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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de mordida cruzada anterior e posterior em estudantes de 13 a 17 anos de idade da rede pública municipal de Campina Grande (PB)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prevalence of anterior and posterior crossbite in 13-17-year-old schoolchildren attending municipal public schools in the city of Campina Grande (PB)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[INTRODUCTION AND OBJECTIVE: This cross-sectional study determined the prevalence of anterior and posterior crossbite in 13-17-year-old schoolchildren. MATERIAL AND METHODS: The probabilistic sample comprised the examination of 434 schoolchildren aged 13 to 17 years attending 12 teaching institutions in the city of Campina Grande, PB, Brazil. Two calibrated researchers (Kappa = 0.88) collected data referring to gender, age, education level, family income and type of crossbite (anterior and posterior). Data were presented through absolute and percent frequencies. The inferential analysis used the chi-square test with a significance level of 5%. RESULTS: Most students were attending elementary schools (85.3%), were aged 13 years (41.0%) and had a family income of 1 or less than 1 minimum wage (50.7%). Crossbite was observed in 28.1% of the students, with no statistically significant difference between genders (P = 0.445). Regarding the distribution according to the age, the highest crossbite frequency was verified among 13-year-old schoolchildren (39.3%), followed by 14-year-old (32.0%). There was no statistically significant difference between age and the presence of crossbite (P = 0.949). Regarding the type of crossbite, 45.9% presented unilateral posterior crossbite, while 34.4% presented anterior crossbite, with no statistically significant difference between genders (P = 0.360). CONCLUSION: There was high prevalence of crossbite, with predominance of unilateral posterior crossbite.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL DE PESQUISA </b>ORIGINAL RESEARCH ARTICLE</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b><a name="tx"></a>Preval&ecirc;ncia de mordida cruzada anterior e posterior em estudantes de 13 a 17 anos de idade da rede p&uacute;blica municipal de Campina Grande (PB)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Prevalence of anterior and posterior crossbite in 13&#45;17&#45;year&#45;old schoolchildren attending municipal public schools in the city of Campina Grande (PB)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Jalber Almeida dos Santos<SUP>I</SUP>; Alessandro Leite Cavalcanti<SUP>I</SUP>; Dmitry Jos&eacute; de Santana Sarmento<SUP>II</SUP>; Yeska Paola Costa Aguiar<SUP>I</SUP></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Departamento de Odontologia, Universidade Estadual da Para&iacute;ba &#150; Campina Grande &#150; PB &#150; Brasil    <br>   <SUP>II</SUP>Odontologia pr&aacute;tica privada &#150; Campina Grande &#150; PB &#150; Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a href="#nt">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O E OBJETIVO:</b> Este estudo transversal determinou a preval&ecirc;ncia de mordida cruzada anterior e posterior em escolares com idade entre 13 e 17 anos.     <br>   <b> MATERIAL E M&Eacute;TODOS:</b> A amostra do tipo probabil&iacute;stica compreendeu o exame de 434 escolares de 13 a 17 anos de idade, matriculados em 12 institui&ccedil;&otilde;es de ensino. Dois pesquisadores calibrados (Kappa = 0,88) realizaram a coleta de dados. Foram registradas informa&ccedil;&otilde;es relativas a sexo, idade, escolaridade, renda familiar e tipo de mordida cruzada (anterior e posterior). Os dados foram apresentados por meio das frequ&ecirc;ncias absolutas e percentuais. A an&aacute;lise inferencial utilizou o teste do qui&#45;quadrado, sendo adotado o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%.    <br>   <b> RESULTADOS:</b> A maioria cursava o ensino fundamental (85,3%), possu&iacute;a 13 anos de idade (41,0%) e renda familiar menor ou igual a um sal&aacute;rio m&iacute;nimo (50,7%). A mordida cruzada foi observada em 28,1% dos estudantes, e n&atilde;o se verificou diferen&ccedil;a entre os sexos (P = 0,445). Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o segundo a idade, houve maior frequ&ecirc;ncia de mordida cruzada nos escolares de 13 anos (39,3%), seguidos dos de 14 anos (32,0%). N&atilde;o se encontrou diferen&ccedil;a estatisticamente significante entre a idade e a presen&ccedil;a de mordida cruzada (P = 0,949). Com rela&ccedil;&atilde;o ao tipo desta, 45,9% possu&iacute;am mordida cruzada posterior unilateral, enquanto 34,4% apresentavam mordida cruzada anterior, n&atilde;o existindo diferen&ccedil;a entre os sexos (P = 0,360). <b>    <br>   CONCLUS&Atilde;O:</b> Averiguou&#45;se elevada preval&ecirc;ncia de mordida cruzada, predominando a mordida cruzada posterior unilateral.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras&#45;chave:</b> epidemiologia; maloclus&otilde;es; adolescentes.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>INTRODUCTION AND OBJECTIVE:</b> This cross&#45;sectional study determined the prevalence of anterior and posterior crossbite in 13&#45;17&#45;year&#45;old schoolchildren.     <br>   <b> MATERIAL AND METHODS:</b> The probabilistic sample comprised the examination of 434 schoolchildren aged 13 to 17 years attending 12 teaching institutions in the city of Campina Grande, PB, Brazil. Two calibrated researchers (Kappa = 0.88) collected data referring to gender, age, education level, family income and type of crossbite (anterior and posterior). Data were presented through absolute and percent frequencies. The inferential analysis used the chi&#45;square test with a significance level of 5%.     <br>   <b> RESULTS: </b>Most students were attending elementary schools (85.3%), were aged 13 years (41.0%) and had a family income of 1 or less than 1 minimum wage (50.7%). Crossbite was observed in 28.1% of the students, with no statistically significant difference between genders (P = 0.445). Regarding the distribution according to the age, the highest crossbite frequency was verified among 13&#45;year&#45;old schoolchildren (39.3%), followed by 14&#45;year&#45;old (32.0%). There was no statistically significant difference between age and the presence of crossbite (P = 0.949). Regarding the type of crossbite, 45.9% presented unilateral posterior crossbite, while 34.4% presented anterior crossbite, with no statistically significant difference between genders (P = 0.360).     <br>   <b> CONCLUSION:</b> There was high prevalence of crossbite, with predominance of unilateral posterior crossbite.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> epidemiology; malocclusion; adolescent.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com a significativa redu&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie dent&aacute;ria em crian&ccedil;as e adolescentes nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, maior aten&ccedil;&atilde;o foi direcionada a outros problemas bucais, como as maloclus&otilde;es, tornando importante a clara defini&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios de diagn&oacute;stico a fim de facilitar o planejamento das a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o e de assist&ecirc;ncia &#91;16&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As altera&ccedil;&otilde;es oclusais ou oclusopatias constituem anomalias de crescimento e desenvolvimento e atingem tanto os m&uacute;sculos como os ossos maxilares. Podem ocasionar problemas est&eacute;ticos nos dentes e/ou na face, altera&ccedil;&otilde;es funcionais na oclus&atilde;o, mastiga&ccedil;&atilde;o e fona&ccedil;&atilde;o &#91;21&#93;. Entre as altera&ccedil;&otilde;es est&atilde;o a mordida aberta, a mordida cruzada, a sobremordida e a sobressali&ecirc;ncia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A mordida cruzada &eacute; a incapacidade dos arcos superior e inferior de ocluir normalmente em uma rela&ccedil;&atilde;o lateral e pode ser decorrente de problemas de posicionamento dent&aacute;rio, de crescimento alveolar ou de uma grave desarmonia entre a maxila e a mand&iacute;bula &#91;15&#93;. A mordida cruzada posterior &eacute; definida como uma rela&ccedil;&atilde;o anormal de um dente ou grupos de dentes no arco maxilar, mandibular ou em ambos, quando em oclus&atilde;o c&ecirc;ntrica &#91;11&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os fatores etiol&oacute;gicos se encontram altera&ccedil;&otilde;es das bases &oacute;sseas, musculares, dent&aacute;rias, traumatismos, perda precoce de dentes dec&iacute;duos, h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o e postura. As mordidas cruzadas podem ser classificadas em a) dent&aacute;rias: aquelas causadas por uma inclina&ccedil;&atilde;o axial lingual de um ou mais dentes superiores; b) musculares ou funcionais: originadas por uma adapta&ccedil;&atilde;o funcional &agrave;s interfer&ecirc;ncias dent&aacute;rias; c) &oacute;sseas: decorrentes de altera&ccedil;&otilde;es no crescimento &oacute;sseo, isto &eacute;, crescimento assim&eacute;trico da maxila ou mand&iacute;bula, ou uma rela&ccedil;&atilde;o anormal entre ambas &#91;15&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">V&aacute;rios estudos epidemiol&oacute;gicos t&ecirc;m sido realizados com o intuito de avaliar a ocorr&ecirc;ncia da mordida cruzada nas denti&ccedil;&otilde;es mista e permanente. No que concerne &agrave; mordida cruzada anterior, estudos brasileiros demonstram que a preval&ecirc;ncia varia de 3,3% &#91;13&#93; a 18,5% &#91;19&#93;. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mordida cruzada posterior, na Litu&acirc;nia, por exemplo, a preval&ecirc;ncia encontrada foi de 8,8% &#91;21&#93;, na Turquia de 9,5% &#91;9&#93;, na Hungria de 11,6% &#91;8&#93;, na Su&eacute;cia de 16,6% &#91;10&#93; e no Kuwait de 25,2% &#91;3&#93;. No Brasil a ocorr&ecirc;ncia varia de 3,0% &#91;1&#93; a 13,1% &#91;12&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse contexto, motivado pela usual escassez de recursos financeiros e pela conota&ccedil;&atilde;o predominantemente est&eacute;tica conferida &agrave;s maloclus&otilde;es, o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) n&atilde;o tem desenvolvido a&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e/ou ao tratamento das maloclus&otilde;es; ele tem priorizado a atua&ccedil;&atilde;o preventiva e terap&ecirc;utica contra as manifesta&ccedil;&otilde;es da c&aacute;rie, por esta ser a doen&ccedil;a bucal mais comum. Assim, levando&#45;se em considera&ccedil;&atilde;o que uma parcela significativa da popula&ccedil;&atilde;o brasileira tem acesso a servi&ccedil;os de sa&uacute;de exclusivamente por meio do SUS, sup&otilde;e&#45;se que h&aacute; um grande contingente de pessoas portadoras de maloclus&otilde;es e altera&ccedil;&otilde;es funcionais desprovidas de a&ccedil;&otilde;es preventivas e de tratamento &#91;22&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante do exposto, o objetivo deste estudo foi determinar a preval&ecirc;ncia de mordida cruzada anterior e posterior em escolares com idade entre 13 e 17 anos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Material e m&eacute;todos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo caracterizou&#45;se como epidemiol&oacute;gico e transversal, descritivo&#45;anal&iacute;tico, com m&eacute;todo quantitativo. A t&eacute;cnica de pesquisa foi a observa&ccedil;&atilde;o direta intensiva por meio do exame cl&iacute;nico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em cumprimento &agrave; Resolu&ccedil;&atilde;o n.º 196/96 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de, a pesquisa foi registrada no Sistema Nacional de Informa&ccedil;&atilde;o sobre &Eacute;tica em Pesquisa envolvendo Seres Humanos &#150; Sisnep (CAAE 0158.0.133.0000&#45;07) &#150; e aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Estadual da Para&iacute;ba.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O universo compreendeu um total de 3.810 alunos de 13 a 17 anos, regularmente matriculados nas escolas da rede municipal de ensino de Campina Grande (PB), assim distribu&iacute;dos segundo a idade: 1.237 com 13 anos, 935 com 14 anos, 732 de 15 anos, 496 com 16 anos e 410 de 17 anos. Utilizando&#45;se t&eacute;cnica de amostragem aleat&oacute;ria simples, com n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95% e margem de erro de 5%, obteve&#45;se um n&uacute;mero m&iacute;nimo de 350 estudantes. A este foram acrescentados 20% dos sujeitos, com a finalidade de minimizar poss&iacute;veis perdas. No entanto, ante a aceita&ccedil;&atilde;o dos estudantes em participar da pesquisa, foram examinados 434 escolares. De modo semelhante, procedeu&#45;se &agrave; sele&ccedil;&atilde;o das escolas. Do total de 88 escolas urbanas na rede municipal de ensino foram inclu&iacute;das, aleatoriamente, 12 institui&ccedil;&otilde;es.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os instrumentos de pesquisa compreenderam um formul&aacute;rio (para registro dos dados sociodemogr&aacute;ficos: sexo, idade, escolaridade e renda familiar) e uma ficha cl&iacute;nica. A mordida cruzada posterior foi classificada como ausente ou presente e categorizada em unilateral (envolvimento de um &uacute;nico hemiarco &#150; direito ou esquerdo) e bilateral (envolvimento dos dois hemiarcos &#150; direito e esquerdo).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Previamente &agrave; coleta de dados, os examinadores testaram o instrumento de pesquisa por meio de um estudo piloto, com 10% da amostra, objetivando verificar a exist&ecirc;ncia de erros ou falhas. O grau de concord&acirc;ncia Kappa foi de 0,88.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dois pesquisadores devidamente paramentados de acordo com as normas de controle de infec&ccedil;&atilde;o procederam &agrave; coleta de dados. Os exames foram realizados sob luz natural nas &aacute;reas livres das escolas por interm&eacute;dio de inspe&ccedil;&atilde;o visual com aux&iacute;lio de esp&aacute;tula de madeira e gaze.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram organizados com aux&iacute;lio do <I>software </I>Epi&#45;Info (Centers for Disease Control and Prevention, Atlanta, GA, USA). Para a an&aacute;lise dos dados foram obtidas as frequ&ecirc;ncias absolutas e percentuais (t&eacute;cnicas de estat&iacute;stica descritiva). A an&aacute;lise inferencial utilizou o teste n&atilde;o param&eacute;trico do qui&#45;quadrado, e adotou&#45;se o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Verificou&#45;se homogeneidade da amostra em rela&ccedil;&atilde;o ao g&ecirc;nero, sendo 53,2% para o masculino e 46,8% para o feminino. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; escolaridade, a maioria estava cursando o ensino fundamental (85,3%), possu&iacute;a 13 anos de idade (41,0%) e apresentava renda familiar menor ou igual a um sal&aacute;rio m&iacute;nimo (50,7%) (<a href="#tab01">tabela I</a>).</font></p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rsbo/v7n3/a03tab01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A mordida cruzada foi observada em 122 estudantes (28,1%), e n&atilde;o se verificou diferen&ccedil;a estatisticamente significante entre os sexos (P = 0,445). Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o segundo a idade, a maior frequ&ecirc;ncia de mordida cruzada foi averiguada nos escolares de 13 anos (39,3%), seguidos dos de 14 anos (32,0%). N&atilde;o se encontrou diferen&ccedil;a estatisticamente expressiva entre a idade e a presen&ccedil;a de mordida cruzada (P = 0,949) (<a href="#tab02">tabela II</a>).</font></p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rsbo/v7n3/a03tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com rela&ccedil;&atilde;o ao tipo de mordida cruzada existente, 45,9% possu&iacute;am mordida cruzada posterior unilateral, enquanto 34,4% apresentavam mordida cruzada anterior exclusiva, n&atilde;o existindo diferen&ccedil;a entre os sexos (P = 0,360) (<a href="#tab03">tabela III</a>).</font></p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rsbo/v7n3/a03tab03.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O conhecimento da preval&ecirc;ncia das maloclus&otilde;es consiste em um importante aliado para a identifica&ccedil;&atilde;o dos problemas mais comuns com os quais o ortodontista e o odontopediatra podem deparar na pr&aacute;tica de suas especialidades. O aumento ou a diminui&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia dos transtornos oclusais funciona como term&ocirc;metro para analisar a efici&ecirc;ncia das t&eacute;cnicas preventivas institu&iacute;das, bem como para tra&ccedil;ar novas diretrizes rumo &agrave; resolu&ccedil;&atilde;o dos desafios. A realiza&ccedil;&atilde;o de constantes estudos para abordar esse assunto &eacute; de grande import&acirc;ncia em sa&uacute;de coletiva, uma vez que servem como modelo para a estrutura&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os particulares, governamentais e programas de sa&uacute;de bucal prestados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o &#91;7&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Portanto, estar informado sobre a situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal de diferentes grupos populacionais, por meio de levantamentos epidemiol&oacute;gicos, &eacute; fundamental para o desenvolvimento de propostas de a&ccedil;&otilde;es adequadas &agrave;s suas necessidades e riscos, assim como para a possibilidade de compara&ccedil;&otilde;es que permitam avaliar o impacto dessas a&ccedil;&otilde;es &#91;6&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A renda familiar, verificada por interm&eacute;dio das fichas de matr&iacute;cula, revelou que aproximadamente a metade dos escolares possu&iacute;a m&eacute;dia mensal igual ou inferior a um sal&aacute;rio m&iacute;nimo. Fatores socioambientais est&atilde;o associados a graves maloclus&otilde;es, de modo que podem ser considerados desfavor&aacute;veis para a apar&ecirc;ncia dental, prejudicando a autoestima e as rela&ccedil;&otilde;es interpessoais das crian&ccedil;as e dos adolescentes, reduzindo o seu leque de aspira&ccedil;&otilde;es sociais e oportunidades, com implica&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o relevantes para a elabora&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas bucais &#91;6&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo, a mordida cruzada foi encontrada em 28,1% da amostra, dado consideravelmente superior aos 3,1% indicados por Peres <I>et al</I>. (2002) &#91;16&#93;, aos 11,6% descritos por G&aacute;bris <I>et al</I>. (2006) &#91;8&#93; e aos 14,8% informados por Perillo <I>et al</I>. (2008) &#91;17&#93;. N&atilde;o foi verificada diferen&ccedil;a estatisticamente significante ao associar presen&ccedil;a de mordida cruzada com o sexo e a idade, corroborando estudo pr&eacute;vio &#91;2&#93;. As maiores frequ&ecirc;ncias de mordida cruzada foram observadas nos escolares do sexo masculino e de 13 anos de idade. Notou&#45;se uma redu&ccedil;&atilde;o na frequ&ecirc;ncia dessa oclusopatia com o aumento da idade, por&eacute;m sem diferen&ccedil;a estatisticamente expressiva.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quando analisados os resultados em rela&ccedil;&atilde;o ao tipo de mordida cruzada (anterior, posterior unilateral, posterior bilateral e associa&ccedil;&otilde;es), constata&#45;se nos resultados uma preval&ecirc;ncia maior para o tipo posterior unilateral, corroborando v&aacute;rios estudos pr&eacute;vios &#91;3, 4, 8, 10, 16&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A mordida cruzada unilateral tem influ&ecirc;ncia significativa no desenvolvimento da assimetria facial, e sua principal caracter&iacute;stica &eacute; um maior crescimento da mand&iacute;bula no lado de balanceio, enquanto no lado de trabalho existe um maior crescimento maxilar. Portanto, &eacute; indispens&aacute;vel que haja a corre&ccedil;&atilde;o precoce de problemas funcionais respons&aacute;veis pela mastiga&ccedil;&atilde;o unilateral, com a finalidade de permitir o crescimento e o desenvolvimento normal e, consequentemente, simplificar qualquer necessidade de tratamento futuro &#91;18&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O planejamento das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de sa&uacute;de deve estar pautado no conhecimento das necessidades da popula&ccedil;&atilde;o, correlacionando causas, efeitos e solu&ccedil;&otilde;es poss&iacute;veis dos problemas e dimensionando os recursos dispon&iacute;veis &#91;14&#93;.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Verificou&#45;se que a preval&ecirc;ncia de mordida cruzada na amostra estudada &eacute; elevada, predominando a mordida cruzada posterior unilateral.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Almeida MEC, Vedovello Filho M, Vedovello SAS, Lucatto A, Torrezan AT. Preval&ecirc;ncia de m&aacute; oclus&atilde;o em escolares da rede estadual do munic&iacute;pio de Manaus, AM, Brasil. RGO. 2007;55(4):389&#45;94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278420&pid=S1984-5685201000030000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Andrade JP, Miguel JAM. Preval&ecirc;ncia de mordida cruzada posterior em escolares do Rio de Janeiro. Rev ABO Nac. 1999;7(4):221&#45;5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278422&pid=S1984-5685201000030000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Behbehani F, Artun J, Al&#45;Jame B, Kerosuo H. Prevalence and severity of malocclusion in adolescents Kuwaitis. Med Princ Pract. 2005;14:390&#45;5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278424&pid=S1984-5685201000030000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. Cavalcanti AL, Bezerra PKM, Alencar CRB, Moura C. Preval&ecirc;ncia de maloclus&atilde;o em escolares de 6 a 12 anos de idade em Campina Grande, PB, Brasil. Pesqui Bras Odontoped Cl&iacute;n Integr. 2008;8(1):99&#45;104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278426&pid=S1984-5685201000030000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Fraz&atilde;o P, Narvai PC, Latorre MRDO, Castellanos RA. Are severe occlusal problems more frequent in permanent than deciduous dentition? Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2004;38(2):247&#45;54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278428&pid=S1984-5685201000030000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Fraz&atilde;o P, Narvai PC. Socio&#45;environmental factors associated with dental occlusion in adolescents. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2006;129(6):809&#45;16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278430&pid=S1984-5685201000030000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Freitas MR, Freitas DS, Pinheiro FHS, Freitas KMS. Preval&ecirc;ncia das m&aacute;s oclus&otilde;es em pacientes inscritos para tratamento ortod&ocirc;ntico na Faculdade de Odontologia de Bauru/USP. Rev Fac Odontol Bauru. 2002;10(3):164&#45;9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278432&pid=S1984-5685201000030000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. G&aacute;bris K, M&aacute;rton S, Madl&eacute;na M. Prevalence of malocclusions in Hungarian adolescents. Eur J Orthod. 2006;28(5):467&#45;70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278434&pid=S1984-5685201000030000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. Gelg&ouml;r IE, Karaman AI, Ercan E. Prevalence of malocclusion among adolescents in Central Anatolia. Eur J Dent. 2007;1(3):125&#45;31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278436&pid=S1984-5685201000030000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Josefsson E, Bjerklin K, Lindsten R. Malocclusion frequency in Swedish and immigrant adolescents &#150; influence of origin on orthodontic treatment need. Eur J Orthod. 2007;29(1):79&#45;87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278438&pid=S1984-5685201000030000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11. Kutin G, Hawes RR. Posterior cross&#45;bites in the deciduous and mixed dentitions. Am J Orthod. 1969;56(5):491&#45;504.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278440&pid=S1984-5685201000030000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Lopes LS, Cangussu MCT. Preval&ecirc;ncia e severidade das altera&ccedil;&otilde;es oclusais em escolares de 12 a 15 anos de Salvador &#150; BA, 2004. Rev Ci M&eacute;d Biol. 2005;4(2):105&#45;12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278442&pid=S1984-5685201000030000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13. Marques LS, Barbosa CC, Ramos&#45;Jorge ML, Pordeus IA, Paiva SM. Preval&ecirc;ncia da maloclus&atilde;o e necessidade de tratamento ortod&ocirc;ntico em escolares de 10 a 14 anos de idade em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil: enfoque psicossocial. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2005;21(4):1099&#45;106.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278444&pid=S1984-5685201000030000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. Moura C, Cavalcanti AL. Maloclus&otilde;es, c&aacute;rie dent&aacute;ria e percep&ccedil;&otilde;es de est&eacute;tica e fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria: um estudo de associa&ccedil;&atilde;o. Rev Odonto Ci&ecirc;nc. 2007;22(57):256&#45;62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278446&pid=S1984-5685201000030000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. Moyers RE. Classifica&ccedil;&atilde;o e terminologia da m&aacute;&#45;oclus&atilde;o. In: ______. Ortodontia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1991. p. 156&#45;7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278448&pid=S1984-5685201000030000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16. Peres KG, Traebert ESA, Marcenes A. Diferen&ccedil;as entre autopercep&ccedil;&atilde;o e crit&eacute;rios normativos na identifica&ccedil;&atilde;o das oclusopatias. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2002;36(2):230&#45;6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278450&pid=S1984-5685201000030000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17. Perillo L, Signoriello G, Ferro F, Baccetti T, Masucci C, Apicella D et al. Dental occlusion and body posture in growing subjects. A population&#45;based study in 12&#45;year&#45;old Italian adolescents. Int Dent. 2008;10(6):46&#45;52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278452&pid=S1984-5685201000030000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18. Pizzol KEDC. Influ&ecirc;ncia da mastiga&ccedil;&atilde;o unilateral no desenvolvimento da assimetria facial. Rev Uniara. 2004;15:215&#45;22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278454&pid=S1984-5685201000030000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. Silva Filho OG, Freitas SF, Cavassan AO. Preval&ecirc;ncia de oclus&atilde;o normal e m&aacute; oclus&atilde;o na dentadura mista em escolares da cidade de Bauru (S&atilde;o Paulo). Rev Assoc Paul Cir Dent. 1989;43(6):287&#45;90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278456&pid=S1984-5685201000030000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20. Sidlauskas A, Lopatiene K. The prevalence of malocclusion among 7&#45;15&#45;year&#45;old Lithuanian schoolchildren. Medicina (Kaunas). 2009;45(2):147&#45;52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278458&pid=S1984-5685201000030000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21. Sim&otilde;es WA. Preven&ccedil;&atilde;o de oclusopatias. Ortodontia. 1978;11:117&#45;25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278460&pid=S1984-5685201000030000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">22. Suliano AA, Borba PC, Rodrigues MJ, Caldas J&uacute;nior AF, Santos FAV. Preval&ecirc;ncia de m&aacute;s oclus&otilde;es e altera&ccedil;&otilde;es funcionais entre escolares assistidos pelo Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia em Juazeiro do Norte, Cear&aacute;, Brasil. Rev Dent Press Ortodon Ortop Facial. 2005;10(6):103&#45;10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=278462&pid=S1984-5685201000030000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="nt"></a><a href="#tx"><img src="/img/revistas/rsbo/v7n3/seta.jpg" border="0"></a> Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Alessandro Leite Cavalcanti    <br>   Universidade Estadual da Para&iacute;ba &#150; Departamento de Odontologia    <br>   Avenida das Bara&uacute;nas, s/ n.º &#150; Bodocong&oacute;    <br>   CEP 58109&#45;753 &#150; Campina Grande &#150; PB    <br>   E&#45;mail: <a href="mailto:dralessandro@ibest.com.br">dralessandro@ibest.com.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido em 25/1/2010    <br>   Aceito em 19/3/2010    <br>   Received on January 25, 2010    <br>   Accepted on March 19, 2010</font></p>     ]]></body>
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