<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0004-5276</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista da Associacao Paulista de Cirurgioes Dentistas]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. Assoc. Paul. Cir. Dent.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0004-5276</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associacão Paulista de Cirurgiões-Dentistas]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0004-52762012000100003</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Associação entre bruxismo infantil e as características oclusais, sono e dor de cabeça]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Association between infantile bruxism and the anteroposterior relationship of the dental arches]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nahás-Scocate]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ana Carla Raphaelli]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Trevisan]]></surname>
<given-names><![CDATA[Shirley]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Junqueira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Tatiana Helena]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fuziy]]></surname>
<given-names><![CDATA[Acácio]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A04"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,UNICID Departamento de Ortodontia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,UNICID Ortodontia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,UNICID Ortodontia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A04">
<institution><![CDATA[,UNICID Ortodontia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<volume>66</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>18</fpage>
<lpage>23</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-52762012000100003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0004-52762012000100003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0004-52762012000100003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo desse estudo foi avaliar a associação entre o bruxismo infantil e a relação de caninos e terminal dos segundos molares decíduos, em fase de dentadura decídua. A amostra foi composta por 937 crianças de ambos os gêneros, na faixa etária dos 2 aos 6 anos de idade, procedentes de seis EMEIs localizadas no bairro Tatuapé, zona leste da cidade de São Paulo. Os dados foram coletados por meio de questionários respondidos pelos pais/responsáveis e exames clínicos realizados em ambiente escolar, para a obtenção das características oclusais no sentido anteroposterior. Mediante os resultados obtidos, a prevalência do hábito parafuncional do bruxismo infantil foi de 29,3% do total da amostra e as prevalências quanto à relação terminal dos segundos molares decíduos, para o lado direito, foram de 15,4% para o Degrau Mesial, 12,5% para o Degrau Distal e 72,1% para o Plano Terminal Reto. Já para a relação de caninos, considerando o lado direito, 49,6% para a Classe 1, 45,5% para a Classe 2, 4,9% para a Classe 3. Os lados direito e esquerdo apresentaram-se semelhantes quantos às características. Não se detectou associação do bruxismo com o tipo de relação de caninos e terminal dos segundos molares decíduos. Contudo, verificou-se que crianças com sono agitado apresentaram 2,4 vezes mais chances de terem bruxismo (P = 0,000) e as crianças com dor de cabeça, 1,6 vezes (P = 0,003).]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to analyse the association between the bruxism and the anteroposterior relationship of the dental arches in complete primary dentition. The sample comprised 937 children of both genders, aged from 2 to 6 years old, who attended municipal preschools in the eastern zone of São Paulo city. The information related to the bruxism was investigated by means of questionnaires filled out by parents/guardians. The occlusal characteristics corresponding to the terminal relationships of the primary second molars and the relationships of the canines were performed by the examiners, in the school environment. According to the results, among the total sample, 29.3% of children had bruxism. Considering the right side, as both sides didn't show statistical difference, 15.4% of children presented mesial step terminal relationship, 12.5% distal step and 72.1% vertical plane. For the canine relationship, 49.6% presented Class 1, 45.5% Class 2, and 4.9% Class 3. The association between bruxism and the anteroposterior relationship of dental arches was not significant. It was verified that children who slept restlessly (OR= 2.4) and suffering from headaches (OR= 1.6) showed more chances of expressing the bruxism.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[má oclusão]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[bruxismo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[epidemiologia]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[malocclusion]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[bruxism]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[epidemiology]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Associa&ccedil;&atilde;o entre bruxismo infantil   e as caracter&iacute;sticas oclusais, sono e dor de cabe&ccedil;a</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Association between infantile bruxism and the anteroposterior relationship of the dental arches</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Ana Carla Raphaelli Nah&aacute;s-Scocate<sup>I</sup>; Shirley Trevisan<sup>II</sup>; Tatiana Helena Junqueira<sup>III</sup>; Ac&aacute;cio Fuziy<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <sup>I</sup>Mestre e Doutora - Professora Associada do Departamento de Ortodontia e professora doutora associada do programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, n&iacute;vel mestrado, em Ortodontia da Universidade Cidade de S&atilde;o Paulo (Unicid) &ndash; Brasil    <br> <sup>II</sup>Cirurgi&atilde;-Dentista, Ortodontista P&oacute;s-graduanda em Ortodontia pela Unicid &ndash; Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>III</sup>Ortodontista - Mestre em Ortodontia pela Unicid - Brasil    <br> <sup>IV</sup>Professor Associado do Departamento de Ortodontia e professor doutor associado do programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, n&iacute;vel mestrado, em Ortodontia da Unicid - Brasil    <br> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Autor para correspond&ecirc;ncia:</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo desse estudo foi avaliar a associa&ccedil;&atilde;o entre o bruxismo infantil e a rela&ccedil;&atilde;o de   caninos e terminal dos segundos molares dec&iacute;duos, em fase de dentadura dec&iacute;dua. A amostra   foi composta por 937 crian&ccedil;as de ambos os g&ecirc;neros, na faixa et&aacute;ria dos 2 aos 6 anos de idade,   procedentes de seis EMEIs localizadas no bairro Tatuap&eacute;, zona leste da cidade de S&atilde;o Paulo. Os   dados foram coletados por meio de question&aacute;rios respondidos pelos pais/respons&aacute;veis e exames   cl&iacute;nicos realizados em ambiente escolar, para a obten&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas oclusais no sentido   anteroposterior. Mediante os resultados obtidos, a preval&ecirc;ncia do h&aacute;bito parafuncional do bruxismo   infantil foi de 29,3% do total da amostra e as preval&ecirc;ncias quanto &agrave; rela&ccedil;&atilde;o terminal dos   segundos molares dec&iacute;duos, para o lado direito, foram de 15,4% para o Degrau Mesial, 12,5%   para o Degrau Distal e 72,1% para o Plano Terminal Reto. J&aacute; para a rela&ccedil;&atilde;o de caninos, considerando   o lado direito, 49,6% para a Classe 1, 45,5% para a Classe 2, 4,9% para a Classe 3. Os   lados direito e esquerdo apresentaram-se semelhantes quantos &agrave;s caracter&iacute;sticas. N&atilde;o se detectou   associa&ccedil;&atilde;o do bruxismo com o tipo de rela&ccedil;&atilde;o de caninos e terminal dos segundos molares   dec&iacute;duos. Contudo, verificou-se que crian&ccedil;as com sono agitado apresentaram 2,4 vezes mais chances de terem bruxismo (P = 0,000) e as crian&ccedil;as com dor de cabe&ccedil;a, 1,6 vezes (P = 0,003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>m&aacute; oclus&atilde;o; bruxismo; epidemiologia.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The aim of this study was to analyse the association between the bruxism and the anteroposterior   relationship of the dental arches in complete primary dentition. The sample comprised   937 children of both genders, aged from 2 to 6 years old, who attended municipal preschools   in the eastern zone of S&atilde;o Paulo city. The information related to the bruxism was investigated   by means of questionnaires filled out by parents/guardians. The occlusal characteristics corresponding   to the terminal relationships of the primary second molars and the relationships   of the canines were performed by the examiners, in the school environment. According to the   results, among the total sample, 29.3% of children had bruxism. Considering the right side, as   both sides didn't show statistical difference, 15.4% of children presented mesial step terminal   relationship, 12.5% distal step and 72.1% vertical plane. For the canine relationship, 49.6%   presented Class 1, 45.5% Class 2, and 4.9% Class 3. The association between bruxism and the   anteroposterior relationship of dental arches was not significant. It was verified that children   who slept restlessly (OR= 2.4) and suffering from headaches (OR= 1.6) showed more chances of expressing the bruxism.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>malocclusion; bruxism; epidemiology.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELEV&Acirc;NCIA CL&Iacute;NICA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo desse estudo foi avaliar a associa&ccedil;&atilde;o entre o bruxismo   infantil e a rela&ccedil;&atilde;o de caninos e terminal dos segundos molares   dec&iacute;duos, em fase de dentadura dec&iacute;dua, no af&atilde; de se verificar   se a oclus&atilde;o no sentido anteroposterior pode ser considerada fator etiol&oacute;gico do h&aacute;bito parafuncional do bruxismo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O bruxismo &eacute; um movimento mandibular involunt&aacute;rio que se   caracteriza pelo apertar ou ranger dos dentes. Ocorre com maior   frequ&ecirc;ncia durante o sono, podendo levar a complica&ccedil;&otilde;es dent&aacute;rias,   orais e/ou faciais<sup>1-6</sup>. Segundo a Academia Americana de   Medicina do Sono<sup>1</sup>, o diagn&oacute;stico do bruxismo deve ser realizado   com base no relat&oacute;rio de ranger ou apertar os dentes em combina&ccedil;&atilde;o   com, pelo menos, um dos seguintes sinais cl&iacute;nicos: desgastes   dent&aacute;rios anormais, sons associados ao bruxismo e desconforto muscular na regi&atilde;o mandibular<sup>1,2</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Classifica-se o bruxismo em:    <br>   &bull; prim&aacute;rio, sem causa m&eacute;dica evidente, sist&ecirc;mica ou psiqui&aacute;trica; e    <br>   &bull; secund&aacute;rio, associado a um transtorno cl&iacute;nico, neurol&oacute;gico   ou psiqui&aacute;trico, relacionado a fatores iatrog&ecirc;nicos (uso   ou retirada de subst&acirc;ncias ou medicamentos) ou a outros   transtornos do sono<sup>7</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O bruxismo do sono se diferencia do bruxismo diurno por   envolver distintos estados de consci&ecirc;ncia, isto &eacute;, sono e vig&iacute;lia,   bem como diferentes estados fisiol&oacute;gicos com diferentes influ&ecirc;ncias   na excitabilidade oral motora. &Eacute; uma atividade inconsciente,   com produ&ccedil;&atilde;o de sons e ocorre quando o individuo est&aacute;  dormindo; por outro lado, o bruxismo diurno &eacute; caracterizado por   uma atividade semi-volunt&aacute;ria da mand&iacute;bula, caracterizada por   um h&aacute;bito ou tique<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A etiologia dessa atividade parafuncional &eacute; bastante diversificada,   podendo ser de origem local, sist&ecirc;mica, psicol&oacute;gica, ocupacional,   heredit&aacute;ria ou, ainda, estar relacionada a dist&uacute;rbios do   sono e at&eacute; mesmo &agrave; respira&ccedil;&atilde;o bucal. Sendo assim, considera-se   que diferentes formas de tratamento devem ser individualizadas   para cada situa&ccedil;&atilde;o<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A contra&ccedil;&atilde;o involunt&aacute;ria da musculatura mastigat&oacute;ria ocasiona   o desgaste das c&uacute;spides dent&aacute;rias, altera a din&acirc;mica da mordida   normal e provoca disfun&ccedil;&atilde;o no mecanismo da articula&ccedil;&atilde;o   temporomandibular<sup>9</sup>. O h&aacute;bito normalmente &eacute; autom&aacute;tico e inconsciente,   devendo ser fornecida &agrave; crian&ccedil;a uma supervis&atilde;o para   que uma resposta consciente seja obtida. Logo, &eacute; importante realizar   um trabalho de educa&ccedil;&atilde;o e conscientiza&ccedil;&atilde;o na fam&iacute;lia. Os fatores   oclusais como o trespasse horizontal e vertical interincisivos,   a rela&ccedil;&atilde;o molar e de caninos, e as mordidas abertas e cruzadas,   podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento   deste h&aacute;bito em crian&ccedil;as<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No entanto, como a etiologia do bruxismo ainda &eacute; controversa   na literatura, esta atividade vem sendo objeto de estudo em   diferentes especialidades nas &aacute;reas de Odontologia, psicologia e   medicina<sup>11</sup>. Sendo assim, este estudo teve como objetivo avaliar   uma poss&iacute;vel associa&ccedil;&atilde;o entre o bruxismo infantil e o fator oclusal   no sentido anteroposterior, em fase de dentadura dec&iacute;dua, assim   como sua associa&ccedil;&atilde;o com sono agitado e dor de cabe&ccedil;a.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este estudo foi desenvolvido em conformidade com as normas   e os preceitos adotados pela Comiss&atilde;o de &Eacute;tica em Pesquisa   da Universidade Cidade de S&atilde;o Paulo, tendo sido aprovado sob o protocolo n. 13355774.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram avaliadas 1011 crian&ccedil;as brasileiras, de ambos os g&ecirc;neros,   na faixa et&aacute;ria de 2 a 6 anos, matriculadas no ano de 2005 em   escolas municipais de educa&ccedil;&atilde;o infantil da zona leste da cidade   de S&atilde;o Paulo. Do total avaliado, 74 crian&ccedil;as foram exclu&iacute;das por   n&atilde;o atenderem aos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: termos de consentimento   assinados pelos pais/respons&aacute;veis; question&aacute;rios adequadamente   respondidos; crian&ccedil;a com idade de 2 anos e 1 m&ecirc;s a 6 anos e 11   meses; dentadura dec&iacute;dua completa, sem a presen&ccedil;a de dentes   permanentes irrompidos ou em irrup&ccedil;&atilde;o; aus&ecirc;ncia de les&otilde;es de   c&aacute;rie extensas ou perda de estrutura coron&aacute;ria que comprometessem   a oclus&atilde;o; aus&ecirc;ncia de perdas precoces de dentes dec&iacute;duos;   aus&ecirc;ncia de qualquer tipo de trauma; aus&ecirc;ncia de defici&ecirc;ncia visual   e/ou auditiva e/ou mental e aus&ecirc;ncia de tratamento ortod&ocirc;ntico   e/ou fonoaudiol&oacute;gico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O question&aacute;rio enviado aos pais/respons&aacute;veis abordou a   presen&ccedil;a do h&aacute;bito parafuncional do bruxismo, bem como o   per&iacute;odo no qual a crian&ccedil;a apresentava, e outras caracter&iacute;sticas   relativas &agrave; sa&uacute;de geral das crian&ccedil;as, incluindo sono agitado   e dores de cabe&ccedil;a. As perguntas formuladas, em rela&ccedil;&atilde;o ao   sono agitado tinham como crit&eacute;rios de resposta sim ou n&atilde;o   e, quanto ao per&iacute;odo, relacionou-se com dor de cabe&ccedil;a e ranger   de dentes. Exemplificando: Seu filho(a) tem sono agitado?   Dor de cabe&ccedil;a? Range os dentes? Para o exame cl&iacute;nico da   oclus&atilde;o, realizou-se um treinamento para calibra&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s   examinadores (alunos do Curso de Mestrado em Ortodontia   da Universidade Cidade de S&atilde;o Paulo, Unicid). A calibra&ccedil;&atilde;o   incluiu o exame de oclus&atilde;o em 24 crian&ccedil;as, por duas vezes,   com intervalo de 15 dias entre as avalia&ccedil;&otilde;es. Esse procedimento   foi efetuado com pr&eacute;-escolares das EMEIs envolvidas   no estudo, para simula&ccedil;&atilde;o do levantamento epidemiol&oacute;gico.   Os dados obtidos a partir da calibra&ccedil;&atilde;o foram submetidos&agrave;  estat&iacute;stica Kappa (K) para an&aacute;lise de reprodutibilidade. Foi   calculado um &iacute;ndice superior a 0,81 (K: 0,80-100) e um coeficiente   de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson (Rs &gt;0,90), indicando &oacute;tima concord&acirc;ncia intra e interexaminadores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os exames cl&iacute;nicos das 937 crian&ccedil;as foram realizados no pr&oacute;prio   ambiente escolar, com a crian&ccedil;a comodamente sentada e direcionada   para uma fonte abundante de luz artificial. Todos os   exames foram iniciados pedindo-se &agrave;s crian&ccedil;as que executassem   abertura bucal m&aacute;xima. Posteriormente, solicitou-se que oclu&iacute;ssem   em m&aacute;xima intercuspida&ccedil;&atilde;o habitual (MIH), para a coleta dos   dados. Para a classifica&ccedil;&atilde;o do relacionamento das superf&iacute;cies distais   dos segundos molares dec&iacute;duos foram aplicados os crit&eacute;rios   propostos por Baume (1950)<sup>12-13</sup>. Degrau mesial: a superf&iacute;cie distal do segundo molar dec&iacute;duo inferior localiza-se mais para a mesial   em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; superf&iacute;cie distal do segundo molar dec&iacute;duo superior;   Plano Terminal Reto: a superf&iacute;cie distal do segundo molar   dec&iacute;duo inferior coincide em um mesmo plano vertical como o   segundo molar dec&iacute;duo superior; Degrau distal: a superf&iacute;cie distal   do segundo molar dec&iacute;duo inferior localiza-se mais para distal em   rela&ccedil;&atilde;o &agrave; superf&iacute;cie distal do segundo molar dec&iacute;duo superior. J&aacute;  a rela&ccedil;&atilde;o de caninos dec&iacute;duos foi classificada de acordo com os   crit&eacute;rios propostos por Foster e Hamilton (1969)<sup>14</sup> em:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&bull; Classe 1: quando a ponta de c&uacute;spide do canino dec&iacute;duo   superior estiver no mesmo plano da superf&iacute;cie distal do   canino dec&iacute;duo inferior;    <br>   &bull; Classe 2: quando a ponta de c&uacute;spide do canino dec&iacute;duo   superior estiver numa rela&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; superf&iacute;cie distal   do canino dec&iacute;duo inferior;    <br>   &bull; Classe 3: quando a ponta de c&uacute;spide do canino dec&iacute;duo   superior estiver numa rela&ccedil;&atilde;o posterior &agrave; superf&iacute;cie distal   do canino dec&iacute;duo inferior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Inicialmente, efetuou-se a an&aacute;lise descritiva, abrangendo o   c&aacute;lculo e a tabula&ccedil;&atilde;o das preval&ecirc;ncias das vari&aacute;veis estudadas.   A avalia&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica foi realizada por meio do software Stata   8.0 (StataCorp LP, College Station, USA). O teste exato de Fisher   foi aplicado a um n&iacute;vel de 5% para verificar poss&iacute;veis associa&ccedil;&otilde;es   entre as vari&aacute;veis estudadas. No final, foi ajustado um modelo   de regress&atilde;o log&iacute;stica, no qual foi apresentado o "odds ratio"  (OR) ou Raz&atilde;o de Chances, ou seja, as chances do bruxismo estar   associado com sono agitado e cefaleia. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia   adotado foi de 5%.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A m&eacute;dia de idade das crian&ccedil;as era de 57,3 meses (4 anos e 8   meses) com desvio padr&atilde;o de 10,7 meses. A idade m&iacute;nima era de   13 meses (1 ano e 1 m&ecirc;s) e a m&aacute;xima de 83 meses (6 anos e 11   meses). Os meninos compuseram 51,1% da amostra e as meninas   48,9%. A cor predominante era a parda (57,6%), seguido dos brancos   com 35,0%, dos negros com 6,8% e dos amarelos com 0,5% (havia apenas 5 crian&ccedil;as declaradas amarelas).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a amostra total, a preval&ecirc;ncia do bruxismo foi de 29,3%,   da qual 27,3% das crian&ccedil;as apresentavam durante a noite e 2,0%,   durante o dia (<a href="#fig01">Figura 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; rela&ccedil;&atilde;o dos segundos molares dec&iacute;duos, para o lado   direito (D) e para o lado esquerdo (E), a preval&ecirc;ncia foi de 72,1%   (D) e 72,2% (E) para o Plano Terminal Reto; 15,4% (D) e 17,3% (E)   para o Degrau Mesial; e 12,5% (D) e 10,5% (E) para o Degrau Distal.   Observou-se que 90,2% das crian&ccedil;as que apresentaram Plano Terminal   Reto, 72,2% das crian&ccedil;as que apresentaram Degrau Mesial e   73,5% que apresentaram Degrau Distal do lado esquerdo, tamb&eacute;m   apresentaram a mesma caracter&iacute;stica do lado direito (<a href="#tab01">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em respeito &agrave; rela&ccedil;&atilde;o de caninos, para os lados direito e esquerdo,   predominou a Classe 1 (49,6% e 52,0%, respectivamente),   seguida da Classe 2 (45,5% e 42,4%) e Classe 3 (4,9% e 5,6%)   (Figuras <a href="#fig02">2</a> e <a href="#fig03">3</a>). Observou-se que, dos que apresentaram Classe 1   do lado esquerdo, 78,9% tamb&eacute;m apresentaram do lado direito.   Essa mesma rela&ccedil;&atilde;o foi observada para a Classe 2 (82,4%) e para   a Classe 3 (54,2%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v66n1/a03fig01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v66n1/a03tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   A preval&ecirc;ncia do bruxismo para o g&ecirc;nero masculino foi de   32,2% e para o feminino foi de 26,4%. Para a vari&aacute;vel dor de   cabe&ccedil;a, 78,3% n&atilde;o apresentaram dor de cabe&ccedil;a, 14,4% reclamaram   de dor de cabe&ccedil;a durante o dia, 2,9% durante a noite e 4,4%  &agrave;s vezes. Do total da amostra, 34,9% das crian&ccedil;as apresentaram   sono agitado.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v66n1/a03fig02.jpg">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v66n1/a03fig03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   De acordo com os resultados obtidos da aplica&ccedil;&atilde;o do teste   estat&iacute;stico de Fisher, houve associa&ccedil;&atilde;o significativa, ao n&iacute;vel de   5%, do h&aacute;bito parafuncional do bruxismo apenas com as vari&aacute;veis:   sono agitado e dor de cabe&ccedil;a (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). As crian&ccedil;as que   apresentaram sono agitado, 38,8% apresentavam o h&aacute;bito parafuncional   do bruxismo durante a noite e 4,0% durante o dia.   J&aacute; as que n&atilde;o apresentaram sono agitado, os percentuais foram   21,1% e 1,0%, respectivamente. Das crian&ccedil;as que n&atilde;o apresentaram   dor de cabe&ccedil;a, 1,6% apresentavam o h&aacute;bito do bruxismo   durante o dia e 24,6% durante a noite. Das crian&ccedil;as que apresentaram   dor de cabe&ccedil;a durante o dia, 4,4% apresentavam o   bruxismo durante o dia e 35,6% durante a noite. Para o grupo   de crian&ccedil;as que reclamaram de dor de cabe&ccedil;a apenas durante   a noite, esses percentuais para o bruxismo foram 0% durante o   dia e 48,1% durante a noite. Para o grupo de crian&ccedil;as que reclamaram   de dor de cabe&ccedil;a de vez em quando, sem um hor&aacute;rio   estabelecido, os resultados foram 2,4% durante o dia e 34,2% no   per&iacute;odo da noite.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Verificou-se que a odds ratio (OR) para a caracter&iacute;stica sono   agitado &eacute; 2,4 vezes (P= 0,000 IC95% = 1,8;3,3), ou seja, crian&ccedil;as   com sono agitado apresentaram 2,4 vezes mais chances de   apresentarem bruxismo, comparadas &agrave;s crian&ccedil;as que n&atilde;o apresentaram   sono agito. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dor de cabe&ccedil;a, as crian&ccedil;as   que reclamaram de dor de cabe&ccedil;a apresentaram 1,6 mais chances   de terem o h&aacute;bito de ranger os dentes (P= 0,006 IC95% =   1,1;2,2), comparadas &agrave;s crian&ccedil;as que n&atilde;o apresentaram quadros   de dor de cabe&ccedil;a.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v66n1/a03tab02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   O bruxismo infantil &eacute; uma atividade parafuncional do sistema   mastigat&oacute;rio de etiologia multifatorial, sendo os principais fatores   locais, sist&ecirc;micos, psicol&oacute;gicos, ocupacionais, neurol&oacute;gicos e heredit&aacute;rios.   Dentre as poss&iacute;veis consequ&ecirc;ncias desse h&aacute;bito pode-se   citar: desgaste dental, sensibilidade e mobilidade dental, trauma   de tecidos moles, dores de cabe&ccedil;a, sensibilidade dos m&uacute;sculos da   mastiga&ccedil;&atilde;o, progress&atilde;o da doen&ccedil;a periodontal e dist&uacute;rbios da articula&ccedil;&atilde;o   temporomandibular<sup>8,15</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; preval&ecirc;ncia na presente pesquisa do h&aacute;bito   parafuncional do bruxismo, 27,3% das crian&ccedil;as apresentaram   o h&aacute;bito durante a noite e 2,0% durante o dia, representando   um total de 29,3% da amostra total. Os resultados encontrados   foram similares aos encontrados na literatura<sup>4,10,16-19</sup>.   Por&eacute;m, alguns trabalhos apresentaram frequ&ecirc;ncias mais elevadas,   em torno de 40%<sup>20</sup> e outros aferiram frequ&ecirc;ncias bem   menores, em torno de 1,4%<sup>21</sup>. Os resultados observados sobre   a preval&ecirc;ncia do bruxismo mostram-se bastante diversificados   devido &agrave;s metodologias empregadas (entrevista, question&aacute;rio, exame cl&iacute;nico ou combina&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos) e &agrave;s diferentes   faixas et&aacute;rias abrangidas<sup>4</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com rela&ccedil;&atilde;o ao g&ecirc;nero, o atual estudo n&atilde;o encontrou diferen&ccedil;as   significantes<sup>4,16</sup>. No entanto, em outras pesquisas, a preval&ecirc;ncia   do h&aacute;bito parafuncional do bruxismo em crian&ccedil;as acometeu   mais o g&ecirc;nero masculino<sup>18,22</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A atual pesquisa n&atilde;o expressou nenhuma rela&ccedil;&atilde;o estatisticamente   significante entre o tipo de plano terminal dos segundos   molares dec&iacute;duos e o h&aacute;bito de "ranger os dentes". N&atilde;o foi   poss&iacute;vel correlacionar os atuais resultados com outros trabalhos   liter&aacute;rios, uma vez que n&atilde;o se encontraram estudos similares   correlacionando estes dois aspectos, na faixa et&aacute;ria estudada.   Portanto, sugere-se que este fator oclusal n&atilde;o se relaciona com   o h&aacute;bito do bruxismo, em fase de dentadura dec&iacute;dua, concordando   com as conclus&otilde;es de Vanderas e Manetas<sup>23</sup>; Shinkai et   al.<sup>4</sup>; Santos et al.<sup>10</sup>; e Pizzol et al.<sup>8</sup>, embora n&atilde;o tenham avaliado   apenas a dentadura dec&iacute;dua. O mesmo racioc&iacute;nio segue para a   rela&ccedil;&atilde;o de caninos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A associa&ccedil;&atilde;o do bruxismo com a dor de cabe&ccedil;a tamb&eacute;m se   mostrou presente no estudo conduzido por Santos et al.<sup>10</sup>, que   relatou uma preval&ecirc;ncia de 22,5% para esta vari&aacute;vel. Pode-se afirmar   que, baseado no atual estudo, crian&ccedil;as que sofrem de dores   de cabe&ccedil;a apresentam 1,6 vezes mais chances de apresentar o h&aacute;bito   parafuncional do bruxismo quando comparadas &agrave;s crian&ccedil;as   sem dores de cabe&ccedil;a.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outra importante vari&aacute;vel estudada foi o sono agitado que,   quando associada ao bruxismo, apresentou o maior grau de   signific&acirc;ncia estat&iacute;stica. Observou-se que crian&ccedil;as com hist&oacute;ria   de sono agitado apresentaram 2,4 vezes mais chances de   expressarem o bruxismo. Segundo Kato et al.<sup>24</sup>, a maioria dos   epis&oacute;dios de ranger os dentes ocorre durante o sono NREM2,   ocorrendo associa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m com os despertares. A maioria   dos epis&oacute;dios &eacute; caracterizada por uma oscila&ccedil;&atilde;o anat&ocirc;mica   respirat&oacute;ria e atividade motora que tem sido chamado de ciclo   alternado do sono.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados apresentados do atual estudo, bem como os   de outros trabalhos aqui citados, afirmam que h&aacute; uma rela&ccedil;&atilde;o   direta entre o h&aacute;bito parafuncional do bruxismo com a dor de   cabe&ccedil;a e com o sono agitado, evidenciando uma forte liga&ccedil;&atilde;o   dos fatores emocionais &agrave; etiologia deste h&aacute;bito. O estresse   emocional apresenta grande influ&ecirc;ncia sobre o bruxismo infantil,   sendo que a corre&ccedil;&atilde;o oclusal simplesmente n&atilde;o garante   cura completa, precisando ainda de terapias coadjuvantes.   O tratamento do h&aacute;bito parafuncional do bruxismo deve   ser realizado em um conjunto de medidas terap&ecirc;uticas, visto   que o bruxismo &eacute; de etiologia variada, devendo o Cirurgi&atilde;o-Dentista optar sempre por um tratamento multidisciplinar,   envolvendo profissionais como pediatras, psic&oacute;logos, odontopediatras   e otorrinolaringologistas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Baseado nos resultados obtidos, conclui-se que o bruxismo   infantil n&atilde;o est&aacute; associado aos aspectos oclusais no sentido anteroposterior,   considerando a rela&ccedil;&atilde;o de caninos e terminal dos segundos molares dec&iacute;duos. Contudo, o bruxismo infantil est&aacute; associado&agrave; dor de cabe&ccedil;a e sono agitado.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. American Academy of Sleep Medicine. International classification of sleep disordens:   diagnostic and coding manual. 2 ed, Westchester, III: American Academy Of Sleep Medicine; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399973&pid=S0004-5276201200010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Kato T, Thie NMR, Montplaisir JY, Lavigne GJ. Buxism and orofacial movements   during sleep. Dent Clin North Am. 2001 Oct;45 (4):657-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399975&pid=S0004-5276201200010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Bruxism in children: Effect on sleep architecture and daytime congnitive perfomace   and behavior. Pediatric Sleep Bruxism: Behavior, Cognition 2006;   29(9):1143-1148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399977&pid=S0004-5276201200010000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Shinkai RSA, Santos LM, Silva FA, Santos MN. Contribui&ccedil;&atilde;o ao estudo da preval&ecirc;ncia   de bruxismo exc&ecirc;ntrico noturno em crian&ccedil;as de 2 a 11 anos de idade. Rev   Odontol Univ S&atilde;o Paulo 1998; 12(1):29-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399979&pid=S0004-5276201200010000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Diniz MB, Silva RC, Zuanon ACC. Bruxismo na inf&acirc;ncia: um sinal de alerta para   odontopediatras e pediatras. Rev Paul Pediatr 2009; 27(3):329-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399981&pid=S0004-5276201200010000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Macedo CR. Bruxismo do Sono. Rev. Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial   2008; 13(2):18-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399983&pid=S0004-5276201200010000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Al&oacute;e F, Gon&ccedil;alves L.R, Azevedo A, Barbosa RC. Bruxismo durante o sono. Rev.   Neurociencias 11(1):4-7, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399985&pid=S0004-5276201200010000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Pizzol KEDC, Carvalho JCQ, Konishi F, Marcomini EMS, Giusti JSM. Bruxismo na   inf&acirc;ncia: fatores etiol&oacute;gicos e poss&iacute;veis tratamentos. Rev odontol UNESP. 2006;   35(2):157-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399987&pid=S0004-5276201200010000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Albuquerque DBL, Trindade M. A ocorr&ecirc;ncia de perda auditiva em indiv&iacute;duos bruxistas.   Rev Odontol UNESP 2007; 36(3):201-207.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399989&pid=S0004-5276201200010000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref -->   10. Santos ECA, Bertoz FA, Pignatta LMB, Arantes FM. Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica de sinais e   sintomas da disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular em crian&ccedil;as. Dental Press Ort Ortop   Facial 2006; 11(2):29-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399990&pid=S0004-5276201200010000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Cariola TC. O desenho da figura humana de crian&ccedil;as com bruxismo. Boletim de   psicologia 2006; 56(124);37-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399992&pid=S0004-5276201200010000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Baume LJ. Physiological tooth migration and its significance for the development   of occlusion. I. The biogenetic course of the deciduous dentition. J Dent Res   1950; 29(2):123-32</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399994&pid=S0004-5276201200010000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Baume LJ. Physiological tooth migration and its significance for the development of   occlusion. The biogenesis of accessional dentition. J Dent Res 1950; 29(3):331- 7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399995&pid=S0004-5276201200010000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Foster, TD; Hamilton, MC. Occlusion in the primary dentition. Br Dent J 1969; 126,   76-79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399997&pid=S0004-5276201200010000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Gondo S, Fa&ccedil;anha RAA e Bussadori SK. Bruxismo Infantil. Revista Paulista de Odontologia   2001; 6():33-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=399999&pid=S0004-5276201200010000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Cirano GR, Rodrigues DRC, Oliveira MDM. Disfun&ccedil;&atilde;o de ATM em crian&ccedil;as de 4 a   7anos: preval&ecirc;ncia de sintomas e correla&ccedil;&atilde;o destes com fatores predisponentes. RPG   Rev P&oacute;s-Grad 2000; 7(1):14-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400001&pid=S0004-5276201200010000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Mendes LR, Fernandes A, Garcia FT. H&aacute;bitos e perturba&ccedil;&otilde;es do sono em idade escolar   . Acta pediatr port. 2004; 35:341-7</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400003&pid=S0004-5276201200010000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Ng Dk, Kwok K, Cheung JM, Leung S, Chan CH. Prevalence of sleep problems in Hong   Kong primary school children. Chest. 2005;128(3):1315-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400004&pid=S0004-5276201200010000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Tosato JP, Caria PHF. Preval&ecirc;ncia de DTM em diferentes faixas et&aacute;rias. RGO. 2006; 54(3):211-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400006&pid=S0004-5276201200010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Porto FR, Machado LR e Leite ICG. Vari&aacute;veis associadas ao desenvolvimento do bruxismo   em crian&ccedil;as de 4 a 12 anos. Jornal Brasileiro de Odontopediatria e Odontologia   do Beb&ecirc; 1999; 2(10): 447-453.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400008&pid=S0004-5276201200010000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Thomaz EBAF, Valen&ccedil;a AMG. Preval&ecirc;ncia de m&aacute; oclus&atilde;o e fatores relacionados &agrave; sua   ocorr&ecirc;ncia em pr&eacute;-escolares da cidade de S&atilde;o Luis-MA-Brasil. RPG Rev P&oacute;s-Grad   2005; 12(2): 212-221</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400010&pid=S0004-5276201200010000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Ruela ACC, Mattos MGC, Bezzon LO, Ribeiro RF. Preval&ecirc;ncia de bruxismo em 277   pacientes portadores de desordens temporomandibulares. RPG Rev P&oacute;s-Grad 2001;   8(1):70-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400011&pid=S0004-5276201200010000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Vanderas AP, Manetas KJ. Relationship between malocclusion and bruxism in children   and adolescents; a review. Pediatric Dent 1995; 17(1):7-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400013&pid=S0004-5276201200010000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Kato T, Rompr&eacute; P, Montplaisir JY, Sessle BJ, Lavigne GJ. Sleep bruxism: an oromotor   activity secondary to micro-arousal. J Dent Res 2001; 80 (10): 1940-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=400015&pid=S0004-5276201200010000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/apcd/v66n1/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Autor para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Ana Carla Raphaelli Nah&aacute;s-Scocate    <br>   Rua Ces&aacute;rio Galeno, 448/475    <br>   Tatuap&eacute; - S&atilde;o Paulo &ndash; SP    <br>   03071-000    <br>   Brasi</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">l     ]]></body>
<body><![CDATA[<br> e-mail: <a href="mailto:carlanahas@yahoo.com.br" target="_blank">carlanahas@yahoo.com.br</a></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recebido em: out/2011    <br>  Aprovado em: jan/2012</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>American Academy of Sleep Medicine</collab>
<source><![CDATA[International classification of sleep disordens: diagnostic and coding manual]]></source>
<year>2005</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Westchester ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[American Academy Of Sleep Medicine]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kato]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Thie]]></surname>
<given-names><![CDATA[NMR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Montplaisir]]></surname>
<given-names><![CDATA[JY]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lavigne]]></surname>
<given-names><![CDATA[GJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Buxism and orofacial movements during sleep]]></article-title>
<source><![CDATA[Dent Clin North Am]]></source>
<year>2001</year>
<volume>45</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>657-84</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Bruxism in children: Effect on sleep architecture and daytime congnitive perfomace and behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[Pediatric Sleep Bruxism: Behavior, Cognition]]></source>
<year>2006</year>
<volume>29</volume>
<numero>9</numero>
<issue>9</issue>
<page-range>1143-1148</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Shinkai]]></surname>
<given-names><![CDATA[RSA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[LM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[FA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[MN]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contribuição ao estudo da prevalência de bruxismo excêntrico noturno em crianças de 2 a 11 anos de idade]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Odontol Univ São Paulo]]></source>
<year>1998</year>
<volume>12</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>29-37</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Diniz]]></surname>
<given-names><![CDATA[MB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[RC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zuanon]]></surname>
<given-names><![CDATA[ACC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Bruxismo na infância: um sinal de alerta para odontopediatras e pediatras]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Paul Pediatr]]></source>
<year>2009</year>
<volume>27</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>329-34</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Macedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[CR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Bruxismo do Sono]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev. Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial]]></source>
<year>2008</year>
<volume>13</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>18-22</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alóe]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalves]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Azevedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[RC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Bruxismo durante o sono]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev. Neurociencias]]></source>
<year>2003</year>
<volume>11</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>4-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pizzol]]></surname>
<given-names><![CDATA[KEDC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[JCQ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Konishi]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marcomini]]></surname>
<given-names><![CDATA[EMS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Giusti]]></surname>
<given-names><![CDATA[JSM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Bruxismo na infância: fatores etiológicos e possíveis tratamentos]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev odontol UNESP]]></source>
<year>2006</year>
<volume>35</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>157-63</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Albuquerque]]></surname>
<given-names><![CDATA[DBL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Trindade]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A ocorrência de perda auditiva em indivíduos bruxistas]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Odontol UNESP]]></source>
<year>2007</year>
<volume>36</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>201-207</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[ECA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bertoz]]></surname>
<given-names><![CDATA[FA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pignatta]]></surname>
<given-names><![CDATA[LMB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Arantes]]></surname>
<given-names><![CDATA[FM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação clínica de sinais e sintomas da disfunção temporomandibular em crianças]]></article-title>
<source><![CDATA[Dental Press Ort Ortop Facial]]></source>
<year>2006</year>
<volume>11</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>29-34</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cariola]]></surname>
<given-names><![CDATA[TC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O desenho da figura humana de crianças com bruxismo]]></article-title>
<source><![CDATA[Boletim de psicologia]]></source>
<year>2006</year>
<volume>56</volume>
<numero>124</numero>
<issue>124</issue>
<page-range>37-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Baume]]></surname>
<given-names><![CDATA[LJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Physiological tooth migration and its significance for the development of occlusion: I. The biogenetic course of the deciduous dentition]]></article-title>
<source><![CDATA[J Dent Res]]></source>
<year>1950</year>
<volume>29</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>123-32</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Baume]]></surname>
<given-names><![CDATA[LJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Physiological tooth migration and its significance for the development of occlusion: The biogenesis of accessional dentition]]></article-title>
<source><![CDATA[J Dent Res]]></source>
<year>1950</year>
<volume>29</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>331- 7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Foster]]></surname>
<given-names><![CDATA[TD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hamilton]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Occlusion in the primary dentition]]></article-title>
<source><![CDATA[Br Dent J]]></source>
<year>1969</year>
<volume>126</volume>
<page-range>76-79</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gondo]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Façanha]]></surname>
<given-names><![CDATA[RAA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bussadori]]></surname>
<given-names><![CDATA[SK]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Bruxismo Infantil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Paulista de Odontologia]]></source>
<year>2001</year>
<volume>6</volume>
<page-range>33-35</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cirano]]></surname>
<given-names><![CDATA[GR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[DRC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[MDM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Disfunção de ATM em crianças de 4 a 7anos: prevalência de sintomas e correlação destes com fatores predisponentes]]></article-title>
<source><![CDATA[RPG Rev Pós-Grad]]></source>
<year>2000</year>
<volume>7</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>14-21</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mendes]]></surname>
<given-names><![CDATA[LR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[FT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Hábitos e perturbações do sono em idade escolar]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta pediatr port]]></source>
<year>2004</year>
<volume>35</volume>
<page-range>341-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ng]]></surname>
<given-names><![CDATA[Dk]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kwok]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cheung]]></surname>
<given-names><![CDATA[JM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leung]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chan]]></surname>
<given-names><![CDATA[CH]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prevalence of sleep problems in Hong Kong primary school children]]></article-title>
<source><![CDATA[Chest]]></source>
<year>2005</year>
<volume>128</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>1315-23</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tosato]]></surname>
<given-names><![CDATA[JP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caria]]></surname>
<given-names><![CDATA[PHF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de DTM em diferentes faixas etárias]]></article-title>
<source><![CDATA[RGO]]></source>
<year>2006</year>
<volume>54</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>211-24</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Porto]]></surname>
<given-names><![CDATA[FR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Machado]]></surname>
<given-names><![CDATA[LR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leite]]></surname>
<given-names><![CDATA[ICG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Variáveis associadas ao desenvolvimento do bruxismo em crianças de 4 a 12 anos]]></article-title>
<source><![CDATA[Jornal Brasileiro de Odontopediatria e Odontologia do Bebê]]></source>
<year>1999</year>
<volume>2</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>447-453</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Thomaz]]></surname>
<given-names><![CDATA[EBAF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Valença]]></surname>
<given-names><![CDATA[AMG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de má oclusão e fatores relacionados à sua ocorrência em pré-escolares da cidade de São Luis-MA-Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[RPG Rev Pós-Grad]]></source>
<year>2005</year>
<volume>12</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>212-221</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ruela]]></surname>
<given-names><![CDATA[ACC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mattos]]></surname>
<given-names><![CDATA[MGC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bezzon]]></surname>
<given-names><![CDATA[LO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[RF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de bruxismo em 277 pacientes portadores de desordens temporomandibulares]]></article-title>
<source><![CDATA[RPG Rev Pós-Grad]]></source>
<year>2001</year>
<volume>8</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>70-5</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>23</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vanderas]]></surname>
<given-names><![CDATA[AP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Manetas]]></surname>
<given-names><![CDATA[KJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Relationship between malocclusion and bruxism in children and adolescents: a review]]></article-title>
<source><![CDATA[Pediatric Dent]]></source>
<year>1995</year>
<volume>17</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>7-12</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kato]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rompré]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Montplaisir]]></surname>
<given-names><![CDATA[JY]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sessle]]></surname>
<given-names><![CDATA[BJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lavigne]]></surname>
<given-names><![CDATA[GJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sleep bruxism: an oromotor activity secondary to micro-arousal]]></article-title>
<source><![CDATA[J Dent Res]]></source>
<year>2001</year>
<volume>80</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>1940-4</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
