos de atualiza&ccedil;&atilde;o e os docentes e alunos de mestrado e/ou doutorado deve&#45;se ao fato de eles realizarem poucos procedimentos de maior complexidade, quase sempre sob intensa supervis&atilde;o docente. Dessa forma, os procedimentos de maior risco e magnitude eram reservados para os outros profissionais (docentes, alunos de mestrado e/ ou doutorado e de especializa&ccedil;&atilde;o). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma intercorr&ecirc;ncia cir&uacute;rgica comumente observada foi a fenestra&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea durante a perfura&ccedil;&atilde;o ou durante a coloca&ccedil;&atilde;o dos implantes dentais. Goodacre et al. (2003) relataram um &iacute;ndice de 7% de aparecimento desses defeitos &oacute;sseos em um total de 3.156 implantes instalados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outros trabalhos relataram &iacute;ndices que variavam entre 2% e 13% (TAL, 1999). Nessas situa&ccedil;&otilde;es, o tratamento consiste no preenchimento da fenestra&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea com algum tipo de enxerto &oacute;sseo e/ou biomaterial associado &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de uma membrana ou barreira (absorv&iacute;vel ou n&atilde;o&#45;absorv&iacute;vel). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Neste estudo, dos 660 pacientes submetidos &agrave; terap&ecirc;utica com implantes, em 14 casos (2,12%), houve fenestra&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea que necessitasse de algum procedimento reconstrutivo. O &iacute;ndice encontrado estava de acordo com a literatura (TAL, 1999). O aparecimento de fenestra&ccedil;&otilde;es &oacute;sseas durante o procedimento de instala&ccedil;&atilde;o dos implantes pode ser previs&iacute;vel em m&atilde;os de cirurgi&otilde;es experientes. A simples visualiza&ccedil;&atilde;o ou aferi&ccedil;&atilde;o do rebordo alveolar, por meio de espec&iacute;metros, pode orientar o cirurgi&atilde;o para a suspens&atilde;o do procedimento cir&uacute;rgico ou para a expectativa de uma poss&iacute;vel necessidade de procedimentos cir&uacute;rgicos reconstrutivos imediatos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A maioria das membranas utilizadas foram as absorv&iacute;veis de col&aacute;geno, por&eacute;m essas membranas n&atilde;o possuem resist&ecirc;ncia suficiente para suportar o tecido mole e promover um adequado espa&ccedil;o para a regenera&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea guiada (ROG). Como alternativa &agrave;s membranas de col&aacute;geno, as membranas de polietileno, de alum&iacute;nio e malhas de tit&acirc;nio s&atilde;o op&ccedil;&otilde;es de materiais inabsorv&iacute;veis para essas situa&ccedil;&otilde;es. A literatura tem demonstrado as excelentes propriedades que esses materiais apresentam na regenara&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea guiada (VALENTINI; ABENSUR; MISSIKA, 1993). Contudo, quando expostos ao meio bucal, esses materiais apresentaram um risco significativamente maior de complica&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sem levar em considera&ccedil;&atilde;o as perdas prim&aacute;rias dos implantes dentais osteointegr&aacute;veis, a infec&ccedil;&atilde;o e a deisc&ecirc;ncia da sutura, tanto nas regi&otilde;es que receberam os implantes quanto nas &aacute;reas receptoras e doadoras dos enxertos &oacute;sseos, foram as complica&ccedil;&otilde;es mais observadas. Os &iacute;ndices dessas ocorr&ecirc;ncias demonstraram as dificuldades t&eacute;cnicas na realiza&ccedil;&atilde;o desses procedimentos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A literatura &eacute; clara em afirmar que a infec&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos grandes fatores de risco para a falha nos implantes dentais osteointegr&aacute;veis. &Eacute; frequente a destrui&ccedil;&atilde;o do osso de suporte ao redor dos implantes dent&aacute;rios e a fibrointegra&ccedil;&atilde;o quando a infec&ccedil;&atilde;o est&aacute; presente (QUIRYNEN; VAN STEENBERGHE, 1993; SCHOU et al., 1992; TONETTI, 1996). Esposito et al., em 1999, sugeriram que as falhas em implantes devido a complica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o multifatoriais e que a infec&ccedil;&atilde;o, a repara&ccedil;&atilde;o deficit&aacute;ria e a sobrecarga s&atilde;o os tr&ecirc;s maiores fatores etiol&oacute;gicos dessas perdas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo, implantes que sofreram infec&ccedil;&atilde;o precoce tiveram uma forte relev&acirc;ncia quanto &agrave; perda prim&aacute;ria (p&lt;0,0001). O fator de risco tamb&eacute;m foi elevado, considerando que implantes que sofreram algum tipo de infec&ccedil;&atilde;o tiveram uma chance 44 vezes maior de perdas prim&aacute;rias em rela&ccedil;&atilde;o a implantes que n&atilde;o sofreram nenhum tipo de infec&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Contamina&ccedil;&otilde;es do implante, do alv&eacute;olo cir&uacute;rgico, de instrumentos cir&uacute;rgicos, luvas, ambiente, ar expirado pelo paciente, saliva e regi&atilde;o perioral da epiderme podem influenciar na ocorr&ecirc;ncia de infec&ccedil;&atilde;o (PIATTELLI; SCARANO. PIATTELLI, 1995). A infec&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria tem como causas frequentes suturas residuais, exposi&ccedil;&atilde;o do parafuso de cobertura do implante, traumas por pr&oacute;&#45;teses mal adaptadas, traumas de dentes antagonistas (ESPOSITO et al., 1999). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma vez a infec&ccedil;&atilde;o instalada, seja ela precoce ou tardia, acaba sendo uma das maiores causas de perdas de implantes dentais oteointegr&aacute;veis (QUIRYNEN; DE SOETE; VAN STEENBERGHE, 2002). Algumas medidas profil&aacute;ticas, como antissepsia intra e extrabucal, sele&ccedil;&atilde;o de pacientes com boa higiene bucal e adequado adestramento cir&uacute;rgico, s&atilde;o suficientes para reduzir drasticamente os riscos de infec&ccedil;&atilde;o (VAN STEENBERGHE et al., 1997). A literatura tem demonstrado que  o uso profil&aacute;tico de antibi&oacute;ticos n&atilde;o reduz os &iacute;ndices de infec&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a coloca&ccedil;&atilde;o de implantes dentais osteointegr&aacute;veis (DENT et al., 1997). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste trabalho, as poss&iacute;veis causas de infec&ccedil;&atilde;o provavelmente consistiram de uma m&aacute; higiene bucal p&oacute;s&#45;operat&oacute;ria por parte do paciente e pelo inadequado manejo transoperat&oacute;rio do retalho cir&uacute;rgico, proporcionado, assim, a deisc&ecirc;ncia da sutura e a exposi&ccedil;&atilde;o do parafuso de cobertura dos implantes. A exposi&ccedil;&atilde;o dos parafusos de cobertura &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o relativamente comum, principalmente em implantes instalados na regi&atilde;o posterior de mand&iacute;bula. Essa regi&atilde;o apresenta uma delgada fibromucosa associada &agrave; eleva&ccedil;&atilde;o do retalho pelo parafuso de cobertura (principalmente nos implantes de hex&aacute;gono externo), proporcionando uma tens&atilde;o adicional ao retalho cir&uacute;rgico e, consequentemente, sua deisc&ecirc;ncia. O simples fato da exposi&ccedil;&atilde;o do parafuso de cobertura n&atilde;o representa, isoladamente, um fator de condena&ccedil;&atilde;o do implante. Uma adequada estabilidade prim&aacute;ria associada a uma eficiente higiene bucal, atrav&eacute;s da clorexidina gel a 0,2%, no parafuso exposto, podem fornecer as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para a viabilidade desse implante. A n&atilde;o observ&acirc;ncia a esses cuidados aumenta, exponencialmente, o risco de perda desses materiais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ainda que exista certa correla&ccedil;&atilde;o com o tipo de osso e a regi&atilde;o dos maxilares, essa caracter&iacute;stica s&oacute; &eacute; confirmada clinicamente, no momento da instala&ccedil;&atilde;o do implante. Nas regi&otilde;es em que os implantes foram instalados, n&atilde;o foi encontrada nenhuma relev&acirc;ncia estat&iacute;stica quanto &agrave; perda prim&aacute;ria de implantes. Esse fato pode ter ocorrido pela identifica&ccedil;&atilde;o da qualidade &oacute;ssea no momento da confec&ccedil;&atilde;o do alv&eacute;olo cir&uacute;rgico, promovendo uma mudan&ccedil;a de t&eacute;cnica cir&uacute;rgica e uma estabilidade prim&aacute;ria mais aprimorada do implante. Outra hip&oacute;tese seria que os tipos &oacute;sseos n&atilde;o influenciam na perda prim&aacute;ria dos implantes e, sim, na perda tardia, ou seja, a perda quando os implantes j&aacute; est&atilde;o sofrendo cargas funcionais, hip&oacute;tese essa que &eacute; mais plaus&iacute;vel pelos estudos longitudinais apresentados na literatura. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudos retrospectivos s&atilde;o de suma import&acirc;ncia para o conhecimento inicial do problema e para proporcionar um delineamento mais preciso para a formula&ccedil;&atilde;o de trabalhos prospectivos mais detalhados (ECKERT; CHOI; KOKA, 2003). O presente trabalho proporcionou um conhecimento amplo sobre as caracter&iacute;sticas e os &iacute;ndices de sucesso nos procedimentos reconstrutivos e a viabilidade prim&aacute;ria dos implantes nessas regi&otilde;es. Os dados obtidos fornecer&atilde;o informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para a promo&ccedil;&atilde;o do atendimento aos pacientes que necessitem desse tratamento reabilitador e servir&atilde;o de subs&iacute;dio para o estabelecimento de padr&otilde;es institucionais para a formula&ccedil;&atilde;o de futuras pesquisas prospectivas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com a metodologia empregada, podemos concluir que </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1) Os pacientes apresentaram uma chance de intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas duas vezes maior quando eram submetidos, no pr&eacute;&#45;operat&oacute;rio, apenas &agrave; radiografia panor&acirc;mica convencional sem tomografia linear; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2) Os pacientes apresentaram uma chance tr&ecirc;s vezes maior de terem intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas, quando eram atendidos por alunos de especializa&ccedil;&atilde;o do que por alunos de mestrado e/ou doutorado; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3) N&atilde;o houve diferen&ccedil;a na chance de perda prim&aacute;ria de implantes, se instalados em &aacute;reas submetidas ou n&atilde;o a procedimentos cir&uacute;rgicos pr&eacute;vios de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4) Os pacientes submetidos a procedimentos cir&uacute;rgicos de reconstru&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea alveolar demonstraram uma chance quatro vezes maior de apresentarem intercorr&ecirc;ncias cir&uacute;rgicas e complica&ccedil;&otilde;es; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">5) Os pacientes com infec&ccedil;&atilde;o p&oacute;s&#45;operat&oacute;ria apresentaram uma chance 44 vezes maior de perda prim&aacute;ria dos implantes, quando comparados aos pacientes que n&atilde;o apresentaram infec&ccedil;&atilde;o p&oacute;s&#45;operat&oacute;ria. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Bain CA. Implant installation in the smoking patient. Periodontol. 2003; 33:185&#45;93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445834&pid=S1808-5210201000040001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Balshi SF, Wolfinger GJ, Balshi TJ. A retrospective analysis of 44 implants with no rotational primary stability used for fixed prosthesis anchorage. Int J Oral Maxillofac Implants. 2007 May/Jun;22(3):467&#45;71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445836&pid=S1808-5210201000040001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Bombonato&#45;Prado KF, Brentegani LG, Thomazini JA, Lachat JJ, Carvalho TL. Alcohol intake and osseointegration around implants: a histometric and scanning electron microscopy study. Implant Dent. 2004 Sep;13(3):238&#45;44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445838&pid=S1808-5210201000040001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. Br&aring;nemark PI. Osseointegration and its experimental background. J Prosthet Dent. 1983 Sep;50(3):399&#45;410.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445840&pid=S1808-5210201000040001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Buser D, Schenk RK, Steinemann S, Fiorellini JP, Fox CH, Stich H. Influence of surface characteristics on bone integration of titanium implants. A histomorphometric study in miniature pigs. J Biomed Mater Res. 1991 Jul;25(7):889&#45;902.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445842&pid=S1808-5210201000040001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Cochran DL, Schenk RK, Lussi A, Higginbottom FL, Buser D. Bone response to unloaded and loaded titanium implants with a sandblasted and acid&#45;etched surface: a histometric study in the canine mandible. J Biomed Mater Res. 1998 Apr;40(1):1&#45;11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445844&pid=S1808-5210201000040001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Dao TT, Anderson JD, Zarb GA. Is osteoporosis a risk  factor for osseointegration of dental implants? Int J Oral Maxillofac Implants. 1993; 8(2):137&#45;44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445846&pid=S1808-5210201000040001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. De Bruyn H, Collaert B. The effect of smoking on early implant failure. Clin Oral Implants Res. 1994 Dec;5(4):260&#45;4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445848&pid=S1808-5210201000040001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. DeLuca S, Zarb G. The effect of smoking on osseointegrated dental implants. Part II: Peri&#45;implant bone loss. Int J Prosthodont. 2006 Nov&#45;Dec;19(6):560&#45;6 .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445850&pid=S1808-5210201000040001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Dent CD, Olson JW, Farish SE, Bellome J, Casino AJ, Morris HF, et al. The influence of preoperative antibiotics on success of endosseous implants up to and including stage II surgery: a study of 2,641 implants. J Oral Maxillofac Surg. 1997 Dec;55(12 Suppl 5):19&#45;24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445852&pid=S1808-5210201000040001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11. Eckert SE, Choi YG, Koka S. Methods for comparing the results of different studies. Int J Oral Maxillofac Implants. 2003 Sep/Oct;18(5):697&#45;705.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445854&pid=S1808-5210201000040001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Ekfeldt A, Christiansson U, Eriksson T, Linden U, Lundqvist S, Rundcrantz T, et al. A retrospective analysis of factors associated with multiple implant failures in maxillae. Clin Oral Implants Res. 2001; 12(5): 462&#45;474.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445856&pid=S1808-5210201000040001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13. Enislidis G, Fock N, Millesi&#45;Schobel G, Klug C, Wittwer G, Yerit K, et al. Analysis of complications following alveolar distraction osteogenesis and implant placement in the partially edentulous mandible. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2005 Jul;100(1):25&#45;30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445858&pid=S1808-5210201000040001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. Esposito M, Hirsch J, Lekholm U, Thomsen P. Differential diagnosis and treatment strategies for biologic complications and failing oral implants: a review of the literature. Int J Oral Maxillofac Implants. 1999 Jul/Aug;14(4):473&#45;90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445860&pid=S1808-5210201000040001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. Ferrigno N, Laureti M, Fanali S. Inferior alveolar nerve transposition in conjunction with implant placement. Int J Oral Maxillofac Implants. 2005 JulAug;20(4):610&#45;20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445862&pid=S1808-5210201000040001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16. Garcia AG, Martin MS, Vila PG, Maceiras JL. Minor complications arising in alveolar distraction osteogenesis. J Oral Maxillofac Surg. 2002 May;60(5):496&#45;501.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445864&pid=S1808-5210201000040001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17. Goodacre CJ, Bernal G, Rungcharassaeng K, Kan JY. Clinical complications with implants and implant prostheses. J Prosthet Dent. 2003 Aug;90(2):121&#45;32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445866&pid=S1808-5210201000040001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18. Gorman LM, Lambert PM, Morris HF, Ochi S,  Winkler S. The effect of smoking on implant survival at second&#45;stage surgery: DICRG Interim Report No. 5. Dental Implant CLinical Research Group. Implant Dent. 1994 Fall; 3(3):165&#45;8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445868&pid=S1808-5210201000040001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. Grant BT, Kraut RA. Dental implants in geriatric patients: a retrospective study of 47 cases. Implant Dent. 2007 Dec;16(4):362&#45;8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445870&pid=S1808-5210201000040001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20. Heersche JN, Bellows CG, Ishida Y. The decrease in bone mass associated with aging and menopause. J Prosthet Dent. 1998 Jan;79(1):14&#45;6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445872&pid=S1808-5210201000040001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21. Hirsch JM, Br&aring;nemark PI. Fixture stability and nerve function after transposition and lateralization of the inferior alveolar nerve and fixture installation. Br J Oral Maxillofac Surg. 1995 Oct;33(5):276&#45;81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445874&pid=S1808-5210201000040001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">22. Hofschneider U, Tepper G, Gahleitner A, Ulm C. Assessment of the blood supply to the mental region for reduction of bleeding complications during implant surgery in the interforaminal region. Int J Oral Maxillofac Implants. 1999 May/Jun;14(3):379&#45;83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445876&pid=S1808-5210201000040001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">23. Jemt T, H&auml;ger P. Early complete failures of fixed implant&#45;supported prostheses in the edentulous maxilla: a 3&#45;year analysis of 17 consecutive cluster failure patients. Clin Implant Dent Relat Res. 2006;8(2):77&#45;86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445878&pid=S1808-5210201000040001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">24. Jensen OT, Cockrell R, Kuhike L, Reed C. Anterior maxillary alveolar distraction osteogenesis: a prospective 5&#45;year clinical study. Int J Oral Maxillofac Implants. 2002 Jan/Feb;17(1):52&#45;68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445880&pid=S1808-5210201000040001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">25. Kan JYK, Lozada JL, Boyne PJ, Goodacre CJ, Rungcharassaeng K. Mandibular fracture after endosseous implant placement in conjunction with inferior alveolar nerve transposition: a patient treatment report. Int J Oral Maxillofac Implants. 1997 Sep/Oct;12(5):655&#45;9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445882&pid=S1808-5210201000040001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">26. Kan JYK, Rungcharassaeng K, Kim J, Lozada JL, Goodacre CJ. Factors affecting the survival of implants placed in grafted maxillary sinuses: A clinical report. J Prosthet Dent. 2002;87:485&#45;89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445884&pid=S1808-5210201000040001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">27. Keller EE. Reconstruction of the severely atrophic edentulous mandible with endosseous implants: a 10year longitudinal study. J Oral Maxillofac Surg. 1995 Mar;53(3):305&#45;20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445886&pid=S1808-5210201000040001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">28. Keller EE, Van Roekel NB, Desjardins RP, Tolman DE. Prosthetic&#45;surgical reconstruction of the severely resorbed maxilla with iliac bone grafting and tissue&#45;integrated prostheses. Int J Oral Maxillofac Implants. 1987 Summer;2(3):155&#45;65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445888&pid=S1808-5210201000040001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">29. Kohn DH. Overview of factors important in implant design. J Oral Implantol. 1992;18(3):204&#45;19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445890&pid=S1808-5210201000040001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">30. Koo S, K&ouml;nig B Jr, Mizusaki CI, Allegrini S Jr, Yoshimoto M, Carbonari MJ. Effects of alcohol consumption on osseointegration of titanium implants in rabbits. Implant Dent. 2004 Sep;13(3):232&#45;7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445892&pid=S1808-5210201000040001100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">31. Luna AHB. An&aacute;lise das cirurgias de eleva&ccedil;&atilde;o de seio maxilar para instala&ccedil;&atilde;o de implantes osseointegr&aacute;veis na Faculdade de Odontologia de Piracicaba Unicamp: estudo retrospectivo de seis anos &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Piracicaba: Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Odontologia; 2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445894&pid=S1808-5210201000040001100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">32. McDermott NE, Chuang SK, Woo VV, Dodson TB. Complications of dental implants: identification, frequency, and associated risk factors. Int J Oral Maxillofac Implants. 2003 Nov/Dec;18(6):848&#45;55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445896&pid=S1808-5210201000040001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">33. Meredith N. Assessment of implant stability as a prognostic determinant. Int J Prosthodont. 1998 Sep/Oct;11(5):491&#45;501.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445898&pid=S1808-5210201000040001100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">34. Minsk L, Polson AM. Dental implant outcomes in postmenopausal women undergoing hormone replacement. Compend Contin Educ Dent. 1998 Sep;19(9):859&#45;62, 864; quiz 866.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445900&pid=S1808-5210201000040001100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">35. Misch CE, Dietsh F. Endosteal implants and iliac crest grafts to restore severely resorbed totally edentulous maxillae: a retrospective study. J Oral Implantol. 1994; 20(2): 100&#45;10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445902&pid=S1808-5210201000040001100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">36. O'Mahony A, Spencer P. Osseointegrated implant failures. J Ir Dent Assoc. 1999;45(2):44&#45;51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445904&pid=S1808-5210201000040001100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">37. Piattelli A, Scarano A, Piattelli M. Abscess formation around the apex of a maxillary root form implant: clinical and microscopical aspects. A case report. J Periodontol. 1995 Oct;66(10):899&#45;903.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445906&pid=S1808-5210201000040001100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">38. Qi MC, Zhou XQ, Hu J, Du ZJ, Yang JH, Liu M, et al. Oestrogen replacement therapy promotes bone healing around dental implants in osteoporotic rats. Int J Oral Maxillofac Surg. 2004 Apr; 33(3): 279&#45;85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445908&pid=S1808-5210201000040001100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">39. Quirynen M, De Soete M, Van Steenberghe D. Infectious risks for oral implants: a review of the literature. Clin Oral Implants Res. 2002 Feb;13(1):1&#45;19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445910&pid=S1808-5210201000040001100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">40. Quirynen M, Van Steenberghe D. Bacterial colonization of the internal part of two&#45;stage implants. An in vivo study. Clin Oral Implants Res. 1993;4:158&#150;61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445912&pid=S1808-5210201000040001100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">41. Rodoni LR, Glauser R, Feloutzis A, Hammerle CH. Implants in the posterior maxilla: a comparative clinical and radiologic study. Int J Oral Maxillofac Implants. 2005 Mar/Apr;20(2):231&#45;7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445914&pid=S1808-5210201000040001100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">42. Rosenquist B. Implant placement in combination with nerve transpositioning: Experience with the first 100 cases. Int J Oral Maxillofac Implants. 1994;9(5):522&#150;31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445916&pid=S1808-5210201000040001100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">43. Schliephake H, Neukam FW, Wichmann M. Survival analysis of endosseous implants in bone grafts used for the treatment of severe alveolar ridge atrophy. J Oral Maxillofac Surg. 1997 Nov;55(11):1227&#45;33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445918&pid=S1808-5210201000040001100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">44. Schwartz&#45;Arad D, Samet N, Samet N, Mamlider A. Smoking and complications of endosseous dental implants. J Periodontol. 2002 Feb;73(2):153&#45;7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445920&pid=S1808-5210201000040001100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">45. Stricker A, Voss PJ, Gutwald R, Schramm A, Schmelzeisen R. Maxillary sinus floor augmentation with autogenous bone grafts to enable placement of SLA&#45;surfaced implants: preliminary results after 15&#45;40 months. Clin Oral mplants Res. 2003;14:207&#45;12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445922&pid=S1808-5210201000040001100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">46. Tal H. Spontaneous early exposure of submerged implants: I. Classification and clinical observations. J Periodontol. 1999 Feb;70(2):213&#45;9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445924&pid=S1808-5210201000040001100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">47. Tolman DE. Reconstructive procedures with endosseous implants in grafted bone: a review of the literature. Int J Oral Maxillofac Implants. 1995 MayJun;10(3):275&#45;94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445926&pid=S1808-5210201000040001100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">48. Tonetti MS. Peri&#45;implantitis: Biological considerations. J Parodontol Implantol Oral. 1996;15:269&#150;84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445928&pid=S1808-5210201000040001100048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">49. Triplett RG, Schow SR. Autologous bone grafts and endosseous implants: complementary techniques. J Oral Maxillofac Surg. 1996 Apr;54(4):486&#45;94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445930&pid=S1808-5210201000040001100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">50. Valentini P, Abensur D, Missika P. Membrane exposure during bone regeneration before implant placement: management and results. A report of two cases J Oral Implantol. 1993;19(4):364&#45;8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445932&pid=S1808-5210201000040001100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">51. Van Steenberghe D, Yoshida K, Papaioannou W, Bollen CM, Reybrouck G, Quirynen M. Complete nose coverage to prevent airborne contamination via nostrils is unnecessary. Clin Oral Implants Res. 1997 Dec;8(6):512&#45;6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445934&pid=S1808-5210201000040001100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">52. Van Strijen PJ, Breuning KH, Becking AG, Perdijk FB, Tuinzing DB. Complications in bilateral mandibular distraction osteogenesis using internal devices. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2003 Oct;96(4):392&#45;7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445936&pid=S1808-5210201000040001100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">53. Aghaloo TL, Moy PK. Which hard tissue augmentation techniques are the most successful in furnishing bony support for implant placement? Int J Oral Maxillofac Implants. 2007;22 Suppl:49&#45;70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445938&pid=S1808-5210201000040001100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">54. Amorim MA, Takayama L, Jorgetti V, Pereira RM. Comparative study of axial and femoral bone mineral density and parameters of mandibular bone quality in patients receiving dental implants. Osteoporos Int. 2007 May;18(5):703&#45;9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445940&pid=S1808-5210201000040001100054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">55. August M, Chung K, Chang Y, Glowacki J. Influence of estrogen status on endosseous implant osseointegration. J Oral Maxillofac Surg. 2001 Nov; 59(11):1285&#45;9; discussion 1290&#45;1.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=445942&pid=S1808-5210201000040001100055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="nt"></a><a href="#tx"><img src="/img/revistas/rctbmf/v10n4/seta.jpg" border="0" align="baseline"></a> <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Alessandro Costa da Silva    <br>   Rua Major Quintino de Lacerda, 26 &#45; Jabaquara    <br>   Santos &#45; S&atilde;o Paulo CEP &#45; 11013&#45;610    <br>   E&#45;mail: <a href="mailto:alessandrocostasilva@yahoo.com">alessandrocostasilva@yahoo.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido em 08/01/2010    <br>   Aprovado em 28/04/2010 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="nt01"></a><a href="#tx01">1</a> Microsoft Acess&reg; 2003 &eacute; marca registrada de Microsoft Corporation, Redmond, Washington.    <br>   <a name="nt02"></a><a href="#tx02">2</a> Os pacientes foram classificados de acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o do    IBGE (2008)</font></p>      ]]></body>
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