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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The goal of this work was to perform a retrospective clinical evaluation of direct composite resin Class I and Class II restorations performed by students from UFRGS School of Dentistry.A total of 103 composite resin restorations (46 Class I and 57 Class II) were evaluated, following a modification of the USPHS and FDI methods. The evaluated restorations lifetime varied between 08 and 61 months.According to the FDI method, the main reason for the Class I restorations repair or replacement was because of recurrent caries (8.7%), followed by superficial brightness (8.6%). For class II restorations, the main failure reason was fracture and retention (29,8%), followed by dental integrity (24,5%). According to the USPHS method, superficial staining presented the highest failure rate for Class I (17,4%), followed by recurrent caries (13%). For Class II, superficial staining showed the highest failure rate (16%), followed by marginal adaptation (13,7%). Total failure rate for USPHS and FDI methods for Class I restorations was 32,6% e 20%, and for Class II restorations was 36,8% e 49,1%, respectively.It was concluded that the evaluated Class I restorations presented a positive clinical performance, with most criteria classified as excelent, good and satisfactory, in the evaluated period. A significant part of Class II restorations presented a insatisfatory or deficient performance in some evaluated criteria.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="righ"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Artigo original</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica retrospectiva de restaura&ccedil;&otilde;es posteriores de resina composta</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Clinical retrospective evaluation of posterior composite resin restorations</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Carolina Berwanger<sup>I</sup>; Marcelo Totti<sup>II</sup>; Vit&oacute;ria Prestes Richter<sup>III</sup>; F&aacute;bio Herrmann Coelho-de-Souza<sup>IV</sup>; Tha&iacute;s Thom&eacute;<sup>V</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Mestranda Cl&iacute;nica Odontol&oacute;gica (&ecirc;nfase Cariologia/ Dent&iacute;stica) - Cirurgi&atilde;-Dentista    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>II</sup> Mestre em Cl&iacute;nica Odontol&oacute;gica (&ecirc;nfase Cariologia/Dent&iacute;stica) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) - Cirurgi&atilde;o-Dentista    <br>   <sup>III</sup> Cirurgi&atilde;-Dentista    <br>   <sup>IV</sup> Professor adjunto do departamento de Odontologia Conservadora da UFRGS    <br>   <sup>V</sup> Doutorado em Odontologia - Professora adjunta departamento de Odontologia Conservadora da UFRGS    <br> </font>     <p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo deste trabalho foi realizar uma avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica retrospectiva de restaura&ccedil;&otilde;es diretas de Classes I e II em resina composta, realizadas por alunos de gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Odontologia da UFRGS. Foram avaliadas 103 restaura&ccedil;&otilde;es em resina composta (46 Classe I e 57 Classe II), seguindo uma modifica&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos USPHS e FDI. O tempo de perman&ecirc;ncia em boca das restaura&ccedil;&otilde;es avaliadas variou entre 8 e 61 meses. O principal motivo para reparo ou substitui&ccedil;&atilde;o das restaura&ccedil;&otilde;es Classe I foi em fun&ccedil;&atilde;o da recorr&ecirc;ncia de c&aacute;rie (8,7%), seguido de brilho superficial (8,6%), de acordo com o m&eacute;todo FDI. Para as restaura&ccedil;&otilde;es Classe II, o principal motivo de falha foi fratura e reten&ccedil;&atilde;o (29,8%), seguido de integridade dental (24,5%). De acordo com a avalia&ccedil;&atilde;o pelo m&eacute;todo USPHS, o crit&eacute;rio descolora&ccedil;&atilde;o marginal teve a maior taxa de falha para restaura&ccedil;&otilde;es Classe I (17,4%), seguido por c&aacute;rie secund&aacute;ria (13%). Para restaura&ccedil;&otilde;es Classe II, descolora&ccedil;&atilde;o marginal foi o crit&eacute;rio que mais falhou (16%), seguido por adapta&ccedil;&atilde;o marginal (13,7%). A taxa total de falha dos m&eacute;todos USPHS e FDI para restaura&ccedil;&otilde;es Classe I foi de 32,6% e 20%, e para restaura&ccedil;&otilde;es Classe II foi de 36,8% e 49,1%, respectivamente. Conclui-se que as restaura&ccedil;&otilde;es Classe I avaliadas demonstraram um desempenho cl&iacute;nico positivo, com a maior parte dos crit&eacute;rios classificados como excelentes, bons e satisfat&oacute;rios, dentro do tempo avaliado. Grande parte das restaura&ccedil;&otilde;es Classe II demonstrou um desempenho insatisfat&oacute;rio ou deficiente em algum dos crit&eacute;rios avaliados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>longevidade; restaura&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria permanente; taxa de sobrevida</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The goal of this work was to perform a retrospective clinical evaluation of direct composite resin Class I and Class II restorations performed by students from UFRGS School of Dentistry.A total of 103 composite resin restorations (46 Class I and 57 Class II) were evaluated, following a modification of the USPHS and FDI methods. The evaluated restorations lifetime varied between 08 and 61 months.According to the FDI method, the main reason for the Class I restorations repair or replacement was because of recurrent caries (8.7%), followed by superficial brightness (8.6%). For class II restorations, the main failure reason was fracture and retention (29,8%), followed by dental integrity (24,5%). According to the USPHS method, superficial staining presented the highest failure rate for Class I (17,4%), followed by recurrent caries (13%). For Class II, superficial staining showed the highest failure rate (16%), followed by marginal adaptation (13,7%). Total failure rate for USPHS and FDI methods for Class I restorations was 32,6% e 20%, and for Class II restorations was 36,8% e 49,1%, respectively.It was concluded that the evaluated Class I restorations presented a positive clinical performance, with most criteria classified as excelent, good and satisfactory, in the evaluated period. A significant part of Class II restorations presented a insatisfatory or deficient performance in some evaluated criteria.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>longevity; dental restoration, permanent; survival rate</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>RELEV&Acirc;NCIA CL&Iacute;NICA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, os estudantes s&atilde;o orientados pelos professores a realizar tratamentos restauradores seguindo protocolos cl&iacute;nicos pr&eacute;-estabelecidos, por&eacute;m, o fato de os alunos estarem no in&iacute;cio de suas atividades cl&iacute;nicas pode influenciar a qualidade final das restaura&ccedil;&otilde;es dent&aacute;rias. Portanto, faz-se necess&aacute;rio avaliar o desempenho cl&iacute;nico de restaura&ccedil;&otilde;es posteriores realizadas por alunos de gradua&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com a diminui&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices de c&aacute;rie prim&aacute;ria, a literatura recente relata que a substitui&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es passou a ser o principal motivo da realiza&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es dent&aacute;rias.<sup>1</sup> Os motivos pelos quais estas restaura&ccedil;&otilde;es s&atilde;o substitu&iacute;das variam de c&aacute;ries recorrentes, degrada&ccedil;&atilde;o marginal e motivos est&eacute;ticos, sendo estes influenciados pelo fator s&oacute;cio cultural. Nas restaura&ccedil;&otilde;es em resina composta, a degrada&ccedil;&atilde;o marginal e fendas, bem como c&aacute;rie secund&aacute;ria e descolora&ccedil;&atilde;o marginal, caracterizam raz&otilde;es para a substitui&ccedil;&atilde;o das restaura&ccedil;&otilde;es.<sup>2</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A longevidade e as caracter&iacute;sticas funcionais de uma restaura&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os fatores mais importantes para determinar a efetividade a longo termo do tratamento restaurador.<sup>3</sup> A durabilidade das restaura&ccedil;&otilde;es posteriores de resina composta &eacute; influenciada principalmente por vari&aacute;veis cl&iacute;nicas (tipo, tamanho e localiza&ccedil;&atilde;o da restaura&ccedil;&atilde;o), qualidade e t&eacute;cnica do operador, fatores socioecon&ocirc;micos e demogr&aacute;ficos, e aspectos comportamentais. <sup>4</sup> Diferen&ccedil;as na qualidade da higiene oral, disponibilidade de fl&uacute;or e h&aacute;bitos alimentares tamb&eacute;m podem estar associados.<sup>5</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es diretas USPHS, criado h&aacute; aproximadamente quatro d&eacute;cadas atr&aacute;s por Ryge, continua em uso at&eacute; hoje como parte da rotina de avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica. Atrav&eacute;s dos anos, crit&eacute;rios similares aos deste m&eacute;todo tem sido tamb&eacute;m utilizados para produzir modifica&ccedil;&otilde;es do m&eacute;todo USPHS. <sup>6</sup> Entretanto, com o aumento na qualidade dos materiais restauradores, foi necess&aacute;rio um m&eacute;todo mais sens&iacute;vel, com um aprimorado poder discriminativo comparado com o proposto por Ryge<sup>7</sup> . O modelo FDI foi publicado pela primeira vez em 2007 e vem sendo usado em estudos cl&iacute;nicos envolvendo restaura&ccedil;&otilde;es de resina composta em dentes posteriores.<sup>8</sup> Nos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, os alunos s&atilde;o orientados pelos professores a realizar tratamentos restauradores reproduzindo protocolos cl&iacute;nicos pr&eacute;-estabelecidos, seguindo todos os princ&iacute;pios de biosseguran&ccedil;a e preparo, com utiliza&ccedil;&atilde;o criteriosa dos materiais restauradores. Por&eacute;m, o fato de os alunos estarem no in&iacute;cio de suas atividades cl&iacute;nicas pode influenciar a qualidade final das restaura&ccedil;&otilde;es dent&aacute;rias. Opdam e colaboradores<sup>9</sup> salientam em seu estudo que a realiza&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es por estudantes inexperientes relaciona-se mais estreitamente a certos tipos de falhas de restaura&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o a alunos com maior experi&ecirc;ncia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo deste trabalho foi realizar uma avalia&ccedil;&atilde;o retrospectiva do desempenho cl&iacute;nico de restaura&ccedil;&otilde;es posteriores executadas por alunos de gradua&ccedil;&atilde;o de uma faculdade de Odontologia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sele&ccedil;&atilde;o dos pacientes e coleta de dados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presente estudo foi conduzido retrospectivamente usando dados eletr&ocirc;nicos e prontu&aacute;rios em papel de pacientes que receberam tratamento dental nas cl&iacute;nicas da Faculdade de Odontologia da UFRGS. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pesquisa foi aprovada pela Comiss&atilde;o de Pesquisa da Faculdade de Odontologia (COMPESQ) e pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica da UFRGS (n&ordm; 273.904). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma lista dos pacientes que iniciaram novo prontu&aacute;rio a partir de 2004 foi gerada pelo sistema eletr&ocirc;nico Acess. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A fim de determinar a longevidade de restaura&ccedil;&otilde;es e reincid&ecirc;ncia de les&otilde;es de c&aacute;rie em dentes restaurados com resina composta por alunos de gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Odontologia da UFRGS, pacientes que receberam restaura&ccedil;&otilde;es do tipo Classe I e Classe II em resina composta, executadas pelos alunos, entre os anos de 2007 e 2011 foram convidados a participar do estudo. Estes pacientes receberam informa&ccedil;&otilde;es detalhadas sobre todos os procedimentos, sendo submetidos &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o ou rejei&ccedil;&atilde;o do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, redigido em conformidade com a Resolu&ccedil;&atilde;o 196/96 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Amplitude da amostra</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A amostragem segue os padr&otilde;es estabelecidos em 2001 pelo Conselho de Assuntos Cient&iacute;ficos da Associa&ccedil;&atilde;o Dent&aacute;ria Americana (ADA) para a avalia&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es em resina composta. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O tamanho da amostra necess&aacute;ria para o estudo foi calculado com base em um intervalo de confian&ccedil;a de 90%, erro presumido de 10% e um percentual de desfecho para c&aacute;rie secund&aacute;ria de 22,4%10, atrav&eacute;s da f&oacute;rmula: n=o2.p.q/e2, sendo o=n&uacute;mero de desvios-padr&atilde;o, p=percentual de ocorr&ecirc;ncia do desfecho, q=100-p, e=erro permitido.<sup>11</sup> O valor de n encontrado foi de 46 restaura&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e exclus&atilde;o dos pacientes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para participar do estudo, o paciente deveria:     <br>1. Fornecer consentimento escrito e assinado;     <br>2. Ser maior de 18 anos ou estar acompanhado de um respons&aacute;vel;     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>3. Ter recebido no m&iacute;nimo uma restaura&ccedil;&atilde;o Classe I ou II em resina composta realizada por aluno de gradua&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo selecionado;     <br>4. N&atilde;o ter recebido atendimento odontol&oacute;gico restaurador fora da Universidade posterior &agrave; restaura&ccedil;&atilde;o avaliada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O indiv&iacute;duo seria exclu&iacute;do do estudo se:     <br>1. N&atilde;o pudesse ou n&atilde;o quisesse comparecer &agrave; consulta de re-chamada;     <br>2. Estivesse participando de outra pesquisa cl&iacute;nica;     <br>3. Apresentasse alguma condi&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica ou oral pr&eacute;-existente que o investigador/examinador julgasse poder colocar o indiv&iacute;duo em risco durante o estudo;     <br>4. Apresentasse hist&oacute;ria m&eacute;dica ou dental que pudesse interferir nos resultados do estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um total de 57 pacientes se encaixaram nos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o do estudo e foram examinados pelos pesquisadores. Foram avaliadas 103 restaura&ccedil;&otilde;es em resina composta (46 Classe I e 57 Classe II), seguindo uma modifica&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos USPHS e FDI. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o das restaura&ccedil;&otilde;es foi realizada por dois investigadores examinando cada paciente independentemente e, quando houve discord&acirc;ncia, o desempate foi dado pelo calibrador. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Crit&eacute;rios e procedimentos para a avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica direta</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As avalia&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas foram feitas segundo dois crit&eacute;rios: 1. USPHS modificado (<a href="#quad01">Quadro 01</a>) e 2. FDI modificado (Quadros <a href="#quad02">2</a>, <a href="#quad03">3</a> e <a href="#quad04">4</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O exame cl&iacute;nico foi t&aacute;til e visual, utilizando espelho cl&iacute;nico sob ilumina&ccedil;&atilde;o artificial e sonda exploradora para verificar integridade marginal (adapta&ccedil;&atilde;o e colora&ccedil;&atilde;o marginal), discrep&acirc;ncia morfol&oacute;gica (altera&ccedil;&atilde;o de contorno) e est&eacute;tica (manchamento e textura superficial) das restaura&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o da necessidade de reparo ou substitui&ccedil;&atilde;o das restaura&ccedil;&otilde;es avaliadas foi diagnosticada pelo m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o FDI. A indica&ccedil;&atilde;o de necessidade de interven&ccedil;&atilde;o nas restaura&ccedil;&otilde;es avaliadas deu-se de acordo com os seguidos crit&eacute;rios:     <br>&bull; Restaura&ccedil;&otilde;es avaliadas como "Clinicamente Insatisfat&oacute;ria" para um ou mais crit&eacute;rios de propriedades est&eacute;ticas, propriedades funcionais e/ou propriedades biol&oacute;gicas foram encaminhadas para reparo.     <br>&bull; Restaura&ccedil;&otilde;es avaliadas como "Clinicamente Deficiente (necessita substitui&ccedil;&atilde;o)" para um ou mais crit&eacute;rios de propriedades</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a07quad01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a07quad02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a07quad03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad04"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a07quad04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a07quad05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">est&eacute;ticas, propriedades funcionais e/ou propriedades biol&oacute;gicas foram encaminhadas para substitui&ccedil;&atilde;o.     <br>&bull; Nenhuma interven&ccedil;&atilde;o foi realizada em restaura&ccedil;&otilde;es que pela avalia&ccedil;&atilde;o realizada pelo Cirurgi&atilde;o-Dentista apresentaram altera&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o representassem risco &agrave; sa&uacute;de ou defici&ecirc;ncia est&eacute;tica que incomodasse o paciente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>An&aacute;lise dos dados</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados coletados na avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica foram tabulados para an&aacute;lise descritiva de acordo com os dois m&eacute;todos empregados (USPHS e FDI modificados). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>RESULTADOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram avaliadas 103 restaura&ccedil;&otilde;es, sendo 46 Classe I e 57 Classe II em um total de 57 pacientes. A taxa total de falha dos m&eacute;todos USPHS e FDI para restaura&ccedil;&otilde;es Classe I foi de 32,6% e 20%, e para restaura&ccedil;&otilde;es Classe II foi de 36,8% e 49,1%, respectivamente. Das 103 restaura&ccedil;&otilde;es avaliadas, 47,5% falharam em algum crit&eacute;rio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tr&ecirc;s restaura&ccedil;&otilde;es foram classificadas como perdidas no momento da avalia&ccedil;&atilde;o. Uma restaura&ccedil;&atilde;o encontrava-se solta, mas ainda dentro da cavidade com o dente fraturado. Tr&ecirc;s dentes estavam completamente fraturados, impossibilitando a avalia&ccedil;&atilde;o das restaura&ccedil;&otilde;es, o que justifica o n=50 em alguns dos crit&eacute;rios avaliados. Entre as restaura&ccedil;&otilde;es Classe II, para ambos os m&eacute;todos, a restaura&ccedil;&atilde;o que se encontrava solta dentro da cavidade fez parte apenas do crit&eacute;rio adapta&ccedil;&atilde;o marginal (n=51). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O sistema adesivo utilizado em todas as restaura&ccedil;&otilde;es foi Scotch Bond Multi Purpose (3m ESPE). Quatro diferentes marcas de resina composta (<a href="#quad05">Quadro 5</a>) foram utilizadas: Charisma (Heraeus-Kulzer), Esthet-X HD (Dentsply), Z350 XT (3M ESPE) e Opallis ( FGM). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Trinta e quatro restaura&ccedil;&otilde;es (73,9%) Classe I e 40 Classe II (70,1%) pertenciam a pacientes do g&ecirc;nero feminino e 12 (26,1%) Classe I e 17 (29,8%) Classe II pertenciam a pacientes do g&ecirc;nero masculino. A idade dos participantes variou entre 15 e 76 anos, com uma m&eacute;dia de idade em torno dos 39 anos. O tempo de perman&ecirc;ncia em boca das restaura&ccedil;&otilde;es </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a07graf01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">avaliadas variou entre 08 meses e 61 meses, com uma m&eacute;dia de tempo de aproximadamente 32 meses para restaura&ccedil;&otilde;es Classe I e de 34 meses para restaura&ccedil;&otilde;es Classe II. A frequ&ecirc;ncia das restaura&ccedil;&otilde;es de acordo com o tempo de perman&ecirc;ncia em boca pode ser visto no <a href="#graf01">Gráfico 1</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com a avalia&ccedil;&atilde;o pelo m&eacute;todo USPHS modificado (<a href="#tab01">Tabela 1</a>), um total de 13% das restaura&ccedil;&otilde;es Classe I e 12% Classe II foram consideradas com evid&ecirc;ncia de les&atilde;o de c&aacute;rie cont&iacute;gua &agrave; margem da restaura&ccedil;&atilde;o (escore B). Das restaura&ccedil;&otilde;es avaliadas, 47,4% apresentaram resultado satisfat&oacute;rio (escore B) para adapta&ccedil;&atilde;o marginal, sendo que 9,2% tiveram uma avalia&ccedil;&atilde;o ruim para este crit&eacute;rio. Para o crit&eacute;rio forma anat&ocirc;mica, apenas quatro restaura&ccedil;&otilde;es (4,1%) foram consideradas insuficientes, 17 (17,7%) foram classificadas como satisfat&oacute;rias e 75 (78,1%) foram classificadas como excelentes. Uma maior variabilidade pode ser vista para a descolora&ccedil;&atilde;o marginal, onde 22,9% das restaura&ccedil;&otilde;es foram consideradas satisfat&oacute;rias (escore B) e outras 16,6% foram consideradas ruins. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados para os crit&eacute;rios do m&eacute;todo FDI modificado encontram- se na <a href="#tab02">Tabela 2</a>, incluindo as propriedades est&eacute;ticas, funcionais e biol&oacute;gicas, respectivamente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entre as 103 restaura&ccedil;&otilde;es avaliadas, constatou-se que o principal motivo para reparo ou substitui&ccedil;&atilde;o das restaura&ccedil;&otilde;es foi em fun&ccedil;&atilde;o da recorr&ecirc;ncia de c&aacute;rie (8,7%) para restaura&ccedil;&otilde;es Classe I, e fratura e reten&ccedil;&atilde;o (29,8%) seguido por integridade dental (24,5%) e ponto de contato (20%), para restaura&ccedil;&otilde;es Classe II. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De maneira geral, as propriedades est&eacute;ticas (<a href="#tab02">Tabela 2</a>) apresentaram- se com resultados excelentes ou bons (escores 1 ou 2 da tabela). No crit&eacute;rio brilho superficial, apenas 7 (7,2%) restaura&ccedil;&otilde;es falharam, apresentando resultados insatisfat&oacute;rios ou deficientes (escores 4 ou 5 da tabela). Percebe-se que para o crit&eacute;rio manchamento superficial houve</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a07tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a07tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">uma pequena taxa de falha total (4,1%); no entanto, 12,7% de todas as restaura&ccedil;&otilde;es foram classificadas apenas como satisfat&oacute;rias (escore 3). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s propriedades funcionais do m&eacute;todo FDI, a maior parte das restaura&ccedil;&otilde;es de Classe I apresentou excelentes resultados para o crit&eacute;rio fraturas e reten&ccedil;&atilde;o (73,9% para o escore 1); ao contr&aacute;rio das restaura&ccedil;&otilde;es de Classe II, que tiveram no mesmo crit&eacute;rio a maior taxa de falha (29,8%) entre todos os outros crit&eacute;rios avaliados. Uma maior variabilidade para o crit&eacute;rio adapta&ccedil;&atilde;o marginal foi encontrada para as restaura&ccedil;&otilde;es de Classe I, com 45,7% das restaura&ccedil;&otilde;es classificadas no escore 1, sendo a taxa de falha de 6,5%. J&aacute; para as restaura&ccedil;&otilde;es de Classe II, apenas 11,7% foram classificadas no escore 1, apresentando uma taxa de falha de 19,6%. No m&eacute;todo USPHS modificado, 9,2% das restaura&ccedil;&otilde;es apresentaram resultados insatisfat&oacute;rios (escore C) para o crit&eacute;rio adapta&ccedil;&atilde;o marginal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentro das propriedades biol&oacute;gicas, o crit&eacute;rio recorr&ecirc;ncia de c&aacute;rie, apesar de ter sido o principal motivo para reparo ou substitui&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es Classe I, ainda assim apresentou um excelente resultado (escore 1), para as restaura&ccedil;&otilde;es de ambas as classes (80,4% e 88% para Classe I e II respectivamente). Embora a maioria dos crit&eacute;rios tenha apresentado alguma taxa de falha, grande parte das restaura&ccedil;&otilde;es foi considerada como pass&iacute;vel de reparo para as propriedades biol&oacute;gicas, sendo que somente 11 restaura&ccedil;&otilde;es, todas de Classe II, tiveram necessidade de serem substitu&iacute;das.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No presente estudo foi observado que o principal motivo para a necessidade de reparo ou substitui&ccedil;&atilde;o de uma restaura&ccedil;&atilde;o de Classe I, de acordo com o m&eacute;todo FDI modificado, foi em fun&ccedil;&atilde;o de recorr&ecirc;ncia de c&aacute;rie. Este crit&eacute;rio inclui a avalia&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a de c&aacute;rie prim&aacute;ria e/ou secund&aacute;ria. O m&eacute;todo foi capaz de indicar situa&ccedil;&otilde;es em que, apesar da presen&ccedil;a de c&aacute;rie, n&atilde;o houve necessidade de reparo ou substitui&ccedil;&atilde;o, o que est&aacute; indicado pelos escores 2 e 3 (<a href="#tab01">Tabela 01</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O crit&eacute;rio c&aacute;rie secund&aacute;ria do m&eacute;todo USPHS modificado apresentou uma taxa total de 12,5% para o escore B para ambas as classes, ou seja, nestas restaura&ccedil;&otilde;es foi encontrada evid&ecirc;ncia de c&aacute;rie secund&aacute;ria. Por&eacute;m, n&atilde;o h&aacute; como mensurar quais as restaura&ccedil;&otilde;es necessitou de reparo ou substitui&ccedil;&atilde;o, visto que ele aponta apenas a presen&ccedil;a ou n&atilde;o de les&atilde;o de c&aacute;rie cont&iacute;gua &agrave;s margens da restaura&ccedil;&atilde;o, podendo ser considerada uma limita&ccedil;&atilde;o para este m&eacute;todo. De acordo com Gonz&aacute;lez-Cabezas e colaboradores<sup>12</sup>, c&aacute;ries secund&aacute;rias ainda s&atilde;o um problema constante na Odontologia, tornando-se uma quest&atilde;o importante na pr&aacute;tica odontol&oacute;gica di&aacute;ria. De Moura e colaboradores<sup>13</sup> apontam limita&ccedil;&otilde;es no vedamento marginal e degrada&ccedil;&atilde;o do sistema adesivo como poss&iacute;veis raz&otilde;es para o desenvolvimento de c&aacute;ries secund&aacute;rias em restaura&ccedil;&otilde;es de resina composta. Tais limita&ccedil;&otilde;es no vedamento seriam resultantes da contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o do comp&oacute;sito. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No m&eacute;todo FDI modificado, o crit&eacute;rio brilho superficial demonstrou uma baixa taxa de falha. O m&eacute;todo USPHS modificado n&atilde;o possui nenhum crit&eacute;rio que avalie esta caracter&iacute;stica da restaura&ccedil;&atilde;o, impedindo que haja uma compara&ccedil;&atilde;o de resultados entre os dois m&eacute;todos utilizados para o estudo, o que pode ser considerado como uma limita&ccedil;&atilde;o para o m&eacute;todo USPHS. De acordo com Demarco e colaboradores<sup>4</sup>, &eacute; improv&aacute;vel que aspectos relativos &agrave; qualidade est&eacute;tica, tais como cor e anatomia da restaura&ccedil;&atilde;o, tenham influ&ecirc;ncia na sobreviv&ecirc;ncia das restaura&ccedil;&otilde;es posteriores em geral. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entre as restaura&ccedil;&otilde;es Classe II, a alta taxa de falha encontrada no crit&eacute;rio adapta&ccedil;&atilde;o marginal deve-se, provavelmente, &agrave; grande quantidade de gaps encontrados na regi&atilde;o interproximal, podendo ter sido ocasionados pela contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o das resinas compostas utilizadas ou tamb&eacute;m pela inexperi&ecirc;ncia do operador. No m&eacute;todo FDI considera-se que a falta de adapta&ccedil;&atilde;o marginal tenha ocorrido em fun&ccedil;&atilde;o de fratura na estrutura dent&aacute;ria remanescente, enquanto que o m&eacute;todo USPHS n&atilde;o especifica se a fratura ocorreu na estrutura dent&aacute;ria ou no material restaurador utilizado. Para fraturas que tenham ocorrido no material restaurador, o m&eacute;todo FDI possui outro crit&eacute;rio, chamado fraturas e reten&ccedil;&atilde;o, que teve uma taxa de falha semelhantemente alta para o presente estudo. Goodchild<sup>14</sup> considera que entre os principais desafios a serem superados em uma restaura&ccedil;&atilde;o Classe II est&atilde;o selamento marginal inadequado, contatos interproximais abertos e fraturas. Para diminuir o n&uacute;mero de falhas na regi&atilde;o interproximal &eacute; interessante que o aluno fa&ccedil;a uso de matriz e cunha bem adaptados ao dente e tamb&eacute;m de instrumentais que o auxiliem na confec&ccedil;&atilde;o do ponto de contato. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Demarco e colaboradores<sup>4</sup>, afirmam que estudos apontam a descolora&ccedil;&atilde;o marginal e defeitos marginais como causa de fracasso restaurador. Neste trabalho, o crit&eacute;rio descolora&ccedil;&atilde;o marginal do m&eacute;todo USPHS modificado mostrou um &iacute;ndice total de 16,6% de classifica&ccedil;&atilde;o para o escore C, indicando que estas restaura&ccedil;&otilde;es foram consideradas insatisfat&oacute;rias para este crit&eacute;rio. Apesar de ter sido o crit&eacute;rio que mais falhou no m&eacute;todo USPHS, devemos considerar que descolora&ccedil;&atilde;o marginal por si s&oacute; pode n&atilde;o indicar a substitui&ccedil;&atilde;o da restaura&ccedil;&atilde;o, pois neste caso trata-se de dentes posteriores onde a est&eacute;tica n&atilde;o &eacute; t&atilde;o relevante, fazendo-se necess&aacute;rio um acompanhamento radiogr&aacute;fico peri&oacute;dico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O crit&eacute;rio forma anat&ocirc;mica n&atilde;o apresentou taxa de falha para o m&eacute;todo FDI modificado nas restaura&ccedil;&otilde;es de Classe I (contra 10% de Classe II), por&eacute;m mostrou um &iacute;ndice relativamente alto para escores considerados bons e satisfat&oacute;rios (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). Para o m&eacute;todo USPHS modificado, uma pequena parcela das restaura&ccedil;&otilde;es Classe I e Classe II foram classificadas como insatisfat&oacute;rias (escore C). Pode-se considerar uma limita&ccedil;&atilde;o para o estudo o fato de que n&atilde;o h&aacute; um registro da forma anat&ocirc;mica no momento logo ap&oacute;s o acabamento e polimento das restaura&ccedil;&otilde;es, impedindo um comparativo entre o "tempo zero" e o momento em que a restaura&ccedil;&atilde;o foi avaliada. Mas, em contrapartida, 100% das restaura&ccedil;&otilde;es avaliadas no crit&eacute;rio desgaste do m&eacute;todo FDI foram classificadas como clinicamente aceit&aacute;veis, podendo-se considerar que estas restaura&ccedil;&otilde;es n&atilde;o tiveram sua forma anat&ocirc;mica muito modificada ao longo do tempo. Estes resultados est&atilde;o de acordo com um estudo realizado por Barnes et al.<sup>15</sup>, que avaliou restaura&ccedil;&otilde;es diretas de resina composta em dentes posteriores, onde todas as restaura&ccedil;&otilde;es foram classificadas como clinicamente aceit&aacute;veis para o crit&eacute;rio forma anat&ocirc;mica ap&oacute;s cinco anos, sendo que apenas uma restaura&ccedil;&atilde;o foi considerada inaceit&aacute;vel ap&oacute;s oito anos de avalia&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nossos resultados tamb&eacute;m corroboram com um estudo que avaliou dois tipos de resina composta em restaura&ccedil;&otilde;es com vinte e dois anos de acompanhamento, onde os autores conclu&iacute;ram que o crit&eacute;rio desgaste n&atilde;o representou problema em restaura&ccedil;&otilde;es com estes materiais em dentes posteriores, visto que nenhuma restaura&ccedil;&atilde;o foi substitu&iacute;da por este motivo.<sup>16</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como este estudo &eacute; de car&aacute;ter retrospectivo, n&atilde;o h&aacute; como saber as condi&ccedil;&otilde;es das restaura&ccedil;&otilde;es logo ap&oacute;s seu acabamento e polimento. Segundo Kubo<sup>17</sup>, apesar de os estudos retrospectivos serem menos precisos do que os prospectivos apresentam como vantagem o fato de que um grande n&uacute;mero de restaura&ccedil;&otilde;es poderem ser avaliadas em um tempo relativamente curto. O fato de n&atilde;o haver um registro do estado inicial da restaura&ccedil;&atilde;o logo ap&oacute;s o acabamento e polimento desta pode ser considerado uma limita&ccedil;&atilde;o para este estudo, visto que n&atilde;o h&aacute; como inferir se os materiais restauradores utilizados apresentavam correspond&ecirc;ncia exata de cor no momento do procedimento, tendo sofrido altera&ccedil;&atilde;o ao longo do tempo, ou se esta falta de correspond&ecirc;ncia entre cor do dente e material restaurador deve-se a uma falha na escolha da cor ou na execu&ccedil;&atilde;o do procedimento restaurador. Portanto, o crit&eacute;rio de estabilidade de cor n&atilde;o fez parte da an&aacute;lise dos dados, pois n&atilde;o havia registro fotogr&aacute;fico inicial, impossibilitando a compara&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s os anos. Van De Sande et al.<sup>18</sup> n&atilde;o observaram diferen&ccedil;a significativa entre os tipos de resina utilizadas na longevidade as restaura&ccedil;&otilde;es. Justificam que, assim como no presente estudo, as resinas compostas utilizadas apresentavam boas propriedades mec&acirc;nicas, apesar das pequenas diferen&ccedil;as em suas composi&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Houve dificuldade em encontrar pacientes dentro do perfil buscado, visto que muitos prontu&aacute;rios haviam sido preenchidos de forma insuficiente, n&atilde;o informando a classe da restaura&ccedil;&atilde;o realizada, ou, at&eacute; mesmo, a face em que foi feita a restaura&ccedil;&atilde;o. Os tratamentos s&atilde;o descritos pelos alunos da gradua&ccedil;&atilde;o &agrave; m&atilde;o livre, de forma n&atilde;o sistematizada, e n&atilde;o h&aacute; como obter as informa&ccedil;&otilde;es de forma padronizada. Outra limita&ccedil;&atilde;o encontrada foi o contato com os pacientes, pois muitos telefones estavam desatualizados e n&atilde;o existiam mais ou n&atilde;o pertenciam mais &agrave; pessoa. Estas limita&ccedil;&otilde;es est&atilde;o de acordo com as dificuldades encontradas em outros estudos retrospectivos na literatura. Dom&eacute;jean-Orliaguet e Gansky<sup>19</sup> relataram como limita&ccedil;&otilde;es para seu estudo a natureza retrospectiva e a porcentagem relativamente alta de informa&ccedil;&otilde;es faltando nos formul&aacute;rios. Collins, Bryant e Hodge<sup>20</sup> tamb&eacute;m discutem sobre as dificuldades de re-chamar pacientes em ensaios cl&iacute;nicos de longo prazo, em virtude da tend&ecirc;ncia dos pacientes em mudarem-se para &aacute;reas distantes ou tornarem-se indispon&iacute;veis ap&oacute;s obterem emprego. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por fim, os dois m&eacute;todos utilizados (USPHS e FDI modificados) mostraram- se eficazes em avaliar restaura&ccedil;&otilde;es de resina composta Classe I e Classe II. Entretanto, o m&eacute;todo FDI foi mais sens&iacute;vel, ilustrando de forma mais clara est&aacute;gios iniciais de algumas complica&ccedil;&otilde;es e situa&ccedil;&otilde;es em que, mesmo com a ocorr&ecirc;ncia de alguma condi&ccedil;&atilde;o desfavor&aacute;vel, n&atilde;o houve necessidade de reparo ou substitui&ccedil;&atilde;o da restaura&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Novos estudos devem ser conduzidos para uma avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica mais controlada, com um aumento no n&uacute;mero da amostra, um acompanhamento adequado das restaura&ccedil;&otilde;es e a avalia&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es com um per&iacute;odo maior de vida cl&iacute;nica do que o avaliado neste trabalho. A cria&ccedil;&atilde;o de uma padroniza&ccedil;&atilde;o no preenchimento dos prontu&aacute;rios pode contribuir para a qualidade destes futuros estudos, bem como possibilitar uma adequada manuten&ccedil;&atilde;o dos tratamentos restauradores realizados na Faculdade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Considerando as limita&ccedil;&otilde;es do presente estudo, conclui-se que:     <br>a) As restaura&ccedil;&otilde;es de resina composta de Classe I avaliadas demonstraram um desempenho cl&iacute;nico positivo, com a maior parte dos crit&eacute;rios classificados como excelentes, bons e satisfat&oacute;rios, dentro do tempo avaliado, apresentando um percentual de sucesso para as restaura&ccedil;&otilde;es de 67,4% e 80% para os m&eacute;todos USPSH e FDI, respectivamente. Grande parte das restaura&ccedil;&otilde;es Classe II demonstrou um desempenho insatisfat&oacute;rio ou deficiente em algum dos crit&eacute;rios avaliados, apresentando uma taxa de sucesso de 63,2% para o m&eacute;todo USPHS e 50,9% para o m&eacute;todo FDI.     <br>b) C&aacute;rie secund&aacute;ria, de acordo com o m&eacute;todo FDI modificado, foi o motivo de maior taxa de falha das restaura&ccedil;&otilde;es de Classe I avaliadas. Fratura e reten&ccedil;&atilde;o foi o crit&eacute;rio que mais falhou para as restaura&ccedil;&otilde;es de Classe II. Para o m&eacute;todo USPHS modificado, descolora&ccedil;&atilde;o marginal foi o crit&eacute;rio com maior preval&ecirc;ncia de insatisfa&ccedil;&atilde;o para ambas as classes.     <br>c) A maioria das restaura&ccedil;&otilde;es que falhou no m&eacute;todo FDI foi classificada no escore 4, ou seja, &eacute; pass&iacute;vel de reparo e n&atilde;o necessita substitui&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>APLICA&Ccedil;&Atilde;O CL&Iacute;NICA</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com os resultados satisfat&oacute;rios obtidos com a avalia&ccedil;&atilde;o das restaura&ccedil;&otilde;es executadas em ambiente acad&ecirc;mico, constata-se que os alunos de gradua&ccedil;&atilde;o s&atilde;o capazes de realizar procedimentos restauradores de qualidade. No entanto, aten&ccedil;&atilde;o especial deve ser dada ao ensino e orienta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica na realiza&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es de Classe II uma vez que estas apresentaram alto &iacute;ndice de restaura&ccedil;&otilde;es insatisfat&oacute;rias.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Braga SR, Vasconcelos BT, Macedo MR, Martins VR, Sobral MA. Reasons for placement and replacement of direct restorative materials in Brazil. Quintessence Int., 2007;38(4):189-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=426311&pid=S0004-5276201500030000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Mj&ouml;r IA. The location of clinically diagnosed secondary caries. Quintessence Int., 1998;29(5):313-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Gaengler P, Hoyer I, Montag R. Clinical evaluation of posterior composite restorations: the 10-year report. J Adhes Dent., 2001;3(2):185-94. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Demarco FF, Corr&ecirc;a MB, Cenci MS, Moraes RR, Opdam NJ. Longevity of posterior composite restorations: not only a matter of materials. Dent Mater., 2012;28(1):87-101. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Hickel R., Manhart J. Longevity of restorations in posterior teethand reasons for failure. J Adhes Dent., 2001;3(1):45-64. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Bayne SR, Schmalz G. Reprinting the classic article on USPHS evaluation methods for measuring the clinical research performance of restorative materials. Clinic Oral Invest., 2005;9(4):209-14. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Hickel R, Roulet JF, Bayne S, Heintze SD, Mj&ouml;r I, Peters M, et al. Recommendations for conducting controlled clinical studies of dental restorative materials. Clin Oral Investig., 2007;11(1):5-33. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Hickel R, Peschke A, Tyas M, Mj&ouml;r I, Bayne S, Peters M, et al. FDI World Dental Federation -clinical criteria for the evaluation of direct and indirect restorations. Update and clinical examples. J Adhes Dent., 2010;12(4):259-72. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Opdam NJ, Loomans BA, Roeters FJ, Bronkhorst EM. Five-year clinical performance of posterior resin composite restorations placed by dental students. J Dent., 2004;32(5):379-83. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Da Rosa Rodolpho PA, Cenci MS, Donassolo TA, Logu&eacute;rcio AD, Demarco FF. A clinical evaluation of posterior composite restorations: 17-year findings. J Dent., 2006;34(7):427-35. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Triola M. Introdu&ccedil;&atilde;o &agrave; estat&iacute;stica. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC; 1999. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Gonz&aacute;lez-Cabezas C, Li Y, Noblitt TW, Gregory RL, Kafrawy AH, Stookey GK. Detection of mutans streptococci in secondary carious lesions using immunofluorescent techniques and confocal laser scanning microscopy. Caries Res., 1995;29(3):198-203. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Moura FR, Romano AR, Lund RG, Piva E, Rodrigues J&uacute;nior SA, Demarco FF. Three-year clinical performance of composite restorations placed by undergraduated students. Braz Dent J., 2011;22(2):111-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Goodchild JH. Does a consistently reliable solution exist for the successful placement of class II composite resin restorations? Compend Contin Educ Dent. 2013;34(4):8-13. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Barnes DM, Blank LW, Thompson VP, Holston AM, Gingell JC. A 5-and 8-year evaluation of a posterior composite resin. Quintessence Int., 1991;22(2):143-51. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Da Rosa Rodolpho PA, Donassolo TA, Cenci MS, Logu&eacute;rcio AD, Moraes RR, Bronkhorst EM, et al. 22-Year clinical evaluation of the performance of two posterior composites with different filler characteristics. Dent Mater., 2011;27(10):955-63. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Kubo S. Longevity of resin composite restorations. Jpn Dent Sci Rev., 2011;47(1):43-55. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Van de Sande FHV, Da Rosa Rodolpho PA, Basso GR, Patias R, Rosa QF, Demarco F, et al. </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18-year survival of posterior composite resin restorations with and without glass ionomer cement as base. . Dent Mater., 2015;31(6):669-75. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Dom&eacute;jean-Orliaguet S, Gansky SA, Featherstone JD. Caries risk assessment in an educational environment. J Dent Educ., 2006;70(12):1346-54. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Collins CJ, Bryant RW, Hodge KLV. A clinical evaluation of posterior composite resin restorations: 8-year findings. J Dent., 1998;26(4):311-7.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tha&iacute;s Thom&eacute; - UFRGS     <br>Rua Ramiro Barcelos, 2492     <br>Floresta - Porto Alegre &ndash; RS     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>90035-002     <br>   Brasil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:thais.thome@ufrgs.br" target="_blank">thais.thome@ufrgs.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: out/2015    <br> Aceito: nov/2015</b></font></p>      ]]></body>
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