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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Atendimento de urgência frente ao traumatismo alvéolo dentário: relato de caso clínico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Dental injuries are emergencies that require the dental professional a fast, but thorough. Despite the agility in primary care, most often it is necessary to monitor the patient for a long period. The objective of this study is to report the case of a boy who attended the emergency care of the Children&#8217;s Clinic Lutheran University of Brazil (Ulbra) - campus Cachoeira do Sul/RS - Brazil, with multiple injuries resulting from a fall from a bike. The patient arrived 24 hours after the trauma with multiple facial lacerations that had been sutured to the hospital previously. The teeth involved, 11, 12, 13, 21, 22 and 23, had lesions of coronary fracture, extrusive luxation and subluxation. Was held radiography of the region was not detected root fracture or buccal bone plate. In the first visit, it was decided for the construction of a semi-rigid containment maintained for three weeks, because some teeth were highly mobile. From the urgent care the patient has been followed and treated at the University. We can conclude that emergency treatment is quite complex, a good clinical history, a good clinical examination and exams are essential in establishing a plan for prompt and appropriate treatment. The prognosis is often uncertain, may involve various dental specialties and becomes more favorable when the professional&#8217;s knowledge, speed in emergency treatment and makes the correct routing of the patient when needed.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[traumatismos dentários]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RELATO DE CASO CL&Iacute;NICO </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Atendimento de urg&ecirc;ncia frente ao traumatismo alv&eacute;olo dent&aacute;rio - relato de caso cl&iacute;nico</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Urgent care outside the tooth injuries - case report</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fabiane Piva<sup>I</sup>; Isabel Garcia P&ouml;tter<sup>II</sup>; Gilberto Timm Sari<sup>III</sup>; Celso Afonso Klein-J&uacute;nior<sup>IV</sup>; F&aacute;bio Herrmann Coelho-de-Souza<sup>V</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I </sup>Mestrado em Odontopediatria - Professora adjunta do curso de Odontologia da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) - campus Cachoeira do Sul/RS    <br> <sup>II</sup> Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia pela Ulbra - campus Cachoeira do Sul/RS - Cirurgi&atilde;-Dentista    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>III</sup> Mestre em Odontopediatria - Professor adjunto do curso de Odontologia da Ulbra - campus Cachoeira do Sul/RS    <br> <sup>IV</sup> Doutor em Ci&ecirc;ncias dos Materiais - Professor adjunto do curso de Odontologia da Ulbra - campus Cachoeira do Sul/RS    <br> <sup>V</sup> Doutor em Dent&iacute;stica - Professor adjunto do curso de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)/RS</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Termo de consentimento livre e esclarecido assinado pelo paciente e enviado &agrave; Revista</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os traumatismos dent&aacute;rios s&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de urg&ecirc;ncia odontol&oacute;gica que imp&otilde;em ao profissional um atendimento r&aacute;pido, por&eacute;m minucioso. Apesar da agilidade no primeiro atendimento, na maioria das vezes &eacute; necess&aacute;rio o acompanhamento do paciente por um longo per&iacute;odo. O objetivo deste trabalho &eacute; relatar o caso de um menino que compareceu ao atendimento de urg&ecirc;ncia da Cl&iacute;nica Infantil da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) - campus Cachoeira do Sul/RS - Brasil, com v&aacute;rias les&otilde;es decorrentes de uma queda de bicicleta. O paciente chegou 24 horas ap&oacute;s o trauma com v&aacute;rias lacera&ccedil;&otilde;es faciais que j&aacute; haviam sido suturadas no hospital anteriormente. Os dentes envolvidos, o 11, 12, 13, 21, 22 e 23, apresentavam les&otilde;es de fratura coron&aacute;ria, subluxa&ccedil;&atilde;o e luxa&ccedil;&atilde;o extrusiva. Realizou-se uma radiografia da regi&atilde;o e n&atilde;o se detectou fratura radicular ou da t&aacute;bua &oacute;ssea vestibular. No primeiro atendimento, optou-se pela confec&ccedil;&atilde;o de uma conten&ccedil;&atilde;o semirr&iacute;gida mantida por tr&ecirc;s semanas, pois alguns dentes estavam com grande mobilidade. Desde o atendimento de urg&ecirc;ncia o paciente vem sendo acompanhado e tratado na Universidade. Podemos concluir que o tratamento de urg&ecirc;ncia &eacute; bastante complexo, uma boa anamnese, um bom exame cl&iacute;nico e exames complementares s&atilde;o indispens&aacute;veis na institui&ccedil;&atilde;o de um plano de tratamento r&aacute;pido e adequado. O progn&oacute;stico &eacute; muitas vezes duvidoso, podendo envolver v&aacute;rias especialidades odontol&oacute;gicas e se torna mais favor&aacute;vel quando o profissional tem conhecimento, agilidade no tratamento de urg&ecirc;ncia e faz o encaminhamento correto do paciente quando necess&aacute;rio.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>traumatismos dent&aacute;rios; emerg&ecirc;ncias; condutas terap&ecirc;uticas.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dental injuries are emergencies that require the dental professional a fast, but thorough. Despite the agility in primary care, most often it is necessary to monitor the patient for a long period. The objective of this study is to report the case of a boy who attended the emergency care of the Children&rsquo;s Clinic Lutheran University of Brazil (Ulbra) - campus Cachoeira do Sul/RS - Brazil, with multiple injuries resulting from a fall from a bike. The patient arrived 24 hours after the trauma with multiple facial lacerations that had been sutured to the hospital previously. The teeth involved, 11, 12, 13, 21, 22 and 23, had lesions of coronary fracture, extrusive luxation and subluxation. Was held radiography of the region was not detected root fracture or buccal bone plate. In the first visit, it was decided for the construction of a semi-rigid containment maintained for three weeks, because some teeth were highly mobile. From the urgent care the patient has been followed and treated at the University. We can conclude that emergency treatment is quite complex, a good clinical history, a good clinical examination and exams are essential in establishing a plan for prompt and appropriate treatment. The prognosis is often uncertain, may involve various dental specialties and becomes more favorable when the professional&rsquo;s knowledge, speed in emergency treatment and makes the correct routing of the patient when needed.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>tooth injuries; emergencies; therapeutics.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELEV&Acirc;NCIA CL&Iacute;NICA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este relato de caso demonstra a complexidade da abordagem de um paciente com traumatismo alv&eacute;olo dent&aacute;rio e descreve detalhadamente o tratamento das diferentes inj&uacute;rias sofridas pelo mesmo. Al&eacute;m disso, tem como objetivo orientar o cl&iacute;nico geral a realizar a primeira abordagem do paciente com traumatismo alv&eacute;olo dent&aacute;rio, relatar os diferentes tipos de traumatismos que podem estar associados num mesmo evento traum&aacute;tico e suas condutas cl&iacute;nicas al&eacute;m de enfatizar a import&acirc;ncia do correto diagn&oacute;stico, tratamento e acompanhamento do caso ao longo do tempo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Traumas dent&aacute;rios s&atilde;o muito frequentes em adolescentes e adultos jovens, principalmente na faixa et&aacute;ria dos 10 aos 24 anos de idade, por decorr&ecirc;ncia de quedas, brigas, lutas, acidentes esportivos, automobil&iacute;sticos e maus tratos.<sup>1</sup> O sexo masculino geralmente &eacute; mais afetado que o feminino e os fatores de risco comumente associados s&atilde;o: overjet aumentado, selamento labial incompetente, protrus&atilde;o dos incisivos superiores e obesidade.<sup>2</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em um estudo realizado para avaliar a preval&ecirc;ncia do trauma dental em crian&ccedil;as de 12 a 15 anos de idade, foi poss&iacute;vel observar que de um total de 183 dentes traumatizados, 89,9% foram incisivos centrais superiores. Apenas 10,9% das inj&uacute;rias ocorreram nos dentes inferiores.<sup>2</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O traumatismo &eacute; considerado atualmente como um dos principais problemas de sa&uacute;de bucal na popula&ccedil;&atilde;o jovem, visto que sua incid&ecirc;ncia tem ultrapassado a de doen&ccedil;as como a c&aacute;rie dental e doen&ccedil;a periodontal.<sup>2,1</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As consequ&ecirc;ncias f&iacute;sicas das inj&uacute;rias aos tecidos envolvem os dentes, a por&ccedil;&atilde;o alveolar e os tecidos moles adjacentes.<sup>3</sup> Classificam- se les&otilde;es traum&aacute;ticas dent&aacute;rias desde uma simples fratura em esmalte at&eacute; a perda definitiva do elemento dent&aacute;rio.<sup>4</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre os v&aacute;rios tipos de les&otilde;es, as fraturas de esmalte e dentina s&atilde;o os tipos mais comuns de fraturas coron&aacute;rias na denti&ccedil;&atilde;o permanente.<sup>5</sup> Nestes casos, o tratamento consiste em recobrir o esmalte e dentina com comp&oacute;sitos adesivos para evitar a penetra&ccedil;&atilde;o bacteriana quando n&atilde;o h&aacute; exposi&ccedil;&atilde;o da polpa. Quando h&aacute; contamina&ccedil;&atilde;o e exposi&ccedil;&atilde;o pulpar, indica-se a pulpotomia ou endodontia do elemento dent&aacute;rio.<sup>6</sup> A luxa&ccedil;&atilde;o extrusiva, caracterizada pelo deslocamento parcial do dente para fora do seu alv&eacute;olo, &eacute; menos comum, por&eacute;m, quando ocorre deve-se tentar o reposicionamento do elemento dent&aacute;rio e a confec&ccedil;&atilde;o de uma conten&ccedil;&atilde;o semirr&iacute;gida por tr&ecirc;s semanas.<sup>5</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tendo em vista a complexidade da abordagem do paciente que apresenta traumatismo alv&eacute;olo dent&aacute;rio, o presente relato de caso tem por objetivo mostrar uma conduta de urg&ecirc;ncia e proserva&ccedil;&atilde;o frente a um caso de traumatismo alv&eacute;olo dent&aacute;rio juntamente com uma terap&ecirc;utica reabilitadora.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELATO DE CASO </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Paciente S.A., 12 anos, g&ecirc;nero masculino, leucoderma, estudante, compareceu &agrave; urg&ecirc;ncia da Cl&iacute;nica Infantil da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) - campus Cachoeira do Sul - &agrave; procura de tratamento para as sequelas decorrentes de traumatismos alv&eacute;olo-dent&aacute;rio m&uacute;ltiplos, frutos de uma queda de bicicleta. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O traumatismo havia ocorrido em ambiente contaminado h&aacute; cerca de 24 horas antes da consulta na universidade. Os respons&aacute;veis pelo paciente relataram que imediatamente ap&oacute;s o trauma o menino recebeu atendimento hospitalar, no qual foi submetido &agrave; antissepsia da regi&atilde;o afetada, sutura de corte labial, prescri&ccedil;&atilde;o de analg&eacute;sico, antibi&oacute;tico e radiografia p&oacute;stero-anterior de face, n&atilde;o apresentando altera&ccedil;&otilde;es nesta. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao exame f&iacute;sico foi observado grande edema no l&aacute;bio inferior e ferimentos j&aacute; suturados no hospital (<a href="#fig01">Figura 1</a>). No exame cl&iacute;nico, foi observada fratura coron&aacute;ria de esmalte dent&aacute;rio nos elementos 13 e 23, fratura coron&aacute;ria de esmalte e dentina sem exposi&ccedil;&atilde;o pulpar e luxa&ccedil;&atilde;o lateral para palatino no elemento 12 com pequena mobilidade, fratura coron&aacute;ria de esmalte e subluxa&ccedil;&atilde;o no elemento 22 com pequena mobilidade, fratura coron&aacute;ria de esmalte e dentina sem exposi&ccedil;&atilde;o pulpar e luxa&ccedil;&atilde;o lateral para palatino no elemento 11 sem mobilidade, e fratura coron&aacute;ria de esmalte e dentina com exposi&ccedil;&atilde;o pulpar e luxa&ccedil;&atilde;o extrusiva no elemento 21 com grande mobilidade (<a href="#fig02">Figura 2</a>). No exame radiogr&aacute;fico, foi observado o espa&ccedil;o entre a raiz e a parede &oacute;ssea alveolar, indicando o deslocamento parcial do dente para fora do seu alv&eacute;olo (<a href="#fig03">Figura 3</a>). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diante dos achados cl&iacute;nicos e radiogr&aacute;ficos, optou-se como terap&ecirc;utica emergencial a instala&ccedil;&atilde;o de uma conten&ccedil;&atilde;o semirr&iacute;gida com fio de nylon 0,80 por 21 dias. Procedeu-se a anestesia local do elemento 21 pr&eacute;via &agrave; reposi&ccedil;&atilde;o digital do dente a sua posi&ccedil;&atilde;o original no alv&eacute;olo (<a href="#fig04">Figura 4</a>), profilaxia pr&eacute;via a instala&ccedil;&atilde;o de conten&ccedil;&atilde;o semirr&iacute;gida, condicionamento &aacute;cido das superf&iacute;cies vestibulares para colagem do fio de conten&ccedil;&atilde;o (<a href="#fig05">Figura 5</a>) e adapta&ccedil;&atilde;o do fio de nylon e colagem com por&ccedil;&otilde;es de resina composta (<a href="#fig06">Figura 6</a>), reposi&ccedil;&atilde;o do dente estru&iacute;do com press&atilde;o digital antes da polimeriza&ccedil;&atilde;o da resina de fixa&ccedil;&atilde;o do fio, fixa&ccedil;&atilde;o final do fio de conten&ccedil;&atilde;o e remo&ccedil;&atilde;o de excessos e polimento das por&ccedil;&otilde;es de resina composta utilizadas para a colagem (<a href="#fig07">Figura 7</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Duas semanas ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o da conten&ccedil;&atilde;o, realizou-se o recobrimento da dentina exposta no elemento 11 com resina composta. Ap&oacute;s o per&iacute;odo estimado, 21 dias, removeu-se a conten&ccedil;&atilde;o semirr&iacute;gida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Prosseguiu-se com o acompanhamento do paciente e testes de vitalidade durante oito semanas ap&oacute;s o trauma, no qual foi detectada resposta pulpar negativa no dente 21, sugerindo necrose pulpar. Ap&oacute;s esta constata&ccedil;&atilde;o, iniciou-se a endodontia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Posteriormente a conclus&atilde;o do tratamento endod&ocirc;ntico (<a href="#fig08">Figura 8</a>), iniciou-se a terap&ecirc;utica reabilitadora, moldou-se a arcada superior e inferior do paciente para confec&ccedil;&atilde;o dos modelos de estudo e enceramento dos elementos 11 e 21. Confeccionou- se uma guia de silicone (silicona de adi&ccedil;&atilde;o) (<a href="#fig09">Figura 9</a>), e realizaram-se as restaura&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da t&eacute;cnica da guia de Silicona7(Figuras <a href="#fig10">10</a>, <a href="#fig11">11</a>, <a href="#fig12">12</a>, <a href="#fig13">13</a>). Ap&oacute;s 30 dias, foi realizada uma consulta de controle do traumatismo e dos procedimentos realizados (<a href="#fig14">Figura 14</a>) e n&atilde;o foi diagnosticada nenhuma altera&ccedil;&atilde;o, sendo agendada nova manuten&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig04.jpg">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig05"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig05.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig06"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig06.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig07"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig07.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig08"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig08.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig09"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig09.jpg">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig10"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig10.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig11"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig11.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig12"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig12.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig13"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig13.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig14"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v67n4/a07fig14.jpg">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O traumatismo alv&eacute;olo dent&aacute;rio &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o de grande incid&ecirc;ncia nos consult&oacute;rios dent&aacute;rios, principalmente dos odontopediatras. Muitas vezes acometendo n&atilde;o somente os dentes, mas tamb&eacute;m a face, mucosa bucal, osso alveolar e estruturas dento-alveolares relacionadas.<sup>8</sup> Al&eacute;m da dor, os traumas dent&aacute;rios acabam gerando estresse, medo e ansiedade nos pacientes e em todo o n&uacute;cleo familiar. &Eacute; necess&aacute;rio, antes de qualquer procedimento, acalmar os pais e o paciente para que se consiga chegar a um diagn&oacute;stico correto e partir para o tratamento de urg&ecirc;ncia, o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na luxa&ccedil;&atilde;o extrusiva, o dente est&aacute; deslocado axialmente para fora do seu alv&eacute;olo e, com a mobilidade extremamente aumentada. Tanto o ligamento periodontal quanto o suprimento neurovascular da polpa s&atilde;o rompidos. Apenas as fibras gengivais palatais impedem que o dente seja avulsionado. Radiograficamente &eacute; poss&iacute;vel de ser observado o espa&ccedil;o entre a raiz e a parede &oacute;ssea alveolar.<sup>5</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O tratamento da extrus&atilde;o dent&aacute;ria baseia-se no reposicionamento do dente, ap&oacute;s, procede-se com conten&ccedil;&atilde;o semirr&iacute;gida com resina composta por tr&ecirc;s semanas, fato semelhante foi realizado no referido caso.<sup>5</sup> Nos casos em que ocorre fratura da t&aacute;bua &oacute;ssea com luxa&ccedil;&atilde;o/avuls&atilde;o dos dentes envolvidos &eacute; necess&aacute;ria uma fixa&ccedil;&atilde;o r&iacute;gida para um adequado reparo &oacute;sseo, os m&eacute;todos mais utilizados s&atilde;o atrav&eacute;s de fios ortod&ocirc;nticos e barras de Erich.<sup>9</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A necrose pulpar &eacute; comumente esperada nos dentes que sofreram extrus&atilde;o, aproximadamente 64%, j&aacute; a reabsor&ccedil;&atilde;o radicular &eacute; rara neste caso, apresenta-se mais frequente nas luxa&ccedil;&otilde;es laterias.<sup>10</sup> O progn&oacute;stico depende do correto posicionamento dental e do est&aacute;gio de desenvolvimento radicular.<sup>10</sup> O ideal &eacute; realizar o controle cl&iacute;nico e radiogr&aacute;fico do paciente em 15, 30, 60 e 120 dias.<sup>11</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No entanto, sabe-se que o teste de sensibilidade efetuado logo ap&oacute;s o traumatismo &eacute; questionado por n&atilde;o traduzir a real condi&ccedil;&atilde;o pulpar, uma vez que respostas negativas podem ser moment&acirc;neas devido ao comprometimento do suprimento sangu&iacute;neo por inflama&ccedil;&atilde;o pulpar, press&atilde;o e tens&atilde;o dos nervos apicais.<sup>12,13,14</sup> A real condi&ccedil;&atilde;o pulpar poder&aacute; ser determinada somete oito semanas ap&oacute;s o trauma por meio de testes que identifiquem a vitalidade ou necrose da polpa.<sup>15</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No caso apresentado, o paciente foi submetido ao teste de sensibilidade pelo uso do frio aos 14, 21, 28 e 60 dias ap&oacute;s o trauma, quando se manteve a resposta pulpar negativa no elemento 21, sugerindo necrose pulpar. Assim, a indicativa do melhor momento para o in&iacute;cio do tratamento endod&ocirc;ntico foi ap&oacute;s o segundo m&ecirc;s decorrido do trauma. Outro aspecto cl&iacute;nico que sugeriu a presen&ccedil;a de necrose pulpar no dente 21 foi a leve modifica&ccedil;&atilde;o de sua colora&ccedil;&atilde;o no exame cl&iacute;nico pr&eacute;vio ap&oacute;s 60 dias, sugerindo tal altera&ccedil;&atilde;o irrevers&iacute;vel pulpar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave;s les&otilde;es mais comuns dos tecidos duros, as fraturas de esmalte e dentina em dentes permanentes s&atilde;o as mais prevalentes. Estas, geralmente, exigem um selamento ou restaura&ccedil;&atilde;o para retornar a forma anat&ocirc;mica do dente, a fim de evitar a penetra&ccedil;&atilde;o bacteriana e poss&iacute;vel contamina&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos t&uacute;bulos dentin&aacute;rio.<sup>6</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando se consegue o fragmento dental, a colagem &eacute; a melhor escolha terap&ecirc;utica, dependendo da boa adapta&ccedil;&atilde;o do mesmo, uma vez que esse tratamento permite a restaura&ccedil;&atilde;o da anatomia original do dente, principalmente em pacientes jovens, pois possuem a anatomia dent&aacute;ria complexa e dif&iacute;cil de ser reproduzida, possibilitando a reabilita&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o e da est&eacute;tica.<sup>13</sup> Por&eacute;m, quando o fragmento &eacute; perdido no trauma, procuramos solu&ccedil;&otilde;es reabilitadoras o mais conservadora poss&iacute;vel, fato que foi realizado neste caso, a restaura&ccedil;&atilde;o direta com resina composta atrav&eacute;s da t&eacute;cnica da guia de silicone.<sup>7</sup></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> CONCLUS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os casos mais severos de traumatismo alv&eacute;olo dent&aacute;rio em pacientes infantis implicam em danos &agrave;s estruturas dent&aacute;rias e de suporte de dif&iacute;cil solu&ccedil;&atilde;o. O tratamento de urg&ecirc;ncia &eacute; bastante complexo, assim, uma boa anamnese, um exame cl&iacute;nico detalhado e a solicita&ccedil;&atilde;o de exames complementares s&atilde;o de extrema import&acirc;ncia na institui&ccedil;&atilde;o de um plano de tratamento r&aacute;pido e adequado. Tamb&eacute;m, deve-se levar em considera&ccedil;&atilde;o que esta situa&ccedil;&atilde;o de urg&ecirc;ncia promove um abalo emocional bastante significativo, que envolve al&eacute;m do paciente atingido, todo o seu n&uacute;cleo familiar. Nestas circunst&acirc;ncias, a decis&atilde;o imediata e correta est&aacute; diretamente relacionada com o progn&oacute;stico do caso que muitas vezes &eacute; duvidoso, podendo envolver v&aacute;rias especialidades odontol&oacute;gicas. Outro aspecto a ser considerado para o sucesso da abordagem do traumatismo &eacute; o conhecimento e agilidade do profissional para realizar o atendimento imediato e dar o suporte e manuten&ccedil;&atilde;o do caso por um longo per&iacute;odo de tempo. Neste caso, o paciente ir&aacute; permanecer em acompanhamento para verificar periodicamente a vitalidade pulpar dos demais dentes envolvidos no traumatismo, encaminhar para uma interven&ccedil;&atilde;o ortod&ocirc;ntica e realizar novas reabilita&ccedil;&otilde;es est&eacute;ticas. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> APLICA&Ccedil;&Atilde;O CL&Iacute;NICA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este relato de caso pretende orientar o cl&iacute;nico geral na conduta inicial de casos de urg&ecirc;ncia decorrente de traumatismo alv&eacute;olo dent&aacute;rio complexos, al&eacute;m da abordagem dos diferentes tipos de les&otilde;es que podem estar associados em um mesmo evento traum&aacute;tico. Al&eacute;m disso, ressaltar a import&acirc;ncia do correto diagn&oacute;stico, tratamento e acompanhamento do paciente ao longo do tempo.</font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Andersson L. Epidemiology of Traumatic Dental Injuries. Pediatr Dent 2013; 35(2):102-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412845&pid=S0004-5276201300040000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Kumar A, Bansal V, Veeresha KL, Sogi GM. Prevalence of Traumatic Dental Injuries Among 12- to 15-year-old Schoolchildren in Ambala District, Haryana, India. Oral Health Prev Dent 2011;9(3):301-305.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412847&pid=S0004-5276201300040000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. B&uuml;cher K, Neumann C, Thiering E, Hickel R, K&uuml;hnisch J. Complications and survival rates of teeth after dental trauma over a 5-year period. Clin Oral Investig 2012;17(5):1311-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412849&pid=S0004-5276201300040000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Sanabe ME, Cavalcante LB, Coldebella CR, Abreu-e-Lima FCB. Urg&ecirc;ncias em traumatismos dent&aacute;rios: classifica&ccedil;&atilde;o, caracter&iacute;sticas e procedimentos. Rev Paul Pediatr 2009; 27 (4):447-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412851&pid=S0004-5276201300040000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Vasconcellos RJH, Marzola C, Genu PR. Trauma Dental: Aspectos Cl&iacute;nicos e Cir&uacute;rgicos. Revista de Odontologia da ATO 2006;6(12):774-796.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412853&pid=S0004-5276201300040000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Andreasen JO, Lauridsen E, Andreasen FM. Contradictions in the treatment of traumatic dental injuries and ways to proceed in dental trauma research. Dent Traumatol 2010;26(1):16-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412855&pid=S0004-5276201300040000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Coelho-de-Souza FH. Restaura&ccedil;&otilde;es diretas em dentes anteriores com resina composta. In: Coelho-de-Souza FH. Tratamentos Cl&iacute;nicos Integrados em Odontologia. 1&ordf;.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2012:181-216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412857&pid=S0004-5276201300040000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Melo REVA, V&iacute;tor CMA, Silva MBL, LUN ALA, Firmo ACB. Traumatismo dentoalveolar. International Journal of Dentistry 2003;2(2):266-272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412859&pid=S0004-5276201300040000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Vieira EH, Gabrielli MAC, R&ecirc;go RD, Ramos RQ. Fixa&ccedil;&atilde;o interna r&iacute;gida em fratura alv&eacute;olo-dent&aacute;ria na maxila. Rev Assoc Paul Cir Dent 1998;52(6):471-473.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412861&pid=S0004-5276201300040000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Andreasen FM, Andreasen J.O. Diagnosis of luxation injuries: The importance of standardized clinical, radiographic and photographic techniques in clinical investigations. Endod Dent Traumatol 1985;1(5):160-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412863&pid=S0004-5276201300040000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Kramer PF, Feldens CA. Traumatismo na denti&ccedil;&atilde;o dec&iacute;dua: Preven&ccedil;&atilde;o, Diagn&oacute;stico e Tratamento. 1&ordf;.ed. S&atilde;o Paulo: Santos; 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412865&pid=S0004-5276201300040000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Fountain SB, Camp JH. Traumatismo dent&aacute;rio. In: Cohen S, Burns RC. Caminhos da polpa. 6&ordf; ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan;1997:339-487.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412867&pid=S0004-5276201300040000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Castro JCM, Poi WR, Manfrin TM, Zina LG. Analysis of the crown fractures and crown-root fractures due to dental trauma assisted by the Integrated Clinic 1992 to 2002. Dent Traumatol 2005;21(3):121-126.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412869&pid=S0004-5276201300040000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Bhaskar SN, Rappaport HM. Dental Vitality test and pulp status. J Am Dent Assoc 1973;86(2):409-411.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412871&pid=S0004-5276201300040000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. &Ouml;z&ccedil;eliz B, Kuraner T, Kendir B, Asan E. Histopathological evaluation of the dental pulps in crown fractured teeth. J Endod 2000;26(5):271-273.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412873&pid=S0004-5276201300040000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Rappelli G, Massaccesi C, Putignano A. Clinical procedures for the immediate reattachment of a tooth fragment. Dent Traumatol 2002;18(5):281-284.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412875&pid=S0004-5276201300040000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Josgrilberg EB, Cordeiro RCL. Aspectos psicol&oacute;gicos do paciente infantil no atendimento de urg&ecirc;ncia. Odontologia Cl&iacute;n Cient&iacute;f 2005;4(1):13-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=412877&pid=S0004-5276201300040000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/apcd/v67n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fabiane Piva    <br>   Rua Martinho Luterero, 301    <br>   Universit&aacute;rio - Cachoeira do Sul - RS    <br>   96501-595    <br>   Brasil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:fabipiva@ibest.com.br" target="_blank">fabipiva@ibest.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>        <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Recebido em: jul/13    <br>  Aprovado em: set/13</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>        ]]></body>
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