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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Although composite resins are widely used, their properties still require improvements for extended clinical service. The polymerization shrinkage, resulting in stress at the tooth-restoration interface, is the main characteristic to be improved. Bulk-fill or single increment composites are currently marketed and whether they can or must replace existing nanotechnology resins is still not known. Thus, the aim of this review is to provide information available on these resins, both from laboratory and clinical studies. Articles available on Pubmed from 2014 to 2016, containing studies comparing conventional and bulk-fill resins were selected, aiming to picture the current scenario of the bulk-fill composites. In vitro results show a trend of greater polymerization shrinkage and generation stress for flowable bulk-fill resins, while regular consistency bulk-fill resins present similar shrinkage and stress generation values as conventional resins. For the conversion degree, most studies reported adequate values at 4mm thickness. For the flexural strength, similar distribution is observed between inferior and similar/higher results when comparing to conventional resins. For the leakage and cusp deflection, the majority of reports present similar or superior results when compared to conventional resins. One to five-year clinical studies present similar behavior for both flowable and regular consistency bulk-fill resins in comparison to conventional ones. We conclude this "new" group of materials represents a possibility for direct restorations, especially due to simplified technique and to similar properties compared to conventional resins. At the current status, it is not known if these materials can or must replace conventional resins, thus more laboratorial and longer-term clinical studies are needed.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="righ"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Revis&atilde;o de literatura</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Resinas bulk-fill &ndash; O estado da arte</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Bulk-fill resin composites &ndash; The state-of-the-art</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Taciana Marco Ferraz Caneppele<sup>I</sup>; Eduardo Bresciani<sup>II</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Professora doutora do Departamento de Odontologia Restauradora do Instituto de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Campus de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos - (Universidade Estadual Paulista - Unesp)    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>II</sup> Professor doutor do Departamento de Odontologia Restauradora do Instituto de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Campus de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos &ndash; Unesp    <br> </font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar de as resinas compostas serem amplamente utilizadas, as mesmas ainda apresentam propriedades a serem melhoradas para um desempenho cl&iacute;nico estendido. A contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o, resultando em estresse na interface dente-restaura&ccedil;&atilde;o, talvez seja a principal caracter&iacute;stica a ser melhorada. Assim surgiram as resinas bulk-fill, ou de preenchimento &uacute;nico. N&atilde;o se sabe se estas resinas devem ou podem substituir as resinas atuais, geralmente de nanotecnologia. Com isso, o objetivo desta revis&atilde;o &eacute; situar o leitor frente &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis sobre estas resinas, tanto em estudos laboratoriais quanto em estudos cl&iacute;nicos. Foram selecionados artigos cient&iacute;ficos dos anos de 2014, 2015 e 2016, dispon&iacute;veis no Pubmed, contendo trabalhos que comparassem as resinas bulk com resinas convencionais, para que o panorama atual pudesse ser tra&ccedil;ado. Os resultados in vitro mostram uma tend&ecirc;ncia de contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o e gera&ccedil;&atilde;o de estresse maior para as resinas bulk fluidas, enquanto que as resinas bulk de consist&ecirc;ncia regular geralmente apresentam valores de contra&ccedil;&atilde;o e gera&ccedil;&atilde;o de estresse similar &agrave;s resinas convencionais. Para o grau de convers&atilde;o em 4mm de profundidade, a maioria dos estudos relata que as resinas atingem fotoativa&ccedil;&atilde;o adequada. Para a resist&ecirc;ncia flexural, h&aacute; distribui&ccedil;&atilde;o similar entre resultados inferiores e similares/superiores para as bulk-fill. Para a fenda e deflex&atilde;o de c&uacute;spide, a grande maioria relata resultados similares ou superiores quando da compara&ccedil;&atilde;o com resinas convencionais. Os estudos cl&iacute;nicos, com avalia&ccedil;&atilde;o de 1 a 5 anos, mostram similaridade de comportamento tanto para as resinas bulk-fill fluidas ou regulares. Conclui-se que este novo grupo de materiais representa uma possibilidade para restaura&ccedil;&otilde;es diretas, principalmente pela facilidade de t&eacute;cnica e similaridade de propriedades em compara&ccedil;&atilde;o com as resinas convencionais. N&atilde;o se sabe frente ao exposto, se estes materiais devem ou podem substituir as resinas convencionais, sendo que mais estudos e controles cl&iacute;nicos maiores s&atilde;o necess&aacute;rios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>resina composta, propriedades mec&acirc;nicas, fenda marginal, avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Although composite resins are widely used, their properties still require improvements for extended clinical service. The polymerization shrinkage, resulting in stress at the tooth-restoration interface, is the main characteristic to be improved. Bulk-fill or single increment composites are currently marketed and whether they can or must replace existing nanotechnology resins is still not known. Thus, the aim of this review is to provide information available on these resins, both from laboratory and clinical studies. Articles available on Pubmed from 2014 to 2016, containing studies comparing conventional and bulk-fill resins were selected, aiming to picture the current scenario of the bulk-fill composites. In vitro results show a trend of greater polymerization shrinkage and generation stress for flowable bulk-fill resins, while regular consistency bulk-fill resins present similar shrinkage and stress generation values as conventional resins. For the conversion degree, most studies reported adequate values at 4mm thickness. For the flexural strength, similar distribution is observed between inferior and similar/higher results when comparing to conventional resins. For the leakage and cusp deflection, the majority of reports present similar or superior results when compared to conventional resins. One to five-year clinical studies present similar behavior for both flowable and regular consistency bulk-fill resins in comparison to conventional ones. We conclude this "new" group of materials represents a possibility for direct restorations, especially due to simplified technique and to similar properties compared to conventional resins. At the current status, it is not known if these materials can or must replace conventional resins, thus more laboratorial and longer-term clinical studies are needed.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descriptors: </B>resin composite, mechanical properties, marginal leakage, clinical evaluation.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>    <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Odontologia adesiva, desde a introdu&ccedil;&atilde;o do condicionamento &aacute;cido por Buonocore em 1955<sup>1</sup>, vem evoluindo como resultado do melhor conhecimento dos tecidos a serem aderidos, maior desenvolvimento de materiais e aprimoramento de t&eacute;cnicas. Atualmente, apesar de as restaura&ccedil;&otilde;es de resina composta em dentes posteriores serem o padr&atilde;o ouro dentre as restaura&ccedil;&otilde;es adesivas, n&atilde;o existe um protocolo padr&atilde;o e v&aacute;rias possibilidades de t&eacute;cnicas e materiais est&atilde;o dispon&iacute;veis com o intuito de se alcan&ccedil;ar o sucesso desejado.<sup>2</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De forma geral, o sucesso de restaura&ccedil;&otilde;es de resinas compostas depende da condi&ccedil;&atilde;o dos tecidos a serem aderidos, das caracter&iacute;sticas do sistema adesivo e protocolo de aplica&ccedil;&atilde;o, das propriedades da resina composta e protocolo de aplica&ccedil;&atilde;o, da influ&ecirc;ncia do operador, assim como das condi&ccedil;&otilde;es bucais de envelhecimento &agrave;s quais as restaura&ccedil;&otilde;es s&atilde;o submetidas. Por depender de in&uacute;meros fatores, os resultados cl&iacute;nicos muitas vezes n&atilde;o reportam os mesmos resultados obtidos com pesquisas laboratoriais.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>2</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre as v&aacute;rias causas de falha, as restaura&ccedil;&otilde;es de resina composta em dentes posteriores falham principalmente por c&aacute;rie secund&aacute;ria e fratura da restaura&ccedil;&atilde;o<sup>3</sup>, levando a uma constante evolu&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica, incluindo os materiais empregados (sistemas adesivos e resinas compostas). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma das principais limita&ccedil;&otilde;es das resinas compostas est&aacute; relacionada &agrave; contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o<sup>4</sup>, propriedade inerente a este tipo de material. Esta propriedade resulta em for&ccedil;as de estresse na interface dente-restaura&ccedil;&atilde;o, consequ&ecirc;ncia geralmente reduzida pela utiliza&ccedil;&atilde;o de protocolo espec&iacute;fico de inser&ccedil;&atilde;o do material na cavidade, conhecido por t&eacute;cnica incremental de inser&ccedil;&atilde;o. Quando estas for&ccedil;as s&atilde;o maiores que a for&ccedil;a de ades&atilde;o, fendas se formam e a restaura&ccedil;&atilde;o possivelmente falhar&aacute; por recidiva de c&aacute;rie. O ideal seria que estes materiais n&atilde;o contra&iacute;ssem com a polimeriza&ccedil;&atilde;o, facilitando a sua inser&ccedil;&atilde;o, evitando problemas operacionais, e ainda aumentando a longevidade da restaura&ccedil;&atilde;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na tentativa de se melhorar esta caracter&iacute;stica do material, foram inseridas no mercado resinas a base de silorano, as quais s&atilde;o reportadas por apresentarem menor contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o e menor gera&ccedil;&atilde;o de estresse.<sup>5</sup> Problemas relacionados principalmente &agrave; necessidade de sistemas adesivos espec&iacute;ficos associados &agrave; similaridade de comportamento cl&iacute;nico com as resinas convencionais<sup>6</sup>, inviabilizaram a dissemina&ccedil;&atilde;o mais eficiente destes materiais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com o mesmo intuito de resolver o problema da contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o e consequente t&eacute;cnica sens&iacute;vel (incremental), surgiram no mercado as resinas bulk-fill, ou resinas de preenchimento. A tecnologia deste novo grupo de materiais &eacute; muito vari&aacute;vel de fabricante para fabricante. Ainda n&atilde;o h&aacute; um consenso sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o destes materiais. V&aacute;rios trabalhos laboratoriais e poucos estudos in vivo est&atilde;o dispon&iacute;veis para que se possa empregar uma Odontologia baseada em evid&ecirc;ncias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo desta revis&atilde;o &eacute; descrever as caracter&iacute;sticas dos materiais dispon&iacute;veis no mercado, assim como os resultados cl&iacute;nicos j&aacute; descritos na literatura, na tentativa de informar e dar suporte para a decis&atilde;o de emprego ou n&atilde;o deste tipo de materiais. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REVIS&Atilde;O DE LITERATURA</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  <i>Caracter&iacute;sticas das resinas presentes no mercado</i> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As resinas bulk-fill, ou resinas de preenchimento &uacute;nico, podem ser classificadas de acordo com a consist&ecirc;ncia em fluidas ou resinas de consist&ecirc;ncia regular. De forma geral, a principal propriedade que caracteriza este material &eacute; o baixo grau de contra&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a polimeriza&ccedil;&atilde;o, o que possibilita a utiliza&ccedil;&atilde;o destes materiais em camadas de 4&ndash;5 mm, deixando de lado caracter&iacute;sticas importantes como fator C e t&eacute;cnica incremental, sempre discutida na t&eacute;cnica de restaura&ccedil;&atilde;o com resinas convencionais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O mecanismo pelo qual estas resinas sofre contra&ccedil;&atilde;o volum&eacute;trica, possivelmente reduzida, &eacute; muito vari&aacute;vel, sendo que cada fabricante apresenta sua pr&oacute;pria tecnologia. Dentre os princ&iacute;pios utilizados pelos diversos fabricantes, podemos citar a utiliza&ccedil;&atilde;o de mon&ocirc;meros espec&iacute;ficos, mon&ocirc;meros coadjuvantes, diferentes fotoiniciadores, inclus&atilde;o de diferentes cargas inorg&acirc;nicas (fibras de vidro) e utiliza&ccedil;&atilde;o de energia ultrass&ocirc;nica anteriormente &agrave; fotopolimeriza&ccedil;&atilde;o. A descri&ccedil;&atilde;o de algumas marcas comerciais presentes no mercado brasileiro e seus princ&iacute;pios de polimeriza&ccedil;&atilde;o est&atilde;o descritos na <a href="#tab01">tabela 1</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m destes produtos descritos na tabela e dispon&iacute;veis no mercado brasileiro, ainda h&aacute; uma categoria de material que se enquadra nesta descri&ccedil;&atilde;o de material de preenchimento &uacute;nico e que apresenta outra tecnologia, os Giomers. Estes materiais apresentam matriz resinosa acrescida de part&iacute;culas convencionais de uma resina composta e fibras de vidro curtas. Existem dois materiais dispon&iacute;veis em outros pa&iacute;ses com esta tecnologia, o EverX (GC Europa) e Beautifull bulk (Shofu). V&aacute;rios trabalhos presentes neste estudo relatam resultados do emprego deste tipo de material. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Propriedades das resinas &ndash; estudos laboratoriais</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dentro das pesquisas laboratoriais realizadas para caracterizar as resinas bulk-fill destacam-se neste artigo as propriedades mais importantes e mais analisadas. Foram localizados estudos laboratoriais publicados sobre o assunto na base Pubmed nos anos de 2014 a 2016. Foram localizados diversos artigos. Dividimos a apresenta&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas dos materiais em 4 propriedades: contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o, tens&atilde;o de contra&ccedil;&atilde;o, profundidade de cura e resist&ecirc;ncia flexural. Duas an&aacute;lises de restaura&ccedil;&otilde;es realizadas com estes materiais tamb&eacute;m foram estudadas: forma&ccedil;&atilde;o de fendas (marginal e interna) e deflex&atilde;o de c&uacute;spides. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A representa&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica da compila&ccedil;&atilde;o dos resultados dos estudos est&aacute; representada pelas <a href="#fig01">Figura 1</a> a <a href="#fig06">6</a>. Foram inclu&iacute;dos estudos nos quais os materiais bulk-fill testados foram comparados &agrave;s resinas compostas convencionais. Apenas para a avalia&ccedil;&atilde;o da profundidade de cura, esta condi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">considerada. Os materiais foram listados e acompanhados da cita&ccedil;&atilde;o bibliogr&aacute;fica em n&uacute;mero sobrescrito. Os nomes foram posicionados nas figuras, de acordo com o seu desempenho. Quando o material teve um comportamento melhor que a resina convencional, seu nome foi colocado na &aacute;rea verde da figura. Na &aacute;rea vermelha foram posicionados os nomes dos materiais que tiveram um comportamento significativamente inferior &agrave;s resinas convencionais. E, por &uacute;ltimo, quando o material teve um comportamento similar &agrave; resina convencional, foi listado na &aacute;rea amarela do gr&aacute;fico. Para facilitar a visualiza&ccedil;&atilde;o, o tamanho da &aacute;rea de cada cor em cada uma das figuras &eacute; proporcional ao n&uacute;mero de materiais posicionados em cada situa&ccedil;&atilde;o. Observa-se em v&aacute;rias figuras que o mesmo material aparece em &aacute;reas diferentes, significando que em determinado estudo ele se comportou de uma maneira e em outro, de maneira diferente. Isto pode acontecer devido &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es experimentais de cada estudo, as quais variam bastante. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v70n3/a03tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram encontrados seis estudos que analisaram a contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o das resinas bulk-fill<sup>7-12</sup> e compararam &agrave;s resinas convencionais (<a href="#fig01">Figura 1</a>); e cinco estudos<sup>9,10,12-14</sup> que analisaram a tens&atilde;o de contra&ccedil;&atilde;o (<a href="#fig02">Figura 2</a>). A contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o da resina composta ocorre devido &agrave; convers&atilde;o das mol&eacute;culas de mon&ocirc;meros em pol&iacute;mero, que &eacute; realizado atrav&eacute;s da substitui&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os de van der Waals por liga&ccedil;&otilde;es covalentes e, consequentemente, redu&ccedil;&atilde;o do volume do material livre.<sup>15,16</sup> A contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o pode gerar tens&otilde;es nas paredes das cavidades, podendo gerar falhas na interface adesiva.<sup>16,17</sup> Nas resinas convencionais a t&eacute;cnica de inser&ccedil;&atilde;o incremental tem sido preconizada para contornar as tens&otilde;es geradas pela contra&ccedil;&atilde;o. Com o advento dos materiais bulk-fill, a investiga&ccedil;&atilde;o da contra&ccedil;&atilde;o e das tens&otilde;es geradas por ela se fazem importantes, desde que a t&eacute;cnica incremental n&atilde;o &eacute; mais utilizada. Pela an&aacute;lise das figuras, observamos que nas resinas bulk-fill de consist&ecirc;ncia regular a contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o parece ser similar &agrave;s resinas convencionais. O mesmo n&atilde;o se observa nas resinas bulk-fill de consist&ecirc;ncia fluida, em que a maioria dos estudos apontou uma maior contra&ccedil;&atilde;o destes materiais. Na an&aacute;lise da tens&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o, observa-se uma melhora dos materiais fluidos, com alguns estudos apontando uma similaridade &agrave;s resinas convencionais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entre as propriedades mec&acirc;nicas que podem ser testadas em laborat&oacute;rio, a resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o fornece uma estimativa do potencial da resina composta para servir como substitui&ccedil;&atilde;o da dentina e esmalte em &aacute;reas concentra&ccedil;&atilde;o de tens&atilde;o.18 Tr&ecirc;s estudos avaliaram esta propriedade para as resinas bulk-fill.<sup>8,18,19</sup> Somente consideramos as resinas bulk-fill de consist&ecirc;ncia regular desde que as de consist&ecirc;ncia fluida necessitam de camada de cobertura e n&atilde;o ficam diretamente sujeitas &agrave;s tens&otilde;es oclusais durante a fun&ccedil;&atilde;o (<a href="#fig03">Figura 3</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alguns materiais foram similares ou melhores que as resinas convencionais, por&eacute;m alguns materiais apresentaram comportamento inferior. Observa-se que alguns materiais tiveram comportamentos distintos dependendo do estudo realizado. Estas discrep&acirc;ncias acontecem, pois as condi&ccedil;&otilde;es dos estudos s&atilde;o muitas vezes diferentes entre si, e dependem tamb&eacute;m com qual material foram comparados. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v70n3/a03fig01.jpg">      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v70n3/a03fig02.jpg">      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v70n3/a03fig03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A profundidade de cura foi &agrave; propriedade mais avaliada, segundo o levantamento aqui realizado. Isto de deve ao fato de que os materiais bulk-fill, segundo os fabricantes, podem ser polimerizados em espessura de 4mm. Assim, existe uma preocupa&ccedil;&atilde;o latente em se verificar se realmente estes materiais conseguem atingir um grau de convers&atilde;o satisfat&oacute;rio nesta espessura. Encontramos 11 estudos<sup>10,12,14,20-27</sup> que avaliaram esta propriedade por meio da avalia&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o da dureza entre a base e o topo de amostras de resina de 4mm de profundidade. Quando s&atilde;o obtidos valores de dureza, a rela&ccedil;&atilde;o base/topo &eacute; geralmente utilizada para estabelecer a profundidade de cura do material. Isto reflete a extens&atilde;o relativa de convers&atilde;o das superf&iacute;cies mais profundas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; superf&iacute;cie de topo. Muitos autores<sup>28-31</sup> t&ecirc;m afirmado que uma propor&ccedil;&atilde;o de 0,80 &eacute; um valor m&iacute;nimo clinicamente aceit&aacute;vel. A <a href="#fig04">figura 4</a> mostra a representa&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica dos estudos levantados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Observa-se que muitos estudos relataram que os materiais bulk-fill conseguiram atingir uma polimeriza&ccedil;&atilde;o adequada a 4mm. Alguns materiais foram suficientemente polimerizados, segundo alguns estudos e os mesmos materiais, em outras condi&ccedil;&otilde;es experimentais n&atilde;o foram t&atilde;o favor&aacute;veis. Isto de deve ao fato de que o grau de convers&atilde;o de resinas depende da energia total recebida pela resina composta representada pela irradi&acirc;ncia da ponta do aparelho em fun&ccedil;&atilde;o do tempo.<sup>32,33</sup> Trabalhos relatam esta propriedade quando da utiliza&ccedil;&atilde;o de diversos aparelhos de fotoativa&ccedil;&atilde;o<sup>34</sup>, sendo que algumas resinas bulk-fill apresentam maior translucidez<sup>35</sup> para uma melhor penetra&ccedil;&atilde;o da luz e melhor profundidade de convers&atilde;o. Diferentes modos de cura tamb&eacute;m podem influenciar o grau de convers&atilde;o do material.<sup>36</sup> Apesar desta observa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ter sido relatada em outro estudo, t&eacute;cnicas de modo pulsado, diminu&iacute;ram o for&ccedil;a de contra&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o com t&eacute;cnicas de polimeriza&ccedil;&atilde;o de alta intensidade<sup>37</sup>, sem influ&ecirc;ncia no grau de convers&atilde;o das resinas testadas. Torna-se importante tamb&eacute;m ressaltar que dependendo da irradi&acirc;ncia da ponta da luz, h&aacute; necessidade de aumento no tempo de polimeriza&ccedil;&atilde;o para uma cura adequada, fato comprovado por estudos que verificam a necessidade de aumento do tempo de exposi&ccedil;&atilde;o.<sup>24</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta propriedade &eacute; importante, pois al&eacute;m da rela&ccedil;&atilde;o com as propriedades mec&acirc;nicas, tamb&eacute;m est&aacute; relacionada com a libera&ccedil;&atilde;o de mon&ocirc;meros n&atilde;o polimerizados<sup>38</sup>, que possivelmente podem causar irrita&ccedil;&otilde;es ao dente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As avalia&ccedil;&otilde;es de fenda marginal e interna e deflex&atilde;o de c&uacute;spides s&atilde;o realizadas simulando-se em laborat&oacute;rio a realiza&ccedil;&atilde;o de restaura&ccedil;&otilde;es. Localizamos 11 estudos<sup>11,13,39-47</sup> que analisaram a forma&ccedil;&atilde;o de fenda marginal ou interna de restaura&ccedil;&otilde;es realizadas em resina bulk-fill, comparadas &agrave; restaura&ccedil;&otilde;es com resina convencional. A <a href="#fig05">figura 5</a> ilustra os resultados destes estudos. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v70n3/a03fig04.jpg">      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig05"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v70n3/a03fig05.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pela an&aacute;lise da <a href="#fig05">figura 5</a>, observa-se que na grande maioria dos estudos o comportamento das restaura&ccedil;&otilde;es com resina bulk-fill em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de fendas marginais ou internas foram similares &agrave;s restaura&ccedil;&otilde;es com resina composta convencional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em restaura&ccedil;&otilde;es de tamanho moderado, as tens&otilde;es geradas pela contra&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o podem levar &agrave; deforma&ccedil;&atilde;o de c&uacute;spide, causando microfraturas de esmalte ou perda da integridade da liga&ccedil;&atilde;o entre o adesivo e dente ou resina composta. Por isso, a an&aacute;lise da deflex&atilde;o se faz importante na an&aacute;lise do comportamento in vitro das resinas bulk-fill. Identificamos 5 estudos<sup>44,46,48-50</sup> que avaliaram a deflex&atilde;o das c&uacute;spides em dentes restaurados com resinas bulk-fill. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig06"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/apcd/v70n3/a03fig06.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pela <a href="#fig06">figura 6</a> observamos que nenhum estudo reportou comportamento pior das resinas bulk-fill na an&aacute;lise da deflex&atilde;o de c&uacute;spide, mostrando assim resultados que se assemelham ou s&atilde;o melhores que as resinas compostas convencionais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Propriedades cl&iacute;nicas &ndash; estudos cl&iacute;nicos</i> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o ao desempenho cl&iacute;nico destes materiais, de acordo com os estudos dispon&iacute;veis na literatura, tem-se pouca informa&ccedil;&atilde;o para compar&aacute;-los efetivamente com os materiais resinosos j&aacute; consagrados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre os cinco estudos cl&iacute;nicos dispon&iacute;veis, tr&ecirc;s utilizaram resina composta bulk-fill fluida e dois utilizaram a resina composta bulk de consist&ecirc;ncia regular. A diferen&ccedil;a de protocolo pode influenciar os resultados, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s caracter&iacute;sticas oclusais (desgaste, fratura, rugosidade superficial), uma vez que as resinas fluidas requerem uma cobertura com resina convencional enquanto que as bulk de consist&ecirc;ncia regular n&atilde;o requerem. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No primeiro trabalho cl&iacute;nico aleat&oacute;rio controlado, n&atilde;o houve falhas para as restaura&ccedil;&otilde;es realizadas com resina bulk fluida em um per&iacute;odo de tr&ecirc;s anos em compara&ccedil;&atilde;o com a taxa anual de falha de 1,3% para o grupo das restaura&ccedil;&otilde;es de resina realizadas pelo protocolo tradicional.<sup>51</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No outro trabalho que se avaliou uma resina bulk flow com cobertura oclusal de resina nanoh&iacute;brida, a falha anual para cavidades classe I foi de 1,2% e 1,0% para a resina bulk e convencional, respectivamente; enquanto que para cavidades de classe II a taxa anual de falha foi de 2,2% e 1,6%, ambas num per&iacute;odo de tr&ecirc;s anos de compara&ccedil;&atilde;o. Dentre as causas de falha destacam-se a fratura dent&aacute;ria seguida de fratura do material restaurador.<sup>52</sup> Apesar de fraturas de c&uacute;spide n&atilde;o serem a principal causa de falhas quando se trata de restaura&ccedil;&otilde;es de resinas compostas, os autores discutem a falta de correla&ccedil;&atilde;o desta ocorr&ecirc;ncia com a utiliza&ccedil;&atilde;o de resinas bulk, uma vez que houve fraturas tamb&eacute;m em dentes recebendo a t&eacute;cnica convencional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em um controle de cinco anos da utiliza&ccedil;&atilde;o das resinas bulk-fill fluidas, as mesmas se mostraram com &iacute;ndice de sucesso adequado, com &iacute;ndice de falha anual variando de 1,1% de modo geral e 1,4% quando da observa&ccedil;&atilde;o de somente cavidades de classe II.<sup>53</sup> Dentre as principais causas de falha neste trabalho tem-se a fratura de c&uacute;spide com 40% de frequ&ecirc;ncia dentre os tipos de falha. Os autores concluem que no per&iacute;odo de avalia&ccedil;&atilde;o de cinco anos, estes materiais apresentam resultados adequados que suportam a indica&ccedil;&atilde;o dos mesmos na pr&aacute;tica cl&iacute;nica. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dentre os trabalhos com resinas bulk-fill de consist&ecirc;ncia regular, os mesmos mostram que em controles de um ano, n&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;a de comportamento quando da compara&ccedil;&atilde;o com resinas convencionais, mesmo quando resinas com v&aacute;rias tecnologias s&atilde;o testadas.<sup>54,55</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como ainda n&atilde;o existem relatos maiores que um ano de trabalhos que utilizam resinas bulk-fill regulares e tamb&eacute;m existe somente um trabalho com acompanhamento de cinco anos de resinas bulk-fill fluidas, a conclus&atilde;o cl&iacute;nica para a indica&ccedil;&atilde;o destes materiais fica restrita. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">  Frente ao exposto, nota-se que, de forma geral, as resinas bulk-fill apresentam propriedades similares &agrave;s resinas convencionais, quando seguindo o protocolo de utiliza&ccedil;&atilde;o de cada uma delas. Como com a utiliza&ccedil;&atilde;o de resinas bulk-fill elimina-se uma etapa de muitos passos, a inser&ccedil;&atilde;o por incrementos, v&aacute;rias suposi&ccedil;&otilde;es podem ser feitas: h&aacute; possibilidades de diminui&ccedil;&atilde;o de erros do operador, h&aacute; menores chances de incorpora&ccedil;&atilde;o de bolhas e a interface possivelmente ser&aacute; melhorada. Como de forma geral as propriedades s&atilde;o similares &agrave;s resinas convencionais, este fator tamb&eacute;m &eacute; favor&aacute;vel para a indica&ccedil;&atilde;o deste tipo de material em situa&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas. Os resultados cl&iacute;nicos dispon&iacute;veis ainda s&atilde;o insuficientes para indicar este tipo de material em detrimento &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de resinas compostas convencionais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o se sabe frente ao exposto, se estes materiais devem ou podem substituir as resinas convencionais, sendo que mais estudos e controles cl&iacute;nicos maiores s&atilde;o necess&aacute;rios.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Buonocore MG. A simple method of increasing the adhesion of acrylic filling materials to enamel surfaces. J Dent Res. 1955;34(6):849-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=434629&pid=S0004-5276201600030000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Schwendicke F, Gostemeyer G, Blunck U, Paris S, Hsu LY, Tu YK. Directly Placed Restorative Materials: Review and Network Meta-analysis. J Dent Res. 2016;95(6):613-22. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Opdam NJ, van de Sande FH, Bronkhorst E, Cenci MS, Bottenberg P, Pallesen U, et al. Longevity of posterior composite restorations: a systematic review and meta-analysis. J Dent Res. 2014;93(10):943-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Mantri SP, Mantri SS. Management of shrinkage stresses in direct restorative light-cured composites: a review. J Esthet Restor Dent. 2013;25(5):305-13. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Gregor L, Bortolotto T, Feilzer AJ, Krejci I. Shrinkage kinetics of a methacrylateand a silorane-based resin composite: effect on marginal integrity. J Adhes Dent. 2013;15(3):245-50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Schmidt M, Dige I, Kirkevang LL, Vaeth M, Horsted-Bindslev P. Five-year evaluation of a low-shrinkage Silorane resin composite material: a randomized clinical trial. Clin Oral Investig. 2015;19(2):245-51. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Rosatto CM, Bicalho AA, Verissimo C, Braganca GF, Rodrigues MP, Tantbirojn D, et al. Mechanical properties, shrinkage stress, cuspal strain and fracture resistance of molars restored with bulk-fill composites and incremental filling technique. J Dent. 2015;43(12):1519-28. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Tsujimoto A, Barkmeier WW, Takamizawa T, Latta MA, Miyazaki M. Mechanical properties, volumetric shrinkage and depth of cure of short fiber-reinforced resin composite. Dent Mater J. 2016;35(3):418-24. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Al Sunbul H, Silikas N, Watts DC. Polymerization shrinkage kinetics and shrinkage-stress in dental resin-composites. Dent Mater. 2016;32(8):998-1006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Zorzin J, Maier E, Harre S, Fey T, Belli R, Lohbauer U, et al. Bulk-fill resin composites: polymerization properties and extended light curing. Dent Mater. 2015;31(3):293-301. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Benetti AR, Havndrup-Pedersen C, Honore D, Pedersen MK, Pallesen U. Bulk-fill resin composites: polymerization contraction, depth of cure, and gap formation. Oper Dent. 2015;40(2):190-200. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Jang JH, Park SH, Hwang IN. Polymerization shrinkage and depth of cure of bulk-fill resin composites and highly filled flowable resin. Oper Dent. 2015;40(2):172-80. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Fronza BM, Rueggeberg FA, Braga RR, Mogilevych B, Soares LE, Martin AA, et al. Monomer conversion, microhardness, internal marginal adaptation, and shrinkage stress of bulk-fill resin composites. Dent Mater. 2015;31(12):1542-51. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. El-Damanhoury H, Platt J. Polymerization shrinkage stress kinetics and related properties of bulk-fill resin composites. Oper Dent. 2014;39(4):374-82. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Peutzfeldt A. Resin composites in dentistry: the monomer systems. Eur J Oral Sci. 1997;105(2):97-116. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Braga RR, Ballester RY, Ferracane JL. Factors involved in the development of polymerization shrinkage stress in resin-composites: a systematic review. Dent Mater. 2005;21(10):962-70. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Hilton TJ. Can modern restorative procedures and materials reliably seal cavities? In vitro investigations. Part 1. Am J Dent. 2002;15(3):198-210. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Goracci C, Cadenaro M, Fontanive L, Giangrosso G, Juloski J, Vichi A, et al. Polymerization efficiency and flexural strength of low-stress restorative composites. Dent Mater. 2014;30(6):688-94. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Leprince JG, Palin WM, Vanacker J, Sabbagh J, Devaux J, Leloup G. Physico-mechanical characteristics of commercially available bulk-fill composites. J Dent. 2014;42(8):993-1000. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Garcia D, Yaman P, Dennison J, Neiva G. Polymerization shrinkage and depth of cure of bulk fill flowable composite resins. Oper Dent. 2014;39(4):441-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Ilie N, Fleming GJ. In vitro comparison of polymerisation kinetics and the micro-mechanical properties of low and high viscosity giomers and RBC materials. J Dent. 2015;43(7):814-22. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Alshali RZ, Salim NA, Satterthwaite JD, Silikas N. Post-irradiation hardness development, chemical softening, and thermal stability of bulk-fill and conventional resin-composites. J Dent. 2015;43(2):209-18. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Alshaafi MM, Haenel T, Sullivan B, Labrie D, Alqahtani MQ, Price RB. Effect of a broad-spectrum LED curing light on the Knoop microhardness of four posterior resin based composites at 2, 4 and 6-mm depths. Journal of Dentistry. 2016;45:14-18. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Tarle Z, Attin T, Marovic D, Andermatt L, Ristic M, Taubock TT. Influence of irradiation time on subsurface degree of conversion and microhardness of high-viscosity bulk-fill resin composites. Clin Oral Investig. 2015;19(4):831-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Yap AU, Pandya M, Toh WS. Depth of cure of contemporary bulk-fill resin-based composites. Dent Mater J. 2016;35(3):503-10. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Soygun K, &Uuml;nal M, &Ouml;zer A, G&uuml;lnahar E, Bolayir G. An investigation of microhardness cured different flow bulk fill composites. Cumhuriyet Dental Journal. 2014;17(1):64-69. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Alrahlah A, Silikas N, Watts DC. Post-cure depth of cure of bulk fill dental resin-composites. Dent Mater. 2014;30(2):149-54. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Price RB, Felix CA, Andreou P. Knoop hardness of ten resin composites irradiated with high-power LED and quartz-tungsten-halogen lights. Biomaterials. 2005;26(15):2631-41. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. Rueggeberg FA, Ergle JW, Mettenburg DJ. Polymerization depths of contemporary light-curing units using microhardness. J Esthet Dent. 2000;12(6):340-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">30. Rueggeberg FA, Craig RG. Correlation of parameters used to estimate monomer conversion in a light-cured composite. J Dent Res. 1988;67(6):932-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">31. Bouschlicher MR, Rueggeberg FA, Wilson BM. Correlation of bottom-to-top surface microhardness and conversion ratios for a variety of resin composite compositions. Oper Dent. 2004;29(6):698-704. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">32. Ilie N, Stark K. Effect of different curing protocols on the mechanical properties of low-viscosity bulk-fill composites. Clin Oral Investig. 2015;19(2):271-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">33. Moharam LM, Nagi SM, Zaazou MH. The effect of different resin composite thicknesses and irradiation times on the degree of conversion of two bulk-fill resin composites. Research Journal of Pharmaceutical, Biological and Chemical Sciences. 2015;6(5):567-73. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">34. AlQahtani MQ, Michaud PL, Sullivan B, Labrie D, AlShaafi MM, Price RB. Effect of High Irradiance on Depth of Cure of a Conventional and a Bulk Fill Resin-Based Composite. Oper Dent. 2015;40(6):662-72. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">35. Garoushi S, Vallittu P, Shinya A, Lassila L. Influence of increment thickness on light transmission, degree of conversion and micro hardness of bulk fill composites. Odontology. 2015; &#91;Epub ahead of print&#93;. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">36. Dionysopoulos D, Tolidis K, Gerasimou P. Polymerization efficiency of bulk-fill dental resin composites with different curing modes. J Appl Polym Science. 2016;133(18):1-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">37. Taubock TT, Feilzer AJ, Buchalla W, Kleverlaan CJ, Krejci I, Attin T. Effect of modulated photo-activation on polymerization shrinkage behavior of dental restorative resin composites. Eur J Oral Sci. 2014;122(4):293-302. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">38. Pongprueksa P, De Munck J, Duca RC, Poels K, Covaci A, Hoet P, et al. Monomer elution in relation to degree of conversion for different types of composite. J Dent. 2015;43(12):1448-55. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">39. Agarwal RS, Hiremath H, Agarwal J, Garg A. Evaluation of cervical marginal and internal adaptation using newer bulk fill composites: An in vitro study. J Conserv Dent. 2015;18(1):56-61. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">40. Al-Harbi F, Kaisarly D, Bader D, El Gezawi M. Marginal Integrity of Bulk Versus Incremental Fill Class II Composite Restorations. Oper Dent. 2016;41(2):146-56. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">41. Heintze SD, Monreal D, Peschke A. Marginal Quality of Class II Composite Restorations Placed in Bulk Compared to an Incremental Technique: Evaluation with SEM and Stereomicroscope. J Adhes Dent. 2015;17(2):147-54. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">42. Kalmowicz J, Phebus JG, Owens BM, Johnson WW, King GT. Microleakage of Class I and II Composite Resin Restorations Using a Sonic-Resin Placement System. Oper Dent. 2015;40(6):653-61. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">43. Kapoor N, Bahuguna N, Anand S. Influence of composite insertion technique on gap formation. J Conserv Dent. 2016;19(1):77-81. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">44. G&uuml;ler E, Karaman E. Cuspal deflection and microleakage in pre molar teeth restored with bulk-fill resin-based composites. Journal of Adhesion Science and Technology. 2014;28(20):2089-99. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">45. Furness A, Tadros MY, Looney SW, Rueggeberg FA. Effect of bulk/incremental fill on internal gap formation of bulk-fill composites. J Dent. 2014;42(4):439-49. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">46. Do T, Church B, Verissimo C, Hackmyer SP, Tantbirojn D, Simon JF, et al. Cuspal flexure, depth-of-cure, and bond integrity of bulk-fill composites. Pediatr Dent. 2014;36(7):468-73. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">47. Campos EA, Ardu S, Lefever D, Jasse FF, Bortolotto T, Krejci I. Marginal adaptation of class II cavities restored with bulk-fill composites. J Dent. 2014;42(5):575-81. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">48. Francis AV, Braxton AD, Ahmad W, Tantbirojn D, Simon JF, Versluis A. Cuspal Flexure and Extent of Cure of a Bulk-fill Flowable Base Composite. Oper Dent. 2015;40(5):515-23. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">49. Nguyen KV, Wong RH, Palamara J, Burrow MF. The Effect of Resin-modified Glass-ionomer Cement Base and Bulk-fill Resin Composite on Cuspal Deformation. Oper Dent. 2015;41(2):208-18. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">50. Vinagre A, Ramos J, Alves S, Messias A, Alberto N, Nogueira R. Cuspal Displacement Induced by Bulk Fill Resin Composite Polymerization: Biomechanical Evaluation Using Fiber Bragg Grating Sensors. Int J Biomater. 2016;2016:7134283. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">51. van Dijken JW, Pallesen U. A randomized controlled three year evaluation of "bulk-filled" posterior resin restorations based on stress decreasing resin technology. Dent Mater. 2014;30(9):e245-51. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">52. van Dijken JW, Pallesen U. Randomized 3-year clinical evaluation of Class I and II posterior resin restorations placed with a bulk-fill resin composite and a one-step self-etching adhesive. J Adhes Dent. 2015;17(1):81-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">53. van Dijken JW, Pallesen U. Posterior bulk-filled resin composite restorations. A 5-year randomized controlled clinical study. J Dent. 2016;51:29-35. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">54. Alkurdi RM, Abboud SA. Clinical evaluation of class II composite: Resin restorations placed by two different bulk-fill techniques. Journal of Orofacial Sciences. 2016;8(1):34-39. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">55. Bayraktar Y, Ercan E, Hamidi MM, Colak H. One-year clinical evaluation of different types of bulk-fill composites. J Investig Clin Dent. 2016; &#91;Epub ahead of print&#93;.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/apcd/v70n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Eduardo Bresciani     <br>   Departamento de Odontologia Restauradora - ICT - Unesp     <br>   Av. Eng. Francisco Jos&eacute; Longo, 777     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Jardim S&atilde;o Dimas - S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos - SP     <br>   12245-000    <br>   Brasil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:eduardob@fosjc.unesp.br" target="_blank">eduardob@fosjc.unesp.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: ago/2016    <br> Aceito: ago/2016</b></font></p>      ]]></body>
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<surname><![CDATA[Buonocore]]></surname>
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