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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Hábitos de saúde bucal de portadores de deficiência visual no contexto da saúde coletiva]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The term visual impairment includes the cases of total blindness and low vision. In spite of the dentistry incontestable scientific-technician advance in the last years, it has not been enough to solve the oral problems. Objective: considering the shortage of special materials geared toward this public, this work aims to evaluate the popular knowledge, the perception and the daily attitudes in oral health of visual impairment carriers, aiming to provide information for future strategies in oral health education for this population. Methods: a pre-tested questionnaire was applied in 48 visually impaired, envolving three thematical areas: popular knowledge, perception and everyday practices in impairment carriers' oral health. Results: it was verified that 54% of the study participants were carriers of total blindness and 46% of subnormal vision. The average age of participants was 31.6 years. Regarding the search for oral health, there was an attribution about self-care. The studied population has little knowledge regarding fluoride and the perception of bacterial plaque is reported mainly by the presence of halitosis. Conclusions: the results point to the necessity to establish an education program in oral health in this population, to make possible the process of their qualification and motivation in order to help on the health promotion practices.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Odontologia preventiva.]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>H&aacute;bitos de sa&uacute;de bucal de portadores de defici&ecirc;ncia visual no contexto da sa&uacute;de coletiva</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Oral health attitudes of visually impaired people in collective health context</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Graziela Oro Cericato <sup>I</sup>; Ana Paula Soares Fernandes Lamha<sup> II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup> Mestra em Odontologia em Sa&uacute;de Coletiva pela UFSC. Professora da Escola de Odontologia da Faculdade Meridional, IMED, Passo Fundo - RS, Brasil    <br> <sup>II</sup> Professora Doutora do Departamento de Odontologia do Ceuma das disciplinas de Sa&uacute;de Coletiva, Odontopediatria e Estomatologia, Centro Universit&aacute;rio do Maranh&atilde;o, S&atilde;o Lu&iacute;s - MA, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O termo "defici&ecirc;ncia visual" inclui os casos de cegueira e de baixa vis&atilde;o. Apesar de na odontologia ter ocorrido grandes mudan&ccedil;as t&eacute;cnico-cient&iacute;ficas nos &uacute;ltimos anos, esses avan&ccedil;os n&atilde;o t&ecirc;m sido suficientes para resolver os problemas bucais. Objetivo: em vista da escassez de materiais especiais voltados a esse p&uacute;blico, este trabalho teve como objetivo verificar o conhecimento popular, a percep&ccedil;&atilde;o e as pr&aacute;ticas cotidianas em sa&uacute;de bucal de portadores de defici&ecirc;ncia visual, visando fornecer subs&iacute;dios para futuras estrat&eacute;gias em educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal nesse grupo populacional. M&eacute;todos: um question&aacute;rio pr&eacute;-testado foi aplicado em 48 deficientes visuais, abordando tr&ecirc;s &aacute;reas tem&aacute;ticas: o conhecimento popular, a percep&ccedil;&atilde;o e as pr&aacute;ticas cotidianas em sa&uacute;de bucal dos deficientes visuais. Resultados: verificou-se que 54% dos participantes do estudo eram portadores de cegueira total e 46% de vis&atilde;o subnormal. A idade m&eacute;dia dos participantes foi 31,6 anos. Quanto &agrave; busca pela sa&uacute;de bucal, houve uma atribui&ccedil;&atilde;o acerca do autocuidado. A popula&ccedil;&atilde;o estudada possui pouco conhecimento com rela&ccedil;&atilde;o ao fl&uacute;or e a percep&ccedil;&atilde;o da placa bacteriana &eacute; relatada principalmente pelo mau h&aacute;lito. Conclus&otilde;es: os resultados apontam para a necessidade de instala&ccedil;&atilde;o de um programa de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal na popula&ccedil;&atilde;o estudada, para viabilizar o processo de capacita&ccedil;&atilde;o e motiva&ccedil;&atilde;o desses no sentido de auxiliar para as pr&aacute;ticas de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Odontologia preventiva. Portadores de defici&ecirc;ncia visual. Sa&uacute;de bucal.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The term visual impairment includes the cases of total blindness and low vision. In spite of the dentistry incontestable scientific-technician advance in the last years, it has not been enough to solve the oral problems. Objective: considering the shortage of special materials geared toward this public, this work aims to evaluate the popular knowledge, the perception and the daily attitudes in oral health of visual impairment carriers, aiming to provide information for future strategies in oral health education for this population. Methods: a pre-tested questionnaire was applied in 48 visually impaired, envolving three thematical areas: popular knowledge, perception and everyday practices in impairment carriers' oral health. Results: it was verified that 54% of the study participants were carriers of total blindness and 46% of subnormal vision. The average age of participants was 31.6 years. Regarding the search for oral health, there was an attribution about self-care. The studied population has little knowledge regarding fluoride and the perception of bacterial plaque is reported mainly by the presence of halitosis. Conclusions: the results point to the necessity to establish an education program in oral health in this population, to make possible the process of their qualification and motivation in order to help on the health promotion practices.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords: </B>Oral health. Person. Preventive dentistry. Visually impaired.</font> </p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A defici&ecirc;ncia da vis&atilde;o &eacute; uma limita&ccedil;&atilde;o sensorial que pode atingir uma gravidade capaz de, praticamente, anular a capacidade de ver, abrangendo v&aacute;rios graus de acuidade visual e permitindo diversas classifica&ccedil;&otilde;es<sup>1</sup>. O termo "defici&ecirc;ncia visual" usualmente inclui os casos de cegueira e de baixa vis&atilde;o. Segundo dados do Censo do ano 2000, 34,5 milh&otilde;es de brasileiros possu&iacute;am algum tipo de defici&ecirc;ncia, sendo 16,5 milh&otilde;es de pessoas com defici&ecirc;ncia visual e cerca de 160 mil pessoas cegas, com incapacidade para enxergar<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O indiv&iacute;duo cego, ou com baixa vis&atilde;o, pode passar por dificuldades. Entretanto, com tratamento precoce, atendimento educacional adequado, programas e servi&ccedil;os especializados, a perda da vis&atilde;o n&atilde;o significar&aacute; o fim da vida independente e n&atilde;o amea&ccedil;ar&aacute; a vida plena e produtiva do deficiente visual, uma vez que a linguagem, principal ferramenta do pensamento, est&aacute; preservada<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente, o maior &ocirc;nus da defici&ecirc;ncia recai sobre os segmentos populacionais marginalizados social e economicamente e, em grande parte das vezes, os portadores de defici&ecirc;ncias s&atilde;o percebidos como in&uacute;teis para assumir um papel social, n&atilde;o estando inseridos no mercado de trabalho nem no sistema educacional<sup>3,4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com Tomita et al.<sup>5</sup> ( 2001), &eacute; fato que na odontologia tem ocorrido um desenvolvimento t&eacute;cnico-cient&iacute;fico acentuado, por&eacute;m, isso n&atilde;o tem contribu&iacute;do para uma melhoria significativa e de grande impacto sobre o quadro de sa&uacute;de bucal das popula&ccedil;&otilde;es de pa&iacute;ses de baixo desenvolvimento socioecon&ocirc;mico. No Brasil, a mercantiliza&ccedil;&atilde;o da preven&ccedil;&atilde;o acabou tornando a assist&ecirc;ncia preventiva privil&eacute;gio para poucos. Estima-se que sejam produzidas anualmente cerca de 52 toneladas de dentifr&iacute;cios, vendidas por volta de 75 milh&otilde;es de escovas dentais e consumidos ao redor de um bilh&atilde;o de metros de fio dental. No entanto, em raz&atilde;o das desigualdades sociais e da m&aacute; distribui&ccedil;&atilde;o de renda do pa&iacute;s, 45% da popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o t&ecirc;m acesso &agrave; escova de dente, sendo que, dessa maneira, a mesma camada da sociedade a beneficiar-se dos servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos &eacute; a que consome esses produtos de higiene bucal<sup>6,7</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Diversos trabalhos encontrados na literatura colocam que, apesar das diversas popula&ccedil;&otilde;es atribu&iacute;rem um valor importante para a sa&uacute;de bucal, essa import&acirc;ncia acaba n&atilde;o se refletindo nas pr&aacute;ticas cotidianas pela busca da sa&uacute;de. Segundo os autores, essa diverg&ecirc;ncia &eacute; influenciada pelas cren&ccedil;as populares preestabelecidas<sup>4,8-10</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Para Pinto<sup>11</sup> (1989), v&aacute;rios fatores auxiliam para o surgimento das doen&ccedil;as bucais, como o n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico, as condi&ccedil;&otilde;es culturais, os h&aacute;bitos e as condutas pessoais e coletivas. Por isso, deve-se considerar a realidade vivida pelo indiv&iacute;duo e o modo pelo qual a sa&uacute;de &eacute; pensada e elaborada por este. Assim, na etapa de planejamento de programas educativo-preventivos em sa&uacute;de se devem considerar as diferentes condi&ccedil;&otilde;es de vida e de conhecimento da popula&ccedil;&atilde;o para que se consiga atingir as necessidades do p&uacute;blico-alvo<sup>12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Visto a escassez de materiais espec&iacute;ficos voltados para portadores de defici&ecirc;ncia visual, este estudo busca verificar o conhecimento popular, a percep&ccedil;&atilde;o e as pr&aacute;ticas cotidianas em sa&uacute;de bucal de portadores de defici&ecirc;ncia visual, visando fornecer subs&iacute;dios para futuras estrat&eacute;gias em educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal para essa popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Sujeitos e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo foi previamente submetido &agrave; an&aacute;lise pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com seres humanos da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc), sob protocolo n&ordm; 359/06. Trata-se de um estudo de car&aacute;ter descritivo explorat&oacute;rio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A popula&ccedil;&atilde;o estudada constituiu-se de usu&aacute;rios da Associa&ccedil;&atilde;o Catarinense para Integra&ccedil;&atilde;o do Cego (Acic), localizada em Florian&oacute;polis - SC. A Acic &eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o privada, sem fins lucrativos, de &acirc;mbito estadual. Seu objetivo &eacute; realizar educa&ccedil;&atilde;o, reabilita&ccedil;&atilde;o e profissionaliza&ccedil;&atilde;o de pessoas portadoras de defici&ecirc;ncia visual, atendendo Santa Catarina, outros estados e outros pa&iacute;ses. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para participar do estudo, o sujeito deveria ser portador de defici&ecirc;ncia visual e estar devidamente matriculado na Acic no primeiro semestre de 2007. Assim, a amostra utilizada no estudo &eacute; caracterizada como uma amostra por conveni&ecirc;ncia. Para a sele&ccedil;&atilde;o dos sujeitos participantes da pesquisa, do total de 130 usu&aacute;rios da Acic, foram considerados os sessenta usu&aacute;rios que se faziam presentes no dia da semana (ter&ccedil;a-feira) destinado pela institui&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o do trabalho. Para a sele&ccedil;&atilde;o dos sujeitos, no primeiro dia da pesquisa foi realizada uma reuni&atilde;o com todos os usu&aacute;rios presentes na institui&ccedil;&atilde;o, na qual foi explicada a import&acirc;ncia da realiza&ccedil;&atilde;o do estudo e a metodologia para coleta dos dados. Dos sessenta usu&aacute;rios que se faziam presentes nas ter&ccedil;as-feiras, 48 concordaram em participar do estudo, constituindo, assim, a amostra do presente trabalho. Os deficientes visuais que concordaram em participar do estudo (n = 48) receberam o termo de consentimento livre e esclarecido, que foi adaptado ao tipo de defici&ecirc;ncia visual (braile ou impress&atilde;o ampliada). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para coleta dos dados, foi utilizado um question&aacute;rio (Fig. <a href="#fig01"> 1</a> , <a href="#fig02">2</a> e <a href="#fig03">3</a>), desenvolvido a partir de dados obtidos em estudos anteriores<sup>4,8,13</sup>. O question&aacute;rio possu&iacute;a tr&ecirc;s &aacute;reas tem&aacute;ticas: o conhecimento popular, a percep&ccedil;&atilde;o e as pr&aacute;ticas cotidianas dos deficientes visuais quanto &agrave; sa&uacute;de bucal. Em virtude da caracter&iacute;stica especial da popula&ccedil;&atilde;o em estudo, a aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio foi realizada de maneira individual, sendo as quest&otilde;es e as op&ccedil;&otilde;es de resposta de cada quest&atilde;o lidas, integralmente, pela pesquisadora, que anotava a resposta dada pelo sujeito da pesquisa. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/a03fig01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/a03fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/a03fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados coletados foram tabulados e analisados atrav&eacute;s de estat&iacute;stica descritiva de frequ&ecirc;ncia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os participantes do estudo, 56% eram do g&ecirc;nero masculino e 44%, do g&ecirc;nero feminino, sendo a m&eacute;dia de idade de 31,6 anos. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; defici&ecirc;ncia visual, 54% dos participantes do estudo relataram possuir cegueira total, ao passo que 46% eram portadores de vis&atilde;o subnormal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="#tab01">Tabela 1</a> mostra as respostas sobre os problemas bucais que os participantes do estudo conhecem. De acordo com essa quest&atilde;o, a c&aacute;rie dental foi citada por 68,75% da amostra, seguida de dor de dente (39,58%), problema de canal (25%) e problema de gengiva (25%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/a03tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Nas Figuras <a href="#fig04">4</a> e <a href="#fig05">5</a> foram agrupadas as respostas sobre conhecimento e pr&aacute;ticas relativas &agrave; c&aacute;rie dental. Para a pergunta "o que &eacute; c&aacute;rie?", as respostas dente estragado (31,25%) e bact&eacute;ria (31,25%) foram as mais citadas e, para "o que fazer para n&atilde;o ter c&aacute;rie?", a resposta ter higiene/escovar foi escolhida por 54,17% da amostra. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/a03fig04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/a03fig05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com rela&ccedil;&atilde;o ao uso de fl&uacute;or, cerca de 70% da amostra ou n&atilde;o usa, ou n&atilde;o t&ecirc;m conhecimento acerca desse agente qu&iacute;mico. Dos 30% que relataram fazer uso, 16,67% utilizam solu&ccedil;&otilde;es para bochecho e 6,25% citaram o creme dental. A resposta de uso do fl&uacute;or na &aacute;gua de beber foi obtida por 6,25% da amostra. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Quando questionados sobre a durabilidade dos dentes, 58,33% responderam que os dentes duram a vida toda, ao passo que 41,67% acreditam que n&atilde;o. Os motivos que ocasionam a durabilidade ou n&atilde;o dos dentes est&atilde;o demonstrados na <a href="#tab02">Tabela 2</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/a03tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; import&acirc;ncia da cavidade bucal, os principais fatores citados foram comer (52,08%) e falar (52,08%), seguidos da resposta est&eacute;tica (18,75%). Outros fatores, como bem-estar, sorrir, beijar e sa&uacute;de, foram menos citados, totalizando 14,58% do total. Todos os participantes consideram importante manter os dentes sadios, sendo que os motivos para isso foram evitar mau h&aacute;lito (31,25%), evitar dor e para ter ou melhorar a sa&uacute;de (29,17%), seguidos do fator est&eacute;tica (27,08%). A percep&ccedil;&atilde;o da placa dental por esses sujeitos ocorre predominantemente pelo h&aacute;lito (Fig. <a href="#fig06">6</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig06"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/a03fig06.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Na <a href="#tab03">tabela 3</a> foram agrupadas as respostas relativas a perguntas relacionadas aos h&aacute;bitos de higiene bucal da popula&ccedil;&atilde;o em estudo. De acordo com a tabela, pode-se perceber que a associa&ccedil;&atilde;o entre escova dental e creme dental s&atilde;o os m&eacute;todos predominantes de escolha para realiza&ccedil;&atilde;o da limpeza dos dentes. J&aacute; o fio dental fica em segundo plano, sendo citado por apenas cerca de 20% da amostra. Mais da metade dos entrevistados relatou escovar os dentes mais do que duas vezes por dia (70,83%), n&atilde;o tendo havido um per&iacute;odo espec&iacute;fico escolhido para a realiza&ccedil;&atilde;o dessa escova&ccedil;&atilde;o, ficando os per&iacute;odos pela manh&atilde;, ap&oacute;s o meio dia/almo&ccedil;o e antes de dormir com praticamente o mesmo n&uacute;mero de respostas obtidas. Quanto &agrave; pergunta com quem aprendeu a escovar os dentes, a resposta cirurgi&atilde;o-dentista foi a mais citada (39,58%), seguida por ningu&eacute;m nunca ensinou (33,33%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/a03tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; procura pelo dentista, 35,41% dos entrevistados relataram procurar regularmente a cada seis meses, 33,33% procuram ocasionalmente e 31,26% procuram somente quando acreditam estar com algum problema dental. Mais da metade da amostra (58,33%) procura o atendimento p&uacute;blico, enquanto 22,91% procuram atendimento particular e 18,75% da amostra faz uso de conv&ecirc;nios odontol&oacute;gicos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A maioria dos participantes do estudo (89,58%) considera interessante a institui&ccedil;&atilde;o possuir um cirurgi&atilde;o- dentista para atender os usu&aacute;rios.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os participantes deste estudo s&atilde;o usu&aacute;rios da Acic, que possui v&aacute;rios tipos de servi&ccedil;os prestados aos usu&aacute;rios, no entanto, o servi&ccedil;o odontol&oacute;gico ainda n&atilde;o est&aacute; inserido, sendo que as a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal na institui&ccedil;&atilde;o ficam limitadas &agrave;s a&ccedil;&otilde;es realizadas durante as aulas de atividade da vida di&aacute;ria (AVD) das quais os usu&aacute;rios participam. As aulas de AVD integram um dos programas da institui&ccedil;&atilde;o, no qual se estimula o desenvolvimento das atividades b&aacute;sicas do dia a dia, como escovar os dentes, tomar banho, locomover-se, ler e escrever, entre outras. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este fato se reflete nas respostas obtidas, principalmente no que se refere ao acesso ao dentista, onde houve o predom&iacute;nio da procura pelo atendimento p&uacute;blico, oferecido nos postos de sa&uacute;de. Nesse sentido, a institui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o segue o que &eacute; preconizado por Pinto<sup>11</sup> (1985), Goulart e Vargas<sup>4</sup> (1998), que afirmam que grupos isolados devem receber aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica na pr&oacute;pria institui&ccedil;&atilde;o em que se encontram, pois de outra forma provavelmente n&atilde;o ter&atilde;o acesso a esses servi&ccedil;os. Os pr&oacute;prios usu&aacute;rios parecem perceber essa necessidade quando colocam que acreditam ser interessante a institui&ccedil;&atilde;o possuir um cirurgi&atilde;o-dentista para atender seus usu&aacute;rios. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com os resultados obtidos com rela&ccedil;&atilde;o aos conhecimentos sobre as afec&ccedil;&otilde;es que acometem a boca (<a href="#tab02">Tab. 2</a>), h&aacute; a necessidade de esclarecimento da popula&ccedil;&atilde;o em quest&atilde;o acerca da complexidade do processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a bucal, dando &ecirc;nfase &agrave; possibilidade de interven&ccedil;&atilde;o precoce e de controle dos problemas de sa&uacute;de. Nesse sentido, tem-se o que colocam Bernd et al.<sup>14</sup> (1992) e Narvai<sup>15</sup> (1995), que salientam que a pr&aacute;tica hegem&ocirc;nica odontol&oacute;gica, caracterizada pela &ecirc;nfase curativa e mutiladora, constitui a viv&ecirc;ncia concreta das pessoas com rela&ccedil;&atilde;o aos cuidados em sa&uacute;de e em sa&uacute;de bucal. Isso faz com que praticamente a metade da popula&ccedil;&atilde;o do presente estudo acredite que a perda dos dentes seja uma hist&oacute;ria inevit&aacute;vel ao longo de sua vida. Em contrapartida, Ferreira et al.<sup>16</sup> (2005) colocam que a maioria dos entrevistados naquele estudo expressou uma opini&atilde;o positiva quanto &agrave; possibilidade de manter os dentes saud&aacute;veis por toda a vida, corroborando com achados de Unfer e Saliba8 (2000), que observaram que 64,7% dos participantes acredita na durabilidade dos elementos dentais. Segundo esses autores, tal achado favorece a quebra do estigma de "fatalidade" e perda dos elementos dentais com o passar do tempo, demonstrando que o tema durabilidade dos dentes varia bastante em cada popula&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto aos m&eacute;todos para prevenir a c&aacute;rie dental, houve um percentual significativo de respostas que consideram que o autocuidado pode evitar o aparecimento da doen&ccedil;a. Nesse sentido, evidencia-se o que j&aacute; foi citado em outros trabalhos, no sentido de que o aparecimento das doen&ccedil;as placa-induzidas, como a c&aacute;rie dental e a doen&ccedil;a periodontal, e a busca pela sa&uacute;de parecem ser atribui&ccedil;&atilde;o e responsabilidade apenas do indiv&iacute;duo<sup>8,9,17</sup>. Ainda com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; preven&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie dent&aacute;ria, a utiliza&ccedil;&atilde;o do fl&uacute;or &eacute; reconhecidamente o m&eacute;todo mais recomendado e utilizado pelos profissionais da &aacute;rea odontol&oacute;gica8. Nesse estudo, no entanto, verificou-se o baixo conhecimento da popula&ccedil;&atilde;o acerca do fl&uacute;or, uma vez que a maioria dos entrevistados desconhece a presen&ccedil;a de fl&uacute;or no creme dental e tamb&eacute;m na &aacute;gua de beber. Resultados semelhantes acerca do fl&uacute;or foram encontrados em estudos anteriores realizados em popula&ccedil;&otilde;es n&atilde;o portadoras de defici&ecirc;ncia visual<sup>8,9,16</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No trabalho realizado por Barreira et al.<sup>18</sup> (1997) ficou evidente que a procura pelo cirurgi&atilde;o-dentista ocorre basicamente ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o de problemas bucais, apesar de os entrevistados reconhecerem que esta atitude &eacute; incorreta. No presente estudo, resultados semelhantes foram encontrados, sendo que praticamente 65% da popula&ccedil;&atilde;o estudada relatou procurar o atendimento odontol&oacute;gico ocasionalmente, ou somente quando possui algum problema bucal. Os autores relatam que a falta de periodicidade de visitas ao profissional &eacute; justificada pela prec&aacute;ria condi&ccedil;&atilde;o financeira, pela indisponibilidade de tempo e, al&eacute;m disso, pelas pessoas julgarem apresentar outros problemas de maior necessidade de resolu&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Quanto &agrave; import&acirc;ncia da cavidade bucal e da manuten&ccedil;&atilde;o da boa sa&uacute;de dos dentes, os deficientes visuais associam a cavidade bucal ao seu aspecto funcional, sendo a quest&atilde;o est&eacute;tica menos citada. Constata-se, portanto, que, uma vez possuindo a limita&ccedil;&atilde;o sensorial de n&atilde;o enxergar, o portador de defici&ecirc;ncia visual consegue perceber a import&acirc;ncia da boca e dos dentes para comer e falar. A preocupa&ccedil;&atilde;o com o mau h&aacute;lito e a manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de s&atilde;o os fatores mais citados pelos entrevistados acerca dos motivos para manter os dentes sadios. Esses resultados est&atilde;o de acordo com estudos feitos em crian&ccedil;as e adolescentes deficientes visuais, que tamb&eacute;m citam que esses indiv&iacute;duos consideram importante manter os dentes saud&aacute;veis<sup>4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Grande parte dos entrevistados relatou ter aprendido a t&eacute;cnica de escova&ccedil;&atilde;o que utiliza rotineiramente com o cirurgi&atilde;o-dentista (39,58%). No entanto, 33,33% dos entrevistados relataram que nunca haviam tido esse tipo de aprendizado e somente 16,67% da amostra relatou ter aprendido a t&eacute;cnica de escova&ccedil;&atilde;o que utiliza com os pais (<a href="#tab03">Tab. 3</a>). Em rela&ccedil;&atilde;o a esse fato, temos a coloca&ccedil;&atilde;o de Goulart e Vargas<sup>4</sup> (1998), na qual se deve ter uma considera&ccedil;&atilde;o diferenciada em rela&ccedil;&atilde;o aos pais de portadores de necessidades especiais, uma vez que esses n&atilde;o s&oacute; podem como tamb&eacute;m devem ser grandes aliados no processo de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal desses sujeitos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ainda, no presente estudo constatou-se que a maioria dos indiv&iacute;duos relatou escovar os dentes mais do que duas vezes por dia. No entanto, quanto ao per&iacute;odo de escova&ccedil;&atilde;o escolhido, n&atilde;o foi encontrado um per&iacute;odo espec&iacute;fico de escolha, sendo a escova&ccedil;&atilde;o realizada de manh&atilde;, ao meio dia/ap&oacute;s o almo&ccedil;o e antes de dormir. Resultados semelhantes foram encontrados previamente<sup>9</sup>, onde se acrescenta ainda a coloca&ccedil;&atilde;o de Pomarico et al.<sup>19</sup> (2000) sobre a escova&ccedil;&atilde;o mais importante ser a noturna, pois o fluxo salivar e a capacidade tamp&atilde;o da saliva est&atilde;o reduzidos durante o sono, o que permite que a a&ccedil;&atilde;o das bact&eacute;rias sobre os tecidos dentais e gengivais seja mais facilitada. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">J&aacute; com rela&ccedil;&atilde;o ao uso do fio dental, um baixo percentual de deficientes visuais relatou fazer seu uso. Isso pode ser explicado uma vez que o uso do fio dental, quando adequado, &eacute; trabalhoso e consome tempo superior para realiza&ccedil;&atilde;o da limpeza bucal<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim, fica clara a necessidade de maiores explica&ccedil;&otilde;es sobre t&eacute;cnicas em higiene bucal para portadores de defici&ecirc;ncia visual<sup>4</sup>. &Eacute; importante ressaltar que a maior parte dos entrevistados deste estudo afirmou que a principal maneira com que percebem a placa dental &eacute; o h&aacute;lito, seguido pela l&iacute;ngua. Esse fato confirma a necessidade de utiliza&ccedil;&atilde;o do tato para ensinar o que &eacute; placa bacteriana e como remov&ecirc;- la<sup>4</sup>. Por fim, cita-se a import&acirc;ncia da compreens&atilde;o das habilidades e das limita&ccedil;&otilde;es dos portadores de defici&ecirc;ncia visual, que serve como um auxiliar para a educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal desses sujeitos<sup>20</sup>. Assim, promover um cuidado dental compreensivo para os deficientes visuais n&atilde;o &eacute; s&oacute; recompensador, mas tamb&eacute;m um servi&ccedil;o comunit&aacute;rio que os servi&ccedil;os de sa&uacute;de s&atilde;o obrigados a preencher.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&otilde;es</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As percep&ccedil;&otilde;es acerca da manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal manifestadas pelos deficientes visuais sinalizam para a necessidade de implanta&ccedil;&atilde;o de um programa de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal, sendo necess&aacute;rio motivar os deficientes visuais aos cuidados preventivos para que situa&ccedil;&otilde;es extremas como a perda dent&aacute;ria, tida por muitos como um fato inevit&aacute;vel, seja evitada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na quest&atilde;o de educa&ccedil;&atilde;o dos deficientes visuais em rela&ccedil;&atilde;o aos conhecimentos e pr&aacute;ticas di&aacute;rias com a sa&uacute;de bucal, pode-se perceber a necessidade de desenvolvimento de materiais educativos que visem &agrave; participa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo no processo de ensino- aprendizagem, facilitando com isso a motiva&ccedil;&atilde;o para os cuidados di&aacute;rios com a boca e auxiliando, assim, o processo de inclus&atilde;o social desses indiv&iacute;duos no sentido de desenvolvimento dos princ&iacute;pios de autocuidado e autonomia, melhorando, assim, a qualidade de vida dessa popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Massi I, Machado EV, Garcia N, Lora TDP. Deficiente visual: educa&ccedil;&atilde;o e reabilita&ccedil;&atilde;o. Programa Nacional de Apoio &agrave; Educa&ccedil;&atilde;o dos Deficientes Visuais. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, 2002. 47p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=158774&pid=S1413-4012201200020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">2. Associa&ccedil;&atilde;o Catarinense para Integra&ccedil;&atilde;o do Cego. Dispon&iacute;vel em: http://www.jornalismo.ufsc.br/acic. Acesso em: 12 maio 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3. Golin AF. O trabalhador portador de defici&ecirc;ncia visual: um estudo de caso (disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado). Florian&oacute;polis: Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Engenharia da Produ&ccedil;&atilde;o da UFSC; 2003. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4. Goulart ACF, Vargas, AMD. A percep&ccedil;&atilde;o dos deficientes visuais quanto &agrave; sa&uacute;de bucal.Arq Odontol 1998: 34(2):107-19. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">5. Tomita NE, Pernambuco RA, Lauris JRP, Lopes ES. Educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal para adolescentes: uso de m&eacute;todos participativos. Rev FOB 2001; 9(1/2):63-9.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 6. Petry PC, Victora CG, Santos IS. Adultos livres de c&aacute;ries: estudo de casos e controles sobre conhecimentos, atitudes e pr&aacute;ticas preventivas.Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2000; 16(1): 145-53. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">7. Conselho Federal de Odontologia 2004; 12(59). Dispon&iacute;vel em http://www.cfo.org.br/jornal9/default.htm. Acesso em: 19 mar. 2007. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">8. Unfer B, Saliba O. Avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento popular e pr&aacute;ticas cotidianas em sa&uacute;de bucal. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica 2000; 34(2):190-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">9. Santos PA dos, Rodrigues JA, Garcia PPNS. Conhecimento sobre preven&ccedil;&atilde;o de c&aacute;rie e doen&ccedil;a periodontal e comportamento de higiene bucal de professores do ensino fundamental. Cienc Odontol Bras 2003; 6(1):67-74. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">10. Hedman E, Ringberg C, Gabre P. Knowledge of and attitude to oral health and oral diseases among young adolescents in Sweden. Swed Dent J 2006; 30(4):147-54. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">11. Pinto VG. Relacionamento entre padr&otilde;es de doen&ccedil;a e servi&ccedil;os de aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica. Rev. Sa&uacute;de Publica 1989; 23:509-14.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> 12. Campos JADB, Garcia PPNS. Compara&ccedil;&atilde;o do conhecimento sobre c&aacute;rie dental e higiene bucal entre professores de escolas de ensino fundamental. Cienc Odontol Bras 2004; 7(1):58-65. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">13. Al-Omiri MK, Board J, Al-wahadni AM, Saeed KN. Oral health attitudes, knowledge, and behavior among school children in North Jordan. J DE 2006; 70(2):179-87. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">14. Bernd B, Souza CB, Lopes CB, Pires Filho FM, Lisboa IC, Curra LCD et al. Percep&ccedil;&atilde;o popular sobre sa&uacute;de bucal: o caso das gestantes do Val&atilde;o. Sa&uacute;de Debate 1992; (34):33-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">15. Narvai PC. A pr&aacute;tica hegem&ocirc;nica e os dilemas das outras pr&aacute;ticas. In: Narvai PC. Odontologia e sa&uacute;de bucal coletiva. S&atilde;o Paulo: Hucitec, 1995; p.79-90. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">16. Ferreira JMS, Masooni ACLT, Forte FDS, Sampaio FC. Conhecimento de alunos concluintes de Pedagogia sobre sa&uacute;de bucal. Interface - Comunic., Sa&uacute;de, Educ 2005; 9(17):381-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">17. Moura LFAD, Moura MS de, Toledo AO de. Conhecimentos e pr&aacute;ticas em sa&uacute;de bucal de m&atilde;es que freq&uuml;entaram um programa odontol&oacute;gico de aten&ccedil;&atilde;o materno-infantil. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva 2007; 12(4):1079-86. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">18. Barreira AK, Anjos ACV, Soares CD, Viana DC, Alves AC, Rocha MCB, Siquara da Vidal SMM. Percep&ccedil;&atilde;o dos pais quanto &agrave; sa&uacute;de bucal na cl&iacute;nica de odontopediatria da FOUFBA. Rev Fac Odontol Univ Fed Bahia 1997; 1(16-17):13-20.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 19. Pomarico L, Ramos AR, Pomarico IRS, Tera LFR, Magnanini MMF. Higiene bucal no ambiente escolar &ndash; avalia&ccedil;&atilde;o de professoras. J Bras Odontopediatr Odontol Bebe 2000; 3(14):295-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">20. Nandini NS. New insights into improving the oral health of visually impaired children. J Indian Soc Pedod Prev Dent 2003; 21(4):142-3.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v17n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Ana Paula Soares Fernandes Lamha    <br> Avenida dos Holandeses, 2020, Grand Park    <br> parque das &aacute;guas, edif&iacute;cio Velas, apto 601, Calhau    <br> 65071-380, S&atilde;o Luis - MA</font><font size="2" face="Verdana">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:ana.lamha@ceuma.br" target="_blank">ana.lamha@ceuma.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 11/10/2011<br/> Aceito: 03/05/2012</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
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<source><![CDATA[Deficiente visual: educação e reabilitação. Programa Nacional de Apoio à Educação dos Deficientes Visuais.]]></source>
<year>2002</year>
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