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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Atenção secundária em saúde bucal no Rio Grande do Sul: análise descritiva da produção especializada em municípios com Centros de Especialidades Odontológicas com base no Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Secondary oral health care in the state of Rio Grande do Sul: descriptive analysis of the specialized production in cities with Dental Specialty Centers from the Outpatient Information System of the Unified Health System]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objectives: Dental Specialty Centers (CEOs) are facilities taken as reference for basic healthcare units, they should be linked to the National Register of Health Facilities (CNES), and offer specialized dental care to the public. Thus, this study aimed to describe the specialized dental production in the cities of the state of Rio Grande do Sul, Brazil, along with the CEOs, from the Outpatient Information System of the Unified Health System (SIA/SUS) data. Materials and methods: A retrospective retrospective longitudinal study was carried out by analyzing secondary data from SIA/SUS. A survey was performed at the CNES of CEOs registered in cities of the state of Rio Grande do Sul. Dental production of these cities was then searched directly at the Department of Informatics of the Unified Health System (DATA/SUS) database and tabulated. From this research, a background series was created for each city. The minimum monthly production required varied according to the modalities of CEOs (Interministerial Decree 1464, of 2011), and the number of CEOs per city. Results: Periodontics procedures were most prevalent (46.2%), followed by minor oral surgery (41.3%), and endodontics (12.5%). Regarding the fulfillment of goals, Pelotas was the city with the best performance (91%), followed by Caxias do Sul (90%), and Canoas (86%). In contrast, 13 cities reached only 25% or less of the established goals. Conclusion: There is a major difference in either the fulfillment or recording of specialized dental procedures in the cities with CEOs in the state of Rio Grande do Sul.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Aten&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria em sa&uacute;de bucal no Rio Grande do Sul: an&aacute;lise descritiva da produ&ccedil;&atilde;o especializada em munic&iacute;pios com Centros de Especialidades Odontol&oacute;gicas com base no Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Ambulatoriais do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Secondary oral health care in the state of Rio Grande do Sul: descriptive analysis of the specialized production in cities with Dental Specialty Centers from the Outpatient Information System of the Unified Health System</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Ana Luiza Cardoso Pires <sup>I</sup>; J&eacute;ssika Leandra Assun&ccedil;&atilde;o Lopes Gruendemann <sup>I</sup>; Guilherme Scheeren Figueiredo <sup>I</sup>; Marcus Cristian Muniz Conde <sup>II</sup>; Marcos Britto Corr&ecirc;a <sup>III</sup>; Luiz Alexandre Chisini <sup>IV</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>  Graduandos de Odontologia, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Pelotas, RS, Brasil    <br> <sup>II</sup> P&oacute;s-doutorando em Odontologia, Universidade Federal de Pelotas, RS, Brasil    <br> <sup>III</sup> Professor adjunto, Universidade Federal de Pelotas, RS, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>IV</sup> Mestrando em Odontologia, Universidade Federal de Pelotas, RS, Brasil    <br>     <br> </font>    <br>     <p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resumo</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os Centros de Especialidades Odontol&oacute;gicas (CEOs) s&atilde;o estabelecimentos que servem de refer&ecirc;ncia para unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de, devem estar vinculados ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Sa&uacute;de (CNES) e ofertar procedimentos odontol&oacute;gicos especializados &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. Objetivo: este estudo tem como objetivo descrever a produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica especializada nos munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul com CEOs, com base nos dados do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Ambulatoriais do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SIA SUS). Materiais e m&eacute;todo: foi conduzido um estudo do tipo longitudinal retrospectivo com utiliza&ccedil;&atilde;o de dados secund&aacute;rios do SIA SUS. Realizou-se uma consulta no CNES dos CEOs cadastrados em munic&iacute;pios ga&uacute;chos. A produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica dessas cidades foi ent&atilde;o pesquisada diretamente no banco de dados do Departamento de Inform&aacute;tica do SUS (Data SUS) e posteriormente tabulada. A partir disso, criou-se uma s&eacute;rie hist&oacute;rica para cada cidade. A produ&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima mensal variou de acordo com as modalidades de CEOs (Portaria Interministerial n&ordm; 1.464 de 2011) e o n&uacute;mero de CEOs por munic&iacute;pio. Resultados: procedimentos da &aacute;rea de periodontia foram os predominantes (46,2%), seguidos de cirurgia oral menor (41,3%) e endodontia (12,5%). Quanto ao cumprimento das metas, Pelotas foi o munic&iacute;pio com melhor desempenho (91%), seguido de Caxias do Sul (90%) e Canoas (86%). Em contraponto, treze munic&iacute;pios atingiram apenas 25% ou menos das metas estabelecidas. Conclus&atilde;o: h&aacute; uma vasta diferen&ccedil;a no cumprimento ou registro dos procedimentos odontol&oacute;gicos especializados entre os munic&iacute;pios com CEOs do RS.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Sa&uacute;de P&uacute;blica. Avalia&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de. Servi&ccedil;os de sa&uacute;de bucal. Especialidades odontol&oacute;gicas. Sa&uacute;de bucal.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Abstract</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objectives: Dental Specialty Centers (CEOs) are facilities taken as reference for basic healthcare units, they should be linked to the National Register of Health Facilities (CNES), and offer specialized dental care to the public. Thus, this study aimed to describe the specialized dental production in the cities of the state of Rio Grande do Sul, Brazil, along with the CEOs, from the Outpatient Information System of the Unified Health System (SIA/SUS) data. Materials and methods: A retrospective retrospective longitudinal study was carried out by analyzing secondary data from SIA/SUS. A survey was performed at the CNES of CEOs registered in cities of the state of Rio Grande do Sul. Dental production of these cities was then searched directly at the Department of Informatics of the Unified Health System (DATA/SUS) database and tabulated. From this research, a background series was created for each city. The minimum monthly production required varied according to the modalities of CEOs (Interministerial Decree 1464, of 2011), and the number of CEOs per city. Results: Periodontics procedures were most prevalent (46.2%), followed by minor oral surgery (41.3%), and endodontics (12.5%). Regarding the fulfillment of goals, Pelotas was the city with the best performance (91%), followed by Caxias do Sul (90%), and Canoas (86%). In contrast, 13 cities reached only 25% or less of the established goals. Conclusion: There is a major difference in either the fulfillment or recording of specialized dental procedures in the cities with CEOs in the state of Rio Grande do Sul.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords</B>: Public health. Health services assessment. Oral health services. Dental specialties. Oral health.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A sa&uacute;de p&uacute;blica no Brasil consolida-se como direito universal e dever de todas as esferas de governo com a Constitui&ccedil;&atilde;o federal de 1988<sup>1</sup>. Com um conceito ampliado e vinculado &agrave;s pol&iacute;ticas sociais e econ&ocirc;micas, a sa&uacute;de p&uacute;blica busca atuar de forma integral, n&atilde;o meramente prestando assist&ecirc;ncia, mas, sim, prevenindo e promovendo a sa&uacute;de<sup>2</sup>. As &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas foram anos de extrema import&acirc;ncia e de mudan&ccedil;a na sa&uacute;de p&uacute;blica do Brasil. Em 1994, quando o Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia foi apresentado, iniciou-se uma estrat&eacute;gia de consolida&ccedil;&atilde;o do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS)<sup>3</sup>, em uma tentativa de inverter o modelo assistencialista vigente. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Assim, houve uma mudan&ccedil;a na concep&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, que anteriormente era compreendida como aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;a<sup>4,5</sup>, excluindo os demais usu&aacute;rios dos focos de aten&ccedil;&atilde;o e atuando pontualmente nos doentes. Atualmente, compreendendo-se a sa&uacute;de como um processo e n&atilde;o uma situa&ccedil;&atilde;o est&aacute;tica, pode-se identificar os grupos de risco e criar estrat&eacute;gias preventivas em sa&uacute;de. Dessa forma, modelos centrados apenas na doen&ccedil;a e em hospitais est&atilde;o sendo substitu&iacute;dos por modelos que priorizam a prote&ccedil;&atilde;o e a promo&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de, entendendo o indiv&iacute;duo como parte integrante de uma comunidade, de forma equ&acirc;nime, universal e cont&iacute;nua<sup>6,7</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Brasil Sorridente, como parte dessas novas pol&iacute;ticas, visou contemplar a sa&uacute;de bucal com o objetivo de universalizar o seu acesso. Sua efetiva&ccedil;&atilde;o proporcionou a reorganiza&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, a amplia&ccedil;&atilde;o e a qualifica&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o especializada por meio da implanta&ccedil;&atilde;o dos Centros de Especialidades Odontol&oacute;gicas (CEOs) e dos Laborat&oacute;rios Regionais de Pr&oacute;tese Dent&aacute;ria<sup>8,9</sup>. Os CEOs, que s&atilde;o unidades de aten&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria &agrave; sa&uacute;de bucal, devem estar integrados ao planejamento locorregional e devem proporcionar assim, pelo sistema de refer&ecirc;ncia e contrarrefer&ecirc;ncia, a disponibilidade de procedimentos de m&eacute;dia complexidade aos usu&aacute;rios do SUS<sup>10,11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente, os Centros de Especialidades Odontol&oacute;gicas est&atilde;o divididos em tr&ecirc;s tipos: CEOs tipo I (tr&ecirc;s cadeiras odontol&oacute;gicas), aos quais s&atilde;o destinados mensalmente R$ 8.250,00 para custeio; CEOs tipo II (com quatro ou mais cadeiras), cujo valor mensal recebido &eacute; de R$ 11.000,00, e CEOs tipo III (possuem, no m&iacute;nimo, sete cadeiras), cujo recurso de custeio &eacute; no valor de R$ 19.250,00. Esses centros devem funcionar 40 horas semanais, com um n&uacute;mero de profissionais vari&aacute;vel em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de CEO. Os pacientes atendidos nesses locais s&atilde;o encaminhados pelas unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de ou pelas Equipes de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia<sup>12</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim sendo, os CEOs devem contemplar no m&iacute;nimo as &aacute;reas de diagn&oacute;stico bucal, com &ecirc;nfase em diagn&oacute;stico e detec&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer bucal, periodontia especializada, cirurgia oral menor dos tecidos moles e duros, endodontia e procedimentos b&aacute;sicos aos pacientes com necessidades especiais. A produ&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima mensal a ser realizada nos CEOs varia de acordo com a modalidade de cada um. CEOs tipo I devem realizar 80 procedimentos b&aacute;sicos, 60 de periodontia, 35 de endodontia e 80 de cirurgia oral, nos CEOs tipo II, 110 procedimentos b&aacute;sicos, 90 de periodontia, 60 de endodontia e 90 de cirurgia oral, j&aacute; nos CEOs tipo III, 190 procedimentos b&aacute;sicos, 150 de periodontia, 95 de endodontia e 170 de cirurgia oral menor<sup>13</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma das formas de monitoramento das unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de e dos centros de especialidades &eacute; pelo lan&ccedil;amento dos dados referentes aos procedimentos realizados no sistema informatizado do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Essas informa&ccedil;&otilde;es, por sua vez, est&atilde;o dispon&iacute;veis em um grande banco de dados de dom&iacute;nio p&uacute;blico. Al&eacute;m disso, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de prev&ecirc; a utiliza&ccedil;&atilde;o desse banco de dados como uma das ferramentas de gest&atilde;o para a avalia&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os, que &eacute; de fundamental import&acirc;ncia como instrumento de planejamento, orienta&ccedil;&atilde;o e consolida&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas<sup>14</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de encontrarmos centros de especialidades cadastrados h&aacute; mais de dez anos no RS, a literatura carece de trabalhos que descrevam seu desempenho. Sendo assim, o presente trabalho tem o objetivo de descrever o cumprimento das metas da produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica especializada do Rio Grande do Sul, para assim compreender o panorama regional e contribuir como instrumento das novas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de sa&uacute;de.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Materiais e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi conduzido um estudo do tipo longitudinal retrospectivo com utiliza&ccedil;&atilde;o de dados secund&aacute;rios do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Ambulatoriais do SUS. As vari&aacute;veis de interesse foram:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> a) os munic&iacute;pios com CEOs cadastrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Sa&uacute;de; </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">b) os procedimentos odontol&oacute;gicos descritos na Portaria Interministerial n&ordm; 1.464, de 24 de junho de 2011, que institui o financiamento dos CEOs. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dessa forma, realizou-se uma busca pelos CEOs dos munic&iacute;pios ga&uacute;chos cadastrados no CNES (dispon&iacute;vel no portal: www.cnes.datasus.gov.br). Foram inclu&iacute;dos na amostra todos os CEOs encontrados e que se apresentavam ativos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica, referente &agrave; Portaria 1.464, de 24 de junho de 2011, nesses munic&iacute;pios foi ent&atilde;o pesquisada diretamente no banco de dados do Departamento de Inform&aacute;tica do SUS (Data SUS), no item Informa&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, subitem produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial, por gestor &ndash; a partir de 2008. Os dados pesquisados foram tabulados pelo programa TabWin, do Departamento de Inform&aacute;tica do SUS e posteriormente exportados para o programa de planilhas Microsoft Excel, vers&atilde;o 2010. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Posteriormente &agrave; tabula&ccedil;&atilde;o, criou-se uma s&eacute;rie hist&oacute;rica (de janeiro de 2013 a mar&ccedil;o de 2015) para cada cidade. Esses procedimentos foram agrupados em quatro subgrupos de procedimentos: b&aacute;sicos, de periodontia, de endodontia e de cirurgia oral menor, de acordo com a Portaria Interministerial 1.464/2011. Para analisar o cumprimento das metas, criou-se um crit&eacute;rio denominado indicador do cumprimento das metas. Esse indicador foi criado a partir de cada subgrupo de procedimento, que foi avaliado m&ecirc;s a m&ecirc;s, munic&iacute;pio a munic&iacute;pio, quanto ao cumprimento das metas referente ao tipo e ao n&uacute;mero de CEOs cadastrados para cada cidade. Os dados foram tabulados dicotomicamente em uma planilha entre os que atingiam e n&atilde;o atingiam as metas estabelecidas. A coleta de dados foi realizada durante o m&ecirc;s de junho de 2015. Os dados foram analisados de maneira descritiva, estimando-se frequ&ecirc;ncias absolutas e relativas das vari&aacute;veis de interesse.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Vinte e sete CEOs foram localizados e considerados eleg&iacute;veis para o estudo. Desses, 21 eram CEOs tipo I, seis eram tipo II e nenhum CEO tipo III. Os CEOs estiveram distribu&iacute;dos em 23 cidades ga&uacute;chas. Porto Alegre foi o munic&iacute;pio que mais apresentou CEOs, totalizando quatro, seguido de Pelotas com dois CEOs. Os demais munic&iacute;pios apresentaram apenas um CEO cadastrado (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a09tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O maior n&uacute;mero de procedimentos concentrou-se na &aacute;rea de periodontia (46,2%) seguida por cirurgia oral menor (41,3%). A endodontia concentrou apenas 12,5% dos procedimentos registrados (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). Mais de 90 mil procedimentos especializados foram registrados no SIA SUS durante o per&iacute;odo, somente Porto Alegre contribuiu com mais de 32 mil (35,8%) procedimentos. Em contrapartida, uma expressiva quantidade de munic&iacute;pios apresentou um registro de produ&ccedil;&atilde;o especializada extremamente pobre, chegando a ser nulo em algumas vezes (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma ampla diferen&ccedil;a de registros &eacute; observada (<a href="#fig01">Figura 1</a>) entre os munic&iacute;pios avaliados, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o a procedimentos endod&ocirc;nticos. Quinze munic&iacute;pios (55,6%) dos 27 avaliados n&atilde;o registraram nem ao menos um procedimento de endodontia ou periodontia. Al&eacute;m disso, um dos munic&iacute;pios n&atilde;o registrou nenhum procedimento em nenhuma das &aacute;reas estudadas e outro munic&iacute;pio registrou apenas um &uacute;nico procedimento, na &aacute;rea de cirurgia oral menor. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Da mesma forma, observamos uma disparidade no cumprimento das metas, pois apenas seis (26%) dos 23 munic&iacute;pios atingiram mais que 50% das metas durante os 28 meses analisados (<a href="#tab03">Tabela 3</a>). Apesar de algumas cidades obterem altos &iacute;ndices no cumprimento das metas, a maioria dos munic&iacute;pios apresentou um registro que n&atilde;o atinge 30% das metas estipuladas. Entre os munic&iacute;pios com registros significativos, Pelotas foi a cidade que obteve o melhor desempenho, atingindo o cumprimento de 91% das metas, seguido de Caxias do Sul (90%) e Canoas (86%). Porto Alegre, apesar de ter a maior produ&ccedil;&atilde;o absoluta dentre os munic&iacute;pios, atingiu 66% das metas, considerando seus quatro CEOs.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a09tab02.jpg"></p>      <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a09tab03.jpg"></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a09fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por meio desta pesquisa, foi poss&iacute;vel verificar uma grande disparidade no registro dos procedimentos especializados entre os munic&iacute;pios estudados. Poucos munic&iacute;pios apresentaram registro da produ&ccedil;&atilde;o especializada compat&iacute;vel com a estabelecida, e uma parte dos munic&iacute;pios apresentou produ&ccedil;&atilde;o especializada nula ou insignificante. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">At&eacute; o momento da pesquisa, nenhum estudo havia sido conduzido com a finalidade de investigar a produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica especializada nos munic&iacute;pios com CEOs no RS. O entendimento de como a produ&ccedil;&atilde;o est&aacute; distribu&iacute;da no estado pode ser importante para o planejamento e a estrutura&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de sa&uacute;de, al&eacute;m de revelar a abrang&ecirc;ncia de novas pol&iacute;ticas, como a Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de Bucal, o Brasil Sorridente. Tal programa, que se iniciou em 2004, faz parte da Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia e ampliou em 445% o n&uacute;mero de equipes de sa&uacute;de bucal em todo o Brasil, o que proporcionou uma expans&atilde;o tamb&eacute;m da aten&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria<sup>8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dessa forma, constatou-se que foram registrados mais de 90 mil procedimentos especializados pelo SUS nos munic&iacute;pios com CEOs durante os 28 meses observados. No entanto, observa-se que h&aacute; uma grande varia&ccedil;&atilde;o no cumprimento das metas entre os munic&iacute;pios ga&uacute;chos. Algumas cidades (Pelotas, Caxias do Sul, Canoas) obtiveram &iacute;ndices que podem ser considerados muito bons, de outro modo, a maioria dos munic&iacute;pios (74%) atingiu 50% ou menos das metas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo identificou uma grande concentra&ccedil;&atilde;o de CEOs em munic&iacute;pios de grande e m&eacute;dio porte populacional (<a href="#tab01">Tabela 1</a>), da mesma forma como &eacute; observado no restante do pa&iacute;s, com um n&uacute;mero maior nas regi&otilde;es Nordeste e Sudeste do Brasil<sup>15</sup>. A tend&ecirc;ncia de estabelecimento de CEOs em cidades de grande e m&eacute;dio porte pode dar-se porque elas naturalmente servem de refer&ecirc;ncia aos munic&iacute;pios menores circundantes, seja em concentra&ccedil;&atilde;o de hospitais ou de profissionais da sa&uacute;de, al&eacute;m de possibilitarem maior infraestrutura. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dessa forma, notou-se uma elevada produ&ccedil;&atilde;o especializada nesses munic&iacute;pios (<a href="#tab02">Tabela 2</a> e <a href="#fig01">Figura 1</a>). Porto Alegre foi a cidade que mais realizou procedimentos especializados, totalizando mais de 32 mil nos 28 meses analisados. Canoas e Pelotas produziram, aproximadamente, 19 mil procedimentos cada, no mesmo per&iacute;odo de tempo. A grande produ&ccedil;&atilde;o de Porto Alegre pode ser justificada pelo fato de o munic&iacute;pio apresentar quatro CEOs tipo I e por se tratar da cidade mais populosa do estado, o que acarreta em maior demanda por servi&ccedil;os de sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Celeste et al.<sup>16</sup> (2014) analisaram munic&iacute;pios brasileiros com e sem CEOs, observando que vari&aacute;veis socioecon&ocirc;micas (PIB per capita e IDH) n&atilde;o influenciaram o desempenho dos CEOs. Por outro lado, munic&iacute;pios com indiv&iacute;duos com melhores condi&ccedil;&otilde;es financeiras apresentaram maior n&uacute;mero de procedimentos em todas as &aacute;reas. De certa forma, isso pode ser reflexo das desigualdades sociodemogr&aacute;ficas de nossa sociedade, em que indiv&iacute;duos mais ricos tendem a utilizar mais os servi&ccedil;os de sa&uacute;de. Assim, por se tratar da capital, e da maior economia do estado, &eacute; esperado que um maior n&uacute;mero de procedimentos seja realizado nos CEOs de Porto Alegre. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Eacute; importante observar que os munic&iacute;pios que apresentam pouca ou nenhuma produ&ccedil;&atilde;o em uma das &aacute;reas t&ecirc;m esse mesmo problema nos demais servi&ccedil;os, sendo a endodontia a &aacute;rea com maior d&eacute;ficit. Esse padr&atilde;o de distribui&ccedil;&atilde;o dos procedimentos pode ser observado tamb&eacute;m em distintas &aacute;reas. Periodontia e cirurgia obtiveram uma distribui&ccedil;&atilde;o semelhante em todos os munic&iacute;pios que registraram tais procedimentos; da mesma maneira, os procedimentos de endodontia concentraram as menores produ&ccedil;&otilde;es em todos os munic&iacute;pios. Isto pode ser explicado, em parte, pelo maior tempo necess&aacute;rio para realiza&ccedil;&atilde;o de tratamentos endod&ocirc;nticos, que necessitam muitas vezes de duas sess&otilde;es cl&iacute;nicas, quando comparado com os demais procedimentos. Al&eacute;m disto, existe menor exig&ecirc;ncia de procedimento/m&ecirc;s na &aacute;rea de endodontia pela portaria normatizadora. Enquanto que para um CEO tipo I s&atilde;o necess&aacute;rios oitenta procedimentos/m&ecirc;s de cirurgia oral menor e sessenta de periodontia, somente 35 s&atilde;o necess&aacute;rios para endodontia. Entretanto, mesmo com meta quantitativa mais baixa, qualitativamente, a endodontia teve pior desempenho, com menor cumprimento de metas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apenas seis (26%) dos 23 munic&iacute;pios atingiram mais do que 50% das metas cumpridas durante os 28 meses analisados. Pelotas obteve o melhor desempenho (91%), seguido de Caxias do Sul (90%) e Canoas (86%). Porto Alegre, apesar de ter maior produ&ccedil;&atilde;o total dentre os munic&iacute;pios, ficou logo atr&aacute;s, apresentando 66% das metas atingidas. Nessa avalia&ccedil;&atilde;o, referente ao cumprimento das metas, os procedimentos b&aacute;sicos representaram 25% das metas. Quando esses procedimentos s&atilde;o coletados, eles se somam aos demais procedimentos do munic&iacute;pio, superestimando a produ&ccedil;&atilde;o. Essa &eacute; uma das desvantagens inerentes ao modelo utilizado neste estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A &uacute;nica forma de se obter dados pelo SIA SUS &eacute; a partir da unidade amostral Munic&iacute;pio, e n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel coletar dados das unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de ou dos CEOs individualmente. Dessa forma, a produ&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica das unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de sobrep&otilde;e-se aos dados registrados nos CEOs, o que superestima nossa avalia&ccedil;&atilde;o, principalmente nos procedimentos de aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica que devem ser ofertados a pessoas com necessidades especiais nos CEOs. A produ&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria, em geral, &eacute; produzida exclusivamente nos CEOs, por&eacute;m algumas unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de podem realizar procedimentos especializados, mesmo que isso n&atilde;o seja </font><font size="2" face="Verdana">rotineiro, o que poderia superestimar de maneira mais discreta nossos dados. No entanto, mesmo com essa esperada superestima&ccedil;&atilde;o, observou-se um registro expressivamente pobre ou nulo em alguns munic&iacute;pios, principalmente no que tange aos procedimentos especializados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como o registro no SIA SUS &eacute; ferramenta prevista em portaria interministerial e pactuada com o munic&iacute;pio no momento da habilita&ccedil;&atilde;o do CEO, a medida deve ser cumprida. Tal registro &eacute; previsto como uma das principais ferramentas de monitoramento e controle por parte da gest&atilde;o p&uacute;blica<sup>13</sup>. Dessa forma, os munic&iacute;pios devem manter o registro do sistema alimentado, correndo o risco de san&ccedil;&otilde;es caso isto n&atilde;o seja realizado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Contudo, observou-se extensa defici&ecirc;ncia no registro ou cumprimento das metas por grande n&uacute;mero de munic&iacute;pios. Talvez isso se deva a problemas organizacionais de algumas cidades e de seus gestores, o que deve ser corrigido rapidamente. Pol&iacute;ticas p&uacute;blicas devem ser planejadas locorregionalmente, o que demanda o envolvimento e comprometimento de diversas pessoas e &oacute;rg&atilde;os<sup>17</sup>. Dessa forma, fatores organizacionais podem estar contribuindo para o baixo n&uacute;mero de metas atingidas al&eacute;m das peculiaridades e dificuldades locais enfrentadas por diferentes munic&iacute;pios e gestores.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com base na produ&ccedil;&atilde;o registrada no Data SUS, conclui-se que a maioria dos munic&iacute;pios ga&uacute;chos com CEO n&atilde;o atingiu as metas estabelecidas. Tendo em vista que munic&iacute;pios devem obrigatoriamente registrar sua produ&ccedil;&atilde;o no sistema, correndo o risco de san&ccedil;&otilde;es no financiamento caso n&atilde;o o fa&ccedil;am, ressaltamos a import&acirc;ncia de mais fiscaliza&ccedil;&atilde;o pelos gestores. Al&eacute;m disso, destaca-se a impossibilidade de separar os dados registrados nas unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de dos registrados nos CEOs, o que torna limitada a interpreta&ccedil;&atilde;o dos dados ao superestim&aacute;-los. A condu&ccedil;&atilde;o de an&aacute;lises com dados dispon&iacute;veis pelo sistema de informa&ccedil;&otilde;es do SUS pode ser de extrema relev&acirc;ncia ao fornecer um amplo banco de dados que pode ser utilizado como ferramenta por gestores e pesquisadores, contribuindo assim na estrutura&ccedil;&atilde;o de novas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de sa&uacute;de.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Brasil. Constitui&ccedil;&atilde;o (1988). Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil. Bras&iacute;lia: Senado; 1988. 2. Dias ACG. Caminhos para se pensar a promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de. Rev Latinoam Psicopatol Fundam 2013; 16(4):699-701.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=177706&pid=S1413-4012201500030000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3. Machado CV, Baptista TWF, Nogueira CO. Pol&iacute;ticas de sa&uacute;de no Brasil nos anos 2000: a agenda federal de prioridades. Cad Saude Publica 2011; 27(3):521-32. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4. Torres MF, Carvalho FR, Martins MD. Comparative study about the conceptions of health and disease between social science and dentistry students from a public university of Rio de Janeiro State. Cien Saude Colet 2011; 16(1):1409-15.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 5. Paim J, Travassos C, Almeida C, Bahia L, Macinko J. The Brazilian health system: history, advances, and challenges. Lancet 2011; 377(9779):1778-97. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">6. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de. Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia, Sa&uacute;de dentro de Casa. Bras&iacute;lia (DF); 1994.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 7. Scherer MDA, Marino SRA, Ramos FRS. Ruptures and resolutions in the health care model: reflections on the Family Health Strategy based on Kuhn's categories, Interface 2005; 9(16):53-66. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">8. Pucca J&uacute;nior GA, Gabriel M, Araujo ME, Almeida FC. Ten years of a National Oral Health Policy in Brazil: Innovation, Boldness, and Numerous Challenges. J Dent Res 2015; 94(10):1333-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">9. Pucca J&uacute;nior GA. A pol&iacute;tica nacional de sa&uacute;de bucal como demanda social. Ci&ecirc;n sa&uacute;de colet 2006; 11(1):243-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 10. Saliba NA, Nayme JGR, Moimaz SAS, Cecilio LPP, Garbin CAS. Organiza&ccedil;&atilde;o da demanda de um Centro de Especialidades Odontol&oacute;gicas. Rev Odontol Unesp 2013; 42(1):317-23. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">11. Figueiredo N, Goes PSA. Constru&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria em sa&uacute;de bucal: um estudo sobre os Centros de Especialidades Odontol&oacute;gicas em Pernambuco, Brasil. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2009; 25(2):259-67. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">12. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n&ordm; 1.341, de 13 de junho de 2012. Define os valores dos incentivos de implanta&ccedil;&atilde;o e de custeio mensal dos Centros de Especialidades Odontol&oacute;gicas - CEO e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias. Bras&iacute;lia: Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o; 2012. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">13. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n&ordm; 1.464, de 24 de junho de 2011. Altera o Anexo da Portaria n&ordm; 600/GM/MS, de 23 de mar&ccedil;o de 2006, que institui o financiamento dos Centros de Especialidades Odontol&oacute;gicas (CEO). Bras&iacute;lia: Di&aacute;rio Oficial Uni&atilde;o; 2011. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">14. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Sa&uacute;de Bucal. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2008. 92 p. (S&eacute;rie A. Normas e Manuais T&eacute;cnicos) (Cadernos de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, n. 17). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">15. Goes PS, Figueiredo N, Neves JC, Silveira FM, Costa JF, Pucca J&uacute;nior GA et al. Vigil&acirc;ncia &agrave; sa&uacute;de bucal: a constru&ccedil;&atilde;o de um modelo integrado. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2012; 28 (Supl.):81-9. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">16. Celeste RK, Moura FRR, Santos CP, Tovo MF. An&aacute;lise da produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial em munic&iacute;pios com e sem centros de especialidades odontol&oacute;gicas no Brasil em 2010. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica 2014; 30(3):511-21. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">17. Paim JS, Teixeira CF. Pol&iacute;tica, planejamento e gest&atilde;o em sa&uacute;de: balan&ccedil;o do estado da arte. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica 2006; 40(Esp):73-8.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Luiz Alexandre Chisini     <br>   Faculdade de Odontologia    <br>   Universidade Federal de PelotasUniversidade Federal de Pelotas    <br>   96015560 Pelotas, RS    <br>     e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:luizalexandrechisini@hotmail.com" target="_blank">luizalexandrechisini@hotmail.com</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 23/09/15<br/> Aceito: 05/01/16</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Caminhos para se pensar a promoção de saúde]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Latinoam Psicopatol Fundam]]></source>
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