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<journal-title><![CDATA[Revista de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do Conhecimento do Público Leigo e de Profissionais de Saúde Sobre a Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial em Fortaleza-CE]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The knowledge of the Lay Public and Health Professionals about the Oral and Maxillofacial Surgery in Fortaleza City]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Purpose: This paper describes a study assessing the knowledge of the lay public and health professionals about the oral and maxillofacial surgery in the city of Fortaleza, CE. Methodology: Through questionnaires, were addressed to academics and professionals of the dentistry, medical, nursing and the lay public. It described several cases of clinical and asked the respondents to choose a specialist to treat each case, including the plastic surgeon, ENT, oral and maxillofacial surgeon, head and neck surgeon and the "other". The analysis consisted in the construction of contingency tables, applying the chi-square (X ²) and association of Cramer V. In comparison, bilateral tests were used where the value of the level of significance adopted in this study was &#945; = 0.05. Results: It was found that for fracture of nose, tongue cancer, increase in volume in the neck, cosmetic surgery of the nose and dissatisfaction with facial aesthetics, that all groups were classified as knowledge BAD. To removal of salivary gland, biopsy of lesions in the mouth, benign tumor of mandible, increase in volume in the mandible, children with cleft lip, palate and lip-palate, groups 3 and 4 were classified with knowledge BAD. Conclusion: It was concluded that the sample of the results of the study assessing the knowledge of the data reveals OMFS of poor knowledge in relation to groups.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Avalia&ccedil;&atilde;o do Conhecimento do P&uacute;blico Leigo e de Profissionais de Sa&uacute;de Sobre a Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial em Fortaleza-CE</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>The knowledge of the Lay Public and Health Professionals about the Oral and Maxillofacial Surgery in Fortaleza City</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Ivo Cavalcante Pita Neto<sup>I</sup>; Eduardo Costa Studart Soares<sup>II</sup>; Diego Felipe Silveira Esses<sup>III</sup>; F&aacute;bio Wildson Gurgel Costa<sup>IV</sup>; T&aacute;cio Pinheiro Bezerra<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Mestrando do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Farm&aacute;cia, Odontologia e Enfermagem da Universidade Federal do Cear&aacute; &ndash; UFC.    <br> <sup>II</sup> Doutor e Chefe da Resid&ecirc;ncia em CTBMF do Hospital Universit&aacute;rio Walter Cant&iacute;dio - UFC.    <br> <sup>III </sup>Residente em CTBMF do Hospital Universit&aacute;rio Walter Cant&iacute;dio &ndash; UFC.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>IV </sup>Doutorando do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Farm&aacute;cia, Odontologia e Enfermagem da Universidade Federal do Cear&aacute; &ndash; UFC. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: Este trabalho descreve um estudo da avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento do p&uacute;blico leigo e de profissionais de sa&uacute;de sobre a cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial na cidade de Fortaleza, CE. Metodologia: Por meio de question&aacute;rios, foram entrevistados acad&ecirc;micos e profissionais cirurgi&otilde;es-dentistas, m&eacute;dicos, enfermeiros e o p&uacute;blico leigo. Foram descritos casos cl&iacute;nicos e solicitada aos entrevistados a escolha de um especialista para tratar cada caso, dentre eles o cirurgi&atilde;o-pl&aacute;stico, o otorrinolaringologista, o cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial, o cirurgi&atilde;o de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o e "outros". A an&aacute;lise dos resultados consistiu na constru&ccedil;&atilde;o de tabelas de conting&ecirc;ncia, com teste do Qui-Quadrado (X&sup2;) e associa&ccedil;&atilde;o V de Cramer. Nas compara&ccedil;&otilde;es, o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia adotado no presente estudo foi de &alpha;= 0,05. Resultados: Verificou-se que, para a fratura de nariz, c&acirc;ncer de l&iacute;ngua, aumento de volume no pesco&ccedil;o, cirurgia est&eacute;tica do nariz e insatisfa&ccedil;&atilde;o com a est&eacute;tica facial, todos os grupos foram classificados com conhecimento RUIM. Para a remo&ccedil;&atilde;o de gl&acirc;ndula salivar, bi&oacute;psia de les&otilde;es na boca, tumor benigno de mand&iacute;bula, aumento de volume na mand&iacute;bula, crian&ccedil;a com fissura labial, palatal e l&aacute;bio-palatal, os grupos da medicina foram classificados com conhecimento RUIM. Conclus&atilde;o: Concluiu-se que o estudo da avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento sobre a CTBMF revela dados de conhecimento insatisfat&oacute;rio em rela&ccedil;&atilde;o aos grupos estudados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Cirurgia Bucal; Especialidade.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Purpose: This paper describes a study assessing the knowledge of the lay public and health professionals about the oral and maxillofacial surgery in the city of Fortaleza, CE. Methodology: Through questionnaires, were addressed to academics and professionals of the dentistry, medical, nursing and the lay public. It described several cases of clinical and asked the respondents to choose a specialist to treat each case, including the plastic surgeon, ENT, oral and maxillofacial surgeon, head and neck surgeon and the "other". The analysis consisted in the construction of contingency tables, applying the chi-square (X &sup2;) and association of Cramer V. In comparison, bilateral tests were used where the value of the level of significance adopted in this study was &alpha; = 0.05. Results: It was found that for fracture of nose, tongue cancer, increase in volume in the neck, cosmetic surgery of the nose and dissatisfaction with facial aesthetics, that all groups were classified as knowledge BAD. To removal of salivary gland, biopsy of lesions in the mouth, benign tumor of mandible, increase in volume in the mandible, children with cleft lip, palate and lip-palate, groups 3 and 4 were classified with knowledge BAD. Conclusion: It was concluded that the sample of the results of the study assessing the knowledge of the data reveals OMFS of poor knowledge in relation to groups.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Surgery Oral, Speciality.</font> </p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O progresso da Odontologia vem se tornando not&oacute;rio nos &uacute;ltimos anos, mais precisamente na especialidade de cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial (CTBMF) devido a sua evolu&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica por meio do desenvolvimento de novos materiais e do emprego de t&eacute;cnicas cir&uacute;rgicas menos invasivas. Apesar disso, a falta de informa&ccedil;&atilde;o na sociedade torna esse progresso estagnado, principalmente quando envolve profissionais da &aacute;rea m&eacute;dica, odontol&oacute;gica e de enfermagem, entre os quais se encontram as principais fontes de encaminhamento e orienta&ccedil;&atilde;o de tratamento nas diversas &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o dessa especialidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diversos estudos t&ecirc;m procurado mostrar a import&acirc;ncia de avaliar a percep&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o acerca da especialidade de CTBMF, com o prop&oacute;sito de mostrar necess&aacute;ria a implementa&ccedil;&atilde;o de uma educa&ccedil;&atilde;o continuada e divulga&ccedil;&atilde;o acess&iacute;vel &agrave; popula&ccedil;&atilde;o e demais profissionais de sa&uacute;de<sup>1,2,3,4,5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante de atual situa&ccedil;&atilde;o, o presente estudo investiga o panorama atual do conhecimento acerca da especialidade odontol&oacute;gica de cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial por parte de profissionais de sa&uacute;de e do p&uacute;blico leigo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> METODOLOGIA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A presente pesquisa &eacute; um estudo descritivo, transversal e de car&aacute;ter explorat&oacute;rio com amostra intencional, que foi obtida por meio de um question&aacute;rio fechado (anexo 1), com perguntas objetivas para ser respondido e preenchido pelo pr&oacute;prio entrevistado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A amostra foi obtida na cidade de Fortaleza &ndash; CE e composta por 7 grupos, assim constitu&iacute;dos: cirurgi&otilde;es-dentistas (grupo 1, n=100), acad&ecirc;micos de odontologia (grupo 2, n=100), m&eacute;dicos (grupo 3, n=100), acad&ecirc;micos de medicina (grupo 4, n=100), enfermeiros (grupo 5, n=100), acad&ecirc;micos de enfermagem (grupo 6, n=100) e o p&uacute;blico leigo (grupo 7, n=100) 3,4,5.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os question&aacute;rios foram aplicados no per&iacute;odo de julho a novembro de 2009, na cidade de Fortaleza- CE, incluindo entrevistados no Hospital Universit&aacute;rio Walter Cant&iacute;dio e no campus da Universidade Federal do Cear&aacute; (UFC), nas faculdades de Medicina e de Farm&aacute;cia, Odontologia e Enfermagem. Tamb&eacute;m foram abordados os profissionais em cursos na Academia Cearense de Odontologia e Centro de Especialidade Odontol&oacute;gica - CEO. O p&uacute;blico leigo foi abordado nas bibliotecas da Universidade Federal do Cear&aacute; e incluiu indiv&iacute;duos que estavam cursando ou conclu&iacute;ram o ensino superior n&atilde;o pertencente &agrave; &aacute;rea de sa&uacute;de. Durante o preenchimento, quando necess&aacute;rio, foram esclarecidos os termos utilizados no question&aacute;rio, de forma imparcial e simplificada. Como crit&eacute;rio de exclus&atilde;o, foram enquadrados os question&aacute;rios com marca&ccedil;&otilde;es rasuradas ou que causassem d&uacute;vidas ao avaliador.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os entrevistados responderam a um question&aacute;rio fechado (anexo A) com perguntas objetivas sobre por quem esperavam ser atendidos dentre 26 situa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e ou cir&uacute;rgicas espec&iacute;ficas. Esse question&aacute;rio tem como modelo aqueles utilizados nos principais estudos para que se possa estabelecer compara&ccedil;&atilde;o de resultados<sup>1,3,4,5</sup>. As situa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas incluem fratura de mand&iacute;bula, fratura de nariz, fratura de zigom&aacute;tico, remo&ccedil;&atilde;o de gl&acirc;ndula salivar, bi&oacute;psia de les&otilde;es na boca, tratamento de cistos nos maxilares, tumor benigno de mand&iacute;bula, crian&ccedil;a com fissura l&aacute;bio-palatal, exodontia dos terceiros molares, insatisfa&ccedil;&atilde;o com est&eacute;tica facial e excesso de mand&iacute;bula. Foram apresentados como poss&iacute;veis profissionais para escolha: o cirurgi&atilde;o pl&aacute;stico, o otorrinolaringologista, o cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial, o cirurgi&atilde;o de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o e a op&ccedil;&atilde;o "outros", em que neste &uacute;ltimo, podiam-se relacionar outras especialidades odontol&oacute;gicas ou m&eacute;dicas n&atilde;o mencionadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O processamento e a an&aacute;lise dos dados foram feitos por meio do software SPSS (Statistical Package for the Social Sciences). Os dados colhidos da amostra foram distribu&iacute;dos em tabelas e gr&aacute;ficos e submetidos &agrave; an&aacute;lise estat&iacute;stica para estudar a associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A an&aacute;lise consistiu na constru&ccedil;&atilde;o de tabelas de conting&ecirc;ncia, aplicando-se o teste do Qui-Quadrado (X<sup>2</sup>) ou teste exato de Fisher, em que o valor do n&iacute;vel de signific&acirc;ncia adotado no presente estudo foi de &alpha;= 0,05. Construiu-se uma escala para avaliar o grau do n&iacute;vel de conhecimento dos grupos estudados quanto ao conhecimento da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o do cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial, da seguinte forma: RUIM &ndash; menos de 40%; REGULAR &ndash; 40% a 59%; BOM &ndash; 60% a 80% e &Oacute;TIMO &ndash; mais de 80%.</font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RESULTADOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dados epidemiol&oacute;gicos foram avaliados, e constatou-se que a idade m&eacute;dia entre dentistas e m&eacute;dicos foi de 39,9 anos e 30,7 anos respectivamente, e acad&ecirc;micos de odontologia e medicina com 21,61 anos e 22,03 anos, respectivamente. Para o p&uacute;blico leigo, a m&eacute;dia de idade foi de 30,34 anos (<a href="#tab01">tabela 1</a>). Foram observados 60% dos entrevistados do sexo feminino para os grupos da odontologia, assim como 45% e 42% do grupo dos m&eacute;dicos e acad&ecirc;micos de medicina, respectivamente e 55%, do grupo do p&uacute;blico leigo (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab06"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab06.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab07"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab07.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados finais foram avaliados e dispostos ordenadamente, nas tabelas <a href="#tab03">3</a>, <a href="#tab04">4</a>, <a href="#tab05">5</a>, <a href="#tab06">6</a> e <a href="#tab07">7</a>, respectivamente, com subscrito das especialidades apontadas pelos entrevistados as quais n&atilde;o havia no question&aacute;rio, quando assinalada a op&ccedil;&atilde;o "outros".</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Compilada a an&aacute;lise dos dados, avaliou-se o grau do n&iacute;vel de conhecimento dos grupos estudados quanto ao conhecimento da &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o do cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial, com base na escala, classificados como: RUIM, REGULAR, BOM e &Oacute;TIMO. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com base nessa escala, verificou-se que, para fratura de nariz (<a href="#tab09">tabela 9</a>) e insatisfa&ccedil;&atilde;o com a est&eacute;tica facial (<a href="#tab17">tabela 17</a>), todos os grupos foram classificados com conhecimento RUIM. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando avaliadas as tabelas <a href="#tab11">11</a>, <a href="#tab12">12</a>, <a href="#tab13">13</a> e <a href="#tab14">14</a> (a remo&ccedil;&atilde;o de gl&acirc;ndula salivar, bi&oacute;psia de les&otilde;es na boca, tumor benigno de mand&iacute;bula, crian&ccedil;a com fissura l&aacute;bio-palatal), os grupos 3 e 4 (m&eacute;dicos e acad&ecirc;micos de medicina) foram classificados com conhecimento RUIM. Para as tabelas <a href="#tab10">10</a>, <a href="#tab13">13</a> e <a href="#tab18">18</a> (fratura de zigom&aacute;tico, tratamento de cistos nos maxilares, excesso de mand&iacute;bula) com classifica&ccedil;&atilde;o REGULAR. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em uma amostragem geral, considerando uma m&eacute;dia de acertos de todos os procedimentos de compet&ecirc;ncia da cirurgia buco-maxilo-facial, foi obtida a classifica&ccedil;&atilde;o de cada grupo (<a href="#tab19">tabela 19</a>): </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&bull; Grupo 1 (cirurgi&otilde;es-dentistas) = 74,2% de acertos, classificado por meio do &iacute;ndice de conhecimento BOM.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &bull; Grupo 2 (acad&ecirc;micos de odontologia) = 72,4% de acertos, classificado com conhecimento BOM. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&bull; Grupo 3 (m&eacute;dicos) = 46,6% de acertos, classificado com conhecimento REGULAR. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&bull; Grupo 4 (acad&ecirc;micos de medicina) = 44,1% de acertos, classificado como REGULAR. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&bull; Grupo 5 (enfermeiros) = 49,5% de acertos, classificado como REGULAR. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&bull; Grupo 6 (acad&ecirc;micos de enfermagem) = 49,5% de acertos, classificado como REGULAR.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &bull; Grupo 7 (p&uacute;blico leigo) = 50,39% de acertos, classificado como REGULAR.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab08"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab08.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab09"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab09.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab10"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab10.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab11"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab11.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab12"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab12.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab13"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab13.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab14"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab14.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab15"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab15.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab16"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab16.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab17"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab17.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab18"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab18.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab19"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a09tab19.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ap&oacute;s analisar todos os dados, foi observado que todos os grupos possuem uma consider&aacute;vel falta de informa&ccedil;&otilde;es acerca da amplitude do campo de atua&ccedil;&atilde;o do cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial, principalmente os da &aacute;rea m&eacute;dica, assim como no seu corpo de graduandos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A falta de informa&ccedil;&atilde;o para o p&uacute;blico em curso superior tamb&eacute;m era generalizada, embora alguns n&uacute;meros tenham sido mais positivos para a CTBMF em certos casos. Os dados aparentemente favor&aacute;veis podem ser explicados pelo desconhecimento b&aacute;sico do que significa a especialidade, tendo os grupos optado, muitas vezes, por tal alternativa, por correlacionar os termos empregados na pergunta do question&aacute;rio com o nome "Cirurgia Buco-Maxilo-Facial". Ainda sobre a falta de informa&ccedil;&atilde;o, alguns m&eacute;dicos e acad&ecirc;micos de medicina relataram n&atilde;o saber sequer que a CTBMF se constitui em uma especialidade odontol&oacute;gica. Outros levantaram a quest&atilde;o de tal especialidade poder ser praticada por m&eacute;dicos e/ou dentistas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Calvielli (1997)<sup>6</sup>, muitos consideram a Odontologia parte integrante da medicina, visto que o complexo maxilo-mandibular &eacute; uma unidade do organismo humano, mas, como tal profiss&atilde;o, se tornou aut&ocirc;noma, criou-se seu pr&oacute;prio conselho profissional, estabelecendo o seu campo de atua&ccedil;&atilde;o. Foram estabelecidos limites de atua&ccedil;&atilde;o para o cirurgi&atilde;o-dentista e o m&eacute;dico, que s&atilde;o dif&iacute;ceis de conter os excessos, tanto do m&eacute;dico em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Odontologia, como dos odont&oacute;logos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; medicina. Essa quest&atilde;o tem grande import&acirc;ncia, visto que "as sequelas decorrentes da atua&ccedil;&atilde;o menos especializadas dos m&eacute;dicos nessas &aacute;reas tem sido motivo de preocupa&ccedil;&atilde;o...". </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Muitas vezes, foi dito que os procedimentos cir&uacute;rgicos na Odontologia eram restritos &agrave; cavidade oral e que eram praticados pelo "cirurgi&atilde;o-dentista", como se esse fosse n&atilde;o o termo para designar qualquer profissional graduado em odontologia, mas como uma especialidade respons&aacute;vel pelos "limitados" procedimentos cir&uacute;rgicos &agrave; cavidade bucal. Isso foi percebido quando escolhiam a op&ccedil;&atilde;o "outros" no question&aacute;rio, observada, principalmente, nos dados da <a href="#tab07">tabela 7</a>, que, no caso, abordava a exodontia de terceiros molares. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outro resultado encontrado de bastante destaque diz respeito &agrave; bi&oacute;psia de les&otilde;es na boca e ao tratamento de cistos nos maxilares. Uma m&eacute;dia entre os acad&ecirc;micos de medicina e m&eacute;dicos revelou que somente 16% procurariam o cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial para a realiza&ccedil;&atilde;o de bi&oacute;psia de les&otilde;es na boca e que 73,5%, procurariam o cirurgi&atilde;o de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o para o mesmo procedimento. Entretanto, uma m&eacute;dia entre os acad&ecirc;micos de odontologia e os cirurgi&otilde;es-dentistas mostrou resultados mais satisfat&oacute;rios, com o cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial, sendo indicado por 65% dos entrevistados, apenas 8% optando pelo cirurgi&atilde;o de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o. No entanto, 32% dos cirurgi&otilde;es-dentistas selecionaram a op&ccedil;&atilde;o outros, em que foi relatada, em grande maioria, a especialidade de estomatologia. Para o grupo de enfermeiros e acad&ecirc;micos de enfermagem, esse percentual foi de 29% e 42%, respectivamente, na escolha do cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para o tratamento de cistos nos maxilares, uma m&eacute;dia entre os m&eacute;dicos e acad&ecirc;micos de medicina mostrou que apenas 50,5% escolheriam o cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial e 36% optariam pelo cirurgi&atilde;o de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o. Tamme, Kulla e Leibur (2005)<sup>7</sup> afirmaram que cerca de 60% de todos os cistos dos maxilares s&atilde;o de origem inflamat&oacute;ria do peri&aacute;pice dent&aacute;rio e que o tratamento n&atilde;o se baseia somente em cirurgia. O cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial, como odont&oacute;logo, sabe identificar a causa e optar pela conduta mais adequada, a qual pode variar do tratamento puramente cl&iacute;nico, por meio da terapia dos canais radiculares, ao emprego da descompress&atilde;o ou marsupializa&ccedil;&atilde;o, associadas ou n&atilde;o &agrave; enuclea&ccedil;&atilde;o, as quais permitem a manuten&ccedil;&atilde;o de estruturas nobres, dentes e osso. Para os grupos dos cirurgi&otilde;es-dentistas e acad&ecirc;micos de Odontologia, 80% deles encaminhariam os casos para o cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial, e 9,5%, para o cirurgi&atilde;o de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o. Isso mostra a total falta de informa&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea m&eacute;dica ou uma manifesta&ccedil;&atilde;o protecionista de reserva de mercado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No que se refere &agrave; cirurgia ortogn&aacute;tica, por excesso de mand&iacute;bula, a porcentagem dos grupos de profissionais e acad&ecirc;micos da odontologia que procurariam um cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial variou entre 90% a 92%. Por&eacute;m, para todos os outros grupos, incluindo o p&uacute;blico leigo, essa indica&ccedil;&atilde;o caiu para percentuais de apenas 43% a 57%, com indica&ccedil;&atilde;o para o cirurgi&atilde;o pl&aacute;stico, variando de 36% a 47%. Nas pesquisas de Moreira et al. (2000)<sup>4</sup>, essa varia&ccedil;&atilde;o foi de 75% a 81,7% dos m&eacute;dicos que procurariam um cirurgi&atilde;o buco-maxilo-facial, e de 31,6% a 43% dos que optariam por um cirurgi&atilde;o pl&aacute;stico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante desses resultados, &eacute; de suma import&acirc;ncia a mobiliza&ccedil;&atilde;o da classe odontol&oacute;gica para a revers&atilde;o desse quadro. Cursos locais de aperfei&ccedil;oamento, especializa&ccedil;&atilde;o e resid&ecirc;ncia em CTBMF j&aacute; melhoraram bastante o esclarecimento de todos os grupos estudados e v&ecirc;m conquistando mais espa&ccedil;os. Observamos, de forma positiva, o resultado das respostas dos acad&ecirc;micos de Odontologia (<a href="#tab03">tabela 3</a>), em que, apesar de alguns pontos deficientes por um pequeno n&uacute;mero de alunos, se p&ocirc;de constatar uma nova vis&atilde;o da Odontologia, principalmente quando se refere a outros grupos e ao conhecimento de procedimentos mais raros, como fissura l&aacute;bio-palatal. A maior atribui&ccedil;&atilde;o desse procedimento para a CTBMF foi observada em estudo que comparava com a opini&atilde;o do p&uacute;blico ap&oacute;s per&iacute;odo de 10 anos em que n&atilde;o havia no in&iacute;cio um reconhecimento adequado pela pouca atua&ccedil;&atilde;o do especialista<sup>8</sup>. Mas isso somente n&atilde;o basta; faz-se necess&aacute;rio al&eacute;m de responsabilidade na forma&ccedil;&atilde;o profissional cada vez mais qualificada, seguida de uma eduaca&ccedil;&atilde;o continuada, colaborando com Laskin et al. (2002)<sup>9</sup>. &Eacute; importante, tamb&eacute;m, o empenho dos profissionais em valorizar a especialidade e mostrar a sua import&acirc;ncia e necessidade dentro dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de. S&oacute; assim pode-se trazer a informa&ccedil;&atilde;o, deixando a mensagem mais clara e correta da necessidade da especialidade, a todos os setores da sociedade e de servi&ccedil;os de sa&uacute;de do nosso estado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tamb&eacute;m se tornam necess&aacute;rias campanhas publicit&aacute;rias por meio dos mais variados meios audiosvisuais, para chegar &agrave; popula&ccedil;&atilde;o informa&ccedil;&otilde;es que a guiar&atilde;o ao procurar tratamento adequado para suas enfermidades ou anomalias faciais, recebendo o devido encaminhamento aos profissionais especializados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em uma avalia&ccedil;&atilde;o geral, os grupos dos m&eacute;dicos e acad&ecirc;micos de medicina apresentaram os piores &iacute;ndices de conhecimento, classificados como REGULAR (com 46,6% e 44,1% de acertos, respectivamente), com diferen&ccedil;as significativas do outro grupo que apresentou tamb&eacute;m avalia&ccedil;&atilde;o de REGULAR, que foi o grupo do p&uacute;blico leigo (50,3% de acertos). Por fim, os grupos dos cirurgi&otilde;es-dentistas (74,2% de acertos) e acad&ecirc;micos de Odontologia (72,4% de acertos) com melhores resultados com classifica&ccedil;&atilde;o de grau de conhecimento BOM, ainda que se esperasse resultado &Oacute;timo. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pesquisa realizada mostrou uma falta de informa&ccedil;&atilde;o generalizada por todos os grupos, no que se refere &agrave; amplitude do campo de atua&ccedil;&atilde;o da especialidade, mostrando n&atilde;o saberem o potencial da cirurgia buco-maxilo-facial e o que ela pode fazer de construtivo para a &aacute;rea da sa&uacute;de. Sugere-se, assim, uma maior divulga&ccedil;&atilde;o da CTBMF nos sete grupos estudados, n&atilde;o apenas para valorizar a especialidade mas tamb&eacute;m determinar os espa&ccedil;os de sua atua&ccedil;&atilde;o em nossa regi&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS  </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. AMERALLY, P.; FORDYCE, A. M.; MARTIN, I. C. So you think they know what we do? The public and professional perception of oral and maxillofacial surgery. Br J Oral Maxillofac. Surg 1994; 32: 142-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=455840&pid=S1808-5210201100020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. ASSAEL, L. A. Invest the Future: Capitalizing Infrastructure for the Future of Oral and Maxillofacial Surgery. J. Oral Maxillofac. Surg 2007; 65: 595-96.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. HUNTER, M. J.; RUBEIZ, T.; ROSE, L. Recognition of the scope of oral and Maxillofacial surgery by the public and health care professionals. J. Oral Maxillofac. Surg 1996; 54 (10): 1227-32. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. MOREIRA, R. W. F.; NOGUEIRA, E. C.; PASSERI, L. A.; AMBROSANO, G. M. B. N&iacute;vel de conhecimento do p&uacute;blico e profissionais de sa&uacute;de sobre a cirurgia bucomaxilofacial. Rev. Fac. Odontol. Univ. Passo Fundo, 2000; 5 (1): 47-51 </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. ROCHA, N. S.; LAUREANO FILHO, J. R.; SILVA, E. D.; ALMEIDA, R. C. Perception of oral maxillofacial surgery by health-care professionals. Int. J. Oral Maxillofac. Surg 2008; 37 (1): 41-6 </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. CALVIELLI, I.T.P. Exerc&iacute;cio il&iacute;cito da odontologia. In: SILVA, M. Comp&ecirc;ndio de Odontologia Legal. Rio de Janeiro: MEDSI, 1997; 3: 39-49. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. TAMME, T.; KULLA, A.; LEIBUR, E. Simultaneous ocorrence of a radicular cyst and an ameloblastoma in the mandible. A case report. Int. J. Oral Maxillofac. Surg 2005; 34: 152.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. IFEACHO, S. N.; MALHI, G. K.; JAMES, G. Perception by the public and medical profession of oral and maxillofacial surgery &ndash; has it changed after 10 years? Br. J. Oral Maxillofac. Surg 2005; 43: 289&ndash;93.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. LASKIN, D. M.; ELLIS, J. A.; BEST, A. M. Public Recognition of Specialty Designations. J. Oral Maxillofac. Surg 2002; 60: 1182-85. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. PARNES, E. I. Discussion; Recognition of the Scope of Oral and Maxillofacial Surgery by the Public and Health Care Professionals. J. Oral Maxillofac. Surg 1996; 54: 1233.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ivo Cavalcante Pita Neto</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:ivopita@hotmail.com" target="_blank">ivopita@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
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