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<journal-title><![CDATA[Revista de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Universidade de Pernambuco]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Eficácia da Antibioticoprofilaxia nas Cirurgias de Terceiros Molares: Avaliação Morfométrica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: This study aimed to clinically evaluate the efficacy of antibiotics in retained third molar extractions, determining the need of antibiotics prophylaxis use of in these procedures. Methodology: 14 patients were selected, aged between 15 and 30 years, irrespective of gender, color or race, for removal of retained third molars in symmetrical positions. The surgeries were divided into two groups: the control group in the first surgery and the second group undergoing prophylactic administration of 500 mg of amoxicillin 8 / 8 hours, among seven days after surgery. The evaluation of edema was established by the distance of reference points and assessment of facial trismus was obtained by the distance interincisal top and bottom. Measurements were performed before and after surgery, 24, 48 hours and 7 days. Pain was evaluated subjectively by a visual analog scale. Conclusions: The research conclude that there was no statistically significant difference with respect to swelling and trismus after dental extractions with or without the use of antibiotics, and there was statistically significant difference in relation to pain in the postoperative periods of 24 and 48 hours, and higher presence of pain when it was used antibiotic.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Antibioticoprofilaxia]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Efic&aacute;cia da Antibioticoprofilaxia nas Cirurgias de Terceiros Molares: Avalia&ccedil;&atilde;o Morfom&eacute;trica</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Efficacy of Antibiotic Prophylaxis in third molars surgery: A morphometric evaluation</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Walter Leal de Moura<sup>I</sup>; Weber Leal de Moura<sup>II</sup>; Simei Andr&eacute; da Silva Rodrigues Freire<sup>III</sup>; Rodolpho Valentini Neto<sup>IV</sup>; Suy&aacute; Moura Mendes<sup>V</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Prof. Associado e Coordenador da Disciplina de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial da UFPI, Doutor em Odontologia - CTBMF pela FO Ara&ccedil;atuba-UNESP, Membro Titular do Col&eacute;gio Brasileiro de CTBMF.    <br> <sup>II</sup> Prof. Associado da Disciplina de Histologia e Embriologia do Departamento de Morfologia do Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de da Universidade Federal do Piau&iacute; &ndash; UFPI.    <br> <sup>III </sup>Prof. Substituto da Disciplina de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial I da UFPI.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>IV </sup>Prof. Substituto da Disciplina de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial II da UFPI.    <br> <sup>V </sup>Cirurgi&atilde;-dentista. Bolsista UFPI. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: Este trabalho objetivou avaliar clinicamente a efic&aacute;cia de antibi&oacute;tico nas exodontias de terceiros molares retidos, determinando-se a necessidade do uso profil&aacute;tico de antibi&oacute;ticos nesses procedimentos cir&uacute;rgicos. Foram selecionados 14 pacientes, com idade entre 15 e 30 anos, sem distin&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nero, cor ou ra&ccedil;a, para remo&ccedil;&atilde;o dos terceiros molares inferiores retidos em posi&ccedil;&otilde;es sim&eacute;tricas. As cirurgias foram divididas em dois grupos, sendo o grupo controle na primeira cirurgia, e o segundo grupo, submetido &agrave; administra&ccedil;&atilde;o profil&aacute;tica de 500mg de amoxicilina de 8/8 horas, por sete dias ap&oacute;s a cirurgia. A avalia&ccedil;&atilde;o do edema foi estabelecida por meio da dist&acirc;ncia de pontos de refer&ecirc;ncia faciais, e a avalia&ccedil;&atilde;o do trismo foi obtida por meio da dist&acirc;ncia interincisal superior e inferior. As medi&ccedil;&otilde;es foram realizadas no pr&eacute; e no p&oacute;s-operat&oacute;rio de 24, 48 horas e 7 dias. A dor foi avaliada subjetivamente, por meio de uma escala anal&oacute;gica visual. Concluiu-se que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente significante com rela&ccedil;&atilde;o a edema e trismo ap&oacute;s as exodontias com ou sem o uso de antibi&oacute;tico e que houve diferen&ccedil;a estatisticamente significante com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dor nos per&iacute;odos p&oacute;s-operat&oacute;rios de 24 e 48 horas, sendo maior a presen&ccedil;a da dor quando n&atilde;o foi utilizado o antibi&oacute;tico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Antibioticoprofilaxia, edema, trismo, dente molar.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objective: This study aimed to clinically evaluate the efficacy of antibiotics in retained third molar extractions, determining the need of antibiotics prophylaxis use of in these procedures. Methodology: 14 patients were selected, aged between 15 and 30 years, irrespective of gender, color or race, for removal of retained third molars in symmetrical positions. The surgeries were divided into two groups: the control group in the first surgery and the second group undergoing prophylactic administration of 500 mg of amoxicillin 8 / 8 hours, among seven days after surgery. The evaluation of edema was established by the distance of reference points and assessment of facial trismus was obtained by the distance interincisal top and bottom. Measurements were performed before and after surgery, 24, 48 hours and 7 days. Pain was evaluated subjectively by a visual analog scale. Conclusions: The research conclude that there was no statistically significant difference with respect to swelling and trismus after dental extractions with or without the use of antibiotics, and there was statistically significant difference in relation to pain in the postoperative periods of 24 and 48 hours, and higher presence of pain when it was used antibiotic.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Antibiotic Prophylaxis, edema, trismus, molar.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dente retido &eacute; todo aquele que durante o seu processo eruptivo acaba encontrando uma barreira f&iacute;sica, que impede a erup&ccedil;&atilde;o normal, enquanto o dente incluso &eacute; o &oacute;rg&atilde;o dent&aacute;rio que, mesmo com a rizog&ecirc;nese completa, n&atilde;o irrompe na cavidade bucal<sup>13</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os terceiros molares s&atilde;o os dentes que apresentam maior frequ&ecirc;ncia de inclus&atilde;o <sup>22,24</sup>. O fato de estes serem os &uacute;ltimos dentes a completarem sua forma&ccedil;&atilde;o e os &uacute;ltimos a realizarem o processo eruptivo, &eacute; decisivo para se apresentarem nesta situa&ccedil;&atilde;o<sup>11</sup>, ficando suscept&iacute;veis &agrave; falta de espa&ccedil;o no arco dent&aacute;rio e, consequentemente, &agrave; reten&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, terceiros molares s&atilde;o potencialmente capazes de causar transtornos &agrave; sa&uacute;de bucal do indiv&iacute;duo quando se encontram retidos<sup>17</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na realiza&ccedil;&atilde;o de uma revis&atilde;o de literatura sobre os riscos e benef&iacute;cios das cirurgias de terceiros molares, os autores acreditaram que a exodontia &eacute; a melhor estrat&eacute;gia a ser seguida, quando n&atilde;o h&aacute; chances de irrompimento dos terceiros molares, principalmente se o paciente &eacute; jovem, ou seja, at&eacute; os 22 anos<sup>22</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A indica&ccedil;&atilde;o mais comum para essas exodontias &eacute;, sem d&uacute;vida, a pericoronarite<sup>4,10,20-27</sup>; o terceiro molar retido pode, eventualmente, n&atilde;o causar problemas significantes ao paciente, mas tem esse potencial, e sua remo&ccedil;&atilde;o, geralmente, tem como objetivo evitar que outras patologias se instalem, como a doen&ccedil;a periodontal, c&aacute;rie, pericoronarite, cistos e tumores odontog&ecirc;nicos, reabsor&ccedil;&atilde;o radicular, fratura de mand&iacute;bula, dor de etiologia desconhecida e m&aacute; oclus&atilde;o, al&eacute;m da indica&ccedil;&atilde;o ortod&ocirc;ntica<sup>21,22,25</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas cirurgias de terceiros molares retidos, deve-se ter em mente que as t&eacute;cnicas propostas, apesar dos avan&ccedil;os e aprimoramento, ainda mant&ecirc;m suas caracter&iacute;sticas e natureza invasivas, cabendo ao profissional envidar todos os esfor&ccedil;os e disponibilizar meios para o controle da infec&ccedil;&atilde;o, que objetiva reduzir riscos e limitar danos, devendo os cuidados estenderem-se a todos os poss&iacute;veis vetores determinantes desses quadros m&oacute;rbidos<sup>9,23,24</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Das cirurgias realizadas na cavidade bucal, a remo&ccedil;&atilde;o dos terceiros molares inferiores retidos caracteriza-se por causar um maior desconforto p&oacute;s-operat&oacute;rio, estando sujeita a infec&ccedil;&otilde;es que se manifestam usualmente como uma alveolite, embora infec&ccedil;&otilde;es mais severas envolvendo espa&ccedil;os fasciais possam ocasionalmente ocorrer<sup>16</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A utiliza&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos para as cirurgias de terceiros molares retidos &eacute; bastante controversa. A incid&ecirc;ncia de infec&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias nesses procedimentos cir&uacute;rgicos est&aacute; entre 1 e 5%, o que n&atilde;o justifica o uso rotineiro de antibi&oacute;ticos<sup>34-37</sup>. No entanto, existem relatos de diferen&ccedil;as estatisticamente significantes entre &iacute;ndices de infec&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria em cirurgia oral nos pacientes tratados com e sem a administra&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;tico<sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta pesquisa teve como objetivo avaliar clinicamente a efic&aacute;cia do uso de antibi&oacute;tico nas cirurgias de terceiros molares inferiores retidos, determinando-se a necessidade do uso profil&aacute;tico de antibi&oacute;ticos em tais procedimentos cir&uacute;rgicos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> METODOLOGIA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram selecionados 14 pacientes para a remo&ccedil;&atilde;o dos terceiros molares inferiores retidos, sem distin&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nero, cor ou ra&ccedil;a, no per&iacute;odo de agosto de 2006 a julho de 2007, na cl&iacute;nica do Curso de Odontologia da Universidade Federal do Piau&iacute;. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias, todos os indiv&iacute;duos deviam ter indica&ccedil;&atilde;o de exodontia dos terceiros molares inferiores inclusos e/ou impactados em posi&ccedil;&otilde;es sim&eacute;tricas, sem nenhuma manifesta&ccedil;&atilde;o de ordem local ou sist&ecirc;mica que pudesse contraindicar o ato cir&uacute;rgico ou a administra&ccedil;&atilde;o da droga, com idade entre 15 e 30 anos, n&atilde;o apresentando h&aacute;bitos nocivos, como tabagismo e/ou etilismo. Todas as cirurgias foram realizadas por um s&oacute; operador, visando, assim, &agrave; padroniza&ccedil;&atilde;o dos resultados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As cirurgias foram divididas em dois grupos, em que cada paciente se submetia &agrave; terap&ecirc;utica do grupo 1 na primeira cirurgia e &agrave; do grupo 2 na segunda. Os regimes terap&ecirc;uticos administrados foram os seguintes: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&bull; Grupo 1 - Sem emprego de antibi&oacute;tico;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &bull; Grupo 2 - Com emprego de antibi&oacute;tico profil&aacute;tico (500mg de amoxicilina de 8/8 horas, por sete dias ap&oacute;s o procedimento). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os pacientes receberam 4mg de betametasona no pr&eacute;-operat&oacute;rio e, no p&oacute;s-operat&oacute;rio, 750mg de paracetamol de 6/6 horas, por um per&iacute;odo de 48 horas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No p&oacute;s-operat&oacute;rio imediato, anotou-se o tempo cir&uacute;rgico desde a anestesia at&eacute; a sutura final, sendo ainda discriminada a necessidade ou n&atilde;o de ostectomia e odontossec&ccedil;&atilde;o, que foram realizadas com caneta de alta rota&ccedil;&atilde;o, broca cir&uacute;rgica 703 e irriga&ccedil;&atilde;o com soro fisiol&oacute;gico a 0,9%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os pacientes foram avaliados diariamente ap&oacute;s o procedimento durante uma semana, em que foi verificada a temperatura corporal tr&ecirc;s vezes ao dia. Em caso de temperatura acima de 37,8 graus, dor e/ou supura&ccedil;&atilde;o, o paciente foi submetido &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esses pacientes pertenciam aos grupos distintos por concordar-se que a remo&ccedil;&atilde;o dos terceiros molares inferiores inclusos e/ou impactados, em condi&ccedil;&otilde;es semelhantes, representavam uma boa amostra, pois a cirurgia &eacute; essencialmente a mesma e p&ocirc;de ser realizada em dois tempos cir&uacute;rgicos no mesmo paciente. Tal escolha tamb&eacute;m apresenta a vantagem de minorar varia&ccedil;&otilde;es devido &agrave;s diferen&ccedil;as individuais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A avalia&ccedil;&atilde;o do edema foi estabelecida atrav&eacute;s de pontos de refer&ecirc;ncias faciais - &acirc;ngulo mandibular, tr&aacute;gus auricular, comissura labial, asa do nariz, canto externo do olho e mento - tomando o ponto do &acirc;ngulo mandibular como base e utilizando um fio de sutura para medir a dist&acirc;ncia linear dos outros pontos. A avalia&ccedil;&atilde;o do trismo foi obtida por meio da dist&acirc;ncia dos incisivos centrais superior e inferior. As medi&ccedil;&otilde;es foram realizadas no pr&eacute;-operat&oacute;rio e no p&oacute;s-operat&oacute;rio de 24 e 48 horas e ap&oacute;s 7 dias da cirurgia. A dor foi avaliada subjetivamente, por meio de uma escala anal&oacute;gica visual. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a an&aacute;lise dos dados, foram utilizados os testes estat&iacute;sticos t de Student para amostras emparelhadas, teste de Wilcoxon e o teste dos Sinais, com um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,05.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RESULTADOS</B></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foi realizado o Teste t de Student para amostras emparelhadas referentes &agrave; dist&acirc;ncia do &acirc;ngulo da mand&iacute;bula ao tr&aacute;gus auricular; dist&acirc;ncia do &acirc;ngulo da mand&iacute;bula &agrave; comissura do olho; dist&acirc;ncia do &acirc;ngulo da mand&iacute;bula a asa do nariz; dist&acirc;ncia do &acirc;ngulo da mand&iacute;bula &agrave; comissura do l&aacute;bio e dist&acirc;ncia interincisal nos per&iacute;odos: pr&eacute;-operat&oacute;rio e p&oacute;s-operat&oacute;rios de 24 e 48 horas e 7 dias, obtiveram-se valores m&iacute;nimos de p= 0,088; p= 0,497; p= 0,863; p= 0,344; p= 0,536 respectivamente, sendo, portanto, valores maiores que o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,05. Desse modo, garantimos que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente significativa com o uso de antibi&oacute;tico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Realizado o teste dos sinais para amostras emparelhadas referentes a dist&acirc;ncia do &acirc;ngulo da mand&iacute;bula ao mento no per&iacute;odo pr&eacute;-operat&oacute;rio e o teste t de Student nos per&iacute;odos p&oacute;s-operat&oacute;rios de 24 e 48 horas e 7 dias, obteve-se um valor m&iacute;nimo de p= 0,474, sendo, portanto, maior que o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,05. Desse modo, garantimos que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente significativa com o uso de antibi&oacute;tico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Realizado o Teste de Wilcoxon para amostras emparelhadas referentes &agrave; dor nos per&iacute;odos de 24 e 48 horas, obteve-se um valor m&iacute;nimo de p= 0,024, sendo, portanto, menor do que o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 0,05. Assim, podemos garantir que houve diferen&ccedil;a estatisticamente significativa com o uso de antibi&oacute;tico. Entretanto, quanto ao per&iacute;odo de 7 dias, obteve-se um valor de p= 0,180, sendo, portanto, maior que 0,05, o que nos garante n&atilde;o haver diferen&ccedil;a estatisticamente significativa.</font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As cirurgias Buco-maxilo-faciais variam significativamente quanto &agrave; extens&atilde;o e natureza da contamina&ccedil;&atilde;o bacteriana, tempo de dura&ccedil;&atilde;o da cirurgia, grau de traumatismo transoperat&oacute;rio, suporte vascular dos tecidos envolvidos e outros fatores. Por conseguinte, faz-se necess&aacute;rio determinar melhor os riscos de infec&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria nos diferentes tipos de procedimentos, estabelecendo a indica&ccedil;&atilde;o da profilaxia antibi&oacute;tica para cada caso em particular e n&atilde;o a utilizando como uma medida de rotina, j&aacute; que, se em alguns procedimentos, ela se mostra &uacute;til na preven&ccedil;&atilde;o das infec&ccedil;&otilde;es, em outros, &eacute; absolutamente desnecess&aacute;ria<sup>5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Embora numerosos esfor&ccedil;os tenham sido feitos para medir o edema da face ap&oacute;s cirurgia oral, a t&eacute;cnica totalmente satisfat&oacute;ria ainda n&atilde;o foi descrita<sup>25</sup>. Por&eacute;m, n&atilde;o existe, na literatura, nenhum m&eacute;todo objetivo para a medida do edema p&oacute;s-operat&oacute;rio que seja, ao mesmo tempo, simples e fidedigna<sup>26</sup>. O m&eacute;todo que tem sido amplamente utilizado em pesquisas &eacute; aquele em que &eacute; feita a mensura&ccedil;&atilde;o do edema atrav&eacute;s da dist&acirc;ncia de pontos anatomicamente definidos na face<sup>1</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o ao edema, verificamos que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente significante, em n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%, com o uso dos Testes t de Student, Wilcoxon e dos sinais, entre os grupos experimental e de controle. Quanto &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o do trismo, em n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%, com o uso do Teste t de Student, tamb&eacute;m n&atilde;o houve diferen&ccedil;a entre os grupos experimental e de controle. (Tabela <a href="#tab01">01</a> e <a href="#tab02">02</a>) </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a11tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v11n2/a11tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O edema facial e o trismo, consecutivos ao tratamento cir&uacute;rgico do terceiro molar inferior incluso, s&atilde;o manifesta&ccedil;&otilde;es do processo inflamat&oacute;rio reparador em sua fase inicial. A les&atilde;o cir&uacute;rgica dos vasos sangu&iacute;neos e linf&aacute;ticos que drenam a &aacute;rea operada integram o traumatismo operat&oacute;rio implicado na remo&ccedil;&atilde;o do dente incluso<sup>31</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A edemacia&ccedil;&atilde;o da face &eacute; consequ&ecirc;ncia da elimina&ccedil;&atilde;o insuficiente do l&iacute;quido linf&aacute;tico, destrui&ccedil;&atilde;o celular e ac&uacute;mulo de l&iacute;quido extracelular e, na grande maioria dos casos, da diapedese de elementos sangu&iacute;neos atrav&eacute;s das paredes intactas dos vasos<sup>12</sup>. Numerosos trabalhos demonstram que ocorre aumento do compartimento extracelular do organismo no p&oacute;s-operat&oacute;rio<sup>12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A infec&ccedil;&atilde;o ocorre quando existe uma agress&atilde;o bacteriana quantitativa e qualitativamente importante, desenvolvendo-se mais prontamente naqueles pacientes cujos mecanismos de defesa est&atilde;o enfraquecidos. Sua preven&ccedil;&atilde;o se baseia na redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de bact&eacute;rias na ferida cir&uacute;rgica e na melhoria das defesas org&acirc;nicas do paciente<sup>28</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O risco de infec&ccedil;&atilde;o varia de acordo com o tipo de procedimento e as condi&ccedil;&otilde;es do paciente, principalmente idade (acima de 60 anos), obesidade m&oacute;rbida, diabetes descompensada, imunodepress&atilde;o, presen&ccedil;a de infec&ccedil;&atilde;o ativa (pericoronarite) e cirurgias longas<sup>32</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o observamos infec&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica e alveolite em nenhum dos grupos, complica&ccedil;&otilde;es mais graves envolvendo risco de vida n&atilde;o estiveram presentes em nossos resultados, embora a literatura revisada cite casos de complica&ccedil;&atilde;o<sup>18,33-38</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A escala anal&oacute;gica visual &eacute; uma linha cuja extens&atilde;o representa a ocorr&ecirc;ncia de experi&ecirc;ncias dolorosas pessoais. Torna-se um instrumento simples e sens&iacute;vel capaz de reproduzir, por meio de um valor num&eacute;rico, a severidade da dor experimentada pelo indiv&iacute;duo. Essa escala pode ser utilizada para comparar a dor num mesmo paciente em momentos distintos assim como em diferentes situa&ccedil;&otilde;es, tendo sido empregada por autores de escolas norte-americanas e europeias, para a avalia&ccedil;&atilde;o da dor decorrente da exodontia de terceiros molares mandibulares inclusos<sup>7</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na avalia&ccedil;&atilde;o da dor, ao n&iacute;vel de signific&acirc;ncia 5%, com o uso dos testes de Wilcoxon e dos Sinais, encontramos diferen&ccedil;a no p&oacute;s-operat&oacute;rio de 24 e 48 horas (teste de Wilcoxon), embora n&atilde;o houvesse diferen&ccedil;a estatisticamente significante no p&oacute;s-operat&oacute;rio de 7 dias (teste dos Sinais).(Tabela <a href="#tab01">01</a> e <a href="#tab02">02</a>) </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar de representar um assunto ainda controverso, a grande maioria dos autores n&atilde;o recomenda o uso profil&aacute;tico de antibi&oacute;ticos em cirurgias de terceiros molares retidos. Parece ter sido suficientemente demonstrado que n&atilde;o h&aacute; uma diferen&ccedil;a significativa na incid&ecirc;ncia de infec&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria quando esses agentes s&atilde;o empregados, se comparados a um placebo<sup>14,37</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em pacientes sadios, o uso de antibi&oacute;ticos &eacute; dispens&aacute;vel, uma vez que sua pesquisa obteve resultados bastante semelhantes com o uso profil&aacute;tico, terap&ecirc;utico e o n&atilde;o uso de antibi&oacute;tico. Soma-se a isso o fato de que o uso indiscriminado do antibi&oacute;tico pode resultar, entre outros problemas, no desenvolvimento de microorganismos resistentes e rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas<sup>35-37</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Existe indica&ccedil;&atilde;o de uso de antibi&oacute;tico profil&aacute;tico quando h&aacute; possibilidade de comprometimento sist&ecirc;mico, podendo resultar em infec&ccedil;&atilde;o. Normalmente manifestam-se com febre, como tamb&eacute;m nos casos em que existe a necessidade de limitar a infec&ccedil;&atilde;o local. Por&eacute;m, deve-se levar em considera&ccedil;&atilde;o o valor da flora comensal do sistema de defesa do hospedeiro n&atilde;o apenas na cavidade bucal mas tamb&eacute;m em outras zonas do corpo, pois se sabe que cursos prolongados de antibi&oacute;tico destroem a flora comensal e suprimem a resist&ecirc;ncia &agrave; coloniza&ccedil;&atilde;o<sup>20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pesquisas mostraram que, em casos de infec&ccedil;&otilde;es j&aacute; estabelecidas (como pericoronarites), pode-se aumentar significativamente os &iacute;ndices de infec&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria. Por isso, nesses casos, recomenda-se o adiamento do procedimento cir&uacute;rgico at&eacute; a resolu&ccedil;&atilde;o do quadro agudo de pericoronarite ou a realiza&ccedil;&atilde;o dele, desde que com suporte antibi&oacute;tico, por um per&iacute;odo de cinco a sete dias, em m&eacute;dia<sup>29</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A utiliza&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;tico fica restrita, portanto, a pacientes que necessitam de profilaxia antibi&oacute;tica para preven&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&otilde;es a dist&acirc;ncia por via hematog&ecirc;nica, como os portadores de v&aacute;lvulas card&iacute;acas ou pr&oacute;teses. Nesses casos, &eacute; utilizado regime profil&aacute;tico preconizado pela AHA (American Heart Association) de 2g de amoxicilina uma hora antes do procedimento, sendo sempre prudente o acompanhamento do cardiologista, uma vez que a profilaxia antibi&oacute;tica n&atilde;o garante a aus&ecirc;ncia de desenvolvimento de endocardite bacteriana<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alguns autores afirmam que, com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; endocardite bacteriana proveniente de procedimentos odontol&oacute;gicos, sabe-se que, de um modo geral, o procedimento di&aacute;rio de mastiga&ccedil;&atilde;o e de higiene bucal representa um risco muito maior &agrave; endocardite, podendo ser originada de uma simples falha das defesas do organismo em resposta a alguma bact&eacute;ria. Por&eacute;m, procedimentos odontol&oacute;gicos mais invasivos com risco de sangramento, como extra&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria, est&atilde;o diretamente proporcionais ao grau de inflama&ccedil;&atilde;o ou infec&ccedil;&atilde;o. Assim, devemos realizar uma profilaxia antibi&oacute;tica com dose &uacute;nica antes do procedimento cir&uacute;rgico, sendo a amoxicilina 2g o antibi&oacute;tico de primeira escolha para casos em que haja a indica&ccedil;&atilde;o<sup>2,10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por meio de estudos em anos consecutivos na prescri&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos em n&iacute;vel hospitalar, nas cirurgias de terceiros molares inclusos, levando em considera&ccedil;&atilde;o v&aacute;rios pontos, como antibi&oacute;tico administrado, via de administra&ccedil;&atilde;o e visitas ao paciente, chegou-se &agrave; conclus&atilde;o de que a profilaxia parenteral pr&eacute;-operat&oacute;ria n&atilde;o est&aacute; comprovada como rotina para cirurgia de terceiros molares e que a prescri&ccedil;&atilde;o de agentes antibi&oacute;ticos de largo espectro para esses pacientes promove m&iacute;nimo ou nenhum benef&iacute;cio. Afirmam ainda que evitar antibi&oacute;ticos de segunda gera&ccedil;&atilde;o e terapia antibi&oacute;tica parenteral poderia diminuir consideravelmente a prescri&ccedil;&atilde;o e os custos sem causar nenhum comprometimento cl&iacute;nico<sup>34</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os dentistas prescrevem antibi&oacute;ticos de forma terap&ecirc;utica ou profil&aacute;tica, para controlar infec&ccedil;&otilde;es dentais e orais. Os benef&iacute;cios da prescri&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos s&atilde;o, entretanto, limitados por um n&uacute;mero de problemas associados ao seu uso, como efeitos colaterais, rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas, toxicidade e desenvolvimento de resist&ecirc;ncia bacteriana<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O cirurgi&atilde;o deve ter em mente o problema da resist&ecirc;ncia microbiana ao antibi&oacute;tico bem como o valor da flora comensal do sistema de defesa do hospedeiro, n&atilde;o apenas na cavidade bucal mas tamb&eacute;m em outras zonas do organismo, pois se sabe que cursos prolongados de antibi&oacute;ticos destroem a flora comensal e suprimem a resist&ecirc;ncia &agrave; coloniza&ccedil;&atilde;o<sup>15</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A decis&atilde;o sobre a prescri&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos deve ser baseada em uma hist&oacute;ria m&eacute;dica completa, exame f&iacute;sico e diagn&oacute;stico. &Eacute; importante que os cl&iacute;nicos considerem o uso racional da terap&ecirc;utica antibi&oacute;tica e compare-a com alternativas de tratamento poss&iacute;veis, baseadas em evid&ecirc;ncias e na praticidade<sup>26</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente significante com rela&ccedil;&atilde;o ao edema, trismo e &agrave; presen&ccedil;a de infec&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s cirurgias de terceiros molares inclusos com ou sem o uso de antibi&oacute;tico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Houve, com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dor, diferen&ccedil;a estatisticamente significante nos per&iacute;odos p&oacute;s-operat&oacute;rios de 24 e 48 horas, sendo maior a presen&ccedil;a da dor quando n&atilde;o foi utilizado o antibi&oacute;tico.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Amin, M. M.; Laskin, D. M. Prophylatic use of indometacin for prevention of post surgical complications after removal of impacted tirad molar. Oral Surg. Oral Med. Oral Pathol. Oral Radiol. and Endodontics, v. 55, p. 448-451, 1983.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=456062&pid=S1808-5210201100020001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Andrade, E. D.; Passeri, L. A.; Mattos Filho, T. R. Preven&ccedil;&atilde;o da endocardite bacteriana: novas recomenda&ccedil;&otilde;es da American Heart Association. APCS, v.52, n.5, p.353-357, set./out., 1998. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Bishara, S. E.; Andreasen, G. Third molars: A review. Am. J. Orthod, v. , p. 131-137, Feb. 1983. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Bruce, R. A.; Frederickson, G. C.; Small, G. S. Age of pacients and morbidity associated with mandibular third molar surgery. J. Am. Dent. Assoc., v.101, n.2, p. 240-245, Aug. 1980. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Castro, W. H. Antibi&oacute;tico profil&aacute;tico em cirurgia buco-maxilo-facial. Revista do CROMG, v.4. n.1, 46-53, jan./jun., 1998.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. Chiapasco, M.; Cicco, L.; Marrone, G. Side effects and complications associated with third molar surgery. Oral. Surg. Oral Med. Oral Pathol., v.76, n.4, p.412-420, Oct. 1993. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Dionne, R. A.; Wirdzek, P. R.; Fox, P. C.; Dubner, R. Supression of postoperative pain by the combination of a nonsteroidal antiinflamatory drug, flurbiprofen, and a long-acting local anesthetic, etidocaine. J. Am. Dent. Assoc., v. 108, n.4, p. 596-601, Apr. 1984.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Eliasson, J.; Heimdahl, A.; Nordenram, A. Pathological changes related to long term impaction of third molar. Int J Maxillo Fac Surg, v.18, n.4, p.210-2, Apr. 1989.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Ferraz, E. M. Infec&ccedil;&atilde;o em Cirurgia. Rio de Janeiro: Medsi, 1997. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Freire, S. A. S. R.; Grempel R. G.; Passeri L. A., Diretrizes 2007 da American Heart Association para preven&ccedil;&atilde;o da endocardite infecciosa. Rev. APCD, S&atilde;o Paulo, v. 04, p.16-20,2008 </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Garcia, RR. Avalia&ccedil;&atilde;o radiogr&aacute;fica da posi&ccedil;&atilde;o de terceiros molares inferiores segundo a classifica&ccedil;&atilde;o de Pell &amp; Gregory e Winter. R. F. O., v.5, n.2, p.31-36, julho/ dezembro, 2000.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Gon&ccedil;alves, E. L. Metabolismo e cirurgia. S&atilde;o Paulo: Sarvier, 1973.p.4.2005</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Graziani, M. Cirurgia bucomaxilofacial. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 14. Happonen, R. P. et al., Prophylatic use of phenoxymethylpenicilin and tinidazole in mandibular third molar surgery, a comparative placebo controlled clinical trial. Br J Oral Maxillofac Surg, v.28, p.12-9, 1990. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Harrison, J. W.; SVEC, T. A. The benning of the end of the antibiotic era? Part I. Abuse of miracle drugs. Quintessence International, v. 29, n.4, p.151-162, 1998. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Indresano, A. T.; Hamg, R. H.; Hoffman, M. J.. The third molar as a cause of deep space infections. J. Oral. Maxilofac. Surg., v. 50, p.33-5, Jan. 1992. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Knutson, K. Asymptomatic mandibular third molar: oral surgeons judgment of need for extracion. J. Oral Maxillofac Surg., v.50, n.4, p.329-333, 1992. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Krekmanov, L. Alveolits after operative removal of third molars in the mandible. Int. J. oral Surg., v. 10 p. 173-179, 1981. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Lopes, V.; Mumenya, R.; Feinmann, C.; Harris, M. Third molar surgery: an audit of the indicators for surgery, postoperative complains and patient satisfaction. Br. J. Oral. Maxillofac. Surg., v. 33, n. 1, p. 33-35, Feb. 1995. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Martin, M.V. et al. Acute dentoalveolar infections: an investigation of the duration of antibiotic therapy. Brit. Dent. Journal, v. 183, n.4, p.135-137, aug.1997. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Medeiros, P. J. Cirurgia dos dentes inclusos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Mercier, P.; Precious, D. Risks and benefits of removal of impactes third molars. A critical review of the literature. Int. J. Oral Maxillofac. Surg., v.21, n.1, p.17-27, 1992. </font></p>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<br>   Rua S&atilde;o Pedro, 3274/902 - Ilhotas - Teresina/PI    <br>   Cep: 64004-260</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:centroface@uol.com.br" target="_blank">centroface@uol.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>        ]]></body>
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<surname><![CDATA[Amin]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
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<surname><![CDATA[Laskin]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M.]]></given-names>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prophylatic use of indometacin for prevention of post surgical complications after removal of impacted tirad molar.]]></article-title>
<source><![CDATA[Oral Surg. Oral Med. Oral Pathol. Oral Radiol. and Endodontics]]></source>
<year>1983</year>
<volume>55</volume>
<page-range>448-451</page-range></nlm-citation>
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