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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: This research aimed to assess the knowledge and perception on oral health by patients assisted at the Periodontics Clinic of the Paraíba State University. Methods: A longitudinal study was performed with a sample of 23 patients aged 13-62 years, and a semistructured questionnaire was applied at the beginning and end of treatment. For statistical analysis, Pearson's chi-square test on expected and observed measures was used in order to compare data obtained at pre- and posttreatment. The inferential analysis accepted significance of p &#8804; 0.05. Results: Among the main results, it was verified an improvement of the concept of teeth importance after treatment, as well as of oral health self-assessment, which went from "average" to "good" (p<0.05). Brushing frequency and flossing increased. The knowledge on fluoride and dentifrice use, and teeth duration also presented a higher frequency at post-treatment. Conclusion: It was observed the major importance of oral health education performed by professionals to increase the awareness of patients regarding oral hygiene, and so it was concluded that further guidance on oral health, by students and Dentistry professionals, was required.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Conhecimento e percep&ccedil;&atilde;o dos pacientes sobre sa&uacute;de bucal</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Knowledge and perception of patients on oral health</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Katia Simone Alves dos Santos <sup>I</sup></b><b>; Raquel Christina Barboza Gomes</b></i><b><sup> I</sup>;</b></font><font size="2" face="Verdana"><b>  Ana Isabella Arruda Meira Ribeiro <sup>I</sup>; </b></font><font size="2" face="Verdana"><b>Darlene Cristina Ramos Eloy Dantas<sup> I</sup></b></font>; <font size="2" face="Verdana"><b>Camila Soares Sampaio <sup>II</sup>;</b> <b>Silmara Matias Augusto<sup> III</sup></b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>  Professoras doutoras, Departamento de Odontologia da Universidade Estadual da Para&iacute;ba, Campina Grande, PB, Brasil    <br> <sup>II</sup> Graduada em Odontologia, Departamento de Odontologia da Universidade Estadual da Para&iacute;ba, Campina Grande, Para&iacute;ba, PB, Brasil    <br> <sup>III </sup>Graduanda em Odontologia na Universidade Estadual da Para&iacute;ba, Departamento de Odontologia, Campina Grande, PB, Brasil</font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     <p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resumo</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objetivo: o objetivo desta pesquisa &eacute; avaliar o conhecimento e a percep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal pelos pacientes atendidos na Cl&iacute;nica de Periodontia da Universidade Estadual da Para&iacute;ba. Materiais e m&eacute;todo: foi realizado um estudo longitudinal em uma amostra de 23 pacientes entre 13 e 62 anos de idade, com a aplica&ccedil;&atilde;o de um question&aacute;rio semiestruturado no in&iacute;cio e no t&eacute;rmino do tratamento. Para as an&aacute;lises estat&iacute;sticas foram utilizados testes de Qui-Quadrado de Pearson de medidas esperadas e observadas a fim de comparar os dados obtidos no pr&eacute; e no p&oacute;s-tratamento. Nas an&aacute;lises inferenciais, aceitou-se signific&acirc;ncia de p &le;0,05. Resultados: dentre os principais resultados, verificou-se uma melhora na concep&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia dos dentes ao t&eacute;rmino do tratamento, como tamb&eacute;m na autoavalia&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal, que passou de regular para boa (p &lt;0,05). A frequ&ecirc;ncia de escova&ccedil;&atilde;o e uso do fio dental aumentou. O conhecimento sobre a utilidade do fl&uacute;or, do dentifr&iacute;cio e a dura&ccedil;&atilde;o dos dentes tamb&eacute;m teve uma frequ&ecirc;ncia maior no p&oacute;s-tratamento. Conclus&atilde;o: observou-se que foi de grande import&acirc;ncia a educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal pelos profissionais para a maior conscientiza&ccedil;&atilde;o dos pacientes sobre a higiene oral, e assim concluiu-se que h&aacute; necessidade de maior orienta&ccedil;&atilde;o sobre sa&uacute;de bucal da parte dos alunos e profissionais da odontologia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Conhecimento. Educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal. Percep&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><B>Abstract</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objective: This research aimed to assess the knowledge and perception on oral health by patients assisted at the Periodontics Clinic of the Para&iacute;ba State University. Methods: A longitudinal study was performed with a sample of 23 patients aged 13-62 years, and a semistructured questionnaire was applied at the beginning and end of treatment. For statistical analysis, Pearson's chi-square test on expected and observed measures was used in order to compare data obtained at pre- and posttreatment. The inferential analysis accepted significance of p &le; 0.05. Results: Among the main results, it was verified an improvement of the concept of teeth importance after treatment, as well as of oral health self-assessment, which went from "average" to "good" (p&lt;0.05). Brushing frequency and flossing increased. The knowledge on fluoride and dentifrice use, and teeth duration also presented a higher frequency at post-treatment. Conclusion: It was observed the major importance of oral health education performed by professionals to increase the awareness of patients regarding oral hygiene, and so it was concluded that further guidance on oral health, by students and Dentistry professionals, was required.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords</B>: Knowledge. Oral health education. Perception.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de deve englobar a&ccedil;&otilde;es que envolvam todos os indiv&iacute;duos, beneficiando assim as camadas mais diversas da popula&ccedil;&atilde;o<sup> 1</sup>. Quando os indiv&iacute;duos s&atilde;o sujeitos de seu aprendizado, eles garantem a capacidade de identificar seus problemas e, dessa forma, conseguem intervir e impedir a evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a. Logo, a pr&aacute;tica de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de contribui, positivamente, na amplia&ccedil;&atilde;o da autonomia, no cuidado e na promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de<sup> 2</sup>, fornecendo aos usu&aacute;rios o controle sa&uacute;de-doen&ccedil;a e a condu&ccedil;&atilde;o de seus h&aacute;bitos por meio da inser&ccedil;&atilde;o de conhecimento<sup> 3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A literatura demonstra que os h&aacute;bitos de higiene bucal, a presen&ccedil;a de placa bacteriana e o sangramento gengival n&atilde;o s&atilde;o igualmente distribu&iacute;dos na popula&ccedil;&atilde;o e que variam de acordo com fatores sociodemogr&aacute;ficos, como idade, g&ecirc;nero, n&iacute;vel econ&ocirc;mico e cultural<sup> 4,5</sup>. Sabe-se ainda que mudan&ccedil;as de h&aacute;bitos, muitas vezes, s&atilde;o dif&iacute;ceis de ser atingidas devido &agrave;s influ&ecirc;ncias sociais, culturais e governamentais que podem gerar uma verdadeira invers&atilde;o de valores<sup> 6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O conceito de qualidade de vida est&aacute; diretamente relacionado ao de autopercep&ccedil;&atilde;o, no que diz respeito &agrave; interpreta&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias e do estado de sa&uacute;de geral do indiv&iacute;duo no contexto da vida di&aacute;ria, e ambos s&atilde;o baseados nos conhecimentos sobre sa&uacute;de e doen&ccedil;a<sup> 7-9</sup>. Na maioria das vezes, a raz&atilde;o para as pessoas n&atilde;o procurarem atendimento odontol&oacute;gico &eacute; a n&atilde;o percep&ccedil;&atilde;o de suas necessidades<sup> 10</sup>. Ao avaliar sua condi&ccedil;&atilde;o bucal, os indiv&iacute;duos usam crit&eacute;rios diferentes dos utilizados pelos profissionais, enquanto o cirurgi&atilde;o-dentista avalia a condi&ccedil;&atilde;o com base na aus&ecirc;ncia ou presen&ccedil;a de doen&ccedil;a, o paciente d&aacute; mais import&acirc;ncia aos sintomas e problemas funcionais e sociais que s&atilde;o ocasionados pela presen&ccedil;a da doen&ccedil;a<sup> 11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A autoavalia&ccedil;&atilde;o proporciona ao indiv&iacute;duo o entendimento de sua pr&oacute;pria condi&ccedil;&atilde;o bucal e &eacute; um fator essencial, tanto para que ele possa ficar motivado a buscar melhorias na sa&uacute;de bucal como para que as estrat&eacute;gias preventivas e educativas possam ser idealizadas da melhor forma<sup> 12</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A partir dessa concep&ccedil;&atilde;o, o objetivo da pesquisa era avaliar os conhecimentos e a percep&ccedil;&atilde;o sobre higiene e sa&uacute;de bucal dos pacientes atendidos na Cl&iacute;nica de Periodontia da Universidade Estadual da Para&iacute;ba (UEPB), campus I, no munic&iacute;pio de Campina Grande, PB.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Materiais e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Previamente &agrave; pesquisa, foi realizado um estudo piloto com dez pacientes atendidos na Cl&iacute;nica Odontol&oacute;gica de Periodontia da UEPB, com a aplica&ccedil;&atilde;o de um question&aacute;rio semiestruturado. Os sujeitos da pesquisa assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido para participa&ccedil;&atilde;o no estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi realizado um estudo longitudinal com 23 pacientes de ambos os g&ecirc;neros e com idades entre 13 e 62 anos, atendidos entre os meses de agosto e novembro de 2012. A fim de garantir a representatividade, a amostra foi estratificada em duas fases. Sendo assim, os pacientes foram avaliados e questionados antes de iniciar o tratamento periodontal, e ao t&eacute;rmino foi reaplicado o question&aacute;rio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O question&aacute;rio continha itens de identifica&ccedil;&atilde;o dos pacientes e, para caracterizar a amostra, perguntas objetivas e subjetivas referentes &agrave; tem&aacute;tica. Ele foi aplicado individualmente aos participantes de forma reservada, evitando qualquer tipo de constrangimento e permitindo liberdade nas respostas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a an&aacute;lise, os dados foram armazenados e tabulados no PASW, vers&atilde;o 21. Na descri&ccedil;&atilde;o dos dados, foi utilizada a m&eacute;dia como medida de tend&ecirc;ncia central, o desvio padr&atilde;o (+) como medida de dispers&atilde;o, al&eacute;m da exposi&ccedil;&atilde;o das frequ&ecirc;ncias e respectivas porcentagens. Foi utilizado ainda testes de Qui-Quadrado de medidas esperadas e observadas, para comparar o pr&eacute; e o p&oacute;s-tratamento. Nas an&aacute;lises inferenciais, aceitou-se signific&acirc;ncia de p &le;0,05. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Estadual da Para&iacute;ba sob o n&uacute;mero do CAAE 06632912.8.0000.5187 e Parecer n&ordm; 238155, em concord&acirc;ncia com a Resolu&ccedil;&atilde;o 196/1996 do Comit&ecirc; Nacional de Sa&uacute;de. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os dados obtidos no question&aacute;rio foram organizados em tabelas de acordo com os itens de identifica&ccedil;&atilde;o dos pacientes e de caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra. A <a href="#tab01">Tabela 1</a> apresenta o grau de import&acirc;ncia dado aos dentes antes e ap&oacute;s o tratamento periodontal. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a03tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="#tab02">Tabela 2</a>, s&atilde;o apresentados os resultados da distribui&ccedil;&atilde;o dos pesquisados segundo as quest&otilde;es de percep&ccedil;&atilde;o e comportamento do paciente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal no pr&eacute; e p&oacute;s-tratamento periodontal. P&ocirc;de-se observar que a maioria dos pacientes class ificou sua sa&uacute;de bucal como regular (56,5%) antes do tratamento e boa (52,2%) ap&oacute;s o tratamento. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a03tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados referentes &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o dos pesquisados segundo as quest&otilde;es de conhecimento e orienta&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal no pr&eacute; e p&oacute;s-tratamento periodontal est&atilde;o apresentados na <a href="#tab03">Tabela 3</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a03tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="#tab04">Tabela 4</a>, s&atilde;o apresentados os resultados da frequ&ecirc;ncia e os tipos de problemas dent&aacute;rios e gengivais e a compara&ccedil;&atilde;o no pr&eacute; e p&oacute;s-tratamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a03tab04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A amostra deste estudo foi composta predominantemente por mulheres (73,9%), concordando com v&aacute;rios estudos<sup> 13-16</sup> que constataram que as mulheres usam servi&ccedil;os de sa&uacute;de mais frequentemente do que os homens. Isso reverte-se em uma situa&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel, uma vez que a mulher, quando conscientizada e adequadamente preparada, pode assumir o papel de principal agente de sa&uacute;de na fam&iacute;lia<sup> 17</sup>. Considerou-se importante classificar esses indiv&iacute;duos segundo a renda, pois as doen&ccedil;as que afetam os indiv&iacute;duos n&atilde;o podem ser explicadas somente pelos fatores biol&oacute;gicos que as caracterizam, visto que a qualidade de vida, decorrente de aspectos sociais, econ&ocirc;micos, pol&iacute;ticos e culturais de uma sociedade, &eacute; um determinante essencial<sup> 18</sup>. Portanto, observou-se neste estudo que a maioria dos sujeitos entrevistados (39,1%) recebia entre um e tr&ecirc;s sal&aacute;rios m&iacute;nimos, seguido por zero ou um sal&aacute;rio m&iacute;nimo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A caracteriza&ccedil;&atilde;o social da amostra evidenciou que 60,9% dos participantes tinham idade entre 20 e 49 anos, com uma m&eacute;dia de idade de 39,4 anos (+ 15,5). Atualmente, vivencia-se um quadro prec&aacute;rio de sa&uacute;de bucal da faixa et&aacute;ria adulta e idosa, resultado justamente da aus&ecirc;ncia de programas espec&iacute;ficos para esse grupo populacional. Por isso, devido a esse abandono e &agrave;s dificuldades enfrentadas, a&ccedil;&otilde;es voltadas &agrave; educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de, com &ecirc;nfase na autoprote&ccedil;&atilde;o e autopercep&ccedil;&atilde;o, deveriam ser mais exploradas<sup> 11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com base no que a <a href="#tab01">Tabela 1</a> descreve sobre o grau de import&acirc;ncia dado aos dentes antes e ap&oacute;s o tratamento periodontal, nenhuma das vari&aacute;veis apresentou diferen&ccedil;as estatisticamente significativas. Ainda assim, verificou-se que a maioria das pessoas avaliaram os dentes como sendo muito importantes para a mastiga&ccedil;&atilde;o (pr&eacute; = 78,3%, p&oacute;s = 91,3%) e para o aspecto beleza (pr&eacute; = 91,3%, p&oacute;s = 65,2%). Essa grande percentagem pode ser explicada pela crescente valoriza&ccedil;&atilde;o da est&eacute;tica na odontologia contempor&acirc;nea, tendo em vista que diariamente observa-se a valoriza&ccedil;&atilde;o da beleza e da vaidade nas mais variadas pr&aacute;ticas e artif&iacute;cios<sup> 19</sup>. Essas mudan&ccedil;as de h&aacute;bitos comportamentais visam &agrave; maior inclus&atilde;o social e ao bem-estar dos pacientes devido ao aumento do apelo est&eacute;tico que lhes &eacute; imposto no dia a dia<sup> 20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="#tab02">Tabela 2</a> mostra que a maioria dos pacientes classificou sua sa&uacute;de bucal como regular (56,5%) antes do tratamento e como boa (52,5%) ap&oacute;s o tratamento, revelando uma melhora estatisticamente significativa (p = 0,01) na percep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal ao longo do tratamento. Outras pesquisas<sup> 11,17,18</sup> tamb&eacute;m encontraram uma autoavalia&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal regular no in&iacute;cio do tratamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora, no presente estudo n&atilde;o tenha sido feito o exame cl&iacute;nico dos participantes e, portanto, n&atilde;o tenha sido poss&iacute;vel comparar esses dados subjetivos com a situa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, estudos sobre autopercep&ccedil;&atilde;o<sup> 21</sup> j&aacute; mostraram que a maioria das pessoas v&ecirc; sua condi&ccedil;&atilde;o bucal de maneira favor&aacute;vel mesmo com condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas n&atilde;o satisfat&oacute;rias, provavelmente porque as medidas cl&iacute;nicas de sa&uacute;de utilizadas pelos profissionais s&atilde;o preceptores relativamente fracos da percep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal das pessoas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Alguns autores<sup> 21,22</sup> mostraram que existe rela&ccedil;&atilde;o entre a percep&ccedil;&atilde;o da condi&ccedil;&atilde;o bucal e algumas vari&aacute;veis cl&iacute;nicas, mas que se trata de uma associa&ccedil;&atilde;o relativamente fraca. Uma das raz&otilde;es para essa fraca associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis cl&iacute;nicas e a autoavalia&ccedil;&atilde;o deve-se ao fato de que muitas das doen&ccedil;as detectadas no exame cl&iacute;nico s&atilde;o assintom&aacute;ticas e provavelmente desconhecidas do indiv&iacute;duo<sup> 23</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A vari&aacute;vel "Por que voc&ecirc; acha importante ter dentes saud&aacute;veis?" manteve-se praticamente constante ap&oacute;s o tratamento, com uma pequena maioria assinalando o item "Para manter a sa&uacute;de geral" (pr&eacute; = 52,2%, p&oacute;s = 56,6%). Esse resultado vai de encontro &agrave;s afirma&ccedil;&otilde;es de outras pesquisas<sup> 24,25</sup>. Ainda assim, vale ressaltar a grande percentagem de pacientes que ainda tem a concep&ccedil;&atilde;o de que problemas dent&aacute;rios est&atilde;o relacionados apenas com a sa&uacute;de bucal, evidenciando-se a necessidade de melhoria das informa&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o passadas para a popula&ccedil;&atilde;o em geral. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; frequ&ecirc;ncia de escova&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria, houve um pequeno aumento no n&uacute;mero de escova&ccedil;&otilde;es do grupo que escova tr&ecirc;s e quatro vezes ao dia, revelando maior aten&ccedil;&atilde;o &agrave; higiene bucal ap&oacute;s o tratamento e corroborando com os achados de outros estudos<sup> 18,26</sup>. No que se refere &agrave; maior frequ&ecirc;ncia de escova&ccedil;&atilde;o, ela &eacute; importante porque funciona como uma aplica&ccedil;&atilde;o t&oacute;pica de fl&uacute;or di&aacute;ria, por meio do uso de dentifr&iacute;cios fluoretados<sup> 27</sup>; quanto &agrave; escova&ccedil;&atilde;o dos dentes tr&ecirc;s vezes ao dia, &eacute; importante para a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as bucais<sup> 28</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ainda, na <a href="#tab02">Tabela 2</a>, observou-se a descri&ccedil;&atilde;o dos pacientes que utilizam fio dental e quais os motivos. Verificou-se que houve um aumento na utiliza&ccedil;&atilde;o de fio dental ap&oacute;s o tratamento (pr&eacute; = 47,8%, p&oacute;s = 69,6%). A maioria (54,5%) relatou utilizar fio dental para remover restos de alimentos entre os dentes. Entretanto, aqueles que relataram n&atilde;o utilizar fio dental justificaram por falta de h&aacute;bito/ esquecimento ou falta de tempo (58,3%). Esse resultado provavelmente est&aacute; associado &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o repassada pelos alunos ao longo do tratamento. A cren&ccedil;a de que o fio dental tem como fun&ccedil;&atilde;o a remo&ccedil;&atilde;o de restos alimentares entre os dentes estimula sua utiliza&ccedil;&atilde;o com pequena frequ&ecirc;ncia, pois os pacientes somente far&atilde;o uso dele quando comerem alimentos s&oacute;lidos e se esses ficarem entre os dentes. Essa atitude incorreta deve ser modificada, mediante esclarecimentos sobre a verdadeira fun&ccedil;&atilde;o do fio dental<sup> 29</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A escova&ccedil;&atilde;o convencional n&atilde;o &eacute; efetiva para a higieniza&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o interproximal. Ainda, tendo-se por base que, mais frequentemente a doen&ccedil;a periodontal inicia-se nessa &aacute;rea, a remo&ccedil;&atilde;o de placa </font><font size="2" face="Verdana">bacteriana da regi&atilde;o interproximal, al&eacute;m de prevenir a c&aacute;rie, &eacute; de especial import&acirc;ncia para prevenir a doen&ccedil;a periodontal<sup> 17</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; preven&ccedil;&atilde;o da c&aacute;rie dent&aacute;ria, a utiliza&ccedil;&atilde;o do fl&uacute;or &eacute; reconhecidamente o m&eacute;todo mais recomendado e utilizado pelos profissionais da &aacute;rea odontol&oacute;gica. Verificou-se que a maioria dos participantes (pr&eacute; = 73,9%, p&oacute;s = 65,2%) reconheceu no uso do fl&uacute;or uma medida para controlar a doen&ccedil;a, fato tamb&eacute;m constatado em outros estudos<sup> 18,28,30-31</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a vari&aacute;vel que avaliou o motivo da utiliza&ccedil;&atilde;o do creme dental, constatou-se um maior n&uacute;mero de respostas para o item "Para ajudar na limpeza" (pr&eacute; = 48,2%, p&oacute;s = 60%). Em uma vis&atilde;o mais ampla, o dentifr&iacute;cio foi definido como tudo aquilo que &eacute; usado com a escova de dente para remover restos de alimentos e ainda conferir bom h&aacute;lito ao usu&aacute;rio<sup> 32</sup>. Nesta pesquisa, apenas 16% dos pacientes associaram o uso do dentifr&iacute;cio &agrave; "melhora do h&aacute;lito" no pr&eacute;-tratamento, e essa percentagem diminuiu pra 5,7% no p&oacute;s-tratamento. Deve ficar claro que o dentifr&iacute;cio n&atilde;o &eacute; essencial para a remo&ccedil;&atilde;o de placa dent&aacute;ria. Ele apenas auxilia na limpeza dos dentes e, no caso do dentifr&iacute;cio fluoretado, ajuda na preven&ccedil;&atilde;o de c&aacute;rie dental<sup> 33</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s percep&ccedil;&otilde;es dos entrevistados sobre a conserva&ccedil;&atilde;o dos dentes, foi encontrada uma diferen&ccedil;a estatisticamente significativa (p = 0,05) entre os question&aacute;rios iniciais e finais. Houve um aumento consider&aacute;vel entre aqueles que disseram que os dentes duram a vida toda (pr&eacute; = 39,1%, p&oacute;s = 60,9%), possivelmente, esse aumento deve-se &agrave; redu&ccedil;&atilde;o no grupo que afirmou n&atilde;o ter conhecimento pr&eacute;vio ao tratamento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observou-se que, embora a maioria dos participantes acredite que os dentes possam durar a vida toda, isso &eacute; condicionado &agrave; responsabilidade individual pelo autocuidado e &agrave; procura pelo dentista. O fato de que 30,4% n&atilde;o acreditam na durabilidade dos dentes ao longo da vida pode estar relacionado a situa&ccedil;&otilde;es pr&oacute;prias vividas por essas pessoas, como a perda de dentes, ou por presenciarem o fato em pessoas pr&oacute;ximas. Outros trabalhos na literatura tamb&eacute;m constataram a mesma situa&ccedil;&atilde;o<sup> 34-36</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de conhecimentos sobre sa&uacute;de bucal, a maioria dos participantes (pr&eacute; = 60,9%, p&oacute;s = 65,5%) apontou o cirurgi&atilde;o-dentista como principal fonte de informa&ccedil;&otilde;es sobre sa&uacute;de bucal, demonstrando a import&acirc;ncia da classe odontol&oacute;gica quanto &agrave; educa&ccedil;&atilde;o com vistas &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal da popula&ccedil;&atilde;o. Pesquisas realizadas em diferentes pa&iacute;ses<sup> 37-39</sup> tamb&eacute;m encontraram o cirurgi&atilde;o- dentista como principal fonte de informa&ccedil;&otilde;es, representando 57%, 90%, 82,3% da popula&ccedil;&atilde;o estudada, respectivamente. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Quando perguntados se "Os profissionais da odontologia orientam sobre sa&uacute;de bucal?", n&atilde;o foi encontrada nenhuma diferen&ccedil;a estatisticamente significativa (p = 0,53) entre pr&eacute; e p&oacute;s-teste, sendo assim, a maioria dos participantes permaneceu no grupo que afirmou que os dentistas fazem orienta&ccedil;&atilde;o sobre sa&uacute;de bucal (pr&eacute; = 87%, p&oacute;s = 91,3%). De acordo com alguns autores<sup> 40,41</sup>, a fun&ccedil;&atilde;o de educador do cirurgi&atilde;o-dentista &eacute; t&atilde;o importante quanto o dom&iacute;nio das t&eacute;cnicas curativas. A odontologia dos tempos modernos, baseada em atitudes e tratamentos preventivos, deve permitir que o profissional esteja apto a motivar e educar o paciente para a preven&ccedil;&atilde;o de c&aacute;ries e doen&ccedil;a periodontal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="#tab04">Tabela 4</a> demonstrou a frequ&ecirc;ncia e os tipos de problemas dent&aacute;rios e gengivais e a compara&ccedil;&atilde;o entre o pr&eacute; e o p&oacute;s-tratamento. A maioria (pr&eacute; = 78,3%, p&oacute;s = 73,9%) relatou ter problemas com os dentes. Sendo que 38,9% no pr&eacute; e 44,4% no p&oacute;s-tratamento disseram ter problemas com c&aacute;rie ou restaura&ccedil;&otilde;es defeituosas. Foi encontrada uma diferen&ccedil;a significativa de frequ&ecirc;ncia entre o pr&eacute; e o p&oacute;s-tratamento (p = 0,02). Esse &iacute;ndice elevado pode estar relacionado ao fato de que, geralmente, o paciente n&atilde;o conhece ou n&atilde;o d&aacute; import&acirc;ncia &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es bucais que n&atilde;o sejam c&aacute;ries ou a doen&ccedil;a periodontal, nem mesmo ao autoexame para identific&aacute;-las, devido &agrave; falta de divulga&ccedil;&atilde;o de seus sinais e sintomas caracter&iacute;sticos. Cericato e Lamha<sup> 42</sup> (2012) enfatizaram, em seu estudo, a necessidade de esclarecimento da popula&ccedil;&atilde;o acerca do processo sa&uacute;de-doen&ccedil;a bucal, destacando a possibilidade de interven&ccedil;&atilde;o precoce e de controle dos problemas de sa&uacute;de. Esses autores mostraram tamb&eacute;m que um dos m&eacute;todos citados para prevenir a doen&ccedil;a &eacute; o autocuidado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Verificou-se que 43,5% dos pacientes que compuseram a amostra acreditavam ter algum tipo de problema na gengiva no pr&eacute;-teste; no p&oacute;s-teste, esse &iacute;ndice aumentou para 56,5%. Esse padr&atilde;o de resposta provavelmente est&aacute; relacionado &agrave; falta de consci&ecirc;ncia dos problemas gengivais dos pacientes antes do tratamento. O problema mais frequente foi o sangramento (pr&eacute; = 50%, p&oacute;s = 69,2%), n&atilde;o tendo sido encontrada nenhuma diferen&ccedil;a estatisticamente significativa entre o pr&eacute; e o p&oacute;s-tratamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Logo, &eacute; de fundamental import&acirc;ncia a elabora&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias para controle e redu&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as na popula&ccedil;&atilde;o por meio do incentivo &agrave; promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e da participa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo no processo de aprendizado no intuito de melhorar a qualidade de vida geral do indiv&iacute;duo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora os pacientes atendidos na cl&iacute;nica de periodontia tenham apresentado atitudes positivas, bom conhecimento e boa percep&ccedil;&atilde;o sobre sa&uacute;de bucal, os resultados observados quanto &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de conhecimento durante o tratamento demonstrou que ainda h&aacute; necessidade de uma maior orienta&ccedil;&atilde;o de parte dos discentes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. 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Bombarda-Nunes FdF, Miotto MHMdB, Barcellos LA. Autopercep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal do agente comunit&aacute;rio de sa&uacute;de de Vit&oacute;ria, ES, Brasil. Pesq Bras Odontoped Clin Integr 2008; 8(1):7-14. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">8. Martins AMEBL, Barreto SM, Silveira MFd, Santa-Rosa TTdA, Pereira RD. Self-perceived oral health among Brazilian elderly individuals. Rev Sa&uacute;de P&uacute;bl 2010; 44(5):912-22. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">9. Matos IDL, Lima-Costa MF. Auto-avalia&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal entre adultos e idosos residentes na Regi&atilde;o Sudeste: resultados do Projeto SB-Brasil, 2003. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2006; 22(8):1699-707. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">10. Silva SRCdS, Fernandes RAC. Autopercep&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal por idosos. Rev Sa&uacute;de P&uacute;b 2001; 35(4):1-10. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">11. Bortoli D, Locatelli FA, Fadel CB, Baldani MH. Associa&ccedil;&atilde;o entre percep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal e indicadores cl&iacute;nicos e subjetivos: estudo em adultos de um grupo de educa&ccedil;&atilde;o continuada da terceira idade. UEPG Ci Biol Sa&uacute;de 2003; 9(3/4):55-65. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">12. Rosa RR, Henriques JCG, Anhalt ACF, Castilho JCdM, Rodrigues JR, Nicodemo D. Autopercep&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal e anamnese em idosos. Rev Cienc Med 2013; 22(1):5-11. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">13. Dias NMDO. Mulheres: sanitaristas de p&eacute;s descal&ccedil;os. S&atilde;o Paulo: Hucitec; 1991. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">14. Giron MCC, Oliveira JP, Klein HJ, Schutz R, Pia R. Estudo sobre a consulta preventiva em odontologia: realidade e sugest&atilde;o. Rev Odonto Cienc 1986; 1(1):58-71. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">15. Queiroz MS. Representa&ccedil;&otilde;es sobre sa&uacute;de-doen&ccedil;a: agentes de cura e pacientes no contexto do SUDS. Campinas: Unicamp; 1991. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">16. Vasconcellos MCC, Silveira F. Conhecimento sobre a manuten&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria sa&uacute;de bucal em popula&ccedil;&atilde;o que demanda centro de sa&uacute;de. Rev Odontol Unesp 1989; 18(1):225-32. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">17. Unfer B, Saliba O. Avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento popular e pr&aacute;ticas cotidianas em sa&uacute;de bucal. Rev Sa&uacute;de Pub 2000; 34(2):190-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">18. Silva SRC, Rosell LF, Valsecki J&uacute;nior A. Percep&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal por gestantes atendidas em uma unidade de sa&uacute;de no munic&iacute;pio de Araraquara, S&atilde;o Paulo, Brasil. Rev Bras Sa&uacute;de Matern Infant 2006; 6(4):405-10. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">19. Aimi E, Lopes GC. Restaura&ccedil;&otilde;es diretas de resina composta em dentes posteriores: uma realidade no Brasil do s&eacute;culo XXI. Clin Int J Braz Dent 2007; 3(1):32-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">20. Botta AC, Duarte SJr, Paulin FPI, Gheno SM, Powers JM. Surface roughness of enamel and four resin composites. Am J Dent 2009; 22(5):252-4. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">21. Atchison KA, Dolan TA. Development of the Geriatric Oral Health Assessment Index. J Dental Educ 1990; 54(1):680-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">22. Steele JG, Walls AWG, Ayatollahi SMT, Murray JJ. Major clinical findings from a dental survey of elderly people in three different English communities. Br Dent J 1996; 180(1):17-23. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">23. Jokovic A, Locker D. Dissatisfaction with oral health status in an older adult population. J Public Health Dent 1997; 57(1):40-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">24. Paes AMC, Rose MCP. Avalia&ccedil;&atilde;o dos normalistas da escola normal de Ceil&acirc;ndia em educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal. Rev Sa&uacute;de 1997; 8(3):32-43. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">25. Martins EM. Educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal: os desafios de uma pr&aacute;tica. Cad Odontol 1998; 1(2):30-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">26. Menezes DR, Cavalcanti AL. Estudo comparativo da informa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal entre estudantes de cursos da &aacute;rea de sa&uacute;de. Pesq Bras Odontoped Clin Integr 2003; 3(2):27-33. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">27. Maltz M, Carvalho J. Tratamento da doen&ccedil;a c&aacute;rie. In: Kriger L (Org.). Promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas; 1997. p. 95-111. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">28. Naressi WG, Moreira EJG. Odontologia preventiva: agentes mec&acirc;nicos de higiene bucal. Rev Ga&uacute;cha Odontol 1982; 30(2):154-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">29. Santos PA, Rodrigues JA, Garcia PPNS. Conhecimento sobre a preven&ccedil;&atilde;o de c&aacute;rie e doen&ccedil;a periodontal e comportamento de higiene bucal de professores de ensino fundamental. Cienc Odontol Bras 2003; 6(1):67-74. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">30. Petersen PE, Mzee MO. Oral health profile of schoolchildren, mothers and schoolteachers in Zanzibar. Community Dent Health 1998; 15(4):256-62. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">31. Lawderi JAC, Mendes YBE, Silva LC, Andrade DKD, Rocha LM, Rogalla TM et al. Conhecimento e pr&aacute;ticas em sa&uacute;de bucal entre usu&aacute;rios de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos. Pesq Bras Odontoped Clin Integr 2008; 8(3):321-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">32. Cury JA. Dentifr&iacute;cios: como escolher e como indicar. In: APCD. (Org.). Odontologia. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas - Divis&atilde;o Odontol&oacute;gica; 2002. v. 4. p. 281-295. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">33. Kirchner UL, Mendon&ccedil;a LL, Costa RN. Higieniza&ccedil;&atilde;o bucal. Educa&ccedil;&atilde;o para sa&uacute;de bucal: manual para o ensino na escola de 1&ordm;. Grau. Belo Horizonte: Editora UFMG/ISHIS; 1992. p. 63-73. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">34. Bernd B, Souza CB, Lopes CB, Pires Filho FM, Lisboa IC, Curra LCD et al. Percep&ccedil;&atilde;o popular sobre sa&uacute;de bucal: o caso das gestantes do Val&atilde;o. Sa&uacute;de Debate 1992; (34):33-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">35. Misrachi CL, S&aacute;ez MS. Valores, creencias y practicas populares en relaci&oacute;n a la salud oral. Cuad M&eacute;d Soc 1989; 30(1):27-33. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">36. Rocha MCBS. Avalia&ccedil;&atilde;o do conhecimento e das pr&aacute;ticas de sa&uacute;de bucal: gestantes do Distrito Sanit&aacute;rio Docente-Assistencial Barra/RioVermelho &ndash; Munic&iacute;pio de Salvador, BA &#91;Tese de Doutorado&#93;. S&atilde;o Paulo: Faculdade de Odontologia da Universidade de S&atilde;o Paulo; 1993. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">37. Glasrud PH, Frazier PJ. Future elementary schoolteachers' knowledge and opinions about oral health and community programs. J Public Health Dent 1988; 48(2):74-80. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">38. Loupe MJ, Frazier PJ. Knowledge and attitudes of schoolteachers toward oral health programs and preventive dentistry. J Am Dent Assoc 1983; 107(2):229-34. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">39. Lang P, Woolfolk MW, Faja BW. Oral health knowledge and attitudes of elementary schoolteachers in Michigan. J Public Health Dent 1989; 49(1):44-50. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">40. Garcia PPNS, Pinto LC, Bonan RF. Avalia&ccedil;&atilde;o de retorno peri&oacute;dico em escolares. Stoma 2000; 57(1):15-20. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">41. Garcia PPNS, Dinelli W, Serra MC, Terence RL. Motiva&ccedil;&atilde;o do paciente para retorno: a chave para o sucesso do tratamento odontol&oacute;gico. J Assessor Odontol 1999; 3(17):39-42. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">42. Cericato GO, Lamha APSF. H&aacute;bitos de sa&uacute;de bucal de portadores de defici&ecirc;ncia visual no contexto da sa&uacute;de coletiva. Rev Fac Odontol Univ Passo Fundo 2012; 17(2):137-44.</font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Katia Simone Alves dos Santos     <br>   Jos&eacute; de Holanda, 561/204    <br>   50710-140 Torre Recife-PE    <br>     e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:ksasantos@hotmail.com" target="_blank">ksasantos@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 03/11/14<br/> Aceito: 23/10/15</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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<surname><![CDATA[Teles]]></surname>
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