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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prevalence of nail biting in orthodontic clinic]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Literature has shown that the habit of nail biting is the most prevalent habit during childhood, which may result in long-term structural and functional disorders in the stomatognathic system. This way, the knowledge about its prevalence in school clinics may be important for the implementation of educational and preventive interdisciplinary programs. Aim: to evaluate the prevalence of the habit of nail biting in the orthodontic clinic at the Methodist University of São Paulo. Method: Through a retrospective study, we analyzed the documentation of 1.118 folders of the Graduate program in Dentistry, in the Methodist University of São Paulo, checking the following variables: gender, age, race and presence or absence of nail biting. The results were submitted to statistical analysis (chi-square test at 5% significance level). Results: The sample was composed of people aging from 11 to 20 years old - 82.9%, where 596 were female (53.3%) and 522 male (46.7%), and 27.8% present the habit of nail biting. No significant difference was found between the variables nail biting, gender and age, although a difference had been detected between the deleterious oral habit of nail biting and the variable race (Caucasian and Asians). Conclusion: The deleterious oral habit of onychophagy occurred in 27.8% of the sample and was not significantly associated, in the study group, with age, gender and race, except between Caucasians and Asians.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Preval&ecirc;ncia de onicofagia na cl&iacute;nica ortod&ocirc;ntica</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Prevalence of nail biting in orthodontic clinic</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Artur Cunha Vasconcelos<sup>I</sup>; Carla Patr&iacute;cia Hernandez Alves Ribeiro C&eacute;sar<sup>II</sup>; Cirlene Te&oacute;filo Louren&ccedil;o<sup>III</sup>; Luciano Kazuo Murakami<sup>IV</sup>; Luiz Renato Paranhos<sup>V</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Mestre em Odontologia, &aacute;rea de concentra&ccedil;&atilde;o em Ortodontia pela Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Bernardo do Campo, S&atilde;o Paulo, Brasil.    <br><sup>II</sup>Doutora em Dist&uacute;rbios da Comunica&ccedil;&atilde;o Humana (Unifesp/SP). Professora tempor&aacute;ria do N&uacute;cleo de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Sergipe, S&atilde;o   Crist&oacute;v&atilde;o, Sergipe, Brasil.    <br>   <sup>III</sup>Fonoaudi&oacute;loga graduada pela Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Bernardo do Campo, S&atilde;o Paulo, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>IV</sup>Mestre em Odontologia, &aacute;rea de concentra&ccedil;&atilde;o em Ortodontia, pela Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Bernardo do Campo, S&atilde;o Paulo, Brasil.    <br><sup>V</sup>Doutor pela Universidade Estadual de Campinas. Professor do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Biologia Oral da Universidade do Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, Bauru,   S&atilde;o Paulo, Brasil.</font>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A literatura tem evidenciado que a onicofagia &eacute; o h&aacute;bito   mais prevalente na inf&acirc;ncia, podendo provocar, em   longo prazo, altera&ccedil;&otilde;es estruturais e funcionais no sistema   estomatogn&aacute;tico. Por esse motivo, conhecer a sua   preval&ecirc;ncia em cl&iacute;nicas/escolas pode ser importante   para a implanta&ccedil;&atilde;o de programas educativos e preventivos   interdisciplinares. Objetivo: avaliar a preval&ecirc;ncia   de onicofagia na cl&iacute;nica ortod&ocirc;ntica da Universidade   Metodista de S&atilde;o Paulo. M&eacute;todo: por meio de estudo   restrospectivo, foram analisadas 1.118 documenta&ccedil;&otilde;es   ortod&ocirc;nticas do programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Ortodontia   da Umesp, verificando-se as vari&aacute;veis sexo,   idade, ra&ccedil;a e presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de onicofagia. Os   resultados foram submetidos a tratamento estat&iacute;stico   (teste qui-quadrado, com n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%).   Resultados: a amostra foi composta prioritariamente   por indiv&iacute;duos entre 11 e 20 anos &ndash; 82,9%, sendo   596 (53,3%) mulheres e 522 (46,7%) homens, destes,   27,8% s&atilde;o onicof&aacute;gicos. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a estatisticamente   significante entre as vari&aacute;veis onicofagia, sexo   e idade, muito embora tenha havido diferen&ccedil;a entre   o h&aacute;bito delet&eacute;rio oral da onicofagia e a vari&aacute;vel ra&ccedil;a   (leucodermas e xantodermas). Conclus&atilde;o: o h&aacute;bito oral   delet&eacute;rio de onicofagia ocorreu em 27,8% da amostra e   n&atilde;o apresentou, no grupo de estudo, prefer&ecirc;ncia quanto    <br>   a idade, sexo e ra&ccedil;a, com exce&ccedil;&atilde;o de leucodermas quando comparados a xantodermas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Medidas em epidemiologia. Onicofagia. Preval&ecirc;ncia.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Literature has shown that the habit of nail biting is the   most prevalent habit during childhood, which may result   in long-term structural and functional disorders in   the stomatognathic system. This way, the knowledge   about its prevalence in school clinics may be important   for the implementation of educational and preventive   interdisciplinary programs. Aim: to evaluate the prevalence   of the habit of nail biting in the orthodontic clinic   at the Methodist University of S&atilde;o Paulo. Method:   Through a retrospective study, we analyzed the documentation   of 1.118 folders of the Graduate program   in Dentistry, in the Methodist University of S&atilde;o Paulo,   checking the following variables: gender, age, race and   presence or absence of nail biting. The results were submitted to statistical analysis (chi-square test at 5% significance level). Results: The sample was composed of people aging from 11 to 20 years old - 82.9%, where 596 were female (53.3%) and 522 male (46.7%), and 27.8% present the habit of nail biting. No significant difference was found between the variables nail biting, gender and age, although a difference had been detected between the deleterious oral habit of nail biting and the variable race (Caucasian and Asians). Conclusion: The deleterious oral habit of onychophagy occurred in 27.8% of the sample and was not significantly associated, in the study group, with age, gender and race, except between Caucasians and Asians.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords: </B>Epidemiologic measures. Nail Biting. Prevalence.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Onicofagia &eacute; uma palavra de origem grega que   faz men&ccedil;&atilde;o a um h&aacute;bito oral delet&eacute;rio que consiste   em comer ou roer as unhas dos dedos com os dentes<sup>1</sup>.   Pode acarretar altera&ccedil;&otilde;es estruturais localizadas,   como a mordida cruzada ou a intrus&atilde;o de elementos   dentais, com maior incid&ecirc;ncia nos incisivos   superiores<sup>2</sup>, sendo que medidas preventivas em pr&eacute;escolares devem ser efetivadas<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com o objetivo de verificar a correla&ccedil;&atilde;o entre   h&aacute;bitos orais delet&eacute;rios e as m&aacute;s oclus&otilde;es, pesquisadores<sup>4</sup>   conclu&iacute;ram que a m&aacute; oclus&atilde;o esteve associada   com os h&aacute;bitos orais estudados, especialmente a   mordida cruzada posterior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dessa forma, a literatura<sup>5</sup> tem demonstrado a   import&acirc;ncia da percep&ccedil;&atilde;o e da sensibiliza&ccedil;&atilde;o como   proposta interventiva em sa&uacute;de no intuito de modificar   comportamentos, sendo que a conscientiza&ccedil;&atilde;o   da fam&iacute;lia, do indiv&iacute;duo e o acompanhamento interdisciplinar   podem auxiliar nesse processo<sup>6</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A onicofagia pode estar presente com demais   h&aacute;bitos orais delet&eacute;rios, como o bruxismo<sup>7</sup>, e pode   haver a instala&ccedil;&atilde;o de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular   (DTM)<sup>8</sup>. Em contrapartida, h&aacute; estudos demonstrando   que n&atilde;o h&aacute; correla&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante   com a DTM<sup>9,10</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em virtude de a pr&aacute;tica cl&iacute;nica ter demonstrado   possibilidade de associa&ccedil;&atilde;o entre onicofagia e   s&iacute;ndrome do intestino irritado, pesquisadores<sup>11</sup> verificaram que n&atilde;o houve correla&ccedil;&atilde;o entre a referida   s&iacute;ndrome e a onicofagia, mas, sim, com a tens&atilde;o   emocional, podendo ser considerada como um transtorno   obsessivo compulsivo (TOC)<sup>12</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por ser um h&aacute;bito comum em crian&ccedil;as e adultos   e por estar associado &agrave; ansiedade, estresse, solid&atilde;o,   imita&ccedil;&atilde;o de algum membro da fam&iacute;lia, inatividade,   hereditariedade, transfer&ecirc;ncia de um h&aacute;bito (como   a suc&ccedil;&atilde;o de polegar) para outro (como o roer unhas)   e unhas mal cuidadas, o sucesso do tratamento   requer conscientiza&ccedil;&atilde;o e coopera&ccedil;&atilde;o por parte de   quem apresenta este h&aacute;bito<sup>13</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dessa forma, estudos epidemiol&oacute;gicos demonstram   sua import&acirc;ncia, uma vez que o conhecimento   da frequ&ecirc;ncia de determinado evento favorece a   ado&ccedil;&atilde;o de medidas preventivas e interventivas<sup>14</sup>.   Nesse sentido, estudos que se proponham a conhecer   as demandas internas de servi&ccedil;os em sa&uacute;de   (como pediatria, odontologia, psicologia, fonoaudiologia,   entre outros) s&atilde;o importantes para o desenvolvimento   de a&ccedil;&otilde;es que propiciem conscientiza&ccedil;&atilde;o   e elimina&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos tidos como n&atilde;o saud&aacute;veis e   promover a sa&uacute;de bucal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A preval&ecirc;ncia da onicofagia citada pela literatura   pode ser observada no <a href="#quad01">Quadro 1</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n1/a13quad01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Diante da necessidade de preven&ccedil;&atilde;o das altera&ccedil;&otilde;es   oclusais e miofuncionais, este estudo teve como   objetivo verificar a preval&ecirc;ncia de onicofagia em   uma cl&iacute;nica/escola de ortodontia de uma institui&ccedil;&atilde;o   de ensino superior localizada em S&atilde;o Bernardo do Campo, S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Sujeitos e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&oacute;s aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa   da Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo (protocolo   n&ordm; 366570-10), iniciou-se a proposta de pesquisa   de car&aacute;ter retrospectivo, observacional, envolvendo   a an&aacute;lise documental de pacientes atendidos pelo   Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, &aacute;rea   de concentra&ccedil;&atilde;o em ortodontia da Universidade Metodista de S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo foi realizado analisando-se os dados de   identifica&ccedil;&atilde;o (para an&aacute;lise das vari&aacute;veis independentes   como sexo, idade e ra&ccedil;a) e dados de anamnese   (presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia de h&aacute;bito oral delet&eacute;rio de   onicofagia, considerada como uma vari&aacute;vel dependente)   que constavam nas pastas arquivadas entre   os anos de 1981 e 2010.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram inclu&iacute;dos na amostra todos os sujeitos   que passaram por triagem fonoaudiol&oacute;gica e ortod&ocirc;ntica,   com documenta&ccedil;&atilde;o completa, para que o estudo   pudesse ser controlado e que tivessem a men&ccedil;&atilde;o   da presen&ccedil;a ou aus&ecirc;ncia do h&aacute;bito oral delet&eacute;rio   de investiga&ccedil;&atilde;o, ou seja, a onicofagia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram exclu&iacute;dos da amostra sujeitos que se   submeteram previamente a tratamentos fonoaudiol&oacute;gicos,   ortod&ocirc;nticos, otorrinolaringol&oacute;gicos e psicol&oacute;gicos,   uma vez que os profissionais envolvidos   poderiam ter realizado procedimento de conscientiza&ccedil;&atilde;o   quanto &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o do referido h&aacute;bito e essa   vari&aacute;vel poderia interferir nos resultados obtidos.   Os prontu&aacute;rios que n&atilde;o apresentaram identifica&ccedil;&atilde;o   ou anamnese completa tamb&eacute;m foram exclu&iacute;dos da   an&aacute;lise.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados obtidos foram submetidos &agrave; an&aacute;lise   estat&iacute;stica e os dados foram descritos em tabelas   e gr&aacute;ficos pela frequ&ecirc;ncia absoluta (n) e relativa (%).   Para verificar a associa&ccedil;&atilde;o entre sexo, faixa et&aacute;ria   e ra&ccedil;a com a ocorr&ecirc;ncia da onicofagia foi utilizado o   teste do qui-quadrado e adotado n&iacute;vel de signific&acirc;ncia   de 5% (p &lt; 0,05). Todos os procedimentos foram   executados no programa Statistica v. 9.1 (StatSoft   Inc., Tulsa, USA).</font></p>     <p>&nbsp;</p>       <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A ocorr&ecirc;ncia da onicofagia deu-se em 311 pacientes   (27,8%), revelando que a maioria (807 &ndash; 72,2%)   n&atilde;o realiza o referido h&aacute;bito oral delet&eacute;rio. Quanto   ao sexo, a amostra foi constitu&iacute;da 596 mulheres (53,3%) e 522 homens (46,7%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; faixa et&aacute;ria, a amostra foi composta,   majoritariamente, por sujeitos entre 11 e 20   anos (82,9%) e, segundo o fator racial, em ordem   decrescente de preval&ecirc;ncia tivemos leucodermas   (1.042 &ndash; 93,2%), melanodermas (59 &ndash; 5,3%) e xantodermas (17 &ndash; 1,5%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As Tabelas <a href="#tab01">1</a> e <a href="#tab02">2</a> revelam que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a   estatisticamente significante entre as vari&aacute;veis   onicofagia, sexo e idade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n1/a13tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n1/a13tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em contrapartida, houve diferen&ccedil;a estatisticamente   significante ao efetivar a compara&ccedil;&atilde;o entre   leucodermas (28,6%) e xantodermas (5,9%) onicof&aacute;gicos, como pode ser visualizado na <a href="#tab03">Tabela 3</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n1/a13tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A onicofagia pode acarretar, segundo a literatura,   a intrus&atilde;o de elementos dentais, principalmente   de incisivos superiores<sup>2</sup>, e contribuir com o avan&ccedil;o   de doen&ccedil;as periodontais19. As altera&ccedil;&otilde;es oclusais foram   tamb&eacute;m citadas<sup>2,4,16</sup>, embora haja discrep&acirc;ncia   quanto a este aspecto na literatura, pois pesquisadores20   n&atilde;o encontraram associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante entre a onicofagia e as m&aacute;s oclus&otilde;es.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">H&aacute; ainda que se salientar que pacientes tratados   ortodonticamente e que apresentam onicofagia   podem acentuar a reabsor&ccedil;&atilde;o radicular, atingindo a   raiz e acarretando a perda de elementos dentais<sup>31</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A desordem na articula&ccedil;&atilde;o temporomandibular   foi citada pela literatura<sup>8</sup>, conquanto demais autores<sup>9,10</sup>   n&atilde;o encontraram relev&acirc;ncia estat&iacute;stica desta   desordem com a onicofagia em seus grupos de estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O referido h&aacute;bito est&aacute; associado &agrave; tens&atilde;o emocional<sup>11,13,29</sup>, estado negativo de humor<sup>23</sup> e alguns   autores comentaram ainda sobre a possibilidade de   ser um transtorno obsessivo compulsivo<sup>12</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">  Como pode estar associado &agrave; ansiedade, ao estresse,  &agrave; solid&atilde;o, &agrave; imita&ccedil;&atilde;o de algum membro da   fam&iacute;lia, &agrave; inatividade, &agrave; hereditariedade, &agrave; transfer&ecirc;ncia   de um h&aacute;bito (como a suc&ccedil;&atilde;o de polegar)   para outro (como o roer unhas) ou, ainda, a unhas   malcuidadas, conforme exposto por pesquisadores<sup>13</sup>,   uma anamnese detalhada deve ser realizada pelo   profissional, a fim de que a conduta seja adequada   a cada situa&ccedil;&atilde;o, sendo executada desde a conscientiza&ccedil;&atilde;o   (do pr&oacute;prio paciente e de sua fam&iacute;lia) como   o encaminhamento para a psicologia, quando envolvidos   os aspectos afetivos e emocionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim, por ser considerado um h&aacute;bito proveniente   de tens&atilde;o emocional, a avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica   desses pacientes parece ser importante para a efetiva&ccedil;&atilde;o   de qualquer a&ccedil;&atilde;o profissional que dependa   da colabora&ccedil;&atilde;o do paciente, seja fonoaudiol&oacute;gica ou   ortod&ocirc;ntica. Infelizmente essas informa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o   puderam ser verificadas neste estudo, uma vez que   dentre os dados de entrevista e anamnese n&atilde;o havia   a men&ccedil;&atilde;o do motivo que levou o sujeito a realizar a   onicofagia ou, ainda, uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica dos   pacientes de nossa cl&iacute;nica/escola. Este aspecto e a   correla&ccedil;&atilde;o das altera&ccedil;&otilde;es miofuncionais orofaciais e   oclusais n&atilde;o foram foco da presente pesquisa, e devem   ser considerados em estudos futuros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A literatura tem demonstrado que a onicofagia   parece ser o h&aacute;bito de maior preval&ecirc;ncia dentre os   h&aacute;bitos orais delet&eacute;rios<sup>7,14-16,18,19,26,28</sup>. Apesar de a literatura   ter encontrado disparidade na frequ&ecirc;ncia   da onicofagia, os resultados obtidos no presente artigo   (27,8%) foram pr&oacute;ximos aos da literatura<sup>18,19,24</sup>,   bem como a m&eacute;dia da literatura consultada (que foi   de 25,44%), como pode se observado no <a href="#quad01">Quadro 1</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pode-se observar, pelos resultados obtidos, que   aproximadamente um quarto dos pacientes que   procuram por atendimentos em sa&uacute;de pode apresentar   onicofagia, sendo poss&iacute;vel consider&aacute;-lo como   um h&aacute;bito de preocupa&ccedil;&atilde;o para a sa&uacute;de coletiva,   uma vez que pode acarretar preju&iacute;zos que afetam o   funcionamento do sistema estomatogn&aacute;tico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os cuidados da equipe interdisciplinar, principalmente   a fonoaudiologia e a ortodontia, devem se   iniciar desde a anamnese, que deve ser criteriosa,   investigando-se o tempo, a frequ&ecirc;ncia e a intensidade   da onicofagia, bem como se demais membros   familiares tamb&eacute;m apresentam tal h&aacute;bito, em que   situa&ccedil;&otilde;es &eacute; iniciada e o comportamento dos respons&aacute;veis   (no caso de crian&ccedil;as e adolescentes) diante da   onicofagia, principalmente quando se deseja efetivar   movimenta&ccedil;&atilde;o dental induzida, em que h&aacute; risco   de reabsor&ccedil;&otilde;es dentais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por essas informa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o constarem do prontu&aacute;rio   dos pacientes que compuseram a amostra,   esses dados n&atilde;o puderam ser analisados, e sugerese   que haja reformula&ccedil;&atilde;o do formul&aacute;rio de entrevista   (anamnese) do setor de pesquisa para que uma   orienta&ccedil;&atilde;o mais individualizada possa ser oferecida   aos usu&aacute;rios do servi&ccedil;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados da presente pesquisa evidenciaram   que a onicofagia esteve presente em todas as   idades e sexos. Em contrapartida, alguns pesquisadores<sup>7,14,15,22</sup>   encontraram maior preval&ecirc;ncia no   sexo feminino, resultado este diferente dos obtidos   neste estudo. Dessa forma, parece-nos importante   o planejamento e a execu&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es preventivas   quanto &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o, ou ent&atilde;o, medidas de conscientiza&ccedil;&atilde;o   para a elimina&ccedil;&atilde;o da onicofagia, refor&ccedil;ando   o exposto pela literatura<sup>3,5,25</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o ao fator racial, verificou-se que a   preval&ecirc;ncia foi maior em leucodermas e melanodermas,   quando comparados a xantodermas. N&atilde;o   foram encontrados estudos que tivessem discorrido   acerca do fator racial. Como este fator, geralmente,  &eacute; autoinformado, acredita-se que talvez este seja   um vi&eacute;s do estudo. Sugere-se, ainda, que amostras   pareadas em rela&ccedil;&atilde;o ao fator racial e a onicofagia   possam averiguar se os resultados aqui obtidos podem   ou n&atilde;o ser ratificados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&otilde;es</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O h&aacute;bito oral delet&eacute;rio de onicofagia ocorreu   em 27,8% da amostra e n&atilde;o apresentou, no grupo   do estudo, prefer&ecirc;ncia quanto a idade, sexo e ra&ccedil;a,   com exce&ccedil;&atilde;o de leucodermas, quando comparados   a xantodermas. Dessa forma, este h&aacute;bito acomete   todas as idades e n&atilde;o preferencialmente a inf&acirc;ncia,   como citado pela literatura, exigindo-se esfor&ccedil;os   de equipes interdisciplinares em sa&uacute;de para a implanta&ccedil;&atilde;o   de pol&iacute;ticas em sa&uacute;de que minimizem seu   surgimento ou manuten&ccedil;&atilde;o. Apesar de ser um h&aacute;bito   de grande interesse para os pesquisadores, h&aacute;  ainda que se investigar se os fatores raciais podem influenciar na onicofagia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Urrieta E, L&oacute;pez I, Quir&oacute;s O, Farias M, Rond&oacute;n S, Lerner   H. H&aacute;bitos bucales y maloclusi&oacute;n presente en los pacientes   atendidos durante el diplomado de ortodoncia interceptiva U.G.M.A a&ntilde;os 2006-2007. Rev. Latinoam. Ortod Odontoped.  "Ortodoncia.ws" 2008; Available from: http://www.ortodoncia.ws/publicaciones/2008/pdf/habitos_bucales_maloclusion.pdf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141881&pid=S1413-4012201200010001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Lino AP. H&aacute;bitos e suas influ&ecirc;ncias na oclus&atilde;o. In: Cardoso   RJA, Gon&ccedil;alves EAN. Ortodontia/Ortopedia functional dos   maxilares. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas; 2002. p. 69-79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141883&pid=S1413-4012201200010001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Onyeaso CO, Sote EO. Prevalence of oral habits in 563 Nigerian   preschool children age 3-5 years. Niger Postgrad Med   j 2001; 8(4):193-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141885&pid=S1413-4012201200010001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. Sousa FRN, Taveira GS, Almeida RVD, Padilha WWN. O   aleitamento materno e sua rela&ccedil;&atilde;o com os h&aacute;bitos delet&eacute;rios   e maloclus&otilde;es dent&aacute;rias. Pesq. Bras. Odontoped. Clin. Integr.   2004; 4(3):211-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141887&pid=S1413-4012201200010001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Gimenez CMM, Moraes ABA, Bertoz AP, Bertoz FA, Ambrosano   GB. Preval&ecirc;ncia de m&aacute;s oclus&otilde;es na primeira inf&acirc;ncia   e sua rela&ccedil;&atilde;o com as formas de aleitamento e h&aacute;bitos infantis. R. Dental Press Ortodon ortop Facial 2008; 13(2):70-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141889&pid=S1413-4012201200010001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Silva EL. H&aacute;bitos bucais delet&eacute;rios. Rev. Para. Med. 2006;   20(2):47-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141891&pid=S1413-4012201200010001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Gon&ccedil;alves LPV, Toledo OA, Otero SAM. The relationship   between bruxism, occlusal factors and oral habits. Dental   Press J. Orthod. 2010; 15(2):97-104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141893&pid=S1413-4012201200010001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. Farsi NM. Symptoms and signs of temporomandibular disorders   and oral parafunctions among Saudi children. J.   Oral Rehabil. 2003; 30(12):1200-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141895&pid=S1413-4012201200010001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. Merighi LBM, Silva MMA, Ferreira AT, Genaro KF, Berretin-Felix G. Ocorr&ecirc;ncia de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular   (DTM) e sua rela&ccedil;&atilde;o com h&aacute;bitos orais delet&eacute;rios em crian&ccedil;as   do munic&iacute;pio de Monte Negro - RO. Rev. CEFAC 2007;   9(4):497-503.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141897&pid=S1413-4012201200010001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Michelotti A, Cioffi I, Festa P, Scala G, Farella M. Oral parafunctions   as risk factors for diagnostic TMD subgroups. J.   Oral Rehabil. 2010; 37(3):157-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141899&pid=S1413-4012201200010001300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11. Heaton KW, Mountford RA. Nail-biting in the populatin and   its relationship to irritable bowel syndrome. J Royal Soc.   Med 1992; 85:457.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141901&pid=S1413-4012201200010001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Wells JH, Haines J, Williams CL, Brain KL. The self-mutilative   nature of severe onychophagia: a comparison with   self-cutting. Can J Psychyatry 1999; 44(1):40-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141903&pid=S1413-4012201200010001300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13. Tanaka OM, Vitral RW, Tanaka GY, Guerrero AP, Camargo   ES. Nailbiting, or onychophagia: a special habit. Am J Orthod   Dentofacial Orthop 2008; 134(2): 305-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141905&pid=S1413-4012201200010001300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. Vasconcelos FMN, Massoni ACLT, Ferreira AMB, Katz   CRT, Rosenblat A. Ocorr&ecirc;ncia de h&aacute;bitos bucais delet&eacute;rios   em crian&ccedil;as da regi&atilde;o metropolitana do Recife, Pernambuco,   Brasil. Pesq. Bras. Odontoped. Clin. Integr. 2009;   9(3):327-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141907&pid=S1413-4012201200010001300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. Foster LG. Nervous habits and stereotyped in preschool children.   J Am Acad Child AdolescPsychiatry 1998; 37(7):711-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141909&pid=S1413-4012201200010001300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16. Shetty SR, Munshi AK. Oral habits in children: a prevalence   study. J Indian Soc Pedod Prev Dent 1998; 16(2):61-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141911&pid=S1413-4012201200010001300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17. Rojas RV, Baez J, Rojas R. Prevalencia de malos h&aacute;bitos orales   y respiraci&oacute;n bucal en ni&ntilde;os de 5 a 17 a&ntilde;os del &aacute;rea de Santiago   Centro. Rev Fac Odontol Univ Chile 2001; 19(1):9-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141913&pid=S1413-4012201200010001300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18. Valen&ccedil;a AMG, Vasconcelos FGG, Cavalcanti AL, Duarte   RC. Preval&ecirc;ncia e caracter&iacute;sticas de h&aacute;bitos orais em crian&ccedil;as.   Pesq. Bras.Odontoped. Clin. Integr. 2001; 1(1):17-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141915&pid=S1413-4012201200010001300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. Bosnjak A, Vucicevic-Boras V, Miletic I, Bozic D, Vukelja M.   Incidence of oral habits in children with mixed dentition. J   Oral Rehabil. 2002; 29(9):902-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141917&pid=S1413-4012201200010001300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20. Santos AC, Valente SV. Preval&ecirc;ncia de h&aacute;bitos orais delet&eacute;rios   e m&aacute; oclus&atilde;o em um grupo de adolescentes. Rev. CEFAC   2003; 5:213-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141919&pid=S1413-4012201200010001300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21. &Aacute;lvarez ML, Zald&iacute;var ER, Cederr&oacute;n RAP. H&aacute;bitos bucales deformantes   en um consultoriodel m&eacute;dico de la fam&iacute;lia em Camag&uuml;ey, Cuba. Archivo Medico de Camag&uuml;ey 2004; 8(4): s. p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141921&pid=S1413-4012201200010001300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">22. Montiel Jaime ME. Frecuencia de maloclusiones y su associaci&oacute;n   com h&aacute;bitos perniciosos en una poblaci&oacute;n de   ni&ntilde;os mexicanos de 6 a 12 a&ntilde;os de edad. Rev ADM 2004;   61(6):209-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141923&pid=S1413-4012201200010001300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">23. Bezerra PKM, Cavalcanti AL, Bezerra PM, Moura C. Maloclus&otilde;es,   tipos de aleitamento e h&aacute;bitos bucais delet&eacute;rios   em pr&eacute;-escolares. Pesq. Bras. Odontoped. Clin. Integr 2005;   5(3):267-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141925&pid=S1413-4012201200010001300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">24. Feteih RM. Signs and symptoms of temporomandibular disorders   and oral parafunctions in urban Saudi arabian adolescents:   a research report. 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Salud P&uacute;blica   2007; 9(2):194-204.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141932&pid=S1413-4012201200010001300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">28. Castelo PM, Barbosa TS, Gavi&atilde;o BD. Quality of life evaluation   of children with sleep bruxism. BMC Oral Health 2010; 10:16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141934&pid=S1413-4012201200010001300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">29. Ferro M, Naccif A, Sotillo F, Velasquez L, Velez K. Aspectos   psicol&oacute;gicos de la onicofagia em los estudiantes de 2do a&ntilde;o   de La facultad de odontologia de La Universidad Central de   Venezuela. Rev. Latinoam. Ortod Odontoped. "Ortodoncia.ws"; Available from: <a href="http://www.ortodoncia.ws/publicaciones/2010/art1.asp" target="_blank">http://www.ortodoncia.ws/publicaciones/2010/art1.asp</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=141936&pid=S1413-4012201200010001300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">30. Thomaz EBAF, Valen&ccedil;a AMG. Associa&ccedil;&atilde;o entre d&eacute;ficit de   peso e apinhamento na denti&ccedil;&atilde;o dec&iacute;dua. 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<body><![CDATA[<br>   Rua Padre Roque, 958, Centro    <br>   13800-033 Mogi Mirim - SP</font><font size="2" face="Verdana">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:dentista_girardi@yahoo.com.br" target="_blank">paranhos@ortodontista.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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