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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da irradiação com laser infravermelho (808nm) na cicatrização de feridas cutâneas de ratos]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Assessment of (808 nm) infrared laser irradiation in the healing of cutaneous wounds in rats]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objetive: This study aimed to assess low-level laser therapy with infrared waves, which is mostly used for bone tissue, observing its effects on the healing of cutaneous wounds in rats. Methods: 17 Wistar rats were randomly selected and distributed into two groups: the experimental group (EG) containing 9 animals, and the control group (CG) containing 8 animals. Standard wounds were performed on the calvaria skin of all the animals. In the postoperative period, the EG received low-level laser therapy, 808 nm wavelength (infrared), 100 mW power, 10 J/cm² energy density, and timely and constant application every 48 hours for 10 days. For the achievement of results, the wounds were macroscopically measured daily and microscopically (histomorphometric and histomorphologic) measured at day 10. Results: Comparing both groups, there are no marked histopathological differences, both show a reparative process with the same morphology, and the same fibroblastic response and fibrous disposition. As for reepithelialization of the EG, it was lower than the CG (p = 0.002), as well as macroscopic scale (p <0.05). Conclusion: The infrared protocol may slow down the reepithelialization process of cutaneous wounds, therefore according to studies, what is favorable for repairing hard tissues may slow down healing in soft tissues adjacent to the target hard tissue.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Avalia&ccedil;&atilde;o da irradia&ccedil;&atilde;o com laser infravermelho (808nm) na cicatriza&ccedil;&atilde;o de feridas cut&acirc;neas de ratos</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Assessment of (808 nm) infrared laser irradiation in the healing of cutaneous wounds in rats</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Renan Ribas Formighieri <sup>I</sup>; Ricardo Koempfer <sup>I</sup>; Rodrigo Alberto Cenci <sup>II</sup>; Rog&eacute;rio Miranda Pagnoncelli <sup>II</sup>; Eden Cavalcanti Cunha Lima <sup>III</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>  Graduando em Odontologia, Universidade Comunit&aacute;ria da Regi&atilde;o Oeste de Santa Catarina &ndash; Unochapec&oacute;, Chapec&oacute;, SC, Brasil    <br> <sup>II</sup> Doutorandos em Odontologia, Laser Center, Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul &ndash; PUCRS, Porto Alegre, RS, Brasil    <br> <sup>III</sup> Professor especialista em Patologia, Universidade Comunit&aacute;ria da Regi&atilde;o Oeste de Santa Catarina, Chapec&oacute;, SC, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     <br>     <br> </font>    <br>     <p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resumo</b> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Objetivo: este estudo tem como objetivo avaliar a terapia com laser de baixa pot&ecirc;ncia com onda infravermelha, que &eacute; mais utilizada para tecidos &oacute;sseos, observando suas repercuss&otilde;es na cicatriza&ccedil;&atilde;o de feridas cut&acirc;neas de ratos. M&eacute;todos: dezessete ratos Wistar foram selecionados aleatoriamente e distribu&iacute;dos em dois grupos: grupo experimental (GE), com nove animais, e grupo controle (GC), com oito animais. Foram realizados ferimentos padr&otilde;es na pele da calv&aacute;ria de todos os animais. No p&oacute;s-operat&oacute;rio, o GE recebeu terapia com laser de baixa pot&ecirc;ncia, comprimento de onda 808 nm (infravermelho), pot&ecirc;ncia 100 mW, densidade de energia 10J/cm&sup2;, aplica&ccedil;&atilde;o pontual cont&iacute;nua a cada 48 horas, por um per&iacute;odo de dez dias. Para a obten&ccedil;&atilde;o de resultados, foram mensuradas as feridas macroscopicamente diariamente e microscopicamente (histomorfom&eacute;trica e histomorfol&oacute;gica) no d&eacute;cimo dia. Resultados: comparando os dois grupos, n&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;as histopatol&oacute;gicas marc&aacute;veis, ambos exibem processo reparativo com mesmo aspecto morfol&oacute;gico, mesma resposta fibrobl&aacute;stica e disposi&ccedil;&atilde;o fibrosa. Quanto &agrave; reepiteliza&ccedil;&atilde;o, o GE demonstrou-se inferior ao GC (p = 0,002), assim como a dimens&atilde;o macrosc&oacute;pica (p &lt;0,05). Conclus&atilde;o: o protocolo infravermelho pode retardar o processo de reepiteliza&ccedil;&atilde;o de feridas cut&acirc;neas, portanto, segundo estudos, o que &eacute; favor&aacute;vel para repara&ccedil;&atilde;o de tecidos duros pode retardar cicatriza&ccedil;&atilde;o em tecidos moles adjacentes ao tecido duro alvo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Laser. Histopatologia. Cicatriz.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Abstract</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objetive: This study aimed to assess low-level laser therapy with infrared waves, which is mostly used for bone tissue, observing its effects on the healing of cutaneous wounds in rats. Methods: 17 Wistar rats were randomly selected and distributed into two groups: the experimental group (EG) containing 9 animals, and the control group (CG) containing 8 animals. Standard wounds were performed on the calvaria skin of all the animals. In the postoperative period, the EG received low-level laser therapy, 808 nm wavelength (infrared), 100 mW power, 10 J/cm&sup2; energy density, and timely and constant application every 48 hours for 10 days. For the achievement of results, the wounds were macroscopically measured daily and microscopically (histomorphometric and histomorphologic) measured at day 10. Results: Comparing both groups, there are no marked histopathological differences, both show a reparative process with the same morphology, and the same fibroblastic response and fibrous disposition. As for reepithelialization of the EG, it was lower than the CG (p = 0.002), as well as macroscopic scale (p &lt;0.05). Conclusion: The infrared protocol may slow down the reepithelialization process of cutaneous wounds, therefore according to studies, what is favorable for repairing hard tissues may slow down healing in soft tissues adjacent to the target hard tissue.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords</B>: Laser. Histopathology. Scar.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Cicatriza&ccedil;&atilde;o em tecidos &eacute; um processo complexo, pois pode sofrer influ&ecirc;ncia de fatores locais e sist&ecirc;micos, al&eacute;m de envolver v&aacute;rias c&eacute;lulas, enzimas e fatores de crescimento<sup>1</sup>. Durante esse per&iacute;odo, pacientes submetidos &agrave; cirurgia bucal podem apresentar dor, trismo e edema, que, al&eacute;m de promover maior desconforto p&oacute;s-operat&oacute;rio e atraso na repara&ccedil;&atilde;o tecidual, podem prejudicar o retorno do paciente a suas atividades di&aacute;rias<sup>2</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Nesses casos, o uso de terapia com laser de baixa pot&ecirc;ncia atua melhorando o processo de reparo em tecidos biol&oacute;gicos por sua capacidade biomoduladora &sup3;, atuando positivamente na cicatriza&ccedil;&atilde;o de tecidos moles por favorecer a angiogenese, com o aumento de c&eacute;lulas como os fibroblastos, acarretando em aumento da s&iacute;ntese de col&aacute;geno e na prolifera&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas epiteliais<sup>4,5</sup>. Em tecidos &oacute;sseos, essa terapia atua pelo aumento na atividade osteobl&aacute;stica, na organiza&ccedil;&atilde;o das fibras col&aacute;genas e na vasculariza&ccedil;&atilde;o<sup>6</sup>. Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m promove efeito analg&eacute;sico, pois ocorre aumento da endorfina circulante e do efeito anti-inflamat&oacute;rio por meio da quebra de mast&oacute;citos, aumento na histamina e provoca vasodilata&ccedil;&atilde;o, o que acarreta no aumento da permeabilidade vascular e atua na ciclo-oxigenase, inibindo as prostaglandinas sobre &aacute;cido araquid&ocirc;nico<sup>7,8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Contudo, a literatura ainda &eacute; muito contradit&oacute;ria em rela&ccedil;&atilde;o ao modo de tratamento, comprimento de onda (infravermelho/vermelho), densidade de energia, dose, n&uacute;mero e frequ&ecirc;ncia de exposi&ccedil;&atilde;o do laser, al&eacute;m da dura&ccedil;&atilde;o do tratamento para cada tipo de tecido<sup>9</sup>. Estudos realizados em animais, principalmente em ratos, demonstram que a maioria dos resultados positivos para cicatriza&ccedil;&atilde;o de tecidos moles &eacute; obtida com uso de laser vermelho (onda vis&iacute;vel)<sup>10-14</sup> e para tecidos duros com uso de infravermelho (onda invis&iacute;vel)<sup>15-18</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo deste estudo &eacute; avaliar a terapia com laser de baixa pot&ecirc;ncia com onda infravermelha, que &eacute; mais utilizada em tecidos &oacute;sseos, observando suas repercuss&otilde;es na cicatriza&ccedil;&atilde;o de feridas cut&acirc;neas de ratos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>M&eacute;todos</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo &eacute; do tipo experimental em animais. Todos os experimentos deste trabalho est&atilde;o de acordo com as Resolu&ccedil;&otilde;es Normativas do Conselho Nacional de Controle de Experimenta&ccedil;&atilde;o Animal. O projeto de pesquisa foi aprovado pela Comiss&atilde;o de &Eacute;tica do Uso dos Animais da Universidade Comunit&aacute;ria da Regi&atilde;o Oeste de Santa Catarina, sob n&uacute;mero de protocolo de aprova&ccedil;&atilde;o 011/2014. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim, dezessete ratos (Rattus norvegicus albinus, Rodentia mammalia), da fam&iacute;lia Wistar, saud&aacute;veis, do sexo masculino, pesando de 150g a 250g e com sessenta dias de vida, foram selecionados aleatoriamente e distribu&iacute;dos em dois grupos: grupo experimental (GE), com nove animais, e grupo controle (GC), com oito animais. Ambos os grupos foram acomodados em gaiolas pl&aacute;sticas com cobertura met&aacute;lica e assoalho forrado com maravalha, mantidas em condi&ccedil;&otilde;es adequadas de temperatura (25&deg;C), umidade e ventila&ccedil;&atilde;o, alimenta&ccedil;&atilde;o ad libitum e &aacute;gua autoclavada, com ciclo dia/noite. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O procedimento cir&uacute;rgico consistiu em seda&ccedil;&atilde;o profunda dos animais, por meio de inje&ccedil;&atilde;o intraperitoneal de cloridrato de xilazina 5mg/kg associado a cloridrato de ketamina 100mg/kg, e anestesia local com Lidoca&iacute;na 10mg/ml. Em seguida, os animais foram submentidos &agrave; tricotomia na regi&atilde;o da pele calv&aacute;ria e antissepsia com digluconato de clorexidina a 2%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram realizados ferimentos padr&atilde;o na pele da calv&aacute;ria de todos os animais, utilizando bisturi circular (punch) para melhor delimita&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea atingida, representado por uma largura de 8 mm da l&acirc;mina e profundidade de 1 mm (<a href="#fig01">Figura 1</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a12fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">No per&iacute;odo p&oacute;s-operat&oacute;rio, o grupo experimental recebeu aplica&ccedil;&atilde;o de laser de baixa pot&ecirc;ncia fosfato de &iacute;ndio-g&aacute;lio-alum&iacute;nio (In-Ga-Al-P) THERAPY XT&reg;, (DMC&reg;, S&atilde;o Carlos, SP, Brasil), contendo seu comprimento de onda infravermelha de 808 nm &plusmn; 10 nm e pot&ecirc;ncia 100 mW, devidamente calibrado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As irradia&ccedil;&otilde;es foram iniciadas imediatamente ap&oacute;s o procedimento cir&uacute;rgico, seguido de mais quatro sess&otilde;es com intervalo de 48 horas para cada aplica&ccedil;&atilde;o, dose selecionada em J (joules). A densidade de energia aplicada foi entre a rela&ccedil;&atilde;o da pot&ecirc;ncia (100 mW) x tempo (segundos), resultando em 1 J/cm&sup2; aplicado a cada 10 segundos. A aplica&ccedil;&atilde;o foi pontual e cont&iacute;nua no centro do ferimento com dist&acirc;ncia de 1 cm da les&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O GE recebeu densidade de energia de 10 J/cm&sup2;, e o GC recebeu simula&ccedil;&atilde;o de aplica&ccedil;&atilde;o da irradia&ccedil;&atilde;o, ou seja, com aparelho desativado, no mesmo per&iacute;odo de tempo do grupo experimental, a fim de submeter todos os animais ao mesmo n&iacute;vel de estresse, de modo que n&atilde;o interfira nos resultados da pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A cada 24 horas ap&oacute;s a cirurgia, foram realizadas mensura&ccedil;&otilde;es das feridas em mil&iacute;metros de todos os animais por meio de paqu&iacute;metro, do di&acirc;metro dos bordos cicatrizados nos sentidos latero-lateral e cr&acirc;nio-caudal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As pe&ccedil;as amostrais foram obtidas no d&eacute;cimo dia, quando os ratos submetidos ao experimento foram eutanasiados com barbit&uacute;rico, Tiopental 40mg/kg x 3=120mg/kg, tr&ecirc;s vezes a dose anest&eacute;sica habitual, e anest&eacute;sico local com Lidoca&iacute;na 10mg/ml. Posteriormente, foi biopsiada toda a les&atilde;o da pele calv&aacute;ria em forma de elipse, com profundidade pr&oacute;xima ao osso da calota craniana e um espa&ccedil;o de aproximadamente 10 mm al&eacute;m do ferimento, tendo uma margem de seguran&ccedil;a de modo que n&atilde;o danificasse a pe&ccedil;a. O material removido foi fixado em solu&ccedil;&atilde;o formalina tamponada a 10% por 24 horas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O processamento histopatol&oacute;gico foi realizado de acordo com a rotina para inclus&atilde;o em parafina, submetidos &agrave; microtomia e destinados &agrave; colora&ccedil;&atilde;o histol&oacute;gica HE. As carca&ccedil;as dos animais foram armazenadas em sacos pl&aacute;sticos pr&oacute;prios para esse </font><font size="2" face="Verdana">fim, congelados em freezer (-21&deg;C) e encaminhados para incinera&ccedil;&atilde;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As imagens histopatol&oacute;gicas foram obtidas em microsc&oacute;pio &oacute;ptico Carl Zeiss&reg;, modelo AXIO Imager. A1m&reg; (Zeiss, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil), gerando aumentos de 0.8x para an&aacute;lise histomorfom&eacute;trica referentes &agrave;s medi&ccedil;&otilde;es na dist&acirc;ncia entre as margens do epit&eacute;lio, imagens transmitidas para programa ImageJ&reg; e ferramenta Straight, sendo considerados os n&uacute;meros fornecidos pelo programa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; medida Lenght (comprimento) em mm/pixels, calibrados por meio da mensura&ccedil;&atilde;o de 1 mm de uma r&eacute;gua milimetrada (<a href="#fig02">Figura 2</a>). Com microsc&oacute;pio da marca Olympus, modelo CX21&reg; (Olympus, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil), aumento 40x, foram realizadas as an&aacute;lises histomorfol&oacute;gicas (descritivas) do epit&eacute;lio e derme, comparando a neoforma&ccedil;&atilde;o tecidual entre os grupos. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a12fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados coletados foram transferidos para o programa Microsoft Office Excel 2010, e, posteriormente, analisados estatisticamente pelo software SPSS, vers&atilde;o 17.0.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">An&aacute;lise histomorfol&oacute;gica Resultados descritivos dos cortes histopatol&oacute;gicos em colora&ccedil;&atilde;o HE demonstram que o grupo controle (GC) mostra achados microsc&oacute;picos semelhantes, les&otilde;es cut&acirc;neas com fundo contendo escasso tecido de granula&ccedil;&atilde;o e restos celulares; na por&ccedil;&atilde;o mais profunda da les&atilde;o (derme profunda), havia  moderada prolifera&ccedil;&atilde;o fibrobl&aacute;stica com disposi&ccedil;&atilde;o fibrosa de tipo cicatricial. Em uma amostra do grupo controle h&aacute; reepiteliza&ccedil;&atilde;o completa da ferida (<a href="#fig03">Figura 3A</a>). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os resultados histopatol&oacute;gicos do grupo experimental (GE) demonstraram achados microsc&oacute;picos muito semelhantes ao grupo controle, n&atilde;o havendo maior prolifera&ccedil;&atilde;o fibrobl&aacute;stica ou disposi&ccedil;&atilde;o fibrosa. Tamb&eacute;m se observa que em nenhuma das amostras h&aacute; reepiteliza&ccedil;&atilde;o total da ferida (<a href="#fig03">Figura 3B</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a12fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Comparando os dois grupos, n&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;as microsc&oacute;picas marc&aacute;veis, ambos exibem processo reparativo com o mesmo aspecto morfol&oacute;gico, mesma resposta fibrobl&aacute;stica e disposi&ccedil;&atilde;o fibrosa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>An&aacute;lise histomorfom&eacute;trica</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Determinou-se a diferen&ccedil;a entre as medidas do comprimento sobre processo de reparo das feridas (as bordas epiteliais), entre os grupos controle e experimental. O GC apresentou menor distanciamento entre os bordos epiteliais no per&iacute;odo de dez dias, demonstrando diferen&ccedil;a estat&iacute;stica (p = 0,002) (<a href="#fig04">Figura 4</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a12fig04.jpg"></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a12tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>An&aacute;lise macrosc&oacute;pica</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&oacute;s mensura&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias das feridas, em mil&iacute;metros, de animais de ambos os grupos, os resultados cr&acirc;nio caudal (CC) e latero lateral (LL) foram tabelados e foi criada uma m&eacute;dia di&aacute;ria para cada animal, tamb&eacute;m em mil&iacute;metros, comparando-se estatisticamente o grupo experimental e o de controle (<a href="#fig05">Figura 5</a>). P&ocirc;de-se observar que houve diferen&ccedil;a estatisticamente significante entre os grupos (p &lt;0,05) (<a href="#tab02">Tabela 2</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a12fig05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Conforme o apresentado na <a href="#fig05">Figura 5</a>, observa-se a redu&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o das feridas de ambos os grupos. O GE ap&oacute;s o quinto dia, reduzindo 0,56 mm, e o GC ap&oacute;s o quarto dia, reduzindo 0,75 mm, ambos at&eacute; o final da pesquisa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/a12tab02.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo demonstrou a utiliza&ccedil;&atilde;o da terapia com laser de baixa pot&ecirc;ncia, com uso do protocolo mais utilizado na literatura para tecidos &oacute;sseos, avaliando sua repercuss&atilde;o sobre tecidos moles. Estudos confirmam que o protocolo infravermelho atua biomodulando positivamente a cicatriza&ccedil;&atilde;o cicatriza&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea em animais e pode ser empregado em casos de implantodontia<sup>17</sup>, distra&ccedil;&atilde;o osteog&ecirc;nica<sup>18</sup>, expans&atilde;o maxilares<sup>19</sup> e fraturas &oacute;sseas<sup>20</sup>. Enquanto isso, o protocolo vermelho apresenta resultados positivos de repara&ccedil;&atilde;o de feridas em tecidos moles<sup>10-14</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entretanto, a literatura &eacute; escassa quanto &agrave; repercuss&atilde;o de protocolos infravermelhos em tecidos moles. Um estudo<sup>21</sup> utilizou laser infravermelho comprimento de onda 780 nm, pot&ecirc;ncia 70 mW, densidade de energia 3,8J/cm&sup2;, com intervalo de 48 horas por um per&iacute;odo de dez dias, a fim de avaliar cicatriza&ccedil;&atilde;o cut&acirc;nea em ratos e qual processo de cicatriza&ccedil;&atilde;o tecidual do grupo experimental foi acelerado. Isso n&atilde;o vai ao encontro dos resultados deste estudo, que utilizou protocolo infravermelho comprimento de onda 808 nm, pot&ecirc;ncia 100 mW e varia&ccedil;&atilde;o da densidade de energia para 10J/cm&sup2;, no mesmo per&iacute;odo de tempo de aplica&ccedil;&atilde;o. Portanto, o aumento do comprimento de onda, da pot&ecirc;ncia e da dose pode ter sido prejudicial para acelera&ccedil;&atilde;o na cicatriza&ccedil;&atilde;o em tecidos moles. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A terapia &eacute; afetada pelo comprimento de onda, pot&ecirc;ncia e dose<sup>19</sup>. Estudos in vitro em culturas celulares de fibroblastos demonstram que densidades de energia baixas (2J/cm&sup2;) s&atilde;o estimulantes, enquanto maiores (16J/cm&sup2;) podem ser prejudiciais<sup>22</sup>. Segundo Almeida Lopes et al.<sup>23</sup> (2001), c&eacute;lulas irradiadas com laser infravermelho apresentaram crescimento significante maior do que o das c&eacute;lulas irradiadas com laser vermelho. No caso deste estudo, aplicando tais condi&ccedil;&otilde;es em tecido mole de modelo animal, n&atilde;o foi verificado aumento no crescimento celular do GE quando comparado ao GC. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A cicatriza&ccedil;&atilde;o das feridas ocorre em v&aacute;rias etapas com par&acirc;metros caracter&iacute;sticos di&aacute;rios, no per&iacute;odo de oito a doze dias. O exame histopatol&oacute;gico apresenta forma&ccedil;&atilde;o de nova epiderme, que ocorre com diferencia&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria, e inicia o fechamento da derme, acompanhada por forma&ccedil;&atilde;o de tecidos de granula&ccedil;&atilde;o<sup>24</sup>, o que demonstra que, com os achados histopatol&oacute;gicos deste estudo, no per&iacute;odo de dez dias, apresentou fundo contendo tecido de granula&ccedil;&atilde;o; na por&ccedil;&atilde;o mais profunda da les&atilde;o (derme profunda) havia moderada prolifera&ccedil;&atilde;o fibrobl&aacute;stica com disposi&ccedil;&atilde;o fibrosa de tipo cicatricial e reepiteliza&ccedil;&atilde;o da ferida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados histopatol&oacute;gicos do GE demonstraram achados microsc&oacute;picos semelhantes ao GC, n&atilde;o havendo maior prolifera&ccedil;&atilde;o fibrobl&aacute;stica ou disposi&ccedil;&atilde;o fibrosa, o que corrobora com os resultados de Anneroth et al.<sup>25</sup> (1988), que avaliaram a cicatriza&ccedil;&atilde;o em ratos, tanto histopatol&oacute;gico quanto macroscopicamente; ap&oacute;s aplica&ccedil;&atilde;o de laser infravermelho, demonstrando que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre as feridas tratadas e n&atilde;o tratadas, o que difere de estudos realizados com laser vermelho, em que o grupo experimental (irradiado) apresenta biomodula&ccedil;&atilde;o positiva, que atua acelerando o processo de angiogene e o aumento na resposta fibrobl&aacute;stica<sup>26</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quando o epit&eacute;lio sofre les&atilde;o, a borda livre do epit&eacute;lio tende a migrar at&eacute; entrar em contato com a margem oposta, esse fen&ocirc;meno ocorre devido &agrave; prolifera&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas germinativas<sup>27</sup>. A repara&ccedil;&atilde;o tecidual faz-se pela reepiteliza&ccedil;&atilde;o dos anexos epiteliais ou epit&eacute;lio derivado da pele adjacente n&atilde;o acometida<sup>28</sup>. A reepiteliza&ccedil;&atilde;o do GC apresentou-se com menor distanciamento dos bordos epiteliais em rela&ccedil;&atilde;o ao GE, em nenhuma das amostras do GE houve reepiteliza&ccedil;&atilde;o total da ferida, enquanto que no GC uma amostra foi observada. Resultados de Poli<sup>29</sup> (2010), utilizando laser vermelho 685 nm, pot&ecirc;ncia 35 mW, com diferentes densidades de energias (16J, 8J, 4J), no per&iacute;odo de nove dias, mostrando que cinco de onze amostras apresentaram reepiteliza&ccedil;&atilde;o total da ferida. Outro estudo, utilizando laser vermelho 660 nm, 100 mW e 10 J/cm&sup2;, em doze animais, mostrou que todos apresentaram reepiteliza&ccedil;&atilde;o total ou quase completa<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A cicatriza&ccedil;&atilde;o das feridas pode ocorrer de dois modos: na primeira inten&ccedil;&atilde;o, os bordos s&atilde;o lineares e aproximados; na segunda inten&ccedil;&atilde;o, os bordos s&atilde;o irregulares e separados. Quando, por segunda inten&ccedil;&atilde;o, o processo de reparo torna-se mais complicado, pois h&aacute; uma grande falha que deve ser aproximada entre as margens<sup>30</sup>. Utilizando-se as m&eacute;dias das medidas macrosc&oacute;picas, foi evidenciado que o GC apresentou menor dimens&atilde;o que o GE. Isso n&atilde;o corrobora com Rodrigues et al.<sup>21</sup> (2009), que, com protocolo de aplica&ccedil;&atilde;o infravermelho no per&iacute;odo de dez dias e com aplica&ccedil;&otilde;es a cada 48 horas depois da cirurgia, evidenciaram diferen&ccedil;a estatisticamente significativa na redu&ccedil;&atilde;o da ferida do grupo que recebeu terapia com laser de baixa pot&ecirc;ncia.</font><font size="2" face="Verdana"> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&atilde;o</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com base nos resultados deste estudo, podemos concluir que o protocolo infravermelho comprimento de onda 808 nm, pot&ecirc;ncia 100 mW, densidade de energia 10J/cm&sup2;, pode retardar o processo de reepiteliza&ccedil;&atilde;o de feridas cut&acirc;neas, portanto esse protocolo pode atrasar a cicatriza&ccedil;&atilde;o em tecidos moles adjacentes aos tecidos duros.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Mendon&ccedil;a RJ, Netto JC. Aspectos celulares da cicatriza&ccedil;&atilde;o. An Bras Dermatol 2009; 84(3):257-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=178088&pid=S1413-4012201500030001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2. Van Wijk AJ, Kieffer JM, Lindeboom JH. Effect to third molar surgery on oral health-related quality of life in the first postoperative week using dutch version of oral Health Impact Profile-14. J Oral Maxillofac Surg 2009; 67(5):1026-31.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 3. Karu T. Photobiological fundamentals of low-power laser therapy. IEEE J Quant Electron 1987; 23(10):1703-17. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4. Silva JAN, Pinheiro AL, Oliveira MG, Weismann R, Ramalho LM, Nicolau RA. Computerized morphometric assessment of the effect of low-level lasertherapy on bone repair: an experimental animal study. J Clin Laser Med Surg 2001; 20(2):83-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">5. Medrado AP, Soares AP, Santos ET, Reis SR, Andrade ZA. Influence of laser photobiomodulation upon connective tissue remodeling during wound healing. J Photochem Photobiol 2008; 92(3):144-52. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">6. Ozawa Y, Shimizu N, Kariya G, Abiko Y. Low-energy laser irradiation stimulates bone nodule formation at early stages of cellculture in rat calvarial cells. Bone 1998; 22(4):347-54. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">7. Genovese WJ. Laser de baixa intensidade: aplica&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas em odontologia. S&atilde;o Paulo: Lovise; 2000. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">8. Merli LAS, Santos MT, Genovese WJ, Faloppa F. Effect of Low-Intensity laser irradiation on the process of bone repair. Photomed Laser Surg 2008; 23(2):212-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">9. Woodruff LD, Bounkeo JM, Brannon WM, Dawes KS, Bharam CD, Waddell DL, et al. The efficacy of laser therapy in wound repair: a meta-analysis of the literature. Photomed Laser Surg 2004; 22(3):241-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">10. Calisto FCFS, Calisto SLS, Souza AP, Fran&ccedil;a CM, Ferreira APL, Moreira MB. Use of low-power laser to assist the healing of traumatic wounds in rats. Acta Cir Bras 2015; 30(3): 204-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">11. De Melo VA, Dos Anjos DCS, Albuquerque J&uacute;nior R, Melo DB, Carvalho FUR. Effect of low level laser on sutured wound healing in rats. Acta Cir Bras 2011; 26(2):129-34. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">12. G&aacute;l P, Vidinsky B, Toporcer T, Mocry M, Mozes T, ek Longauer F et al. Histological assessment of the effect of laser irradiation on skin wound healing in rats. Photomed Laser Surg 2006; 24(4):480-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">13. Nascimento DG, Fernandes CAM, Sartoretto JL, Breuschi LC, Cuman RKN, Silva FP. Efeitos da irradia&ccedil;&atilde;o com laser hene 632.8nm sobre a cicatriza&ccedil;&atilde;o de feridas em ratos. Ci&ecirc;nc Cuid Sa&uacute;de 2006; 5(2): 229-35. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">14. Dall Agnol MA, Nicolau RA, Lima CJ, Munin E. Comparative analysis of coherent light action (laser) versus non-coherent light (light-emitting diode) for tissue repair in diabetic rats. Lasers Med Sci 2009; 24(6):909-16. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">15. Marques L, Holgado LA, Francischone LA, Ximenez JP, Okamoto R, Kinoshita A. New LLLT protocol to speed up the bone healing process &ndash; histometric and immunohistochemical analysis in ratcalvarial bone defect. Lasers Med Sci 2015; 30(4):1225-30. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">16. Batista JD, Sargenti-Neto S, Dechichi P, Rocha FS, Pagnoncelli RM. Low-level laser therapy on bone repair: is there any effect outside the irradiated field? Lasers Med Sci 2015; 30(5):1569-74. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">17. Mayer L, Gomes FV, Baraldi CE, Weber JBB, Oliveira MG. Assessment of LLLT systemic effects on thyroid hormones function after dental titanium implant installation: an experimental rabbit model. Natural Science 2013; 5(8):933-40. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">18. Cenci RA, Silveira VS, Mayer L, Olveira HW, Moraes JFD, Oliveira MG. Analysis by means of cone-beam computed tomography, bone density and X-ray beam attenuation of rabbit mandibles subjected to low-level laser therapy during distraction osteogenesis. Rev Ci&ecirc;nc M&eacute;d Biol 2015; 14(1):30-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">19. Altan AB, Bicakci AA, Avunduk MC, Esen H. The effect of dosage on the efficiency of LLLT in new bone formation at the expanded suture in rats. Lasers Med Sci 2015; 30(1):255-62. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">20. Sella VR, do Bomfim FR, Machado PC, da Silva Morsoleto MJ, Chohfi M, Plapler H. Effect of low-level laser therapy on bone repair: a randomized controlled experimental study. Lasers Med Sci 2015; 30(3):1061-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">21. Rodrigues SSMFG, Maior BSS, Aquino DR, Anbinder AL. Effects of low-level laser therapy under different protocols on skin wound healing in rats. Clipe Odonto Unitau 2009; 1(1):31-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">22. Walsh L. The current status of low level laser therapy in dentistry. Part 1. Soft tissue applications. Aust Dent J 1997; 42(4):247-54. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">23. Almeida-Lopes L, Rigau J, Zangaro RA, Guidugli-Neto J, Jaeger MM. Comparison of the low level laser therapy effects on cultured human gingival fibroblastos proliferation using different irradiance and same fluence. Laser Surg Med 2001; 29(2):179-84. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">24. Braiman-Wiksman L, Solomonik L, Spira R, Tennenbaum T. Novel insights into wound healing sequence of events. Toxicol Pathol 2007; 35(777):767-79. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">25. Anneroth G, Hall G, Ryd&eacute;n H, Zetterqvist L. The effect of low-energy infra-red laser radiation on wound healing in rats. Br J Oral Maxillofac Surg 1988; 26(1):12-7. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">26. Medrado AP, Soares AP, Santos ET, Reis SR, Andrade ZA. Influence of laser photobiomodulation upon connective tissue remodeling during wound healing. J Photochem Photobiol B 2008; 92(3):144-52. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">27. Hupp JR, Ellis III E, Tucker MR. Cirurgia oral e maxilofacial contempor&acirc;nea. 4. ed. S&atilde;o Paulo: Elsevier; 2005. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">28. Mandelbaum SH, Santis EP, Mandelbaum MHSA. Cicatriza&ccedil;&atilde;o: conceitos atuais e recursos auxiliares. An Bras Dermatol 2003; 78(4):393-410. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">29. Poli VD. An&aacute;lise do tempo e da influ&ecirc;ncia da LLLT no processo de reparo de feridas em dorso de ratos &#91;Tese de Doutorado&#93;. Porto Alegre: Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande do Sul; 2010. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">30. Robbins SL, Cotran RS, Kumar VY. Patologia b&aacute;sica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2003.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v20n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Renan Ribas Formighieri     <br>   Rua Fernando Machado, 1.835E    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   89814-211 Chapec&oacute;, SC    <br>     e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:renanribasf@gmail.com" target="_blank">renanribasf@gmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 23/10/15<br/> Aceito: 07/01/16</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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