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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudo das características e da hipersensibilidade de lesões cervicais não cariosas em pacientes com alterações oclusais]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: to verify the characteristics, length, and depth of the lesion, and the hypersensitivity of non-carious cervical lesions (NCCL) in patients with occlusal changes. Subjects and methods: by means of a cross-sectional observational study, 58 patients of both genders, between 18 and 71 years old, with lesions were evaluated at the Occlusion services of the cities of João Pessoa and Campina Grande, PB, Brazil. Length, depth, and hypersensitivity of NCCL were determined by clinical examination performed by a single calibrated examiner. Data were analyzed using descriptive and non-parametric (&#961; Spearman coefficient) analyses at 5% significance level and 95% confidence interval. Results: supragingival extension with grade 1 tooth wear index was prevalent in the population studied. Age was positively correlated with increasing depth of the lesions. Cervical hypersensitivity was present in 74.13% and more prevalent in lower premolars (22.34%). Conclusion: Lesions with supragingival extension were prevalent among patients of the research. The group of lower premolars was mostly affected by dental hypersensitivity, and the increasing depth of lesions was associated with the presence of NCCL hypersensitivity.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Epidemiologia]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Estudo das caracter&iacute;sticas e da hipersensibilidade de les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas em pacientes com altera&ccedil;&otilde;es oclusais</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Study of characteristics and hypersensitivity of non-carious cervical lesions in patients with occlusal changes</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Viviane Maria Gon&ccedil;alves de Figueiredo <sup>I</sup></b><i><b> ; </b></i><b>Rosen&ecirc;s Lima dos Santos; </b><b> <sup>II</sup> </b></font></font><font size="2" face="Verdana"><b>Andr&eacute; Ulisses Dantas Batista <sup>III</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>  Doutora em Odontologia Restauradora, Departamento de Materiais Dent&aacute;rios e Pr&oacute;tese, Instituto de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, - Unesp, S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos - Brasil    <br> <sup>II</sup> Doutora em Dent&iacute;stica, Departamento de Cl&iacute;nica e Odontologia Social, Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Para&iacute;ba, Jo&atilde;o Pessoa-Brasil    <br>   <sup>III </sup>Doutor em Reabilita&ccedil;&atilde;o Oral, Departamento de Odontologia Restauradora, Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Para&iacute;ba, Jo&atilde;o Pessoa-Brasil</font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objetivo: verificar as caracter&iacute;sticas, a extens&atilde;o e a profundidade da les&atilde;o, e a hipersensibilidade das les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas (LCNC) em pacientes com altera&ccedil;&otilde;es oclusais. Sujeitos e m&eacute;todo: por meio de um estudo transversal e observacional foram avaliados 58 pacientes com les&otilde;es, de ambos os sexos; entre 18 e 71 anos, nos Servi&ccedil;os de Oclus&atilde;o das cidades de Jo&atilde;o Pessoa e Campina Grande-PB. Extens&atilde;o, profundidade e hipersensibilidade de LCNC foram determinadas por exame cl&iacute;nico realizado por &uacute;nico examinador calibrado. A an&aacute;lise dos dados foi realizada por meio de an&aacute;lises descritivas e n&atilde;o param&eacute;tricas (coeficiente &rho; de Spearman) com 5% de n&iacute;vel signific&acirc;ncia e 95% de intervalo de confian&ccedil;a. Resultados: extens&atilde;o supragengival com &iacute;ndice de desgaste dental de grau 1 foi prevalente na popula&ccedil;&atilde;o estudada. A idade apresentou correla&ccedil;&atilde;o positiva com o aumento da profundidade das les&otilde;es. A hipersensibilidade cervical esteve presente em 74,13% e mais prevalente nos pr&eacute;-molares inferiores (22,34%). Conclus&atilde;o: Les&otilde;es com extens&atilde;o supragengival foram prevalentes entre os pacientes da pesquisa; pr&eacute;-molares inferiores foram o grupo dental mais acometido pela hipersensibilidade e o aumento da profundidade das les&otilde;es esteve associado a presen&ccedil;a da hipersensibilidade das LCNC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chaves: </B>Epidemiologia. Caracter&iacute;sticas. Hipersensibilidade.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objective: to verify the characteristics, length, and depth of the lesion, and the hypersensitivity of non-carious cervical lesions (NCCL) in patients with occlusal changes. Subjects and methods: by means of a cross-sectional observational study, 58 patients of both genders, between 18 and 71 years old, with lesions were evaluated at the Occlusion services of the cities of Jo&atilde;o Pessoa and Campina Grande, PB, Brazil. Length, depth, and hypersensitivity of NCCL were determined by clinical examination performed by a single calibrated examiner. Data were analyzed using descriptive and non-parametric (&rho; Spearman coefficient) analyses at 5% significance level and 95% confidence interval. Results: supragingival extension with grade 1 tooth wear index was prevalent in the population studied. Age was positively correlated with increasing depth of the lesions. Cervical hypersensitivity was present in 74.13% and more prevalent in lower premolars (22.34%). Conclusion: Lesions with supragingival extension were prevalent among patients of the research. The group of lower premolars was mostly affected by dental hypersensitivity, and the increasing depth of lesions was associated with the presence of NCCL hypersensitivity.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords: </B>Epidemiology. Characteristics. Hypersensitivity.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">	As les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas (LCNC) caracterizam- se pela perda da estrutura dent&aacute;ria na regi&atilde;o cervical, em n&iacute;vel de jun&ccedil;&atilde;o cemento-esmalte, na aus&ecirc;ncia de micro-organismos<sup>1,2</sup> e acometem mais pr&eacute;-molares<sup>3</sup>. Essas constituem achados rotineiros e cada vez mais comuns na pr&aacute;tica da cl&iacute;nica odontol&oacute;gica, a etiologia e classifica&ccedil;&atilde;o s&atilde;o desafiadoras, pois a a&ccedil;&atilde;o de fatores abrasivos, erosivos e oclusais podem atuar para iniciar a les&atilde;o. Assim, a a&ccedil;&atilde;o desses diverssos fatores causais, determina a etiologia multifatorial dessas les&otilde;es<sup>4,5</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tais les&otilde;es iniciam-se subgengivalmente na regi&atilde;o cervical dent&aacute;ria, podem ocorrer em quaisquer das faces dentais e tornam-se mais profundas &agrave; medida que &eacute; prolongada a a&ccedil;&atilde;o do seu fator desencadeante<sup>6</sup>. A exposi&ccedil;&atilde;o da superf&iacute;cie dentin&aacute;ria cervical promove a abertura dos t&uacute;bulos dentin&aacute;rios ao meio bucal, que em presen&ccedil;a de um est&iacute;mulo, promove a movimenta&ccedil;&atilde;o dos flu&iacute;dos tubulares, atingindo as extremidades dos nervos pulpares e provocando a sensa&ccedil;&atilde;o de dor<sup>7</sup>. Sendo a hipersensibilidade o motivo mais frequente para o paciente buscar ajuda profissional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diagnosticar les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas precocemente se faz necess&aacute;rio para prevenir o desenvolvimento de novas les&otilde;es, interromper a progress&atilde;o de les&otilde;es instaladas e determinar tratamentos com progn&oacute;stico mais favor&aacute;vel<sup>8</sup>. Assim, sabendo que pacientes com altera&ccedil;&otilde;es dos contatos oclusais apresentam um elevado n&uacute;mero de LCNC<sup>3</sup>, se faz necess&aacute;rio e importante investigar outros fatores nesta popula&ccedil;&atilde;o como a hipersensibilidade e as caracter&iacute;sticas dessas les&otilde;es, a fim de fazer com que os profissionais da Odontologia conhe&ccedil;am tais fatores, os quais ser&atilde;o primordiais para tra&ccedil;ar a melhor estrat&eacute;gia terap&ecirc;utica a ser adotada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim, este estudo objetivou verificar as caracter&iacute;sticas das LCNC, como extens&atilde;o, profundidade e hipersensibilidade dessas les&otilde;es em pacientes com altera&ccedil;&otilde;es oclusais. A hip&oacute;tese a ser testada &eacute; que LCNC apresentam correla&ccedil;&atilde;o com a sensibilidade dentin&aacute;ria.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Sujeitos e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Realizou-se um estudo transversal e prospectivo nos Servi&ccedil;os de Oclus&atilde;o das cidades de Jo&atilde;o Pessoa-PB e Campina Grande-PB; e a popula&ccedil;&atilde;o avaliada correspondeu aos pacientes com 10 pares oclusais que buscaram os servi&ccedil;os em quest&atilde;o, no per&iacute;odo de Novembro de 2010 a Outubro de 2011<sup>3</sup>. Dentre as altera&ccedil;&otilde;es oclusais que a popula&ccedil;&atilde;o apresentava destaca-se interfer&ecirc;ncias em m&aacute;xima intercuspida&ccedil;&atilde;o habitual, altera&ccedil;&atilde;o da guia lateral e em protus&atilde;o, e h&aacute;bitos parafuncionais. Para esta pesquisa, utilizou-se uma amostra por conveni&ecirc;ncia de 58 pacientes, com base em um estudo anterior realizado nos mesmos servi&ccedil;os<sup>3</sup>, ou seja, apenas pacientes que apresentavam les&otilde;es foram avaliados. Foram inclu&iacute;dos no estudo pacientes com pelo menos uma les&atilde;o cervical n&atilde;o cariosa e que estivessem dispostos a participar do estudo. Excluiu-se os pacientes com terap&ecirc;utica dessensibilizante. Para a execu&ccedil;&atilde;o do exame cl&iacute;nico, o examinador e o instrumental (sonda exploradora) haviam sido calibrados anteriormente<sup>3</sup>. A calibra&ccedil;&atilde;o do examinador (calibra&ccedil;&atilde;o intraexaminador) ocorreu durante o exame cl&iacute;nico de pacientes previamente ao estudo; a estat&iacute;stica do Coeficiente Kappa confirmou a reprodutibilidade deste examinador<sup>3</sup>. As sondas exploradoras escolhidas, para o exame cl&iacute;nico, levou-se em considera&ccedil;&atilde;o a similaridade do di&acirc;metro da ponta ativa<sup>3</sup>. Assim, seguindo a mesma proposta de proporcionar acur&aacute;cia para os resultados obtidos por meio do exame; as sondas periodontais foram selecionadas quanto &agrave; correspond&ecirc;ncia da milimetragem. O estudo foi aprovado no comit&ecirc; de &eacute;tica local- Hospital Universit&aacute;rio Lauro Wanderley-HULW CAAE 0399.0.126.000-10. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A coleta de dados foi realizada por meio de um exame cl&iacute;nico e formul&aacute;rio espec&iacute;fico, quando foram abordadas vari&aacute;veis sobre as caracter&iacute;sticas das les&otilde;es como extens&atilde;o, profundidade e hipersensibilidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Extens&atilde;o da LCNC: classificou-se em ao n&iacute;vel gengival, supragengival e subgengival<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Profundidade da LCNC: o &Iacute;ndice de Desgaste Dental (IDD) definiu a profundidade da perda dent&aacute;ria das les&otilde;es em uma escala de 0 a 4 para cada superf&iacute;cie dental avaliada. Os escores desta escala s&atilde;o definidos como: 0 nenhuma altera&ccedil;&atilde;o de contorno, 1 m&iacute;nima perda de contorno, 2 defeito &lt; 1 mm de profundidade, 3 defeito de 1-2 mm de profundidade e 4 defeito &gt; 2 mm de profundidade. O exame para detectar a profundidade das les&otilde;es consistiu em posicionar a sonda periodontal milimetrada perpendicularmente ao longo eixo do dente no centro da les&atilde;o, identificava-se a profundidade com o escore da escala por meio de uma linha imagin&aacute;ria de continuidade da les&atilde;o, de gengival para oclusal<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Hipersensibilidade da LCNC: verificou-se a presen&ccedil;a da hipersensibilidade, apenas para as les&otilde;es supragengivais, t&aacute;til com aux&iacute;lio de sonda exploradora n&ordm; 5 e evaporativa, utilizando a seringa trip&iacute;cile a 0,5 cm da les&atilde;o<sup>11</sup>. A dist&acirc;ncia entre a les&atilde;o e a seringa trip&iacute;cile foi obtida com aux&iacute;lio de um canudo, inserido na ponta da seringa<sup>11</sup>. A avalia&ccedil;&atilde;o t&aacute;til e evaporativa da hipersensibilidade das les&otilde;es foi realizada durante 5 segundos, para cada m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o<sup>11</sup>. A sensibilidade &agrave; dor foi quantificada por par&acirc;metros de hipersensibilidade, ap&oacute;s cada m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o da hipersensibilidade, questionava- se ao paciente o n&iacute;vel de dor numa escala entre 0 e 3; em que o grau 0 representa sem sensibilidade, grau 1 sensibilidade leve ou suave, grau 2 sensibilidade aguda apenas durante a aplica&ccedil;&atilde;o do est&iacute;mulo e o grau 3 sensibilidade persistente ap&oacute;s a remo&ccedil;&atilde;o do est&iacute;mulo<sup>12</sup>. Previamente a avalia&ccedil;&atilde;o da sensibilidade da LCNC, foi realizada uma profilaxia nos pacientes com pedra pomes de granula&ccedil;&atilde;o fina, ta&ccedil;a de borracha e caneta de baixa rota&ccedil;&atilde;o (Dabi Atlante, Ribeir&atilde;o Preto, S&atilde;o Paulo, Brasil), para eliminar poss&iacute;veis restos alimentares ou afins que possam apresentar-se sobre as les&atilde;o, ocluindo a superf&iacute;cie dos t&uacute;bulos dentin&aacute;rios e diminuindo a permeabilidade dentin&aacute;ria em cerca de 86%, mascarando a presen&ccedil;a ou o grau de sensibilidade da les&atilde;o<sup>13</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram registrados em banco de dados do programa de inform&aacute;tica SPSS (Statistical Package for Social Sciences) para Windows, vers&atilde;o 15.0. Adotou-se uma abordagem estat&iacute;stica n&atilde;o param&eacute;trica, pautada na observ&acirc;ncia da distribui&ccedil;&atilde;o dos dados, corroborados pelo teste de normalidade de Komogorov-Smirnov, que apontou uma distribui&ccedil;&atilde;o divergente da normal (p&gt;0,05). Os dados de frequ&ecirc;ncia foram apresentados por meio de tabelas. Os testes realizados foram: U de Mann-Whitney estabeleceu a diferen&ccedil;a estat&iacute;stica entre o g&ecirc;nero e o maior n&uacute;mero de les&otilde;es; Coeficiente &rho; de Spearman identificou a correla&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis m&eacute;tricas, esses resultados foram estabelecidos em gr&aacute;ficos. Adotado um intervalo de confian&ccedil;a de 95%, e n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5% (p&lt;0,05). </font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Resultados</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observou-se m&eacute;dia de idade de 33,00 anos, entre 18 e 71 anos; sendo 58,62% sexo feminino e 41,38% sexo masculino. A m&eacute;dia de dentes com les&otilde;es nos g&ecirc;neros masculino e feminino foi bem semelhante, respectivamente 5,31 e 5,27. Assim, o g&ecirc;nero n&atilde;o esteve, estatisticamente, relacionado ao maior n&uacute;mero de les&otilde;es (p= 0,710) (<a href="#fig01">Figura 1</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a02fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto &agrave;s caracter&iacute;sticas das LCNC, a extens&atilde;o mais prevalente foi supragengival (96,4%), em sequ&ecirc;ncia ao n&iacute;vel (3,39%) e subgengival (0,21%), bem como repetiu-se esses achados entre os grupos dentais. O IDD grau 1 foi prevalente em todos os grupos dentais (<a href="#tab01">Tabela 1</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a02tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Correla&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas foram observadas entre a idade e os escores IDD, ou seja, &agrave; medida que os participantes envelhecem, h&aacute; uma tend&ecirc;ncia a apresentarem o IDD, nas seguintes intensidades de correla&ccedil;&atilde;o: fraca para os graus 0 e 3, moderada para o grau 2 e forte para o grau 1 (Grau 0: &rho;=0,353; p=0,001; Grau 1: &rho;=0,663; p&lt;0,001; Grau 2: &rho;=0,524; p&lt;0,001; Grau 3: &rho;=0,234; p=0,028). (<a href="#fig02">Figura 2</a>)</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a02fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A hipersensibilidade dentin&aacute;ria cervical esteve presente em 43 (74,13%) pacientes e em 179 (38,82%) dos elementos acometidos por LCNC, nas seguintes frequ&ecirc;ncias: pr&eacute;-molares inferiores (22,34%), pr&eacute;-molares superiores (21,32%), molares superiores (14,72%), incisivos superiores (9,64%), caninos superiores (8,63%), caninos inferiores (5,58%), molares inferiores (5,08%) e incisivos inferiores (3,55%). A preval&ecirc;ncia da sensibilidade foi maior nos dentes maxilares (59,78%) do que nos dentes mandibulares (40,2%). As les&otilde;es cervicais apresentaram-se mais sens&iacute;veis ao est&iacute;mulo evaporativo (146 les&otilde;es) que o est&iacute;mulo t&aacute;til (108 les&otilde;es) (<a href="#tab02">Tabela 2</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a02tab02.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados apontaram correla&ccedil;&otilde;es significativas positivas, de intensidade moderada a forte, entre sensibilidade e IDD nos graus 0 (&rho;=0,329; p=0,002), 1 (&rho;=0,730; p&lt;0,001), 2 (&rho;=0,789; p&lt;0,001), 3 (&rho;=0,417; p&lt;0,001) (<a href="#fig03">Figura 3</a>). Optou-se por realizar est&aacute; an&aacute;lise estat&iacute;stica dentre cada grau de IDD, devido &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o dos dados n&atilde;o favorecerem uma an&aacute;lise global da vari&aacute;vel; bem como percebesse que &eacute; mais importante observar que grau trar&aacute; est&aacute; correla&ccedil;&atilde;o a fim de que o cirurgi&atilde;o-dentista esteja mais atento ao avaliar um paciente com esse tipo de les&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a02fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudos cl&iacute;nicos sobre LCNC t&ecirc;m se ampliando devido &agrave; elevada frequ&ecirc;ncia dessas les&otilde;es na popula&ccedil;&atilde;o<sup>3</sup>. A observa&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas como a extens&atilde;o e o &iacute;ndice de desgaste dent&aacute;rio e da hipersensibilidade s&atilde;o importantes para estruturar o diagn&oacute;stico pr&eacute;vio, realizar medidas preventivas e a tomada de decis&atilde;o para melhor tratamento a ser adotado para tais pacientes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Confirmando os achados da literatura<sup>3</sup>, o g&ecirc;nero n&atilde;o esteve associado ao maior n&uacute;mero de les&otilde;es. A localiza&ccedil;&atilde;o supragengival tem sido prevalente na literatura<sup>9,14</sup>, alguns estudos detectaram apenas esse tipo de localiza&ccedil;&atilde;o<sup>11,15</sup>, decorrente do crit&eacute;rio diagn&oacute;stico visual adotado por alguns estudos; embora a sondagem da &aacute;rea cervical com sonda exploradora permita identificar a presen&ccedil;a destas les&otilde;es "ao prender da sonda"<sup>3,20</sup>. A frequ&ecirc;ncia desse tipo de extens&atilde;o pode ser explicada pela elevada faixa et&aacute;ria da popula&ccedil;&atilde;o em estudo, ou seja, ndiv&iacute;duos expostos por um longo tempo aos fatores etiol&oacute;gicos das les&otilde;es, apresentando um quadro cl&iacute;nico da les&atilde;o j&aacute; instalada. Tamb&eacute;m se faz interessante observar que, praticamente, todos os grupos dentais apresentaram LCNC ao n&iacute;vel gengival, ou seja, nessa popula&ccedil;&atilde;o o n&uacute;mero de les&otilde;es tender&aacute; a elevar-se, com a a&ccedil;&atilde;o de fatores etiol&oacute;gicos no decorrer do tempo. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O &Iacute;ndice de Desgaste Dental (IDD) mais frequente nos grupos dent&aacute;rios foi IDD=1 (m&iacute;nima perda de contorno), sendo que o IDD= 4 n&atilde;o foi observado, enquanto achados na literatura<sup>16</sup> apresentam IDD prevalente de grau 2 (defeito &lt;1 mm de contorno). A diferen&ccedil;a de graus no IDD entre o estudo de Silva<sup>16</sup> e a pesquisa em quest&atilde;o pode ser explicada pela faixa et&aacute;ria da popula&ccedil;&atilde;o do primeiro estudo ser mais elevada em rela&ccedil;&atilde;o ao segundo estudo, a a&ccedil;&atilde;o de diversos fatores contribuintes a longo prazo interferem para agravar a profundidade da les&atilde;o. Os dados apresentaram correla&ccedil;&atilde;o positiva entre a idade e os graus de IDD, &agrave; medida que os indiv&iacute;duos envelhecem h&aacute; uma tend&ecirc;ncia apresentarem maior profundidade da les&atilde;o, este resultado tamb&eacute;m est&aacute; de acordo com a literatura<sup>16</sup>. A a&ccedil;&atilde;o de diferentes fatores desencadeantes das les&otilde;es promove a progress&atilde;o dessas ao longo da vida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os pr&eacute;-molares, molares e caninos foram os grupos dentais em que se observou maior frequ&ecirc;ncia de profundidade de desgaste, que pode ser explicado porque tais grupos s&atilde;o os mais acometidos pelas les&otilde;es<sup>3,11,14,15-20</sup> tendem a apresentar les&otilde;es mais profundas. Bem como s&atilde;o elementos dentais exigidos nos movimentos excursivos laterais em grupo; assim o longo contato em desoclus&atilde;o pode deslocar a dire&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a e causar les&otilde;es at&iacute;picas<sup>9</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O n&uacute;mero de LCNC sens&iacute;veis foi inferior aos achados da literatura<sup>16</sup>, pois foram avaliadas apenas as les&otilde;es supragengivais, sendo que nem todas foram sens&iacute;veis; e a preval&ecirc;ncia dessas apresentaram IDD=1. Enquanto que o aumento do grau de IDD esteve associado &agrave; presen&ccedil;a de sensibilidade cervical, ou seja maior profundidade da les&atilde;o gera maior exposi&ccedil;&atilde;o de t&uacute;bulos dentin&aacute;rios, elevando o n&uacute;mero de les&otilde;es sens&iacute;veis<sup>11</sup>. O presente estudo observou os pr&eacute;-molares, como os elementos mais acometidos pela sensibilidade cervical, seguidos de molares, incisivos e caninos, conforme a literatura<sup>21,22</sup>. O arco superior foi o mais acometido pela sensibilidade devido ao fato de ser o arco mais atingido pelas les&otilde;es<sup>3,19,23</sup> e sujeitos &agrave; a&ccedil;&atilde;o de fatores abrasivos e erosivos<sup>20</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nem todas as superf&iacute;cies dentin&aacute;rias expostas s&atilde;o sens&iacute;veis, a poss&iacute;vel explica&ccedil;&atilde;o para tal afirma&ccedil;&atilde;o decorre do fato de que os dentes podem se dessensibilizar naturalmente. Prote&iacute;nas salivares aderem &agrave; superf&iacute;cie exterior da dentina e prote&iacute;nas plasm&aacute;ticas aderem &agrave; superf&iacute;cie interna, bloqueando os t&uacute;bulos dentin&aacute;rios. Cristais intra-tubulares s&atilde;o formados a partir dos minerais da saliva e do fluido dentin&aacute;rio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A hip&oacute;tese a ser testada foi aceita de que les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas apresentam correla&ccedil;&atilde;o positiva com a sensibilidade dentin&aacute;ria. A limita&ccedil;&atilde;o deste estudo foi a n&atilde;o aferi&ccedil;&atilde;o dessa sensibilidade ap&oacute;s a a&ccedil;&atilde;o de um desensibilizante e observar como esse vai agir em diferentes profundidades de les&atilde;o e faixas et&aacute;rias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Os resultados desta pesquisa permitem esclarecer ao cirurgi&atilde;o-dentista o comportamento (caracter&iacute;sticas e hipersensibilidade) de les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas em pacientes com altera&ccedil;&otilde;es oclusais. Partindo deste conhecimento &eacute; necess&aacute;rio que a comunidade odontol&oacute;gica olhe para popula&ccedil;&otilde;es acometidas por altera&ccedil;&otilde;es oclusais e apresentem estrat&eacute;gias para impedir o avan&ccedil;o das les&otilde;es e com esse a hipersensibilidade. Novos estudos cl&iacute;nicos devem ser realizados, na busca de tratar a sensibilidade dent&aacute;ria e tra&ccedil;ar a melhor estrat&eacute;gia dessensibilizante, focando o tipo de dentina encontrada em cada les&atilde;o a fim de eliminar ou amenizar a dor.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Les&otilde;es com extens&atilde;o supragengival foram prevalentes entre os pacientes da pesquisa; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2. O avan&ccedil;o da idade esteve associado ao aumento da profundidade das les&otilde;es; </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">3. Pr&eacute;-molares inferiores foram o grupo dental mais acometido pela hipersensibilidade;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 4. O aumento do grau do IDD esteve associado &agrave; presen&ccedil;a da hipersensibilidade das LCNC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os autores afirmam n&atilde;o haver nenhum conflito de interesse neste estudo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Michael JA, Townsend GC, Greenwood LF, Kaidonis JA. Abfraction: separating fact from fiction. Australian Dental Journal. 2009; 54: 2-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=185077&pid=S1413-4012201600030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 2. Grippo JO, Smiring M, Schreiner S. Attrition, abrasion, corrosion and abnfraction revisited A new perspective on tooth surface lesions. JADA. 2005; 135: 1109-1118. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3. Figueiredo VMG, Santos RL, Batista AUD. Avalia&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos de higiene bucal, h&aacute;bitos alimentares e pH salivar em pacientes com aus&ecirc;ncia e presen&ccedil;a de les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas. Rer Odontol Unesp 2013; 42(6):414-419. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">4. Grippo JO. Abfractions: a new classification of hard tissue lesions of teeth. J Esthet Dent 1991; 3: 14-19. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">5. Bartlett DW, Shah P. A Critical Review of Non-carious Cervical (Wear) Lesions and the Role of Abfraction, Erosion, and Abrasion. J Dent Res. 2006; 85: 306-312. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">6. Garone Filho W, Silva VA. Les&otilde;es n&atilde;o cariosas "O novo desafio as odontologia". S&atilde;o Paulo: Santos; 2008. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">7. Farias GJM, Villela LC. Etiologia e tratamento da hipersensibilidade dentin&aacute;ria em dentes com les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas. Rev Bioci&ecirc;nc 2000; 6: 21-27. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">8. Sobral MAP, Garone Neto N. Aspectos cl&iacute;nicos da etiologia da hipersensibilidade dentin&aacute;ria cervical. Rev Odontol Univ S&atilde;o Paulo 1999; 13: 189-195. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">9. Miller N, Penaud J, Ambrosini P, Bisson-Boutelliez C, Brian&ccedil;on S. Analysis of etiologic factors and periodontal conditions involved with 309 abfractions. J Clin Periodontol 2003; 30: 828-832. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">10. Smith BGN, Knight JK. An index for measuring the wer of teeth. J. Br. Dent. 1984; 156: 435-438.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 11. Costa LC. Preval&ecirc;ncia de les&otilde;es dent&aacute;rias n&atilde;o cariosas e sua rela&ccedil;&atilde;o com o processo erosivo. &#91;Tese de Doutorado&#93;. Bauru: Universidade de S&atilde;o Paulo; 2007. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">12. Corona SAM, Nascimento TN, Catirse AB, Lizarelli RF, Dinelli W, Palma-Dibb RG. Clinical evaluation of low-level therapy and fluoride barniz for treating cervical dentinal hypersensitivity. J Oral Rehab 2003; 30(12):1183-1189. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">13. Baratiere LN. Odontologia Restauradora Fundamentos e Possibilidades. 6 ed. S&atilde;o Paulo: Santos; 2007. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">14. Chan DCN, Browning WD, PohjolaR, Hackman S, Myers ML. Predictor of non-carious lesion of cervical tooth tissues. Operative Debtristry 2006; 31: 84-88. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">15. Oliveira ACS, Damascena NP, Souza CS. An&aacute;lise cl&iacute;nica de pacientes portadores de les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas e sua rela&ccedil;&atilde;o com h&aacute;bitos. Rev Sul-Bras Odontol 2010; 7: 182-192. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">16. Silva FML. Les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas: Preval&ecirc;ncia, severidade e correla&ccedil;&atilde;o com fatores etiol&oacute;gicos. &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado&#93;. Uberl&acirc;ndia: Universidade Federal de Uberl&acirc;ndia; 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">17. Bernhardt O, Gesch D, Schawah F, Mack G, Meyer JU, Kocher ET. Epidemiological evaluation of the multifactorial aetiology of abfractions. Journal of Oral Rehabilitation 2006; 33: 17-25. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">18. Santos RL, Barbosa RPS, Sales GCF, Costa JDMC. An&aacute;lise cl&iacute;nica de pacientes portadores de les&otilde;es cervicais. Odontologia Cl&iacute;n.-Cient&iacute;f 2005; 4(1):35-42. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">19. Young WG, Khan F. Sites of dental erosion are saliva-dependent. Journal of Oral Rehabilitation. 2002; 29: 35-43.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 20. Pegoraro LF, Scolaro JM, Conti PC, Telles D, Pegoraro TA. Noncarious cervical lesions in adults Prevalence and occlusal aspects. JADA 2005; 136:1694-1700.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 21. Garcia CH. Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica de dois produtos utilizados no tratamento da hipersensibilidade dentin&aacute;ria. &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado&#93;. Rio de Janeiro: Universidade Veiga Almeida; 2005. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">22. Aranha ACC. Estudo in vivo da efetividade de diferentes m&eacute;todos de dessensibiliza&ccedil;&atilde;o dentin&aacute;ria em les&otilde;es cervicais n&atilde;o cariosas. &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado&#93;. Piracicaba: Universidade Estadual de Campinas; 2003. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">23. Piotrowski BT, Gillette WB, Hancock EB. Examining the prevalence and characteristics of abfractionlike cervical lesions in a population of U.S. veterans. J Am Dent Assoc 2001; 132(12):1694-1701.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Correspondence address:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Viviane Maria Gon&ccedil;alves de Figueiredo    <br> Pra&ccedil;a Jo&atilde;o Pessoa, n 16, Centro    <br>   58297.000     <br>Rio Tinto-PB     <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:vivi_mfigueiredo@yahoo.com.br" target="_blank">vivi_mfigueiredo@yahoo.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 31/08/2015<br/> Aceito: 26/03/2017</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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