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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[An autogenous tooth transplantation can be defined as the surgical movement of an occluded or unerupted tooth from one location to another in the same individual in the sockets of newly-extracted or surgically prepared teeth. It is a treatment option for the replacement of teeth when there is a feasible tooth donor and may be indicated in cases of tooth agenesis and premature loss of teeth due to trauma, caries or periodontal disease. Autogenous tooth transplantations are influenced by pre- and postoperative factors such as the patient's age, stage of root development, type of tooth transplantation, surgical trauma during removal of the transplant, storage after extraction and receptor site. The purpose of this paper is to illustrate the success of autogenous tooth transplantation by means of a clinical case in which the patient underwent transplantation of tooth 38 to the socket of tooth 37, which had been extracted due to extensive decay. The postoperative follow-up at one year revealed pulpar vitality, periodontal health, root formation, and proper function and esthetic appearance of tooth 38. Clinical and experimental studies confirm that tooth transplantation is a safe, rapid and affordable treatment option.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Transplante Dental Aut&oacute;geno &ndash; Relato de caso</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Autogenous Dental Transplantation: a case report</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Jos&eacute; Ricardo Mikami<sup>I</sup>; Jos&eacute; Rodrigues Laureano Filho<sup>II</sup>; Pedro Thalles Bernardo de Carvalho Nogueira<sup>III</sup>; Ozawa Brasil J&uacute;nior<sup>IV</sup>; Edmilson Zacarias da Silva J&uacute;nior<sup>V</sup>; Luciano Leoc&aacute;dio Teixeira Nogueira Filho<sup>V</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial pelo Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina de S&atilde;o Paulo/SP.    <br> <sup>II</sup> Especialista, Mestre e Doutor em CTBMF / Professor Adjunto de CTBMF da FOP/UPE.    <br> <sup>III </sup>Especialista em CTBMF e Mestrando em CTBMF pela FOP/UPE.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>IV </sup>Especialista em CTBMF pela Universidade de Pernambuco/Hospital Universit&aacute;rio Oswaldo Cruz.    <br> <sup>V </sup>Residente em CTBMF pela Universidade de Pernambuco/Hospital Universit&aacute;rio Oswaldo Cruz/PE. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O transplante dental aut&oacute;geno pode ser definido como o movimento cir&uacute;rgico de um dente incluso ou erupcionado de um local para outro, num mesmo indiv&iacute;duo, em alv&eacute;olos de dentes rec&eacute;m-extra&iacute;dos ou preparados cirurgicamente. &Eacute; uma op&ccedil;&atilde;o de tratamento para reposi&ccedil;&atilde;o de elementos dent&aacute;rios, quando h&aacute; um dente doador vi&aacute;vel, podendo ser indicado em casos de agenesia dental e perda prematura de dentes devido a trauma, c&aacute;rie ou doen&ccedil;a periodontal. Os autotransplantes dent&aacute;rios s&atilde;o influenciados por fatores pr&eacute; e p&oacute;soperat&oacute;rios como a idade do paciente, est&aacute;gio de desenvolvimento radicular, tipo do dente transplantado, trauma cir&uacute;rgico durante a remo&ccedil;&atilde;o do transplante, armazenamento ap&oacute;s extra&ccedil;&atilde;o e s&iacute;tio receptor. O objetivo desse trabalho &eacute; exemplificar o sucesso do transplante dent&aacute;rio aut&oacute;geno por meio de um caso cl&iacute;nico no qual o paciente foi submetido ao transplante do dente 38 para o alv&eacute;olo do dente 37, que foi extra&iacute;do devido &agrave; c&aacute;rie extensa. O acompanhamento p&oacute;s-operat&oacute;rio de 1 ano revelou vitalidade pulpar, sa&uacute;de periodontal, forma&ccedil;&atilde;o radicular, al&eacute;m de fun&ccedil;&atilde;o e est&eacute;tica adequadas do dente 38. Estudos cl&iacute;nicos e experimentais confirmam que o transplante dental &eacute; uma alternativa segura, r&aacute;pida e economicamente vi&aacute;vel. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Transplante; Transplante Aut&oacute;logo.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">An autogenous tooth transplantation can be defined as the surgical movement of an occluded or unerupted tooth from one location to another in the same individual in the sockets of newly-extracted or surgically prepared teeth. It is a treatment option for the replacement of teeth when there is a feasible tooth donor and may be indicated in cases of tooth agenesis and premature loss of teeth due to trauma, caries or periodontal disease. Autogenous tooth transplantations are influenced by pre- and postoperative factors such as the patient's age, stage of root development, type of tooth transplantation, surgical trauma during removal of the transplant, storage after extraction and receptor site. The purpose of this paper is to illustrate the success of autogenous tooth transplantation by means of a clinical case in which the patient underwent transplantation of tooth 38 to the socket of tooth 37, which had been extracted due to extensive decay. The postoperative follow-up at one year revealed pulpar vitality, periodontal health, root formation, and proper function and esthetic appearance of tooth 38. Clinical and experimental studies confirm that tooth transplantation is a safe, rapid and affordable treatment option.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>Transplantation; Transplantation, Autologous.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Cohen, Shen e Pogrel<sup>1</sup> transplante dental aut&oacute;geno &eacute; o movimento cir&uacute;rgico de um dente vital ou endodonticamente tratado do seu local de origem para outro s&iacute;tio, em um mesmo indiv&iacute;duo, sendo considerada uma alternativa vi&aacute;vel para a reposi&ccedil;&atilde;o de elementos dentais perdidos, em substitui&ccedil;&atilde;o a uma pr&oacute;tese implanto-suportada ou outras formas de reposi&ccedil;&atilde;o dental prot&eacute;tica, reduzindo o tempo e o custo do tratamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com Tsukiboshi<sup>2</sup>, o transplante dental possui vantagens como: (1) um dente transplantado possui ligamento periodontal, que fornece caracter&iacute;sticas vitais como amortecimento visco el&aacute;stico, sensores org&acirc;nicos, acomoda&ccedil;&atilde;o &agrave; movimenta&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria e regula&ccedil;&atilde;o da osteog&ecirc;nese, garantindo uma mobilidade dental fisiol&oacute;gica o que n&atilde;o se obt&eacute;m com uso de pr&oacute;teses; (2) pode ter menor gasto de tempo e dinheiro em rela&ccedil;&atilde;o aos tratamentos ortod&ocirc;ntico e prot&eacute;tico como pr&oacute;teses fixas e implantes osseointegrados. Como desvantagens cita: (1) pode ocorrer anquilose ou reabsor&ccedil;&atilde;o radicular; (2) o dente natural &eacute; suscept&iacute;vel &agrave; c&aacute;ries e doen&ccedil;as periodontais e (3) &eacute; necess&aacute;rio um dente doador em condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis para ser transplantado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As indica&ccedil;&otilde;es mais comuns de transplante dental s&atilde;o dentes impactados em posi&ccedil;&otilde;es anormais, agenesia, perda traum&aacute;tica e condi&ccedil;&otilde;es patol&oacute;gicas que culminam na perda precoce do elemento dental, sendo o mais afetado deles os primeiros molares<sup>3,4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O sucesso do transplante depende de requisitos espec&iacute;ficos do paciente, do dente doador e do s&iacute;tio receptor. Os pacientes precisam ter boa sa&uacute;de geral, serem aptos para seguirem as instru&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias e demonstrarem um aceit&aacute;vel n&iacute;vel de higiene oral. Al&eacute;m disso, deve existir um adequado s&iacute;tio receptor, com &oacute;timo suporte &oacute;sseo e um dente doador em condi&ccedil;&otilde;es aceit&aacute;veis para o transplante<sup>5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Perante a import&acirc;ncia da manuten&ccedil;&atilde;o dos elementos dent&aacute;rios na cavidade oral, seja por raz&otilde;es est&eacute;ticas e/ou funcionais, o objetivo deste trabalho &eacute; relatar um caso sobre transplante dental aut&oacute;geno enfatizando a t&eacute;cnica cir&uacute;rgica, a fim de mostrar ser um procedimento vi&aacute;vel e poss&iacute;vel de ser realizado como alternativa para solucionar problemas de reabilita&ccedil;&atilde;o oral.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELATO DE CASO</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Paciente g&ecirc;nero masculino, 18 anos, compareceu &agrave; cl&iacute;nica escola de odontologia com queixa principal "tratar o canal do dente". Relatou que havia sido submetido a tratamento de urg&ecirc;ncia em dente da regi&atilde;o inferior esquerda em outro servi&ccedil;o h&aacute; cerca de um m&ecirc;s, devido &agrave; dor intensa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao exame f&iacute;sico extraoral, o paciente apresentava simetria facial. Na palpa&ccedil;&atilde;o, as cadeias ganglionares estavam sem altera&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na avalia&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria, observou-se les&atilde;o cariosa extensa no dente 37 com comprometimento pulpar, destrui&ccedil;&atilde;o da parede lingual e remanescente de material restaurador provis&oacute;rio. O teste de vitalidade pulpar revelou necrose pulpar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na radiografia periapical, o dente 37 apresentava les&atilde;o radiol&uacute;cida envolvendo a parte posterior da raiz mesial desde o &aacute;pice at&eacute; a furca. A parte coron&aacute;ria apresentava &aacute;rea radiopaca referente ao material obturador provis&oacute;rio e &aacute;rea radiol&uacute;cida compat&iacute;vel com acesso coron&aacute;rio endod&ocirc;ntico de urg&ecirc;ncia ao qual paciente relatou ter sido submetido. (<a href="#fig01">Figura 1</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v14n4/a08fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s remo&ccedil;&atilde;o do material obturador provis&oacute;rio curetagem de tecido cariado remanescente, observou-se perfura&ccedil;&atilde;o do assoalho da c&acirc;mara pulpar. Devido ao progn&oacute;stico ruim, optou-se pela exodontia do dente 37. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sugeriu-se ent&atilde;o realizar um autotransplante dental, sendo o dente 38 escolhido como doador, pois se apresentava h&iacute;gido, semi-incluso, com ra&iacute;zes parcialmente formadas e vizinho ao dente a ser extra&iacute;do, podendo ambos os procedimentos serem realizados sob uma mesma t&eacute;cnica anest&eacute;sica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O procedimento cir&uacute;rgico foi realizado sob anestesia local dos nervos alveolar inferior, lingual e bucal esquerdos com lidoca&iacute;na a 2% com adrenalina 1:100.000. Seguiu-se a incis&atilde;o intrasulcular da mesial do dente 36 at&eacute; a regi&atilde;o posterior do dente 38 sobre o ramo mandibular e ent&atilde;o descolamento muco-periosteal com descolador de Molt e exposi&ccedil;&atilde;o do campo operat&oacute;rio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para preservar as paredes laterais do alv&eacute;olo, optou-se pela odontossec&ccedil;&atilde;o do dente 37, em seguida, a exodontia foi realizada e o alv&eacute;olo foi cuidadosamente curetado principalmente na por&ccedil;&atilde;o mesial para remo&ccedil;&atilde;o do tecido de granula&ccedil;&atilde;o, seguido de irriga&ccedil;&atilde;o com soro fisiol&oacute;gico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Procedeu-se a exodontia do dente 38, cujas paredes &oacute;sseas vestibular e distal foram osteotomizadas com aux&iacute;lio de broca tronco-c&ocirc;nica 703 e alta rota&ccedil;&atilde;o sob irriga&ccedil;&atilde;o constante com solu&ccedil;&atilde;o de cloreto de s&oacute;dio 0,9% e posterior exodontia com f&oacute;rceps 151, o qual foi adaptado somente na por&ccedil;&atilde;o coron&aacute;ria para n&atilde;o haver danos ao ligamento periodontal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Imediatamente &agrave; exodontia, o dente 38 foi colocado no alv&eacute;olo do dente 37, mas n&atilde;o houve uma boa adapta&ccedil;&atilde;o. O referido dente foi armazenado em solu&ccedil;&atilde;o de cloreto de s&oacute;dio 0,9% e ent&atilde;o o septo do alv&eacute;olo do dente 37 foi removido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O dente 38 foi ent&atilde;o novamente inserido no alv&eacute;olo do dente 37, sendo observada uma boa </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> adapta&ccedil;&atilde;o, com discreta mobilidade vest&iacute;bulolingual. A oclus&atilde;o foi verificada, n&atilde;o havendo contato do dente transplantado com o antagonista superior. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s sutura do retalho com pontos simples e fio de seda 4-0, procedeu-se &agrave; conten&ccedil;&atilde;o com fio de a&ccedil;o e resina fotopolimeriz&aacute;vel entre o dente 36 e 38. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A radiografia p&oacute;s-operat&oacute;ria imediata revelou boa adapta&ccedil;&atilde;o do dente transplantado no alv&eacute;olo receptor e uma &aacute;rea radiol&uacute;cida mais significativa na regi&atilde;o da raiz mesial. (<a href="#fig01">Figura 1</a>) </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram prescritos antibi&oacute;tico (amoxicilina &ndash; 500mg de 8/8 horas por 7 dias), anti-inflamat&oacute;rio (diclofenaco &ndash; 50mg de 8/8 horas por 3 dias) e analg&eacute;sico (paracetamol &ndash; 750mg de 6/6 horas por 2 dias). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A sutura foi removida no s&eacute;timo dia p&oacute;soperat&oacute;rio, n&atilde;o sendo observados sinais cl&iacute;nicos de infec&ccedil;&atilde;o. Uma nova radiografia periapical da regi&atilde;o n&atilde;o revelou diferen&ccedil;as percept&iacute;veis. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No controle p&oacute;s-operat&oacute;rio de 60 dias, a conten&ccedil;&atilde;o foi removida n&atilde;o sendo observada mobilidade. A sondagem periodontal n&atilde;o acusou a presen&ccedil;a de bolsas e o teste de vitalidade pulpar foi positivo. Na radiografia periapical, pode-se observar &aacute;pices radiculares ainda abertos, mas em aparente processo de desenvolvimento, assim como o alv&eacute;olo do dente 38 em repara&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea normal. (<a href="#fig02">Figura 2</a>) </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v14n4/a08fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Novos controles foram realizados em per&iacute;odos de 3, 4 e 6 meses p&oacute;s-operat&oacute;rios, com realiza&ccedil;&atilde;o de testes de vitalidade pulpar, mobilidade dent&aacute;ria, sondagem periodontal e exame radiogr&aacute;fico, sendo observadas condi&ccedil;&otilde;es de normalidade em todas as avalia&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s um ano de acompanhamento, o dente transplantado apresentava-se h&iacute;gido, com sa&uacute;de periodontal, sem perda de inser&ccedil;&atilde;o &agrave; sondagem, vitalidade pulpar, sem mobilidade patol&oacute;gica ao teste com cabo de espelho e aus&ecirc;ncia de dor &agrave; percuss&atilde;o vertical e horizontal. O paciente n&atilde;o apresentava queixas e relatava mastiga&ccedil;&atilde;o normal do lado esquerdo, o qual apresentava oclus&atilde;o adequada. No exame radiogr&aacute;fico, havia forma&ccedil;&atilde;o radicular completa, sem sinais de perda &oacute;ssea e forma&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mina dura sugestivo de forma&ccedil;&atilde;o do ligamento periodontal. (<a href="#fig03">Figura 3</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rctbmf/v14n4/a08fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O transplante dental aut&oacute;geno &eacute; um procedimento da odontologia moderna que substitui um dente perdido, como alternativa a reposi&ccedil;&otilde;es prot&eacute;ticas. Estudos cl&iacute;nicos e experimentais v&ecirc;m sendo realizados, confirmando que o transplante dental &eacute; um procedimento seguro, r&aacute;pido e economicamente vi&aacute;vel e que, a depender de uma associa&ccedil;&atilde;o de uma boa </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">t&eacute;cnica cir&uacute;rgica, aten&ccedil;&atilde;o e habilidade do cirurgi&atilde;o e da coopera&ccedil;&atilde;o do paciente, o progn&oacute;stico para um completo sucesso do procedimento &eacute; excelente<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No caso cl&iacute;nico apresentado, a indica&ccedil;&atilde;o do transplante dental se deu pela associa&ccedil;&atilde;o de fatores. Inicialmente, o dente 37 foi indicado para exodontia devido &agrave; c&aacute;rie extensa com perfura&ccedil;&atilde;o do assoalho pulpar, acarretando um progn&oacute;stico duvidoso. Para se tentar a manuten&ccedil;&atilde;o do dente 37, foi proposto tratamento endod&ocirc;ntico associado &agrave; cirurgia periodontal para hemissec&ccedil;&atilde;o de ra&iacute;zes e posterior reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica com n&uacute;cleos met&aacute;licos e pr&oacute;tese fixas. Ao relatar a proposta ao paciente, seguiram-se outros empecilhos como a demora do tratamento, al&eacute;m do custo financeiro. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Durante a avalia&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-operat&oacute;ria, foram observados os fatores para se determinar o transplante dental como alternativa vi&aacute;vel. De acordo com Clokie, Yau e Chano<sup>5</sup> os pacientes precisam ter boa sa&uacute;de sist&ecirc;mica, higiene oral adequada e serem aptos para seguirem as instru&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias. O paciente do caso apresentava condi&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas de sa&uacute;de normais e as condi&ccedil;&otilde;es bucais, com diagn&oacute;stico de gengivite associada ao biofilme e presen&ccedil;a de poucas les&otilde;es de c&aacute;rie mostraram-se favor&aacute;veis. Al&eacute;m disso, ap&oacute;s orienta&ccedil;&atilde;o sobre o procedimento cir&uacute;rgico do transplante, o paciente se mostrou interessado e colaborador, o que foi confirmado no controle p&oacute;s-operat&oacute;rio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o ao dente doador, foi escolhido o dente 38 por apresentar rizog&ecirc;nese incompleta com cerca de &frac34; da raiz formada, estando, ent&atilde;o, num est&aacute;gio favor&aacute;vel por permitir maior chance de revasculariza&ccedil;&atilde;o e reinerva&ccedil;&atilde;o<sup>3,6</sup>, al&eacute;m de estar pr&oacute;ximo ao dente a ser extra&iacute;do, podendo a cirurgia ser realizada sob uma mesma anestesia local. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o ao leito receptor, o mesmo n&atilde;o apresentava doen&ccedil;a periodontal avan&ccedil;ada com perda de altura &oacute;ssea o que poderia contraindicar o procedimento, apesar de autores como Clokie, Yau e Chano<sup>5</sup> terem realizado transplante dental em alv&eacute;olos de dentes com periodontite. Havia uma les&atilde;o periapical com perda &oacute;ssea na raiz mesial do dente 37, sendo um potencial foco de infec&ccedil;&atilde;o, fato que ir&aacute; ser discutido posteriormente. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gomes et al.<sup>7</sup>indicam que este tipo de procedimento seja realizado sob anestesia geral por considerarem um procedimento invasivo e traum&aacute;tico ao paciente. Entretanto, a realiza&ccedil;&atilde;o desse caso, sob anestesia local n&atilde;o associada a qualquer tipo de seda&ccedil;&atilde;o, &eacute; um exemplo de que o transplante dental n&atilde;o &eacute; um procedimento de alta complexidade. O paciente pode tolerar a cirurgia sem, contundo, sofrer os riscos e custos de uma anestesia geral, concordando com grande parte dos autores que tamb&eacute;m realizam transplantes dent&aacute;rios sob anestesia local<sup>3,8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; t&eacute;cnica cir&uacute;rgica empregada, Marzola4 e Gomes et al.<sup>7</sup> preconizam que o transplante seja realizado concomitante &agrave; exodontia do dente a ser substitu&iacute;do, o que tamb&eacute;m foi realizado no caso cl&iacute;nico. N&atilde;o obstante o sucesso obtido, talvez fosse melhor indicada a t&eacute;cnica descrita por Nethander9, o qual preconiza que o transplante seja realizado 14 dias ap&oacute;s a exodontia. Isso porque a les&atilde;o periapical na raiz mesial do dente, apesar de ter sido curetada, poderia contribuir como um fator desfavor&aacute;vel, acarretando uma infec&ccedil;&atilde;o e a perda do transplante. De acordo com o autor, ap&oacute;s este per&iacute;odo, existiria uma melhor vasculariza&ccedil;&atilde;o do leito receptor, associada a uma pequena quantidade de c&eacute;lulas inflamat&oacute;rias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O tempo extra-alveolar &eacute; um importante fator no progn&oacute;stico do transplante dental, por estar relacionado com os danos ao ligamento periodontal<sup>6</sup>. Apesar de Mej&agrave;re, Wannfors e Janson8 terem realizado um estudo em que o dente a ser transplantado era extra&iacute;do e mantido em solu&ccedil;&atilde;o salina antes da adequa&ccedil;&atilde;o do alv&eacute;olo, parece mais sensato que o s&iacute;tio receptor do transplante seja preparado anteriormente &agrave; extra&ccedil;&atilde;o do dente doador para que o mesmo permane&ccedil;a o menor tempo poss&iacute;vel em ambiente extra-alveolar. No referido caso cl&iacute;nico, o dente 38 ficou nessa condi&ccedil;&atilde;o somente pelo tempo necess&aacute;rio para remo&ccedil;&atilde;o do septo do alv&eacute;olo receptor para melhor adapta&ccedil;&atilde;o do transplante, mas foi mantido em solu&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica a fim de acarretar melhor preserva&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas do ligamento periodontal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma das maiores diferen&ccedil;as nos trabalhos revisados na literatura est&aacute; relacionada com o tipo e o tempo de conten&ccedil;&atilde;o do transplante. Mej&agrave;re, Wannfors e Jannson<sup>8</sup> preconizam que somente o atrito promovido pelo contato interproximal &eacute; suficiente para manter o dente transplantado em posi&ccedil;&atilde;o. Outros autores<sup>3,7</sup>orientam a realizar uma sutura com fio de seda sobre a oclusal do dente a qual &eacute; removida em 7 a 10 dias. Marzola<sup>4</sup> indica conten&ccedil;&atilde;o por meio de amarrias com fio de a&ccedil;o aos dentes adjacentes, permanecendo por 90 dias. No nosso caso, foi realizada conten&ccedil;&atilde;o com fio de a&ccedil;o associado a resina fotopolimeriz&aacute;vel por 60 dias. Essa escolha deveu-se ao fato do dente 38 transplantado apresentar uma mobilidade ap&oacute;s sua adapta&ccedil;&atilde;o no alv&eacute;olo e a fim de garantir uma conten&ccedil;&atilde;o mais resistente, j&aacute; que o mesmo n&atilde;o apresentava dente adjacente na distal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com Nethander<sup>9</sup>, para dentes transplantados com &aacute;pices abertos, n&atilde;o h&aacute; necessidade de tratamento endod&ocirc;ntico, j&aacute; que podem revascularizar e reinervar. Entretanto, Andreasen et al6 afirmaram serem necess&aacute;rios testes de vitalidade pulpar peri&oacute;dicos e a longo prazo, com o intuito de se comprovar a vitalidade ou a necrose pulpar, associando com imagens radiogr&aacute;ficas. No caso cl&iacute;nico relatado, foram realizados testes de vitalidade pulpar com frio aos 21 dias com resultado negativo, mas, devido a poss&iacute;veis altera&ccedil;&otilde;es da resposta da polpa em dentes que sofreram transplante dental, n&atilde;o se fechou o diagn&oacute;stico de necrose pulpar. No controle p&oacute;s-operat&oacute;rio de 60 dias, o teste de vitalidade pulpar ao frio foi positivo, o que se repetiu aos 3, 4, 6 e 12 meses. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para dentes com &aacute;pice fechado, o tratamento endod&ocirc;ntico &eacute; fundamental, devendo ser iniciado ap&oacute;s 4 semanas do transplante. Trocas peri&oacute;dicas de medica&ccedil;&atilde;o com hidr&oacute;xido de c&aacute;lcio s&atilde;o realizadas para diminuir a chance de reabsor&ccedil;&atilde;o radicular e o selamento dos canais com guta-percha deve ser conclu&iacute;da num prazo m&aacute;ximo de 6 meses<sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A terap&ecirc;utica medicamentosa empregada com a utiliza&ccedil;&atilde;o de antibioticoterapia profil&aacute;tica est&aacute; de acordo com grande parte dos autores<sup>3,4,7</sup>. Isso se justifica pelo fato de, normalmente, consistirem de dois procedimentos cir&uacute;rgicos concomitantes com manipula&ccedil;&atilde;o de tecido &oacute;sseo, o que acarreta maior risco de infec&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, mesmo tomando todos os cuidados de uma cirurgia ass&eacute;ptica, uma poss&iacute;vel infec&ccedil;&atilde;o pode levar a perda do transplante dental, causando maiores danos ao paciente do que em casos em que s&oacute; se realizam exodontias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A determina&ccedil;&atilde;o para o sucesso do transplante dental envolve um acompanhamento cl&iacute;nicoradiogr&aacute;fico em longo prazo. Clinicamente, devem ser observadas a est&eacute;tica e a fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria, mobilidade dent&aacute;ria, profundidade de sondagem, aspecto da gengiva ao redor do transplante e vitalidade pulpar. N&iacute;vel das cristas &oacute;sseas, desenvolvimento radicular, espa&ccedil;o relativo ao ligamento periodontal s&atilde;o aspectos a serem considerados no controle radiogr&aacute;fico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O caso apresentado pode ser considerado como sucesso, pois num per&iacute;odo de acompanhamento de um ano, o dente 38 transplantado encontra-se funcionalmente e esteticamente adequado. Al&eacute;m disso, apresentava sa&uacute;de periodontal, vitalidade pulpar, sem mobilidade patol&oacute;gica e radiograficamente pode-se perceber o crescimento radicular completo e neoforma&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea no local onde havia uma les&atilde;o periapical na raiz mesial do dente 37 extra&iacute;do, forma&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mina dura sugestivo de presen&ccedil;a de ligamento periodontal, sendo grande indicativo que n&atilde;o houve anquilose. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar de ser um caso cl&iacute;nico isolado, pode-se questionar, associado aos trabalhos da literatura citados, o fato do transplante dental ser pouco divulgado nas faculdades de odontologia brasileiras. De acordo com Consolaroet al<sup>10</sup>, isso se deve &agrave; falta de recursos humanos treinados na realiza&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica criteriosa dos transplantes dentais e o pouco conhecimento geral de que s&atilde;o procedimentos com elevada taxa de sucesso. Sugerem que uma a&ccedil;&atilde;o conjunta e interdisciplinar, envolvendo a endodontia, a cirurgia, a periodontia, a ortodontia e a odontopediatria, al&eacute;m de entidades de classes, poderia ampliar a pr&aacute;tica dos transplantes dentais, treinando-se cada vez mais profissionais no manejo com esse tipo de paciente e suas necessidades.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Perante a literatura consultada, o transplante dental aut&oacute;geno pode ser considerado uma alternativa vi&aacute;vel com &iacute;ndices de sucesso satisfat&oacute;rios para se substituir um dente indicado para ser extra&iacute;do. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O sucesso do caso cl&iacute;nico demonstra que &eacute; poss&iacute;vel se realizar um transplante dental em ambiente ambulatorial sob anestesia local, sendo uma ferramenta importante para promover a reabilita&ccedil;&atilde;o oral com baixo custo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS  </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Cohen, A. S.; Shen, T. C.; Pogrel, M. A. Transplanting teeth successfully autografts and allografts that work. JADA. 1995Apr;126(4):481-485.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472901&pid=S1808-5210201400040000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Tsukiboshi, M. Autogenous tooth transplantation: a reevaluation. Int. j. periodontics restor. Dent.1993; 13(2): 120-149. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Ziegler, S. &amp;Neukan, F. W. Regional odontodysplasia: Orthodontictreatment and transplantation of premolars. Am. J. DentofacialOrthop. 2012; 142(5):710-719. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Marzola, C. Transplantes e Reimplantes. 2&ordf; ed. </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">S&atilde;o Paulo: Editora Pancast, 1997. 382pp. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Peixoto, A. C.; Melo, A. R.; Santos, T. S.Transplante dent&aacute;rio: atualiza&ccedil;&atilde;o da literatura e relato de caso. Rev. Cir. Traumatol. Buco-Maxilo-Fac. 2013; 13(2): 75-80. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Andreasen, J. O. et al. A long-term study of 370 autotransplanted premolars. Part II. Tooth survival and pulp healing subsequent to transplantation. Eur. j. orthod. 1990b;12(1):14-24. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Gomes, A. C. A. et al. Contribui&ccedil;&atilde;o ao estudo dos transplantes dentais aut&oacute;genos. Rev. cir. traumatol. buco-maxilo-fac. 2001;1(1):15-23. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Mej&agrave;re, B; Wannfors, K; Jansson, L.A prospective study on transplantation of third molars with complete root formation.Oral surg. oral med. oral pathol.oralradiol. endod. 2004;97(2):231-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Nethander, G. Autogenous free tooth transplantation by the two-stage operation technique. An analisis of treatment factors.Actaodontol.scand. 1998;56(2):110-115. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Consolaro, A. et al. Transplantes dent&aacute;rios aut&oacute;genos: uma solu&ccedil;&atilde;o para casos ortod&ocirc;nticos e uma casu&iacute;stica brasileira. Rev. dent. pressortodon. ortopedi. facial. 2008;13(2):23-28. </font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rctbmf/v14n4/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Rua Marechal Ant&ocirc;nio Muniz    <br> Ed. PalazzoRavena, N&ordm; 77, apt: 903    <br> Jati&uacute;ca. Macei&oacute;-AL</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   </font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido para publica&ccedil;&atilde;o:</b> 21/05/2014<br/>  <b>Aceito para publica&ccedil;&atilde;o:</b> 13/07/2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>        ]]></body>
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