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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise da contaminação em cones de papel absorvente e sua influência no tratamento endodôntico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this study was evaluate microbiologically absorbent paper points present in conventional sealed packages or "CELL PACK" type, and paper points that were already being used in clinical practice. So check handling and environment in which they are exposed, contributes to contamination and if the microorganisms found influence in the outcome of endodontic treatment. Were used 4 brands of paper points (EndoPoints, Tanary, Precise and Meta) from sealed packages, called sterilized by the manufacturer in conventional packages and "CELL PACK" type. And 90 absorbent paper points (Tanary, Roeko, Endo Points, Conne Teck), collected from 30 private practices and already being used in clinical practice. All samples were transferred to tubes containing BHI broth and incubated at 37 °C under an atmosphere of CO2. In the presence of contamination, samples were plated on BHI agar and bacterial identification performed through specific tests. None of paper cones from the sealed packs showed microbial growth. However, there was contamination of cones which were in clinical use. The authors conclude that absorbent paper points present in sealed packages, initially are sterile. However, the "CELL PACK" type are more effective and safer, because they have a sufficient number of cones in individual cells. Furthermore, paper points of conventional packs, after opening, may present contamination, contributing to the failure of endodontic treatment]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[contaminação]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="righ"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Artigo original</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>An&aacute;lise da contamina&ccedil;&atilde;o em cones de papel absorvente e sua influ&ecirc;ncia no tratamento endod&ocirc;ntico</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Contamination analysis of absorbent paper points and the influence in endodontic treatment</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Jefferson Jos&eacute; de Carvalho Marion<sup>I</sup>;Thais Mageste Duque<sup>II</sup>; Dieison Luiz Mioranza<sup>III</sup>; Fernanda Aparecida Franciozi de Souza<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Cirurgi&atilde;o-Dentista graduado pela PUCPR, Doutor em Cl&iacute;nica Odontol&oacute;gica - Concentra&ccedil;&atilde;o Endodontia - pela FOP/Unicamp, Mestre em Cl&iacute;nica Odontol&oacute;gica - Concentra&ccedil;&atilde;o Endodontia &ndash; pela Faculdade Unimar, especialista em Endodontia pela PUCPR - Professor adjunto da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Mato Groso do Sul (UFMS)    <br>   <sup>II</sup> Cirurgi&atilde;- Dentista graduada pela UFJF, Mestre e Doutoranda em Cl&iacute;nica Odontol&oacute;gica - Concentra&ccedil;&atilde;o Endodontia - pela FOP/Unicamp, especialista em Endodontia pela FOP/Unicamp - Profa. Assistente de Odontologia na &Aacute;rea de Endodontia da Faculdade Ing&aacute;/Uning&aacute;    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III </sup>Cirurgi&atilde;o- Dentista graduado pela Faculdade Ing&aacute;/Uning&aacute;    <br>   <sup>IV</sup>Cirurgi&atilde;-Dentista graduado pela Faculdade Ing&aacute;/Uning&aacute;</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo do presente estudo foi avaliar microbiologicamente cones de papel absorvente presentes em embalagens lacradas, convencionais ou do tipo "CELL PACK", e cones de papel que j&aacute; estavam sendo utilizados em consult&oacute;rios pelos Cirurgi&otilde;es-Dentistas. Assim, verificar se o manuseio e o ambiente em que os mesmos se encontram expostos, contribui para que ocorra contamina&ccedil;&atilde;o. Foram utilizadas 4 marcas de cones de papel (EndoPoints, Tanary, Precise e Meta) provenientes de embalagens lacradas, denominadas esterilizadas pelo fabricante e, contidas em embalagens convencionais e do tipo "CELL PACK"; e 90 cones de papel absorvente, de 4 marcas comerciais (Tanary, Roeko, Endo Points, Conne Teck), coletados de 30 consult&oacute;rios particulares e que j&aacute; estavam sendo utilizados nos consult&oacute;rios. Todas as amostras foram transferidas para tubos de ensaio contendo BHI caldo e incubadas, em aerobiose, a 37&ordm;C sob atmosfera de CO2. Na presen&ccedil;a de contamina&ccedil;&atilde;o, as amostras foram plaqueadas em BHI Agar e a identifica&ccedil;&atilde;o bacteriana realizada atrav&eacute;s de testes bioqu&iacute;micos espec&iacute;ficos. Os cones de papel provenientes das caixas lacradas n&atilde;o apresentaram crescimento microbiano. No entanto, foi observado contamina&ccedil;&atilde;o dos cones que estavam em uso cl&iacute;nico. Os resultados mostraram que cones de papel absorvente presentes em embalagens lacradas, inicialmente se apresentam est&eacute;reis. No entanto, se as embalagens permanecem abertas, os cones podem se tornar contaminados, contribuindo para o insucesso do tratamento endod&ocirc;ntico. Dessa forma, embalagens do tipo "CELL PACK" s&atilde;o mais e seguras eficazes, pois apresentam um numero suficiente de cones embalados em c&eacute;lulas individualizadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>contamina&ccedil;&atilde;o; bact&eacute;rias; endodontia</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The purpose of this study was evaluate microbiologically absorbent paper points present in conventional sealed packages or "CELL PACK" type, and paper points that were already being used in clinical practice. So check handling and environment in which they are exposed, contributes to contamination and if the microorganisms found influence in the outcome of endodontic treatment. Were used 4 brands of paper points (EndoPoints, Tanary, Precise and Meta) from sealed packages, called sterilized by the manufacturer in conventional packages and "CELL PACK" type. And 90 absorbent paper points (Tanary, Roeko, Endo Points, Conne Teck), collected from 30 private practices and already being used in clinical practice. All samples were transferred to tubes containing BHI broth and incubated at 37 &deg;C under an atmosphere of CO2. In the presence of contamination, samples were plated on BHI agar and bacterial identification performed through specific tests. None of paper cones from the sealed packs showed microbial growth. However, there was contamination of cones which were in clinical use. The authors conclude that absorbent paper points present in sealed packages, initially are sterile. However, the "CELL PACK" type are more effective and safer, because they have a sufficient number of cones in individual cells. Furthermore, paper points of conventional packs, after opening, may present contamination, contributing to the failure of endodontic treatment</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords:</B>contamination; bacteria; endodontics</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELEV&Acirc;NCIA CL&Iacute;NICA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O sucesso do tratamento endod&ocirc;ntico est&aacute; relacionado com a aus&ecirc;ncia de microrganismos no sistema de canais radiculares. Essa completa desinfec&ccedil;&atilde;o &eacute; importante e deve ser observada em todas as etapas da terapia endod&ocirc;ntica, principalmente no momento da obtura&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os cones de papel s&atilde;o os &uacute;ltimos materiais a serem introduzidos no interior dos canais radiculares previamente &agrave; obtura&ccedil;&atilde;o. Embora os cones papel das embalagens lacradas se apresentem est&eacute;reis, estes podem se tornar contaminados ap&oacute;s a abertura desfavorecendo a integridade do tratamento endod&ocirc;ntico e favorecendo a quebra da cadeia ass&eacute;ptico deste tratamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O sucesso absoluto do tratamento endod&ocirc;ntico &eacute; a busca de todos os profissionais que praticam a Endodontia. Por&eacute;m, para que esse sucesso seja alcan&ccedil;ado &eacute; necess&aacute;ria a implanta&ccedil;&atilde;o e a manuten&ccedil;&atilde;o de uma cadeia ass&eacute;ptica durante a realiza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos de descontamina&ccedil;&atilde;o do canal radicular. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sundqvist et al.<sup>1</sup> relataram que o tratamento endod&ocirc;ntico, quando realizado sob condi&ccedil;&otilde;es de assepsia e princ&iacute;pios cl&iacute;nicos, apresenta taxa de sucesso bastante elevada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na maioria das vezes, as infec&ccedil;&otilde;es endod&ocirc;nticas apresentam um car&aacute;ter polimicrobiano, com predom&iacute;nio de bact&eacute;rias anaer&oacute;bias<sup>2</sup> que comumente acometem o sistema de canais radiculares atrav&eacute;s de c&aacute;ries, trauma ou procedimentos iatrog&ecirc;nicos. A presen&ccedil;a dos microrganismos, juntamente com seus produtos e subprodutos apresentam-se relevantes para a etiologia e persist&ecirc;ncia de patologias de origem endod&ocirc;ntica.<sup>3</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os microrganismos tamb&eacute;m podem se instalar durante o tratamento endod&ocirc;ntico.<sup>4</sup> Por conseguinte, &eacute; primordial que os instrumentos e materiais inseridos no interior do sistema de canais radiculares n&atilde;o contribuam para a instala&ccedil;&atilde;o, reinfec&ccedil;&atilde;o ou mesmo persist&ecirc;ncia de patologias endod&ocirc;ntica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A obtura&ccedil;&atilde;o do sistema de canais radiculares &eacute; o momento que se busca coroar a terapia endod&ocirc;ntica. Essa etapa visa o preenchimento tridimensional do sistema de canais radiculares, de modo a sepultar os microrganismos que porventura tenham sobrevivido ao processo de desinfec&ccedil;&atilde;o proporcionado pelo preparo qu&iacute;mico-mec&acirc;nico e medicamentoso. Al&eacute;m disso, impede o acesso de bact&eacute;rias remanescentes aos tecidos perirradiculares.<sup>5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &Eacute; imprescind&iacute;vel, durante a obtura&ccedil;&atilde;o, que as paredes do canal radicular estejam totalmente secas. Os cimentos, principalmente aqueles a base de &oacute;xido de zinco eugenol, e a base de hidr&oacute;xido de c&aacute;lcio apresentam escoamento e presa final alterados frente &agrave; presen&ccedil;a de umidade.<sup>6</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nesse sentido, toda a fun&ccedil;&atilde;o desempenhada pelos pequenos pensos de algod&atilde;o enrolados em uma sonda lisa foi substitu&iacute;da com amplas vantagens pelos cones de papel absorventes. Esses elementos s&atilde;o utilizados como auxiliares na limpeza dos canais radiculares e constituem-se no m&eacute;todo mais utilizado para sua secagem.<sup>7</sup> Eles tamb&eacute;m auxiliam na determina&ccedil;&atilde;o da cor e qualidade do exsudato dentro do canal<sup>8</sup>, tomada de amostras para cultivo microbiol&oacute;gico e coloca&ccedil;&atilde;o de curativo de demora em Endodontia.<sup>9,10,11</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A literatura aponta que cones de papel absorvente, mesmo que utilizados a partir de caixas lacradas, podem ou n&atilde;o se apresentarem est&eacute;reis.<sup>5,12</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Embora seja comum o fornecimento de cones de papel esterilizados, de acordo com a maioria dos fabricantes, tem sido mais frequente a contamina&ccedil;&atilde;o desses cones de papel do que os cones de guta-percha.<sup>13</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Outro fator a ser considerado, &eacute; o fornecimento dos cones de papel em caixas, contendo cerca de 200 unidades, previamente esterilizados. Esse tipo de embalagem pode favorecer o manuseio inadequado pelo profissional e at&eacute; mesmo uma contamina&ccedil;&atilde;o acidental, indicando a necessidade de re-estereliza&ccedil;&atilde;o dos cones. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No entanto, os m&eacute;todos de esteriliza&ccedil;&atilde;o existentes, como calor &uacute;mido ou seco, podem influenciar nas propriedades dos cones de papel, diminuindo sua capacidade de absor&ccedil;&atilde;o, alterando suas propriedades f&iacute;sicas e assim, causando algum tipo de inj&uacute;ria aos tecidos periapicais.<sup>13</sup> Dessa forma, poderia prejudicar o sucesso da terapia endod&ocirc;ntica, pois os cones de papel s&atilde;o os &uacute;ltimos materiais a serem inseridos, antes da obtura&ccedil;&atilde;o dos canais radiculares. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentro deste contexto, o objetivo do presente estudo foi analisar cones de papel absorvente, ditos est&eacute;reis pelo fabricante em embalagens tipo "CELL PACK" e n&atilde;o "CELL PACK" (embalagem pl&aacute;stica &uacute;nica n&atilde;o individualizada e com divis&otilde;es); e tamb&eacute;m analisar cones de papel que j&aacute; estavam sendo manuseados nos consult&oacute;rios por Cirurgi&otilde;es-Dentistas especialistas em Endodontia e cl&iacute;nicos gerais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As marcas de cones de papel absorventes avaliados nesse trabalho foram: Tanari (Tariman Industrial Ltda &ndash; Manacapuru- AM), EndoPoints (Endopoints Industrial da Amaz&ocirc;nia Ltda &ndash; Manacapuru-AM), Meta Biomed (Cheongju, Cor&eacute;ia), Precise Medium (Precise Dental Internacional S.A. de C.V.Zapopan-Mexico), e Cone Tech (Manaus-AM), Roeko (Coltene/Whaledent, Langenau, Alemanha). Todas as marcas apresentavam-se dentro do prazo de validade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para avaliar a esterilidade dos cones de papel absorventes, 3 cones de cada marca foram utilizados. Os grupos avaliados foram: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   &bull; Grupo experimental 1 (E1): cones de papel absorventes coletados das caixas que j&aacute; estavam abertas e sendo utilizadas nos consult&oacute;rios. Para este grupo, foram coletados 3 cones de papel de cada caixa. As coletas foram realizadas em 30 consult&oacute;rios e as marcas de cones de papel encontradas limitou-se em: Tanari, Roeko, Endopoints e Cone Tech;    <br> &bull; Grupo experimental 2 (E2): cones de papel absorventes coletados de embalagens lacradas do tipo "Cell Pack" e, denominadas esterilizadas pelo fabricante. Foram utilizados 3 cones de papel absorventes para cada marca comercial. As marcas comercialmente encontradas e analisadas foram: Tanari, Meta Biomed, Precise Medium e Endopoints;     <br>&bull; Grupo experimental 3 (E3): cones de papel absorventes coletados de embalagens convencionais lacradas de f&aacute;brica, que estavam </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ou n&atilde;o denominadas esterilizadas pelos fabricantes. As marcas comercialmente encontradas e analisadas foram: Tanari e Cone Tech. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m dos grupos experimentais, foi realizado o controle positivo (C1), no qual cones de papel absorventes foram contaminados propositalmente com saliva humana. E o controle negativo (C2) para confirma&ccedil;&atilde;o da esterilidade do meio de cultura.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Todos os cones, de todos os grupos, foram removidos das caixas com pin&ccedil;a cl&iacute;nica est&eacute;ril, e imediatamente transferidos para os tubos de ensaio est&eacute;reis, contendo meio de cultura Brain Heart Infusion Broth &ndash; BHI-caldo (Himedia). Os cones do grupo E2 e E3 foram realizados no Laborat&oacute;rio de Microbiologia da Faculdade Ing&aacute;/Uning&aacute; e, todo o procedimento realizado pr&oacute;ximo a um bico de Bunsen, para evitar contamina&ccedil;&otilde;es externas. Toda essa metodologia foi realizada em triplicata. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os cones de papel absorventes inseridos nos tubos contendo BHI-caldo foram incubados em estufa bacteriol&oacute;gica a 37&ordm;C e mantidos em ambiente de aerobiose. A leitura para observar a turbidez do meio de cultura, foi realizada ap&oacute;s 48 horas de incuba&ccedil;&atilde;o. A turva&ccedil;&atilde;o do meio de cultura mostra o crescimento microbiano, caracterizando contamina&ccedil;&atilde;o. Os cones foram considerados contaminados quando o meio de cultura se apresentava turvo e n&atilde;o contaminados quando n&atilde;o havia turbidez do mesmo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na presen&ccedil;a de contamina&ccedil;&atilde;o, 50&mu;L do BHI-caldo foi plaqueado em placas de Petri contendo: Fastidious Anaerobe Agar (FAA-LabM, Bury, UK), acrescido de 5% de sangue de carneiro desfibrinado suplementados por hemina (5 mg/L), e vitamina K1 (1 mg/L). Essas placas foram incubadas a 37&deg;C em atmosfera de 10% de H2, 10% de CO2, 80% de N2 para permitir a detec&ccedil;&atilde;o de microrganismos anaer&oacute;bios estritos; e Brain Heart Infusion (BHI, Oxoid, Basingstoke, UK) &aacute;gar sangue e incubados aerobicamente a 37&deg;C para permitir o crescimento de microrganismos aer&oacute;bios e/ou facultativos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para determina&ccedil;&atilde;o dos requerimentos gasosos cada col&ocirc;nia obtida anaerobicamente foi inoculada em duas placas de FAA. Uma placa foi incubada por 2 dias aerobicamente e a outra pelo mesmo per&iacute;odo de tempo anaerobicamente. Estas placas foram comparadas para determinar se os isolados eram anaer&oacute;bios facultativos ou obrigat&oacute;rios. As esp&eacute;cies que cresceram somente em anaerobiose, foram incubadas em estufa de CO2 e se nenhum crescimento foi constatado, estas foram consideradas anaer&oacute;bias estritas. Depois, as col&ocirc;nias puras foram identificadas pela colora&ccedil;&atilde;o de Gram e teste de catalase. Todos esses dados foram necess&aacute;rios para a identifica&ccedil;&atilde;o bacteriana, nos quais testes bioqu&iacute;micos espec&iacute;ficos e padronizados eram aplicados de acordo com as caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas das col&ocirc;nias.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>  RESULTADOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os cones dos grupos E2 e E3 n&atilde;o apresentaram nenhum tipo de contamina&ccedil;&atilde;o bacteriana. No entanto, os cones de papel do grupo E1 apresentaram contamina&ccedil;&atilde;o. Essa contamina&ccedil;&atilde;o foi observada atrav&eacute;s da turva&ccedil;&atilde;o do meio de cultura BHI presente nos tubos de ensaio (<a href="#fig01">Figura 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No grupo E1, observou-se que a grande maioria dos Cirurgi&otilde;es- Dentistas (77%) usavam cones de papel da marca Tanari. As outras marcas utilizadas pelos profissionais foram Endopoints (10%), Roeko (10%) e Cone Tech (3%). Esses cones j&aacute; estavam sendo utilizados na pr&aacute;tica endod&ocirc;ntica, e foram coletados exatamente no momento que o Cirurgi&atilde;o-Dentista utilizava para secagem dos canais radiculares e medica&ccedil;&atilde;o intracanal. Dos 30 consult&oacute;rios avaliados, 7 (23,3%) estavam trabalhando com cones contaminados. Desses 7 cones contaminados, 6 (85,7%) eram da marca Tanari e 1 (14,3%) da marca Cone Tech.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dentre as bact&eacute;rias, as esp&eacute;cies encontradas foram: Staphylococcus aureus, Neisseria ssp, Micrococcus spp, Moraxella (Branhamella) catarrhalis.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v68n4/a10fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O controle positivo causou turva&ccedil;&atilde;o do meio de cultura, caracterizando contamina&ccedil;&atilde;o. Nos controles negativos, essa situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ocorreu e, os tubos se ensaio se apresentaram l&iacute;mpidos com aus&ecirc;ncia de turbidez.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> DISCUSS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A redu&ccedil;&atilde;o, elimina&ccedil;&atilde;o ou reinfec&ccedil;&atilde;o dos microrganismos do sistema de canais radiculares s&atilde;o objetivos principais do tratamento endod&ocirc;ntico. A carga bacteriana pode ser eliminada ou diminu&iacute;da a n&iacute;veis compat&iacute;veis com a sa&uacute;de por meio do preparo qu&iacute;mico-mec&acirc;nico e medica&ccedil;&atilde;o intracanal.<sup>14</sup> Estudos microbiol&oacute;gicos, avaliando dados quantitativos para estabelecer a liga&ccedil;&atilde;o entre bact&eacute;rias persistentes e o resultado dos tratamentos endod&ocirc;nticos, mostraram que a ocorr&ecirc;ncia de cultura positiva resulta em progn&oacute;sticos desfavor&aacute;veis.<sup>1</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os cones de papel provenientes de embalagens lacradas, do tipo "CELL PACK", n&atilde;o apresentaram contamina&ccedil;&atilde;o em nenhuma das marcas analisadas. Estes resultados corroboram com os </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">de Almeida et al.<sup>13</sup> que evidenciaram a grande vantagem deste tipo de embalagem sobre as demais. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o dos cones de papel contidos em embalagens convencionais lacradas, estes tamb&eacute;m n&atilde;o apresentaram contamina&ccedil;&atilde;o. Mas, foi observado que essa condi&ccedil;&atilde;o de esteriliza&ccedil;&atilde;o pode ser extinta no momento da abertura do lacre, pois os cones de papel ficam expostos ao ambiente cl&iacute;nico. Dessa forma, um novo processo de esteriliza&ccedil;&atilde;o se torna necess&aacute;rio e deve ser realizado pelos profissionais. Nossos resultados v&atilde;o ao encontro do trabalho de Orstavick e Moller<sup>14</sup> que n&atilde;o encontraram contamina&ccedil;&atilde;o em pontas de papel de caixas lacradas, mas s&atilde;o contr&aacute;rios aos resultados de Pimenta et al.<sup>15</sup>, Leonardo et al.<sup>3</sup>, So et al.<sup>15</sup> Tartarotti et al.<sup>16</sup> e Almeida et al.<sup>13</sup> que verificaram contamina&ccedil;&atilde;o neste tipo de amostras.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A contamina&ccedil;&atilde;o dos cones de papel absorventes de embalagens convencionais pode ocorrer em todos os momentos que o Cirurgi&atilde;o-Dentista recorrer ao seu uso, seja pelo meio ambiente, instrumentos, ou pelo simples manuseio. Esse fato pode influenciar o progn&oacute;stico do tratamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para evitar a contamina&ccedil;&atilde;o, muitos profissionais recorrem &agrave; reesteriliza&ccedil;&atilde;o dos mesmos. Leonardo17 cita que o calor pode carbonizar as fibras do papel, tornando-as ressecadas e, por conseguinte reduzir sua capacidade absorvente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dos 30 consult&oacute;rios visitados, 23 utilizavam cones da marca Tanari, dos quais 6 apresentaram contamina&ccedil;&atilde;o e as esp&eacute;cies encontradas foram: Micrococcus spp, Moraxella (Branhamella) catarrhalis, Neisseria spp, Staphylococcus aureus; 1 utilizava cones da marca Cone Tech e a esp&eacute;cie encontrada foi Moraxella (Branhamella) catarrhalis; 3 utilizavam cones Roeko que n&atilde;o apresentaram contamina&ccedil;&atilde;o; e 3 utilizavam cones Endopoints que tamb&eacute;m n&atilde;o apresentaram contamina&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As bact&eacute;rias Micrococcus spp s&atilde;o geralmente inofensivas, mas em casos raros, podem causar infec&ccedil;&otilde;es, como ocorre em pacientes com HIV que apresentam sistema imunol&oacute;gico comprometido.<sup>18</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Moraxella (Branhamella) catarrhalis, segundo Esparcia &amp; Magraner<sup>19</sup> &eacute; uma esp&eacute;cie que t&ecirc;m emergindo como um importante pat&oacute;geno em seres humanos, sendo capaz de colonizar trato respirat&oacute;rio e genital, sem causar doen&ccedil;a. Segundo Silva<sup>20</sup> est&aacute; presente na cavidade oral e na nasofaringe e, n&atilde;o excluiu a possibilidade da contamina&ccedil;&atilde;o pelo escarro durante a coleta. Ele afirma que esta bact&eacute;ria pode causar infec&ccedil;&otilde;es como otite m&eacute;dia aguda, sinusite, conjuntivite, bronquite cr&ocirc;nica, pneumonia, septcemia, endocartite e miningite, sendo resistente aos antioticos beta-lact&acirc;micos e sens&iacute;veis a ampicilina, amocixilina&frasl;clavulanato, cefuroxima, eritromicina e ciprofloxacin. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo Oliveira et al.<sup>21</sup> as bact&eacute;rias do g&ecirc;nero Neisseria spp, s&atilde;o pat&oacute;genos estritamente humanos e respons&aacute;veis por doen&ccedil;as como Gonorreia e Meningite e comumente colonizam trato respirat&oacute;rio e a nasofaringe. Segundo Piro &amp; Dias<sup>22</sup> os tecidos da mucosa oral podem ser afetados pela Neisseria Gonorrheae tanto direto como indiretamente. Passos et al.<sup>23</sup> relataram interessante o fato das mucosas orais n&atilde;o serem afetadas com mais frequ&ecirc;ncia. Porem, essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; justificada por Hipp et al.<sup>24</sup> que afirmaram que a Candida albicans, produz uma subst&acirc;ncia que inibem o crescimento da N. Gonorrheae. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao contr&aacute;rio das bact&eacute;rias acima mencionadas, Staphylococcus aureus aparece comumente isolados em canais radiculares infectados.<sup>24</sup> Lowry<sup>25</sup> afirma que o S. Aureus &eacute; um importante pat&oacute;geno devido a sua virul&ecirc;ncia, resist&ecirc;ncia aos antimicrobianos e associa&ccedil;&atilde;o a varias doen&ccedil;as, incluindo enfermidades sist&ecirc;micas potencialmente fatais, infec&ccedil;&otilde;es cut&acirc;neas, infec&ccedil;&otilde;es oportunistas e intoxica&ccedil;&atilde;o alimentar. Sassone et al.<sup>26</sup> afirmam que suas formas mais virulentas, est&atilde;o presentes em septicemias e piemias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Oliveira et al.<sup>27</sup> relataram que a transmiss&atilde;o do S. aureus pode ocorrer por contato direto, de pessoa para pessoa, ou atrav&eacute;s de infec&ccedil;&atilde;o cruzada, por meio de contato indireto (via a&eacute;rea). Segundo Santos28 as fossas nasais e m&atilde;os s&atilde;o consideradas os principais reservat&oacute;rios desta bact&eacute;ria, causando grande preocupa&ccedil;&atilde;o entre os profissionais de sa&uacute;de. Oliveira e Rocha<sup>29</sup> e Leonardo et al.<sup>3</sup> sugerem que os cones de papel absorventes sejam esterilizados, antes da sua utiliza&ccedil;&atilde;o na pr&aacute;tica endod&ocirc;ntica, com a finalidade de evitar esta comina&ccedil;&atilde;o cruzada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atrav&eacute;s deste estudo, e de acordo com Pereira et al.<sup>30</sup>, a contamina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o esta relacionada com a marca, composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica ou padr&atilde;o de normaliza&ccedil;&atilde;o, mas sim com o fato deles serem expostos a um ambiente desfavor&aacute;vel, podendo causar ou n&atilde;o na contamina&ccedil;&atilde;o dos mesmos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com o presente estudo, os autores conclu&iacute;ram que: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1) os cones de papel absorventes fornecidos pelas empresas, est&atilde;o em plena condi&ccedil;&atilde;o de uso para o tratamento endod&ocirc;ntico, independente se est&atilde;o acondicionados em embalagens do tipo "CELL PACK" ou em embalagens convencionais. No entanto, embalagens do tipo "CELL PACK" s&atilde;o mais e seguras eficazes, pois apresentam um numero suficiente de cones embalados em c&eacute;lulas individualizadas.    <br> 2) Os cones das embalagens convencionais, podem se tornar contaminados ap&oacute;s a abertura e assim, h&aacute; a necessidade dos mesmos serem re-esterelizados, a fim de evitar contamina&ccedil;&otilde;es cruzadas.     <br>3) Das bact&eacute;rias isoladas neste estudo, apenas, o S. Aureus tem rela&ccedil;&atilde;o direta com as infec&ccedil;&otilde;es endod&ocirc;nticas. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>APLICA&Ccedil;&Atilde;O CL&Iacute;NICA</b> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A aus&ecirc;ncia de contamina&ccedil;&atilde;o das pontas de papel &eacute; indispens&aacute;vel para que se tenha sucesso do tratamento endod&ocirc;ntico. Em todas as fases da terapia endod&ocirc;ntica, h&aacute; uma import&acirc;ncia na manuten&ccedil;&atilde;o da cadeia ass&eacute;ptica que pode ser quebrada. Na fase de obtura&ccedil;&atilde;o, os cones s&atilde;o muito manipulados pelos cl&iacute;nicos, podendo ser facilmente contaminados. Assim, apesar dos cones se apresentarem sem contamina&ccedil;&atilde;o, o protocolo de desinfec&ccedil;&atilde;o previamente &agrave; obtura&ccedil;&atilde;o, deveria ser adotado por todos os Cirurgi&otilde;es-Dentistas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Sundqvist G, Figdor D, Persson S, Sj&ouml;gren U. Microbiologic analysis of teeth with failed endodontic treatment and the outcome of conservative re-treatment. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 1998; 85:86-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=420650&pid=S0004-5276201400040001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Baumgarther JC, Falkler WA. Bacteria in the apical 5 mm of infected root canals. J Endod. 1991; 17:380-3. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Leonardo MR, Da Silva LAB, Andr&eacute; RFG et al. Evaluation of the sterility of absorbent points. Braz Endod J 1997; 2:31-2. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Siqueira Jr JF, R&ocirc;&ccedil;as IN. Bacterial Pathogenesis and Mediators in Apical Periodontitis. Braz Dent J 2007; 18(4):267-80. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Leonardo MR, Silva LAB da, Andr&eacute; RFC, Bonif&aacute;cio KC, Ito IY. Evaluation of the sterility of absorbent paper points. Braz. Endod. J. 1997; 2(2):31-2. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Silva RG, Vansan LP, Pecora JD, Costa WF. Capacidade de absor&ccedil;&atilde;o dos cones de papel absorventes de diferentes marcas. Rev. Odont. USP 1989 abr./jun.; 2:354-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. P&eacute;cora JD, Silva RG, Vansan LP, Costa WF. Avalia&ccedil;&atilde;o in vitro do n&uacute;mero e do tempo de perman&ecirc;ncia de cones de papel absorvente, e a influ&ecirc;ncia da aspira&ccedil;&atilde;o final, na secagem do canal radicular. Rev Odontol Univ S&atilde;o Paulo 1988 abr./jun.; 2(2):81-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Carvalho MGP. Avalia&ccedil;&atilde;o in vitro da propriedade hidr&oacute;fila das pontas absorventes sob o efeito da esteriliza&ccedil;&atilde;o em estufa a seco. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Odontologia) - Pelotas: Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Pelotas; 1990. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Edwards RO, Bandyopadhyay S. Physical and mechanical properties of endodontic absorbent paper points. J Endod. 1981; 7(3):123-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Holland R, Nery MJ, Souza V, Mello W, Bernab&eacute; PFE, Oliveira Filho J&Aacute;, Saliba O. Cones de papel em endodontia - velocidade de absor&ccedil;&atilde;o de alguns tipos de cones de papel empregados em endodontia. RGO, Porto Alegre 1988; 36:406-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Paiva JG, Antoniazzi, J. H. Endodontia: bases para a pr&aacute;tica cl&iacute;nica. 2. ed. S&atilde;o Paulo : Artes M&eacute;dicas; 1988. 886 p. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. So MVR, Bammann LL, Silveira C et al. An&aacute;lise microbiol&oacute;gica de pontas de papel absorvente. Rev. Sa&uacute;de 200 jan./fev.; 26(1-2):36-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Almeida BM, Nacif MCAM, Marotta PS, Ribeiro TO, Alves FRF, Oliveira JCM. Avalia&ccedil;&atilde;o da contamina&ccedil;&atilde;o de cones de papel absorvente. Rev. Bras. Odontol., Rio de Janeiro 2010 jan./jun.; 67(1):81-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Orstavick D, M&ouml;ller B. Bacteriological studies on endodontic paper points. Acta. Odontol. Scand. 1985 Aug.; 43:91-5.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Pimenta FFC&Ccedil;, Alencar AHG, Estrela C, Goulart CB. Avalia&ccedil;&atilde;o da contamina&ccedil;&atilde;o de cones de papel absorvente. In: Reuni&atilde;o Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisas Odontol&oacute;- </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">gicas. Divis&atilde;o Brasileira Da IADR, 14, 1997. Resumos. S&atilde;o Paulo: SBPqO, 1997, p.124 </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Tartoratti E, Goldschmidt AI, Oliveira EPM, Kopper PMP, Faresin R. Avalia&ccedil;&atilde;o microbiol&oacute;gica de pontas de papel absorvente e cones de guta-percha. Rev. Odontologia. Clin.-Cient&iacute;f. 2004 maio/ago.; 3(2):103-9.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 17. Leonardo MR. Assepsia e anti-sepsia em Endodontia. In: Hizatugu R. Valdrighi L. Endodontia: considera&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas e aplica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica. Piracicaba: Aloisi; 1974. p. 110-23.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 18. Yang S, Sugawara S, Monodane T, Nishijima M, Adachi Y, Akashi S, Miyake K, Hase S, Takada H. Micrococcus luteus Teichuronic Acids Activate Human and Murine Monocytic Cells in a CD14- and Toll-Like Receptor 4-Dependent Manner. Infection and Immunity 2001 Apr.; 4(69):2025-30. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Esparcia &Oacute;, Magraner J. Moraxella catarrhalis Y su Implicaci&oacute;n en Patolog&iacute;a Infecciosa. Servicio de Microbiolog&iacute;a. Hospital Cl&iacute;nico Universitario de Valencia. Formato do arquivo: PDF. Adobe Acrobat Dispon&iacute;vel em: http://www.seimc.org/control/revisiones/bacteriologia/Moraxella.pdf. Acesso em: 18 ago. 2012.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 20. Silva CHPM Susceptibilidade antimicrobiana Moraxella catarrhalis isolada de infec&ccedil;&otilde;es do trato respirat&oacute;rio. RBAC, Rio de Janeiro 2006; 38(3):179-81.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 21. Oliveira AMF, Santos JEF, Oliveira LL, Souza LBS, Santana WJ, Coutinho HDM. Fatores de virul&ecirc;ncia de Neisseria spp. Arq. Ci&ecirc;nc. Sa&uacute;de Unipar, Umuarama 2004 jan./abr.; 8(1):39-44. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Piro SC, Dias EP. O papel da Neisseria Gonorrhoea na cavidade oral: uma revis&atilde;o da literatura. DST J bras Doen&ccedil;as Sex Transm. Rio de Janeiro 2002; 14(1):46-8.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 23. Passos MRL et al. DST: Doen&ccedil;as Sexualmente Transmiss&iacute;veis. 4. ed. Rio de Janeiro: Cultura M&eacute;dica; 1995. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Hipp SS, Lawton WD, Shen NC. Inibition of Neisseria Gonorrhoea by a factor producded by Candida albicans. Applied Microbiology 1974 Jan.; 192-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 25. Lowry FD. Staphylococcus aureus infections. New England Jornau of Medicini 1998; 339:520-32. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Sassone LM, Fidel RA, Faveri M, Guerra R, Figueiredo L, Fidel SR, Feris M. A microbiological profile of symptomatic teeth with primary endodontic infections. JOE 2008 May; 34(5):541-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Oliveira GC, Vieira JDG, Sadoyama G. Preval&ecirc;ncia e perfil de suscetibilidade aos antimicrobianos de isolados de Staphylococcus aureus. News Lab 2010; 100:118-30. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Santos HB. Coloniza&ccedil;&atilde;o por Staphylococcus aureus metacilina-resistente (MRSA) e seus fatores associados, em pacientes cl&iacute;nicos admitidos no hospital de cl&iacute;nicas de Porto Alegre. Tese (Doutorando em Medicina) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Epidemiologia: Porto Alegre; 2009. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. Oliveira M, Rocha R. Avalia&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es bacteriol&oacute;gicas dos cones de papel absorvente e cones de guta-percha quando mantidos em suas embalagens originais. Rev. Sa&uacute;de 1996; 22(1-2):76-81. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">30. Pereira ER, Nabeshima CK, Machado MEL. Analysis of contamination of endodontic absorbent paper points. Rev Odonto Cienc. Porto Alegre 2011; 26(1): 56-60.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Jefferson Jos&eacute; de Carvalho Marion    <br> Rua Cora Coralina, 189    <br> Ch&aacute;cara Cachoeira - Campo Grande - MS     <br>79040-510 - Brasil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:jefferson@jmarion.com.br" target="_blank">jefferson@jmarion.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: mar/2014    <br> Aceito: jun/2014</b></font></p>     ]]></body>
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<source><![CDATA[Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod.]]></source>
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