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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Acrylic resins are the most commonly used materials in the fabrication of occlusal splints, however they present critical properties in terms of strength and longevity. Objective: this study sought to assess the flexural strength of two acrylic resins with thermal polymerization used in occlusal orthotics: (Vipi Cril Plus&#8482;) and (Vipi Wave&#8482;). Materials and method: 80 test samples were prepared and divided according to the polymerization method: conventional and microwave. The specimens of each group (n=10) were immersed in distilled water (control group) and artificial saliva (test group), and stored in a bacteriological oven at 37 °C for periods of 7 and 15 days. Subsequently, the samples were subjected to mechanical bending tests on three points. Results: Statistical analysis showed a significant difference (p=0.02) between the groups, when compared to the type of polymerization. However, there was no significant statistical difference between the substances of specimens' storage, and there was also no difference regarding storage periods. Conclusion: It was possible to conclude that polymerization by microwave energy showed higher flexural strength than the conventional polymerization condition, showing no influence of artificial saliva or immersion time.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>An&aacute;lise da resist&ecirc;ncia flexural de resinas acr&iacute;licas termopolimeriz&aacute;veis utilizadas em placas oclusais</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Analysis of flexural strength of acrylic resins with thermal polymerization used in occlusal splint</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Juliana Maria Porto Meireles de Andrade<sup>I</sup>;L&uacute;cia Helena Marques de Almeida Lima<sup>II</sup>;Alcione Barbosa Lira de Farias<sup>III</sup>Ana Isabella Arruda Meira Ribeiro<sup>II</sup>;Carmem Dolores de S&aacute; Cat&atilde;o<sup>IV</sup>;George Carlos dos Santos Anselmo<sup>V</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia - Universidade Estadual de Campina Grande (UEPB), PB, Brasil.    <br>   <sup>II</sup> Professoras Doutoras do Departamento de Odontologia - Universidade Estadual de Campina Grande (UEPB), PB, Brasil.    <br>   <sup>III</sup>Professora Mestre do Departamento de Odontologia - Universidade Estadual de Campina Grande (UEPB), PB, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>IV</sup>Professora Doutora do Departamento de Medicina e Enfermagem &ndash; Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), PB, Brasil.    <br>   <sup>V</sup>Doutorando em Ci&ecirc;ncias e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), PB, Brasil.</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As resinas acr&iacute;licas s&atilde;o os materiais mais comumente empregados para a confec&ccedil;&atilde;o de &oacute;rteses oclusais, contudo, apresentam propriedades cr&iacute;ticas no que tange &agrave; resist&ecirc;ncia e longevidade. Objetivo: o presente estudo buscou avaliar a resist&ecirc;ncia flexural de duas resinas acr&iacute;licas termopolimeriz&aacute;veis empregadas em &oacute;rteses oclusais: (Vipi Cril Plus&reg;) e (Vipi Wave&reg;). Materiais e m&eacute;todo: 80 corpos-de-prova foram confeccionados e divididos de acordo com o m&eacute;todo de polimeriza&ccedil;&atilde;o: convencional e por micro-ondas. Os corpos-de-prova de cada grupo (n=10) foram imersos em &aacute;gua destilada (grupo controle) e saliva artificial (grupo teste) e armazenados em estufa bacteriol&oacute;gica a 37 oC durante os per&iacute;odos de 7 e 15 dias. Posteriormente, as amostras foram submetidas ao ensaio mec&acirc;nico de flex&atilde;o em tr&ecirc;s pontos. Resultados: A an&aacute;lise estat&iacute;stica mostrou que houve diferen&ccedil;a significativa (p=0,02) entre os grupos, quando comparado o tipo de polimeriza&ccedil;&atilde;o. Entretanto, n&atilde;o apresentou diferen&ccedil;a estat&iacute;stica significativa entre as subst&acirc;ncias de armazenamento dos corpos-de-prova, bem como, tamb&eacute;m n&atilde;o revelou diferen&ccedil;a quanto aos per&iacute;odos de armazenagem. Conclus&atilde;o: pode-se concluir que a polimeriza&ccedil;&atilde;o por energia de micro-ondas apresentou maior resist&ecirc;ncia flexural do que a condi&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o convencional, n&atilde;o evidenciando influ&ecirc;ncia da saliva artificial nem do tempo de imers&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>Resinas acr&iacute;licas. Placas oclusais. Polimeriza&ccedil;&atilde;o.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Acrylic resins are the most commonly used materials in the fabrication of occlusal splints, however they present critical properties in terms of strength and longevity. Objective: this study sought to assess the flexural strength of two acrylic resins with thermal polymerization used in occlusal orthotics: (Vipi Cril Plus&trade;) and (Vipi Wave&trade;). Materials and method: 80 test samples were prepared and divided according to the polymerization method: conventional and microwave. The specimens of each group (n=10) were immersed in distilled water (control group) and artificial saliva (test group), and stored in a bacteriological oven at 37 &deg;C for periods of 7 and 15 days. Subsequently, the samples were subjected to mechanical bending tests on three points. Results: Statistical analysis showed a significant difference (p=0.02) between the groups, when compared to the type of polymerization. However, there was no significant statistical difference between the substances of specimens' storage, and there was also no difference regarding storage periods. Conclusion: It was possible to conclude that polymerization by microwave energy showed higher flexural strength than the conventional polymerization condition, showing no influence of artificial saliva or immersion time.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Acrylic resins. Occlusal splints. Polymerization.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular (DTM) &eacute; um termo gen&eacute;rico que engloba v&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de desordens da articula&ccedil;&atilde;o temporomandibular desde altera&ccedil;&otilde;es articulares, miofasciais at&eacute; mesmo sensoriais<sup>1,2</sup>. Essas disfun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o caracterizadas primeiramente por dor, ru&iacute;dos articulares e fun&ccedil;&otilde;es irregulares ou limitadas da mand&iacute;bula<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A DTM apresenta etiologia multifatorial, podendo estar associada a h&aacute;bitos parafuncionais como o bruxismo do sono e/ou bruxismo em vig&iacute;lia<sup>4</sup>. Dentre as modalidades conservadoras e revers&iacute;veis de tratamento, tem-se o uso de placas oclusais<sup>5,6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As placas oclusais, tamb&eacute;m chamadas de &oacute;rteses oclusais, protetor de mordida, protetor noturno, placa interoclusal ou aparelho ortop&eacute;dico, s&atilde;o dispositivos amplamente utilizados como tratamento coadjuvante dos sintomas da DTM, bem como, s&atilde;o recomendadas para pacientes que exibem alto &iacute;ndice de apertamento e bruxismo<sup>7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As &oacute;rteses oclusais r&iacute;gidas podem ser confeccionadas em resina acr&iacute;lica termopolimeriz&aacute;vel<sup>8</sup> (por polimeriza&ccedil;&atilde;o convencional e por micro-ondas) ou autopolimeriz&aacute;vel e com comp&oacute;sitos<sup>9</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Embora a resina acr&iacute;lica seja o principal componente na confec&ccedil;&atilde;o de placas oclusais, algumas apresentam fratura por queda do aparelho ou por fadiga do material diante do uso<sup>10</sup>. Um dos fatores relacionados &agrave; fratura &eacute; a resist&ecirc;ncia flexural que &eacute; a capacidade de um determinado material em resistir &agrave;s for&ccedil;as que provocam a sua curvatura sem ser fraturado ou sofrer deforma&ccedil;&atilde;o excessiva<sup>11,12</sup>. Essa importante propriedade apresentada pelas resinas pode ser justificada pelo desenvolvimento inicial de microfraturas nas &aacute;reas onde se concentram as tens&otilde;es at&eacute; a ruptura completa do material<sup>13</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dessa forma, considerando a relev&acirc;ncia de estudos que abordem a longevidade das &oacute;rteses oclusais empregadas no tratamento dos sintomas do bruxismo, o presente estudo se prop&ocirc;s a avaliar in vitro a resist&ecirc;ncia flexural de diferentes resinas acr&iacute;licas termicamente ativadas utilizadas na confec&ccedil;&atilde;o desses dispositivos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Materiais e m&eacute;todo</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram selecionados dois tipos de resinas acr&iacute;licas termicamente ativadas (RAAT), uma por polimeriza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do m&eacute;todo convencional (Vipi Cril Plus&reg; , Vipi Ind&uacute;stria, Com&eacute;rcio, Exporta&ccedil;&atilde;o e Importa&ccedil;&atilde;o de Produtos Odontol&oacute;gicos Ltda, Pirassununga, SP, Brasil) e outra por meio da energia de micro-ondas (Vipi Wave&reg;, Vipi Ind&uacute;stria, Com&eacute;rcio, Exporta&ccedil;&atilde;o e Importa&ccedil;&atilde;o de Produtos Odontol&oacute;gicos Ltda, Pirassununga, SP, Brasil).</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A confec&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o dos ensaios mec&acirc;nicos dos esp&eacute;cimes foram realizadas seguindo os par&acirc;metros determinados pela especifica&ccedil;&atilde;o n&ordm; 12 da ADA (American Dental Association)14 e pela norma para ensaios mec&acirc;nicos ASTM D-790-10 (2010). Foram confeccionados 40 corpos de provas de cada resina acr&iacute;lica, atrav&eacute;s de uma matriz em a&ccedil;o inoxid&aacute;vel no formato de barras retangulares, com arestas n&iacute;tidas nas dimens&otilde;es de 67 mm x 12,5 mm x 2,55 mm, resultando num total de 80 amostras.</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As muflas met&aacute;licas para o ciclo de polimeriza&ccedil;&atilde;o convencional e as de pl&aacute;stico refor&ccedil;adas com fibras de vidro para o ciclo de polimeriza&ccedil;&atilde;o por energia de micro-ondas foram previamente isoladas com vaselina s&oacute;lida e preenchidas com gesso pedra tipo III (Herodent Soli-Rock&reg;, Vigodent, Rio de Janeiro, RJ, Brasil), sobre o qual foram posicionadas tr&ecirc;s matrizes met&aacute;licas com distanciamento de 1 cm entre cada uma delas.</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Sobre as matrizes met&aacute;licas foi colocada silicona de condensa&ccedil;&atilde;o (Zetalabor&reg; &ndash; Zhermack, Rovigo, It&aacute;lia) para formar uma muralha e facilitar a confec&ccedil;&atilde;o das amostras em resina acr&iacute;lica. </font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Posteriormente, a contra mufla foi preenchida com o mesmo gesso pedra tipo III e submetida a uma carga de 1250 Kgf na prensa hidr&aacute;ulica. Ap&oacute;s a cristaliza&ccedil;&atilde;o do gesso, a contra mufla foi removida ficando vis&iacute;vel a c&oacute;pia negativa das matrizes met&aacute;licas na silicona de condensa&ccedil;&atilde;o.</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Feita a remo&ccedil;&atilde;o destas barras met&aacute;licas, o gesso presente na mufla e contra mufla recebeu duas camadas de isolante para gesso (CEL LAC SS White Artigos Dent&aacute;rios Ltda, Rio de Janeiro, RJ, Brasil), em seguida, fez-se a manipula&ccedil;&atilde;o da resina acr&iacute;lica nas propor&ccedil;&otilde;es especificadas pelo fabricante e os espa&ccedil;os obtidos sobre a silicona de condensa&ccedil;&atilde;o foram preenchidos com resina acr&iacute;lica na fase pl&aacute;stica.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em seguida, a resina foi coberta por um filme pl&aacute;stico de polietileno de alta densidade e submetida a uma prensagem de forma lenta e gradual at&eacute; se estabelecer uma press&atilde;o inicial de 750 Kgf e final de 1000 Kgf. Ap&oacute;s retirar o filme pl&aacute;stico e o excesso de material, a mufla foi fechada novamente e realizou-se a prensagem definitiva (1250 Kgf). Aguardou-se 20 minutos antes da polimeriza&ccedil;&atilde;o.</font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em seguida, a mufla foi levada &agrave; panela de alum&iacute;nio e ao forno micro-ondas conforme o tipo de resina utilizada. Na polimeriza&ccedil;&atilde;o convencional, a mufla foi acomodada, em uma panela com 3 litros de &aacute;gua fria, ligou-se o fog&atilde;o com chama baixa por 30 minutos, ent&atilde;o a chama foi aumentada e manteve-se a fervura por 90 minutos, em seguida, desligou-se a chama. J&aacute; para a polimeriza&ccedil;&atilde;o por micro-ondas, a mufla foi acomodada em forno dom&eacute;stico de micro-ondas com pot&ecirc;ncia de 800 W, por 20 minutos com 10/20% de pot&ecirc;ncia (baixa) e mais 5 minutos com 50/60% da pot&ecirc;ncia (m&eacute;dia). Aguardou-se o resfriamento completo das muflas para posterior abertura. </font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a demuflagem, os corpos-de-prova foram submetidos ao acabamento e polimento pelo m&eacute;todo mec&acirc;nico em lixadeira manual sob refrigera&ccedil;&atilde;o constante, a uma sequ&ecirc;ncia de tr&ecirc;s lixas d'&aacute;gua para polimento de diferentes granula&ccedil;&otilde;es de carbeto de sil&iacute;cio n&ordm; 400, 600 e 1200 (Norton&reg;, Saint-Gobain, Fran&ccedil;a) em ordem crescente de granula&ccedil;&otilde;es at&eacute; atingirem as dimens&otilde;es adequadas. Para o polimento final, foi usado um disco de feltro embebido em solu&ccedil;&atilde;o diamantada com granulometria de 1&mu;m, 0,3&mu;m e 0,05&mu;m (Buehler), em uma polidora autom&aacute;tica Politriz Universal APL-4 (Arotec&reg;, Cotia, SP, Brasil), durante um minuto, para cada solu&ccedil;&atilde;o. A aferi&ccedil;&atilde;o das dimens&otilde;es foi realizada com paqu&iacute;metro digital (Stainless Harddened Stainless Sales Corporation, Chicago, USA) at&eacute; atingirem as dimens&otilde;es de 65 mm de comprimento 10 mm de largura e 2,5 mm de espessura. </font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Posteriormente, os corpos de prova foram distribu&iacute;dos equitativamente entre os grupos conforme a <a href="#tab01">Tabela 1</a>.</font>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n1/a16tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s o armazenamento nas respectivas solu&ccedil;&otilde;es, as amostras foram colocadas em estufa bacteriol&oacute;gica a 37 &deg;C durante o per&iacute;odo de 7 e 15 dias, para posterior realiza&ccedil;&atilde;o dos testes laboratoriais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O ensaio mec&acirc;nico para registro da resist&ecirc;ncia flexural e c&aacute;lculo do m&oacute;dulo de elasticidade foi realizado atrav&eacute;s de um teste de carga em tr&ecirc;s pontos. Os testes foram executados atrav&eacute;s de uma m&aacute;quina universal de ensaios Instron 5582 (Instron Ltda, Barueri, SP Brasil), obedecendo aos par&acirc;metros estabelecidos pela norma ASTM D-790-10 (2010). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao final dos intervalos de tempo supracitados, os corpos-de-prova foram submetidos ao teste de ensaio de resist&ecirc;ncia flexural de tr&ecirc;s pontos continuamente at&eacute; a fratura, por meio de dois apoios localizados a 50 mm um do outro e carga de flex&atilde;o aplicada no centro do corpo-de-prova. O teste foi executado com o aux&iacute;lio de uma c&eacute;lula de carga de 100N, partindo de 0 at&eacute; 100N, com aumento gradativo de 5N, com uma pr&eacute;-carga inicial de 0,5N. A velocidade do cabe&ccedil;ote foi constante em 5mm/min<sup>15</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Essa situa&ccedil;&atilde;o cria tens&otilde;es de natureza complexa, com o in&iacute;cio da fratura na zona de aplica&ccedil;&atilde;o da carga e t&eacute;rmino na &aacute;rea de tra&ccedil;&atilde;o, com forma&ccedil;&atilde;o de microtrincas. Os corpos de prova foram submetidos &agrave; carga compressiva at&eacute; a fratura. Aqueles que n&atilde;o sofreram a fratura, foram expostos &agrave; deforma&ccedil;&atilde;o at&eacute; uma deflex&atilde;o m&aacute;xima registrada em mil&iacute;metros pela m&aacute;quina de teste, a partir da qual o ensaio era interrompido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os valores em MPa da resist&ecirc;ncia flexural (&sigma;) foram obtidos utilizando a seguinte f&oacute;rmula: &sigma; = 3FI/2 bh&sup2;, onde F &eacute; a carga m&aacute;xima em Newton; i a dist&acirc;ncia entre os suportes, isto &eacute;, 50mm; b a largura dos esp&eacute;cimes e h a altura dos esp&eacute;cimes<sup>15</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para se obter o valor em Newton suportado por cada corpo de prova, multiplicou-se o valor em Kgf registrado pela m&aacute;quina Instron 5582 (Instron Ltda. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil) pelo valor aproximado da for&ccedil;a de gravidade, ou seja, 9,807.</font></p>     <p>&nbsp;</p>         <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados</b> </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">P&ocirc;de-se perceber que a polimeriza&ccedil;&atilde;o por micro-ondas apresentou maior m&eacute;dia de resist&ecirc;ncia flexural no 7&ordm; dia tanto para a condi&ccedil;&atilde;o de saliva artificial, quanto para a condi&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua destilada (<a href="#tab02">Tab. 2</a>). Esse padr&atilde;o n&atilde;o foi observado na polimeriza&ccedil;&atilde;o convencional, pois, se na condi&ccedil;&atilde;o de saliva artificial o 7&ordm; dia apresentou maior m&eacute;dia de resist&ecirc;ncia, para a condi&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua destilada, a maior m&eacute;dia de resist&ecirc;ncia foi para o 15&ordm; dia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi encontrado, ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o da An&aacute;lise de Vari&acirc;ncia Fatorial (ANOVA), um efeito estatisticamente significativo quanto ao tipo de polimeriza&ccedil;&atilde;o na resist&ecirc;ncia flexural das resinas (p&lt;0,02) (<a href="#tab03">Tab. 3</a>). Assim como, foi verificada uma diferen&ccedil;a estatisticamente significante da resist&ecirc;ncia entre os m&eacute;todos de polimeriza&ccedil;&atilde;o (<a href="#tab04">Tab. 4</a>), mostrando que a polimeriza&ccedil;&atilde;o por energia de microondas apresentou maior m&eacute;dia que a condi&ccedil;&atilde;o de polimeriza&ccedil;&atilde;o convencional (<a href="#fig01">Fig. 1</a>).</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n1/a16tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n1/a16tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n1/a16tab04.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v19n1/a16fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>          <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As resinas acr&iacute;licas s&atilde;o compostas pelo p&oacute; de polimetilmetacrilato (PMMA) e mon&ocirc;mero de metilmetacrilato (MMA)<sup>16</sup>. Desde o seu surgimento, h&aacute; mais de 60 anos, continua sendo o material mais utilizado para a confec&ccedil;&atilde;o de bases prot&eacute;ticas e &oacute;rteses oclusais por apresentar qualidades est&eacute;ticas, facilidade de manipula&ccedil;&atilde;o<sup>17</sup>, bom ajuste e polimento<sup>18</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O conhecimento das propriedades f&iacute;sicas e qu&iacute;micas das resinas acr&iacute;licas empregadas na odontologia foi fundamental para o estabelecimento da Especifica&ccedil;&atilde;o n&ordm; 12 para pol&iacute;meros acr&iacute;licos da American Dental Association<sup>14</sup> utilizada neste trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Posteriormente, a possibilidade da utiliza&ccedil;&atilde;o do calor seco, proporcionado pela energia gerada pelas micro-ondas para a polimeriza&ccedil;&atilde;o das resinas acr&iacute;licas, levou ao desenvolvimento de um tipo espec&iacute;fico de resina. O tempo de processamento laboratorial reduzido, quando empregado este m&eacute;todo, assume um car&aacute;ter diferencial importante na escolha desta t&eacute;cnica, uma vez que n&atilde;o ocorre perda das propriedades f&iacute;sicas, qu&iacute;micas e mec&acirc;nicas consideradas necess&aacute;rias a uma pr&oacute;tese adequada<sup>19</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dessa forma, a polimeriza&ccedil;&atilde;o por microondas est&aacute; sendo indicada como uma solu&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida e adequada em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; polimeriza&ccedil;&atilde;o tradicional em &aacute;gua<sup>20</sup>. Com o intuito de analisar a propriedade mec&acirc;nica da RAAT por polimeriza&ccedil;&atilde;o de micro-ondas, empregou-se a resina Vipi Wave&reg; neste estudo. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A varia&ccedil;&atilde;o do tempo de polimeriza&ccedil;&atilde;o e da pot&ecirc;ncia das micro-ondas aplicadas &agrave;s resinas acr&iacute;licas foi estudada por Ilbay et al.<sup>21</sup> (1994) e Botega et al.<sup>22</sup> (2004) que buscaram encontrar padr&otilde;es adequados de polimeriza&ccedil;&atilde;o. A correta utiliza&ccedil;&atilde;o desta energia depende do tempo e da pot&ecirc;ncia do aparelho<sup>23</sup>, a maioria dos autores emprega 3 minutos &agrave; pot&ecirc;ncia de 500W<sup>24,25</sup>. Blagojevic e Murphy<sup>26</sup> (1999) polimerizaram as resinas pelo mesmo tempo, por&eacute;m &agrave; pot&ecirc;ncia de 600W. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A polimeriza&ccedil;&atilde;o das RAAT por microondas, empregadas nesse estudo, obedeceu ao ciclo sugerido pelo fabricante da resina Vipi Wave&reg;. Esse fato pode ter influenciado na maior convers&atilde;o ou polimeriza&ccedil;&atilde;o dessa resina. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A resist&ecirc;ncia flexural corresponde a uma propriedade mec&acirc;nica dos materiais, normalmente avaliada por meio de um teste de carga de tr&ecirc;s pontos, que d&aacute; valores &agrave;s cargas suportadas por esses materiais submetidos &agrave; flex&atilde;o at&eacute; a sua fratura ou deforma&ccedil;&atilde;o permanente<sup>27</sup>. Esse teste mensura simultaneamente a tens&atilde;o, isto &eacute;, for&ccedil;a sobre unidade de &aacute;rea, de tra&ccedil;&atilde;o, de compress&atilde;o e de cisalhamento de um corpo de prova em forma de barra quando submetido a uma carga. A modifica&ccedil;&atilde;o resultante na barra &eacute; representada por uma deforma&ccedil;&atilde;o compressiva na regi&atilde;o superior e uma tra&ccedil;&atilde;o (alongamento) na regi&atilde;o inferior<sup>28</sup>. Em corpos finos o suficiente, como os que foram utilizados neste trabalho, h&aacute; um predom&iacute;nio de tens&otilde;es de tra&ccedil;&atilde;o ao longo da superf&iacute;cie inferior. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A resist&ecirc;ncia flexural e o m&oacute;dulo de elasticidade da resina s&atilde;o influenciados pelo grau de convers&atilde;o alcan&ccedil;ado com a sua t&eacute;cnica de polimeriza&ccedil;&atilde;o<sup>29</sup>. Quanto maior o grau de convers&atilde;o dos mon&ocirc;meros em pol&iacute;meros, maior a resist&ecirc;ncia da resina. Nesta pesquisa, o resultado apontou uma diferen&ccedil;a significativa (p=0,02) de m&eacute;dia de 6,59 entre os m&eacute;todos empregados, evidenciando que a t&eacute;cnica por energia de micro-ondas apresentou maior resist&ecirc;ncia que a convencional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ilbay et al.<sup>21</sup> constataram que a resina polimerizada por energia de micro-ondas foi mais resistente a falhas mec&acirc;nicas do que a polimerizada pelo m&eacute;t</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">odo convencional, corroborando os resultados deste estudo. Entretanto, discordaram dos achados de Levin et al.<sup>29</sup> (1989) que n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;a significativa em rela&ccedil;&atilde;o a porosidade, dureza e resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o de resinas acr&iacute;licas polimerizadas convencionalmente e por micro-ondas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Braun et al.<sup>30</sup> (2000), avaliando a altera&ccedil;&atilde;o dimensional em resinas polimerizadas pelo m&eacute;todo convencional e por energia de micro-ondas, observaram altera&ccedil;&otilde;es semelhantes nas duas t&eacute;cnicas, enquanto Goiato et al.<sup>31</sup> (2009) n&atilde;o relataram nenhuma altera&ccedil;&atilde;o dimensional em seus estudos. Embora n&atilde;o tenham sido avaliadas as altera&ccedil;&otilde;es dimensionais das resinas, neste trabalho, parece que o comportamento dimensional pode estar relacionado a um maior n&uacute;mero de poros, o que pode favorecer a introdu&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua dentro das cadeias polim&eacute;ricas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados desta pesquisa contrap&otilde;em os achados de Rached e Del Bel Cury<sup>32</sup> (2001) e Silva et al.<sup>33</sup> (2002), nos quais observou-se aus&ecirc;ncia de influ&ecirc;ncia desses fatores na resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o apresentada pelas resinas acr&iacute;licas convencionais e para micro-ondas, assim como aos achados de Koumjian e Nimmo<sup>34</sup>, que n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as na resist&ecirc;ncia flexural de amostras ap&oacute;s o armazenamento em &aacute;gua a 37 &deg;C durante 7 dias, quando comparado com o armazenamento em ambiente seco a 23 &deg;C no mesmo tempo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; resist&ecirc;ncia flexural da RAAT convencional, percebeu-se um decr&eacute;scimo na condi&ccedil;&atilde;o de armazenamento em saliva artificial entre os intervalos de 7 e 15 dias e um discreto aumento quando armazenada em &aacute;gua destilada. Esse aumento encontrado concordou com os achados de Maekawa et al.<sup>35</sup> em que observou-seque as m&eacute;dias de resist&ecirc;ncia aumentaram com o decorrer do tempo de imers&atilde;o em &aacute;gua destilada e saliva artificial a uma temperatura de 37 &deg;C. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A resina polimerizada, quando imersa, absorve &aacute;gua e essa quantidade de embebi&ccedil;&atilde;o, embora n&atilde;o muito grande, resulta em um intumescimento que ocorre na sua maior parte, ap&oacute;s duas semanas de imers&atilde;o em &aacute;gua destilada &agrave; temperatura de 37 &deg;C<sup>36</sup>. O intumescimento &eacute; causado pela introdu&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua na massa polimerizada que pode interferir nas liga&ccedil;&otilde;es cruzadas da cadeia polim&eacute;rica e, portanto, alterar as caracter&iacute;sticas do pol&iacute;mero resultante<sup>27</sup>. A ocorr&ecirc;ncia de tal efeito &eacute; caracterizada por uma maior mobilidade entre as cadeias do pol&iacute;mero, fazendo com que a &aacute;gua absorvida ocupe espa&ccedil;os entre essas cadeias<sup>37</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O resultado m&eacute;dio de resist&ecirc;ncia flexural da RAAT por micro-ondas encontrado foi semelhante aos demonstrados por alguns autores como Kounjian e Ninmo<sup>34</sup> (1990), 76,81 MPa, Ogawa et al.<sup>38</sup> (2000), 73,00 MPa, Haselton et al.<sup>39</sup> (2002), 97,90 MPa. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Algumas diferen&ccedil;as encontradas entre este estudo e os registrados na literatura podem ser justificadas por diversos fatores, pois h&aacute; algumas diferen&ccedil;as na composi&ccedil;&atilde;o entre os sistemas de resina PMMA dispon&iacute;veis na Odontologia, tanto no mercado nacional quanto em outros pa&iacute;ses, al&eacute;m de v&aacute;rias t&eacute;cnicas de processamento, desde a propor&ccedil;&atilde;o p&oacute;:l&iacute;quido at&eacute; a polimeriza&ccedil;&atilde;o e armazenamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A import&acirc;ncia da propor&ccedil;&atilde;o p&oacute;:l&iacute;quido est&aacute; no efeito direto sobre a quantidade de mon&ocirc;mero residual formado pela massa polim&eacute;rica final<sup>27</sup>, uma maior concentra&ccedil;&atilde;o deste mon&ocirc;mero pode interferir negativamente na resist&ecirc;ncia flexural pela forma&ccedil;&atilde;o de porosidades internas que concentram tens&otilde;es quando essa resina &eacute; submetida a uma carga qualquer<sup>27,28</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados deste estudo corroboraram os achados de Smith et al.<sup>40</sup> (1992) nos quais observou-seque as RAAT por energia de micro-ondas apresentaram maior dureza e menor flexibilidade que as convencionais. &Eacute; preciso considerar a realiza&ccedil;&atilde;o de futuros estudos que abordem a an&aacute;lise microestrutural das resinas acr&iacute;licas tanto ap&oacute;s a polimeriza&ccedil;&atilde;o, quanto em diferentes per&iacute;odos e subst&acirc;ncias de armazenamento, al&eacute;m de verificar a densidade dos corpos de prova e classificar as superf&iacute;cies de fratura.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&otilde;es</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados deste estudo mostraram que a polimeriza&ccedil;&atilde;o das RAAT por energia de micro-ondas apresentou maior resist&ecirc;ncia flexural do que a t&eacute;cnica convencional. Entretanto, n&atilde;o foram evidenciadas influ&ecirc;ncias da imers&atilde;o em saliva artificial nem do tempo de estocagem nesta propriedade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. La Touche R, Fern&aacute;ndez-De-Las-Pe&ntilde;as C, Fern&aacute;ndez-Carnero J, Escalante k, Angulo-D&iacute;az-Parre&ntilde;o S, Paris-Alemany A, et al. The effects of manual therapy and exercises directed at the cervical spine on pain sensitivity in patients with myofascial temporomandibular disorders. J Oral Rehabil 2009; (36):644-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=165403&pid=S1413-4012201400010001600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Nixdorf DR, John MT, Schierz O, Bereiter DA, Hellenkant G. Self-repoted severity of taste disturbances correlates with dysfunctional grade of TMD pain. J Oral Rehabil 2009; (36):792-800. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Oliveira VW. Disfun&ccedil;&otilde;es temporomandibulares. v. 6. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas; 2002. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Okeson, JP. Tratamento das Desordens Temporomandibulares e Oclus&atilde;o. </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. ed. S&atilde;o Paulo: Elsevier; 2013.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Alencar J&uacute;nior FGP, Aizawa AS, Camparis CM. Placas oclusais e suas indica&ccedil;&otilde;es no tratamento de pacientes com disfun&ccedil;&atilde;o craniomandibular (DCM). JBC J Bras Odontol Cl&iacute;n 1998; 2(11):56-62. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Issa JPM, Silva MAMR, Silva AMBR. Disfun&ccedil;&otilde;es temporomandibulares e suas implica&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas. Rev Dor 2005; 6(2):573-8.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Portero PP, Kern R, Kusma SZ, Grau-Grull&oacute;n P. Placas oclusais no tratamento da disfun&ccedil;&atilde;o temporomandibular (DTM). Rev Gest&atilde;o &amp; Sa&uacute;de 2009; 1(1):36-40.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Soboleva U, Jokstad A, Eckersberg T, Dahl Bl. Chewing movements in TMD patients and a control group before and after use of a stabilization splint. Int J Prosthodont 1998; 11(2):158-64. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Leib AM. Patient preference for light-cured composite bite splint compared to heat-cured acrylic bite splint. J Periodontol 2001; 72(8):1108-12. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Yamamoto ETC, Uemura ES, Maekawa MY, Bagni BA, Rosa RGS, Destro ASS. Avalia&ccedil;&atilde;o da resist&ecirc;ncia flexural de resinas acr&iacute;licas polimerizadas por dois m&eacute;todos. RSBO 2009; 6(2):148-54. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Silva LH, Tango RN, Kimpara ET, Saavedra GSFA, Paes-Junior TJA. Resist&ecirc;ncia &agrave; flex&atilde;o e microdureza da resina acr&iacute;lica quimicamente ativada submetida a tratamento por energia de microondas. Rev Ga&uacute;cha Odontol 2011; 59(2):237-42.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Xible AA, Tavarez RRJ, Ara&uacute;jo CPR, Bonachela WC. Effect of silica coating and silanization on flexural and compositeresin bond strengths of zirc&ocirc;nia posts: an in vitro study. J Prosthet Dent 2006; 95(3):224-9.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Soares RG, Botelho AL, Cecchin D, Cruvinel DR, Catuse ABCEB, Pagnano VO. Resist&ecirc;ncia flexural e rugosidade superficial de resinas acr&iacute;licas utilizadas para confec&ccedil;&atilde;o de placas oclusais. Rev Fac Odontol Univ Passo Fundo 2008; 13(3):60-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. American Dental Association. Specifications n&deg; 12 for denture base polymers. Councils on dental materials and devices, reports of councils and bureaus. J Am Dent Assoc 1975; (90):39-49. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Bastos LGC. Avalia&ccedil;&atilde;o da resist&ecirc;ncia flexional, do m&oacute;dulo de elasticidade e do tipo de fratura de uma resina acr&iacute;lica para restaura&ccedil;&otilde;es provis&oacute;rias-efeito de diversos tipos de refor&ccedil;os. &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado&#93;. Bauru: Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de S&atilde;o Paulo; 2003.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Rantala LI, Lastumaki TM, Pelotomaki T, Vallitu PK. Fatigue resistance of removable orthodontic appliance reinforced with glass fiber weave. J Oral Rehabil 2003; (30):501-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Straioto FG, Ricomini Filho AP, Fernandes Neto AJ, Del Bel Cury AA. Polytetrafluorethylene added to acrylic resins: Mechanical properties. Braz Dent J 2010; 21(1):55-9. 18. Koroglu A, Ozdemir T, Usanmaz A. Comparative study of the mechanical properties of fiber reinforced denture base resin. J Appl Polym Sci 2009; 113:716-20.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 19. Phoenix RD. Resinas para base de pr&oacute;tese total. In: Anusavice KJ. Phillips Materiais Dent&aacute;rios. 11.ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda; 2005. p. 679-713. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Duarte ARC, Ayb EA, Bonachela WC, Salvador MCG, Viera LF. Avalia&ccedil;&atilde;o de rugosidade superficial e resist&ecirc;ncia flexional de quatro resinas acr&iacute;licas utilizadas para pr&oacute;teses sobre implante, em fun&ccedil;&atilde;o imediata. UFES Rev Odontol 2006; 8(1):37-45.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 21. Ilbay SG, Gunever S, Alkumuru HN. Procesing dentures using microwave techinique. J Oral Rehabil 1994; 21(1):103-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Botega DM, de Souza Machado T, de Melo J&Aacute;, Garcia RC, Del Bel Cury AA. Polymerization time for a microwave-cured resin with multiple flasks. Braz Oral Res 2004; 18(1):23-8.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 23. Santos PH, Gomes EA, Pavan S,Vergari CE. Energia por microondas: efeito na estabilidade dimensional de resinas acr&iacute;licas. Rev Odont Univ C 2007; 19(1):84-9.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 24. Salim S, Sadamori S, Hamada T. The dimensional accuracy of retangular acrylic resin specimens cured by three denture bases processing methods. J Prosthet Dent St. Louis 1992; 67(6):879-81.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 25. Turck MD, Richards MW. Microwave processing for denture relines, repairs, and rebases. J Prosthet Dent St. Louis 1993; 69(3):340-3. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Blagojevic V, Murphy VM. Microwave polymerization of denture base materials. A comparative study. J Oral Rehabil Oxford 1999; 26(10):804-8.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 27. Anusavice KJ. Materiais dent&aacute;rios. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Donovan TE, Turst RG, Campagni WV. Phisical properties of acrylic polymerized by different techniques. J Prosthet Dent 1985; 54(4):522-4. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. Levin B, Sanders JL, Reitz PV. The use of microwave Energy for processing acrylic resins. J Prosthet 1989; 61(3):381-3.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 30. Braun KO, Rodrigue Garcia RCM, Rizzatti-Barbosa CM, Del Cury AA. Altera&ccedil;&atilde;o dimensional linear de resinas para bases de pr&oacute;teses polimerizadas com microondas. Pesqui Odontol 2000; 14(3):278-82.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 31. Goiato MC, Santos DM, Gennari Filho H, Zavanelli AC, Dekon SFC, Mancuso DN. Influence of investment, disinfection and storage on the microhardness of ocular resins. J Prosthodontics 2009; 18(1):32-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">32. Rached RN, Del Bel Cury AA. Heat-cured resin repaired with microwave-cured on: bond strength and surface texture. J Oral Rehabil 2001; 28(4):370-5.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 33. Silva FA, Silva TB, Rached RN, Del Bel Cury. Effect of intrinsic pigmentation on the fleural strengtn of mizowave-cured acrylic resin. Braz Dent J 2002; 13(3):205-7.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 34. Koumjian JH, Nimmo A. Evaluation of fracture resistance of resins used for provisional restorations. J Prosthet Dent 1990; 64:654-7 </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">35. Maekawa MY, Uemura ES, Borges ALS, Otari ER, Maekawa LE, Marcacci S. Estudo do efeito da saliva artificial na resist&ecirc;ncia flexural de resinas acr&iacute;licas para pr&oacute;tese. Rev Odont Univ SP 2006; 18(2):2161-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">36. Braden M. The absorption of water by acrylic resins and other materials. J Prosthet Dent 1964; 14(12):307-16.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 37. Pero AC, Barbosa DB, Marra J, Ruvolo-Filho AC, Compagnoli MA. Influence of microwave polymerization method and thickness on porosity of acrylic resin. J Prosthodont 2008; 17:125-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">38. Ogawa T, Tanaka M, Koyano K. Effect of water temperature during polymerization on strength of auto polymerizing resin. J Prosthet Dent 2000; 84(2):222-4.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 39. Haselton DR, Diaz-Arnold AM, Vargas MA. Flexural strength of provisional crown and fixed partial denture resins. Prosthet Dent 2002; 87(2):225-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">40. Smith LT, Powers JM, Ladd D. Mechanical properties of new denture resins polymerized by visible light, heat, and microwave energy. Int J Prosthodont 1992; 5(4):315-20.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Ana Isabella Arruda Meira Ribeiro BR 104, KM 119, S/N    <br> Condom&iacute;nio Na&ccedil;&otilde;es Residence Priv&ecirc; Quadra F, Lote 11    <br> CEP 58117-000 Lagoa Seca - PB     <br>   e-mail: <a href="mailto:isaro_jesus@hotmail.com" target="_blank">isaro_jesus@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 09/11/2013    <br> Aceito: 08/05/2014</b></font></p>      ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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<surname><![CDATA[La Touche]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
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<surname><![CDATA[Fernández-De-Las-Peñas]]></surname>
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<surname><![CDATA[Escalante]]></surname>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of manual therapy and exercises directed at the cervical spine on pain sensitivity in patients with myofascial temporomandibular disorders.]]></article-title>
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<year>2009</year>
<volume>36</volume>
<page-range>644-52.</page-range></nlm-citation>
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