<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0004-5276</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista da Associacao Paulista de Cirurgioes Dentistas]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. Assoc. Paul. Cir. Dent.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0004-5276</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Associacão Paulista de Cirurgiões-Dentistas]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0004-52762014000200014</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estado de saúde bucal e necessidade de prótese dentária em idosos longevos]]></article-title>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[State of oral health and necessity of implant dentistry in the oldest old]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lewandowski]]></surname>
<given-names><![CDATA[Andressa]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bós]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ângelo José Gonçalves]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,PUCRS  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,PUCRS  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2014</year>
</pub-date>
<volume>68</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>155</fpage>
<lpage>158</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-52762014000200014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0004-52762014000200014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0004-52762014000200014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Introdução: Conforme dados do censo brasileiro de 2010,3 a população idosa aumentou em 43,3%, sendo que a população de idosos com 80 anos ou mais de idade cresceu 72%. Considerando o número elevado de longevos, o desconhecimento frente às necessidades de cuidados bucais nessa faixa etária, este estudo pretende verificar o uso e necessidade de prótese dentária nessa faixa etária. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo transversal quantitativo, descritivo e analítico. A amostra foi composta por 38 idosos, de 80 anos ou mais. Foi utilizado o Índice de Uso e Necessidade de Prótese Dentária. Resultados: Maioria de mulheres longevas (71,1%), média de idade de 89,1 anos (±4,5). Quanto ao uso de prótese superior, 76,3% dos longevos utilizam Prótese Total (PT), 13,2% não utilizam, 7,9% utilizam Prótese Parcial Removível (PPR) e 2,6% mais de uma Ponte Fixa (PF). Em relação à arcada inferior, 39,6% usam PT, 34,2% não usam prótese, 18,4% usam PPR. Na arcada superior, 50% necessitam de PT, 36,8% não necessitam, 10,5% necessitam de prótese de mais de um elemento e 2,6% de combinação de próteses. Na arcada inferior, maioria necessita de prótese, 42,1% de PT, 28,9% de prótese de mais de um elemento, 5,3% de combinação de próteses. O percentual de longevos que não necessita de prótese inferior é de 23,7%. Conclusão: Os dados obtidos mostram que os idosos longevos estão cada vez mais aumentando em nossa população e tem necessidades importantes de reabilitação protética.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introduction: According to data from the 2010 Brazilian census, while the elderly population increased 43.3%, the population of older adults aged 80 and older increased 72%. Considering the high number of individuals in this age group, the unawareness about needs of oral care in this age group, this study investigated the use and need of dentures in this age group. Materials and methods: This is a quantitative, descriptive and analytical cross-sectional study. The sample consisted of 38 elderly patients aged 80 years or older. Index of Use and Need of Prosthesis was used. Results: Majority was oldest old women (71.1%), mean age of 89.1 years (±4.5). Regarding the use of upper dentures, 76.3% of the oldest have Total Denture (TD), 13.2% do not have, 7.9% have Removable Partial Denture (RPD) and 2.6% have more than one a Fixed Bridge (FB). Regarding the lower arch, 39.6% have PT, 34.2 % do not have prosthesis, 18.4% have RPD. In the upper arcade, 50% needs TD, 36.8 % do not need, 10.5% need prosthesis of more than one element and 2.6% need combination of prosthesis. In the lower arch, the majority require prosthesis, 42.1% of PT, 28.9% of prosthesis of more than one element, 5.3% need a combination of prostheses. The percentage of oldest old who does not need a lower prosthesis is 23.7%. Conclusion: Findings from the study show that the oldest old individuals are increasing steadily in our population and they have significant needs for prosthetic rehabilitation.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[saúde do idoso]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[longevidade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[saúde bucal]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[prótese dentária]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[health of the elderly]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[longevity]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[oral health]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[dental prosthesis]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Estado de sa&uacute;de bucal e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria em idosos longevos</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>State of oral health and necessity of implant dentistry in the oldest old</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Andressa Lewandowski<sup> I</sup>; &Acirc;ngelo Jos&eacute; Gon&ccedil;alves B&oacute;s<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Cirurgi&atilde;- Dentista - Mestre em Gerontologia Biom&eacute;dica pela Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul (PUCRS)    <br>   <sup>II</sup> P&oacute;s-doutorado no Instituto Nacional Americano sobre o Envelhecimento e na Escola de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade de Johns Hopkins - Professor adjunto do Programa de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Gerontologia Biom&eacute;dica da PUCRS</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Introdu&ccedil;&atilde;o: Conforme dados do censo brasileiro de 2010,3 a popula&ccedil;&atilde;o idosa aumentou em 43,3%, sendo que a popula&ccedil;&atilde;o de idosos com 80 anos ou mais de idade cresceu 72%. Considerando o n&uacute;mero elevado de longevos, o desconhecimento frente &agrave;s necessidades de cuidados bucais nessa faixa et&aacute;ria, este estudo pretende verificar o uso e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria nessa faixa et&aacute;ria. Materiais e m&eacute;todos: Trata-se de um estudo transversal quantitativo, descritivo e anal&iacute;tico. A amostra foi composta por 38 idosos, de 80 anos ou mais. Foi utilizado o &Iacute;ndice de Uso e Necessidade de Pr&oacute;tese Dent&aacute;ria. Resultados: Maioria de mulheres longevas (71,1%), m&eacute;dia de idade de 89,1 anos (&plusmn;4,5). Quanto ao uso de pr&oacute;tese superior, 76,3% dos longevos utilizam Pr&oacute;tese Total (PT), 13,2% n&atilde;o utilizam, 7,9% utilizam Pr&oacute;tese Parcial Remov&iacute;vel (PPR) e 2,6% mais de uma Ponte Fixa (PF). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; arcada inferior, 39,6% usam PT, 34,2% n&atilde;o usam pr&oacute;tese, 18,4% usam PPR. Na arcada superior, 50% necessitam de PT, 36,8% n&atilde;o necessitam, 10,5% necessitam de pr&oacute;tese de mais de um elemento e 2,6% de combina&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses. Na arcada inferior, maioria necessita de pr&oacute;tese, 42,1% de PT, 28,9% de pr&oacute;tese de mais de um elemento, 5,3% de combina&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses. O percentual de longevos que n&atilde;o necessita de pr&oacute;tese inferior &eacute; de 23,7%. Conclus&atilde;o: Os dados obtidos mostram que os idosos longevos est&atilde;o cada vez mais aumentando em nossa popula&ccedil;&atilde;o e tem necessidades importantes de reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>sa&uacute;de do idoso; longevidade; sa&uacute;de bucal; pr&oacute;tese dent&aacute;ria</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Introduction: According to data from the 2010 Brazilian census, while the elderly population increased 43.3%, the population of older adults aged 80 and older increased 72%. Considering the high number of individuals in this age group, the unawareness about needs of oral care in this age group, this study investigated the use and need of dentures in this age group. Materials and methods: This is a quantitative, descriptive and analytical cross-sectional study. The sample consisted of 38 elderly patients aged 80 years or older. Index of Use and Need of Prosthesis was used. Results: Majority was oldest old women (71.1%), mean age of 89.1 years (&plusmn;4.5). Regarding the use of upper dentures, 76.3% of the oldest have Total Denture (TD), 13.2% do not have, 7.9% have Removable Partial Denture (RPD) and 2.6% have more than one a Fixed Bridge (FB). Regarding the lower arch, 39.6% have PT, 34.2 % do not have prosthesis, 18.4% have RPD. In the upper arcade, 50% needs TD, 36.8 % do not need, 10.5% need prosthesis of more than one element and 2.6% need combination of prosthesis. In the lower arch, the majority require prosthesis, 42.1% of PT, 28.9% of prosthesis of more than one element, 5.3% need a combination of prostheses. The percentage of oldest old who does not need a lower prosthesis is 23.7%. Conclusion: Findings from the study show that the oldest old individuals are increasing steadily in our population and they have significant needs for prosthetic rehabilitation.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>health of the elderly; longevity; oral health; dental prosthesis</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELEV&Acirc;NCIA CL&Iacute;NICA</B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presente estudo serve de alerta as necessidades desses longevos diante da classe odontol&oacute;gica, pois revela uma &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o pouco explorada.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Definir envelhecimento &eacute; algo muito complexo, existem v&aacute;rios conceitos, variando de acordo com a vis&atilde;o social, econ&ocirc;mica e principalmente com a independ&ecirc;ncia e qualidade de vida do idoso. O envelhecimento n&atilde;o &eacute; uniforme, pode-se dizer que &eacute; o conjunto das altera&ccedil;&otilde;es estruturais e funcionais do organismo que se acumulam progressiva e especificamente com a idade.<sup>1</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Existe uma clara evid&ecirc;ncia quanto ao crescente n&uacute;mero de idosos na popula&ccedil;&atilde;o mundial, mais especificamente nos pa&iacute;ses em desenvolvimento, como o Brasil, que tendenciosamente venha a ser uma das maiores do mundo.<sup>2</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conforme dados do censo brasileiro de 2010,<sup>3</sup> a popula&ccedil;&atilde;o idosa aumentou em 43,3%, sendo que a popula&ccedil;&atilde;o de idosos com 80 anos ou mais de idade cresceu 72%. No Rio Grande do Sul (RS), 13,6% da popula&ccedil;&atilde;o ga&uacute;cha &eacute; formada por idosos. Porto Alegre &eacute; a capital do Brasil com maior n&uacute;mero percentual de idosos (15,04%).<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Importante ressaltar esse crescimento elevado e ascendente da popula&ccedil;&atilde;o idosa em rela&ccedil;&atilde;o aos demais grupos et&aacute;rios, principalmente na popula&ccedil;&atilde;o acima de 80 anos, tamb&eacute;m chamada de longeva.<sup>4</sup> Apesar disso, pouco se sabe sobre o estado de sa&uacute;de bucal e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria de longevos, pois os dados epidemiol&oacute;gicos e cl&iacute;nicos bucais se restringem a estudar idosos com at&eacute; 75 anos.<sup>5,6,7,8</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O aparecimento de doen&ccedil;as relacionadas &agrave; sa&uacute;de bucal n&atilde;o s&atilde;o necessariamente parte do processo de envelhecimento, mas estas est&atilde;o geralmente presentes em indiv&iacute;duos idosos. Dos problemas bucais existentes nos idosos, doen&ccedil;a periodontal, c&aacute;rie, altera&ccedil;&atilde;o do paladar, xerostomia, dificuldade de mastiga&ccedil;&atilde;o e degluti&ccedil;&atilde;o, o edentulismo (perda total dos elementos dent&aacute;rios) &eacute; um dos mais frequentes e, por consequ&ecirc;ncia deste, a necessidade de uso de pr&oacute;tese.<sup>6,7,8,9,10,11</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O edentulismo influencia na mastiga&ccedil;&atilde;o e na digest&atilde;o, bem como na gusta&ccedil;&atilde;o, na fala e na est&eacute;tica. Pode-se considerar que um indiv&iacute;duo com todos os dentes tem uma capacidade de mastiga&ccedil;&atilde;o de 100%. Com a perda de um dente, essa capacidade passa a ser de 70%, podendo chegar a 25% com o uso de pr&oacute;teses totais.<sup>12</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Considerando o n&uacute;mero elevado de longevos, o desconhecimento frente as necessidades de cuidados bucais nessa faixa et&aacute;ria, este estudo pretende verificar o uso e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria nessa faixa et&aacute;ria.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trata-se de um estudo transversal quantitativo, descritivo e anal&iacute;tico. A amostra foi composta por idosos, de 80 anos ou mais, atendida em um servi&ccedil;o de Geriatria e Gerotologia multiprofissional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O estudo recebeu parecer favor&aacute;vel do Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa (CEP) de n&uacute;mero 129.271 em 04/10/2012. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi agendado um atendimento individual para a coleta de dados, no qual o pesquisador explicou o projeto de pesquisa para o volunt&aacute;rio e foi entregue e assinado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). A avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica foi realizada por um examinador devidamente treinado, utilizando luvas descart&aacute;veis, m&aacute;scara, esp&aacute;tulas de madeira, espelho bucal plano, sonda periodontal desenvolvida pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS).<sup>13</sup> Avaliou-se o edentulismo pelo uso e necessidade de pr&oacute;tese, pois ajuda a entender o agravo "edentulismo", servindo, ao mesmo tempo, para estimar a gravidade do problema pela an&aacute;lise conjunta dos dados. Uma observa&ccedil;&atilde;o importante &eacute; que a verifica&ccedil;&atilde;o da necessidade de pr&oacute;tese deve incluir uma avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade da pr&oacute;tese quando a mesma est&aacute; presente. Os dois &iacute;ndices n&atilde;o s&atilde;o excludentes, ou seja, &eacute; poss&iacute;vel estar usando e tamb&eacute;m necessitar de uma pr&oacute;tese.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para que haja uniformidade nesta avalia&ccedil;&atilde;o, o crit&eacute;rio de decis&atilde;o para determinar que uma pr&oacute;tese que est&aacute; em uso &eacute; inadequada e, portanto, deve ser trocada, &eacute; baseado nas seguintes condi&ccedil;&otilde;es: a) Reten&ccedil;&atilde;o &ndash; est&aacute; folgada ou apertada; b) Estabilidade e reciprocidade &ndash; apresenta deslocamento ou b&aacute;scula; c) Fixa&ccedil;&atilde;o &ndash; lesiona os tecidos; d) Est&eacute;tica &ndash; apresenta manchas ou fraturas e n&atilde;o est&aacute; adequada ao perfil facial do paciente. Caso pelo menos uma dessas condi&ccedil;&otilde;es esteja presente, recomenda-se a troca da pr&oacute;tese e, portanto, procede-se a avalia&ccedil;&atilde;o da necessidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ap&oacute;s digita&ccedil;&atilde;o, compara&ccedil;&atilde;o e corre&ccedil;&atilde;o do banco de dados, as informa&ccedil;&otilde;es foram tabuladas por interm&eacute;dio do programa Epi Info 7.1.3.</font></p>     <p>&nbsp;</p>             ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Participaram da pesquisa 38 longevos, sendo 71,1% composto por mulheres, j&aacute; os homens perfazem 28,9% do total. A m&eacute;dia de idade foi de 89,1 anos (&plusmn;4,5), sendo a idade m&iacute;nima de 82 anos e a m&aacute;xima de 97 anos. A renda m&eacute;dia desses longevos foi de R$2.358,26 (&plusmn;2.236,0). Em rela&ccedil;&atilde;o aos anos de estudo, a m&eacute;dia foi de 3,7 anos (&plusmn;2,3).</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A maioria (75%) &eacute; branca, 100% das mulheres s&atilde;o vi&uacute;vas e 73,7% dos homens s&atilde;o casados. Os idosos referiram ter, em m&eacute;dia, tr&ecirc;s morbidades (&plusmn;2,3). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto ao uso de pr&oacute;tese superior, observa-se (<a href="#tab01">Tabela 1</a>) que 76,3% dos longevos utilizam Pr&oacute;tese Total (PT), seguido daqueles que n&atilde;o utilizam (13,2%), 7,9% Pr&oacute;tese Parcial Remov&iacute;vel (PPR) e 2,6% mais de uma Ponte Fixa (PF). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A maioria das mulheres longevas (81,5%), na arcada superior, utilizam PT, seguido de 11,1% que utilizam PPR e 7,4% n&atilde;o utiliza nenhum tipo de pr&oacute;tese. Os homens longevos utilizam PT em sua maioria (63%), 27,3% n&atilde;o usa, 9,1% mais de uma PF.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; arcada inferior, 39,6% usam PT, 34,2% n&atilde;o usam pr&oacute;tese, 18,4% usam PPR. Considerando o sexo, as longevas em sua maioria (48,2%) utilizam PT, 29,6% n&atilde;o usam e 14,8% que usam PPR. J&aacute; os longevos, 45,5% n&atilde;o possuem nenhum tipo de pr&oacute;tese, 27,2% usam PPR e 18,2% usam PT. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pode-se observar (<a href="#tab02">Tabela 2</a>) na arcada superior que metade dos longevos (50%) necessita de PT, 36,8% n&atilde;o necessitam, 10,5% necessitam de pr&oacute;tese de mais de um elemento e 2,6% de combina&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave;s longevas, 55,6% necessitam de PT, 33,3% n&atilde;o tem necessidade, 7,4% necessitam de pr&oacute;tese de mais de um elemento e 3,7% necessita de combina&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses. Nos homens longevos percebe-se que 45,5% n&atilde;o tem necessidade, seguido por 36,4% que necessita de PT, 18,2% necessitam de pr&oacute;tese de mais de um elemento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v68n2/a14tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na arcada inferior, maioria necessita de pr&oacute;tese, sendo 42,1% de PT, 28,9% de pr&oacute;tese de mais de um elemento, 5,3% de combina&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses. O percentual de longevos que n&atilde;o necessita de pr&oacute;tese inferior &eacute; de 23,7%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Observando as mulheres longevas, percebe-se que a maioria (44,5%) necessita de PT, 25,9% de pr&oacute;tese de mais de um elemento, 3,7% de combina&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses, 25,9% n&atilde;o necessita de pr&oacute;tese. Em rela&ccedil;&atilde;o aos homens longevos, 36,4% necessitam de pr&oacute;tese de mais de um elemento, 36,3% de PT, 9,1% de combina&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses e 18,2% n&atilde;o necessita de pr&oacute;tese.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Analisando os dados, percebe-se que maioria (81,6%) dos idosos longevos necessita de algum tipo de pr&oacute;tese dent&aacute;ria, apenas 18,4% n&atilde;o necessitam de nenhum tipo de pr&oacute;tese, tanto na arcada superior quanto na arcada inferior.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de de 2010,6 dos idosos de 65-74 anos, apenas 23,5% n&atilde;o usava algum tipo de pr&oacute;tese dent&aacute;ria superior. A porcentagem de usu&aacute;rios de PT foi de 63,1%, um total de 7,6% das pessoas examinadas usava PPR, um percentual de 3,8% dos examinados usava uma PF. O uso de combina&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses (Pr&oacute;tese Fixa + Remov&iacute;vel) se limitou a 1,2% das pessoas examinadas.<sup>6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A propor&ccedil;&atilde;o de indiv&iacute;duos idosos que n&atilde;o usava pr&oacute;tese inferior &eacute; de 46,1%, usu&aacute;rios de PT foram de 37,5%, um total de 12,7% dos indiv&iacute;duos eram usu&aacute;rios de PPR. Um percentual de 1,6% dos examinados usava uma PF, o uso de mais de uma PF se limitou a 0,9% e de combina&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses a 1,2%.<sup>6</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo de Colussi et al,<sup>14</sup> realizado com idosos de Bigua&ccedil;u (Santa Catarina), com m&eacute;dia de idade de 70,1 anos, tamb&eacute;m relatou um alto uso de PT superior (60,3%) e de PT inferior (27%). Em outro estudo realizado com idosos institucionalizados de Fortaleza (Cear&aacute;),15 sendo a m&eacute;dia de idade de 76,6 anos, 112 (70%) idosos n&atilde;o faziam uso de pr&oacute;tese superior e 130 (81,3%) de pr&oacute;tese inferior. Dos que utilizavam pr&oacute;tese, 28,8% PT superior e 16,9% utilizavam PT inferior. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pode-se perceber os longevos, em sua maioria, usam PT, tanto na arcada superior (76,3%) quanto na arcada inferior (39,6%), sendo esses percentuais maiores do que os idosos mais jovens. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O alto &iacute;ndice de necessidade de pr&oacute;teses dos longevos (81,6%), embora percentualmente menor, s&atilde;o semelhantes aos encontrados no estudo de Fortaleza,<sup>15</sup> em que foi observada uma necessidade de pr&oacute;tese superior em 84,4% dos participantes e 88,7% de pr&oacute;tese inferior. Em outro estudo realizado em institui&ccedil;&otilde;es para idosos, p&uacute;blicas e filantr&oacute;picas de longa perman&ecirc;ncia na cidade de Goi&acirc;nia, foi observada uma necessidade de uso de pr&oacute;teses de 80,2%.16 Tamb&eacute;m nos idosos residentes em Bigua&ccedil;u, foi constatada uma elevada necessidade de tratamento prot&eacute;tico, sendo 63,9% na arcada superior e 79,8% na arcada inferior.<sup>14</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com efeito, pesquisas com idosos institucionalizados apresentam preval&ecirc;ncias mais severas de necessidade de pr&oacute;tese, quando comparadas com estudos de base populacional. Por&eacute;m, &eacute; preocupante perceber que os longevos se encontram em situa&ccedil;&atilde;o de necessidade de reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica semelhante aos idosos institucionalizados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A preval&ecirc;ncia de edentulismo dos longevos foi alta em rela&ccedil;&atilde;o aos achados de pesquisas internacionais em idosos mais jovens. Em Hong Kong,<sup>17</sup> apenas 12% eram ed&ecirc;ntulos. No Sul da China,</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v68n2/a14tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">a preval&ecirc;ncia de edentulismo foi ainda menor: apenas 4,4% dos idosos residentes em &aacute;rea urbana apresentaram essa condi&ccedil;&atilde;o;<sup>18</sup> na &Iacute;ndia, a preval&ecirc;ncia foi de 15%;<sup>19</sup> na Fran&ccedil;a esse percentual foi de 16,3%;<sup>20</sup> na Su&eacute;cia, foi de 31,5%;<sup>21</sup> e em Adelaide (Austr&aacute;lia), a preval&ecirc;ncia de edentulismo foi de 47,7%.<sup>22</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estimar as perdas dent&aacute;rias revela toda uma hist&oacute;ria da rela&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo com o acesso aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de, em que o modelo tradicional o exp&ocirc;s a uma pr&aacute;tica mutiladora que solucionou pontualmente a dor. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dados da produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial do SUS23 indicam que, no ano de 2012, foram confeccionadas 12.605 pr&oacute;teses em longevos. Esse n&uacute;mero corresponde a 4,2 pr&oacute;teses para cada 1.000 habitantes nessa faixa et&aacute;ria. A propor&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses dent&aacute;rias confeccionadas em longevos &eacute; menor que as observadas em todas as outras faixas et&aacute;rias de idosos, que variaram de 8,8 por mil em idosos entre 65 e 69 anos e 7,1&permil; em idosos entre 75 a 79 anos. Observa-se, portanto, que a propor&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses aprovadas pelo SUS em longevos foi quase metade da aprovada nas outras faixas et&aacute;rias de idosos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sendo a reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica um fator importante para o reestabelecimento das condi&ccedil;&otilde;es bucais ideais,<sup>9,11</sup> essa baixa aprova&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses pelo SUS pode refletir a falta de acesso esses longevos aos servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos especializados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m disso, pode retratar desconhecimento por parte dos profissionais sobre as necessidades dos longevos, visto que n&atilde;o temos dados nacionais sobre essa faixa et&aacute;ria, tamb&eacute;m a percep&ccedil;&atilde;o de que o longevo n&atilde;o precisaria investir em uma reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica por estar "no fim da vida".</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Percebe-se que os longevos necessitam de um acompanhamento espec&iacute;fico, multiprofissional e mais frequente que os idosos mais jovens. Os idosos e seus cuidadores devem ser conscientizados de que existe uma necessidade cont&iacute;nua de cuidados bucais, mesmo que apresentem poucos ou nenhum dente remanescente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os idosos longevos t&ecirc;m necessidades importantes de reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica, as quais n&atilde;o v&ecirc;m sendo supridas pelo nosso sistema de sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Preconiza-se a cria&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de espec&iacute;fica para essa popula&ccedil;&atilde;o com &ecirc;nfase no acompanhamento domiciliar, visto que muitos desses longevos apresentam dificuldade de locomo&ccedil;&atilde;o e econ&ocirc;micas de se deslocarem.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Al&eacute;m disso, sugere-se que a faixa et&aacute;ria de 80 anos ou mais seja inclu&iacute;da no levantamento epidemiol&oacute;gico nacional, com o objetivo de se conhecer mais sobre essa popula&ccedil;&atilde;o longeva que mais cresce no nosso pa&iacute;s.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>APLICA&Ccedil;&Atilde;O CL&Iacute;NICA</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&bull; Idosos longevos necessitam avalia&ccedil;&atilde;o e cuidados odontol&oacute;gicos;    <br> &bull; A reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica deve ser planejada e executada para idosos longevos;     <br>&bull; Auxiliar no conhecimento sobre sa&uacute;de bucal de idosos longevos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>AGRADECIMENTOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Agradecemos ao grupo de pesquisa e principalmente aos idosos longevos que se dispuseram em participar do presente estudo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Minas Gerais. Secretaria de Estado de Sa&uacute;de. Aten&ccedil;&atilde;o a sa&uacute;de do idoso. Belo Horizonte: SAS/MG, 2006. 186 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=417165&pid=S0004-5276201400020001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Somchinda A, Fernandes FC, Cormack EF. Sa&uacute;de e qualidade de vida na Terceira idade: uma introspec&ccedil;&atilde;o dos idosos institucionalizados &#91;monografia&#93;. Bras&iacute;lia; 2003. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. Censo Demogr&aacute;fico 2010. Caracter&iacute;sticas da popula&ccedil;&atilde;o e dos domic&iacute;lios. Resultados do universo. Rio de Janeiro, 2011.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Menezes TMO, Lopes RLM. Produ&ccedil;&atilde;o do conhecimento sobre idoso longevo: 1998-2008 Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2009 out/dez; 17(4):569-74.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Projeto SB Brasil 2003 &ndash; Condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal da popula&ccedil;&atilde;o brasileira 2002-2003 - Resultados principais. Bras&iacute;lia: Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de Bucal; 2004. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Projeto SB Brasil 2010: Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de Bucal &ndash; Resultados Principais. Brasilia, DF, 2011.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Colussi CF, Freitas SFT. Aspectos epidemiol&oacute;gicos da sa&uacute;de bucal do idoso no Brasil. Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica, Rio de Janeiro, 18(5):1313-1320, set-out, 2002. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Barbosa KGN. Condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal em idosos: uma revis&atilde;o da realidade brasileira. Odontol. Cl&iacute;n.-Cient, Recife, 10 (3) 227- 231, jul./set., 2011. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Caderno de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica n 17. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Sa&uacute;de Bucal / Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de &ndash; Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2006. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Guimar&atilde;es MLR, Hilgert JB, Hugo FN, Corso AC, Nocchi P, Padilha DMP. Impacto da perda dent&aacute;ria na qualidade de vida de idosos independentes. Scientia Medica, Porto Alegre: PUCRS, v. 15, n. 1, jan./mar. 2005.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Rosa LB, Zuccolotto MCC, Bataglion C, Coronatto EAS. Odontogeriatria &ndash; a sa&uacute;de bucal na terceira idade. RFO, v. 13, n. 2, p. 82-86, maio/agosto 2008.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Bos AJG, Pedro REL, Lewandowski A, Lazzarotto DJ, Linden MSS, Carli JP, Linden LAS, Giaretta BM, Trentin MS. Situa&ccedil;&atilde;o atual da Sa&uacute;de Bucal nos Idosos do Rio Grande do Sul. In: Jo&atilde;o Paulo De Carli; Ricardo Cauduro Neto; Maria Salete Sandini Linden. (Org.). Multidisciplinaridade na sa&uacute;de bucal. 5ed.Porto Alegre: RGO, 2012, v. 1, p. 36-40.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. WHO, World Health Organization. Oral health surveys: basic methods. 4th ed. Geneva: World Health Organization; 1997. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Colussi CF, Freitas SFT, Calvo MCM. Perfil epidemiol&oacute;gico da c&aacute;rie e do uso e necessidade de pr&oacute;tese na popula&ccedil;&atilde;o idosa de Bigua&ccedil;u, Santa Catarina. Rev Bras Epidemiol. 2004;7(1):88-97.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Gai&atilde;o LR, Almeida MEL, Heukelbach J. Perfil epidemiol&oacute;gico da c&aacute;rie dent&aacute;ria, doen&ccedil;a periodontal, uso e necessidade de pr&oacute;tese em idosos residentes em uma institui&ccedil;&atilde;o na cidade de Fortaleza, Cear&aacute;. Rev Bras Epidemiol. 2005;8(3):316-23. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Reis SCGB, Higino MASP, Melo HMD, Freire MCM. Condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal de idosos institucionalizados em Goi&acirc;nia-GO, 2003. Rev Bras Epidemiol. 2005;8(1):67-73. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Corbet EF, Lo ECM. Tooth spaces in and prosthetic treatment received by the middle- aged and the el- derly in Hong Kong. Community Dent Oral Epide- miol 1994; 22:386-91. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Lin HC, Corbet EF, Lo ECM, Zhang FG. Tooth loss, occluding pairs, and prosthetic status of Chinese adults. J Dent Res 2001; 80:1491-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Shah N. Gender issues and oral health in elderly Indians. Int Dent J 2003; 53:475-84. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Bourgeois DM, Doury J. Periodontal conditions in 65-74 year old adults in France, 1995. Int Dent J 1999; 49:182-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 21. Palmqvist S. Treatment need and received in an elderly Swedish county population. Gerodontics 1988; 4:272-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Slade GD, Spencer AJ, Gorkic E, Andrews G. Oral health status and treatment needs of non-institutionalized persons aged 60+ in Adelaide, South Australia. Aust Dent J 1993; 38:373-80. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Brasil, Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Banco de dados do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de - DATASUS, Informa&ccedil;&otilde;es de Sa&uacute;de. Dispon&iacute;vel em</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Andressa Lewandowski - PUCRS    <br>Av. Bento Gon&ccedil;alves, 2190/202    <br> Partenon - Porto Alegre     <br>    RS 90650-001  - Brasil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:al_odonto@yahoo.com.br" target="_blank">al_odonto@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: mar/2014    <br> Aceito: mai/2014</b></font></p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Minas Gerais.^dSecretaria de Estado de Saúde.</collab>
<source><![CDATA[Atenção a saúde do idoso.]]></source>
<year>2006</year>
<month>.</month>
<page-range>186 p.</page-range><publisher-loc><![CDATA[Belo Horizonte ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[SAS/MG]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
