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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O conhecimento dos ortodontistas sobre a atuação fonoaudiológica em respiradores bucais]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: The aim of this study was to investigate the knowledge of orthodontists about the action of the performance of speech therapy in patients with mouth breathing. The research was done in the form of a Quiz directed by 26 dentists specialists in orthodontics, all residing in the city of Passo Fundo - RS. RESULTS: It was noticed and intimate knowledge of the theoretical relationship between speech therapy and orthodontics, since both act directly on the stomatognathic system. The reasons for referrals to speech therapy are related to functional issues, but there is still a lot of resistance in the patients when you see the speech therapist is indicated. In cases of orthodontic relapse, all professionals surveyed reported that the majority of recurrences are due to the lack of accompanying speech. CONCLUSIONS: From the need to balance between form and function, the appropriate referrals become indispensable, as it is known that the treatment of mouth breathing Will be successful sooner intervene because of their deleterious effects during the process of facial growth In the same way that it should be prioritized the multidisciplinary rehabilitation.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Respiração bucal]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><a name="top"></a><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="4"><b>O    conhecimento dos ortodontistas sobre a atua&ccedil;&atilde;o fonoaudiol&oacute;gica    em respiradores bucais</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>The knowledge    of orthodontists about the acting of speech therapy in mouth breathers</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Juliane Bervian<sup>I</sup>;    Rosicler Rodrigues<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><sup>I</sup>Mestra    em Odontopediatria pela Universidade Luterana do Brasil, Canoas, RS, professora    assistente do curso de Fonoaudiologia da Universidade de Passo Fundo, RS, Faculdade    de Medicina, Passo Fundo, RS, Brasil    <br>   <sup>II</sup>Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade de Passo Fundo, RS,    curso de Fonoaudiologia, Faculdade de Medicina, Passo Fundo, RS, Brasil</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><a href="#back">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJETIVO:</b>    Este estudo teve como objetivo investigar o conhecimento dos ortodontistas acerca    da atua&ccedil;&atilde;o do tratamento fonoaudiol&oacute;gico em pacientes respiradores    bucais.    <br>   <b>M&Eacute;TODOS:</b> A PESquisa foi realizada na forma de question&aacute;rio    dirigido a 26 cirurgi&otilde;es-dentistas especialistas em ortodontia, todos    residentes na cidade de Passo Fundo - RS.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> Verificou-se o conhecimento da &iacute;ntima rela&ccedil;&atilde;o    te&oacute;rica entre a fonoaudiologia e a ortodontia, uma vez que ambas atuam    diretamente sobre o sistema estomatogn&aacute;tico. Os motivos de encaminhamentos    para tratamento fonoaudiol&oacute;gico est&atilde;o mais relacionados &agrave;s    quest&otilde;es funcionais, mas h&aacute; ainda muita resist&ecirc;ncia dos    pacientes em consultar o fonoaudi&oacute;logo quando lhes &eacute; indicado.    Nos casos das recidivas ortod&ocirc;nticas, todos os profissionais pesquisados    referiram que a maior parte destas &eacute; decorrente da falta de acompanhamento    fonoaudiol&oacute;gico.    <br>   <b>CONCLUS&Otilde;ES:</b> Em virtude da necessidade do equil&iacute;brio entre    forma e fun&ccedil;&atilde;o, os devidos encaminhamentos tornam-se indispens&aacute;veis,    pois j&aacute; se sabe que o tratamento da respira&ccedil;&atilde;o bucal ser&aacute;    bem-sucedido quanto mais cedo se intervir, em raz&atilde;o dos efeitos delet&eacute;rios    durante o processo do crescimento facial, da mesma forma que deveria ser priorizada    a reabilita&ccedil;&atilde;o multidisciplinar.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Palavras-chave:    </b> Respira&ccedil;&atilde;o bucal. Ortodontia. Fonoaudiologia.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>OBJECTIVE:</b>    The aim of this study was to investigate the knowledge of orthodontists about    the action of the performance of speech therapy in patients with mouth breathing.    The research was done in the form of a Quiz directed by 26 dentists specialists    in orthodontics, all residing in the city of Passo Fundo - RS.    <br>   <b>RESULTS:</b> It was noticed and intimate knowledge of the theoretical relationship    between speech therapy and orthodontics, since both act directly on the stomatognathic    system. The reasons for referrals to speech therapy are related to functional    issues, but there is still a lot of resistance in the patients when you see    the speech therapist is indicated. In cases of orthodontic relapse, all professionals    surveyed reported that the majority of recurrences are due to the lack of accompanying    speech.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>CONCLUSIONS:</b> From the need to balance between form and function, the    appropriate referrals become indispensable, as it is known that the treatment    of mouth breathing Will be successful sooner intervene because of their deleterious    effects during the process of facial growth In the same way that it should be    prioritized the multidisciplinary rehabilitation.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Key words:</b>    Mouth breathing. Orthodontics. Speech, language and hearing sciences.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A fun&ccedil;&atilde;o    respirat&oacute;ria normal se d&aacute; por via nasal e &eacute; primordial    para que ocorra o desenvolvimento adequado do crescimento facial, das estruturas    do sistema estomatogn&aacute;tico, de um padr&atilde;o funcional muscular bucal,    enfim, para que haja uma boa qualidade de vida<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A respira&ccedil;&atilde;o,    quando bucal, &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o que mais altera o posicionamento    da l&iacute;ngua, que muda de posi&ccedil;&atilde;o quando existem bloqueios    anteriores ou posteriores para a passagem do ar. Na medida em que a l&iacute;ngua    ocupa o espa&ccedil;o mandibular e n&atilde;o faz contato com o palato, observa-se    que a pr&oacute;pria mand&iacute;bula se desloca para baixo e para frente<sup>2,3</sup>.    A posi&ccedil;&atilde;o rebaixada e anteriorizada da l&iacute;ngua na cavidade    bucal tende a provocar modifica&ccedil;&otilde;es no padr&atilde;o de realiza&ccedil;&atilde;o    das fun&ccedil;&otilde;es<sup>4</sup>. A preval&ecirc;ncia de respiradores bucais    &eacute; de 59,5%, exigindo a oportuna interven&ccedil;&atilde;o multidisciplinar    para sua detec&ccedil;&atilde;o e corre&ccedil;&atilde;o<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">As altera&ccedil;&otilde;es    da forma e fun&ccedil;&atilde;o promovem consequ&ecirc;ncias de diversas ordens,    que acarretam preju&iacute;zos para o ser humano e geram a necessidade de um    diagn&oacute;stico e de um tratamento multidisciplinar<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O tratamento fonoaudiol&oacute;gico    nos pacientes respiradores bucais tem por objetivo a normaliza&ccedil;&atilde;o    do t&ocirc;nus da musculatura orofacial, obtendo um equil&iacute;brio funcional    muscular, bem como o desenvolvimento de novos h&aacute;bitos posturais<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o h&aacute;    como dissociar forma e fun&ccedil;&atilde;o, pois a inter-rela&ccedil;&atilde;o    existente entre as m&aacute;s oclus&otilde;es e dist&uacute;rbios oromiofuncionais    pode ser causa ou consequ&ecirc;ncia uma da outra. Esse &eacute; considerado    o ponto sobre o qual fonoaudi&oacute;logos e ortodontistas devem pensar: a dificuldade    em separar forma e fun&ccedil;&atilde;o. Logo, torna-se imposs&iacute;vel isolar    esses tratamentos, os quais devem caminhar juntos para a melhora global do paciente<sup>7</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A intera&ccedil;&atilde;o    entre o ortodontista e fonoaudi&oacute;logo, juntamente com o otorrinolaringologista,    &eacute; fundamental para o sucesso do tratamento do paciente, sendo tamb&eacute;m    respons&aacute;vel por 50% do resultado<sup>8</sup>. Portanto, este trabalho    objetivou verificar o n&iacute;vel de conhecimento de profissionais ortodontistas,    ortopedistas faciais, acerca da atua&ccedil;&atilde;o do tratamento fonoaudiol&oacute;gico    em pacientes respiradores bucais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Sujeitos e m&eacute;todo</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A presente pesquisa    quantitativa possuiu car&aacute;ter transversal descritivo e foi desenvolvida    na cidade de Passo Fundo - RS. O trabalho foi aprovado pelo Comit&ecirc; de    &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade de Passo Fundo (074/2008).</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A pesquisa avaliou    cirurgi&otilde;es-dentistas especialistas em ortodontia/ortopedia facial. A    sele&ccedil;&atilde;o da amostra foi feita com base em consulta ao Conselho    Regional de Odontologia/RS<sup>9</sup>; que forneceu a rela&ccedil;&atilde;o    dos cirurgi&otilde;es-dentistas cadastrados nessas especialidades, devidamente    registrados e residentes no munic&iacute;pio. N&atilde;o houve nenhum crit&eacute;rio    de exclus&atilde;o, pois todos os especialistas inscritos foram convidados a    participar do estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Foi distribu&iacute;da    aos profissionais uma apresenta&ccedil;&atilde;o da pesquisa indicando sua finalidade    e import&acirc;ncia, juntamente com o termo de consentimento livre e esclarecido    e os respectivos question&aacute;rios. Os question&aacute;rios aplicados continham    quest&otilde;es objetivas<sup>10</sup> sobre caracter&iacute;sticas ortod&ocirc;nticas    de pacientes respiradores bucais, avalia&ccedil;&atilde;o do tratamento fonoaudiol&oacute;gico    em pacientes respiradores bucais, resist&ecirc;ncia do paciente &agrave; terapia    fonoaudiol&oacute;gica, al&eacute;m de quest&otilde;es abordando a intera&ccedil;&atilde;o    entre a odontologia e a fonoaudiologia, bem como a import&acirc;ncia de encaminhamentos    para profissionais de &aacute;reas afins. Ap&oacute;s a coleta, os dados foram    organizados num banco de dados com planilhas no <i>software</i> Excel 2007<sup>&reg;</sup>    e realizada an&aacute;lise descritiva com valores (n) e (%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Ap&oacute;s a aplica&ccedil;&atilde;o    dos question&aacute;rios a 26 ortodontistas/ortopedistas faciais, obtiveram-se    os resultados que seguem.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; primeira quest&atilde;o, os profissionais responderam sobre encaminhamentos    feitos diante de pacientes respiradores bucais. Encontrou-se que 100% dos ortodontistas    encaminham seus pacientes para otorrinolaringologista e/ou fonoaudi&oacute;logo.    Esta quest&atilde;o era somente do tipo exclusiva.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na segunda quest&atilde;o    os profissionais responderam sobre a prioridade do tratamento fonoaudiol&oacute;gico    em pacientes respiradores bucais (<a href="#f1">Fig. 1</a>). Referentemente    &agrave; quest&atilde;o, ainda foi solicitado que indicassem por que consideram    o tratamento fonoaudiol&oacute;gico primordial. As respostas relacionadas de    forma aberta foram agrupadas e as encontradas com maior frequ&ecirc;ncia citavam    que o tratamento fonoaudiol&oacute;gico permite uma maior estabilidade do tratamento    ortod&ocirc;ntico, uma vez que reabilita a forma e a fun&ccedil;&atilde;o, corrigindo    os aspectos da musculatura e das fun&ccedil;&otilde;es do sistema, aumentando    o progn&oacute;stico dos casos e diminuindo o risco das recidivas.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v15n3/14f01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na terceira quest&atilde;o    avaliada, os profissionais responderam sobre a resist&ecirc;ncia do paciente    em consultar um profissional fonoaudi&oacute;logo quando solicitado. Verificou-se    que em 69% dos casos h&aacute; resist&ecirc;ncia do paciente em consultar fonoaudi&oacute;logo,    enquanto que 31% responderam n&atilde;o ocorrer.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; quarta quest&atilde;o avaliada ("quais foram os resultados observados    em paciente com respira&ccedil;&atilde;o bucal ap&oacute;s tratamento fonoaudiol&oacute;gico"),    deve-se observar a <a href="#f2">Figura 2</a>.</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v15n3/14f02.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A quinta quest&atilde;o    dizia respeito &agrave; alta do tratamento fonoaudiol&oacute;gico relacionada    &agrave; alta ortod&ocirc;ntica. Os participantes - 30% deles - responderam    que em todos os casos aguardam a alta do profissional fonoaudi&oacute;logo para    dar a alta ortod&ocirc;ntica; 62% declararam que em alguns casos aguardam a    alta do tratamento fonoaudiol&oacute;gico para dar a alta ortod&ocirc;ntica;    4% nunca a aguardam, e 4% dos profissionais n&atilde;o souberam responder.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A sexta quest&atilde;o    indagava sobre as recidivas atribu&iacute;das &agrave; falta de participa&ccedil;&atilde;o    do tratamento fonoaudiol&oacute;gico. Para 100% dos respondentes, os casos dos    tratamentos ortod&ocirc;nticos com recidivas s&atilde;o atribu&iacute;dos &agrave;    falta de participa&ccedil;&atilde;o no tratamento fonoaudiol&oacute;gico.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A interdisciplinaridade    &eacute; hoje uma realidade e cada vez mais se mostra como uma necessidade da    &aacute;rea m&eacute;dica, possibilitando ao paciente maior seguran&ccedil;a    e confiabilidade na reabilita&ccedil;&atilde;o. A odontologia e a fonoaudiologia    v&ecirc;m a cada dia concretizando as diversas possibilidades de atua&ccedil;&atilde;o    conjunta<sup>11</sup>. Dos ortodontistas pesquisados, 100% encaminham seus pacientes    para avalia&ccedil;&atilde;o e/ou tratamento otorrinolaringol&oacute;gico e/ou    fonoaudiol&oacute;gico. Verifica-se que a participa&ccedil;&atilde;o da otorrinolaringologia    &eacute; fundamental para a compreens&atilde;o e evolu&ccedil;&atilde;o dos    casos<sup>12,13</sup>; salientada e fortalecida pelos participantes do estudo    e encontrada na literatura revisada, principalmente em pacientes nos quais h&aacute;    dist&uacute;rbio relacionado &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es anatomofuncionais    dos &oacute;rg&atilde;os fonoarticulat&oacute;rios e presen&ccedil;a de h&aacute;bitos    bucais viciosos.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Na literatura verificou-se    que ainda n&atilde;o s&atilde;o todos os profissionais da &aacute;rea pesquisada    que possuem conhecimento em rela&ccedil;&atilde;o ao trabalho fonoaudiol&oacute;gico    no campo da motricidade bucal. Logo, o profissional dificilmente far&aacute;    encaminhamento a um fonoaudi&oacute;logo se n&atilde;o tem real conhecimento    da atua&ccedil;&atilde;o e do trabalho que este profissional desenvolve<sup>11</sup>.    Em alguns estudos realizados fica evidente que ainda existem falhas na divulga&ccedil;&atilde;o    do trabalho dessas especialidades, pois a atua&ccedil;&atilde;o do fonoaudi&oacute;logo    n&atilde;o se encontra totalmente definida<sup>12,13</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; prioridade do tratamento fonoaudiol&oacute;gico em pacientes respiradores    bucais, 92% dos profissionais consideram que o tratamento fonoaudiol&oacute;gico    deve ser primordial no caso de paciente respirador bucal, porque permite uma    maior estabilidade do tratamento ortod&ocirc;ntico. Assim, reabilita a forma    e a fun&ccedil;&atilde;o, corrigindo os aspectos da musculatura e das fun&ccedil;&otilde;es    do sistema, melhorando o progn&oacute;stico dos casos e diminuindo o risco das    recidivas. A terapia miofuncional trabalha com a anula&ccedil;&atilde;o das    for&ccedil;as musculares contr&aacute;rias, buscando uma harmoniza&ccedil;&atilde;o    na musculatura do paciente. Alguns trabalhos mostram resultados favor&aacute;veis    com a terapia miofuncional, principalmente quando as altera&ccedil;&otilde;es    oclusais s&atilde;o etiologicamente ligadas a h&aacute;bitos bucais. As recidivas    nos casos de pacientes respiradores bucais s&atilde;o not&aacute;veis em casos    em que a respira&ccedil;&atilde;o alterada se perpetua ap&oacute;s a corre&ccedil;&atilde;o    ortod&ocirc;ntica<sup>14,15</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">De acordo com alguns    autores, n&atilde;o h&aacute; como dissociar forma e fun&ccedil;&atilde;o, pois    a inter-rela&ccedil;&atilde;o existente entre as m&aacute;s oclus&otilde;es    e dist&uacute;rbios miofuncionais pode uma ser causa ou consequ&ecirc;ncia da    outra<sup>7</sup>. A corre&ccedil;&atilde;o ortod&ocirc;ntica tende a se manter    adequada se a oclus&atilde;o alcan&ccedil;ada ao final do tratamento se harmonizar    com a musculatura do paciente. Dessa forma, odontologia e fonoaudiologia devem    atuar de m&atilde;os dadas<sup>6,16</sup>. Assim, a ortodontia, que trata da    forma, e a fonoaudiologia, que cuida da fun&ccedil;&atilde;o, t&ecirc;m de trabalhar    em conjunto, avaliando as possibilidades, trocando informa&ccedil;&otilde;es    e planejando o melhor tratamento<sup>17</sup>. A corre&ccedil;&atilde;o ortod&ocirc;ntica    alcan&ccedil;ada depende da estabilidade da musculatura orofacial no prazo relativo    ao uso desta musculatura. Se o paciente deglute, respira e mastiga de forma    inadequada, mais rapidamente suas estruturas &oacute;sseas sofrer&atilde;o impacto    negativo<sup>2,7,8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&Agrave; resist&ecirc;ncia    do paciente respirador bucal em consultar um profissional fonoaudi&oacute;logo    quando solicitado foi confirmado pelos profissionais pesquisados. Essa &eacute;    a afirma&ccedil;&atilde;o de 69% dos profissionais; apenas 31% deles disseram    n&atilde;o encontrar resist&ecirc;ncia de seus pacientes em consultar fonoaudi&oacute;logo.    Essa &eacute; uma realidade observada na pr&aacute;tica que p&ocirc;de ser confirmada    com outro estudo, o qual relatou que h&aacute; supostamente uma grande resist&ecirc;ncia    do paciente em fazer consulta fonoaudiol&oacute;gica, afirmada por 71,4% dos    ortodontistas<sup>18</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    aos resultados observados em paciente com respira&ccedil;&atilde;o bucal ap&oacute;s    tratamento fonoaudiol&oacute;gico, 62% dos profissionais julgam que os resultados    observados nos pacientes encaminhados para tratamento fonoaudiol&oacute;gico    s&atilde;o positivos e 38% referem que dependem do grau de colabora&ccedil;&atilde;o    do paciente. H&aacute; aceita&ccedil;&atilde;o, corroborando a literatura<sup>8</sup>;    de que os resultados dos tratamentos dependem do paciente, pois deve ter consci&ecirc;ncia    da finalidade deste e colaborar com o profissional, realizando os exerc&iacute;cios    recomendados em casa, com a ajuda da fam&iacute;lia. O tratamento fonoaudiol&oacute;gico    n&atilde;o deve ser enfrentado como uma obriga&ccedil;&atilde;o, mas como uma    terapia que promover&aacute; o restabelecimento de todo o sistema estomatogn&aacute;tico<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O tratamento fonoaudiol&oacute;gico    auxilia no restabelecimento das estruturas orofaciais, relacionadas aos tecidos    moles. O desenvolvimento craniofacial e a tipologia facial possuem influ&ecirc;ncia    na determina&ccedil;&atilde;o da musculatura e suas fun&ccedil;&otilde;es. Salientam-se    nos respiradores bucais musculatura orofacial hipot&ocirc;nicas, falta de vedamento    labial ou exagerada contra&ccedil;&atilde;o do <i>mentalis</i> para promover    o vedamento labial, o que acarreta disfun&ccedil;&atilde;o da degluti&ccedil;&atilde;o    e mastiga&ccedil;&atilde;o. Experi&ecirc;ncias em macacos determinaram ajustamentos    neuromusculares para manter uma fun&ccedil;&atilde;o respirat&oacute;ria adequada<sup>4,6,12,19</sup>    . No tratamento fonoaudiol&oacute;gico, o sucesso da terapia depende da automatiza&ccedil;&atilde;o    do paciente; por isso, torna-se importante a ades&atilde;o &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o    dos exerc&iacute;cios caseiros<sup>11</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Todos os profissionais    pesquisados no estudo ressaltaram a import&acirc;ncia do trabalho fonoaudiol&oacute;gico    com seus pacientes e que, quando realizado um trabalho conjunto entre paciente,    ortodontista e fonoaudi&oacute;logo, normalmente s&atilde;o alcan&ccedil;ados    resultados positivos<sup>19</sup>. Sobre os crit&eacute;rios de alta do tratamento    fonoaudiol&oacute;gico, relacionada &agrave; alta do tratamento ortod&ocirc;ntico,    30% dos profissionais ortodontistas/ortopedistas faciais referem que aguardam    a alta fonoaudiol&oacute;gica para conceder a alta ortod&ocirc;ntica.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Concorda-se que    a corre&ccedil;&atilde;o ortod&ocirc;ntica s&oacute; poder&aacute; se manter    adequada quando harmonizada com o equil&iacute;brio da musculatura do paciente.    H&aacute; a convic&ccedil;&atilde;o de que tanto na odontologia quanto na fonoaudiologia    se conseguem resultados positivos com a conjun&ccedil;&atilde;o de esfor&ccedil;os.    A troca de informa&ccedil;&otilde;es beneficia n&atilde;o s&oacute; profissionais,    mas tamb&eacute;m os pacientes<sup>20</sup>. Assim, parece consenso na literatura    que o ortodontista deva aguardar a alta fonoaudiol&oacute;gica para a finaliza&ccedil;&atilde;o    do tratamento ortod&ocirc;ntico, pois isso resultar&aacute; na estabilidade    da neuromusculatura e no restabelecimento do equil&iacute;brio muscular<sup>16</sup>.    Embora a literatura afirme que a alta ortod&ocirc;ntica dependa da alta fonoaudiol&oacute;gica,    n&atilde;o se verificou tal procedimento na an&aacute;lise das respostas dos    participantes.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave;s recidivas que ocorrem em pacientes respiradores bucais p&oacute;s-corre&ccedil;&atilde;o    ortod&ocirc;ntica, os ortodontistas afirmaram que 100% de seus casos com recidivas    s&atilde;o atribu&iacute;dos &agrave; aus&ecirc;ncia de trabalho fonoaudiol&oacute;gico    conjunto com tratamento ortod&ocirc;ntico.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">H&aacute; na literatura    concord&acirc;ncia de que a abordagem multidisciplinar diminuiria os riscos    de recidivas do tratamento ortod&ocirc;ntico<sup>14,15</sup>. A compara&ccedil;&atilde;o,    por meio de avalia&ccedil;&atilde;o fonoaudiol&oacute;gica miofuncional, entre    a respira&ccedil;&atilde;o e a mastiga&ccedil;&atilde;o em sujeitos foi realizada    durante o tratamento ortod&ocirc;ntico, com e sem interven&ccedil;&atilde;o    fonoaudiol&oacute;gica associada. Observou-se que nos dois grupos a interven&ccedil;&atilde;o    fonoaudiol&oacute;gica em sujeitos portadores de m&aacute; oclus&atilde;o Classe    II de Angle em tratamento ortod&ocirc;ntico mostrou-se efetiva. O tratamento    ortod&ocirc;ntico propiciou modifica&ccedil;&otilde;es no modo respirat&oacute;rio    e na mastiga&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m os resultados n&atilde;o foram t&atilde;o    significativos quando comparados aos obtidos no grupo com interven&ccedil;&atilde;o    fonoaudiol&oacute;gica associada<sup>21</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os ortodontistas    visam &agrave; estabilidade a longo prazo, mas existem in&uacute;meras causas    das recidivas ortod&ocirc;nticas, abrangendo desde quest&otilde;es relacionadas    &agrave; t&eacute;cnica ortod&ocirc;ntica utilizada &agrave; experi&ecirc;ncia    do profissional, passando pelo grau de colabora&ccedil;&atilde;o do paciente,    higieniza&ccedil;&atilde;o e frequ&ecirc;ncia ao tratamento at&eacute; as altera&ccedil;&otilde;es    miofuncionais orofaciais<sup>11,22</sup>. Naturalmente, tanto o envelhecimento    da face como a instabilidade da oclus&atilde;o ocorrem em harmonia, tanto das    estruturas &oacute;sseas quanto das musculares.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Nesta pesquisa,    realizada com profissionais especialistas em ortodontia, sugerem-se questionamentos    quanto a alguns aspectos de pacientes respiradores bucais, verificando-se desequil&iacute;brio    entre as estruturas &oacute;sseas e as musculares. Com isso, as ocorr&ecirc;ncias    que seriam naturais ao desenvolvimento do ser humano s&atilde;o prejudicadas    pelo inadequado posicionamento das estruturas moles. Hipotonia de l&aacute;bio    e de bochechas com fun&ccedil;&otilde;es inadequadas pode proporcionar aspectos    de desarmonia visual ou apar&ecirc;ncia desagrad&aacute;vel<sup>6,19</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">N&atilde;o se pode    negar que a ortodontia trabalhou por muitos anos e teve excel&ecirc;ncia nos    tratamentos. No entanto, diante do avan&ccedil;o cient&iacute;fico atual, pela    possibilidade de juntar conhecimento visando principalmente &agrave; melhoria    do paciente como um todo, prefere-se indicar o trabalho associado da odontologia    com a fonoaudiologia<sup>23</sup>. O trabalho em equipe continua sendo um caminho    para a integra&ccedil;&atilde;o desses profissionais visando ao tratamento apropriado    do paciente.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Os profissionais    pesquisados possuem, em sua maior parte, conhecimento sobre a import&acirc;ncia    da atua&ccedil;&atilde;o do tratamento fonoaudiol&oacute;gico em pacientes respiradores    bucais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">1. Matsuda CH.    Estudo comparativo entre as principais altera&ccedil;&otilde;es posturais fisiol&oacute;gicas    e &agrave;s relacionadas &agrave; s&iacute;ndrome do respirador bucal &#91;Monografia    de Conclus&atilde;o do Curso de Fisioterapia, Centro de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas    e da Sa&uacute;de&#93;. Cascavel: Universidade Estadual do Oeste do Paran&aacute;;    2004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138822&pid=S1413-4012201000030001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">2. Marchesan IQ,    Junqueira P. At&iacute;pia ou adapta&ccedil;&atilde;o: como considerar os problemas    da degluti&ccedil;&atilde;o? In: Junqueira P. Aspectos atuais em terapia fonoaudiol&oacute;gica.    1. ed. S&atilde;o Paulo: Pancast; 1998. p. 12-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138824&pid=S1413-4012201000030001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">3. Andrade FV,    Andrade DV, Araujo AS, Ribeiro ACC, Deccax LDG, Nemr K. Altera&ccedil;&otilde;es    estruturais de &oacute;rg&atilde;os fonoarticulat&oacute;rios e m&aacute;s oclus&otilde;es    dent&aacute;rias em respiradores orais de 6 a 10 anos. Rev CEFAC 2005; 7(3):318-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138826&pid=S1413-4012201000030001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">4. Pereira AC,    Jorge TM, Ribeiro JPD, Felix GB. Caracter&iacute;sticas das fun&ccedil;&otilde;es    orais de indiv&iacute;duos com m&aacute; oclus&atilde;o classe III e diferentes    tipos faciais. Rev Dental Press Ortodon Ortop Facial 2005; 10(6):111-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138828&pid=S1413-4012201000030001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">5. Queiroz de Paula    MV, Gon&ccedil;alves Leite IC, RR Werneck. Preval&ecirc;ncia de portadores da    S&iacute;ndrome da respira&ccedil;&atilde;o bucal na rede escolar do munic&iacute;pio    de Juiz de Fora - MG. Rev Juiz de Fora 2008; 34(1):47-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138830&pid=S1413-4012201000030001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">6. Enlow DH, Hans    MG. O plano da face humana. In: Enlow DH, Hans MG. No&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas    sobre crescimento facial. 1ª reimpress&atilde;o. S&atilde;o Paulo: Editora Livraria    Santos; 2002. p.146-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138832&pid=S1413-4012201000030001400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">7. Filho DL, Bertolini    MM, Lopes ML. Contribui&ccedil;&atilde;o multidisciplinar no diagn&oacute;stico    e no tratamento das obstru&ccedil;&otilde;es da nasofaringe e da respira&ccedil;&atilde;o    bucal. Rev Clin Ortodont Dental Press 2006; 4(6):21-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138834&pid=S1413-4012201000030001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">8. Lemos CM, Junqueira    PAS, Gomez MVSG, Faria MEJ, Basso SC. Estudo da rela&ccedil;&atilde;o entre    a oclus&atilde;o dent&aacute;ria e a degluti&ccedil;&atilde;o no respirador    oral. Arq Int Otorrinolaringol 2006; 10(2):114-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138836&pid=S1413-4012201000030001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">9. Conselho Federal    de Odontologia. Dispon&iacute;vel em: &lt; <a href="http://www.crors.org.br/" target="_blank">http://www.crors.org.br/</a>    &gt;. Acesso em: abril 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138838&pid=S1413-4012201000030001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">10. Amaral EC,    Bacha SMC, Ghersel ELA, Rodrigues PMI. Inter-rela&ccedil;&atilde;o entre Odontologia    e Fonoaudiologia. Rev CEFAC 2006; 8(3):337-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138840&pid=S1413-4012201000030001400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">11. Silva SR. Contando    com a fonoaudiologia. Rev Assoc Paul Cir Dent 2004; 58(3):167-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138842&pid=S1413-4012201000030001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">12. Mendes ACS,    Costa AA, Nemr K. O papel da fonoaudiologia na ortodontia e na odontopediatria:    avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento dos odont&oacute;logos especialistas.    Rev CEFAC 2005; 7(1):60-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138844&pid=S1413-4012201000030001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">13. Coutinho PMC,    Amaral KM, Lemes SS, Davila VL, Vieira MEMC. Interfaces entre as atua&ccedil;&otilde;es    terap&ecirc;uticas fonoaudiol&oacute;gicas e odontol&oacute;gicas. Rev CEFAC    2003; 5(2):131-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138846&pid=S1413-4012201000030001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">14. Padovan BAE.    Correla&ccedil;&atilde;o entre Odontologia e Fonoaudiologia. J Bras Ortodont    Ortop Facial 1996; 1(2):34-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138848&pid=S1413-4012201000030001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">15. Fonoterapia    aliada &agrave; Ortodontia. O trabalho de coopera&ccedil;&atilde;o entre a Ortodontia    e outras especialidades da &aacute;rea da sa&uacute;de facilita o tratamento,    ajuda na recupera&ccedil;&atilde;o e traz benef&iacute;cios ao paciente. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.orthosource.com.br/orthosource/apoio_profissional/fonoterapia_aliada_ortodontia.htm" target="_blank">http://www.orthosource.com.br/orthosource    /apoio_profissional/fonoterapia_aliada_ortodontia.htm</a>. Acesso em: agosto    2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138850&pid=S1413-4012201000030001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">16. Pena CR. Fonoaudiologia    x Ortodontia: n&iacute;vel de conhecimento dos ortodontistas de Barbacena sobre    a Fonoaudiologia &#91;Monografia de Especializa&ccedil;&atilde;o&#93;. Belo    Horizonte: Centro de Especializa&ccedil;&atilde;o em Fonoaudiologia Cl&iacute;nica;    1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138852&pid=S1413-4012201000030001400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">17. Harvold EP,    Vargervic K, Tomer BS, Chierici G. Primate experiments on oral respiration.    Am J Orthod 1981; 79(4):359-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138854&pid=S1413-4012201000030001400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">18. Ara&uacute;jo    RH, Nobre DG, Gushiken FT, Periotto MC. Integra&ccedil;&atilde;o Ortodontia    Ortopedia Funcional dos Maxilares e Fonoaudiologia. Rev Paul Odontol 2000; 22(4):24-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138856&pid=S1413-4012201000030001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">19. Urias D, K&uuml;ster    AMB. Ortodontia e Fonoaudiologia, mais que uma rela&ccedil;&atilde;o, um compromisso.    Rev ABO 2002; 3(13):21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138858&pid=S1413-4012201000030001400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">20. Lara AMAE,    Silva MFC. Respira&ccedil;&atilde;o bucal: revis&atilde;o de literatura. SOTAU    Rev Virtual Odontol 2007; 1(4):28-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138860&pid=S1413-4012201000030001400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">21. Duarte LIM,    Ferreira LP. Respira&ccedil;&atilde;o e mastiga&ccedil;&atilde;o: estudo comparativo.    Rev Dental Press Ortodont Ortop Facial 2003; 8(4):79-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138862&pid=S1413-4012201000030001400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">22. Perilo TV,    Motta AR, Las Casas EB, Saffar JME, Costa CG. Avalia&ccedil;&atilde;o objetiva    das for&ccedil;as axiais produzidas pela l&iacute;ngua de crian&ccedil;as respiradoras    orais. Rev Soc Bras Fonoaudiol 2007; 12(3):184-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138864&pid=S1413-4012201000030001400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">23. Rodrigues H,    Faria SR, Guedes FS, Motta AR. Ocorr&ecirc;ncia de respira&ccedil;&atilde;o    oral e altera&ccedil;&otilde;es miofuncionais orofaciais em sujeitos em tratamento    ortod&ocirc;ntico. Rev CEFAC 2005; 7(3):356-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=138866&pid=S1413-4012201000030001400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
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