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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tratamento da mucocele com a técnica da micromarsupialização modificada]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,UFMG Faculdade de Odontologia Departamento de Clínica, Patologia e Cirurgia Odontológica]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study is to describe a case report of selected mucocele treated with the upgraded micro-marsupialisation technique. This technique is based on the puncture of the lesion with a silk suture and aims to promote epithelisation of the mucosa around the suture in turn leading to several new path tract formations, allowing the drainage of total mucus and regression of the lesion. A 36-year-old woman was referred to the Oral Medicine Clinic of the School of Dentistry at the Universidade Federal Minas Gerais (UFMG). Intraoral examination demonstrated a mucocele and the choice of the treatment was the upgraded micro-marsupialisation. The patient underwent a weekly follow-up period and after 30 days showed no clinical signs of recurrence. In this time, the sutures were removed. In this case report, the modifications of the technique describe on literature were: the use of a 3.0 silk suture, the mechanical enlargement of the pathways performed by a to-and-fro movement and the clearance of total mucus. The patient had 24 months of follow-up and it was free-disease. From this case report suggests that the upgraded micro-marsupialisation technique is effective in the treatment of selected mucocele.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[mucocele]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RELATO DE CASO CL&Iacute;NICO </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Tratamento da mucocele com a t&eacute;cnica da micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Treatment of mucocele with the upgraded micromarsupialisation technique</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Amanda Leal Rocha<sup>I</sup>; Juliana Maria Braga Sclauser Bas&iacute;lio<sup>II</sup>; Marcio Bruno Figueiredo Amaral<sup>III</sup>; Ricardo Alves Mesquita<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I </sup>Especialista em Sa&uacute;de do Idoso RIMS-HC/UFMG - Cirurgi&atilde;-Dentista do Hospital das Cl&iacute;nicas da Universidade Federal de Minas Gerais    <br> <sup>II</sup> Especialista em Estomatologia - Estomatologista do Instituto M&aacute;rio Penna    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>III</sup> Mestre em Estomatologia - Cirurgi&atilde;o Bucomaxilofacial do Hospital Jo&atilde;o XXIII    <br> <sup>IV</sup> Doutor em Patologia Bucal - Professor Associado do Departamento de Cl&iacute;nica, Patologia e Cirurgia Odontol&oacute;gica da Faculdade de Odontologia da UFMG</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Termo de consentimento livre e esclarecido assinado pelo paciente e enviado &agrave; Revista</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo deste trabalho &eacute; descrever o relato de um caso cl&iacute;nico da mucocele selecionada, tratada com a t&eacute;cnica da micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada. Esta t&eacute;cnica baseia-se na transfixa&ccedil;&atilde;o da les&atilde;o com fios cir&uacute;rgicos e possui a finalidade de promover uma epiteliza&ccedil;&atilde;o ao redor das suturas, formando novos canais excretores e permitindo, assim, o esvaziamento do muco e a regress&atilde;o da les&atilde;o. Paciente de 36 anos, g&ecirc;nero feminino, compareceu &agrave; cl&iacute;nica de Especializa&ccedil;&atilde;o em Estomatologia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No exame intraoral observou-se les&atilde;o cujo diagn&oacute;stico cl&iacute;nico foi de mucocele e a forma de tratamento proposta foi a micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada, descrita na literatura. A paciente retornou para controle de 7 em 7 dias e, ap&oacute;s 30 dias, apresentava-se sem sinais cl&iacute;nicos da les&atilde;o, quando as suturas foram removidas. No caso relatado, modifica&ccedil;&otilde;es da t&eacute;cnica descritas na literatura foram adotadas, a saber: utiliza&ccedil;&atilde;o de fio de sutura seda 3.0, realiza&ccedil;&atilde;o de movimentos de "vai e vem" e remo&ccedil;&atilde;o completa do muco. A paciente est&aacute; em acompanhamento por 24 meses e sem sinais cl&iacute;nicos de recidiva. A partir deste relato de caso sugere-se que a t&eacute;cnica de micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada seja eficaz no tratamento da mucocele selecionada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>mucocele; terap&ecirc;utica; gl&acirc;ndulas salivares.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The aim of this study is to describe a case report of selected mucocele treated with the upgraded micro-marsupialisation technique. This technique is based on the puncture of the lesion with a silk suture and aims to promote epithelisation of the mucosa around the suture in turn leading to several new path tract formations, allowing the drainage of total mucus and regression of the lesion. A 36-year-old woman was referred to the Oral Medicine Clinic of the School of Dentistry at the Universidade Federal Minas Gerais (UFMG). Intraoral examination demonstrated a mucocele and the choice of the treatment was the upgraded micro-marsupialisation. The patient underwent a weekly follow-up period and after 30 days showed no clinical signs of recurrence. In this time, the sutures were removed. In this case report, the modifications of the technique describe on literature were: the use of a 3.0 silk suture, the mechanical enlargement of the pathways performed by a to-and-fro movement and the clearance of total mucus. The patient had 24 months of follow-up and it was free-disease. From this case report suggests that the upgraded micro-marsupialisation technique is effective in the treatment of selected mucocele.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>mucocele; therapeutics; salivary glands.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELEV&Acirc;NCIA CL&Iacute;NICA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada demonstrou neste relato de caso ser uma t&eacute;cnica simples, bem tolerada pelo paciente, pouco invasiva, de baixo custo e eficaz no tratamento da mucocele selecionada.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A mucocele &eacute; uma les&atilde;o benigna da cavidade oral envolvendo as gl&acirc;ndulas salivares e seus respectivos ductos. A sua incid&ecirc;ncia &eacute; alta, aproximadamente 2,5 les&otilde;es por 1000 pacientes, e apresenta-se clinicamente como uma les&atilde;o em forma de bolha, bem circunscrita, mole &agrave; palpa&ccedil;&atilde;o, com superf&iacute;cie lisa e brilhante, e tamanho variado. Quando localizada superficialmente, tem colora&ccedil;&atilde;o azulada ou transl&uacute;cida e, quando mais profunda, tem colora&ccedil;&atilde;o semelhante &agrave; mucosa. Localiza-se predominantemente no l&aacute;bio inferior, mas pode ser encontrada tamb&eacute;m no l&aacute;bio superior, mucosa jugal, palato, regi&atilde;o retromolar e ventre de l&iacute;ngua.<sup>1,2,3</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A patogenia da mucocele &eacute; relacionada ao trauma sobre o ducto salivar excretor ou &agrave; obstru&ccedil;&atilde;o desse ducto.<sup>4</sup> O diagn&oacute;stico &eacute; feito com base nos dados cl&iacute;nicos e na hist&oacute;ria de trauma relatada pelo paciente.<sup>5</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As formas de tratamento para a mucocele s&atilde;o: a completa excis&atilde;o com bisturi ou laser, a micromarsupializa&ccedil;&atilde;o, a criocirurgia ou a inje&ccedil;&atilde;o de OK-432.<sup>2,3,4,6,7</sup> A micromarsupializa&ccedil;&atilde;o &eacute; uma forma de tratamento principalmente indicada para pacientes pedi&aacute;tricos ou adultos com altera&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica, quando &eacute; contraindicado um procedimento cir&uacute;rgico. Isso se deve por ser uma t&eacute;cnica pouco traum&aacute;tica, n&atilde;o necessitando de anestesia infiltrativa local e por ser bem tolerada pelo paciente.<sup>4,8,9</sup> A realiza&ccedil;&atilde;o dessa t&eacute;cnica &eacute; contraindicada quando n&atilde;o se tem certeza do diagn&oacute;stico cl&iacute;nico, pois n&atilde;o fornece material para exame anatomopatol&oacute;gico.<sup>10,11</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Amaral et al.<sup>9</sup>, em 2012, propuseram, em seu estudo, modifica&ccedil;&otilde;es na t&eacute;cnica da micromarsupializa&ccedil;&atilde;o previamente relatada e, a partir da t&eacute;cnica descrita por estes autores, o presente estudo tem como objetivo descrever um caso cl&iacute;nico de tratamento da mucocele selecionada atrav&eacute;s da micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELATO DE CASO CL&Iacute;NICO</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Paciente de 36 anos de idade, g&ecirc;nero feminino, feoderma, compareceu &agrave; cl&iacute;nica de Especializa&ccedil;&atilde;o em Estomatologia da Faculdade de Odontologia da UFMG encaminhada por um Cirurgi&atilde;o-Dentista devido a uma les&atilde;o na boca. A hist&oacute;ria m&eacute;dica, social e econ&ocirc;mica n&atilde;o foi contribuit&oacute;ria. O exame f&iacute;sico extraoral n&atilde;o demonstrou altera&ccedil;&otilde;es dignas de nota. No exame intraoral observou-se uma bolha, bem circunscrita, de consist&ecirc;ncia mole, medindo 14 mm de di&acirc;metro, de superf&iacute;cie lisa e brilhante, com colora&ccedil;&atilde;o azulada e localizada na mucosa labial, pr&oacute;xima aos dentes 44 e 45 (<a href="#fig01">Figura 1</a>). A les&atilde;o era assintom&aacute;tica e com surgimento h&aacute; 14 dias. Mesmo na aus&ecirc;ncia de hist&oacute;ria de trauma na regi&atilde;o, o diagn&oacute;stico cl&iacute;nico foi de mucocele. A forma de tratamento proposta foi a micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O pr&eacute;-operat&oacute;rio foi iniciado com a paciente realizando bochecho com solu&ccedil;&atilde;o antiss&eacute;ptica de gluconato de clorexidina 0,12% (Periogard&reg; - Colgate/Palmolive Comercial LTDA, S&atilde;o Paulo, Brasil). Posteriormente, foi feita anestesia t&oacute;pica com EMLA&reg; (Lidoca&iacute;na 25mg/g e Priloca&iacute;na 25mg/g-AstraZeneca do Brasil LTDA, S&atilde;o Paulo, Brasil). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A seguir, realizou-se a transfixa&ccedil;&atilde;o de um fio de sutura de seda 3.0 (Procare&reg;, Medico Industries &amp; Trade Co-Shijiazhuang, China) ao longo eixo da les&atilde;o. Ap&oacute;s a transfixa&ccedil;&atilde;o foi executado um movimento de "vai e vem" com o fio (<a href="#fig02">Figura 2</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O n&oacute; cir&uacute;rgico ficou afastado da mucosa e, para isso, usou-se uma pin&ccedil;a hemost&aacute;tica entre o primeiro semin&oacute; e a mucosa. Foram realizadas quatro transfixa&ccedil;&otilde;es na les&atilde;o. Todo o conte&uacute;do de muco foi removido atrav&eacute;s de aspira&ccedil;&atilde;o e press&atilde;o manual da les&atilde;o (Figuras <a href="#fig03">3</a> e <a href="#fig04">4</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A paciente foi orientada a manter uma boa higieniza&ccedil;&atilde;o oral, com uso do gluconato de clorexidina 0,12% duas vezes ao dia por sete dias, com 10 ml, ap&oacute;s a escova&ccedil;&atilde;o. A paciente retornou para controle de 7 em 7 dias e, ap&oacute;s 30 dias, apresentava-se sem sinais cl&iacute;nicos da les&atilde;o, quando as suturas foram removidas. A paciente retornou para acompanhamento 2 meses e 3 meses (<a href="#fig05">Figura 5</a>) ap&oacute;s o tratamento, sem sinais cl&iacute;nicos de recidiva e muito satisfeita com o tratamento realizado, relatando ter sido um tratamento r&aacute;pido e sem dor durante e ap&oacute;s o procedimento. A paciente encontra-se em acompanhamento e sem sinais cl&iacute;nicos de recidiva ap&oacute;s 24 meses.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a05fig01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a05fig02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a05fig03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a05fig04.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig05"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a05fig05.jpg">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As mucoceles de extravasamento de muco s&atilde;o encontradas com frequ&ecirc;ncia tanto em crian&ccedil;as como em adolescentes e adultos e localizam-se predominantemente em l&aacute;bio inferior, sendo que 75% a 80% dos casos descritos est&atilde;o associados &agrave; hist&oacute;ria de trauma. J&aacute; as mucoceles de reten&ccedil;&atilde;o acometem mais frequentemente os pacientes com idade avan&ccedil;ada, por estarem relacionadas a uma obstru&ccedil;&atilde;o do ducto e n&atilde;o &agrave; ruptura do mesmo por trauma.<sup>2,3,4,6,10,12</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No caso relatado, a idade da paciente, as caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas e a localiza&ccedil;&atilde;o da les&atilde;o coincidem com as caracter&iacute;sticas descritas na literatura. Em vista disso, foi estabelecido o diagn&oacute;stico de mucocele e tornou-se poss&iacute;vel pressupor que represente uma mucocele de reten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; importante realizar diagn&oacute;stico diferencial da mucocele com outras les&otilde;es bucais como o hemangioma ou m&aacute; forma&ccedil;&atilde;o vascular, lipoma, fibroma e carcinoma mucoepidermoide. <sup>3,6</sup> As caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas da les&atilde;o, o tempo de evolu&ccedil;&atilde;o e a hist&oacute;ria relatada pelo paciente s&atilde;o crit&eacute;rios para o diagn&oacute;stico cl&iacute;nico da mucocele.<sup>3</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A anamnese e as caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas da mucocele s&atilde;o crit&eacute;rios tamb&eacute;m utilizados na escolha do tratamento. Dentre as alternativas de tratamento, a t&eacute;cnica de excis&atilde;o da les&atilde;o e remo&ccedil;&atilde;o da gl&acirc;ndula &eacute; frequentemente utilizada, mas &eacute; um procedimento cir&uacute;rgico invasivo.<sup>2</sup> As t&eacute;cnicas cir&uacute;rgicas com laser ou com sistema fechado de criocirurgia requerem aparelhos de alto custo, n&atilde;o sendo sempre acess&iacute;veis.<sup>13</sup> Outras op&ccedil;&otilde;es de tratamento menos invasivos podem ser indicados, dentre eles se destaca a t&eacute;cnica da micromarsupializa&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A t&eacute;cnica foi denominada de micromarsupializa&ccedil;&atilde;o por Cardoso<sup>14</sup> (1974) que obteve bons resultados no tratamento da mucocele. Posteriormente foi descrita por Delbem et al.<sup>1</sup> em 2001, que utilizaram uma &uacute;nica sutura 4.0 com tempo de perman&ecirc;ncia de 7 dias. Sandrini et al.<sup>15</sup> (2007) modificaram a t&eacute;cnica, aumentando o n&uacute;mero de suturas 4.0 e o tempo de perman&ecirc;ncia dos fios para 30 dias. Em 2012, Amaral et al.<sup>9</sup> propuseram uma atualiza&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica anteriormente descrita e as modifica&ccedil;&otilde;es sugeridas foram adotadas para a realiza&ccedil;&atilde;o do presente relato de caso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O procedimento &eacute; simples, r&aacute;pido, pouco traum&aacute;tico, bem tolerado pelo paciente, e de baixo custo. De acordo com a t&eacute;cnica modificada por Amaral et al.<sup>9</sup> (2012) &eacute; importante que, ap&oacute;s a transfixa&ccedil;&atilde;o do fio de sutura, seja feito o movimento de "vai e vem" com o fio, pois ocasionar&aacute; um alargamento mec&acirc;nico do novo conduto que ser&aacute; formado e facilitar&aacute; a drenagem do muco. Outras modifica&ccedil;&otilde;es da t&eacute;cnica realizadas foram a utiliza&ccedil;&atilde;o do fio de sutura mais espesso (3.0) e a remo&ccedil;&atilde;o de todo o muco da les&atilde;o por suc&ccedil;&atilde;o convencional e discreta press&atilde;o manual.<sup>9</sup> Como os fios de sutura s&atilde;o mantidos por 30 dias na mucosa bucal, uma boa higiene oral &eacute; necess&aacute;ria. Acredita-se que esse tempo de perman&ecirc;ncia dos fios garante a epiteliza&ccedil;&atilde;o dos novos ductos formados.<sup>15</sup> No presente caso descrito, a t&eacute;cnica foi facilmente realizada, utilizou-se somente anest&eacute;sico t&oacute;pico. A paciente n&atilde;o relatou nenhum desconforto no trans ou p&oacute;s-cir&uacute;rgico. N&atilde;o foi descrito na literatura o intervalo de tempo de acompanhamento do paciente at&eacute; os 30 dias finais. Entretanto, neste estudo foi realizado um acompanhamento de 7 em 7 dias, e informa&ccedil;&otilde;es adicionais sobre esta quest&atilde;o devem ser pesquisadas e apresentadas na literatura. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A micromarsupializa&ccedil;&atilde;o &eacute; principalmente indicada para pacientes pedi&aacute;tricos ou adultos com altera&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas. A mucocele deve ser maior que 10 mm, superficial, flutuante &agrave; palpa&ccedil;&atilde;o, s&eacute;ssil, de colora&ccedil;&atilde;o transl&uacute;cida e com pouco tempo de evolu&ccedil;&atilde;o sendo, portanto, n&atilde;o-fibrosada.<sup>1</sup> Para o sucesso do procedimento, &eacute; importante que a mucocele n&atilde;o esteja localizada em palato ou mucosa jugal, por serem &aacute;reas mais frequentemente acometidas por les&otilde;es neopl&aacute;sicas.<sup>4,10,11 </sup>Essas caracter&iacute;sticas da les&atilde;o devem ser criteriosamente avaliadas para a indica&ccedil;&atilde;o do tratamento, portanto, a t&eacute;cnica de micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada &eacute; indicada para o tratamento de casos de mucocele selecionada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na presente descri&ccedil;&atilde;o de caso cl&iacute;nico o controle p&oacute;s-cir&uacute;rgico da paciente foi de 24 meses e n&atilde;o houve complica&ccedil;&otilde;es cir&uacute;rgicas ou recidivas. Esses dados demonstram o sucesso do tratamento. A drenagem completa do muco da les&atilde;o, o aumento da espessura do fio de sutura utilizado e o alargamento mec&acirc;nico dos orif&iacute;cios s&atilde;o modifica&ccedil;&otilde;es que possivelmente aumentam a efic&aacute;cia da t&eacute;cnica de micromarsupializa&ccedil;&atilde;o.<sup>9</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o da recidiva da mucocele s&atilde;o poucos os trabalhos na literatura sobre a t&eacute;cnica da micromarsupializa&ccedil;&atilde;o.<sup>8</sup> Entretanto, os estudos demonstram que n&atilde;o existem recidivas.<sup>8,9,11,12</sup> &Eacute; imprescind&iacute;vel que o Cirurgi&atilde;o-Dentista, ao escolher a t&eacute;cnica para o tratamento da mucocele, considere as caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas da les&atilde;o, a idade do paciente e verifique se h&aacute; alguma altera&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica. Como n&atilde;o h&aacute; necessidade de anestesia infiltrativa e se trata de um procedimento de r&aacute;pida execu&ccedil;&atilde;o, a t&eacute;cnica da micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada representa uma excelente op&ccedil;&atilde;o de tratamento para a mucocele selecionada.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> CONCLUS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir deste relato de caso sugere-se que a t&eacute;cnica de micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada seja eficaz no tratamento da mucocele selecionada. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> APLICA&Ccedil;&Atilde;O CL&Iacute;NICA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sugere-se a utiliza&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica da micromarsupializa&ccedil;&atilde;o modificada para o tratamento da mucocele selecionada em quaisquer pacientes, mas bem espec&iacute;fica para pacientes pedi&aacute;tricos ou adultos com altera&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas que impossibilitem a realiza&ccedil;&atilde;o de procedimentos mais invasivos.</font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Delbem ACB, Cunha, RF, Vieira, AEM, Ribeiro, LLG. Tratamento de fen&ocirc;menos de reten&ccedil;&atilde;o salivar em crian&ccedil;as pela t&eacute;cnica da micromarsupializa&ccedil;&atilde;o. Revista da APCD 2001;55(1):51-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412665&pid=S0004-5276201300040000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Baurmash HD. Mucoceles and ranulas. J Oral Maxillofac Surg 2003;61(3):369-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412667&pid=S0004-5276201300040000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Ata-Ali J, Carrillo C, Bonet C, Balaguer J, Pe&ntilde;arrocha M, Pe&ntilde;arrocha M. Oral mucocele: review of the literature. J Clin Exp Dent 2010;2(1):18-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412669&pid=S0004-5276201300040000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Stuani AS, Stuani AS, Silva FWGP, Stuani MBS, Val&eacute;rio RA, Queiroz AM. Mucoceles: les&otilde;es frequentes na cavidade bucal de crian&ccedil;as. Pediatria 2010;32(4):288-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412671&pid=S0004-5276201300040000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Silva A jr, Nikitakis NG, Balciunas BA, Meiller TF. Superficial mucocele of the labial mucosa: a case report and review of the literature. Gent Dent 2004;52(5):424-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412673&pid=S0004-5276201300040000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Cecconi D, Achilli A, Tarozzi M, Lodi G, Demarosi F, Sardella A, et al. Mucoceles of the oral cavity: A large case series (1994-2008) and literature review. Med Oral Patol Oral Cir Bucal 2009;15(4):551-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412675&pid=S0004-5276201300040000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Ohta N, Fukase S, Suzuki Y, Aoyagi M. Treatment of salivary mucocele of the lower lip by OK-432. Auris Nasus Larynx 2011;38(2):240-3.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412677&pid=S0004-5276201300040000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Piazzetta CM, Torres-Pereira C, Amen&aacute;bar JM. Micro- marsupialization as an alternative treatment for mucocele in pediatric dentistry. International Journal of Paediatric Dentistry 2012;22(5):318-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412679&pid=S0004-5276201300040000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Amaral MBF, Freitas JB, Mesquita RA. Upgrading of the micro-marsupialisation technique for the management of mucus extravasation or retention phenomena. Int J Oral Maxilofac Surg 2012;41(12):1527-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412681&pid=S0004-5276201300040000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. kaiser KM, Silva ALT, Rosa TF, Pereira MA. Mucocele em mucosa de l&aacute;bio inferior. RGO 2008;56(1):85-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412683&pid=S0004-5276201300040000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Berti AS, santos JAR, Dirschabel AJ, Souza PHC. Micromarsupializa&ccedil;&atilde;o: relato de dois casos cl&iacute;nicos. Rev Port Estomatol Cir Maxilofac 2006;47(3):151-155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412685&pid=S0004-5276201300040000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Stuani AS, Stuani AS, Santos BM, Silva FWGP, Borsatto MC, Queiroz AM. Tratamento de mucocele pela t&eacute;cnica de micromarsupializa&ccedil;&atilde;o: Relato de caso. Revista de Odontologia da Universidade Cidade de S&atilde;o Paulo 2008;20(3):307-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412687&pid=S0004-5276201300040000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Huang IY, Chen CM, Kao YH, Worthington P. Treatment of mucocele of the lower lip with carbon dioxide laser. J Oral Maxillofac Surg 2007:65(5):855-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412689&pid=S0004-5276201300040000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Tommasi AF. Diagn&oacute;stico em patologia bucal. 2&ordf; ed. S&atilde;o Paulo: Pancast; 1982:380.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412691&pid=S0004-5276201300040000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Sandrini FA, Sant'ana-Filho M, Rados PV. Ranula management: suggested modifications in the micro-marsupialization technique. J Oral Maxillofac Surg 2007;65(7):1436-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412693&pid=S0004-5276201300040000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/apcd/v67n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Amanda Leal Rocha    <br>   Rua Doutor Gordiano, 216/301    <br>   Prado - Belo Horizonte - MG    <br>   30410-330    <br>   Brasil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:amandaauharek@yahoo.com.br" target="_blank">amandaauharek@yahoo.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>        <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Recebido em: jun/2013    <br>  Aprovado em: ago/2013</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
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