<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1413-4012</journal-id>
<journal-title><![CDATA[RFO UPF]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[RFO UPF]]></abbrev-journal-title>
<issn>1413-4012</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Faculdade de Odontologia da UPF]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1413-40122012000300011</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação com escalas de dor antes e após três e seis meses de uso de placa oclusal]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Assessment with pain scales before and after three and six months of occlusal splint use]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Broch]]></surname>
<given-names><![CDATA[Juliana]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zanetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[Franciele]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Filter]]></surname>
<given-names><![CDATA[Vanessa Paola]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Tatiana Bernardon]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Santa Maria  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Santa Maria RS]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Santa Maria  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Santa Maria RS]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Odontologia Restauradora ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Santa Maria RS]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2012</year>
</pub-date>
<volume>17</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>309</fpage>
<lpage>313</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-40122012000300011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1413-40122012000300011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1413-40122012000300011&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Objetivo: Analisar o efeito do uso de placa oclusal acrílica em pacientes com disfunção temporomandibular (DTM) por meio de três escalas subjetivas de dor: escala analógica visual (VAS), escala numérica (NRS) e o questionário de dor McGill (MGPQ) antes, após três e seis meses de uso deste dispositivo. Métodos: A amostra foi composta por 24 pacientes assistidos na Clínica de Oclusão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), RS, Brasil, adequados aos critérios de inclusão. As escalas subjetivas de dor foram aplicadas antes, após três e seis meses de uso da placa oclusal. Os valores de dor registrados por meio de cada uma das escalas foram analisados pela estatística descritiva no programa SPSS (Statistical Package for Social Sciences, versão 18.0). A normalidade de distribuição foi verificada com o teste de Shapiro-Wilk. Os valores de dor antes, após uso por três e seis meses de placa, foram comparados utilizando o teste não paramétrico de Wilcoxon (a = 0,05). Resultados: Os valores relevantes estatisticamente de melhora na sintomatologia dolorosa para pacientes portadores de DTM foram encontrados em todas as escalas avaliadas, com exceção da VAS (inicial x três meses) e do MGPQ, subdivisão sensorial (inicial x seis meses). Conclusão: Sugere-se que o uso de placa oclusal contribui com a melhora da sintomatologia dolorosa após três meses de tratamento, utilizando as escalas NRS e MGPQ como método de avaliação de dor, o que dá credibilidade a esta modalidade de tratamento.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: To analyze the effect of the use of acrylic occlusal splint in patients with Temporomandibular Dysfunction (TMD) through three subjective pain scales: Visual Analogue Scale (VAS), Numerical Rating Scale (NRS), and McGill Pain Questionnaire (MGPQ), before and after 3 and 6 months using the device. Methods: The sample comprised 24 patients assisted in the Occlusion Clinic of the Federal University of Santa Maria (UFSM), RS, Brazil, appropriate to the inclusion criteria. The subjective pain scales were applied before and after 3 and 6 months of occlusal splint use. The values of pain recorded by each of the scales were analyzed by descriptive statistics in the program SPSS (Statistical Package for Social Sciences, version 18.0). Regularity of distribution was verified through the Shapiro-Wilk test. The values of pain before and after 3 and 6 months of use were compared using the nonparametric Wilcoxon test (a = 0,05). Results: Statistically significant values of improvement in pain symptoms for patients with TMD were found in all scales evaluated, except for the VAS (baseline x 3 months) and MGPQ sensorial subdivision (baseline x 6 months). Conclusion: It is suggested that the use of occlusal splint contributes to the amendment of pain symptoms after 3 months of treatment, using the NRS and MGPQ scales as method of pain assessment, giving credibility to this type of treatment.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Medição da dor.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Placas oclusais.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Escalas.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Transtornos da articulação temporomandibular.]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Pain measurement.]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Occlusal splints.]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Scales.]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Temporomandibular joint disorders.]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Avalia&ccedil;&atilde;o com escalas de dor antes e ap&oacute;s tr&ecirc;s e seis meses de uso de placa oclusal</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Assessment with pain scales before and after three and six months of occlusal splint use</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Juliana Broch<sup> I</sup>; Franciele Zanetti<sup> II</sup>; Vanessa Paola Filter<sup> II</sup>; Tatiana Bernardon Silva<sup> III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I </sup>Mestra em Ci&ecirc;ncias Odontol&oacute;gicas, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil    <br>   <sup>II</sup> Acad&ecirc;micas de Odontologia, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil    <br>   <sup>III</sup> Doutora em Pr&oacute;tese Dent&aacute;ria, professora Adjunta Departamento de Odontologia Restauradora, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objetivo: Analisar o efeito do uso de placa oclusal acr&iacute;lica em pacientes com disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular (DTM) por meio de tr&ecirc;s escalas subjetivas de dor: escala anal&oacute;gica visual (VAS), escala num&eacute;rica (NRS) e o question&aacute;rio de dor McGill (MGPQ) antes, ap&oacute;s tr&ecirc;s e seis meses de uso deste dispositivo. M&eacute;todos: A amostra foi composta por 24 pacientes assistidos na Cl&iacute;nica de Oclus&atilde;o da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), RS, Brasil, adequados aos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o. As escalas subjetivas de dor foram aplicadas antes, ap&oacute;s tr&ecirc;s e seis meses de uso da placa oclusal. Os valores de dor registrados por meio de cada uma das escalas foram analisados pela estat&iacute;stica descritiva no programa SPSS (Statistical Package for Social Sciences, vers&atilde;o 18.0). A normalidade de distribui&ccedil;&atilde;o foi verificada com o teste de Shapiro-Wilk. Os valores de dor antes, ap&oacute;s uso por tr&ecirc;s e seis meses de placa, foram comparados utilizando o teste n&atilde;o param&eacute;trico de Wilcoxon (&#61537; = 0,05). Resultados: Os valores relevantes estatisticamente de melhora na sintomatologia dolorosa para pacientes portadores de DTM foram encontrados em todas as escalas avaliadas, com exce&ccedil;&atilde;o da VAS (inicial x tr&ecirc;s meses) e do MGPQ, subdivis&atilde;o sensorial (inicial x seis meses). Conclus&atilde;o: Sugere-se que o uso de placa oclusal contribui com a melhora da sintomatologia dolorosa ap&oacute;s tr&ecirc;s meses de tratamento, utilizando as escalas NRS e MGPQ como m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o de dor, o que d&aacute; credibilidade a esta modalidade de tratamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Medi&ccedil;&atilde;o da dor. Placas oclusais. Escalas. Transtornos da articula&ccedil;&atilde;o temporomandibular.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Objective: To analyze the effect of the use of acrylic occlusal splint in patients with Temporomandibular Dysfunction (TMD) through three subjective pain scales: Visual Analogue Scale (VAS), Numerical Rating Scale (NRS), and McGill Pain Questionnaire (MGPQ), before and after 3 and 6 months using the device. Methods: The sample comprised 24 patients assisted in the Occlusion Clinic of the Federal University of Santa Maria (UFSM), RS, Brazil, appropriate to the inclusion criteria. The subjective pain scales were applied before and after 3 and 6 months of occlusal splint use. The values of pain recorded by each of the scales were analyzed by descriptive statistics in the program SPSS (Statistical Package for Social Sciences, version 18.0). Regularity of distribution was verified through the Shapiro-Wilk test. The values of pain before and after 3 and 6 months of use were compared using the nonparametric Wilcoxon test (&#61537; = 0,05). Results: Statistically significant values of improvement in pain symptoms for patients with TMD were found in all scales evaluated, except for the VAS (baseline x 3 months) and MGPQ sensorial subdivision (baseline x 6 months). Conclusion: It is suggested that the use of occlusal splint contributes to the amendment of pain symptoms after 3 months of treatment, using the NRS and MGPQ scales as method of pain assessment, giving credibility to this type of treatment.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords: </B>Pain measurement. Occlusal splints. Scales. Temporomandibular joint disorders.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A dor, conceituada pela Associa&ccedil;&atilde;o Internacional para o Estudo da Dor como sendo "uma experi&ecirc;ncia sensorial desagrad&aacute;vel, associada ou n&atilde;o a uma les&atilde;o tecidual potencial ou real, ou descrita em termos de tais danos"<sup>1</sup>, &eacute; um dos principais motivos das consultas odontol&oacute;gicas<sup>2</sup>. Em &acirc;mbito cl&iacute;nico, a caracteriza&ccedil;&atilde;o da dor do indiv&iacute;duo auxilia n&atilde;o apenas na distin&ccedil;&atilde;o da etiologia ou de seu diagn&oacute;stico, mas tamb&eacute;m na descri&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria experi&ecirc;ncia dolorosa e na avalia&ccedil;&atilde;o do impacto da dor na vida do indiv&iacute;duo<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Identificar a dor e mensur&aacute;-la contribui para a elabora&ccedil;&atilde;o de um tratamento correto das disfun&ccedil;&otilde;es temporomandibulares (DTM), as quais se referem a um conjunto de altera&ccedil;&otilde;es que afetam a articula&ccedil;&atilde;o temporomandibular (ATM) e/ou os m&uacute;sculos da mastiga&ccedil;&atilde;o, como tamb&eacute;m estruturas da face, relacionadas ao complexo maxilomandibular<sup>4-6</sup>, e apresentam etiologia multifatorial<sup>7-8</sup>. Segundo Garcia e Sousa<sup>9</sup> (1998), s&atilde;o encontradas em cerca de 50 a 60% da popula&ccedil;&atilde;o, e dentre essa popula&ccedil;&atilde;o as mulheres s&atilde;o as mais acometidas<sup>10-12</sup>, principalmente de meia-idade<sup>4</sup>. Como forma de tratamento n&atilde;o invasivo, a placa oclusal &eacute; considerada uma terapia eficiente para o tratamento dessas disfun&ccedil;&otilde;es<sup>4-5,7,13-16</sup>, al&eacute;m de ser acess&iacute;vel a todos os cirurgi&otilde;es-dentistas<sup>15</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dentre os meios de mensura&ccedil;&atilde;o de dor, os quais auxiliam na avalia&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o da dor, encontram- se a escala visual anal&oacute;gica<sup>5,13,17-19</sup>(VAS) e a escala num&eacute;rica<sup>20-21</sup> (NRS), as quais estimam quantitativamente a intensidade dolorosa, e o question&aacute;rio de dor de McGill<sup>22-23</sup> (MGPQ), o qual avalia, al&eacute;m da intensidade, o efeito emocional e a autopercep&ccedil;&atilde;o da sua localiza&ccedil;&atilde;o, podendo ser tratada estatisticamente<sup>24</sup>. O question&aacute;rio de McGill foi adaptado para o portugu&ecirc;s, al&eacute;m de j&aacute; ter sido validado, sens&iacute;vel e reproduz&iacute;vel<sup>25</sup>. &Eacute; considerado o melhor instrumento e o mais utilizado para caracterizar e discernir os componentes afetivo, sensitivo e avaliativo da dor, quando se pretende obter informa&ccedil;&otilde;es qualitativas e quantitativas a partir de descri&ccedil;&otilde;es verbais<sup>24,26</sup>. Ainda &eacute; considerado "instrumento universal, capaz de padronizar a linguagem da dor"<sup>27</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante da import&acirc;ncia da avalia&ccedil;&atilde;o da dor em odontologia e sabendo-se que a dor relacionada &agrave;s DTMs &eacute; uma das principais queixas que levam &agrave; procura de profissionais da sa&uacute;de, saber identific&aacute;-la e mensur&aacute;-la contribui para a elabora&ccedil;&atilde;o de um tratamento correto. Assim, a proposta deste trabalho consistiu em analisar o efeito do uso de placa oclusal estabilizadora acr&iacute;lica em pacientes com DTM, por meio de tr&ecirc;s escalas subjetivas de dor: escala visual anal&oacute;gica, escala num&eacute;rica e o question&aacute;rio de dor McGill antes e ap&oacute;s tr&ecirc;s e seis meses de uso deste dispositivo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><B>Materiais e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Foi realizado c&aacute;lculo amostral no programa PS Power and Sample Size Calculations Version 3.0, utilizando a m&eacute;dia e o desvio padr&atilde;o dos valores das escalas subjetivas de dor antes e ap&oacute;s tratamento com placa oclusal obtidos por meio de um estudo piloto. Foi encontrado que um n&uacute;mero m&iacute;nimo de 19 pares de pacientes seria necess&aacute;rio para haver a capacidade de rejei&ccedil;&atilde;o da hip&oacute;tese nula, com poder de 80% e n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 95%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Trata-se de um estudo longitudinal em que os pacientes foram acompanhados por um per&iacute;odo de seis meses em tratamento. A amostra foi composta por 24 pacientes assistidos na Cl&iacute;nica de Oclus&atilde;o da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), RS, Brasil, que procuraram atendimento, diagnosticados como portadores de disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular. Para participar da pesquisa, os pacientes foram selecionados segundo os seguintes crit&eacute;rios de inclus&atilde;o: possuir, no m&iacute;nimo, um contato posterior bilateral e ter sensibilidade dolorosa, espont&acirc;nea ou provocada, &agrave; palpa&ccedil;&atilde;o dos m&uacute;sculos mastigat&oacute;rios ou na ATM7. Foram exclu&iacute;dos pacientes submetidos a tratamento pr&eacute;vio para DTM, que apresentavam comprometimento sist&ecirc;mico, que estavam realizando tratamento ortod&ocirc;ntico ou algum tratamento odontol&oacute;gico que alterasse a oclus&atilde;o dental e tamb&eacute;m pacientes portadores de pr&oacute;teses totais, ou parciais remov&iacute;veis<sup>5,18</sup>.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana"><b>Preceitos &eacute;ticos</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os pacientes concordaram em participar do estudo e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. A pesquisa foi aprovada pelo comit&ecirc; de &eacute;tica em pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil, sob o n&uacute;mero 0088.0.243.000- 09.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana"><b>Abordagem cl&iacute;nica</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os pacientes foram diagnosticados como portadores de DTM por meio do question&aacute;rio anamn&eacute;tico de Fonseca<sup>28</sup>, o qual &eacute; rotineiramente utilizado na Cl&iacute;nica de Oclus&atilde;o da UFSM. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o da anamnese e do diagn&oacute;stico de DTM, o tratamento com a placa estabilizadora foi iniciado. Para a confec&ccedil;&atilde;o da placa foram obtidos os modelos de gesso dos arcos superior e inferior e foi realizada a montagem em articulador semiajust&aacute;vel em m&aacute;xima intercuspida&ccedil;&atilde;o habitual (MIH). O enceramento das placas foi realizado nos modelos superiores, apresentando guias, canina e anterior, com aproximadamente 2 mm de espessura (conforme as necessidades oclusais de cada paciente), superf&iacute;cie lisa e plana e contatos posteriores bilaterais simult&acirc;neos<sup>5,15,29</sup>. A etapa de acriliza&ccedil;&atilde;o da placa foi realizada no Laborat&oacute;rio de Pr&oacute;tese da UFSM. Ap&oacute;s a entrega, ajustes foram inicialmente realizados semanalmente e a partir do segundo m&ecirc;s quinzenalmente (quando necess&aacute;rio), at&eacute; ser estabelecida uma posi&ccedil;&atilde;o mandibular est&aacute;vel, conforme relato do paciente. Os pacientes receberam informa&ccedil;&otilde;es sobre a etiologia da DTM e h&aacute;bitos delet&eacute;rios<sup>4</sup>, e foram instru&iacute;dos a utilizar a placa no per&iacute;odo noturno durante, no m&iacute;nimo, 6 horas<sup>16,29</sup>. Antes de iniciar o tratamento e ap&oacute;s tr&ecirc;s e seis meses de uso do dispositivo oclusal, os pacientes responderam a um question&aacute;rio composto por tr&ecirc;s escalas subjetivas de dor, a escala visual anal&oacute;gica (<a href="#fig01">Figura 1</a>), a escala num&eacute;rica (<a href="#fig02">Figura 2</a>) e o question&aacute;rio de dor de McGill (<a href="#fig03">Figura 3</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n3/a11fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n3/a11fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n3/a11fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Cada etapa do estudo &ndash; acompanhamento cl&iacute;nico do paciente, confec&ccedil;&atilde;o das placas oclusais e a aplica&ccedil;&atilde;o dos question&aacute;rios de dor &ndash; foi de responsabilidade de um dos pesquisadores, padronizando, assim, a coleta de dados.</font></p>      <p><font size="2" face="Verdana"><b>An&aacute;lise estat&iacute;stica</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram tabulados em planilhas no programa Microssoft Excel (2010) e analisados por meio de estat&iacute;stica descritiva no programa SPSS (Statistical Package for Social Sciences, vers&atilde;o 18.0). A normalidade de distribui&ccedil;&atilde;o foi verificada com o teste Shapiro-Wilk. Os valores de dor antes e ap&oacute;s tr&ecirc;s e seis meses de uso da placa oclusal foram comparados entre si por meio do teste n&atilde;o param&eacute;trico de Wilcoxon (&alpha; = 0,05).</font></p>    <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A descri&ccedil;&atilde;o, com caracter&iacute;sticas de g&ecirc;nero e idade, da amostra inicial de tr&ecirc;s e seis meses pode ser conferida na <a href="#tab01">Tabela 1</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os pacientes foram classificados conforme o grau de DTM, segundo o question&aacute;rio anamn&eacute;tico de Fonseca. Desses, 25% apresentaram DTM grau leve, 33,3%, grau moderado e 41,7%, grau severo. As avalia&ccedil;&otilde;es com as tr&ecirc;s escalas subjetivas de dor em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de tratamento podem ser visualizadas na <a href="#tab02">Tabela 2</a>. Os valores m&eacute;dios da VAS ap&oacute;s tr&ecirc;s meses de uso de placa oclusal n&atilde;o reduziram significativamente em rela&ccedil;&atilde;o aos iniciais (p &gt; 0,05), ao passo que ap&oacute;s seis meses sim (p &lt; 0,05). Os valores m&eacute;dios da NRS ap&oacute;s tr&ecirc;s ou seis meses de tratamento diferiram significativamente dos valores iniciais (p &lt; 0,05). Os valores subjetivos de dor do question&aacute;rio McGill diferiram significativamente dos valores iniciais ap&oacute;s tr&ecirc;s e seis meses (p &lt; 0,05), com exce&ccedil;&atilde;o da subdivis&atilde;o sensorial. J&aacute; entre tr&ecirc;s e seis meses nenhum efeito significativo foi encontrado (p &gt; 0,05). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n3/a11tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v17n3/a11tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; descri&ccedil;&atilde;o da presente amostra, nossa pesquisa est&aacute; em acordo com alguns estudos<sup>3,30</sup> em que o pico de preval&ecirc;ncia de DTM &eacute; em jovens adultos (vinte a quarenta anos de idade) e afeta principalmente mulheres<sup>10</sup>. Levit e McKinney<sup>12</sup> (1994) encontrou que 85% dos dez mil pacientes avaliados num estudo no Canad&aacute; eram mulheres, que apresentaram maior severidade nos aspectos f&iacute;sicos e psicol&oacute;gicos da DTM. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Existem dificuldades em rela&ccedil;&atilde;o ao diagn&oacute;stico da DTM, porque algumas classifica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o baseadas nos sinais e sintomas, e n&atilde;o na etiologia<sup>4</sup>. Uma barreira para o atendimento dos pacientes &eacute; a tradu&ccedil;&atilde;o e a valida&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios de diagn&oacute;stico<sup>31</sup>, os quais s&atilde;o imprescind&iacute;veis para a correta indica&ccedil;&atilde;o do plano de tratamento. Um modelo multidisciplinar de tratamento, que inclui a educa&ccedil;&atilde;o do paciente, autocuidado, farmacoterapia, fisioterapia e uso de placas oclusais, &eacute; aprovado como tratamento inicial para todos os pacientes com DTM16. N&atilde;o existem evid&ecirc;ncias que suportem o uso de laser de baixa pot&ecirc;ncia para o tratamento de DTM<sup>32</sup>, nem que suportem o uso de ajuste oclusal como tratamento de DTM<sup>33</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Partimos de um plano de tratamento n&atilde;o invasivo, a placa estabilizadora r&iacute;gida de acr&iacute;lico, j&aacute; utilizada em outros estudos<sup>5,7,17,29-30</sup>, a qual se mostrou eficiente. Esta promove uma estabiliza&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria e remov&iacute;vel da oclus&atilde;o ideal, reduzindo a atividade muscular anormal e produzindo um balan&ccedil;o neuromuscular<sup>7</sup>. O tratamento com placa estabilizadora pode ser ben&eacute;fico por reduzir a severidade da dor em repouso e durante a palpa&ccedil;&atilde;o, quando comparado a nenhum tratamento<sup>7</sup>. Foi confeccionada para fornecer uma oclusal ideal nas situa&ccedil;&otilde;es est&aacute;ticas e din&acirc;micas, atrav&eacute;s do maior n&uacute;mero de contatos simult&acirc;neos, produzindo uma for&ccedil;a equivalente entre a placa e os dentes opostos. Segundo Gray e Davies<sup>15</sup> (2001), deve ser ajustada at&eacute; que uma posi&ccedil;&atilde;o mandibular est&aacute;vel seja encontrada, o que foi realizado neste estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O padr&atilde;o de uso da placa oclusal n&atilde;o interfere no resultado final do tratamento, logo, foi indicado neste estudo o uso somente noturno. O uso dessa placa por curtos per&iacute;odos (durante a noite) produz resultados satisfat&oacute;rios a longo prazo<sup>29</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A aferi&ccedil;&atilde;o da dor, utilizando diferentes escalas, &eacute; muito importante na pr&aacute;tica cl&iacute;nica e pode ser usada pelo cl&iacute;nico para obter uma imagem completa do estado e das necessidades de qualquer paciente<sup>34</sup>. Assim, como em outros estudos, a VAS5,<sup>13-17-19</sup>, a NRS e o question&aacute;rio de McGill<sup>22-23,35-36</sup> foram utilizados como instrumentos para essa aferi&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As avalia&ccedil;&otilde;es, antes e ap&oacute;s o tratamento, com as escalas monitoraram a resposta ao tratamento proposto<sup>10</sup> e os resultados foram satisfat&oacute;rios. Os valores m&eacute;dios de dor da VAS ap&oacute;s tr&ecirc;s meses de uso de placa oclusal n&atilde;o reduziram significativamente em rela&ccedil;&atilde;o aos iniciais. No entanto, ap&oacute;s seis meses sim, o que representou um maior tempo necess&aacute;rio para que resultados significativos de melhora fossem observados, identificado por este meio de aferi&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o aos demais, os quais diferiram significativamente dos valores iniciais logo ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, mantendo-se ap&oacute;s seis meses. J&aacute; entre tr&ecirc;s e seis meses nenhum efeito significativo foi encontrado (p &gt; 0,05), ou seja, nossos resultados est&atilde;o em acordo com demais estudos<sup>14</sup> que sugerem o tempo de tr&ecirc;s meses de tratamento com placa oclusal suficiente para mostrar seus efeitos ben&eacute;ficos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; dor. Salientamos que, a melhora cl&iacute;nica dos sintomas poderia ter ocorrido sem que o tratamento com a placa oclusal fosse realizado. Assim, a falta de um grupo de controle com o tratamento placebo &eacute; a principal limita&ccedil;&atilde;o do presente trabalho.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considerando-se a metodologia aplicada no presente estudo, pode-se concluir que o uso de placa oclusal contribuiu com a melhora da sintomatologia dolorosa ap&oacute;s tr&ecirc;s meses de tratamento, utilizando escalas subjetivas de dor, como o m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o de dor, o que d&aacute; credibilidade a essa modalidade de tratamento. Essa melhora se manteve aos seis meses em compara&ccedil;&atilde;o aos dados iniciais, por&eacute;m n&atilde;o aumentou significativamente em rela&ccedil;&atilde;o aos tr&ecirc;s meses.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Merksey H, Bogduk N. IASP Pain terminology. In: Classification of chronic pain: descriptions of chronic pain syndromes and definition of pain terms (2.ed). Seatle: IASP Press, 1994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=162158&pid=S1413-4012201200030001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2. De Lacerda JT, Simionato EM, Peres KG, Peres MA, Traebert J, Marcenes W. Dor de origem dental como motivo de consulta odontol&oacute;gica em uma popula&ccedil;&atilde;o adulta. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica 2004; 38(3):453-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3. Turk DC, Melzack R. The measurement of pain and the assessment of people experiencing pain. Handbook of pain assessment (2. ed). New York: Gilford Press, 2001. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4. Management of Temporomandibular disorders. JADA 1996; 127:1595-1603. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">5. Conti PCR, Santos CN, Kogawa EV, Conti ACF, Araujo CRP. The treatment of painful temporomandibular joint clicking with oral splints. JADA 2006; 137:1108-14. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">6. Goldstein BH. Temporomandibular disorders: a review of current understanding. Oral Surg Oral Med Oral Patho Oral Radiol Endod 1999; 88:379-85.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 7. Al-Ani Z, Gray JR, Davies SJ, Sloan P, Glenny AM. Stabilization splint therapy for the treatment of temporomandibular myofacial pain: a systematic review. JDE 2005;69:1242- 50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">8. Oral K, Bal K&uuml;&ccedil;&uuml;k B, Din&ccedil;er S. Etiology of temporomandibular disorder pain. Agri 2009; 21:89-94. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">9. Garcia AR, Sousa V. Desordens temporomandibulares: causa de dor de cabe&ccedil;a e limita&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o mandibular. Rev. da APCD 1998; 52:480-6. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">10. Scully C, Felix DH. Oral medicine: update for dental practitioner. Br Dent J 2006; 200:75-83. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">11. Shinal RM, Fillingi RB. Overview of orofacial pain: epidemiology and gender differences in orofacial pain. Dent Clin N Am 2007; 51:1-18. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">12. Levitt SR, McKinney MW. Validating the tmj scale in a national sample of 10,000 patients: demographic and epidemiologic characteristics. J Orofac Pain 1994; 8:25-35. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">13. Ekberg E, Nilner M. Treatment outcome of appliance therapy in temporomandibular disorder patients with myofacial pain after 6 ans 12 months. Acta Odontol Scand 2004; 62:343-49. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">14. Truelove E, Huggins KH, Mancl L, Dworkin SF. The efficacy of traditional, low-cost, and nonsplint therapies for temporomandibular disorder. JADA 2006; 137:1099-107. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">15. Gray RJM, Davies SJ. Occlusal splints and temporomandibular disorders: Why, When, How? Dental Update 2001; 28:194-199. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">16. McNeill C. Management of temporomandibular disorders: Concepts and Controversies. J Prosthet Dent 1997; 77:510- 22. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">17. Johansson A, Wenneberg B, Wagersten C, Haraldson T. Acupuncture in treatment of facial muscular pain. Acta Odontol Scand 1991; 49:153-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">18. Nilner M, Ekberg E, Doepel M, Andersson J, Selovuo K, Bell YL. Short-term effectiveness of a prefabricated occlusal appliance in patients with myofascial pain. J Orofac Pain 2008; 22:209-18. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">19. Dao TTT, Lavigne JG, Charbonneau A, Feine JS, Lund JP. The efficacy of oral splints in the treatment of myofascial pain of the jaw muscles: a controlled clinical trial. Pain 1994; 56:86-94. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">20. Costa LCM, Maher CG, McAuley JH, Hancock MJ, Oliveira WM, Azevedo DC et al. The Brazilian-Portuguese versions of the McGill Pain Questionnaire were reproducible, valid, and responsive in patients with musculoskeletal pain. J Clin Epidemiol 2011; 64:903-12. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">21. Costa LOP, Maher CG, Latimer J, Ferreira PH, Ferreira ML, Pozzi GP et al. Clinimetric testing of three self-report outcome measures for low back pain patients in Brazil. Spine 2008; 33:2459-63. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">22. Pedroni CR, Oliveira AS, B&eacute;rzin F. pain characteristics of temporomandibular disorder: a pilot study in patients with cervical spine dysfunction. J Appl Oral Sci 2006; 14:388-92. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">23. Campbell LC, Riley JL, Kashikar-Zuck S, Gremillion H, Robinson ME. Somatic, affective, and pain characteristics of chronic TMD patients with sexual versus physical abuse histories. J Orofac Pain 2000; 14:112-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">24. Melzack R. The McGill Pain Questionnaire: major properties and scoring methods. Pain 1975; 1:277-99. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">25. Varoli FK, Pedrazzi V. Adapted Version of the McGill Pain Questionnaire to Brazilian Portuguese. Braz Dent J 2006; 17:328-35. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">26. Oliveira AS. Evaluation of quality of life and pain in Temporomandibular Disorders. Braz J Oral Sci 2005; 4:646-50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">27. Pimenta CAM, Teixeira MJ. Question&aacute;rio de dor de McGill: proposta de adapta&ccedil;&atilde;o para a l&iacute;ngua portuguesa. Ver. Esc. Enf. USP 1996; 30:473-83. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">28. Fonseca DM, Bonfante G, Valle AL, Freitas SFT. Diagn&oacute;stico pela anamnese da disfun&ccedil;&atilde;o craniomandibular. RGO 1994; 42:23-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">29. Davies SJ, Gray RJM. The pattern of splint usage in the management of two common temporomandibular disorders Part II: the stabilization splint in the treatment of pain disfunction syndrome. Br Dent J 1997; 183:247-51. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">30. Davies SJ, Gray RJM. The pattern of splint usage in the management of two common temporomandibular disorders Part III: long-term follow-up in an assessment of splint therapy in the management of disc displacement with reduction and pain disfunction. Br Dent J 1997; 183:279-83. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">31. Hargreaves KM. Orofacial pain. Pain 2011; 152:S25-S32. 32. Petrucci A, Sgolastra F, Gatto R, Mattei A, Monaco A. Effectiveness of low-level laser therapy in temporomandibular disorders: a systematic review and meta-analysis. J Orofac Pain 2011; 25:298-307. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">33. Tsukiyama Y, Baba K, Clark GT. An evidence-based assessment of oclusal adjustment as a treatment for temporomandibular disorders. J Prosthet Dent 2001; 86:57-66. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">34. Huber A, Suman AL, Rendo CA, Biasi G, Marcolongo R, Carli G. Dimensions of &lsquo;&lsquo;unidimensional"" ratings of pain and emotions in patients with chronic musculoskeletal pain. Pain 2007; 130:216-24. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">35. Mongini F., Italiano M. TMJ disorders and myogenic facial pain: a discriminative analysis using the McGill Pain Questionnaire. Pain 2001; 91:323-30. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">36. Reisine ST, Fertig J, Weber J, Leder S. Impact of dental cotiditions on patients' quality of life, Community Dent Oral Epidemiol 1989; 17:7-10. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v17n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Juliana Broch    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Rua Marechal Floriano Peixoto, 1184    <br>   97015-372 Santa Maria-RS</font><font size="2" face="Verdana">    <br>    e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:ju_broch@hotmail.com" target="_blank">ju_broch@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Merksey]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bogduk]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[IASP Pain terminology.]]></article-title>
<source><![CDATA[Classification of chronic pain: descriptions of chronic pain syndromes and definition of pain terms]]></source>
<year>1994</year>
<month>.</month>
<edition>2.</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Seatle ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IASP Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
