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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Conhecimento dos Cirurgiões Dentistas diante Urgência/ Emergência Médica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Emergency situations and medical emergencies can happen at any time in the dental office and to any individual. The aim of this study was to evaluate the level of knowledge of dentists ( CDs ) in Belém do Pará , as for emergencies and emergency dental office . The study was exploratory and descriptive , cross-sectional design and quantitative approach . A questionnaire was applied to 362 CDs in order to characterize the professional profile ( sex, year of graduation , whether general practitioner or specialist ) , occurrence of urgency / emergency , which is the most common occurrence in clinical practice , as it was conducted as act against emergencies / urgent in cases of vasovagal syncope, hypertensive crisis medication in case of anaphylactic shock and convulsion . Sample consisted of 102 men , 147 women and 121 respondents did not report sex . There was a predominance of respondents with 1-5 years of graduates ; 50.5 % had a Specialist and 49.5 % were GPs . Of 125 (33.8 % ) who experienced situations CDs urgent / emergency , hypoglycaemia was the most common ( 48.8 % ). Noticeable is a gap in the training of CDs on the differential diagnosis and how to approach in the event of an emergency / medical emergency in the dental office.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Conhecimento dos Cirurgi&otilde;es Dentistas diante Urg&ecirc;ncia/ Emerg&ecirc;ncia M&eacute;dica</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Knowledge of Dental Surgeons in Emergency/ Medical Emergency</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Leila Mau&eacute;s Oliveira Hanna<sup>I</sup>; Hellen do Socorro Costa Alc&acirc;ntara<sup>II</sup>; J&eacute;ssica Mendes Damasceno<sup>III</sup>; Maria Teresa Botti Rodrigues Santos<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Doutoranda pela Universidade Cruzeiro do Sul; Mestre em Cl&iacute;nica Integrada pela UFPA, Odontopediatra e Ortopedista Facial dos Maxilares pela UFPA.    <br> <sup>II </sup>Acad&ecirc;micas de Odontologia da Escola Superior da Amaz&ocirc;nica.    <br> <sup>III </sup>Doutor em Ci&ecirc;ncias pela Universidade Federal de S&atilde;o Paulo, Professora cursos de Gradua&ccedil;&atilde;o e P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia da Universidade Cruzeiro do Sul.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncias e emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas podem acontecer a qualquer momento no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico e com qualquer indiv&iacute;duo. O objetivo deste estudo foi avaliar o n&iacute;vel de conhecimento dos cirurgi&otilde;es-dentistas (CDs) do munic&iacute;pio de Bel&eacute;m do Par&aacute;, quanto &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia e emerg&ecirc;ncia em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico. O estudo foi do tipo explorat&oacute;rio descritivo, com delineamento transversal e abordagem quantitativa. Foi aplicado um question&aacute;rio a 362 CDs, a fim de caracterizar o perfil profissional (sexo, tempo de formado, se cl&iacute;nico geral ou especialista), ocorr&ecirc;ncia de situa&ccedil;&atilde;o de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia, qual a ocorr&ecirc;ncia mais comum na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, como esta era conduzida, como atuar frente emerg&ecirc;ncias/ urg&ecirc;ncia em casos de s&iacute;ncope vasovagal, crise hipertensiva, medica&ccedil;&atilde;o em caso de choque anafil&aacute;tico e epis&oacute;dio de convuls&atilde;o. Amostra era composta por 102 homens, 147 mulheres e 121 respondentes n&atilde;o informaram o sexo. Houve um predom&iacute;nio de respondentes com 1 a 5 anos de formados; 50.5% possu&iacute;am t&iacute;tulo de Especialista e 49.5% eram Cl&iacute;nicos Gerais. Dos 125 (33.8%) CDs que experienciaram situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia, a hipoglicemia foi a mais comum (48,8%). &Eacute; percept&iacute;vel uma lacuna na forma&ccedil;&atilde;o dos CDs quanto ao diagn&oacute;stico diferencial e forma de abordagem quando da ocorr&ecirc;ncia de uma urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Emerg&ecirc;ncias; Medicina de Emerg&ecirc;ncia; Odontologia Geral.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Emergency situations and medical emergencies can happen at any time in the dental office and to any individual. The aim of this study was to evaluate the level of knowledge of dentists ( CDs ) in Bel&eacute;m do Par&aacute; , as for emergencies and emergency dental office . The study was exploratory and descriptive , cross-sectional design and quantitative approach . A questionnaire was applied to 362 CDs in order to characterize the professional profile ( sex, year of graduation , whether general practitioner or specialist ) , occurrence of urgency / emergency , which is the most common occurrence in clinical practice , as it was conducted as act against emergencies / urgent in cases of vasovagal syncope, hypertensive crisis medication in case of anaphylactic shock and convulsion . Sample consisted of 102 men , 147 women and 121 respondents did not report sex . There was a predominance of respondents with 1-5 years of graduates ; 50.5 % had a Specialist and 49.5 % were GPs . Of 125 (33.8 % ) who experienced situations CDs urgent / emergency , hypoglycaemia was the most common ( 48.8 % ). Noticeable is a gap in the training of CDs on the differential diagnosis and how to approach in the event of an emergency / medical emergency in the dental office.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>Emergencies; Emergency Medicine; General Practice, Dental.</font> </p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia e emerg&ecirc;ncia m&eacute;dicas podem acontecer a qualquer momento no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico, n&atilde;o apenas durante os procedimentos, mas tamb&eacute;m na sala de espera. Urg&ecirc;ncia &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o que requer assist&ecirc;ncia r&aacute;pida, no menor tempo poss&iacute;vel, a fim de se evitar complica&ccedil;&otilde;es. A emerg&ecirc;ncia &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o ou condi&ccedil;&atilde;o em que h&aacute; amea&ccedil;a iminente &agrave; vida, havendo necessidade de tratamento m&eacute;dico imediato. <sup>1</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante de uma situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica, segundo a legisla&ccedil;&atilde;o brasileira, qualquer cidad&atilde;o pode prestar os primeiros socorros ou o Suporte B&aacute;sico de Vida (SBV), desde que o mesmo tenha conhecimento para tal. A omiss&atilde;o de socorro, regida pelo C&oacute;digo Penal (CP) no Artigo 135 ressalta que "deixar de prestar socorro &agrave; v&iacute;tima de acidentes ou pessoas em perigo iminente, podendo faz&ecirc;-lo, &eacute; crime". Isto tamb&eacute;m se aplica aos cirurgi&otilde;esdentistas (CDs). <sup>2</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Malamed<sup>3</sup> refere que 75% dos casos de urg&ecirc;ncias e emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico s&atilde;o causadas por estresse e medo. Dentre as urg&ecirc;ncias e/ou emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas mais comuns de ocorrerem em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico destacam-se a s&iacute;ncope, convuls&atilde;o, rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica, obstru&ccedil;&atilde;o de vias a&eacute;reas, hipoglicemia, emerg&ecirc;ncias cardiovasculares e crise de asma.<sup>4</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em casos de rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas, por exemplo, &eacute; de suma import&acirc;ncia que o cirurgi&atilde;o-dentista entenda a fisiopatologia, graus de gravidade que uma rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica pode causar e os primeiros procedimentos que dever&atilde;o ser realizados para evitar danos maiores. O profissional deve ter um bom conhecimento das drogas que ir&atilde;o ser empregadas para evitar rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica.<sup>5</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A preven&ccedil;&atilde;o das urg&ecirc;ncias/emerg&ecirc;ncias em Odontologia se inicia com a anamnese completa (hist&oacute;ria m&eacute;dica e odontol&oacute;gica pregressa do paciente), exame cl&iacute;nico extra e intraoral realizados de forma minuciosa, com monitoramento dos sinais vitais pr&eacute; e p&oacute;s consulta, sempre procurando reduzir o estresse. Desta forma &eacute; poss&iacute;vel reduzir as emerg&ecirc;ncias em at&eacute; 90%.<sup>6-7</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante de situa&ccedil;&otilde;es emergenciais, em que o paciente necessita de assist&ecirc;ncia em curto tempo, medidas iniciais de primeiros socorros devem ser aplicadas &agrave; v&iacute;tima fora do ambiente hospitalar. Este suporte deve ser prestado por socorrista treinado, capaz de manter os sinais vitais at&eacute; a chegada da equipe de resgate. <sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para que isso seja poss&iacute;vel, o CD deve estar apto para prestar o socorro emergencial, desde que conhe&ccedil;a as condutas que devam ser realizadas. Desta forma, o presente estudo objetivou verificar, o n&iacute;vel de conhecimento dos CDs do munic&iacute;pio de Bel&eacute;m do Par&aacute;, quanto &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia e emerg&ecirc;ncia em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> METODOLOGIA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Antes da coleta dos dados, este estudo foi submetido e aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica, Plataforma Brasil, sob protocolo 250.533. Utilizaram-se como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o os cirurgi&otilde;es-dentistas com inscri&ccedil;&atilde;o ativa no Conselho Regional de Odontologia no Estado do Par&aacute; (CROPA), e que aceitaram participar voluntariamente da pesquisa assinando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e devolvendo os envelopes selados contendo os documentos da pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo realizado foi do tipo explorat&oacute;rio descritivo, com delineamento transversal e abordagem quantitativa. Inicialmente foi enviado um oficio ao presidente do CROPA explicando os objetivos da pesquisa e solicitando a listagem dos cirurgi&otilde;es-dentistas, com inscri&ccedil;&atilde;o ativa no estado, com seus respectivos endere&ccedil;os para correspond&ecirc;ncia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a realiza&ccedil;&atilde;o da coleta de dados optou-se pela aplica&ccedil;&atilde;o de um question&aacute;rio, criado pela pr&oacute;pria pesquisadora, estruturado e autoaplic&aacute;vel, a fim de caracterizar o perfil profissional (sexo, tempo de formado, se cl&iacute;nico geral ou especialista), ocorr&ecirc;ncia de situa&ccedil;&atilde;o de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia no consult&oacute;rio, qual a ocorr&ecirc;ncia mais comum na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, como esta era conduzida, como atuar frente emerg&ecirc;ncias/urg&ecirc;ncia em casos de s&iacute;ncope vasovagal, crise hipertensiva, medica&ccedil;&atilde;o em caso de choque anafil&aacute;tico e epis&oacute;dio de convuls&atilde;o.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>C&Aacute;LCULO AMOSTRAL</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pesquisa foi desenvolvida no Munic&iacute;pio de Bel&eacute;m, no estado do Par&aacute;. Considerando-se que 3.848 &eacute; o n&uacute;mero de cirurgi&otilde;es-dentistas ativos inscritos no Conselho Regional de Odontologia no Estado do Par&aacute;, para o c&aacute;lculo amostral foi empregada a seguinte formula n=3848/(1+(3848-1)*(0.05&#094;2)), sendo n=tamanho amostral. O resultado obtido foi n=362. Entretanto, foram enviados 1.500 question&aacute;rios aos cirurgi&otilde;es-dentistas com inscri&ccedil;&atilde;o ativa no CROPA, desde o ano de 1994 at&eacute; o ano de 2013. O n&uacute;mero enviado de question&aacute;rios corresponde a quatro vezes o valor do tamanho amostral, considerando-se as baixas taxas de devolu&ccedil;&atilde;o que acontecem neste tipo de abordagem Uma carta de apresenta&ccedil;&atilde;o e o TCLE foram enviados juntos com o question&aacute;rio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As respostas foram compiladas e inseridas em uma planilha eletr&ocirc;nica pr&oacute;pria, criada para esta finalidade, utilizando o aplicativo Microsoft Office Excel vers&atilde;o 2007 para tabula&ccedil;&atilde;o dos dados. Os dados descritivos foram analisados por distribui&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncias absoluta (n) e relativa (%), e o teste do Qui-quadrado foi empregado para comparar os dados nominais no programa Statistical Package for the Social Science &ndash; SPSS for Windows (vers&atilde;o 18.0), com n&iacute;vel de signific&acirc;ncia estabelecido em 5%. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>RESULTADOS</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A amostra constituiu-se de cirurgi&otilde;es-dentistas que responderam ao question&aacute;rio. Dos 1.500 question&aacute;rios enviados, 370 foram v&aacute;lidos, representando uma taxa de resposta de 24,7%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o do perfil profissional dos cirurgi&otilde;es-dentistas da cidade de Bel&eacute;m respondentes, observou-se que a amostra era composta por 102 (27,6%) homens, 147 (39,7%) de mulheres e 121 (32,7%) respondentes n&atilde;o informaram o sexo. Desta forma foi considerada a maioria dos respondentes do sexo feminino. Com rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de formado, houve um predominante entre 1 e 5 anos (40%); 50.5% dos respondentes possu&iacute;am t&iacute;tulo de Especialista e 49.5% eram Cl&iacute;nicos Gerais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; ocorr&ecirc;ncia de situa&ccedil;&atilde;o de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia ocorrida em consult&oacute;rio, 245 (65.1%.) responderam que nunca enfrentaram situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia. Dos 125 (33.8%) cirurgi&otilde;es dentistas que j&aacute; experienciaram situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia, os epis&oacute;dios de hipoglicemia foram os mais comuns (48,8%) e 64,8% dos profissionais afirmaram que souberam conduzir a situa&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi proposto um caso hipot&eacute;tico no question&aacute;rio, com a descri&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o de s&iacute;ncope vasovagal (paciente com sinais e sintomas de perda tempor&aacute;ria e moment&acirc;nea de consci&ecirc;ncia, hipotens&atilde;o, palidez e taquicardia). Os resultados apresentados na <a href="#tab01">Tabela 1</a> s&atilde;o as respostas dos grupos de cirurgi&otilde;es-dentistas cl&iacute;nico geral e especialista sobre poss&iacute;vel situa&ccedil;&atilde;o de urg&ecirc;ncia descrita neste caso hipot&eacute;tico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os grupos diferiram significantemente (p=0,009) com rela&ccedil;&atilde;o ao caso proposto, com os Especialistas apresentando maiores porcentagens de acertos (43.9%) quando comparado aos Cl&iacute;nicos (27.3%). Entretanto, o percentual de acerto diante do quadro cl&iacute;nico, foi considerado baixo (35,7%).</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Tabela 1</a></b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O outro caso hipot&eacute;tico proposto no question&aacute;rio descrevia uma crise hipertensiva (paciente ap&oacute;s anestesia e durante o procedimento cir&uacute;rgico relata dor de cabe&ccedil;a, tontura, mal estar, confus&atilde;o mental e dist&uacute;rbio visual). Os resultados est&atilde;o apresentados na <a href="#tab02">Tabela 2</a>. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a significante (p=0,267) entre os grupos respondentes, com 19.7% de acertos para os cl&iacute;nicos e 24.1% de acertos para os especialistas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v14n2/a13tab01.jpg"></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>TABELA 2</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando perguntado aos respondentes qual a medica&ccedil;&atilde;o de escolha para o tratamento de choque anafil&aacute;tico, os grupos n&atilde;o diferiram (p=0,557), com o grupo de cl&iacute;nicos com 48.1% de acertos e os especialista com 56,7% de acertos.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>TABELA 3</b></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando os participantes responderam sobre qual a conduta cl&iacute;nica frente a um epis&oacute;dio de crise convulsiva, os grupos n&atilde;o diferiram (p=0,291), com 76.5% de acertos para os cl&iacute;nicos e 84.0% de acertos para os especialistas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir da Propor&ccedil;&atilde;o de Erros, obtida das respostas dos 370 cirurgi&otilde;es-dentistas respondentes, foi estimado o Peso de cada Quest&atilde;o para compor a Nota Final da avalia&ccedil;&atilde;o. A escala adotada para pontuar as avalia&ccedil;&otilde;es varia da nota m&iacute;nima Zero at&eacute; a nota m&aacute;xima 1 (um). A avalia&ccedil;&atilde;o geral (n=370) mostrou que o aproveitamento geral do conhecimento sobre pr&aacute;tica de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia foi de 35%.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v14n2/a13tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v14n2/a13tab03.jpg"></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v14n2/a13tab04.jpg"></p>      <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O resultado do presente estudo refor&ccedil;a alguns relatos encontrados na literatura, que o cirurgi&atilde;o-dentista n&atilde;o est&aacute; preparado para atender um caso de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Odontologia vem se tornando uma profiss&atilde;o exercida em sua maioria pelo sexo feminino, fato confirmado neste estudo. Acredita-se que um dos fatores respons&aacute;veis pela tend&ecirc;ncia a feminiza&ccedil;&atilde;o da Odontologia no Brasil seja a mudan&ccedil;a na situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica que vem ocorrendo nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, sendo o trabalho feminino requerido na incrementa&ccedil;&atilde;o financeira da fam&iacute;lia<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A maioria deste estudo nunca se deparou com epis&oacute;dio de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica (65,1%) em ambiente de consult&oacute;rio, diferente dos relatos da literatura que apontam 66,6% e 67%, de profissionais que j&aacute; vivenciaram algum epis&oacute;dio de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica<sup>6,9</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre as urg&ecirc;ncias/emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas mais frequentes durante o atendimento odontol&oacute;gico est&atilde;o a hipoglicemia e a s&iacute;ncope. A hipoglicemia aparece com uma frequ&ecirc;ncia de 2,91% dos casos. Uma vari&acirc;ncia entre 46% &agrave; 59,5% dos profissionais sabem lidar diante de um quadro de crise hipoglic&ecirc;mica<sup>9-12</sup>. Neste estudo muitos cirurgi&otilde;es-dentistas confundiram s&iacute;ncope vasovagal com hipoglicemia. Sendo que o quadro cl&iacute;nico das duas emerg&ecirc;ncias s&atilde;o diferentes: na s&iacute;ncope vasovagal o paciente sofre palidez, hipotens&atilde;o, taquicardia, escurecimento da vis&atilde;o, zumbido, sonol&ecirc;ncia e sensa&ccedil;&atilde;o de vazio g&aacute;strico<sup>13</sup>; j&aacute; na hipoglicemia ocorre agita&ccedil;&atilde;o, tremores, sudorese, palpita&ccedil;&otilde;es, sensa&ccedil;&atilde;o de fome, taquicardia, dorm&ecirc;ncia da l&iacute;ngua, vis&atilde;o dupla e confus&atilde;o mental<sup>14</sup>. Podemos perceber o quanto &eacute; fraco o grau de conhecimento de uma intercorr&ecirc;ncia considerada simples e corriqueira durante o tratamento odontol&oacute;gico. A s&iacute;ncope corresponde 50,37% dos casos de emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico<sup>15</sup>. A s&iacute;ncope tamb&eacute;m foi &agrave; emerg&ecirc;ncia que mais ocorreu com 60% dos casos<sup>16</sup>. &Eacute; preocupante o n&iacute;vel de como os formandos saem da faculdade, uma vez que a grande maioria (71,9%) n&atilde;o tem o conhecimento de um quadro de s&iacute;ncope vasovagal, isso tamb&eacute;m acontece com os profissionais, visto que 75% n&atilde;o tem o conhecimento deste sinal cl&iacute;nico<sup>11,12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Observou-se que os especialistas apresentaram maiores percentuais de acerto (43,9%) diante do caso cl&iacute;nico apresentado em compara&ccedil;&atilde;o com os cl&iacute;nicos (27,3%). Essa diferen&ccedil;a pode ser consequ&ecirc;ncia das aulas de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia, ministradas durante o curso de especializa&ccedil;&atilde;o que hoje fazem parte da grade curricular obrigat&oacute;ria. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apenas 21,9% dos profissionais respondentes deste estudo souberam identificar um quadro clinico de crise hipertensiva, ao passo que 32,2% confundiram com hipoglicemia. Dados j&aacute; obtidos afirmam que 95% dos profissionais se sentem incapazes de atuar em uma crise hipertensiva<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A crise hipertensiva caracteriza-se pela eleva&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o arterial, cefal&eacute;ia, tontura, mal estar, confus&atilde;o mental e dist&uacute;rbios visuais<sup>13</sup>; j&aacute; a crise hipoglic&ecirc;mica n&atilde;o vem acompanhada desses sinais cl&iacute;nicos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Acredita-se que a semelhan&ccedil;a entre o n&uacute;mero de acertos e erros dos cl&iacute;nicos e dos especialistas, esteja relacionada &agrave; falta de informa&ccedil;&atilde;o e preparo </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">de ambos os grupos em uma urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia em uma crise hipertensiva. A possibilidade de ocorrer tal situa&ccedil;&atilde;o dentro do consult&oacute;rio odontol&oacute;gico &eacute; maior a cada dia. Visto estima-se que cerca de 10 a 20% da popula&ccedil;&atilde;o adulta mundial s&atilde;o portadoras de hipertens&atilde;o<sup>17</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A maioria dos profissionais respondentes deste estudo sabem a medica&ccedil;&atilde;o e dose de escolha correta para casos de choque anafil&aacute;tico. &Eacute; de vital import&acirc;ncia o conhecimento dos profissionais neste tipo de emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica, visto que o atendimento imediato a esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o &eacute; o que ir&aacute; determinar a sobreviv&ecirc;ncia do paciente. O choque anafil&aacute;tico leva o paciente a n&aacute;useas, v&ocirc;mito, edemas generalizados, dificuldade respirat&oacute;ria, edema de laringe, prurido, al&eacute;m de altera&ccedil;&otilde;es cardiovasculares, podendo ocorrer obstru&ccedil;&atilde;o das vias a&eacute;reas, perda da consci&ecirc;ncia e com risco de morte<sup>17</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O choque anafil&aacute;tico &eacute; 0,3% das emerg&ecirc;ncias no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico e foi visto tamb&eacute;m que 0,0% possuem prometazina em seu consult&oacute;rio, j&aacute; 17,6% possui adrenalina em seu consult&oacute;rio odontol&oacute;gico<sup>6</sup>. Apenas 21,5% dos profissionais possuem em seu consult&oacute;rio adrenalina<sup>18</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante de um epis&oacute;dio de convuls&atilde;o, 80,3% dos cirurgi&otilde;es-dentistas sabem qual a conduta a ser tomada diante do quadro clinico. Estima-se que cerca de 2 a 3% da popula&ccedil;&atilde;o do mundo apresente algum tipo de convuls&atilde;o, e que mais ou menos 10% desta popula&ccedil;&atilde;o apresentou durante a vida algum tipo de crise convulsiva<sup>11,12</sup>. Convuls&otilde;es s&atilde;o altera&ccedil;&otilde;es transit&oacute;rias da fun&ccedil;&atilde;o cerebral, o paciente apresenta perda da consci&ecirc;ncia, aumento da pulsa&ccedil;&atilde;o e press&atilde;o arterial, dispneia e cianose<sup>6</sup>. A convuls&atilde;o ocorre em um percentual de 5,21% durante os atendimentos odontol&oacute;gicos<sup>15</sup>. A convuls&atilde;o &eacute; uma das emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas que mais ocorrem durante o procedimento odontol&oacute;gico<sup>19,9</sup>. Por&eacute;m, as crises convulsivas s&atilde;o raras no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico<sup>20</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com base numa pesquisa feita em Santa Catarina Catarina, a falha no reconhecimento das situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia est&aacute; relacionada com a falta de preparo e treinamento durante a gradua&ccedil;&atilde;o, pois em muitas faculdades n&atilde;o existe uma disciplina espec&iacute;fica que aborde tais situa&ccedil;&otilde;es, e quando &eacute; abordada durante a gradua&ccedil;&atilde;o, a mesma &eacute; ministrada em outras disciplinas e com baixa carga hor&aacute;ria<sup>21</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em pesquisa realizada na cidade do Porto, foi demonstrado que a maioria dos profissionais n&atilde;o se sentem preparados para lidar com situa&ccedil;&atilde;o de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica, sendo necess&aacute;rio o investimento na forma&ccedil;&atilde;o de pr&eacute; e p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o de tal a&eacute;rea<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A falta de preparo e conhecimento sobre situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia e emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica n&atilde;o &eacute; somente dos profissionais, mas tamb&eacute;m dos graduandos em Odontologia. &Eacute; importante inserir na grade curricular do curso de gradua&ccedil;&atilde;o uma disciplina especifica e n&atilde;o somente na p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, visto que podem ocorrer em qualquer uma situa&ccedil;&atilde;o de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia em qualquer atendimento odontol&oacute;gico<sup>22</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; percept&iacute;vel uma lacuna na forma&ccedil;&atilde;o dos cirurgi&otilde;es-dentistas quanto ao diagn&oacute;stico diferencial e forma de abordagem quando da ocorr&ecirc;ncia de uma urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS  </B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Neto GCP, Silva ACM, Nicolau RA. Urg&ecirc;ncias e Emerg&ecirc;ncias Odontol&oacute;gicas. In: Anais do encontro latino de inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e encontro latino americano de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o; 2006; S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos: 934-936.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470430&pid=S1808-5210201400020001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Caputo IGC. Emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico: implica&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas e legais para o cirurgi&atilde;o dentista &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Piracicaba (SP): Faculdade de Odontologia de Piracicaba; 2009; 21(3): 268-76 </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Malamed SF. Sedation and safety: 36 years of perspective. Alpha Omegan. 2006; 99 (2): 70-74. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Oliveira VGV. Emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico: preven&ccedil;&atilde;o e tratamento &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Jo&atilde;o Pessoa: Universidade Federal da Para&iacute;ba; 2010. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Gaujac C, Oliveira AN, Barreto FAM, Salgado LM, Oliveira MS, Gir&atilde;o RS. Rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas medicamentosas no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico. Rev. de Odontol. Da Universidade. Set./Dez. 2009; 21(3): 268-276. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Caputo IGC, Bazzo G J, Silva RHA, J&uacute;nior ED. Vidas em risco: emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas em consult&oacute;rio odontol&oacute;gico. Rev. Cir. Traumatol. Buco-Maxilo-Fac. Jul./Set. 2010; 10 (3): 51-58. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Merly FO. Cirurgi&atilde;o dentista e as emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas no consult&oacute;rio: ser&aacute; que estamos preparados para enfrentar este problema? Rev. Bras. Odonto. Jan./Jun. 2010; 67 (1): 6-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Colet D, Griza GL, Fleig CN, Conci RA, Sinegalia AC. Acad&ecirc;micos e profissionais da odontologia est&atilde;o preparados para salvar vidas? RFO. Jan./Abril. 2011; 16 (1): 25-29. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Veiga D, Oliveira R, Carvalho J, Mour&atilde;o J. Emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas em medicina dent&aacute;ria: preval&ecirc;ncia e experi&ecirc;ncia dos m&eacute;dicos dentistas, Rev. Port. Estomatol. Med. Dent. Cir. Maxilofac. 2012; 53 (2): 77&ndash;82. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Marzola C, Griza GL. Profissionais e acad&ecirc;micos de odontologia est&atilde;o aptos para salvar vidas? Revista de Odontologia da ATO. Abr. 2006; 6 (4). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Silva EL. Alunos formandos e profissionais de odontologia est&atilde;o capacitados para reconhecerem situa&ccedil;&otilde;es em emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica e utilizarem protocolos de atendimento? Arquivos em Odontologia. Out./Dez. 2006; 42 (4): 257-336. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Silva EL. Avalia&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de conhecimento do uso de protocolos de urg&ecirc;ncia e/ou emerg&ecirc;ncia m&eacute;dica na cl&iacute;nica odontol&oacute;gica &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Bel&eacute;m, PA: Universidade Federal do Par&aacute;. 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. L&uacute;cio PSC, Barreto RC. Emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico e a (in) seguran&ccedil;a dos profissionais. Rev. bras. de ci&ecirc;ncias de Sa&uacute;de. 2012; 16 (2): 267-272. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Paiva MHF, Esp&iacute;ndola VS, Klug RJ. emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico. Revista Cient&iacute;fica do ITPAC. Jan. 2009; 2 (1). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Momnazzi MS, Prata DM, Vieira EH, Gabrielli MAC, Carlos E. Emerg&ecirc;ncias e urg&ecirc;ncias m&eacute;dicas. como proceder? RGO. Jan./Mar. 2001; 49 (1). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Haas DA. Preparing dental office staff members for emergencies: developing a basic action plan. Rev. American Dental Association. 2010; 141 (1): 8-13. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Nunes RJA. A import&acirc;ncia das emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas para o cirurgi&atilde;o dentista &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Jo&atilde;o Pessoa: Universidade Federal da Para&iacute;ba; 2010. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Borges GL. Avalia&ccedil;&atilde;o do preparo dos cirurgi&otilde;es-dentistas frente &agrave;s emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas nos consult&oacute;rios odontol&oacute;gicos na cidade de salvador-bahia &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. Salvador (BA): Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia; 2012. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Carlini JL, Gl&oacute;ria, W, Medeiros U. Emerg&ecirc;ncias m&eacute;dicas no consult&oacute;rio odontol&oacute;gico. Base de Conhecimento NITRO. 2006; </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Reed KL. Basic management of medical emergencies: recognizing a patient's distress. Rev. American Dental Association. 2010; 141 (1): 20-24.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rctbmf/v14n1/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Leila M O Hanna    <br>   Av. Visconde de Souza Franco 625/1001    <br>   Bairro: Umarizal    <br>   Cep: 66053-000    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:lhanna@ig.com.br" target="_blank">lhanna@ig.com.br</a></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>        ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
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<source><![CDATA[Anais do encontro latino de iniciação científica e encontro latino americano de pós-graduação]]></source>
<year>2006</year>
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