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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Presença de Candida sp em sítios doentes e saudáveis em pacientes com Periodontite Crônica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to verify the presence of Candida sp in sites of patients with chronic periodontitis (CP) and control, to correlate the presence of this microorganism with the presence of the disease. 7 sites were evaluated in 13 CP patients: 3 sites with PC, 3 sites without PC and dorsum of the tongue . 7 patients without disease (control group) were also selected; four sites were evaluated: 3 healthy sites and the dorsum of the tongue. In all sites, sterile paper points were inserted for 30 seconds. In tongue, the point was passed 5 times. Mycological examination was performed in the laboratory of mycology of IPEC / Fiocruz. Of the 20 patients, 8 had fungi; 6 of CP group and 2 of control group. In the evaluated sites, it was found that only 10.71 % and 10.99% of control and CP groups showed Candida, respectively. These differences were not significant (p> 0.05). The most affected sites in the control and CP groups were tongue (66.67 %) and deep sites (50 %), respectively. In conclusion, although the Candida is present in the oral cavity of healthy and PC patients, it is found in different proportions according to the evaluated sites.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Presen&ccedil;a de Candida sp em s&iacute;tios doentes e saud&aacute;veis em pacientes com Periodontite Cr&ocirc;nica</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Presence of Candida sp in diseased and healthy sites in patients with Chronic Periodontitis</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Vivian Siqueira Barbosa<sup>I</sup>;Valentina Pereira Gomes<sup>II</sup>; Carla Renata Petillo<sup>III</sup>;Ant&ocirc;nio Canabarro<sup>IV</sup> </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Graduanda 8&ordm; Per&iacute;odo em Odontologia na Universidade Veiga de Almeida (UVA)/ RJ - Brasil    <br>   <sup>II</sup> Cirurgi&atilde; - Dentista - Mestre em Periodontia pela UVA/RJ - Brasil    <br>   <sup>III</sup> Mestranda em Periodontia pela UVA/RJ - Professora do curso de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia da UVA/RJ - Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>IV</sup> Doutor em Periodontia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - Professor do programa de Mestrado em Periodontia na UVA/RJ - Brasil</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo deste estudo foi verificar a presen&ccedil;a de Candida sp em s&iacute;tios de pacientes com Periodontite Cr&ocirc;nica (PC) e controle, buscando correlacionar a presen&ccedil;a deste microrganismo com a presen&ccedil;a da doen&ccedil;a em 13 pacientes com PC, escolhidos aleatoriamente, 7 s&iacute;tios foram avaliados: 3 com PC, 3 sem PC e o dorso da l&iacute;ngua. Tamb&eacute;m foram selecionados 7 pacientes sem doen&ccedil;a (grupo controle). Quatro s&iacute;tios foram avaliados: 3 s&iacute;tios saud&aacute;veis e o dorso da l&iacute;ngua. Nestes s&iacute;tios, foram inseridos cones de pap&eacute;is est&eacute;reis por 30 segundos. Na l&iacute;ngua, o cone era passado em seu dorso 5 vezes. O exame micol&oacute;gico foi realizado no laborat&oacute;rio de micologia do Ipec/Fiocruz. Dos 20 pacientes, 8 apresentaram fungos, sendo 6 do grupo com pc e 2 no grupo controle. Na avalia&ccedil;&atilde;o por s&iacute;tios, verificou-se que apenas 10,71% dos s&iacute;tios do grupo controle e 10,99% do grupo com PC apresentaram Candida. Estas diferen&ccedil;as n&atilde;o foram significativas (p&gt; 0,05). Os s&iacute;tios mais afetados no grupo controle e com pc foram respectivamente a l&iacute;ngua (66,67%) e s&iacute;tios profundos (50%). Conclui-se que, embora a Candida esteja presente na cavidade bucal de pacientes com PC e saud&aacute;veis, &eacute; encontrada em propor&ccedil;&otilde;es distintas nos diferentes s&iacute;tios avaliados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>contagem de col&ocirc;nia microbiana; periodontite cr&ocirc;nica; candida albicans; fungos</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The aim of this study was to verify the presence of Candida sp in sites of patients with chronic periodontitis (CP) and control, to correlate the presence of this microorganism with the presence of the disease. 7 sites were evaluated in 13 CP patients: 3 sites with PC, 3 sites without PC and dorsum of the tongue . 7 patients without disease (control group) were also selected; four sites were evaluated: 3 healthy sites and the dorsum of the tongue. In all sites, sterile paper points were inserted for 30 seconds. In tongue, the point was passed 5 times. Mycological examination was performed in the laboratory of mycology of IPEC / Fiocruz. Of the 20 patients, 8 had fungi; 6 of CP group and 2 of control group. In the evaluated sites, it was found that only 10.71 % and 10.99% of control and CP groups showed Candida, respectively. These differences were not significant (p&gt; 0.05). The most affected sites in the control and CP groups were tongue (66.67 %) and deep sites (50 %), respectively. In conclusion, although the Candida is present in the oral cavity of healthy and PC patients, it is found in different proportions according to the evaluated sites.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>chronic periodontitis; candida albicans; yeasts colony count, microbial</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>    <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELEV&Acirc;NCIA CL&Iacute;NICA</B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Correlacionar a presen&ccedil;a de c&acirc;ndida com a gravidade da doen&ccedil;a periodontal aumentando o conhecimento sobre a poss&iacute;vel participa&ccedil;&atilde;o dos fungos na doen&ccedil;a periodontal.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Infec&ccedil;&otilde;es causadas por leveduras do g&ecirc;nero Candida afetam frequentemente o ser humano. As leveduras est&atilde;o amplamente distribu&iacute;das na natureza podendo ser encontradas em diversos locais como solo, &aacute;gua, vegetais e ambientes hospitalares. Sua incid&ecirc;ncia tem aumentado com o crescente uso de antibi&oacute;ticos, agentes imunossupressores e com a epidemia da AIDS.<sup>1 </sup></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Leveduras de Candida s&atilde;o pat&oacute;genos oportunistas que causam doen&ccedil;a em hospedeiros que est&atilde;o comprometidos local ou possui patologia sist&ecirc;mica.<sup>2</sup> A Candida &eacute; um aer&oacute;bico comensal, o qual pode ser cultivada na cavidade oral por quase todos os adultos.<sup>3</sup> Essas Leveduras t&ecirc;m sido recuperadas de bolsas periodontais em grande n&uacute;mero (7.1 &ndash; 19,6%) de pacientes com Periodontite Cr&ocirc;nica (PC).<sup>4</sup> A capacidade do ambiente subgengival de abrigar uma comunidade microbiana t&atilde;o variada e complexa torna um grande desafio o estabelecimento dos verdadeiros agentes causais das doen&ccedil;as periodontais.<sup>5</sup>  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A gengivite e a periodontite s&atilde;o doen&ccedil;as que afetam os tecidos gengivais e de suporte dent&aacute;rios, respectivamente. Enquanto a gengivite caracteriza-se por uma inflama&ccedil;&atilde;o marginal revers&iacute;vel, a periodontite provoca uma destrui&ccedil;&atilde;o irrevers&iacute;vel nos tecidos de inser&ccedil;&atilde;o (ligamento periodontal, cemento radicular e osso alveolar), resultando na forma&ccedil;&atilde;o de bolsas periodontais e, eventualmente, na perda dent&aacute;ria.<sup>6</sup> Na periodontite, os microrganismos, organizados em um biofilme subgengival aderido a superf&iacute;cie dent&aacute;ria, liberam um grande n&uacute;mero de mediadores inflamat&oacute;rios nos tecidos periodontais adjacentes, promovendo uma inflama&ccedil;&atilde;o que, em muitos casos resulta na destrui&ccedil;&atilde;o destes tecidos.<sup>7</sup> As bolsas periodontais podem abrigar mais de 500 esp&eacute;cies bacterianas que s&atilde;o, na sua grande maioria, esp&eacute;cies residentes. Uma parte, por&eacute;m, &eacute; composta de pat&oacute;genos oportunistas<sup>8</sup> que podem, em certas circunst&acirc;ncias, provocar uma infec&ccedil;&atilde;o mesmo geralmente se apresentando presentes em baixo n&uacute;mero no ambiente subgengival.9 Apesar das bact&eacute;rias gram-negativas terem supostamente um papel fundamental na patog&ecirc;nese das doen&ccedil;as periodontais, parece n&atilde;o existir um agente etiol&oacute;gico &uacute;nico nas doen&ccedil;as periodontais inflamat&oacute;rias. Acredita- se que a periodontite resulta da intera&ccedil;&atilde;o de uma microbiota complexa, do ambiente subgengival e do hospedeiro.<sup>10</sup> Bact&eacute;rias gram-positivas, organismos anaer&oacute;bios e facultativos al&eacute;m de v&iacute;rus e fungos, tamb&eacute;m t&ecirc;m sido associados &agrave; periodontite.<sup>11</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O objetivo do presente trabalho foi verificar a frequ&ecirc;ncia de Candida em diferentes sitos da cavidade bucal de pacientes com PC e indiv&iacute;duos saud&aacute;veis, avaliando poss&iacute;veis nichos preferenciais destes microrganismos de acordo com a presen&ccedil;a ou n&atilde;o da doen&ccedil;a.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pacientes: O desenho da pesquisa foi um estudo de caso-controle. Foram selecionados das cl&iacute;nicas de Odontologia da Universidade Veiga de Almeida (UVA) 7 pacientes sem doen&ccedil;a periodontal para o grupo controle (G-C) e 13 com indica&ccedil;&atilde;o para tratamento periodontal. Todos os dentes foram examinados com periograma. O exame cl&iacute;nico periodontal foi feito usando-se uma sonda periodontal padr&atilde;o por um examinador calibrado. Todos os participantes foram recrutados &agrave; medida que chegavam &agrave; cl&iacute;nica para tratamento e preenchiam os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o do estudo. Ap&oacute;s responderem &agrave; anamnese, assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. O estudo foi aprovado pelo comit&ecirc; de &eacute;tica na pesquisa em humanos da Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil, sob o n&uacute;mero 0020.0.325.009-08. Os pacientes foram inclu&iacute;dos no estudo em conformidade com o acordo de Helsinki. O grupo com doen&ccedil;a periodontal foi selecionado a partir da classifica&ccedil;&atilde;o de PC moderada e grave. A PC moderada &eacute; classificada quando h&aacute; exist&ecirc;ncia de perda de inser&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica proximal &gt;2 e &le; 5 mm em dois dentes n&atilde;o adjacentes, enquanto a PC grave &eacute; classificada quando h&aacute; exist&ecirc;ncia de perda de inser&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica proximal &gt; 5 mm em dois dentes n&atilde;o adjacentes, sangramento e profundidade de bolsa &agrave; sondagem tamb&eacute;m deveriam estar presentes (TONETTI et al. 2005). Os participantes com perda de inser&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica proximal menor que 2 mm foram inseridos no grupo controle. Os crit&eacute;rios de exclus&atilde;o para o grupo com doen&ccedil;a periodontal foram: tratamento periodontal h&aacute; pelo menos um ano, periodontite agressiva, gravidez, lacta&ccedil;&atilde;o, uso de pr&oacute;teses, condi&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas que pudessem afetar a exist&ecirc;ncia de fungos e os tecidos periodontais (p.ex., HIV, terapia com antibi&oacute;tico ou anti-inflamat&oacute;rio n&atilde;o esteroidal, h&aacute; pelo menos seis meses). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Coleta da amostra: Foi realizado isolamento relativo com roletes de algod&atilde;o, os dentes foram secos, e colhidas amostras de biofilme subgengival usando 1 cone de papel est&eacute;ril tamanho 45 (DENTISPLY, Petr&oacute;polis, Rio de Janeiro, Brasil) de 3 s&iacute;tios (com bolsa periodontal) aleat&oacute;rios, 3 s&iacute;tios saud&aacute;veis de cada paciente e esfrega&ccedil;o com o cone por 5 vezes no dorso da l&iacute;ngua, o cone permaneceu no local por 30 segundos. O mesmo procedimento foi usado no grupo controle, por&eacute;m, foram selecionados apenas 3 s&iacute;tios saud&aacute;veis e dorso da l&iacute;ngua. Os cones, com material coletado, eram retirados um a um e cortados diretamente nos meios de cultura Sabouraud com cloranfenicol, Mycosel e CHROMagar Candida (DIFCO, Detroit, Michigan, EUA) e submetidos &agrave; t&eacute;cnica de rolamento com al&ccedil;a Drigalski, em torno da placa. As amostras de material foram armazenadas em caixa de isopor e encaminhadas at&eacute; 24 horas para o exame micol&oacute;gico no Laborat&oacute;rio de Micologia do Instituto de Pesquisa Evandro Chagas, (IPEC/FIOCRUZ/ Rio de Janeiro).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b> Cultura dos fungos </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As amostras foram cultivadas como parte dos procedimentos diagn&oacute;sticos de rotina do laborat&oacute;rio de micologia do IPEC/FIOCRUZ. Cada amostra foi cultivada aerobicamente no Mycosel Agar (DIFCO), Sabouraud Agar (DIFCO) e CHROMagar Candida (CHROMagar, Paris, Fran&ccedil;a), incubada a 37&ordm; C por 48 horas e mais cinco dias &agrave; temperatura ambiente. Quando as col&ocirc;nias estavam presentes, eram transferidas para o Agar para obten&ccedil;&atilde;o de culturas puras e posterior identifica&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas (API 20C Aux system, bioM&eacute;rieux Vitek, inc., Hazelwood, Mo., EUA). As culturas que n&atilde;o apresentaram qualquer crescimento foram consideradas negativas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>An&aacute;lise estat&iacute;stica </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica foi realizada utilizando-se o programa SPSS 17.0. Inicialmente, foi verificada a normalidade de distribui&ccedil;&atilde;o dos dados com o teste de Kolgomorov-Smirnov. Posteriormente, foram aplicados os testes param&eacute;tricos "t de Student", para amostras independentes, pra avaliar as diferen&ccedil;as entre as m&eacute;dias dos dois grupos, e os testes Qui-Quadrado e Exato de Fischer, usados para verificar se a frequ&ecirc;ncia absoluta observada para a presen&ccedil;a de Candida era significativamente diferente da distribui&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia absoluta esperada. Foi estabelecido como n&iacute;vel de signific&acirc;ncia o valor de 5%.</font></p>     <p>&nbsp;</p>             ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram avaliados 20 pacientes, sendo 13 com PC e 7 controle. No grupo controle eram 6 (85,71%) mulheres e 1 (14,29%) homem, e no grupo com PC, 9 (69,23%) mulheres e 4 (30,77%) homens. A m&eacute;dia de idade no grupo controle foi de 37,00 (&plusmn;10,30) e no grupo com PC foi de 51,50 (&plusmn;14,24). Esta diferen&ccedil;a entre as idades n&atilde;o foi significativa (Teste t, p= 0,127). </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na avalia&ccedil;&atilde;o geral, 8 (40%) pacientes apresentaram positividade para Candida em pelo menos 1 s&iacute;tio, enquanto 12 (60%) pacientes n&atilde;o apresentaram este microrganismo (<a href="#tab01">Tabela 1</a> e <a href="#graf01">Gráfico 1</a>). Entre os pacientes com PC, 6 (46,15%) apresentaram Candida, enquanto apenas 2 (28,57%) pacientes do grupo controle apresentarem esta esp&eacute;cie de fungo (Tabela 1). Esta diferen&ccedil;a n&atilde;o foi significativa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na avalia&ccedil;&atilde;o por s&iacute;tios, verificou-se que apenas 3 (10,71%) do grupo controle e 10 (10,99%) do grupo com PC apresentaram Candida (<a href="#tab02">Tabela 2</a> e <a href="#graf02">gráfico 2</a>). Esta diferen&ccedil;a n&atilde;o foi significativa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dos 3 s&iacute;tios com positividade no grupo controle, 2 foram a l&iacute;ngua (66,67%). J&aacute; no grupo com PC, dos 10 s&iacute;tios positivos, a l&iacute;ngua aparece apenas 2 vezes (20%), enquanto os s&iacute;tios controle aparecem 3 vezes (30%), e os s&iacute;tios profundos aparecem com maior frequ&ecirc;ncia (5 vezes, 50%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v68n2/a15graf01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados do presente trabalho mostraram que 40% dos pacientes avaliados apresentaram Candida em pelo menos um s&iacute;tio avaliado. Este percentual pode ser considerado baixo, se levarmos em considera&ccedil;&atilde;o a ideia estabelecida pela comunidade cientifica de considerar o fungo como um microrganismo onipresente na cavidade bucal. Vale destacar que no presente estudo foram avaliados 7 s&iacute;tios por paciente com PC e 4 s&iacute;tios dos indiv&iacute;duos controle, o que aumenta a chance dos fungos serem encontrados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na compara&ccedil;&atilde;o entre os pacientes, 28,57% no grupo controle e 46,15% no grupo com PC apresentaram positividade para Candida. Esta diferen&ccedil;a, embora grande, n&atilde;o foi significativa, talvez pelo baixo n&uacute;mero de pacientes avaliados. Em trabalho anterior, mostrou-se que existe diferen&ccedil;a entre pacientes com PC grave e controle.<sup>13</sup> Mais pacientes dever&atilde;o ser avaliados em estudo em prepara&ccedil;&atilde;o, buscando um maior poder estat&iacute;stico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na avalia&ccedil;&atilde;o dos s&iacute;tios positivos para Candida, a l&iacute;ngua aparece com maior frequ&ecirc;ncia no grupo controle (66,67%), enquanto no grupo com PC a l&iacute;ngua apareceu apenas 2 vezes (20%). Assim, 80% dos fungos foram encontrados nos s&iacute;tios gengivais, especialmente os mais profundos (acima de 5 mm, 50%). Estes resultados parecem indicar que os s&iacute;tios subgengivais de pacientes com PC s&atilde;o nichos preferenciais da Candida; e s&atilde;o particularmente interessantes, pois, como j&aacute; foi dito, alguns artigos relatam que as esp&eacute;cies de Candida s&atilde;o onipresentes na cavidade bucal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presente estudo n&atilde;o mostrou a presen&ccedil;a de fungos na cavidade bucal de forma significativa, por&eacute;m, em 1995 relataram que as leveduras s&atilde;o de ocorr&ecirc;ncia comum na cavidade bucal de</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">,</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v68n2/a15tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v68n2/a15tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v68n2/a15graf02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">indiv&iacute;duos saud&aacute;veis, sendo a Candida albicans a esp&eacute;cie predominante na microbiota bucal, constituindo 60 a 70% do total de isolamento, seguido pela Candida Tropicalis e Candida Glabrata.<sup>14</sup> Como foram demonstradas altamente prevalentes em popula&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis e assintom&aacute;ticas, o isolamento da Candida da cavidade bucal n&atilde;o implica necessariamente, na ocorr&ecirc;ncia de infec&ccedil;&otilde;es.<sup>15</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sendo a periodontite uma doen&ccedil;a multifatorial, o biofilme dental &eacute; considerado o iniciador desta doen&ccedil;a, onde sua manifesta&ccedil;&atilde;o e progress&atilde;o s&atilde;o influenciadas por v&aacute;rios fatores, como: pessoais, sociais, comportamentais, sist&ecirc;micos, gen&eacute;ticos, composi&ccedil;&atilde;o microbiana do biofilme dental e outros. Centenas de esp&eacute;cies de microrganismos reconhecidas e algumas ainda n&atilde;o identificadas habitam o sulco gengival. Contudo, tem sido mostrado que apenas poucas esp&eacute;cies desempenham papel significativo na etiologia da doen&ccedil;a periodontal. A mera presen&ccedil;a de periodontopat&oacute;genos putativos no sulco gengival n&atilde;o &eacute; suficiente para causar inflama&ccedil;&atilde;o periodontal.<sup>16</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diversos fungos s&atilde;o habitantes normais da cavidade bucal, mas s&atilde;o mantidos em equil&iacute;brio pela competi&ccedil;&atilde;o com bact&eacute;rias e pelos mecanismos de defesa do hospedeiro. As altera&ccedil;&otilde;es de qualquer destes fatores podem resultar do desenvolvimento de uma infec&ccedil;&atilde;o f&uacute;ngica.<sup>17</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao ocorrer a quebra do equil&iacute;brio biol&oacute;gico, normalmente resultante predisponentes, como fisiol&oacute;gicos, patol&oacute;gicos e imunol&oacute;gicos, h&aacute; um aumento na multiplica&ccedil;&atilde;o e/ou invas&atilde;o destes microorganismos em tecidos, instalando-se a infec&ccedil;&atilde;o.<sup>18</sup></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A utiliza&ccedil;&atilde;o de antibacteriano de amplo espectro como auxiliares no tratamento periodontal tem sido um dos mais relevantes fatores para o desenvovimento de infec&ccedil;&otilde;es por bact&eacute;rias resistentes e por leveduras do g&ecirc;nero Candida,<sup>19</sup> inclusive em pacientes portadores de HIV, que al&eacute;m de terem sua imunidade comprometida, s&atilde;o submetidos a tratamentos prolongados com antibacterianos para curar infec&ccedil;&otilde;es bacterianas.<sup>20</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A porcentagem de isolamento do g&ecirc;nero Candida a partir da cavidade bucal apresenta uma varia&ccedil;&atilde;o de 30 a 60%,<sup>21</sup> sendo a Candida Albicans o que possui maior fator de patogenicidade, o que possibilitaria o agravamento da doen&ccedil;a periodontal com a capacidade de invadir o epit&eacute;lio do sulco, inibi&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&atilde;o dos polimorfonucleares, lisar mon&oacute;citos, presen&ccedil;a de endotoxinas e produ&ccedil;&atilde;o de enzimas. A produ&ccedil;&atilde;o de fosfolipase juntamente com a proteinase parece exercer papel importante na invas&atilde;o da c&eacute;lula do hospedeiro.<sup>22</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em 2003, foi realizada uma an&aacute;lise da microbiota subgengival de pacientes com periodontite. Dentre os diferentes microorganismos existentes nos s&iacute;tios subgengivais, fungos foram encontrados em 18% dos indiv&iacute;duos com doen&ccedil;a periodontal e 25% dos indiv&iacute;duos periodontalmente saud&aacute;veis, n&atilde;o havendo diferen&ccedil;a estat&iacute;stica significativa.<sup>23</sup> Verificaram a preval&ecirc;ncia de material contendo levedura nas bolsas periodontais examinadas superior a 15,6%.<sup>24</sup></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Candida sp foi encontrada na cavidade bucal de pacientes com Periodontite Cr&ocirc;nica e indiv&iacute;duos saud&aacute;veis, por&eacute;m em propor&ccedil;&otilde;es distintas de acordo com os diferentes s&iacute;tios avaliados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>APLICA&Ccedil;&Atilde;O CL&Iacute;NICA</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Associar a presen&ccedil;a de fungos em Pacientes saud&aacute;veis, na l&iacute;ngua e em pacientes com Doen&ccedil;a Periodontal nas bolsas profundas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>AGRADECIMENTOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">FAPERJ &ndash; Funda&ccedil;&atilde;o Carlos Chagas Filho de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro, N&ordm; processo: E-26.102.754.2013 Bolsa de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. MARTINS, C. A. P. et al. Presen&ccedil;a Candida spp. Em Pacientes com Periodontite Cr&ocirc;nica. Cienc Odontol Bras, 5: 75-83, 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=417288&pid=S0004-5276201400020001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. RICHARDSON M. D., WARNOCK D. W., Fungal infection diagnosis and management. Oxford Blackwell Scientific; 1993. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. ARENDORF T. M., WALKER D. M..Oral Candidal populations in health and disease. Journal of Prosthetic Dentistry. 147: 267-272, 1979.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. ARENDORF T. M., WALKER D. M., The prevalence and intraoral distribution of Candida albicans in man. Arch Oral Biol. 25: 1-10, 1980. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. SLOTS J., RAMS T.E., LISTGARTEN M. A.. Yeasts enteric rods and pseudomonads in the subgingival flora of severe adult periodontitis. Oral Microbiol Immunol 3: 47-52, 1988. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. DARBY I., CURTIS M., Microbiology of periodontal disease in children and young adults. Periodontol 2000. 26: 33-53, 2001.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. PIHLSTROM, B. L,, AMMONS, W. F. Treatment of gingivitis and periodontitis. Research, science and therapy Committee of the American Academy of Periodontolgy. J Periodontol, 68: 1246- 1253, 1997</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">. 8. CHEN H., COX S. W., ELEY B. M., MANTYLA P., RONKA H., SORSA T., Matrix metalloproteinase 8 levels and elastase activities in gingival crevicular fluid from chronic adult periodontitis patients. J clin Peridontol. 27: 366-369, 2000. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. JARVENSIVU, A., HIETANEN, J., RAUTEMAA, R., SORSA, T., RICHARDSON M., Candida yeasts in chronic periodontitis tissues and subgingival microbial biofilms in vivo. Oral Disease. 10: 106- 112, 2004. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. DAHLEN G., WILKSTRON M., Occurrence of enteric rods, staphylococci and Candida in subgingival samples. Oral Microbiol Immunol. 10: 42- 46, 1995. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. LINDHE J., KARRING T., LANG N. P., Tratado de Periodontia cl&iacute;nica e implantodontia oral. 4a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2005.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. KOSHY G., CORBET E. F., ISHIKAWA I, A full-mouth disinfection approach to nonsurgical periodontal therapy &ndash; prevention of reinfection from bacterial reservoirs. Periodontol 2000. 36: 166-178, 2004. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. TONETTI, M. S., CLAFFEY, N.; European Workshop in Periodontology Group C. Advances in the progression of periodontitis and proposal of definitions of a periodontitis case and disease progression for use in risk factor research. Group C consensus report of the 5th European Workshop in Periodontology. Journal of Clinical Periodontology. 32: 210-213, 2005. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. CANABARRO A., VALLE C., FARIAS M. R., SANTOS F.B., LAZERA M., WANKE B.. Association of subgingival colonization of C&acirc;ndida albicans and other yeasts with severety of chronic periodontitis. Journal of Periodontology Research. 2012.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. JORGE, A. O. C., Presen&ccedil;a de Candida spp e Anticorpos Anti-Candida albicans na Cavidade Bucal de Pacientes com Periodontite Cr&ocirc;nica do Adulto. Rev Odontol UNESP, S&atilde;o Paulo, 26: 03-218, 1997.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Samaranayake YH, Samaranayake LP. Experimental oral candidiasis inanimal models. Clin Microbiol Rev 2001; 14(2):398-429. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. OLIVEIRA L. F., JORGE A. O. C., SANTOS S. S. F.. In vitro Minocycline Activity on Superinfecting Microorganisms Isolated from Chronic Periodontitis Patients. Braz Oral Res. 20: 202-206, 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. JARVENSIVU, A., HIETANEN, J., RAUTEMAA, R., SORSA, T., 17. RICHARDSON M., Candida yeasts in chronic periodontitis tissues and subgingival microbial biofilms in vivo. Oral Disease. 10: 106- 112, 2004.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 19. GHANNOUM, M.A.; ABU-ELTEEN, K.H. Pathogenicity determinants of Candida. Mycoses, v.33, n. 6, p. 265-82, June 1990.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 20. DAHLEN G., WILKSTRON M., Occurrence of enteric rods, staphylococci and Candida in subgingival samples. Oral Microbiol Immunol. 10: 42- 46, 1995. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. RYDER M. I., Periodontal management of HIV-infected patients. Periodontology 2000. 23:85-93, 2000. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. WRAY D., FELIX D. H., CUMMING C.G., Alteration of humoral responses to Candida in HIV infection. British Dental Journal, 168: 326-329, 1990. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. POLAK A., Virulence of Candida albicans mutants. Mycoses. 35: 9-16, 1992. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. DOGAN B., ANTINHEIMO J., CETINER D., BODUR A., EMINGIL G., BUDUNELI E., UYGUR C., FIRATLI E., LAKIO L., ASIKAINEN S., Subgegival microflora in TurkishPatients with periodontitis. J Periodontol 14: 176-182, 1999. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. REYNAUD A. H., NYGAARD-OSTBY B., BOYGARD G-K et al.Yeasts in Periodontal pockets. J Clin Periodontol 28: 860-864, 2001.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vivian Siqueira Barbosa    <br> Av. Maracan&atilde;, 894 - apto 603     <br>Tijuca - Rio de Janeiro/RJ     <br>   20511-001 - Brasil </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:vsbodonto@gmail.com" target="_blank">vsbodonto@gmail.com</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: mar/2014    <br> Aceito: mai/2014</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[ ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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<surname><![CDATA[MARTINS]]></surname>
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