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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudo dos traumatismos alvéolo-dentários em pacientes atendidos em um Setor de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Study of dentoalveolar trauma in patients treated at an Oral and Maxillofacial Surgery]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objetive The present study aimed to evaluate the epidemiological profile of patients with traumatic dental injuries in permanent teeth, as well as to identify the type of trauma, the teeth most affected and the most frequent causes of dentoalveolar trauma. Methods The sample comprised all of the dental records of patients treated at the Oral and Maxillofacial Surgery Department at the Faculty of Dentistry at the Federal University of Pelotas, in the Brazilian state of Rio Grande do Sul, over a five-year period, totaling 308 cases and 793 teeth with traumatic injury. The data were evaluated statistically. Results The results obtained demonstrated that the most prevalent age group was 13-19 (32.7%); males were affected in 74.6% of injuries; the most common etiology was cycling accidents (23.3%); the most frequent types of trauma were avulsion (17.2%) and non-complicated crown fracture (17.2%); and the most affected teeth were the maxillary central incisors (66.7%). Conclusion It was concluded that the distribution of trauma injuries, in this paper, is very similar to that presented in most of the published studies. However, with regard to the etiology variable, some local/regional characteristics were found, reinforcing the importance of epidemiological studies for the development of preventive and therapeutic methods specific to the health service.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Estudo dos traumatismos alv&eacute;olo-dent&aacute;rios em pacientes atendidos em um Setor de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Study of dentoalveolar trauma in patients treated at an Oral and Maxillofacial Surgery</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Cristina Braga XAVIER<sup>I</sup>; Giselle Daer de FARIA<sup>II</sup> ;Beatriz Farias VOGT<sup>III</sup>;Kau&ecirc; Farias COLLARES<sup>IV</sup>;Renan DICKEL<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Universidade Federal de Pelotas, Faculdade de Odontologia, Departamento de Cirurgia, Traumatologia e Pr&oacute;tese Buco-Maxilo-Faciais    <br><sup>II</sup>Fundação Hermínio Ometto, Faculdade de Odontologia    ]]></body>
<body><![CDATA[<br><sup>III</sup>Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Faculdade de Odontologia.    <br><sup>IV</sup>Universidade Federal de Pelotas, Faculdade de Odontologia    <br></font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Objetivo</b>     <br> Avaliar o perfil epidemiol&oacute;gico dos pacientes que sofreram traumatismos alv&eacute;olo-dent&aacute;rios em dentes permanentes, identificando tamb&eacute;m o tipo de trauma, os dentes mais atingidos e as causas mais frequentes.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>M&eacute;todos</b>     <br> A amostra foi constitu&iacute;da por todos os prontu&aacute;rios de pacientes atendidos em cinco anos, no Departamento de Cirurgia da Faculdade de Odontologia de Pelotas, totalizando 308 casos e 793 dentes traumatizados. Os dados obtidos foram tabulados em uma planilha e analisados estatisticamente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados</b>    <br> A faixa et&aacute;ria prevalente foi dos 13 aos 19 anos (32,7%); 74,6% dos traumatismos ocorreram entre pessoas do sexo masculino; a causa mais comum foram os acidentes cicl&iacute;sticos (23,3%); os tipos de trauma mais frequentes foram a avuls&atilde;o (17,2%) e a fratura coron&aacute;ria n&atilde;ocomplicada (17,2%) e os dentes mais acometidos foram os incisivos centrais superiores (66,7%). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&atilde;o</b>    <br> Foi poss&iacute;vel concluir que, nesta pesquisa, a distribui&ccedil;&atilde;o dos traumatismos foi muito similar a maioria dos estudos publicados, no entanto, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vari&aacute;vel causa constatou-se algumas caracter&iacute;sticas loco-regionais, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia de estudos epidemiol&oacute;gicos para o desenvolvimento de condutas preventivas e terap&ecirc;uticas espec&iacute;ficas para os servi&ccedil;os de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Termos de indexa&ccedil;&atilde;o: </B>Avuls&atilde;o dent&aacute;ria. Cirurgia bucal. Odontologia em sa&uacute;de p&uacute;blica. Traumatismos dent&aacute;rios.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Objetive </b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> The present study aimed to evaluate the epidemiological profile of patients with traumatic dental injuries in permanent teeth, as well as to identify the type of trauma, the teeth most affected and the most frequent causes of dentoalveolar trauma. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Methods</b>    <br> The sample comprised all of the dental records of patients treated at the Oral and Maxillofacial Surgery Department at the Faculty of Dentistry at the Federal University of Pelotas, in the Brazilian state of Rio Grande do Sul, over a five-year period, totaling 308 cases and 793 teeth with traumatic injury. The data were evaluated statistically.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Results </b>    <br> The results obtained demonstrated that the most prevalent age group was 13-19 (32.7%); males were affected in 74.6% of injuries; the most common etiology was cycling accidents (23.3%); the most frequent types of trauma were avulsion (17.2%) and non-complicated crown fracture (17.2%); and the most affected teeth were the maxillary central incisors (66.7%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclusion </b>    <br> It was concluded that the distribution of trauma injuries, in this paper, is very similar to that presented in most of the published studies. However, with regard to the etiology variable, some local/regional characteristics were found, reinforcing the importance of epidemiological studies for the development of preventive and therapeutic methods specific to the health service.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Indexing terms: </B>Tooth avulsion. Surgery oral. Public health dentistry. Tooth injuries.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os traumatismos dento-alveolares assumem um papel importante dentro da sociedade, causando um impacto na qualidade de vida das pessoas. Normalmente os dentes anteriores s&atilde;o os mais envolvidos, conduzindo a restri&ccedil;&otilde;es na mordida, dificuldades na fona&ccedil;&atilde;o e constrangimento de mostrar os dentes<sup>1</sup>, sendo a amea&ccedil;a est&eacute;tica um fator direto de futuros problemas psicol&oacute;gicos<sup>2</sup>, representando um s&eacute;rio problema de sa&uacute;de p&uacute;blica entre crian&ccedil;as e adolescentes. Isso se deve a sua alta preval&ecirc;ncia, relatada em v&aacute;rios estudos<sup>3-9</sup>, ao seu impacto psicossocial e aos custos elevados, pois os gastos iniciais do tratamento de urg&ecirc;ncia somam-se aqueles do controle p&oacute;s-operat&oacute;rio, que pode se estender por v&aacute;rios anos ap&oacute;s o trauma.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A literatura demonstra que na denti&ccedil;&atilde;o permanente, o sexo masculino &eacute; o mais afetado (66%) por traumas dent&aacute;rios, e nestes as fraturas coron&aacute;rias n&atilde;o-complicadas (23%) seguidas das avuls&otilde;es s&atilde;o os tipos de trauma mais prevalente10. As quedas aparecem como fator etiol&oacute;gico mais frequentes<sup>11-13</sup> e os incisivos centrais superiores como os dentes mais atingidos<sup>14-16</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Menezes et al.<sup>8</sup>, o conhecimento de dados referentes &agrave;s regi&otilde;es lesadas nos traumas, ao sexo e a faixa et&aacute;ria, s&atilde;o fatores de grande contribui&ccedil;&atilde;o ao tratamento e ao progn&oacute;stico dos casos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), pacientes de Pelotas e de v&aacute;rios munic&iacute;pios de toda zona sul do Rio Grande do Sul s&atilde;o atendidos, semanalmente, com traumatismos nos dentes permanentes. O Servi&ccedil;o de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial &eacute; o respons&aacute;vel por este atendimento e tornou-se uma refer&ecirc;ncia na regi&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Com o objetivo de identificar algumas caracter&iacute;sticas dos traumatismos alv&eacute;olo-dent&aacute;rios este levantamento epidemiol&oacute;gico prop&otilde;e-se a identificar o perfil dos pacientes atendidos neste Servi&ccedil;o, o tipo de trauma, os dentes mais acometidos e as suas causas mais frequentes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>M&Eacute;TODOS</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta pesquisa foi aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica e Pesquisa da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Pelotas (protocolo 049/2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Todos os prontu&aacute;rios cl&iacute;nicos, de pacientes atendidos entre janeiro de 2002 e dezembro de 2007 no Departamento de Cirurgia da FO-UFPel foram inclu&iacute;dos </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">neste estudo, totalizando 308 casos que constitu&iacute;ram a amostra desta pesquisa. </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os prontu&aacute;rios s&atilde;o rotineiramente preenchidos pelos alunos e professores das cl&iacute;nicas onde os pacientes s&atilde;o atendidos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os dados obtidos a partir destes prontu&aacute;rios foram tabulados em planilhas eletr&ocirc;nicas por um &uacute;nico examinador previamente calibrado para coleta e classifica&ccedil;&atilde;o dos dados segundo Andreasen &amp; Andreasen<sup>17</sup>. As vari&aacute;veis estudadas foram: faixa et&aacute;ria, sexo, causas dos traumatismos, tipos de trauma e dentes envolvidos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a coleta dos dados, estes foram analisados e convertidos em gr&aacute;ficos e tabelas. Alguns cruzamentos foram realizados com o pacote estat&iacute;stico SPSS 14.0 (Statistical Package for the Social Sciences). Para compara&ccedil;&otilde;es entre as propor&ccedil;&otilde;es foi aplicado o teste do qui-quadrado (p&lt;0,01).</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Realizada a distribui&ccedil;&atilde;o dos pacientes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; idade, verificou-se o predom&iacute;nio dos traumas entre 7 e 29 anos, tendo o pico de preval&ecirc;ncia entre 13 e 19 anos (32,7%), seguida das faixas et&aacute;rias de 7-12 anos (24,6%) e 20-29 anos (23,7%). Em rela&ccedil;&atilde;o ao sexo dos pacientes, o masculino foi o mais acometido representando 74,6% dos casos (rela&ccedil;&atilde;o 3:1).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os acidentes envolvendo bicicletas foram a causa mais frequente, aparecendo em 23,3% dos casos, seguidos pela queda da pr&oacute;pria altura (15,2%) e agress&otilde;es (15,2%), pelos acidentes automobil&iacute;sticos (14,2%) e colis&otilde;es com objetos (13,3%) (<a href="#fig01">Figura 1</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os tipos de trauma que predominaram foram a avuls&atilde;o (17,2%) e a fratura coron&aacute;ria n&atilde;o complicada (17,2%) (<a href="#fig02">Figura 2</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> De um total de 793 dentes traumatizados, os incisivos centrais superiores direito (29,2%) e esquerdo (27,4%) foram os mais acometidos, seguidos dos incisivos laterais superiores esquerdo (8,9%) e direito (8,1%) (<a href="#fig03">Figura 3</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na an&aacute;lise do percentual de pacientes em rela&ccedil;&atilde;o aos dentes traumatizados, constatou-se que 69,1% dos pacientes tiveram o incisivo central superior direito traumatizado, 64,9% o incisivo central superior esquerdo foi acometido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando foi estudada a rela&ccedil;&atilde;o entre faixa et&aacute;ria e causa dos traumatismos, constatou-se que em crian&ccedil;as e adolescentes (7-19 anos) o predom&iacute;nio foi acidentes </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">envolvendo bicicletas e na fase adulta os acidentes automobil&iacute;sticos apareceram com maior frequ&ecirc;ncia. N&atilde;o foi realizado teste estat&iacute;stico neste caso, pois os valores obtidos na tabela de dupla entrada n&atilde;o permitiram sua realiza&ccedil;&atilde;o (<a href="#fig04">Figura 4</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na an&aacute;lise da rela&ccedil;&atilde;o entre o sexo dos pacientes e a causa dos traumatismos verificou-se que a causa &eacute; dependente do sexo com uma signific&acirc;ncia de p&lt;0,01.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rgo/v59n4/a02fig01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rgo/v59n4/a02fig02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rgo/v59n4/a02fig03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rgo/v59n4/a02fig04.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A literatura estudada evidenciou diferentes padr&otilde;es para classifica&ccedil;&atilde;o dos traumatismos de acordo com faixa et&aacute;ria<sup>10,12,16, 18</sup>. Para classifica&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel, neste estudo, foram separados os dados de pacientes com denti&ccedil;&atilde;o mista, na faixa de 7 a 12 anos, dos demais, separadas por d&eacute;cadas de vida. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mesmo com a diverg&ecirc;ncia de classifica&ccedil;&atilde;o, percebeu-se uma semelhan&ccedil;a na distribui&ccedil;&atilde;o deste indicador com estudos de Prokopowitsch et al.<sup>10</sup>, Zuhal et al.<sup>18</sup> e Siviero et al.<sup>19</sup>, os quais tamb&eacute;m citaram que a faixa dos 13 aos 19 anos foi a mais atingida. J&aacute; Menezes et al.<sup>8</sup>, observaram que a fase adulta foi mais acometida e Rezende et al.<sup>13</sup> demonstraram maior frequ&ecirc;ncia de traumas na denti&ccedil;&atilde;o dec&iacute;dua. &Eacute; importante destacar que no Servi&ccedil;o onde a presente pesquisa foi realizada n&atilde;o s&atilde;o atendidos traumas &agrave; denti&ccedil;&atilde;o dec&iacute;dua, o que pode justificar sua frequ&ecirc;ncia praticamente nula. Constatou-se que o sexo masculino foi o mais acometido, &agrave; semelhan&ccedil;a da maioria dos autores estudados<sup>5-7,10-12,15,17,19-25</sup>. Isto pode ser justificado porque, provavelmente, os meninos s&atilde;o mais ativos e participam de brincadeiras e esportes mais agressivos, al&eacute;m disso, os adultos masculinos est&atilde;o mais propensos &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas, envolvimento em brigas e acidentes automobil&iacute;sticos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando foi estudada a causa dos traumatismos, constatou-se uma frequ&ecirc;ncia grande de acidentes automobil&iacute;sticos e agress&otilde;es como fatores etiol&oacute;gicos </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">dos traumatismos, e ao relacionar sexo com causa, houve evid&ecirc;ncias estatisticamente significativas da depend&ecirc;ncia entre as duas vari&aacute;veis (p&lt;0,01).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os acidentes envolvendo bicicletas foram os respons&aacute;veis pelos maiores &iacute;ndices de traumatismos dento-alveolares, encontrados nesta pesquisa, similar aos achados de Hecova et al.<sup>24</sup> , seguidos das quedas e agress&otilde;es. O uso de bicicletas &eacute; muito comum na cidade de Pelotas e regi&atilde;o, como meio de transporte devido ao baixo custo e ao relevo plano que favorece sua utiliza&ccedil;&atilde;o, no entanto esta n&atilde;o &eacute; uma causa de traumatismo t&atilde;o frequente em estudos realizados em outras regi&otilde;es ou pa&iacute;ses. As quedas e as colis&otilde;es com pessoas e objetos foram as causas mais comuns para Rajab<sup>4</sup>, Soriano et al.<sup>5</sup>, Traebert et al.<sup>11</sup>, Zuhal et al.<sup>18</sup> e Sandalli et al.<sup>21</sup>. J&aacute; Prokopowitsch et al.<sup>10</sup>relataram os acidentes dentro de casa como os mais frequentes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na rela&ccedil;&atilde;o entre causa e faixa et&aacute;ria, observou-se que para crian&ccedil;as e adolescentes os acidentes com bicicletas foram mais frequentes, j&aacute; para os adultos os acidentes automobil&iacute;sticos destacaram-se.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Um fator que dificultou a compara&ccedil;&atilde;o entre outros estudos epidemiol&oacute;gicos foi a grande diverg&ecirc;ncia de classifica&ccedil;&atilde;o encontrada ao avaliar diversas vari&aacute;veis. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; causa, a maioria dos autores n&atilde;o especifica, por exemplo, o tipo de queda. Tamb&eacute;m em alguns trabalhos os acidentes de bicicletas s&atilde;o considerados como quedas, em outros como acidentes automobil&iacute;sticos ou ainda como acidentes esportivos. Fatos como estes dificultam as compara&ccedil;&otilde;es de resultados em estudos cient&iacute;ficos e demonstram a necessidade de melhor definir os crit&eacute;rios de classifica&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Sugere-se a realiza&ccedil;&atilde;o de investiga&ccedil;&otilde;es futuras sobre crit&eacute;rios para classifica&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis comumente utilizadas em estudos epidemiol&oacute;gicos, na tentativa de padronizar as mesmas e possibilitar a compara&ccedil;&atilde;o entre estudos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao avaliar os tipos de trauma, constatou-se que a avuls&atilde;o dent&aacute;ria e a fratura coron&aacute;ria n&atilde;o-complicada foram os mais frequentes, e que estes resultados s&atilde;o similares aos de v&aacute;rios autores<sup>4,8,10,13,15,18,24</sup>. No entanto Al-Khateeb et al.<sup>3</sup>, Soriano et al.<sup>5</sup>, Traebert et al.<sup>6</sup>, Traebert et al.<sup>11</sup>, Kargul et al.<sup>12</sup> e Sandalli et al.<sup>21</sup>, apontaram as trincas de esmalte como o trauma mais comum em seus estudos. No presente trabalho n&atilde;o foi considerada a presen&ccedil;a das trincas, pois &eacute; invi&aacute;vel definir se estas aparecem como consequ&ecirc;ncia dos traumas ou se j&aacute; existiam previamente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os incisivos centrais superiores foram os dentes mais atingidos, semelhante aos relatos de Rajab<sup>4</sup>, Saroglu &amp; Sonmez<sup>15</sup>, Siviero et al.<sup>19</sup>, Rocha &amp; Cardoso<sup>20</sup>, Sandali et al.<sup>21</sup> e Ravishankar et al.<sup>25</sup>. Isto provavelmente ocorreu por que estes dentes ocupam a posi&ccedil;&atilde;o mais anterior na cavidade bucal1, e, al&eacute;m disso, na faixa et&aacute;ria de denti&ccedil;&atilde;o mista encontram-se bastante projetados, sendo assim, sujeitos a qualquer tipo de trauma que ocorra na face. Alguns autores ainda consideram a presen&ccedil;a de sobreposi&ccedil;&atilde;o maior que 5mm um fator predisponente a ocorr&ecirc;ncia de traumas<sup>3,17</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; importante tamb&eacute;m evidenciar que a metodologia empregada na obten&ccedil;&atilde;o dos dados pode resultar em diferen&ccedil;as importantes quando se comparam resultados de estudos cient&iacute;ficos. Al-Khateeb et al.<sup>3</sup>, Soriano et al.<sup>5</sup>, Traebert et al.6, Vasconcelos et al.<sup>7</sup>, Traebert et al.<sup>11</sup>, Skaare &amp; Jacobsen16 e Ravishankar et al.<sup>25</sup> realizaram seus estudos com amostra de escolares, na forma de question&aacute;rios e entrevistas, nos quais muitos pacientes n&atilde;o tinham sofrido traumatismos. J&aacute;, os demais autores estudados, &agrave; semelhan&ccedil;a desta pesquisa, utilizaram como a amostra Servi&ccedil;os de Refer&ecirc;ncia no atendimento de trauma onde todos os pacientes inclu&iacute;dos j&aacute; haviam sofrido algum tipo de traumatismo dento-alveolar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Servi&ccedil;o avaliado nesta pesquisa responde por uma grande parcela dos atendimentos aos traumatismos na regi&atilde;o, no entanto muitos pacientes s&atilde;o atendidos em cl&iacute;nicas, consult&oacute;rios privados ou ainda, n&atilde;o procuram atendimento ap&oacute;s o trauma. Ainda assim, &eacute; poss&iacute;vel afirmar que este estudo identifica dados importantes dos traumas alv&eacute;olo-dent&aacute;rios em dentes permanentes, os quais contribuir&atilde;o para identificar o perfil do usu&aacute;rio de um Servi&ccedil;o importante para a regi&atilde;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ainda assim, destaca-se a import&acirc;ncia dos estudos epidemiol&oacute;gicos em planejar e avaliar as a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de coletiva local, regional ou central, com o objetivo de informar as condi&ccedil;&otilde;es atuais de sa&uacute;de bucal e as necessidades de tratamento das comunidades e popula&ccedil;&otilde;es, bem como para uma base t&eacute;cnico-cient&iacute;fica na defini&ccedil;&atilde;o das prioridades regionais e pol&iacute;ticas de sa&uacute;de para o pa&iacute;s22. Pesquisas peri&oacute;dicas para avaliar as mudan&ccedil;as epidemiol&oacute;gicas de uma determinada popula&ccedil;&atilde;o s&atilde;o importantes para que se possa conhecer e instituir medidas preventivas adequadas23. Neste estudo, muitas caracter&iacute;sticas do Servi&ccedil;o foram identificadas e permitir&atilde;o melhorar o atendimento dos pacientes e qualificar a forma&ccedil;&atilde;o do acad&ecirc;mico de Odontologia, deixando-o</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">capacitado a lidar com v&aacute;rias caracter&iacute;sticas do trauma que s&atilde;o frequentes n&atilde;o s&oacute; nesta popula&ccedil;&atilde;o como em v&aacute;rios outros locais no mundo<sup>4,8,10,13,15,19-21,25</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A distribui&ccedil;&atilde;o dos traumatismos aos dentes permanentes atendidos na Faculdade de Odontologia de Pelotas &eacute; muito similar a maioria dos estudos publicados no mundo inteiro. O perfil do paciente atendido &eacute; de um jovem entre 13 e 19 anos de idade, do sexo masculino, sendo os acidentes com bicicletas os principais agentes causais. Os tipos de traumas mais frequentes nesses pacientes s&atilde;o a avuls&atilde;o e a fratura coron&aacute;ria n&atilde;o-complicada acometendo principalmente os incisivos centrais superiores.</font></p>     <p>&nbsp;</p>  <font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Colaboradores</b> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CB XAVIER orientou a pesquisa e participou da reda&ccedil;&atilde;o do artigo. GD FARIA foi respons&aacute;vel pela elabora&ccedil;&atilde;o do projeto, an&aacute;lise dos dados e reda&ccedil;&atilde;o do artigo. BF VOGT foi respons&aacute;vel pela revis&atilde;o de literatura, an&aacute;lise dos dados e reda&ccedil;&atilde;o do artigo. KF COLLARES e R DICKEL foram respons&aacute;veis pela coleta e digita&ccedil;&atilde;o dos dados e reda&ccedil;&atilde;o do artigo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>  <font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b> </font></p>      <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Marcenes W, Al Beiruti N, Tayfour,D, Issa S. Epidemiology of traumatic injuries to the permanent incisors of 9-12 years-old schoolchildren in Damascos, Syria. Endod Dent Traumatol. 1999;15(3):117-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=222747&pid=S1981-8637201100030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Poi WR, Pignatta LMB, Ricieri CB, Panzarini SR, Sonoda CK. Tratamento de urg&ecirc;ncia em traumatismo dento-alveolar. RGO - Rev Ga&uacute;cha Odontol. 2005;53(3):181-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Al-Khateeb S, Al-Nimri K, Alhalja EA. Factors affecting coronal fracture of anterior teeth in North Jordanian children. Dent Traumatol. 2005;21(1):26-8.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Rajab LD. Traumatic dental injuries in children presenting for tratament, at the Departament of Pediatric Dentistry, Faculty of Dentistry, University of Jordan, 1997-2000. Dent Traumatol. 2003;19(1):6-11. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Soriano EP, Cladas Jr AF, Diniz de Carvalho MV, Amorin Filho HAA. Prevalence and risk factors related to traumatic dental injuries in Brasilian schoolchildren. Dent Traumatol. 2007;23(4):232-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Traebert A, Almeida ICS, Garghetti C, Marcenes W. Preval&ecirc;ncia, necessidade de tratamento e fatores predisponentes do traumatismo na denti&ccedil;&atilde;o permanente de escolares de 11 a 13 anos de idade. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2004;20(2):403-10. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Vasconcellos RJH, Oliveira DM, Porto GG, Silvestre H, Silva E. Ocorr&ecirc;ncia de traumatismo dental em escolares de uma escola p&uacute;blica da cidade de Recife. Rev Cir Traum Buc Max Fac. 2003;3(4):10-2. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Menezes MM, Yui KCK, Ara&uacute;jo MAM, Valera MC. Preval&ecirc;ncia de traumatismos maxilo-faciais e dentais em pacientes atendidos no pronto-socorro municipal de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos/ SP. Rev Odont Cienc. 2007;22(57):210-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Caldas Jr AF, Burgos MEA. A retrospective study of traumatic dental injuries in a Brazilin dental traumatic clinic. Dent Traumatol. 2001;17(6):250-3. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Prokopowitsch I, Moura AAM, Davidovickz H. Fatores etiol&oacute;gicos e predisposi&ccedil;&atilde;o dos traumatismos dentais em pacientes tratados na cl&iacute;nica endodontica da Faculdade de Odontologia da Universidade de S&atilde;o Paulo. RPG Rev Pos Grad. 1995;2(2):87-94. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Traebert J, Peres MA, Blank V, B&ouml;ell RS, Pletruza JA. Prevalence of traumatic injuriy and associated factirs among 12-year-ols school children in Florian&oacute;polis, Brazil. Dent Traumatol. 2003;19(1):15-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Kargul B, &Ccedil;aglar E, Ilknur T. Dental trauma in Turkish children, Istambul. Dent Traumatol. 2003;19(2):72-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Rezende FMC, Gaujac C, Rocha AC, Peres MPSM. A prospective study of dentoalveolar trauma at the Hospital das Cl&iacute;nicas, S&atilde;o Palo University Medical School. Clinics. 2007;62(2):133-8. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Capelozza ALA, Veltrini VC, Freitas CVJ. Preval&ecirc;ncia de traumas em dentes anteriores num servi&ccedil;o de urg&ecirc;ncias odontol&oacute;gicas. Salusvita. 1999;18(1):17-26.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Saroglu I, Sonmez H. The prevalence of traumatic injuries treated in the pedodontic clinic of Ankara University, Turkey, during 18 months. Dent Traumatol. 2002;18(6):299-303.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Skaare AB, Jacobsen I. Dental injuries in Norwegians aged 7-18 years. Dent Traumatol. 2003;19(2):67-71.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 17. Andreasen JO, Andreasen FM. Classifica&ccedil;&atilde;o, etiologia e epidemiologia. In: Andreasen JO, Andreasen FM. Texto e atlas colorido de traumatismo dental. 6&ordf; ed. Porto Alegre: Artmed; 2001. p. 151-80.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 18. Zuhal K, Semra OEM, H&uuml;seyin K. Traumatic injuries of the permanent incisors in children in southern Turkey: a retrospective study. Dent Traumatol. 2005;21(1):20-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Siviero AC, Westphalen VPD, Deon&iacute;zio MDA, Fariniuk LF, Silva Neto UX, Sousa MH, et al. Preval&ecirc;ncia de avuls&otilde;es dent&aacute;rias no Pronto-Socorro Odontol&oacute;gico do Hospital Cauru, Curitiba, PR, Brasil. Rev de Clin Pesq Odontol. 2005;1(3):49-51.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 20. Rocha MJC, Cardoso M. Traumatized permanent teeth in Brasilian children assisted at the Federal University of Santa Catarina. Dent Traumatol. 2001;17:245-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Sandalli N, Cildir S, Guler N. Clinical investigation of traumatic injuries in Yeditepe University, Turkey during the last 3 years. Dent Traumatol. 2005;21(4):188-94.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 22. Rouquaryol MZ. Epidemiologia e sa&uacute;de. 4&ordf; ed. Rio de Janeiro: Medsi; 1994</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 23. Silva RS, Roveda O, Rosa TF, Torriani MA. Fraturas mandibulares na cidade de Pelotas/RS. RGO - Rev Ga&uacute;cha Odontol. 2009;57(3):329-34.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 24. Hecova H, Tzigkounakis V, Merglova V, Netolicky J. A retrospective study of 889 injured permanent teeth. Dent Traumatol. 2010;26(6):466-75. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Ravishankar TL, Kumar MA, Ramesh N, Chaitra TR. Prevalence of traumatic dental injuries to permanent incisors among 12-yearold school children in Davangere, South India. Chin J Dent Res. 2010;13(1):57-60.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n1/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CB XAVIER    <br>   Universidade Federal de Pelotas,    <br> Faculdade de Odontologia,     <br>Departamento de Cirurgia,     <br>Traumatologia e Pr&oacute;tese Buco-Maxilo-Faciais.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Rua Gomes Carneiro, 1,    <br>   Centro, 96010-610, Pelotas, RS, Brasil. </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:cristinabxavier@gmail.com" target="_blank">cristinabxavier@gmail.com</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 22/1/2010    <br> Aceito: 11/5/2010</b></font></p>       <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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