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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this study was to evaluate the effectiveness of tooth bleaching by instrumental color analysis using digital photographs. 54 patients were divided into three groups: GI (hydrogen peroxide 35% + LED) GII (hydrogen peroxide 35% + calcium) and GIII (hydrogen peroxide 15% + LED). The color was assessed in instrumental form, through a spectrophotometer (VITA Easyshade) and digital photos (Adobe Photoshop program) and subjective, with the scales VITAPAN Classical and VITA 3D Master. There were two sessions of bleaching and all protocols followed the recommendations of the manufacturers of the products. A visual evaluation questionnaire of tooth sensitivity as a way to validate the safety of the treatments was applied. The groups were compared using the Student t test, with a confidence level of 95% (p <0.05), ANOVA and Tukey test. The results of the CIELab* values showed no statistically significant differences in L* (p = 0.68) and b * (p = 0.09), but to a * (p <0.01) when comparing the analysis of color measured by digital photographs and the spectrophotometer. In all groups there was a significant reduction in yellowness (&#916;b) and increased brightness (&#916;L) demonstrating the effectiveness of whitening. There was more sensitive in Group I (p= 0.002). Gauging the color using digital photography became an appropriate tool to evaluate the effectiveness of tooth whitening as compared with the spectrophotometer. However it should be used in conjunction with other measurement methods already established in clinical routine.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="righ"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Artigo original</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>An&aacute;lise instrumental da cor atrav&eacute;s de fotografias digitais ap&oacute;s clareamento dent&aacute;rio</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Instrumental color analysis using digital photography after tooth bleaching</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Gardenia Mascarenhas Oliveira<sup>I</sup>; Celso Emanoel de Queiroz<sup>II</sup>; Antonio Luiz Barbosa Pinheiro<sup>III</sup>; F&aacute;tima Aparecida Zanin<sup>IV</sup>; Aldo Brugnera Junior<sup>V</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Professora doutora (UFPB/UFBA) - Professora titular de Dent&iacute;stica da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>II</sup> Professor doutor (Unesp) - Professor titular de Endodontia da UEFS    <br>   <sup>III</sup> Professor doutor (University of Birmingham) - Professor titular de Cl&iacute;nica Integrada e Laser da Universidade Federal da Bahia (UFBA)    <br>   <sup>IV</sup> Professora doutora (UFRJ) - Diretora cient&iacute;fica do Instituto Brugnera e Zanin    <br>   <sup>V</sup> Professor doutor (UFRJ) - Professor do mestrado e doutorado da Unicastelo/ SP</font>     <p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O prop&oacute;sito deste estudo foi avaliar a efetividade do clareamento dent&aacute;rio atrav&eacute;s da an&aacute;lise instrumental da cor utilizando fotografias digitais. 54 pacientes foram divididos em tr&ecirc;s grupos: GI (per&oacute;xido de hidrog&ecirc;nio a 35%+ LED), GII (per&oacute;xido de hidrog&ecirc;nio a 35%+c&aacute;lcio) e GIII (per&oacute;xido de hidrog&ecirc;nio a 15%+ LED). A cor foi aferida de forma instrumental, atrav&eacute;s de um espectrofot&ocirc;metro (VITA Easyshade) e de fotografias digitais (programa Adobe Photoshop) e subjetiva, com as escalas VITAPAN Classical e VITA 3D Master. Foram realizadas duas sess&otilde;es de clareamento e todos os protocolos seguiram as recomenda&ccedil;&otilde;es dos fabricantes dos produtos. Foi aplicado um question&aacute;rio visual de avalia&ccedil;&atilde;o de sensibilidade dent&aacute;ria como forma de validar a seguran&ccedil;a dos tratamentos. Os grupos foram comparados pelo teste t de Student, com n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95% (p &lt; 0,05), ANOVA e teste de Tukey. Os resultados dos valores de CIELab* n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as estatisticamente significativas para L*(p = 0,68) e b*(p = 0,09), mas sim para a*(p &lt; 0,01) na compara&ccedil;&atilde;o entre a an&aacute;lise da cor aferida pelas fotografias digitais e o espectrofot&ocirc;metro. Em todos os grupos houve uma redu&ccedil;&atilde;o significativa no tom amarelado (&Delta;b) e aumento da luminosidade (&Delta;L) demonstrando a efetividade do clareamento. Houve maior sensibilidade no Grupo I (p = 0,002). A aferi&ccedil;&atilde;o da cor atrav&eacute;s de fotografias digitais se constituiu em um instrumento adequado para avaliar a efetividade do clareamento dent&aacute;rio quando comparada com o espectrofot&ocirc;metro. No entanto deve ser utilizada em conjunto com outros m&eacute;todos de mensura&ccedil;&atilde;o j&aacute; consolidados na rotina cl&iacute;nica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>clareamento dental; fotografia dent&aacute;ria; espectrofot&ocirc;metros</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The purpose of this study was to evaluate the effectiveness of tooth bleaching by instrumental color analysis using digital photographs. 54 patients were divided into three groups: GI (hydrogen peroxide 35% + LED) GII (hydrogen peroxide 35% + calcium) and GIII (hydrogen peroxide 15% + LED). The color was assessed in instrumental form, through a spectrophotometer (VITA Easyshade) and digital photos (Adobe Photoshop program) and subjective, with the scales VITAPAN Classical and VITA 3D Master. There were two sessions of bleaching and all protocols followed the recommendations of the manufacturers of the products. A visual evaluation questionnaire of tooth sensitivity as a way to validate the safety of the treatments was applied. The groups were compared using the Student t test, with a confidence level of 95% (p &lt;0.05), ANOVA and Tukey test. The results of the CIELab* values showed no statistically significant differences in L* (p = 0.68) and b * (p = 0.09), but to a * (p &lt;0.01) when comparing the analysis of color measured by digital photographs and the spectrophotometer. In all groups there was a significant reduction in yellowness (&Delta;b) and increased brightness (&Delta;L) demonstrating the effectiveness of whitening. There was more sensitive in Group I (p= 0.002). Gauging the color using digital photography became an appropriate tool to evaluate the effectiveness of tooth whitening as compared with the spectrophotometer. However it should be used in conjunction with other measurement methods already established in clinical routine.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>tooth bleaching; photography, dental; spectrophotometers</font> </p>    <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>RELEV&Acirc;NCIA CL&Iacute;NICA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O uso de imagens digitais intrabucais em programas de edi&ccedil;&atilde;o de imagens t&ecirc;m se constitu&iacute;do em um importante instrumento a ser empregado com sucesso na rotina cl&iacute;nica para mensurar a cor dent&aacute;ria atrav&eacute;s do sistema CIE Lab*.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A est&eacute;tica (da palavra grega aisthetik&eacute;) pode ser definida como a ci&ecirc;ncia das faculdades sensitivas humanas que trata da capta&ccedil;&atilde;o da beleza e &eacute; um conceito que tem bases fundamentadas na filosofia, na hist&oacute;ria, nas artes e no senso comum. Apesar de o conceito da "propor&ccedil;&atilde;o dourada" ser largamente aceito como padr&atilde;o para um sorriso mais agrad&aacute;vel, onde cada dente deve possuir aproximadamente 60% do tamanho do dente imediatamente anterior a ele<sup>1</sup>, a est&eacute;tica se fundamenta em crit&eacute;rios subjetivos, visto que se trata de sensa&ccedil;&atilde;o ou julgamento que obedece a prefer&ecirc;ncias individuais, norteadas por valores culturais, geogr&aacute;ficos e temporais. Dentre os v&aacute;rios aspectos a serem considerados quando se trata de Odontologia Est&eacute;tica, a cor dos dentes &eacute;, sem d&uacute;vida, um fator relevante na busca de um sorriso harmonioso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O clareamento dent&aacute;rio se constitui atualmente no m&eacute;todo menos agressivo de tratamento das altera&ccedil;&otilde;es de cor de ordem extr&iacute;nseca, e &eacute; realizado utilizando-se os per&oacute;xidos de carbamida e de hidrog&ecirc;nio. A t&eacute;cnica de clareamento em consult&oacute;rio preconiza o emprego dos per&oacute;xidos em altas concentra&ccedil;&otilde;es (entre 15% e 38%) e promove um maior controle do tratamento e efetividade nos resultados.<sup>2</sup> Estudos mostram que o procedimento &eacute; seguro, ainda que efeitos indesej&aacute;veis possam ocorrer, como aumento da rugosidade de superf&iacute;cie, desmineraliza&ccedil;&atilde;o, sensibilidade, surgimento de trincas e altera&ccedil;&otilde;es no esmalte, al&eacute;m de degrada&ccedil;&atilde;o ou altera&ccedil;&atilde;o na cor de restaura&ccedil;&otilde;es existentes.<sup>3,4,5</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um dos aspectos mais importantes no sucesso do clareamento dent&aacute;rio, al&eacute;m do correto diagn&oacute;stico dos fatores etiol&oacute;gicos respons&aacute;veis pela altera&ccedil;&atilde;o, &eacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos efetivos para mensura&ccedil;&atilde;o da cor, para nortear tanto a efetividade quanto o controle do procedimento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O padr&atilde;o internacional para a determina&ccedil;&atilde;o e reprodu&ccedil;&atilde;o das cores dentais foi desenvolvido pela VITA Zahnfabrik (Alemanha) e apresenta, dentre outras, as escalas VITAPAN Classical e a escala VITA 3D Master. A escala VITAPAN Classical &eacute; ordenada pelo matiz (A, B, C e D) e pelo croma (1 a 4), portanto, apresenta somente duas dimens&otilde;es da cor. A escala VITA 3D Master possui as tr&ecirc;s dimens&otilde;es da cor: matiz (L, R e M), croma (1, 1.5, 2, 2.5 e 3) e valor (1, 2, 3, 4, e 5).<sup>6</sup> As limita&ccedil;&otilde;es dos m&eacute;todos subjetivos incluem as varia&ccedil;&otilde;es decorrentes das condi&ccedil;&otilde;es de ilumina&ccedil;&atilde;o do ambiente, do grau de hidrata&ccedil;&atilde;o da unidade dent&aacute;ria e da experi&ecirc;ncia profissional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um dos m&eacute;todos objetivos que tem merecido destaque na rotina odontol&oacute;gica &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o da cor atrav&eacute;s do espectrofot&ocirc;metro. Neste equipamento, a cor &eacute; mensurada tomando-se como base o sistema de espa&ccedil;o de cor CIE Lab*, definido pela Commission Internationale de L'Eclairage, o qual apresenta tr&ecirc;s eixos espaciais perpendiculares entre si, cujos pontos fornecem diferen&ccedil;as num&eacute;ricas mais uniformes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s diferen&ccedil;as visuais. O eixo L* representa a luminosidade e varia de 0 (preto) a 100 (branco); o eixo a* representa uma varia&ccedil;&atilde;o entre o vermelho e o verde; o eixo b* representa uma varia&ccedil;&atilde;o entre o amarelo e o azul. Quando as coordenadas a* e b* se aproximam de zero, a cor tem aspecto de naturalidade. A diferen&ccedil;a de cor entre dois objetos (&Delta;E) pode ser calculada atrav&eacute;s do sistema, sendo &Delta;E={(&Delta;L)2+(&Delta;a)2+(&Delta;b)2}1/2. Este &eacute; um m&eacute;todo preciso e eficiente de mensurar a varia&ccedil;&atilde;o de cor dos dentes, pois elimina a influ&ecirc;ncia subjetiva do olho humano.<sup>7</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outro m&eacute;todo instrumental que tem sido proposto &eacute; a an&aacute;lise de fotografias intraorais digitais. Essas imagens s&atilde;o transferidas para o programa Adobe Photoshop, possibilitando aferir cada uma das tr&ecirc;s coordenadas numericamente e permitindo calcular as diferen&ccedil;as totais das cores (&Delta;E) dos valores obtidos.<sup>8,9</sup> No entanto, os resultados t&ecirc;m sido controversos e carecem de maiores investiga&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Considerando que a maior parte dos profissionais utiliza a escala de cor VITAPAN Classical ou a VITA 3D Master e que, por ser um m&eacute;todo subjetivo, existe a possibilidade de varia&ccedil;&atilde;o nos resultados, este estudo prop&otilde;e-se a analisar atrav&eacute;s do programa Adobe Photoshop as fotografias digitais realizadas antes e ap&oacute;s tr&ecirc;s t&eacute;cnicas de clareamento em consult&oacute;rio, e comparar essa an&aacute;lise com os resultados obtidos atrav&eacute;s do espectrofot&ocirc;metro para avalia&ccedil;&atilde;o da efetividade dos tratamentos. A seguran&ccedil;a dos protocolos propostos ser&aacute; aferida atrav&eacute;s da sensibilidade dent&aacute;ria, imediata e at&eacute; duas semanas ap&oacute;s a conclus&atilde;o dos tratamentos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Crit&eacute;rios de Inclus&atilde;o </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">54 indiv&iacute;duos na faixa et&aacute;ria de 19 a 25 anos, foram selecionados dentro dos seguintes crit&eacute;rios: dentes na linha do sorriso (superiores e inferiores) sem c&aacute;ries ou restaura&ccedil;&otilde;es, apresentando croma igual ou maior que 2, sem sensibilidade provocada ou espont&acirc;nea e com boa sa&uacute;de geral e periodontal (CEP-UEFS 0382003/Res 416). Como crit&eacute;rios de exclus&atilde;o, foram descartados os fumantes, as gestantes, os indiv&iacute;duos com hist&oacute;ria familiar de neoplasias na regi&atilde;o de orofaringe, que tenham feito clareamento h&aacute; menos de um ano ou que tenham usado tetraciclina na inf&acirc;ncia ou adolesc&ecirc;ncia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Desenho do estudo</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os pacientes foram divididos em tr&ecirc;s grupos (n = 18) e orientados a n&atilde;o utilizar qualquer outro m&eacute;todo de clareamento ou agente dessensibilizante durante o tratamento. Deveriam evitar, nesse per&iacute;odo, o uso de alimentos ricos em corantes, como caf&eacute;, mostarda, frutas vermelhas, molhos de tomate, ch&aacute;, chocolate, vinho tinto, bem como evitar consumir alimentos c&iacute;tricos. Oito dias antes do clareamento, foram feitas as profilaxias com ultrassom e jatos de bicarbonato, e antes de cada sess&atilde;o, as profilaxias com pedra pomes e &aacute;gua utilizando contra &acirc;ngulo e escovas de Robson. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As fotografias do sorriso e intraorais frontais foram realizadas na dist&acirc;ncia focal de aproximadamente 30 cm, utilizando uma c&acirc;mera fotogr&aacute;fica digital Canon EOS T21 Rebel (Canon U.S.A. Inc., Melville, NY, EUA), modo manual (1/100 F32 ISO 100), objetiva macro 100 mm (0,31 m &ndash; 0,41m) utilizando flash circular apropriado (Flash Canon MR-14 EX TTL Macro Ring Lite, Canon U.S.A. Inc., Melville, NY, EUA). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o da cor pelos m&eacute;todos instrumental e subjetivo foi realizada de forma sistem&aacute;tica, no in&iacute;cio e duas semanas ap&oacute;s cada sess&atilde;o de clareamento. Os incisivos centrais superiores (unidade 1.1) e os caninos superiores (unidade 1.3) foram utilizados como refer&ecirc;ncia para aferi&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A mensura&ccedil;&atilde;o subjetiva da cor foi feita de forma sistem&aacute;tica por dois examinadores, utilizando luz natural e com os dentes umedecidos. Para a avalia&ccedil;&atilde;o pela escala VITAPAN Classical (VITA Zahnfabrik, Bad S&auml;ckingen, Alemanha), selecionou-se o matiz e depois o croma. Para a VITA 3D Master (VITA Zahnfabrik, Bad S&auml;ckingen, Alemanha), primeiro foi determinado o valor do dente, come&ccedil;ando pelo lado direito da escala. Determinou-se em qual dos 5 grupos se encaixava o valor. Depois, se determinou o croma. Cada um dos 5 grupos possu&iacute;a o grupo m&eacute;dio (M), ent&atilde;o selecionou-se o M do grupo escolhido anteriormente no valor e escolheu-se a satura&ccedil;&atilde;o 1, 2 ou 3. O &uacute;ltimo passo foi escolher o matiz. Os grupos 2, 3 e 4 cont&eacute;m o L, o M e o R, e os grupos 1 e 5 possuem apenas o m&eacute;dio. O grupo &agrave; esquerda do M, o L (left), &eacute; mais amarelado, e o grupo &agrave; direita, o R (right), &eacute; avermelhado. Consegue-se, assim, determinar se o dente &eacute; mais amarelo ou vermelho.<sup>6</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a utiliza&ccedil;&atilde;o do espectrofot&ocirc;metro (VITA Easyshade, VITA Zanhnfabrik, Bad S&auml;ckingrn, Alemanha), seguiu-se as recomenda&ccedil;&otilde;es do fabricante, escolhendo-se uma &aacute;rea no ter&ccedil;o m&eacute;dio da unidade e aferindo-se a cor, por duas vezes. Os resultados foram quantificados atrav&eacute;s das tr&ecirc;s coordenadas (L*a*b*) estabelecidas pela Commission Internationale de l'Eclairage (CIE), a qual localiza a cor de um objeto em uma dimens&atilde;o espacial de tr&ecirc;s eixos.<sup>7</sup> A vantagem do sistema CIE Lab* &eacute; que as diferen&ccedil;as de cor podem ser expressas em unidades que podem ser relacionadas &agrave; percep&ccedil;&atilde;o visual e signific&acirc;ncia cl&iacute;nica. Os valores obtidos foram tabelados e avaliados estatisticamente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As imagens digitais obtidas nas etapas iniciais e finais dos clareamentos foram salvas como imagem JPEG/Exif (formato de imagem mais comum usado por c&acirc;meras digitais e outros dispositivos de captura de imagem) e abertas no Adobe Photoshop CS5 (Adobe Photoshop PS, Adobe Operacional System, California, EUA). Foi determinado um ponto no centro do dente guia, identificado por uma coordenada (0,72; 0,78), de acordo com a regra no sistema m&eacute;trico dispon&iacute;vel no programa, e escolhido para representar o ter&ccedil;o m&eacute;dio dos dentes. Nesse programa, quando o modo Labcolor &eacute; selecionado, automaticamente &eacute; obtida cada uma das coordenada L*, a* e b*. Os dados obtidos foram tabelados. Para cada dado tabelado, foi obtido o valor de "E" significando a efetividade do clareamento (E=&#91;(L*)2+(a*)2+(b*)2&#93;1/2). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a mensura&ccedil;&atilde;o da cor pelos m&eacute;todos objetivos e subjetivos, se iniciaram os procedimentos de clareamento, sendo que todos os protocolos foram executados de acordo com as recomenda&ccedil;&otilde;es dos fabricantes dos produtos. Em todos os grupos, foram feitas duas sess&otilde;es de clareamento, com intervalos de uma semana entre elas. Utilizou-se o afastador de tecidos moles (ArcFlex FGM Produtos Odontol&oacute;gicos, Joinville &ndash; SC, Brasil) e a barreira gengival fotopolimeriz&aacute;vel (TopDam FGM Produtos Odontol&oacute;gicos, Joinville - SC, Brasil) como forma de proteger os tecidos moles do contato com os produtos. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No Grupo I (Per&oacute;xido de hidrog&ecirc;nio a 35% + LED), uma luz h&iacute;brida (Whitening Laser II LED/laser terap&ecirc;utico diodo &ndash; DMC Equipamentos, S&atilde;o Carlos &ndash; SP, Brasil) foi usada, com 6 LEDS de comprimento de onda de 470 nm e irradi&acirc;ncia de 350mW/cm2, e 3 lasers infravermelhos, cada um com comprimento de onda de 810 nm e 200mW/cm2. O gel foi preparado na propor&ccedil;&atilde;o de 3 x 1 (sendo tr&ecirc;s gotas de per&oacute;xido para uma de espessante) em quantidade suficiente para ser aplicado nas duas arcadas simultaneamente. A aplica&ccedil;&atilde;o se iniciava no segundo pr&eacute;-molar do hemiarco superior direito e finalizava no segundo pr&eacute;-molar do hemiarco inferior direito. Ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o do LED (ciclos de 1 minuto e 30 segundos alternadamente durante 15 minutos) aguardou-se 10 minutos para nova troca. Com o aux&iacute;lio de um microaplicador descart&aacute;vel (Microbrush Cavibrush regular, FGM Produtos Odontol&oacute;gicos, Joinville &ndash; SC, Brasil), o gel era frequentemente desagregado, a cada cinco ou dez minutos, como forma de liberar eventuais bolhas de oxig&ecirc;nio geradas e renovar o contato do gel sobre os dentes. Ap&oacute;s os 10 minutos, o gel foi aspirado com sugador descart&aacute;vel e reaplicado por mais duas vezes. Finalizado o processo, o produto foi aspirado em &aacute;gua abundante, seguido de polimento com discos impregnados com pasta apropriada e levemente umedecidos (DMC Equipamentos, S&atilde;o Carlos, SP &ndash; Brasil). Em casos de sensibilidade exagerada aplicou-se o nitrato de pot&aacute;ssio com fluoreto de s&oacute;dio a 2% (Dessensibilizante KF2%, DMC Equipamentos, S&atilde;o Carlos, SP &ndash; Brasil). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No Grupo II (Per&oacute;xido de hidrog&ecirc;nio a 35% com c&aacute;lcio), o nitrato de pot&aacute;ssio com fluoreto de s&oacute;dio a 2% (Desensibilize KF2%, FGM Produtos Odontol&oacute;gicos, Joinville &ndash; SC, Brasil) foi preconizado durante dez minutos antes do in&iacute;cio do clareamento. O gel clareador apesenta-se sob a forma de duas seringas, contendo a fase espessante e a fase per&oacute;xido. Para sua manipula&ccedil;&atilde;o, conectou-se as seringas e realizou-se alguns movimentos empurrando-se o conte&uacute;do de uma seringa para a outra, quatro vezes para cada lado, totalizando oito vezes. O produto foi totalmente empurrado para uma das seringas e elas foram desconectadas, para que uma ponta descart&aacute;vel apropriada fosse adaptada, permitindo que o produto fosse aplicado na superf&iacute;cie dos dentes. Assim que todos os dentes da linha do sorriso foram cobertos com o gel de cor violeta, aguardou-se o tempo de a&ccedil;&atilde;o de 45 minutos, realizando-se, quando necess&aacute;rio, a desagrega&ccedil;&atilde;o do mesmo com microaplicador descart&aacute;vel. Decorrido o tempo, o produto foi removido com sugador em &aacute;gua abundante, seguido de polimento com pasta apropriada (Diamond Excel FGM Produtos Odontol&oacute;gicos, Joinville &ndash; SC, Brasil) e discos de feltro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O Grupo III (Per&oacute;xido de hidrog&ecirc;nio a 15% + LED) seguiu o mesmo protocolo estabelecido para o Grupo I. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi prescrito um anti-inflamat&oacute;rio em caso de sensibilidade exagerada (Nimesulida 100 mg SEM, Eurofarma, Medley, Novartis) por um ou dois dias. Logo ap&oacute;s o clareamento, todos os pacientes foram submetidos a um question&aacute;rio utilizando uma escala visual anal&oacute;gica para mensurar a sensibilidade, e foram orientados a anotar qualquer altera&ccedil;&atilde;o nas primeiras 24 horas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os escores foram os seguintes: 0-1 (Aus&ecirc;ncia de dor); 2-3 (Dor leve); 4-6 (Dor moderada); 7-8 (Dor severa); 9-10 (Dor insuport&aacute;vel). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O protocolo cl&iacute;nico est&aacute; ilustrado nas figuras de <a href="#fig01">1</a> a <a href="#fig12">12</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig04"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig06"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig06.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig07"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig07.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig08"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig08.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig09"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig09.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig10"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig10.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig11"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig11.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig12"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13fig12.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>RESULTADOS </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados foram digitados em planilha eletr&ocirc;nica e analisados no pacote estat&iacute;stico STATA vers&atilde;o 11. Todos os grupos foram submetidos a teste de diagn&oacute;stico de normalidade descritivo pelo teste Kolmogorov-Smirnov, com p &gt; 0,05, atendendo ao pr&eacute;-requisito dessa distribui&ccedil;&atilde;o, e foram comparados pelo teste t de Student, com um n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95% (p &lt; 0,05) quando nas an&aacute;lises 2 a 2 e pela ANOVA e teste de Tukey, na compara&ccedil;&atilde;o de 3 ou mais grupos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">An&aacute;lise instrumental da cor &ndash; Espectrofot&ocirc;metro e m&aacute;quina digital</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Comparando-se os valores CIE Lab* das unidades 1.1 e 1.3 entre o espectrofot&ocirc;metro e a m&aacute;quina digital n&atilde;o houve diferen&ccedil;as estatisticamente significativas para os valores de L* (p = 0,68) e de b* (p = 0,09). No entanto os valores de a* apresentaram diferen&ccedil;as significativas (p &lt; 0,01) como se observam nas Tabelas <a href="#tab01">1</a> e <a href="#tab02">2</a> e no <a href="#graf01">Gráfico 1</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando se analisou as mudan&ccedil;as de colora&ccedil;&atilde;o (&Delta;E), n&atilde;o</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">houve diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os grupos (p = 0,34) e todos apresentaram desempenho similar com diminui&ccedil;&atilde;o dos valores iniciais e m&eacute;dia semelhante como se observa no <a href="#graf02">Gráfico 2</a>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>DISCUSS&Atilde;O </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A correta mensura&ccedil;&atilde;o da cor dent&aacute;ria, antes e ap&oacute;s o clareamento, &eacute; fator determinante na efetividade e na proserva&ccedil;&atilde;o do tratamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A percep&ccedil;&atilde;o adequada das cores &eacute; poss&iacute;vel apenas na presen&ccedil;a de uma ilumina&ccedil;&atilde;o controlada e equilibrada. Um mesmo objeto observado em diferentes condi&ccedil;&otilde;es de ilumina&ccedil;&atilde;o se apresentar&aacute; de forma diferenciada em cada fonte de luz. Esse metamerismo tamb&eacute;m pode fazer com que dentes de cores diferentes pare&ccedil;am iguais quando iluminados por uma determinada fonte de luz. Isso ocorre como consequ&ecirc;ncia do fato de toda informa&ccedil;&atilde;o para a percep&ccedil;&atilde;o da cor provir de tr&ecirc;s tipos de fotorreceptores oculares, com sensibilidade espectral larga. Se a luz que chega ao olho produzir a mesma resposta nos tr&ecirc;s receptores, ent&atilde;o diferentes objetos se apresentar&atilde;o com a mesma cor, ainda que possuam reflect&acirc;ncias </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13graf01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="graf02"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/a13graf02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">diferentes.<sup>10</sup> Esse &eacute; um dos motivos pelos quais a an&aacute;lise subjetiva com escalas est&aacute; propensa a falhas, especialmente em casos de pouca experi&ecirc;ncia profissional, apesar de ser ainda o m&eacute;todo mais usado em Odontologia para sele&ccedil;&atilde;o da cor. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A aferi&ccedil;&atilde;o instrumental da cor oferece vantagens em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; visual devido &agrave; possibilidade de quantificar os dados, permitindo uma avalia&ccedil;&atilde;o objetiva onde a cor &eacute; calculada de acordo com sua magnitude e classificada como clinicamente aceit&aacute;vel ou n&atilde;o. A reprodutibilidade entre os examinadores &eacute; outro ponto de destaque. Novas tecnologias na &aacute;rea de imagens digitais t&ecirc;m surgido com a evolu&ccedil;&atilde;o dos equipamentos fotogr&aacute;ficos e dos programas de edi&ccedil;&atilde;o, permitindo o seu uso como instrumento para avaliar a cor dent&aacute;ria, sendo que suas vantagens e desvantagens precisam ser avaliadas e discutidas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No presente estudo, foram comparados os resultados de cor obtidos entre as escalas VITA 3D Master, o espectrofot&ocirc;metro e as imagens digitais intraorais, sendo estas trabalhadas no programa de tratamento de imagens Adobe Photoshop CS5.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A escala VITAPAN Classical foi utilizada como controle subjetivo da escala VITA 3D Master, enquanto o espectrofot&ocirc;metro serviu como refer&ecirc;ncia para a avalia&ccedil;&atilde;o das imagens digitais, ainda que compara&ccedil;&otilde;es tenham sido feitas entre todos os m&eacute;todos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A escala de cor desenvolvida pela VITA Zahnfabrik (Bad S&auml;ckingen, Alemanha) &eacute; sistematicamente alinhada em um espa&ccedil;o de cor, o que faz com que a escolha ocorra de maneira simples e mais apurada. As escalas VITA Lumim Vaccum, VITAPAN e 3D Master se enquadram perfeitamente no sistema de cores de Munsell e, consequentemente, nas caracter&iacute;sticas prim&aacute;rias das cores dos dentes. Apesar disso, aferir a cor de forma subjetiva ainda se constitui em um m&eacute;todo propenso a falhas, por todos os aspectos pessoais e ambientais envolvidos durante a mensura&ccedil;&atilde;o.<sup>11,12</sup> A aferi&ccedil;&atilde;o instrumental com o espectrofot&ocirc;metro &eacute; a maneira mais simples e objetiva de validar a cor dent&aacute;ria. V&aacute;rios estudos v&ecirc;m destacando sua efetividade ao longo dos anos, e os equipamentos atuais t&ecirc;m sido aprimorados, com programas avan&ccedil;ados e tecnologia digital sem fio, bem pr&aacute;ticos para uso na rotina cl&iacute;nica.<sup>13,14,15,16,17,18</sup> Comparando- se os dados de cor aferidos com o espectrofot&ocirc;metro e a m&aacute;quina digital, n&atilde;o houve diferen&ccedil;as estatisticamente significativas nos valores de L* e de b* entre os grupos. J&aacute; nos valores de a*, as diferen&ccedil;as foram estatisticamente significativas, n&atilde;o tendo sido poss&iacute;vel fazer qualquer correla&ccedil;&atilde;o entre os dados das imagens obtidos no programa Adobe Photoshop com os dados obtidos com o espectrofot&ocirc;metro. Os valores encontrados no programa foram sempre superiores aos registrados pelo equipamento (Tabelas <a href="#tab01">1</a> e <a href="#tab02">2</a>). A realiza&ccedil;&atilde;o das fotografias seguiu o protocolo de rotina utilizado em Odontologia, empregando-se uma m&aacute;quina digital apropriada para essa finalidade, com objetiva macro 100 mm, flash circular, operando em modo manual (1/100 F32 ISO 100), mantendo uma dist&acirc;ncia focal de aproximadamente 30 cm. O prop&oacute;sito de n&atilde;o se utilizar um aparato especial para controle de dist&acirc;ncia focal &eacute; a obten&ccedil;&atilde;o das imagens a partir de uma t&eacute;cnica j&aacute; consolidada e simplificada para obten&ccedil;&atilde;o de fotos intraorais, como forma de verificar a reprodutibilidade do m&eacute;todo dentro dessas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Mesmo sem ter uma correla&ccedil;&atilde;o adequada no valor de a*, observou-se que a imagem digital se constituiu em uma forma interessante de aferir a cor. Outros autores<sup>19,20</sup>fundamentaram essa assertiva quando observaram, em seus estudos, que as maiores mudan&ccedil;as ocorrem nos valores de L* e b*, e que a coordenada b* seria a vari&aacute;vel mais relevante na avalia&ccedil;&atilde;o da efetividade do clareamento. Para os autores, o &Delta;Eab n&atilde;o reflete a mudan&ccedil;a total na cor. Karpinia et al.<sup>21</sup> observaram uma redu&ccedil;&atilde;o significativa no tom amarelado (&Delta;b) e um aumento da luminosidade (&Delta;L) ap&oacute;s procedimentos de clareamento. No presente estudo, as maiores diferen&ccedil;as antes e ap&oacute;s o clareamento foram para a coordenada b*, confirmando a efetividade do procedimento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O uso da imagem digital, al&eacute;m da possibilidade de melhorar a acur&aacute;cia na sele&ccedil;&atilde;o da cor, permite a comunica&ccedil;&atilde;o entre profissionais, visto que &eacute; poss&iacute;vel a transmiss&atilde;o de dados via internet. O espectrofot&ocirc;metro, por requerer maior investimento financeiro para sua aquisi&ccedil;&atilde;o, ainda n&atilde;o faz parte da rotina cl&iacute;nica da maioria dos Cirurgi&otilde;es-Dentistas - como ocorre com a fotografia digital odontol&oacute;gica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar da dificuldade de se obter uma imagem digital que reflita exatamente as caracter&iacute;sticas de cor de um dente natural, os padr&otilde;es alcan&ccedil;ados permitem a obten&ccedil;&atilde;o de resultados que podem ser usados com sucesso para aferi&ccedil;&atilde;o da cor. De acordo com Culic C, Colosi J, Alb C,<sup>22</sup> a c&acirc;mera digital pode ser usada como um instrumento de mensura&ccedil;&atilde;o de cor na Odontologia. Este estudo &eacute; concorde com essas considera&ccedil;&otilde;es, e os resultados comprovam essa assertiva, demonstrando n&atilde;o haver diferen&ccedil;as significativas entre os valores de L* e b* entre os grupos quando se comparou o espectrofot&ocirc;metro com a m&aacute;quina digital. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sobre a seguran&ccedil;a e a efic&aacute;cia dos clareamentos, se observou um relativo grau de sensibilidade p&oacute;s-operat&oacute;ria no Grupo I (per&oacute;xido de hidrog&ecirc;nio a 35% + luz LED), com diferen&ccedil;as estatisticamente significativas em rela&ccedil;&atilde;o aos demais grupos. Esse efeito indesej&aacute;vel pode ser atribu&iacute;do ao uso de uma luz LED para ativar um gel de alta concentra&ccedil;&atilde;o, ainda que se seguissem as recomenda&ccedil;&otilde;es do fabricante. Concordam Cartagena, AF et al.<sup>23</sup> que, atrav&eacute;s de um comp&ecirc;ndio de 11 estudos realizados nos &uacute;ltimos quatro anos, verificaram que a luz promoveu um aumento percentual da sensibilidade sem que isso significasse uma melhora na efetividade do clareamento. Os resultados de He LB et al.<sup>24</sup> concordam com estes achados, mas os de Kishi A et al.<sup>5</sup> discordam, pois em seu estudo comparando luz hal&oacute;gena e LED azul e violeta, encontraram que a efetividade do clareamento sofreu influ&ecirc;ncia positiva tanto do n&uacute;mero de sess&otilde;es quanto do tipo de luz empregada em g&eacute;is de alta concentra&ccedil;&atilde;o. Martin et al.<sup>25</sup> n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as significativas entre os grupos com e sem luz, nem mesmo em altas concentra&ccedil;&otilde;es do produto (35%). Concordam Kossats S, et al.<sup>26</sup> acrescentando que a sensibilidade pode ser diminu&iacute;da se, na composi&ccedil;&atilde;o dos produtos, houver a incorpora&ccedil;&atilde;o do c&aacute;lcio livre &ndash; como no empregado no Grupo II, cuja sensibilidade foi m&iacute;nima. Em concentra&ccedil;&otilde;es mais baixas (15-20%), houve um melhor resultado imediato quando a luz foi empregada.<sup>4</sup> Este estudo &eacute; concorde com esses resultados, pois no Grupo III (15%), a efetividade do clareamento foi alcan&ccedil;ada e n&atilde;o houve sensibilidade importante mesmo com o uso da luz. Estes achados concordam com outros autores.<sup>27,28,29</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os grupos apresentaram uma m&eacute;dia de valores de luminosidade (L*) e valores de a* e b* sem diferen&ccedil;as significativas e com valores de &Delta;E decrescentes em todos os protocolos. Johnston WM, Kao EC30 propuseram um m&eacute;todo de percep&ccedil;&atilde;o visual de acordo com o CIELab*, onde o valor de &Delta;E deveria ser considerado visualmente impercept&iacute;vel quando a diferen&ccedil;a obtida for de 3.7, sendo esta clinicamente aceit&aacute;vel com intervalo de confian&ccedil;a de 95%. Verifica-se que os resultados em todos os grupos foram menores do que os preconizados pelo autor. Houve um aumento da luminosidade (L*) e diminui&ccedil;&atilde;o dos valores de a* e de b*. Em todos os grupos, a efetividade do clareamento foi confirmada, subjetiva e objetivamente.</font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O uso de imagens digitais para mensurar a cor a ap&oacute;s clareamento dent&aacute;rio se constituiu em um importante instrumento a ser empregado com sucesso na rotina cl&iacute;nica, preferencialmente associado a outras t&eacute;cnicas subjetivas. &Eacute; fundamental que os dados de obten&ccedil;&atilde;o da cor sejam realizados com precis&atilde;o para que seja poss&iacute;vel confirmar a efetividade e a seguran&ccedil;a de protocolos de clareamento dent&aacute;rio.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>APLICA&Ccedil;&Atilde;O CL&Iacute;NICA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A utiliza&ccedil;&atilde;o de fotografias digitais intrabucais como instrumento para aferir a cor dent&aacute;ria apresenta como principais vantagens uma possibilidade de se utilizar, com sucesso, um m&eacute;todo objetivo, de baixo investimento financeiro, e simples de ser utilizado, pois &eacute; rotina nos procedimentos odontol&oacute;gicos a realiza&ccedil;&atilde;o de fotografias, antes e ap&oacute;s o clareamento. Sabe-se que a grande dificuldade de se aferir a cor com escalas &eacute; a subjetividade do m&eacute;todo, cujos resultados sofrem influ&ecirc;ncia das condi&ccedil;&otilde;es de ilumina&ccedil;&atilde;o do ambiente, da hidrata&ccedil;&atilde;o do dente e da experi&ecirc;ncia profissional. O espectrofot&ocirc;metro, apesar de ser a forma mais adequada de mensurar a cor dent&aacute;ria, exige um alto investimento para sua aquisi&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o aos outros m&eacute;todos. Com o surgimento de novas tecnologias de captura de imagens digitais intrabucais, associadas a programas de tratamento de imagens, &eacute; poss&iacute;vel a obten&ccedil;&atilde;o dos dados CIELab* de forma autom&aacute;tica, sendo poss&iacute;vel predizer o matiz predominante e o grau de luminosidade da coroa, nos ter&ccedil;os cervical, m&eacute;dio e incisal. Portanto, as fotografias digitais se constituem em um m&eacute;todo instrumental eficiente e eficaz para a aferir a cor dent&aacute;ria, o qual, n&atilde;o sofre influ&ecirc;ncia subjetiva do olho humano.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para Wilcos Produtos Odontol&oacute;gicos (Sr. C&eacute;sar Sim&otilde;es). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Borissavlievitch M. The golden number. London: Alec Tiranti, 1964.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=427239&pid=S0004-5276201500030001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Mondelli RF, Azevedo JFG, Francisconi AC, Almeida CM, Ishikiriama SK. Comparative clinical study of the effectiveness of different dental bleaching methods -two year follow-up. J Appl Oral Sci. 2012 July/Aug; 20(4).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Clifton M, Carey BA Tooth whitening: what we now know. 2014 Jun;14 Suppl:70-6. doi: 10.1016/j.jebdp.2014.02.006. Epub 2014 Feb 13. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Santana Ma, Nahsan FP, Oliveira AH, Logu&eacute;rcio AD, Faria-e-Silva Al. Randomized controlled trial of sealed in-office bleaching effectiveness. Braz Dent J. 2014; 25(3):207-11.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Kishi A, Otsuki M, Sadr A, Ikeda M, Tagami J.Effect of light units on tooth bleaching with visible-light activating titanium dioxide photocatalyst.Dent Mater J 2011; 30(5):723-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Marcucci B. Using tooth and color guides together. J Prosthet Dent. 2001; 86, 322-3. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Commission Internationale de L'Eclairage. Colorimetry. 2nd Ed: Wien: Central Bureau of the CIE. 1986. (Publ. CIE; 15.2) </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Denissen H, Dozic A. Photometric assessment of tooth color using commonly available software. Eur J Esthet Dent 2010 Summer; 5(2):204-15.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. J Smith RN, Collins LZ, Naeeni M, Joiner A, Phipotts CJ, Hopkinson I, Jones C, Lath DL, Coxon T, Hibbard J, Brook AH. The in vitro and in vivo validation of a mobilie non-contact camera-based digital imaging system for tooth colour measurement. J Dent 2008; 36 suppl 1:15-20. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Melo TM, Kano P. Avalia&ccedil;&atilde;o da reprodu&ccedil;&atilde;o crom&aacute;tica em Dent&iacute;stica Restauradora. Parte 1. O mundo das cores. J Bras Dent. 2006; 1:95-104. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Crud FM. Jasinevivius TR, Graves AG, Cox V, Sadan A. Comparision of the shade matching ability of dental students using two light sources. J Prosthet Dent. 2006. 96:391-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Wee AG, Lindsey D T, Shoroyer KM, Johnson WM. Use of porcelain color discrimination test to evaluate color difference formulas. J Prosthet Dent. 2007; 98: 101-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Hua Xi, Kou Qiang, Yi XUe, Za Zhi, Zhu W, Liu C, Pan J. Assessment of tooth bleaching efficacy with spectrophotometer. 2014 Jun; 32(3):259-62.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 14. Cem P, Ayhan T, Veli OO, Nexmi G Spectrophotometric and computerized evaluation of tooth bleaching employing 10 different home-bleaching procedures: In-vitro study. Eur J Dent. 2014 Oct-Dec; 8(4): 538&ndash;545. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Kwon SR, Kurti SR Jr, Oyoyo U, Li Y.Effect of Light Activated Tooth Whitening on Color Change Relative to Color Artificially Stained Teeth. J Esthet Restor Dent. 2015 Apr 24. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Kwon SR, Meharry M, Oyoyo U, Li Y. Efficacy of do-it-yourself whitenint as compared to conventional tooth whitening modalities: an in vitro study. Oper Dent. 2015 Jan Feb; 40(1):E21-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Henry RK, Carkin M. The effect of gum chewing on sensitivity associated with in-office whitening procedures. Int J Dent Hyg. 2015 Apr 1. doi: 10.1111/ idh.12126. &#91;Epub ahead of print&#93; </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. de Paula EA, Nava JA, Rosso C, Benazzi CM, Fernandes KT, Kossatz S, Loguercio AD, Reis A.In Office bleaching with a two and seven day intervals beetween clinical sessions: A randomized clinical trail on tooth sensitivity. J Dent. 2015 Apr; 43(4):424-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Bengel WM. Digital photography and the assessment of therapeutic results after bleaching procedures. J Esthet Restor Dent. 2003;15 Suppl 1:S21-32. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Luo W, Westland S, Ellwood R, Pretty I. Evaluation of whiteness formula for teeth. 10th Congress of the International Color Association. 2005 May; 8-13.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 21. Karpinia k, Magnusson I, Barker ML, Gerlach RW. Clinical comparison of two self-directed bleaching systems. Journal of Prosthodontics. 2003 Dec; 12(4): 242&ndash;248. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Culic C, Colosi J, Alb C. Iuliu. Obtaining natural tooth color with digital photography &ndash; Cl&iacute;nical study on 30 patients. Clujul Medical. 2011; ( 84): 4. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Cartagena AF, Parreiras SO, Loguercio AD, Reis A, Campanha NH. In-office bleaching effects on the pulp flow and tooth sensitivity - case series. Braz Oral Res 2015; 29(1). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. He LB, Shao MY, Tan K, Xu X, Li JY. The effects of light on bleaching and tooth sensitivity during in-office vital bleaching: a systematic review and meta-analysis. J Dent 2012 Aug; 40(8):644-53. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Martin J, Fernandez E, Bahamondes V, Werner A, Elphick K, Oliveira OB Jr, Moncada G. Dentin hypersensitivity after teeth bleaching with in-office systems. Randomized clinical trial. Amer Jour Den. 2013 Feb; 26: (1). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Kossatz S, Martins G, Loguercio AD, Reis A. Tooth sensitivity and bleaching effectiveness associated with use of a calcium-containing in-office bleaching gel. Amer Dent Assoc. 2012, Dec 143 (12): 81-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Wang Y, Gao J, Jiang T, Liang S, Zhou Y, Matis BA. Evaluation of the efficacy of potassium nitrate and sodium fluoride as desensitizing agents during tooth bleaching treatment-A systematic review and meta-analysis. J Dent 2015 Apr; vol.22. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Yining Wang, Jinxia Gao Tao Jiang Shanshan Liang Yi Zhou, Bruce A. Matis. Evaluation of the efficacy of potassium nitrate and sodium fluoride as desensitizing agents during tooth bleaching treatment&mdash;A systematic review and meta-analysis. J Dent. 2015 Apr; vol. 22. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. do Carmo P&uacute;blio J, D'Arce MB, Ambrosano GM, Aguiar FH, Lovadino JR, Paulilo LA, Lima DA. Efficacy of tooth bleaching with the prior application of a desensitizing agent. J Investing Clin Dent 2015 May; 6(2):133-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">30. Johnston WM, Kao EC. Assessment of appearance match by visual observation and clinical colorimetry. J Dent Res. 1989; 68:819-22.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/apcd/v69n4/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gardenia Mascarenhas Oliveira - UEFS     <br>Avenida Transnordestina, s/n    <br> Novo Horizonte - Feira de Santana - BA     <br>44036-900     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Brasil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:gardeniamascarenhas@uol.com.br" target="_blank">gardeniamascarenhas@uol.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: out/2015    <br> Aceito: nov/2015</b></font></p>      ]]></body>
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<surname><![CDATA[Borissavlievitch]]></surname>
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