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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise de Reconstruções Faciais Forenses Digitais: proposta de protocolo piloto baseado em evidências]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The forensic facial reconstruction corresponds to the rebuilding of the face of an individual, upon an unidentified skull. It can be two-dimensional or three-dimensional, performed manually or digitally. In the latter case, the advent of new information technologies has greatly contributed, especially with regard to the development of 3D image softwares, computed tomography and 3D scanner. Different techniques, equipments and softwares have been employed for this purpose. The characterization of facial reconstructions with hair, as hair, eyelashes and eyebrows, has been questioned, especially when there is no information about such data. This paper analyzes 3D digital forensic facial reconstructions and, based on evidence, proposes a pilot protocol for their confection and presentation. Digital facial reconstructions, made with 3ds Max software, without hair characterization, were made using three different tables of thickness of soft tissues. They were evaluated by 22 examiners, in a recognition test. In all cases, the target-subject was the most recognized subject, reaching the recognition rate of 45.45%. A proposal for a pilot protocol for the confection and presentation of forensic facial reconstructions is presented. The 3ds Max software is used to perform the facial reconstruction, and the ZBrush software to make the post-production (as wrinkles and lines). A prototype of the facial reconstruction is printed - it can facilitate the recognition of the subject. The authors state that the characterization with hair should not be performed, as it can impair the recognition.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="righ"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Autor convidado</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>An&aacute;lise de Reconstru&ccedil;&otilde;es Faciais Forenses Digitais: proposta de protocolo piloto baseado em evid&ecirc;ncias</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Forensic Facial Reconstructions analysis: proposal of a evidence-based pilot protocol</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Clemente Maia da Silva Fernandes<sup>I</sup>; Frederico David Alencar de Sena Pereira<sup>II</sup>; Jorge Vicente Lopes da Silva<sup>III</sup>; M&ocirc;nica da Costa Serra<sup>IV</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Cirurgi&atilde;o-Dentista, Bacharel em Direito, Especialista em Odontologia Legal e CTBMF, Mestre em Pr&oacute;tese Bucomaxilofacial (Fousp), Doutor em Ci&ecirc;ncias Odontol&oacute;gicas (Fousp), P&oacute;s-Doutor em Direito Internacional da Sa&uacute;de (USP), P&oacute;s-Doutorando em Antropologia Forense (Univ. Coimbra), Pesquisador Associado do CTI e Professor de Bio&eacute;tica, &Eacute;tica e Legisla&ccedil;&atilde;o na ABO, APCD e FAEPO    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>II</sup> Engenheiro da Computa&ccedil;&atilde;o e Mestre em Engenharia Mec&acirc;nica pela Unicamp e Pesquisador do Centro de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o Renato Archer - CTI    <br>   <sup>III</sup> Engenheiro Eletricista, Mestre em Engenharia El&eacute;trica e Doutor em Engenharia Qu&iacute;mica pela Unicamp e Chefe da Divis&atilde;o de Tecnologias Tridimensionais do Centro de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o Renato Archer &ndash; CTI    <br>   <sup>IV</sup> Cirurgi&atilde;- Dentista, Advogada e Licenciada em Letras, Especialista em Odontologia Legal, Mestre e Doutora em Odontologia (FOAr/Unesp), P&oacute;s-Doutora em Bio&eacute;tica (Univ. Completense de Madri), em Direito Internacional da Sa&uacute;de (USP) e em Antropologia Forense (Univ. Coimbra), Livre-Docente em Odontologia Legal e Professora Adjunto na FOAr/Unesp</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Autor para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A reconstru&ccedil;&atilde;o facial forense corresponde &agrave; constru&ccedil;&atilde;o facial de um indiv&iacute;duo, realizada a partir de um cr&acirc;nio n&atilde;o identificado. Pode ser bidimensional ou tridimensional, realizada de forma manual ou digital. Neste &uacute;ltimo caso, o advento das novas tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o em muito contribuiu, sobretudo no que diz respeito ao desenvolvimento de programas de imagem 3D, equipamentos de tomografia computadorizada e scanner 3D. Diferentes t&eacute;cnicas, equipamentos e softwares t&ecirc;m sido empregados com esta finalidade. A caracteriza&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais com pelos como cabelo, c&iacute;lios e sobrancelhas, tem sido questionada, sobretudo quando n&atilde;o h&aacute; informa&ccedil;&atilde;o sobre tais dados. Este trabalho analisa reconstru&ccedil;&otilde;es faciais forenses digitais 3D e, com base em evid&ecirc;ncias, prop&otilde;e um protocolo piloto para a execu&ccedil;&atilde;o e apresenta&ccedil;&atilde;o das mesmas. Reconstru&ccedil;&otilde;es faciais digitais, confeccionadas com o software 3ds Max, sem caracteriza&ccedil;&atilde;o de pelos foram confeccionadas, utilizando tr&ecirc;s diferentes tabelas de espessura de tecidos moles, e submetidas a um teste de reconhecimento, por 22 examinadores. Em todos os casos, o sujeito-alvo foi o mais reconhecido, chegando a ser reconhecido por 45,45% dos avaliadores. &Eacute; apresentada uma proposta de protocolo piloto para a confec&ccedil;&atilde;o e apresenta&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais forenses. Para a confec&ccedil;&atilde;o das mesmas, &eacute; empregado o software 3ds Max, e recomendado o emprego do software ZBrush para a p&oacute;s-produ&ccedil;&atilde;o (como aposi&ccedil;&atilde;o de rugas e linhas). &Eacute; impresso um prot&oacute;tipo da reconstru&ccedil;&atilde;o facial, que pode facilitar o reconhecimento. Os autores afirmam que n&atilde;o deve ser realizada a caracteriza&ccedil;&atilde;o com pelos, o que pode prejudicar o reconhecimento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores:</B> antropologia forense; odontologia legal; ci&ecirc;ncias forenses; medicina legal</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The forensic facial reconstruction corresponds to the rebuilding of the face of an individual, upon an unidentified skull. It can be two-dimensional or three-dimensional, performed manually or digitally. In the latter case, the advent of new information technologies has greatly contributed, especially with regard to the development of 3D image softwares, computed tomography and 3D scanner. Different techniques, equipments and softwares have been employed for this purpose. The characterization of facial reconstructions with hair, as hair, eyelashes and eyebrows, has been questioned, especially when there is no information about such data. This paper analyzes 3D digital forensic facial reconstructions and, based on evidence, proposes a pilot protocol for their confection and presentation. Digital facial reconstructions, made with 3ds Max software, without hair characterization, were made using three different tables of thickness of soft tissues. They were evaluated by 22 examiners, in a recognition test. In all cases, the target-subject was the most recognized subject, reaching the recognition rate of 45.45%. A proposal for a pilot protocol for the confection and presentation of forensic facial reconstructions is presented. The 3ds Max software is used to perform the facial reconstruction, and the ZBrush software to make the post-production (as wrinkles and lines). A prototype of the facial reconstruction is printed - it can facilitate the recognition of the subject. The authors state that the characterization with hair should not be performed, as it can impair the recognition.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>forensic anthropology; forensic dentistry; forensic sciences; forensic medicine.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>    <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> RELEV&Acirc;NCIA CL&Iacute;NICA</B></font></p>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este trabalho apresenta proposta de protocolo piloto que pode ajudar no reconhecimento e posterior identifica&ccedil;&atilde;o humana.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Reconstru&ccedil;&atilde;o Facial Forense (RRF) corresponde &agrave; constru&ccedil;&atilde;o facial de um indiv&iacute;duo falecido, realizada a partir de um cr&acirc;nio seco n&atilde;o identificado. A mesma tem sido utilizada como importante ferramenta no reconhecimento de corpos encontrados esqueletizados de pessoas desaparecidas que necessitam ser correta e precisamente identificadas. Trata-se de um m&eacute;todo que procura recriar a apar&ecirc;ncia facial de uma pessoa utilizando o seu cr&acirc;nio como base. Seu objetivo &eacute; obter o reconhecimento da face do indiv&iacute;duo por um amigo, conhecido ou membro da fam&iacute;lia.<sup>1,2,3,4,5,6,7,8,9,10</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A reconstru&ccedil;&atilde;o facial consiste na &uacute;ltima alternativa em uma investiga&ccedil;&atilde;o forense.<sup>1,11</sup> Uma vez divulgada pela m&iacute;dia, a reconstru&ccedil;&atilde;o facial pode ser reconhecida por um membro do p&uacute;blico, e isto conduzir &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o do de cujus. &Eacute; importante frisar que n&atilde;o se trata de m&eacute;todo de identifica&ccedil;&atilde;o, mas sim uma ferramenta para o reconhecimento. Visa &agrave; obten&ccedil;&atilde;o de uma lista de suspeitos que, uma vez estabelecida, ser&aacute; objeto do emprego de m&eacute;todos de identifica&ccedil;&atilde;o, como an&aacute;lise de DNA e prontu&aacute;rio odontol&oacute;gico.<sup>1,11,12,13</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pode-se realizar a reconstru&ccedil;&atilde;o facial forense:     <br>&bull; de forma bidimensional (2D), manualmente &ndash; por meio de desenhos em papel;     <br>&bull; de forma bidimensional (2D), digitalmente - por meio de desenhos realizados com o aux&iacute;lio de programas de imagem 2D;     <br>&bull; de forma tridimensional (3D), manualmente &ndash; por meio da escultura, normalmente em argila ou plastilina, sobre c&oacute;pia do cr&acirc;nio;     <br>&bull; de forma tridimensional (3D), digitalmente &ndash; por meio da utiliza&ccedil;&atilde;o de programas de imagem 3D. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A possibilidade da realiza&ccedil;&atilde;o da reconstru&ccedil;&atilde;o facial forense tridimensional digital surgiu com o advento das novas tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o, em especial dos programas de computador que trabalham com imagens tridimensionais, bem como de equipamentos como tomografia computadorizada e esc&acirc;ner de superf&iacute;cie 3D. Classicamente, existem tr&ecirc;s diferentes m&eacute;todos para a confec&ccedil;&atilde;o de uma reconstru&ccedil;&atilde;o facial:<sup>14</sup>     <br>1. M&eacute;todo Russo, que delineia a estrutura dos m&uacute;sculos da face e realiza a aposi&ccedil;&atilde;o da musculatura facial (criado por Mikhail Gerasimov);     <br>2. M&eacute;todo Americano que, em pontos craniom&eacute;tricos espec&iacute;ficos, insere tecidos moles de acordo com uma tabela de espessuras pr&eacute;-determinadas; e     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>3. M&eacute;todo de Manchester (desenvolvido por Richard Neave), que combina os dois anteriores, colocando m&uacute;sculos e considerando a espessura dos pontos craniom&eacute;tricos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O M&eacute;todo Americano, que considera somente os pontos de espessura de tecidos moles, &eacute; menos trabalhoso para ser executado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Estes m&eacute;todos podem ser utilizados tanto em reconstru&ccedil;&otilde;es faciais bidimensionais como tridimensionais.<sup>15</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A realiza&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais tridimensionais digitais &eacute; recente &ndash; o primeiro trabalho publicado sobre o assunto data de 1989.<sup>16</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diferentes t&eacute;cnicas, equipamentos e softwares t&ecirc;m sido empregados com esta finalidade. A caracteriza&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais com pelos como cabelo, c&iacute;lios e sobrancelha, tem sido questionada, no sentido de verificar se a realiza&ccedil;&atilde;o da mesma &eacute; importante, sobretudo quando n&atilde;o h&aacute; informa&ccedil;&atilde;o sobre tais dados.<sup>4</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este trabalho teve como objetivo analisar reconstru&ccedil;&otilde;es faciais forenses digitais 3D e, com base em evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas, propor um protocolo piloto para a execu&ccedil;&atilde;o e apresenta&ccedil;&atilde;o das mesmas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Para a realiza&ccedil;&atilde;o deste trabalho foi utilizada uma Tomografia Computadorizada (TC) doada por um indiv&iacute;duo vivo brasileiro adulto branco, do sexo feminino e estado nutricional normal. Os dados DICOM da TC foram convertidos em arquivos de estereolitografia (STL) no Centro de Tecnologia de Informa&ccedil;&atilde;o Renato Archer, Divis&atilde;o de Tecnologias 3D, com o emprego do software Mimics&reg; (Materialize, B&eacute;lgica). Somente os dados relativos ao esqueleto foram fornecidos para o operador, preservando a natureza cega desta pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram realizadas tr&ecirc;s reconstru&ccedil;&otilde;es faciais, baseadas em tr&ecirc;s tabelas de espessura de tecidos moles da face: um padr&atilde;o internacional, correspondente &agrave; tabela proposta por Rhine e Moore<sup>17</sup>, e dois padr&otilde;es brasileiros, recentemente propostos por Santos<sup>18</sup> e Tedeschi-Oliveira<sup>19</sup> (<a href="#fig01">Figura 1</a>). Foram considerados os dados para sujeito branco, do sexo feminino e estado nutricional normal. O M&eacute;todo Americano foi utilizado para produzir as reconstru&ccedil;&otilde;es faciais, realizadas com o emprego do software 3ds Max (Autodesk, Calif&oacute;rnia, Estados Unidos). N&atilde;o foi realizado trabalho de p&oacute;s-produ&ccedil;&atilde;o nas reconstru&ccedil;&otilde;es confeccionadas. As reconstru&ccedil;&otilde;es faciais realizadas n&atilde;o receberam caracteriza&ccedil;&otilde;es de cabelo, c&iacute;lios ou sobrancelhas. Vinte e dois volunt&aacute;rios atuaram como examinadores, comparando as fotografias do sujeito-alvo e de outros nove sujeitos (do mesmo sexo, faixa et&aacute;ria, ancestralidade e estado nutricional) com as reconstru&ccedil;&otilde;es faciais. Neste trabalho foi empregado m&eacute;todo utilizado por Fernandes.<sup>14</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados obtidos na presente an&aacute;lise foram comparados com os resultados obtidos por Fernandes et al. (2012)<sup>5</sup> e Fernandes et al. (2013)<sup>4</sup>. Um protocolo piloto, para a realiza&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais e apresenta&ccedil;&atilde;o das mesmas, foi desenvolvido.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/a02fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/a02tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">RESULTADOS</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O sujeito-alvo foi reconhecido por 45,45% dos examinadores, quando avaliada a reconstru&ccedil;&atilde;o feita com o emprego dos dados do Padr&atilde;o nacional de Resson&acirc;ncia Magn&eacute;tica, por 36,36% no Padr&atilde;o nacional de Cad&aacute;veres Frescos, e por 45,45% no Padr&atilde;o Internacional (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). Em todos os casos, foi o sujeito mais reconhecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fernandes et al.<sup>5</sup> realizaram, utilizando o software 3ds Max, tr&ecirc;s reconstru&ccedil;&otilde;es faciais forenses digitais caracterizadas (com cabelo, c&iacute;lios e sobrancelha), utilizando as mesmas tr&ecirc;s tabelas de espessura de tecidos moles faciais empregadas neste trabalho. O sujeito-alvo foi reconhecido por 26,67% dos examinadores na reconstru&ccedil;&atilde;o feita com o emprego dos dados do Padr&atilde;o nacional de Resson&acirc;ncia Magn&eacute;tica, por 23,33% no Padr&atilde;o nacional de Cad&aacute;veres Frescos, e por 20,00% no Padr&atilde;o Internacional. Nos dois primeiros casos, foi o sujeito mais reconhecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com o emprego do software 3ds Max, Fernandes et al.<sup>4</sup> confeccionaram tr&ecirc;s reconstru&ccedil;&otilde;es faciais forenses digitais sem cabelos, e submeteram- nas &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o de reconhecimento. Obtiveram, respectivamente, 31,8% de acerto no reconhecimento do sujeito-alvo com o emprego do Padr&atilde;o nacional de Resson&acirc;ncia Magn&eacute;tica, 31,80% no Padr&atilde;o nacional de Cad&aacute;veres Frescos, e 40,90% no Padr&atilde;o Internacional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando comparados os resultados aqui obtidos com os resultados obtidos por Fernandes et al. (2012)<sup>5</sup> e Fernandes et al. (2013)<sup>4</sup>, verificou-se que a maior percentagem de reconhecimento obtida foi sem caracteriza&ccedil;&atilde;o, com o uso das tabelas de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica e internacional (45,45%). N&atilde;o obstante, em todos os trabalhos, na reconstru&ccedil;&atilde;o facial digital 3D realizada com o mesmo protocolo, empregando o software 3ds Max, o sujeito-alvo foi o mais reconhecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi desenvolvida proposta de protocolo piloto para a realiza&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&atilde;o facial forense digital 3D com o emprego do 3ds Max.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Protocolo para a confec&ccedil;&atilde;o de Reconstru&ccedil;&atilde;o Facial Forense Digital 3D com o software 3ds Max</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O arquivo com a imagem do cr&acirc;nio deve ser inicialmente importado para o software 3ds Max. Os pontos craniom&eacute;tricos a serem utilizados s&atilde;o a seguir localizados, e sobre os mesmos s&atilde;o colocados cilindros com a altura correspondente &agrave; espessura de cada ponto, de acordo com a tabela de espessura de tecidos moles que estiver sendo utilizada (<a href="#fig02">Figura 2</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os globos oculares s&atilde;o confeccionados a partir de uma esfera, e inseridos, na &oacute;rbita, respeitando-se o proposto por Wilkinson e Mautner (2003)<sup>12</sup>, tangentes a uma linha que fica ancorada na mediana superior e inferior na orbita, com aproximadamente 25 mm de di&acirc;metro, e a &iacute;ris com 12 mm<sup>13</sup>(<a href="#fig03">Figura 3</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma cabe&ccedil;a &eacute; modelada, com o aux&iacute;lio de um desenho-guia. Uma vez confeccionada, sobre o cr&acirc;nio, com o aux&iacute;lio da ferramenta transpar&ecirc;ncia, faz-se o ajuste da malha de acordo com os pontos de espessura de tecidos moles previamente inseridos (<a href="#fig04">Figura 4</a>). No final deste processo, a face apresenta-se facetada, por causa da utiliza&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;gonos. Por isso, aplica-se o modificador turbosmooth, que suaviza a malha. Para a confec&ccedil;&atilde;o do nariz, foram seguidas as orienta&ccedil;&otilde;es do estudo de Rynn e Wilkinson (2006)<sup>20</sup>. A orelha &eacute; modelada separadamente, e inserida no modelo (<a href="#fig05">Figura 5</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para os olhos e para a pele s&atilde;o escolhidas e aplicadas texturas, de acordo com a colora&ccedil;&atilde;o e caracter&iacute;sticas desejadas (<a href="#fig06">Figura 6</a>). A ilumina&ccedil;&atilde;o &eacute; ajustada e o modelo &eacute; renderizado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A utiliza&ccedil;&atilde;o do 3ds Max permite a realiza&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais digitais 3D, seguindo crit&eacute;rios cient&iacute;ficos &ndash; como a determina&ccedil;&atilde;o dos pontos craniom&eacute;tricos, da espessura de tecidos moles, a confec&ccedil;&atilde;o de estruturas como olhos, boca e nariz. N&atilde;o obstante, consideramos importante a realiza&ccedil;&atilde;o de um trabalho de p&oacute;s-produ&ccedil;&atilde;o, para a caracteriza&ccedil;&atilde;o, por exemplo, de rugas e linhas de express&atilde;o (a serem estabelecidos de acordo com a idade previamente estimada). Para tal, o software ZBrush (Pixologic, California, Estados Unidos) &eacute; uma boa op&ccedil;&atilde;o.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Protocolo para a apresenta&ccedil;&atilde;o de Reconstru&ccedil;&atilde;o Facial Forense Digital 3D</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A reconstru&ccedil;&atilde;o facial digital confeccionada &eacute; impressa em impressora 3D, e gerado um prot&oacute;tipo da mesma, que pode ser colorido ou monocrom&aacute;tico. O prot&oacute;tipo pode ser impresso em diferentes materiais, dependendo das caracter&iacute;sticas da impressora 3D utilizada. O material colorido utilizado &eacute; gesso (que permite a impress&atilde;o em cores), e o material monocrom&aacute;tico corresponde a SLS &ndash; poliamida nylon (pl&aacute;stico). As figuras <a href="#fig07">7</a> e <a href="#fig08">8</a> apresentam prot&oacute;tipos impressos, respectivamente, em gesso e em SLS.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">DISCUSS&Atilde;O</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O reconhecimento de reconstru&ccedil;&atilde;o facial forense sem pelos, realizada neste estudo, bem como o estudo do reconhecimento de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais confeccionadas por Fernandes et al. (2013)<sup>4</sup> somente sem cabelo, foi percentualmente mais alto do que as reconstru&ccedil;&otilde;es confeccionadas com pelos &ndash; cabelos, c&iacute;lios e sobrancelhas (Fernandes et al., 2012)<sup>5</sup> utilizando a mesma metodologia. Os melhores resultados &ndash; de quase 50% de acerto ocorreram com as reconstru&ccedil;&otilde;es sem caracteriza&ccedil;&atilde;o (sem cabelo, c&iacute;lios e sobrancelhas). Isto pode ser um indicativo de que a caracteriza&ccedil;&atilde;o (coloca&ccedil;&atilde;o de cabelo, c&iacute;lios e sobrancelhas) pode n&atilde;o somente ser dispens&aacute;vel, como tamb&eacute;m, desnecess&aacute;ria. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Stephan and Henneberg (2006)<sup>21</sup> realizaram duas reconstru&ccedil;&otilde;es faciais do mesmo indiv&iacute;duo &ndash; uma com cabelo e a outra sem cabelo. Submetidas a um teste para avalia&ccedil;&atilde;o de semelhan&ccedil;a com o sujeito-alvo, ambas as reconstru&ccedil;&otilde;es obtiveram bons resultados, mas a confeccionada sem cabelo apresentou tend&ecirc;ncia a ser mais bem avaliada do que a confeccionada com cabelo. A seguir, a reconstru&ccedil;&atilde;o sem cabelo foi submetida a teste de reconhecimento. Foi avaliada por 20 examinadores, tendo sido comparada com 10 fotografias (uma do sujeito-alvo e nove de outros indiv&iacute;duos). Com a apresenta&ccedil;&atilde;o sequencial das fotografias (m&eacute;todo que foi utilizado neste trabalho e nos trabalhos de Fernandes et al. 2012<sup>5</sup> e Fernandes et al. 2013<sup>4</sup>), o sujeito-alvo foi o mais reconhecido, tendo sido reconhecido por 15% dos examinadores, resultado inferior aos obtidos neste trabalho, bem como aos encontrados por Fernandes et al. 2012<sup>5</sup> e Fernandes et al. 2013<sup>4</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A avalia&ccedil;&atilde;o da ancestralidade n&atilde;o determina tipo, cor, comprimento de cabelos e pelos em geral. Por exemplo, uma pessoa do sexo feminino, branca, pode apresentar cabelo liso ou crespo, louro, ruivo, castanho ou preto (e suas diferentes nuances), curto, m&eacute;dio ou comprido etc. Pode, inclusive, variar, ao longo da vida, tais caracter&iacute;sticas, colorindo e/ou alisando o cabelo, por exemplo. Assim, sem tal conhecimento, se for inserido na reconstru&ccedil;&atilde;o facial cabelo em um padr&atilde;o diferente do utilizado pelo (a) de cujus, esta caracter&iacute;stica equivocada poder&aacute; mesmo atrapalhar o reconhecimento da pessoa. O mesmo aplica-se a outros pelos, como barba, bigode etc. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por&eacute;m, uma vez reconhecido o sujeito, pode-se colocar, na reconstru&ccedil;&atilde;o facial digital, as caracter&iacute;sticas do indiv&iacute;duo a quem se suspeita pertencer o cr&acirc;nio. Este trabalho de coloca&ccedil;&atilde;o de pelos &eacute; realizado de forma mais r&aacute;pida e objetiva em reconstru&ccedil;&otilde;es faciais tridimensionais digitais. Na reconstru&ccedil;&atilde;o manual, realizada em argila ou plastilina, &eacute; muito mais demorada e trabalhosa tal inclus&atilde;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O emprego de softwares internacionalmente conhecidos e reconhecidos como 3ds Max e ZBrush, permite o acesso e a padroniza&ccedil;&atilde;o ao protocolo proposto. Estes softwares foram adaptados para a finalidade em tela. S&atilde;o programas conhecidos por serem utilizados para modelagem org&acirc;nica e anima&ccedil;&atilde;o, at&eacute; mesmo para produ&ccedil;&otilde;es cinematogr&aacute;ficas. Para exemplificar, a conceituada equipe do Projeto Virtopsy, desenvolvido e sediado na Su&iacute;&ccedil;a <sup>22</sup>, utiliza este software para a avalia&ccedil;&atilde;o tridimensional de marcas de mordida<sup>23</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Richard et al. (2014)<sup>7</sup> discutem diferentes formas de apresenta&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais. Os autores confeccionaram reconstru&ccedil;&otilde;es faciais digitais tridimensionais sem quaisquer caracteriza&ccedil;&otilde;es de pelos; os mesmos prop&otilde;em que, na apresenta&ccedil;&atilde;o, sejam apresentadas imagens frontal e de perfil. Sugerem ainda a apresenta&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es realizadas com varia&ccedil;&atilde;o de peso (magro, normal e obeso), e de idade (10 anos a menos do que a idade estimada, idade estimada e 10 anos a mais do que a idade estimada). Isto significa realizar diversas reconstru&ccedil;&otilde;es faciais &ndash; o que demandaria muito tempo, se realizadas manualmente. N&atilde;o obstante, os autores n&atilde;o mencionam a possibilidade de imprimir (confeccionar prot&oacute;tipos) a reconstru&ccedil;&atilde;o facial confeccionada virtualmente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A impress&atilde;o de prot&oacute;tipos das reconstru&ccedil;&otilde;es faciais feitas digitalmente pode ser realizada em diferentes tipos de material, dependendo da impressora 3D utilizada. Por exemplo, o prot&oacute;tipo pode ser impresso em gesso, o que permite a impress&atilde;o colorida; por&eacute;m, o gesso &eacute; bastante fr&aacute;gil, o que demanda cuidados para se evitar a quebra do prot&oacute;tipo. Materiais pl&aacute;sticos como SLS s&atilde;o mais resistentes, mas t&ecirc;m a desvantagem da impress&atilde;o monocrom&aacute;tica. A impress&atilde;o colorida &eacute; mais realista; a impress&atilde;o monocrom&aacute;tica perde em realismo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Observa&ccedil;&otilde;es preliminares dos autores deste trabalho sugerem que a impress&atilde;o e apresenta&ccedil;&atilde;o de prot&oacute;tipos pode facilitar o processo de reconhecimento. Parece que a percep&ccedil;&atilde;o das pessoas pode ser mais acurada quando estiverem diante de algo tang&iacute;vel (como um prot&oacute;tipo), e n&atilde;o totalmente virtual (como uma imagem). Por&eacute;m, estudos s&atilde;o necess&aacute;rios para analisar esta quest&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Assim, apresentamos um protocolo n&atilde;o somente para a realiza&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais forenses digitais 3D, com o emprego do software 3ds Max e p&oacute;s-produ&ccedil;&atilde;o utilizando o ZBrush, mas tamb&eacute;m sugerimos, para a apresenta&ccedil;&atilde;o das reconstru&ccedil;&otilde;es realizadas, a impress&atilde;o 3D das mesmas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados encontrados nos testes de reconhecimento realizados em reconstru&ccedil;&otilde;es faciais forenses digitais 3D confeccionadas, neste trabalho, sem a caracteriza&ccedil;&atilde;o de pelos, foram melhores do que os obtidos em outros trabalhos em que foram realizadas e testadas reconstru&ccedil;&otilde;es faciais com a presen&ccedil;a de pelos. N&atilde;o &eacute; recomend&aacute;vel a coloca&ccedil;&atilde;o de cabelo nas reconstru&ccedil;&otilde;es faciais, sobretudo quando n&atilde;o se tem conhecimento, por exemplo, sobre o tipo, colora&ccedil;&atilde;o, comprimento do cabelo do de cujus. A caracteriza&ccedil;&atilde;o pode ser inserida a posteriori, quando houver um reconhecimento, de acordo com informa&ccedil;&otilde;es dos familiares. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O software 3ds Max pode ser utilizado para a confec&ccedil;&atilde;o de reconstru&ccedil;&otilde;es faciais forenses digitais, seguido de p&oacute;s-produ&ccedil;&atilde;o </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/a02fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/a02fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/a02fig04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/a02fig05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig06"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/a02fig06.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig07"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/a02fig07.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig08"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/a02fig08.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">realizada com o software ZBrush. Trata-se do emprego de um software internacionalmente conhecido e reconhecido, inclusive utilizado para an&aacute;lises tridimensionais em per&iacute;cias realizadas por Institui&ccedil;&otilde;es internacionais conceituadas, como a Universidade su&iacute;&ccedil;a, sede do Projeto Virtopsy.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para a apresenta&ccedil;&atilde;o das reconstru&ccedil;&otilde;es, pode-se imprimir as mesmas. Dados preliminares sugerem que o reconhecimento pode ser facilitado com o emprego de prot&oacute;tipos, que s&atilde;o tang&iacute;veis, diferentemente de imagens virtuais. Por&eacute;m, mais estudos s&atilde;o necess&aacute;rios. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Agrave; Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (Capes). Edital Programa Ci&ecirc;ncias Forenses N&ordm; 25/2014 "PR&Oacute;-FORENSES". Ao Centro de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o Renato Archer - CTI.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Starbuck JM, Ghoneima A, Kula K. Facial tissue depths in children with cleft lip and palate. J Forensic Sci. 2015, 60:274-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=427986&pid=S0004-5276201500040000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Kim KD, Ruprecht A, Wang G, Lee JB, Dawson DV, Vannier MW. Accuracy of facial soft tissue thickness measurements in personal computer-based multiplanar reconstructed computed tomographic images. Forensic Sci Int. 2015;155(1):28-34. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Short LJ, Khambay B, Ayoub A, Erolin C, Rynn C, Wilkinson C. Validation of a computer modelled forensic facial reconstruction technique using CT data from live subjects: a pilot study. Forensic Sci Int. 2014, 237:147.e1-147.e8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Fernandes CMS, Pereira FDS, Silva JVL, Serra MC. Is characterizing the digital forensic facial reconstruction with hair necessary? A familiar assessors' analysis. 2013, 229:164. e1 - 164.e5. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Fernandes CMS, Serra MC, Silva JVL, Noritomi PY, Pereira FDS, Melani RFH. Tests of one Brazilian facial reconstruction method using three soft tissue depth sets and familiar assessors. Forensic Sci Int. 2012, 214:211.e1 - 211.e7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Hwang HS, Choe SY, Hwang JS, Moon DN, Hou Y, Lee WJ et al. Reproducibility of Facial Soft Tissue Thickness Measurements Using Cone-Beam CT Images According to the Measurement Methods. J Forensic Sci. 2015 doi: 10.1111/1556-4029.12766. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Richard AH, Parks CL, Monson KL. Assessment of presentation methods for ReFace computerized facial approximations. Forensic Sci Int. 2014, 242:283-92. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Fourie Z, Damstra J, Gerrits PO, Ren Y. Accuracy and reliability of facial soft tissue depth measurements using cone beam computer tomography. Forensic Sci Int. 2010, 199: 9-14. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Bulut O, Sipahioglu S, Hekimoglu B. Facial soft tissue thickness database for craniofacial reconstruction in the Turkish adult population. Forensic Sci Int. 2014; 242: 44-61. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Decker S., Ford J., Davi-Jow S., Faraut P., Neville W., Hilbelink D. Who is this person? A comparison study of current three-dimensional facial approximation methods. Forensic Sci Int. 2014, 229: 161.e1-161.e8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Wilkinson C. Facial identification of the dead. J Anat. 2008 Nov 27. &#91;Epub ahead of print.&#93;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Wilkinson CM, Mautner SA. Measurement of eyeball protrusion and its application in facial reconstruction. J Forensic Sci. 2003;48(1):12-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Wilkinson CM, Rynn C, Peters H, Taister M, Kau CH, Richmond S. A blind accuracy assessment of computer-modeled forensic facial reconstruction using Computed Tomography data from live subjects. Forensic Sci Med Pathol. 2006;2(3):179-87. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Fernandes CMS An&aacute;lise das reconstru&ccedil;&otilde;es faciais forenses digitais caracterizadas utilizando padr&otilde;es de medidas lineares de tecidos moles da face de brasileiros e estrangeiros. &#91;Tese&#93;. S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo, Faculdade de Odontologia, 2010. 152p. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Hayes S. Facial approximation of 'angel': case specific methodological review. Forensic Sci Int. 2014, 237:e30-41. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Vanezis P, Blowes RW, Linney AD, Tan AC, Richards R, Neave R. Application of 3-D computer graphics for facial reconstruction and comparison with sculpting techniques. Forensic Sci Int. 1989, 42:69-84. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Rhine JS, Moore CE. Tables of facial tissues thickness of American Caucasoids in forensic anthropology. Maxwell Museum Tech Ser 1984;1. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Santos WDF. Mensura&ccedil;&atilde;o de tecidos moles da face de brasileiros vivos em imagens multiplanares de Resson&acirc;ncia Magn&eacute;tica Nuclear (RMN) para fins m&eacute;dico-legais. &#91;tese&#93;. Ribeir&atilde;o Preto: Universidade de S&atilde;o Paulo, Faculdade de Medicina de Ribeir&atilde;o Preto, 2008. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Tedeschi-Oliveira SV. Avalia&ccedil;&atilde;o de medidas de espessura dos tecidos moles da face em uma amostra populacional atendida na Se&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica de Verifica&ccedil;&atilde;o de &Oacute;bitos do Munic&iacute;pio de Guarulhos - S&atilde;o Paulo. &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;. S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo, Faculdade de Odontologia, 2008. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Rynn C, Wilkinson CM. Appraisal of traditional and recently proposed relationships between the hard and soft dimensions of the nose profile. Am J Phys Anthropol. 2006; 130(2):364-73. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Stephan CN, Henneberg M. Recognition by forensic facial approximation: case specific examples and empirical tests. Forensic Sci Int. 2006,156:182-91. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Fernandes CMS, Marques JAM, Serra MC. Forensic Imaging and Radiology in Brazil. Journal of Forensic Radiology and Imaging. 2013, 1: 220-224. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Naether S, Buck U, Campana L, Breitbeck R, Thali M. The examination and identification of bite marks in foods using 3D scanning and 3D comparison methods. Int J Legal Med. 2012,;126:89-95.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/apcd/v69n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Autor para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Clemente Maia da Silva Fernandes    <br> Faculdade de Odontologia de Araraquara - Unesp    <br> Rua Humait&aacute;, 1680     <br>Centro - Araraquara - SP     <br>14801-903</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:c.face@terra.com.br" target="_blank">c.face@terra.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: abr/2015    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Aceito: mai/2015</b></font></p>      ]]></body>
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