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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Abordagem odontológica de pacientes com hipertensão - um estudo de intervenção]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: The aim of this study was to determine the perception of dentists of the Family Health Program in Campina Grande-PB in approaching patients with hypertension. Methods: It was a "before and after" intervention study, in which 33 professionals were interviewed. We used a semi-structured questionnaire containing applied on two occasions, before and after an informative lecture. The statistical test used was the McNemar (significance level of 5%). Results: On the hypertension risk values the percentage of correct answers increased from 90.9% to 100% after the presentation. Regarding the oral manifestations in patients with hypertension, no professionals answered the questions correctly in the first interview, however 69.7% answered correctly in the second interview. As to knowledge about the quantity and type of anesthesia to be used in hypertensive patients, the percentages of correct responses were higher after the informative lecture (p < 0.005). Participation in Registration and Monitoring System for Hypertensive and Diabetic People (HIPERDIA) increased from 39.4% to 57.65% (p = 0.004) after the educational lecture. Conclusion: The informative lecture increased the knowledge on the subject and the universitymust participate in the continuing education of professionals increasing the quality of the service provide to the community.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Abordagem odontol&oacute;gica de pacientes com hipertens&atilde;o &ndash; um estudo de interven&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Approach to dental patients with hypertension &ndash; an intervention study</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>&Eacute;rica Manuela do Nascimento<sup>*</sup>; Madhiane Farias dos Santos<sup>*</sup>; Veruska Medeiros Martins<sup>**</sup>; Alessandro Leite Cavalcanti<sup>***</sup>; Valdenice Aparecida de Menezes<sup>****</sup>; Ana Fl&aacute;via Granville-Garcia<sup>*****</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>*</sup> Cirurgi&atilde;s-dentistas pela Faculdade de Odontologia da UEPB, Campina Grande, PB, Brasil.    <br>   <sup>**</sup> Aluna do curso de mestrado do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, Faculdade de Odontologia da UEPB, Campina Grande, PB, Brasil.    <br>   <sup>***</sup> Doutor em Estomatologia pela FO/UFPB, professor do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, Faculdade de Odontologia da UEPB, Campina Grande, PB, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>****</sup> Doutora em Odontopediatria pela FOP/UPE, professora do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o de Odontologia, Faculdade de Odontologia da UPE, Recife, PE, Brasil.    <br>   <sup>*****</sup> Doutora em Odontopediatria pela FOP/UPE, professora do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, Faculdade de Odontologia da UEPB, Campina Grande, PB, Brasil.</font>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: Determinar a percep&ccedil;&atilde;o dos cirurgi&otilde;esdentistas da Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia de Campina Grande - PB na abordagem de pacientes com hipertens&atilde;o. M&eacute;todos: Foi um estudo de interven&ccedil;&atilde;o "antes e ap&oacute;s", no qual foram entrevistados 33 profissionais. Utilizou-se um question&aacute;rio semiestruturado, aplicado em dois momentos, antes e ap&oacute;s palestra informativa. O teste estat&iacute;stico usado foi o McNemar (signific&acirc;ncia de 5%). Resultados: Em rela&ccedil;&atilde;o aos valores de risco da hipertens&atilde;o arterial, os percentuais de acertos aumentaram de 90,9% para 100% ap&oacute;s palestra. Na quest&atilde;o relativa &agrave;s manifesta&ccedil;&otilde;es bucais em pacientes hipertensos, nenhum profissional acertou na primeira etapa da pesquisa e 69,7% responderam corretamente ap&oacute;s a palestra. Quanto ao conhecimento sobre a quantidade e o tipo de anest&eacute;sicos a serem utilizados nesses pacientes, os percentuais de acerto foram superiores ap&oacute;s a palestra (p &lt; 0,005). A participa&ccedil;&atilde;o no Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diab&eacute;ticos (Hiperdia) passou de 39,4% para 57,65% (p = 0,004) p&oacute;s-palestra. Conclus&atilde;o: A palestra aumentou o conhecimento sobre o assunto, e a universidade deve participar da educa&ccedil;&atilde;o continuada dos profissionais, aumentando a qualidade do servi&ccedil;o oferecido &agrave; comunidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>Hipertens&atilde;o. Odontologia. PSF.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objective: The aim of this study was to determine the perception of dentists of the Family Health Program in Campina Grande-PB in approaching patients with hypertension. Methods: It was a "before and after" intervention study, in which 33 professionals were interviewed. We used a semi-structured questionnaire containing applied on two occasions, before and after an informative lecture. The statistical test used was the McNemar (significance level of 5%). Results: On the hypertension risk values the percentage of correct answers increased from 90.9% to 100% after the presentation. Regarding the oral manifestations in patients with hypertension, no professionals answered the questions correctly in the first interview, however 69.7% answered correctly in the second interview. As to knowledge about the quantity and type of anesthesia to be used in hypertensive patients, the percentages of correct responses were higher after the informative lecture (p &lt; 0.005). Participation in Registration and Monitoring System for Hypertensive and Diabetic People (HIPERDIA) increased from 39.4% to 57.65% (p = 0.004) after the educational lecture. Conclusion: The informative lecture increased the knowledge on the subject and the universitymust participate in the continuing education of professionals increasing the quality of the service provide to the community.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Hypertension. Dentistry. Family Health Program (se colocar o descritor PSF, aparece esta sinon&iacute;mia em ingl&ecirc;s).</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A hipertens&atilde;o arterial (HA) &eacute; definida como uma doen&ccedil;a assintom&aacute;tica, caracterizada pela eleva&ccedil;&atilde;o anormal de press&atilde;o sangu&iacute;nea, sendo a press&atilde;o sist&oacute;lica maior ou igual a 140 mmHg e a diast&oacute;lica maior ou igual a 90 mmHg, em indiv&iacute;duos que n&atilde;o est&atilde;o fazendo uso de medica&ccedil;&atilde;o anti-hipertensiva<sup>1</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A HA &eacute; um grave problema de sa&uacute;de p&uacute;blica e uma das doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas respons&aacute;veis por expressivas taxas de interna&ccedil;&atilde;o, custos elevados com a morbimortalidade associada &agrave; doen&ccedil;a e comprometimento da qualidade de vida dos portadores<sup>2</sup>. Acomete cerca de 10 a 20% da popula&ccedil;&atilde;o adulta e 90% dos pacientes idosos<sup>3-5</sup>. Geralmente, suas complica&ccedil;&otilde;es podem levar a comprometimento card&iacute;aco, renal, cerebral, arterial e oftalmol&oacute;gico, limitando as atividades e encurtando a vida do paciente<sup>5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os cirurgi&otilde;es-dentistas em geral encontram dificuldades para tratar pacientes hipertensos, porque temem o uso de anest&eacute;sicos locais com vasoconstritores e as intera&ccedil;&otilde;es medicamentosas que podem ocorrer com os anti-hipertensivos<sup>6,7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os profissionais de sa&uacute;de da rede b&aacute;sica t&ecirc;m import&acirc;ncia primordial na detec&ccedil;&atilde;o e controle da hipertens&atilde;o arterial, quer na defini&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico e conduta terap&ecirc;utica, quer nos esfor&ccedil;os requeridos para informar e educar o paciente sobre a necessidade de tratamento<sup>8</sup>. Em raz&atilde;o da magnitude da problem&aacute;tica, o presente estudo objetivou avaliar a percep&ccedil;&atilde;o dos cirurgi&otilde;es-dentistas da Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia do munic&iacute;pio de Campina Grande - PB na abordagem de pacientes com hipertens&atilde;o arterial antes e ap&oacute;s palestra informativa.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>        ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sujeitos e m&eacute;todo</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi realizada uma pesquisa de interven&ccedil;&atilde;o "antes e ap&oacute;s" com 33 dos 35 cirurgi&otilde;es-dentistas das Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de da Estrat&eacute;gia de Sa&uacute;de do munic&iacute;pio de Campina Grande - PB. A coleta de dados foi feita por meio de um question&aacute;rio autoaplic&aacute;vel semiestruturado com oito perguntas, entre dezembro de 2009 e fevereiro de 2010. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No momento inicial foi explicada a finalidade da pesquisa, sendo ent&atilde;o solicitada a participa&ccedil;&atilde;o do entrevistado por meio da assinatura de um termo de consentimento livre e esclarecido. A aplica&ccedil;&atilde;o dos question&aacute;rios foi feita em dois momentos, antes e ap&oacute;s palestra informativa. Na primeira etapa o profissional respondeu &agrave;s perguntas e logo ap&oacute;s foi ministrada uma palestra de 10min com informa&ccedil;&otilde;es sobre a abordagem de pacientes com hipertens&atilde;o arterial. Depois de esclarecer as d&uacute;vidas dos profissionais, foram entregues uma cartilha e um banner explicativo sobre a tem&aacute;tica abordada. Ap&oacute;s trinta dias, os question&aacute;rios foram aplicados novamente, sendo dessa forma, o impacto da interven&ccedil;&atilde;o observado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A fidedignidade das respostas foi testada pelo m&eacute;todo de valida&ccedil;&atilde;o de "face" em 10% dos entrevistados. Nesse m&eacute;todo, o pesquisador solicita aos tomadores de decis&atilde;o que explicitem com suas pr&oacute;prias palavras o que entenderam sobre cada pergunta<sup>9</sup>. Utilizou-se o teste estat&iacute;stico de McNemar, com signific&acirc;ncia de 5,0%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este trabalho foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Estadual da Para&iacute;ba (CAAE: 0461.0.133.000-09). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na <a href="#tab01">Tabela 1</a> s&atilde;o apresentados os resultados relativos &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o amostral. A maior parte (82%) era do sexo feminino; um pouco mais da metade tinha mais de dez anos de formado (57,6%); 87,9% eram especialistas, sendo a especializa&ccedil;&atilde;o mais frequente Sa&uacute;de Coletiva (37,9%). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v16n1/a08tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na <a href="#tab02">Tabela 2</a> as quest&otilde;es que mostraram diferen&ccedil;a significativa entre a primeira e segunda avalia&ccedil;&atilde;o foram relacionadas &agrave; quantidade de tubetes (p = 0,003) e ao tipo de anest&eacute;sico a ser utilizado em pacientes hipertensos (p = 0, 125), &agrave; intera&ccedil;&atilde;o medicamentosa (p &lt; 0,001) e &agrave; participa&ccedil;&atilde;o no Hiperdia (p = 0,004).</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v16n1/a08tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No Brasil h&aacute; cerca de 17 milh&otilde;es de portadores de hipertens&atilde;o arterial, dos quais 35% correspondem &agrave; popula&ccedil;&atilde;o acima dos quarenta anos de idade. Dessa forma, estrat&eacute;gias de sa&uacute;de t&ecirc;m sido desenvolvidas com a&ccedil;&otilde;es voltadas &agrave; preven&ccedil;&atilde;o, ao diagn&oacute;stico e tratamento desta parcela da popula&ccedil;&atilde;o. Esse desafio &eacute;, sobretudo, da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, notadamente da Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia, espa&ccedil;o priorit&aacute;rio e privilegiado de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de, que </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">atua com equipe multiprofissional e cujo processo de trabalho pressup&otilde;e v&iacute;nculo com a comunidade<sup>1</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nesse contexto, foram entrevistados 33 cirurgi&otilde;es- dentistas dos 35 pertencentes &agrave; Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia do munic&iacute;pio de Campina Grande - PB. A maior parte apresentava uma ou mais especializa&ccedil;&otilde;es, demonstrando o interesse desses profissionais por atualiza&ccedil;&otilde;es. Dois profissionais n&atilde;o foram encontrados ap&oacute;s tr&ecirc;s tentativas por motivo de f&eacute;rias ou licen&ccedil;a m&eacute;dica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma grande dificuldade encontrada neste trabalho foi a aus&ecirc;ncia de estudos com o mesmo perfil para a confronta&ccedil;&atilde;o dos dados. Dessa forma, a an&aacute;lise dos resultados foi feita comparando-se as respostas dos sujeitos com o que &eacute; proposto pela literatura. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A hipertens&atilde;o arterial &eacute; a doen&ccedil;a sist&ecirc;mica mais frequente nos consult&oacute;rios odontol&oacute;gicos e pode ser diagnosticada precocemente pela aferi&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o arterial de forma habitual. A visita regular do paciente ao cirurgi&atilde;o-dentista faz deste um profissional fundamental na detec&ccedil;&atilde;o precoce da doen&ccedil;a, visto que comumente &eacute; assintom&aacute;tica<sup>4,10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Hipertens&atilde;o arterial &eacute; definida como press&atilde;o arterial sist&oacute;lica maior ou igual a 140 mmHg e uma press&atilde;o arterial diast&oacute;lica maior ou igual a 90 mmHg<sup>1</sup>. Na primeira quest&atilde;o, os profissionais foram questionados sobre os valores que caracterizam a hipertens&atilde;o arterial. No primeiro momento 90,9% responderam de forma correta, percentual que se elevou para 100% na segunda etapa da pesquisa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na pergunta seguinte os profissionais foram questionados sobre as manifesta&ccedil;&otilde;es bucais presentes nos pacientes que fazem uso de anti-hipertensivos. Na etapa inicial da pesquisa nenhum profissional acertou completamente a quest&atilde;o; ap&oacute;s a palestra informativa, 69,7% a acertaram e 18,7% responderam de maneira incompleta. As altera&ccedil;&otilde;es bucais relacionadas ao uso cr&ocirc;nico de medicamentos anti-hipertensivos s&atilde;o xerostomia, rea&ccedil;&otilde;es liquenoides, crescimento gengival e, em menor escala, redu&ccedil;&atilde;o ou perda do paladar, sensa&ccedil;&atilde;o de gosto met&aacute;lico, angioedema (l&aacute;bio ou l&iacute;ngua), glossite e &uacute;lceras<sup>11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na maior parte dos estudos que discorrem sobre hipertens&atilde;o arterial e a odontologia, a utiliza&ccedil;&atilde;o dos anest&eacute;sicos locais &eacute; o foco principal<sup>12,13</sup>. O uso de vasoconstritores nas solu&ccedil;&otilde;es anest&eacute;sicas provoca um retardo da absor&ccedil;&atilde;o do anest&eacute;sico no local injetado<sup>7</sup>. Por outro lado, o emprego de anest&eacute;sicos locais com vasoconstritores em pacientes portadores de hipertens&atilde;o induz ao aumento da press&atilde;o arterial; por isso, h&aacute; restri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica quanto ao uso desses anest&eacute;sicos<sup>14</sup>. Todavia, a aus&ecirc;ncia do vasoconstritor reduz a dura&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o e aumenta a possibilidade da dor, podendo induzir ao estresse e, por conseguinte, ao aumento da press&atilde;o sangu&iacute;nea<sup>15</sup>, causando um dilema ao profissional e obrigando-o a ter conhecimento sobre a quantidade e o tipo de anest&eacute;sico a ser empregado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em pacientes hipertensos compensados n&atilde;o h&aacute; contraindica&ccedil;&atilde;o ao uso de anest&eacute;sico com vasoconstritores adren&eacute;rgicos, recaindo a prefer&ecirc;ncia sobre a epinefrina (concentra&ccedil;&atilde;o de 1:100.000) associada &agrave; priloca&iacute;na. Ressalta-se que a quantidade administrada por sess&atilde;o limita-se entre 18 &mu;g e 58 &mu;g, o que corresponderia a um a tr&ecirc;s tubetes (1,8 a 5,4 mL), evitando-se a administra&ccedil;&atilde;o intravascular da solu&ccedil;&atilde;o anest&eacute;sica<sup>7</sup>. Entretanto, em pacientes hipertensos descompensados o uso desses medicamentos deve ser evitado e a op&ccedil;&atilde;o deve ser por anest&eacute;sicos sem vasoconstritor, como a mepivaca&iacute;na a 3%<sup>16</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Seguindo essa linha de racioc&iacute;nio, foi indagado aos profissionais sobre a quantidade e o tipo de anest&eacute;sico utilizado em tais pacientes. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quantidade de tubetes, os profissionais tiveram um percentual de acerto de 51,5% na primeira entrevista, aumentando para 84,8% na segunda. Houve um comportamento similar nas respostas fornecidas quanto ao tipo de anest&eacute;sico usado em pacientes hipertensos n&atilde;o compensados (81,8 x 97%). Indubitavelmente, essa quest&atilde;o revelou o efeito positivo da palestra informativa. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o se deve intervir em pacientes com a press&atilde;o arterial acima de 140/95 mm/Hg e/ou em pacientes hipertensos n&atilde;o medicados<sup>17</sup>. Uma vez detectada a hipertens&atilde;o, recomenda-se a intera&ccedil;&atilde;o com outros profissionais, como o m&eacute;dico e/ou enfermeira, para tomar as medidas terap&ecirc;uticas cab&iacute;veis e evitar poss&iacute;veis intercorr&ecirc;ncias<sup>16</sup>. Um percentual de 90,9% dos profissionais respondeu que interage com outros profissionais da equipe quando atende pacientes hipertensos, percentual que subiu para 97% ap&oacute;s palestra informativa, ou seja, neste momento apenas um profissional respondeu de forma negativa &agrave; quest&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O tratamento odontol&oacute;gico gera apreens&atilde;o aos pacientes, podendo induzir ao aumento da press&atilde;o arterial; dessa forma, &eacute; essencial o controle da ansiedade. Com essa finalidade h&aacute; m&eacute;todos farmacol&oacute;gicos (benzodiazep&iacute;nicos) e n&atilde;o farmacol&oacute;gicos, como a verbaliza&ccedil;&atilde;o (iatroseda&ccedil;&atilde;o), associada ou n&atilde;o a t&eacute;cnicas de relaxamento muscular ou de condicionamento psicol&oacute;gico<sup>11</sup>. De acordo com esse aspecto, na primeira etapa da pesquisa nenhum profissional respondeu de forma correta e o percentual de respostas erradas foi de 84,8%. Ap&oacute;s palestra informativa, esse percentual reduziu-se para 51,5%. Salienta-se que os profissionais relutaram em citar o relaxamento muscular, justificando a possibilidade de ser considerado ass&eacute;dio sexual pelo paciente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A prescri&ccedil;&atilde;o de medicamentos &eacute; um aspecto importante na abordagem de pacientes hipertensos em raz&atilde;o da possibilidade de intera&ccedil;&atilde;o farmacol&oacute;gica. Assim, h&aacute; a contraindica&ccedil;&atilde;o do uso de anti-inflamat&oacute;rios n&atilde;o esteroides (AINEs), que diminuem a s&iacute;ntese de prostaglandinas, essenciais &agrave; metaboliza&ccedil;&atilde;o de agentes hipertensivos. Dessa forma, a prescri&ccedil;&atilde;o de AINEs a pacientes hipertensos provoca a reten&ccedil;&atilde;o de s&oacute;dio, com consequente aumento do volume de l&iacute;quido intravascular e eleva&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o arterial<sup>6,14</sup>. H&aacute; restri&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m quanto ao uso de analg&eacute;sicos, como o AAS, para pacientes que utilizam anticoagulantes, bem como nos pacientes que utilizam anti-hipertensivos do grupo dos inibidores do ECA (enzima conversora da angiotensina &ndash; ex. Captopril)<sup>18</sup>. Ao serem indagados sobre essa quest&atilde;o, apenas 3% dos profissionais responderam corretamente, percentual que se elevou para 97% ap&oacute;s a palestra informativa (p &lt; 0, 001). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A atua&ccedil;&atilde;o dos profissionais das unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de na abordagem de pacientes hipertensos &eacute; de suma import&acirc;ncia, raz&atilde;o por que foi criado o Plano Nacional de Reorganiza&ccedil;&atilde;o da Hipertens&atilde;o Arterial e do Diabetes Mellitus, doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas com importante reflexo na sa&uacute;de p&uacute;blica. Este plano fez surgir o Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diab&eacute;ticos (Hiperdia), que tem por objetivo realizar campanhas e palestras educativas, al&eacute;m de fornecer medicamentos de forma gratuita. Com o registro do perfil epidemiol&oacute;gico dessa popula&ccedil;&atilde;o h&aacute; a viabiliza&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de sa&uacute;de p&uacute;blica que contribuir&atilde;o com a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas<sup>19</sup>. Apenas 39,4% dos profissionais relataram que participavam do Hiperdia, percentual que aumentou para 57,6% na segunda visita, parecendo haver um aumento da conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre a import&acirc;ncia do cirurgi&atilde;o-dentista nesse programa em benef&iacute;cio da comunidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar da preocupa&ccedil;&atilde;o com a capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais para o atendimento de pacientes hipertensos, verificou-se a necessidade de programas mais efetivos de educa&ccedil;&atilde;o continuada. Nesta pesquisa a palestra informativa provocou um aumento de conhecimento dos profissionais, entretanto houve quest&otilde;es com resultados aqu&eacute;m do esperado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A universidade, como formadora de opini&atilde;o e com o intuito de influenciar positivamente na assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de da comunidade, deve assumir esse papel, tornando os profissionais comprometidos com as reais necessidades da popula&ccedil;&atilde;o e, dessa forma, contribuindo para a resolu&ccedil;&atilde;o de dificuldades cr&iacute;ticas vivenciadas pelos servi&ccedil;os locais de sa&uacute;de.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> De forma geral, os profissionais apresentaram relativo conhecimento sobre o tema, tendo sido o percentual de respostas corretas maior na segunda entrevista, revelando os resultados positivos ap&oacute;s palestra informativa. Dessa forma, verifica-se a import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o continuada dos profissionais da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, salientando-se a necessidade do envolvimento da universidade nesse aspecto.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Caderno de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica - Hipertens&atilde;o Arterial. n. 15. 2006. 58 p. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/abcad15.pdf" target="_blank">http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/abcad15.pdf</a>. Acesso em: 1 maio 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=143961&pid=S1413-4012201100010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Dallacosta FM, Dallacosta H, Nunes AD. Perfil de hipertensos cadastrados no programa Hiperdia de uma unidade b&aacute;sica de sa&uacute;de Unoesc &amp; Ci&ecirc;ncia &ndash; ACBS 2010; 1(1):45-52. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Passos VMA, Assis TD, Barreto SM. Hipertens&atilde;o arterial no Brasil: estimativa de preval&ecirc;ncia a partir de estudos de base populacional. Epidemiol Serv Sa&uacute;de 2006; 15(1):35-45. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Souza MOF, Perez ARHS, Souza TOF, Martins MAT, Bussadori SK, Fernandes KPS et al. Incid&ecirc;ncia de altera&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas e uso de medicamentos em pacientes atendidos em cl&iacute;nica odontol&oacute;gica. Conscientiae Sa&uacute;de 2007; 6(2):305-11.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Ara&uacute;jo IC, Ara&uacute;jo MVA, Barros WLC. Etiopatogenia da hipertens&atilde;o, riscos e condutas preventivas a serem empregadas no atendimento odontol&oacute;gico de pacientes hipertensos. Medcenter &#91;online&#93; 2009. Dispon&iacute;vel em: http://www.odontologia.com.br/artigos.asp?id=754. Acesso em: 15 abr. 2010. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Carvalho VAP, Borgatto AF, Lopes LC. N&iacute;vel de conhecimento dos cirurgi&otilde;es-dentistas de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos sobre o uso de anti-inflamat&oacute;rios n&atilde;o ester&oacute;ides. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Colet 2010; 15(Supl. 1):1773-82.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Oliveira AEM, Simone JL, Ribeiro RA. Pacientes hipertensos e a anestesia na Odontologia: devemos utilizar anest&eacute;sicos locais associados ou n&atilde;o com vasoconstritores? HU Revista 2010; 36(1):69-75.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Informe da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. n. 51, Ano IX, mar&ccedil;o/abril de 2009. Dispon&iacute;vel em <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/periodicos/informe_atencao_basica_anoix_n51.pdf" target="_blank">http://bvsms.saude.gov.br/bvs/periodicos/informe_atencao_basica_anoix_n51.pdf</a>. Acesso em: 25 abr. 2010.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Frankfort-Nachimas C, Nachimias D. Research Methods in the social sciences. 4 ed. London: Edward Arnold; 1992. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Santos JC, Rumel D. Emerg&ecirc;ncia medica na pr&aacute;tica odontol&oacute;gica no Estado de Santa Catarina; ocorr&ecirc;ncia, equipamentos e drogas, conhecimento e treinamento dos cirurgi&otilde;es- dentistas. Ci&ecirc;n Sa&uacute;de Colet 2006; 11(1):183-90. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Little JW, Minn M. The impact on dentistry of recent advances in the management o hypertension. J Oral Surg 2005; 90(5):591-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Neves LS, Neves ILI, Giorgi DMA, Grupi CJ, C&eacute;sar LAM, Hueb W et al. Efeitos do uso da adrenalina na anestesia local odontol&oacute;gica em portador de coronariopatia. Arq Bras Cardiol 2007; 88(5):545-51. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Niwa H, Sugimura M, Satoh Y, Tanimoto A. Cardiovascular response to epinephrine containing local anesthesia in patients with cardiovascular disease. Oral Surg Oral Med Oral Pathol 2001; 92(6):610-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Whelton A. Renal aspects of treatment with conventional nonesteroidal antiinflammatory drugs versus cyclooxgenase- 2 specific innibitors. Am J Med 2001; 110 (3A):33s-42s. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Borsatti MA, Takaoka F. Analgesia e anestesia em portadores de cardiopatias: Aplicabilidade dos recursos de seda&ccedil;&atilde;o. In: Cardiologia e odontologia - Uma Vis&atilde;o Integrada. S&atilde;o Paulo:Santos; 2007. p. 191-207.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Soares RG, Salles AA, Irala LED, Limongi OL. Como escolher um adequado anest&eacute;sico local para as diferentes situa&ccedil;&otilde;es na cl&iacute;nica odontol&oacute;gica di&aacute;ria. Rev Sul-Bras Odontol 2006; 3(1):35-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Brasil - Capacita&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia para a aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica - Hipertens&atilde;o arterial sist&ecirc;mica - Caderno do Dentista. n. 15.2007. 27 p. Dispon&iacute;vel em: http://www.telessaudebrasil.org.br/lildbi/docsonline/8/8/088-Curso_HAS_para_PSF_-_Caderno_exercicios_-acd_e_thd.pdf. Acesso em: 20 maio 2010. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Bergamaschi CC, Montan MF, Cogo KL, Franco GC, Gropp FC, Volpato MC. Intera&ccedil;&otilde;es Medicamentosas: analg&eacute;simos, antiinflamt&oacute;rios e antibi&oacute;ticos (Parte II). Rev Cir Traumatol Buco-Maxilo-Fac 2007; 7(2):9-18. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Datasus. Hiperdia. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://portal.saude.gov.br/portal/se/datasus/area.cfm?id_area=807" target="_blank">http://portal.saude.gov.br/portal/se/datasus/area.cfm?id_area=807</a>&gt; Acesso em: 10 maio 2010.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v16n1/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Ana Fl&aacute;via Granville-Garcia    <br>   Rua Capit&atilde;o Jo&atilde;o Alves Lira, 1325/410, Bela   Vista    <br>   58428-800 Campina Grande - PB</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:anaflaviagg@hotmail.com" target="_blank">anaflaviagg@hotmail.com</a></font></p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 29.07.2010    <br> Aceito: 10.11.2010</b></font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil.^dMinistério da Saúde.</collab>
<source><![CDATA[Caderno de Atenção Básica - Hipertensão Arterial.]]></source>
<year>2006</year>
<edition>15</edition>
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