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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comparação in vitro da resistência ao cisalhamento na interface "PAD" de resina/esmalte dentário]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Shear strength in vitro comparison in the "PAD" interface of dental resin/enamel]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: The present study compared shear strength in the pad interface of resin/enamel with three materials usually used for bonding lingual brackets. Materials and method: Forty-five specimens were created with bovine incisors inserted in composite resin Transbond XT (3M Unitek, Monrovia, USA) to simulate the pads, which were divided in three groups: Group I - bonding with resin Sondhi Rapid Set (3M Unitek, Monrovia, USA); Group II - bonding with sealant Maximum Cure (Reliance Orthodontic Products, Itasca, USA); Group III - bonding with resin Natural Flow (Dfl, Ind. e Com., Rio de Janeiro, Brazil). After bonding, the specimens were stored in distilled water at 37 °C for 24 hours. Then, specimens were submitted to shear strength testing using an Instron Universal testing machine at 0.5 mm/minute speed. Data were submitted to Analysis of Variance and means to Tukey's test (5%). Results: Shear strength mean values were 17.28 Mpa for Group I, 18.63 Mpa for Group II, and 24.33 Mpa for Group III. The results found for Group III were statistically higher than groups I and II, which showed no statistical differences between each other. Conclusions: The Natural Flow resin showed higher shear strength among the three tested materials, followed by Maximum Cure sealant, and Sondhi Rapid Set resin respectively; all materials tested showed proper shear strength to meet clinical needs.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Bráquetes.]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Colagem dentária.]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Dental bonding.]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Compara&ccedil;&atilde;o in vitro da resist&ecirc;ncia ao cisalhamento na interface "PAD" de resina/esmalte dent&aacute;rio</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Shear strength in vitro comparison in the "PAD" interface of dental resin/enamel</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Jo&atilde;o Sarmento Pereira Neto<sup>I</sup>; Leonardo Valdetaro Porto<sup>II</sup>; Maria Beatriz Borges de Ara&uacute;jo Magnani<sup>III</sup>; V&acirc;nia C&eacute;lia Vieira de Siqueira<sup>III</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Professor Associado da &Aacute;rea de Ortodontia da FOP/Unicamp, Departamento de Odontologia Infantil    <br>   <sup>II</sup> Especialista em Ortodontia pela FOP/Unicamp    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup> Professor-Doutor da &Aacute;rea de Ortodontia da FOP/Unicamp</font>    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: o presente estudo comparou a resist&ecirc;ncia ao cisalhamento na interface "pad" de resina/esmalte dent&aacute;rio em tr&ecirc;s materiais comumente utilizados para a colagem de br&aacute;quetes linguais. Materiais e m&eacute;todo: foram elaborados 45 corpos de prova com incisivos bovinos inclusos em resina composta Transbond XT (3M Unitek, Monrovia, USA) para simula&ccedil;&atilde;o dos "pads", os quais foram divididos em tr&ecirc;s grupos: Grupo I &ndash; a colagem com a resina Sondhi Rapid Set (3M Unitek, Monrovia, USA); Grupo II - a colagem com o selante Maximum Cure (Reliance Orthodontics Products, Itasca, USA); Grupo III &ndash; a colagem com a resina Natural Flow (Dfl, Ind e Com., Rio de Janeiro, Brasil). Ap&oacute;s a colagem, os corpos de prova foram armazenados em &aacute;gua destilada em uma temperatura m&eacute;dia de 37 &deg;C por 24 horas. Em seguida, foram submetidos a ensaio de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento em m&aacute;quina universal de ensaios a uma velocidade de 0,5mm/minuto. Os dados foram submetidos &agrave; An&aacute;lise de Vari&acirc;ncia, e as m&eacute;dias ao teste de Tukey (5%). Resultados: os valores m&eacute;dios de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento foram 17,28 Mpa para o Grupo I, 18,63 Mpa para o Grupo II e 24,33 Mpa para o grupo III. Os resultados encontrados para o Grupo III foram estatisticamente superiores aos grupos I e II, que n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas entre si. Conclus&otilde;es: a resina Natural Flow apresentou a maior resist&ecirc;ncia ao cisalhamento entre os tr&ecirc;s materiais testados, seguida pelo selante Maximum Cure e a resina Sondhi Rapid Set respectivamente; todos os materiais testados apresentaram resist&ecirc;ncia ao cisalhamento adequada para suprir as necessidades cl&iacute;nicas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Palavras-chave: </B>Br&aacute;quetes. Ortodontia. Colagem dent&aacute;ria.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objective: The present study compared shear strength in the pad interface of resin/enamel with three materials usually used for bonding lingual brackets. Materials and method: Forty-five specimens were created with bovine incisors inserted in composite resin Transbond XT (3M Unitek, Monrovia, USA) to simulate the pads, which were divided in three groups: Group I - bonding with resin Sondhi Rapid Set (3M Unitek, Monrovia, USA); Group II - bonding with sealant Maximum Cure (Reliance Orthodontic Products, Itasca, USA); Group III - bonding with resin Natural Flow (Dfl, Ind. e Com., Rio de Janeiro, Brazil). After bonding, the specimens were stored in distilled water at 37 &deg;C for 24 hours. Then, specimens were submitted to shear strength testing using an Instron Universal testing machine at 0.5 mm/minute speed. Data were submitted to Analysis of Variance and means to Tukey's test (5%). Results: Shear strength mean values were 17.28 Mpa for Group I, 18.63 Mpa for Group II, and 24.33 Mpa for Group III. The results found for Group III were statistically higher than groups I and II, which showed no statistical differences between each other. Conclusions: The Natural Flow resin showed higher shear strength among the three tested materials, followed by Maximum Cure sealant, and Sondhi Rapid Set resin respectively; all materials tested showed proper shear strength to meet clinical needs.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Keywords: </B>Brackets. Orthodontics. Dental bonding.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A falha na colagem de br&aacute;quetes &eacute; um problema que, rotineiramente, atrapalha o decorrer do tratamento ortod&ocirc;ntico, especialmente quando se usam aparelhos linguais. Uma eficiente ades&atilde;o do br&aacute;quete ao dente &eacute;, portanto, fundamental para que a ortodontia lingual seja integrada com sucesso ao dia a dia do consult&oacute;rio dent&aacute;rio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A adequada ades&atilde;o dos br&aacute;quetes ao esmalte dent&aacute;rio, ap&oacute;s a colagem, depende de fatores como o tipo e a efic&aacute;cia dos sistemas adesivos utilizados, o tipo de base do acess&oacute;rio ortod&ocirc;ntico, o tempo adequado do condicionamento &aacute;cido, a lavagem, a secagem e o controle da umidade e da contamina&ccedil;&atilde;o<sup>1-2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Devido &agrave; grande varia&ccedil;&atilde;o anat&ocirc;mica entre as faces linguais dos dentes, a colagem dos br&aacute;quetes requer uma etapa laboratorial, na qual ser&aacute; realizada a padroniza&ccedil;&atilde;o das faces por meio da confec&ccedil;&atilde;o dos "pads" com resina composta<sup>3,4</sup>. Segundo Kurz et al.<sup>5</sup>(1982), o desenvolvimento da ortodontia lingual foi proposto pelo autor em 1975, devido &agrave; sua insatisfa&ccedil;&atilde;o com a est&eacute;tica oferecida pelos br&aacute;quetes pl&aacute;sticos vestibulares. Ent&atilde;o, juntamente com os engenheiros da Ormco, ele come&ccedil;ou a trabalhar no projeto de um br&aacute;quete lingual que deveria seguir, inicialmente, tr&ecirc;s crit&eacute;rios b&aacute;sicos: oferecer o mesmo grau de controle obtido com os br&aacute;quetes vestibulares convencionais, ser pequeno e confort&aacute;vel e ter o maior grau de semelhan&ccedil;a poss&iacute;vel com os br&aacute;quetes edgewise vestibulares. "Estes br&aacute;quetes foram produzidos com a&ccedil;o inoxid&aacute;vel e a dimens&atilde;o variava de acordo com cada dente, com "slots" 0,018", paralelos ao plano oclusal, do tipo edgewise. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A colagem indireta na ortodontia lingual &eacute; absolutamente necess&aacute;ria, em raz&atilde;o da exist&ecirc;ncia de grandes diferen&ccedil;as anat&ocirc;micas entre as faces linguais dos dentes, havendo ainda a necessidade da padroniza&ccedil;&atilde;o dessas faces por meio da confec&ccedil;&atilde;o de uma base de resina durante a etapa laboratorial, denominada de "pad". Tamb&eacute;m deve ser observado o correto posicionamento dos br&aacute;quetes linguais j&aacute; que as dobras de compensa&ccedil;&atilde;o no arco lingual s&atilde;o muito mais dif&iacute;ceis de serem feitas<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dentro desse contexto, o presente estudo avaliou a resist&ecirc;ncia ao cisalhamento e a efic&aacute;cia do selante Maximum Cure e das resinas Sondhi Rapid-Set e Natural Flow, na ades&atilde;o dos "pads" de resina Transbond XT ao esmalte dent&aacute;rio.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Materiais e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram utilizados 45 incisivos bovinos permanentes, rec&eacute;m-extra&iacute;dos provenientes de abate e fornecidos pelo Frigor&iacute;fico Angelelli Ltda, selecionados de acordo com os seguintes crit&eacute;rios: coroas intactas, aus&ecirc;ncia de desmineraliza&ccedil;&atilde;o, trincas e fraturas cujo projeto foi submetido ao Ceua/Unicamp sob o n&uacute;mero 3667-1. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para simula&ccedil;&atilde;o dos "pads" de resina, foram feitos 45 cilindros com Transbond XT (3M &ndash; Unitek, Monrovia, USA), 24 horas antes da colagem. As dimens&otilde;es dos cilindros foram padronizadas por meio do uso de c&acirc;nulas transl&uacute;cidas com 4 mm de di&acirc;metro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Sistemas de ades&atilde;o</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nesse experimento foram avaliados o selante Maximum Cure, e as resinas Sondhi Rapid-Set, e Natural Flow. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os materiais utilizados est&atilde;o detalhados no <a href="#quad01">Quadro I</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="quad01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n1/a03quad01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os m&eacute;todos foram comparativos, in vitro, com todos os procedimentos referentes ao preparo da amostra seguindo o protocolo estabelecido pela International Organization for Standardization, na especifica&ccedil;&atilde;o TR 11405. A presente pesquisa seguiu as recomenda&ccedil;&otilde;es de Wiechmann<sup>7</sup> (2000) e Romano<sup>8</sup> (2003). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a extra&ccedil;&atilde;o, os dentes bovinos foram limpos com curetas periodontais (Duflex, Juiz de Fora, Brasil), armazenados em recipientes pl&aacute;sticos (Tupperware) contendo solu&ccedil;&atilde;o de soro fisiol&oacute;gico a 0,9% (Sanoclear, Pouso Alegre, Brasil) e estocados em geladeira &agrave; temperatura m&eacute;dia de 4&deg;C. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dentes foram lavados e secados. A seguir, as ra&iacute;zes foram inclu&iacute;das em cilindros de resina acr&iacute;lica incolor, quimicamente ativada (Vipi Flash, DentalVipi, Pirassununga, Brasil), da seguinte forma: em caixa de madeira, medindo 7 cm de largura, 30 cm de comprimento e 5 cm de altura. Foi vertida cera utilidade liquefeita (Wilson, S&atilde;o Paulo, Brasil) at&eacute; o preenchimento total da caixa. Em seguida, a coroa e uma parte da raiz do dente foram introduzidas na cera plastificada, at&eacute; atingir a profundidade desejada. Na coloca&ccedil;&atilde;o do dente na cera, teve-se o cuidado de posicionar a face vestibular perpendicular ao fundo da caixa de madeira. Nessa posi&ccedil;&atilde;o, o restante da raiz foi centralizado em tubo de P.V.C. (Akros, Brasil), com 20 mm de di&acirc;metro interno por 20 mm de altura. Ap&oacute;s esse procedimento, a mistura de mon&ocirc;mero e pol&iacute;mero foi proporcionada, manipulada de acordo com as instru&ccedil;&otilde;es do fabricante e vertida no interior do tubo de P.V.C. na fase arenosa, sob vibra&ccedil;&atilde;o (Vibrador VH, Araraquara, Brasil). Ap&oacute;s a coloca&ccedil;&atilde;o de resina, os excessos foram removidos da base inferior do troquel com esp&aacute;tula Le Cron (Duflex, Juiz de Fora, Brasil). Em seguida, as coroas dos dentes foram removidas da cera e limpadas. Para verificar o correto posicionamento da coroa, foi utilizado um esquadro de vidro em &acirc;ngulo de 90&deg;, apoiado na parte superior do troquel e na face vestibular do dente. Os dentes que n&atilde;o estavam bem posicionados foram exclu&iacute;dos do experimento. O conjunto dente-tubo de P.V.C., preenchido com resina, foi numerado para melhor identifica&ccedil;&atilde;o do corpo-de-prova e novo armazenamento em solu&ccedil;&atilde;o de soro fisiol&oacute;gico a 0,9%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a inclus&atilde;o na face vestibular de cada dente, foi realizada profilaxia com ta&ccedil;a de borracha e pedra-pomes sem fl&uacute;or (S.S. White, Petr&oacute;polis, RJ, Brasil) e &aacute;gua por 10 segundos, procedimento seguido de lavagem e secagem pelo mesmo tempo com seringa tr&iacute;plice (Dabi Atlante, Ribeir&atilde;o Preto, SP, Brasil). A cada cinco profilaxias, a ta&ccedil;a de borracha foi substitu&iacute;da para garantir a qualidade e a padroniza&ccedil;&atilde;o do procedimento. A colagem dos "pads" na face vestibular foi para facilitar a adapta&ccedil;&atilde;o dos corpos-de-prova na m&aacute;quina universal para leitura do cisalhamento, conforme se observa na <a href="#fig01">Figura 1</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n1/a03fig01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os 45 dentes bovinos foram divididos em 3 grupos:     <br><B>Grupo I</B> &ndash; O esmalte bovino foi jateado com &oacute;xido de alum&iacute;nio 50&mu;m (Bio-Art, S&atilde;o Carlos, S&atilde;o Paulo, Brasil), no centro da superf&iacute;cie vestibular numa &aacute;rea correspondente ao tamanho da base do cilindro de resina, a uma dist&acirc;ncia de 5mm, por 3 segundos, lavado e seco. Em seguida, foi realizado na mesma &aacute;rea o condicionamento com &aacute;cido fosf&oacute;rico a 37% por 30 segundos, lavagem e secagem pelo mesmo tempo. Os cilindros foram colados com a resina Sondhi Rapid-Set de acordo com as instru&ccedil;&otilde;es do fabricante.     <br><B>Grupo II</B> &ndash; O esmalte bovino foi jateado com &oacute;xido de alum&iacute;nio 50&mu;m (Bio-art, S&atilde;o Carlos, S&atilde;o Paulo, Brasil), no centro da superf&iacute;cie vestibular numa &aacute;rea correspondente ao tamanho da base do cilindro de resina, a uma dist&acirc;ncia de 5mm, por 3 segundos, lavado e secado. Em seguida, foi realizado, na mesma &aacute;rea, o condicionamento com &aacute;cido fosf&oacute;rico a 37%, durante 30 segundos, procedendo-se a lavagem e a secagem pelo mesmo tempo. Os cilindros foram colados com o selante Maximum Cure de acordo com as instru&ccedil;&otilde;es do fabricante. <B>Grupo III</B> - O esmalte bovino foi jateado com &oacute;xido de alum&iacute;nio 50&mu;m (Bio-art, S&atilde;o Carlos, S&atilde;o Paulo, Brasil), no centro da superf&iacute;cie ves</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">tibular numa &aacute;rea correspondente ao tamanho da base do cilindro de resina, a uma dist&acirc;ncia de 5mm, por 3 segundos, lavado e seco. Em seguida, foi realizado, na mesma &aacute;rea, o condicionamento com &aacute;cido fosf&oacute;rico a 37%, durante 30 segundos, efetivando-se tamb&eacute;m a lavagem e a secagem pelo mesmo tempo. Os cilindros foram colados com a resina Natural Flow de acordo com as instru&ccedil;&otilde;es do fabricante.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Colagem dos cilindros de resina</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para esse procedimento foram elaborados 45 cilindros de resina (Transbond XT, 3M Unitek, Monrovia, EUA) com di&acirc;metro de 4 mm, 24 horas antes do momento da colagem. Os cilindros foram posicionados nas faces vestibulares dos dentes com aux&iacute;lio de pin&ccedil;a (Duflex, Juiz de Fora, Brasil). Todas as colagens foram realizadas pelo mesmo operador. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos grupos nos quais foram utilizados os materiais Sondhi Rapid-Set, e Maximum Cure, ap&oacute;s o correto posicionamento dos cilindros, esses foram mantidos em posi&ccedil;&atilde;o at&eacute; que o tempo de polimeriza&ccedil;&atilde;o fosse atingido. No grupo no qual foi utilizada a resina Natural Flow, os cilindros de resina foram posicionados e, em seguida, a colagem foi fotoativada por 40 segundos, com um aparelho XL 1500 (3M, Brasil). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a colagem, os corpos de prova foram armazenados em &aacute;gua destilada, em estufa a 37 &deg;C, por vinte e quatro horas. Ensaio de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Ensaio de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O ensaio de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento dos cilindros de resina foi efetuado em uma m&aacute;quina universal de ensaios mec&acirc;nicos Instron 4411 (Instron Corp., Canton, MA, USA). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A ponta ativa em cinzel foi adaptada na interface esmalte/cilindro de resina, imprimindo esfor&ccedil;o de cisalhamento nesta interface a uma velocidade de 0,5 mm por minuto. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os valores de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento foram obtidos em kgf e convertidos em MPa, de acordo com a f&oacute;rmula:    <br> RC = F/A    <br> Em que: RC = resist&ecirc;ncia ao cisalhamento F = for&ccedil;a necess&aacute;ria para remo&ccedil;&atilde;o do cilindro de resina A = &aacute;rea da base do cilindro (12,5 mm&sup2;)     <br>Sendo: 1 kgf = 9,807 Newton (N) MPa = N/mm&sup2; (base do cilindro) Os dados de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento foram submetidos &agrave; An&aacute;lise de Vari&acirc;ncia (ANOVA) e as m&eacute;dias ao teste de Tukey (5%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para compara&ccedil;&atilde;o dos valores de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento da colagem foi aplicada a An&aacute;lise de Vari&acirc;ncia (ANOVA) e o teste de Tukey, com signific&acirc;ncia de 5%, tendo sido encontrada diferen&ccedil;a estat&iacute;stica significante entre os grupos (p=0,002), conforme visto na <a href="#tab01">Tabela 1</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n1/a03tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A <a href="#tab01">Tabela 1</a> mostra que o os valores de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento do grupo III (Natural Flow) foi estatisticamente superior ao grupo I (Sondhi Rapid-Set) (p=0,002) e ao grupo II (Maximum Cure) (p=0,020). Entre os grupos I e II n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas significantes (p=0,650).</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O tratamento ortod&ocirc;ntico mudou significativamente ap&oacute;s a introdu&ccedil;&atilde;o do condicionamento &aacute;cido do esmalte<sup>9</sup>, tendo in&iacute;cio, a partir disso a colagem de acess&oacute;rios ortod&ocirc;nticos ao dente e, desde ent&atilde;o, os materiais para esse fim t&ecirc;m evolu&iacute;do bastante<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No presente estudo, foram utilizados dentes bovinos com base no trabalho de Barreto et al.<sup>11</sup> (2002) em que conclu&iacute;ram por meio de uma an&aacute;lise qualitativa e quantitativa que a porcentagem dos minerais avaliados nos substratos foi similar em dentes humanos e bovinos, e que esses apresentaram similaridade de composi&ccedil;&atilde;o mineral. Tamb&eacute;m em raz&atilde;o de um melhor ajuste do corpo de prova ao aparelho de ensaio, foi utilizada a superf&iacute;cie vestibular de cada incisivo bovino como forma de padroniza&ccedil;&atilde;o da leitura das medi&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Desse modo, esse m&eacute;todo de colagem tem sido usado na maioria das diversas t&eacute;cnicas ortod&ocirc;nticas com sucesso. Por&eacute;m, na t&eacute;cnica lingual foi relatada uma alta incid&ecirc;ncia de queda de br&aacute;quetes pelos profissionais nos Estados Unidos no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1990, conforme trabalho apresentado por Fillion, em 1999<sup>12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com o surgimento de tratamentos ortod&ocirc;nticos est&eacute;ticos, em que o aparelho pouco aparece ou &eacute; percebido, surgiram diversas t&eacute;cnicas para a corre&ccedil;&atilde;o das m&aacute;s oclus&otilde;es, dentre as quais est&aacute; a T&eacute;cnica Lingual. Na opini&atilde;o de Simon, em 2012<sup>13</sup>, com o advento dessa t&eacute;cnica a procura por tratamento ortod&ocirc;ntico pelos pacientes adultos tem aumentado consideravelmente, principalmente pela "invisibi</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">lidade" do aparelho. Destacaram ainda que devem ser desenvolvidos recursos cl&iacute;nicos e t&eacute;cnicos para que esta parcela da popula&ccedil;&atilde;o seja atendida pelos profissionais, como o desenvolvimento de adesivos que reduzam o n&uacute;mero de quedas de br&aacute;quetes.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No entanto, a ades&atilde;o entre a base do br&aacute;quete e o "pad" de resina tem melhorado claramente ao longo dos anos, devido ao aumento da qualidade da reten&ccedil;&atilde;o macromec&acirc;nica da base dos br&aacute;quetes, devido ao jateamento da superf&iacute;cie do br&aacute;quete com &oacute;xido de alum&iacute;nio e ao uso de primers, segundo Romano em 2003<sup>7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conforme consta na <a href="#tab01">Tabela 1</a>, no <a href="#quad01">Quadro 1</a> e na <a href="#fig01">Figura 1</a>, o Grupo III (resina Natural Flow) apresentou valores de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento da uni&atilde;o "pad" de resina/ esmalte dent&aacute;rio estatisticamente superiores, quando comparados com os Grupos I (Sondhi Rapid Set) e II (Maximum Cure), que, por sua vez, n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as estatisticamente significantes nos valores obtidos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Esses resultados contrariam os valores obtidos por Miles<sup>14</sup> (2002), quando comparou in vivo o percentual de br&aacute;quetes perdidos em quarenta pacientes, em que cada hemiarco foi colado alternadamente com Maximum Cure e Sondhi Rapid Set. O autor encontrou sete vezes mais quedas de br&aacute;quetes nos hemiarcos nos quais a resina Sondhi foi adotada para a colagem. No entanto, declarou ainda que a grande diferen&ccedil;a entre os resultados obtidos pelos materiais testados pode estar relacionada ao fato de sua experi&ecirc;ncia, usando o Maximum Cure, ser de seis anos contra apenas quatro meses de experi&ecirc;ncia com o Sondhi. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Neste estudo os Grupos I, II e III apresentaram, respectivamente, valores m&eacute;dios de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento 17,28 MPa, 18,63 MPa, 24,33 MPa. Reynolds<sup>10</sup> (1975), relatou que uma for&ccedil;a de ades&atilde;o m&iacute;nima de 5,9 a 7,8 MPa &eacute; suficiente para os prop&oacute;sitos ortod&ocirc;nticos cl&iacute;nicos. Portanto, os valores m&eacute;dios encontrados para os tr&ecirc;s materiais estudados s&atilde;o suficientes para garantir a ades&atilde;o dos br&aacute;quetes ao esmalte dent&aacute;rio durante o tratamento ortod&ocirc;ntico, embora, no presente estudo, tenha sido feita somente a avalia&ccedil;&atilde;o do conjunto resina-esmalte.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O jateamento da superf&iacute;cie do esmalte, com &oacute;xido de alum&iacute;nio 50 &mu;m, durante 5 segundos, previamente ao condicionamento &aacute;cido, pode ter contribu&iacute;do para a obten&ccedil;&atilde;o dos altos valores encontrados como resultados do ensaio de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento<sup>7,15</sup>, apesar de existirem controv&eacute;rsias na literatura referentes ao efeito do jateamento com &oacute;xido de alum&iacute;nio da superf&iacute;cie de esmalte no aumento da for&ccedil;a de ades&atilde;o<sup>12,16,17</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Al&eacute;m da alta resist&ecirc;ncia ao cisalhamento, a utiliza&ccedil;&atilde;o da resina Natural Flow para a colagem indireta &eacute; vantajosa, pois ao mesmo tempo em que esta &eacute; fluida o bastante para permitir uma f&aacute;cil aplica&ccedil;&atilde;o &agrave; base do br&aacute;quete ela se apresenta viscosa o bastante para n&atilde;o mudar de posi&ccedil;&atilde;o at&eacute; o total assentamento da moldeira de transfer&ecirc;ncia, al&eacute;m disso, a ponta met&aacute;lica da seringa permite uma aplica&ccedil;&atilde;o precisa e controlada do material e reduz as lacunas entre o esmalte dent&aacute;rio e o "pad" de resina<sup>14</sup>. No entanto, por ser uma resina fotoativada, a moldeira de transfer&ecirc;ncia dever&aacute; ser fabricada com um material que permita a passagem de luz. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O selante Maximum Cure e a resina Sondhi Rapid Set obtiveram resultados estatisticamente semelhantes no teste de resist&ecirc;ncia ao cisalhamento. Por&eacute;m, o Maximum Cure apresenta um tempo de trabalho muito reduzido em rela&ccedil;&atilde;o ao Sondhi Rapid Set, j&aacute; que nesse primeiro material os componentes A e B dever&atilde;o ser misturados e em seguida aplicados ao dente e ao "pad" de resina, o que n&atilde;o ocorre no segundo material citado, em que o componente A deve ser aplicado ao dente, o B ao br&aacute;quete, e a polimeriza&ccedil;&atilde;o s&oacute; ser&aacute; iniciada quando a moldeira de transfer&ecirc;ncia for adaptada e os dois componentes entrarem em contato<sup>18</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com a metodologia empregada e os resultados obtidos, pode-se concluir que: a resina Natural Flow apresentou a maior resist&ecirc;ncia ao cisalhamento entre os tr&ecirc;s materiais testados, seguida pelo selante Maximum Cure e a resina Sondhi Rapid Set respectivamente; todos os materiais testados apresentaram resist&ecirc;ncia ao cisalhamento adequada para suprir as necessidades cl&iacute;nicas, ou seja, resist&ecirc;ncia suficiente para suportar os esfor&ccedil;os gerados pela mec&acirc;nica ortod&ocirc;ntica e pela mastiga&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Bishara S, Gordan V, VonWald L, Olson M. Effect of an acidic primer on shear bond strength of orthodontic brackets. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 1998; 114(3):243-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=171310&pid=S1413-4012201500010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Sfondrini M, Cacciafesta V, Scribante A, De Angelis M, Klersy C. Effect of blood contamination on shear bond strength of brackets bonded with conventional and self-etching primers. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2004; 125(3):357-60. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Alexander CM, Alexander RG, Gorman JC, Hilgers JJ, Kurz C, Scholz RP, et al. Lingual orthodontics. A status report. J Clin Orthod. 1982; 16(4):255-62. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Komori A, Fujisawa M, Iguchi S. KommonBase for precise direct bonding of lingual orthodontic brackets. Intern. Orthod. 2010; 8:14-27.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Kurz C, Swartz ML, Andreiko C. Lingual orthodontics: a status report. Part 2: Research and development. J Clin Orthod. 1982; 16(11):735-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Scholz RP, Swartz ML. Lingual orthodontics: a status report. Part 3. Indirect bonding - laboratory and clinical procedures. J Clin Orthod. 1982; 16(12):812-20.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Wiechmann D. Lingual orthodontics (Part 3): Intraoral sandblasting and indirect bonding. J Orofac Orthop. 2000; 61(4):280-91. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Romano FL. An&aacute;lise in vitro da resist&ecirc;ncia ao cisalhamento de br&aacute;quetes colados em v&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de esmalte &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado&#93;. Piracicaba: Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Unicamp; 2003. 9. Buonocore MG. A simple method of increasing the adhesion of acrylic filling materials to enamel surfaces. J Dent Res. 1955; 34(6):849-53.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Reynolds IR. A review of direct orthodontic bonding. Br J Orthod. 1975; 2(3):171-18.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Barreto L., Lamas A, Rosar JV, Carvalho RV, Demarco FF. Avalia&ccedil;&atilde;o quantitativa e qualitativa da composi&ccedil;&atilde;o mineral de dentes humanos e bovinos &#91;resumo Ic33&#93;. Pesq Odont Bras. 2002; 16:106. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Fillion D. Up-to-date Lingual Indirect Bonding Procedure. J Lingual Orthod. 1999; 1:4-8.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Simon JS. Adult lingual orthodontic: a shift in our everyday routine. Int. Orthod. 2012; 10:56-65. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Miles PG. Indirect bonding with a flowable light-cured adhesive. J Clin Orthod. 2002; 36(11):646-7.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Canay S, Kocadereli I, Ak&quot;ca E. The effect of enamel air abrasion on the retention of bonded metallic orthodontic brackets. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2000; 117(1):15-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Newman GV. Epoxy adhesives for orthodontic attachments: progress report. American journal of orthodontics. 1965; 51(12):901-12. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Reisner KR, Levitt HL, Mante F. Enamel preparation for orthodontic bonding: a comparison between the use of a sandblaster and current techniques. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 1997; 111(4):366-73. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Sondhi A. Effective and Efficient Indirect Bonding: The Sondhi Method. Semin Orthod. 2007; 13(1):43-57.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v18n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Aria   l, Helvetica, sans-serif">Jo&atilde;o Sarmento Pereira Neto    <br> Avenida Limeira, 901    <br> Are&atilde;o &ndash; Piracicaba &ndash; S&atilde;o Paulo     <br>13414-900</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="mailto:sarmento@fop.unicamp.br" target="_blank">sarmento@fop.unicamp.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 26/03/2014    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Aceito: 23/03/2015</b></font></p>       <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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