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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Conhecimento dos cirurgiões-dentistas do município de Capão da Canoa sobre o atendimento a pacientes oncológicos]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Knowledge of dental surgeons from the city of Capão da Canoa on the care for cancer patients]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective: to evaluate, through a questionnaire, the level of knowledge of dentists on the care for cancer patients. Subjects and method: 51 questionnaires were distributed in the city of Capão da Canoa, RS, Brazil, and 23 of them were answered. Results: most professionals use 0.12% chlorhexidine as mouthwash during the care for patients undergoing chemotherapy and/or radiotherapy, and these professionals would not extract the third molars and partially erupted teeth of these patients. 52.17% would not indicate installing implants after radiotherapy, and the remaining respondents would do it after 1 year at least. To perform extractions and avoid osteoradionecrosis, 21.73% of professionals would do it only after 6 months, 39.13% after 1 year, and the remaining would do it after 3 years or more. For yeast infections, the most indicated drug was Nystatin. In the case of viral infections, most did not respond. 43.47% of respondents would not know how to diagnose mucositis, and most of them did not respond regarding its treatment. Xerostomia was the oral complication most often mentioned among the problems these patients may present; infections were also mentioned. For the early diagnosis of these changes and for knowing how to act during the treatment of cancer patients, the respondents answered that it is necessary to verify the oral condition of patients before starting radiotherapy and to contact the physician in charge to learn about the general health status of the patient. Conclusion: several dentists still have doubts about the care for cancer patients, not knowing how to perform a protocol to care of these patients.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Inquéritos e questionários]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><a name="top"/></a><B>Conhecimento dos cirurgi&otilde;es-dentistas do munic&iacute;pio de Cap&atilde;o da Canoa sobre o atendimento a pacientes oncol&oacute;gicos</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Knowledge of dental surgeons from the city of Cap&atilde;o da Canoa on the care for cancer patients</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Luara Zanini <sup>I</sup></b><i><b>; </b></i><b>Marcylene Arruda Braz</b><b> <sup>II</sup>; </b></font><font size="2" face="Verdana"><b>Naiara Leites Larentis</b></font><font size="2" face="Verdana"><b> <sup>III</sup></b></font><font size="2" face="Verdana"><b>; </b></font></font><font size="2" face="Verdana"><b>Julia Itzel Acosta Moreno Vinholes</b></font><font size="2" face="Verdana"><b> <sup>III</sup></b></font><font size="2" face="Verdana"><b>    <br> </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>  Cirurgi&atilde;-dentista especialista, Cap&atilde;o da Canoa, RS, Brasil    <br>   <sup>II</sup> </font><font size="2" face="Verdana">Acad&ecirc;mica de Odontologia, Ulbra Torres, Torres, RS, Brasil    <br>   <sup>III</sup> </font><font size="2" face="Verdana">Professora doutora, Ulbra Torres, Torres, RS, Brasil</font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#back">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">RESUMO	</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objetivo: avaliar, por meio de um question&aacute;rio, o n&iacute;vel de conhecimento do cirurgi&atilde;o-dentista sobre o atendimento a pacientes oncol&oacute;gicos. Sujeitos e m&eacute;todo: foram distribu&iacute;dos 51 question&aacute;rios no munic&iacute;pio de Cap&atilde;o da Canoa, RS, sendo que 23 foram respondidos. Resultados: a maioria dos profissionais usa clorexidina 0,12% como antiss&eacute;ptico bucal durante o atendimento a pacientes em tratamento de quimioterapia e/ou radioterapia, e n&atilde;o faria exodontia de terceiros molares e dentes parcialmente erupcionados nesses pacientes. Ainda, 52,17% n&atilde;o indicariam coloca&ccedil;&atilde;o de implantes ap&oacute;s a terapia radioter&aacute;pica, os demais indicariam, no m&iacute;nimo, ap&oacute;s um ano do tratamento. Para a realiza&ccedil;&atilde;o de exodontias e evitar a osteorradionecrose, 21,73% s&oacute; fariam ap&oacute;s 6 meses, 39,13% ap&oacute;s 1 ano e o restante ap&oacute;s 3 anos ou mais. Para infec&ccedil;&otilde;es f&uacute;ngicas, o medicamento mais apontado foi a Nistatina. No caso de infec&ccedil;&otilde;es virais, a maioria n&atilde;o respondeu. Dos entrevistados, 43,47% n&atilde;o saberiam fazer o diagn&oacute;stico de mucosite, j&aacute; quanto ao seu tratamento, a maioria n&atilde;o respondeu. A xerostomia foi a complica&ccedil;&atilde;o bucal mais apontada entre os problemas que esses pacientes podem apresentar, sendo as infec&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m bastante citadas. Para que essas altera&ccedil;&otilde;es possam ser diagnosticadas precocemente e se saiba como agir durante o tratamento dos pacientes oncol&oacute;gicos, os entrevistados responderam que &eacute; necess&aacute;rio verificar as condi&ccedil;&otilde;es bucais do paciente antes do in&iacute;cio do tratamento radioter&aacute;pico e fazer contato com o m&eacute;dico respons&aacute;vel para saber do estado de sa&uacute;de geral do paciente. Conclus&atilde;o: muitos dentistas ainda t&ecirc;m d&uacute;vidas sobre o atendimento a pacientes oncol&oacute;gicos, n&atilde;o sabendo realizar um protocolo para o atendimento desses.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><B>Palavras-chave: </B>Inqu&eacute;ritos e question&aacute;rios. Neoplasias. Odontologia. Oncologia.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT	</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objective: to evaluate, through a questionnaire, the level of knowledge of dentists on the care for cancer patients. Subjects and method: 51 questionnaires were distributed in the city of Cap&atilde;o da Canoa, RS, Brazil, and 23 of them were answered. Results: most professionals use 0.12% chlorhexidine as mouthwash during the care for patients undergoing chemotherapy and/or radiotherapy, and these professionals would not extract the third molars and partially erupted teeth of these patients. 52.17% would not indicate installing implants after radiotherapy, and the remaining respondents would do it after 1 year at least. To perform extractions and avoid osteoradionecrosis, 21.73% of professionals would do it only after 6 months, 39.13% after 1 year, and the remaining would do it after 3 years or more. For yeast infections, the most indicated drug was Nystatin. In the case of viral infections, most did not respond. 43.47% of respondents would not know how to diagnose mucositis, and most of them did not respond regarding its treatment. Xerostomia was the oral complication most often mentioned among the problems these patients may present; infections were also mentioned. For the early diagnosis of these changes and for knowing how to act during the treatment of cancer patients, the respondents answered that it is necessary to verify the oral condition of patients before starting radiotherapy and to contact the physician in charge to learn about the general health status of the patient. Conclusion: several dentists still have doubts about the care for cancer patients, not knowing how to perform a protocol to care of these patients. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><B>Keywords</B>: Surveys and questionnaires. Neoplasms. Dentistry. Oncology.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B> Introdu&ccedil;&atilde;o</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">	Al&eacute;m dos efeitos terap&ecirc;uticos da radioterapia para o tratamento das neoplasias malignas, algumas complica&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas podem ser ocasionadas quando &eacute; envolvido o campo c&eacute;rvico-facial, como c&aacute;rie e mucosite radioinduzidas, candid&iacute;ase, osteorradionecrose, xerostomia, limita&ccedil;&atilde;o do grau de abertura bucal, periodontite, diminui&ccedil;&atilde;o da qualidade da fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria e disgeusia<sup>1-8</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A quimioterapia &eacute; um tratamento sist&ecirc;mico que utiliza medicamentos para combater as neoplasias malignas. As drogas misturam-se com o sangue e s&atilde;o levadas a todas as partes do corpo, destruindo as c&eacute;lulas malignas que est&atilde;o formando o tumor e impedindo, tamb&eacute;m, que elas se espalhem pelo corpo<sup>9</sup>. Como na radioterapia, os tratamentos quimioter&aacute;picos tamb&eacute;m podem atingir c&eacute;lulas saud&aacute;veis dos tecidos bucais<sup>9</sup>. E quanto mais jovem for o paciente, maiores s&atilde;o as chances de desenvolver les&otilde;es bucais durante o tratamento quimioter&aacute;pico, devido ao &iacute;ndice mit&oacute;tico elevado das c&eacute;lulas da mucosa bucal, que pode ser considerado um fator adjuvante<sup>1</sup>. Em torno de duas semanas ap&oacute;s o in&iacute;cio da quimioterapia, a quantidade de leuc&oacute;citos &eacute; reduzida para um n&iacute;vel extremamente baixo. O efeito da mielossupress&atilde;o na cavidade bucal &eacute; a gengivite marginal, podendo ocorrer tamb&eacute;m infec&ccedil;&otilde;es leves. Se houver uma neutropenia severa e prolongada, infec&ccedil;&otilde;es graves podem se desenvolver<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim, o tratamento odontol&oacute;gico antes do tratamento do c&acirc;ncer &eacute; considerado uma medida preventiva que tende a diminuir os efeitos colaterais<sup>11</sup>. &Eacute; realizado um rigoroso exame cl&iacute;nico antes de iniciar o tratamento oncol&oacute;gico, devendo-se analisar minuciosamente as condi&ccedil;&otilde;es dentais e periodontais do paciente<sup>5,12,13</sup>. Os processos inflamat&oacute;rios e infecciosos devem ser extintos e controlados. Paralelamente, o paciente deve adquirir h&aacute;bitos de higiene bucal, de forma que ele possa controlar a placa bacteriana durante e ap&oacute;s o tratamento do c&acirc;ncer<sup>11</sup>. Por isso, um bom relacionamento entre o cirurgi&atilde;o-dentista e a equipe oncol&oacute;gica &eacute; de extrema import&acirc;ncia<sup>14</sup>, na tentativa de minimizar o desconforto do paciente ocasionado pelas sequelas dos tratamentos quimioter&aacute;pico e radioter&aacute;pico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em vista disso, o objetivo deste trabalho foi avaliar, por meio de um question&aacute;rio, o n&iacute;vel de conhecimento do cirurgi&atilde;o-dentista sobre os efeitos secund&aacute;rios do tratamento oncol&oacute;gico.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Sujeitos e m&eacute;todo</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa de Seres Humanos e Animais da Universidade Luterana do Brasil sob o parecer de n&uacute;mero CAAE 08107012.3.0000.5349.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> O instrumento de an&aacute;lise foi um question&aacute;rio autoexplicativo contendo quest&otilde;es sobre o perfil do profissional e das condutas cl&iacute;nicas adotadas pelo cirurgi&atilde;o-dentista durante o atendimento odontol&oacute;gico de pacientes oncol&oacute;gicos. O question&aacute;rio foi elaborado com quest&otilde;es fechadas e abertas. Foram distribu&iacute;dos 63 question&aacute;rios, sendo 12 aos dentistas da cidade de Torres, RS, e 51 em Cap&atilde;o da Canoa, RS. Dos question&aacute;rios entregues em Torres, apenas 9 foram devolvidos, j&aacute; em Cap&atilde;o da Canoa, 23 question&aacute;rios foram respondidos. Todos os question&aacute;rios foram entregues pessoalmente pela pesquisadora, juntamente com o termo de consentimento livre e esclarecido. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os participantes foram informados dos objetivos da pesquisa e de sua participa&ccedil;&atilde;o, sendo-lhes asseguradas a privacidade e a confidencialidade de suas identidades. Foi solicitado que respondessem com seus pr&oacute;prios conhecimentos, sem consulta de livros e meios eletr&ocirc;nicos, a fim de n&atilde;o interferir nos resultados da pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como os question&aacute;rios entregues no munic&iacute;pio de Torres foram entregues com grande parte das respostas incompletas, decidiu-se por utilizar apenas a amostra do munic&iacute;pio de Cap&atilde;o da Canoa. Ap&oacute;s recolher os question&aacute;rios, foi realizada a an&aacute;lise dos resultados, sendo agrupadas as respostas por categorias. Posteriormente &agrave; an&aacute;lise das respostas, essas foram tabuladas e submetidas &agrave; an&aacute;lise por porcentagem.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Resultados</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Participaram da pesquisa 23 cirurgi&otilde;es-dentistas. As respostas das quest&otilde;es mais pertinentes ao estudo est&atilde;o expostas a seguir. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Durante o atendimento odontol&oacute;gico de pacientes em tratamento de quimioterapia e/ou radioterapia, a maioria (78,26%) dos profissionais responderam que usam clorexidina 0,12% como antiss&eacute;ptico bucal (</font><font size="2" face="Verdana"><a href="#fig01">Figura 1</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sobre a exodontia de terceiros molares impactados, 86,96% responderam que n&atilde;o fariam e 13,04% que fariam. Em dentes parcialmente erupcionados, 78,26% n&atilde;o indicariam a exodontia e 8,69% fariam a exodontia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto &agrave; periodicidade das consultas de manuten&ccedil;&atilde;o, a maioria (43,47%) dos entrevistados relatou que faria a cada 3 meses ou mais, seguidos por aqueles que fariam a cada 15 dias (17,39%). As demais porcentagens de respostas est&atilde;o expostas na <a href="#tab02">Tabela 2</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; coloca&ccedil;&atilde;o de implantes, 52,17% n&atilde;o indicariam ap&oacute;s a terapia radioter&aacute;pica em regi&atilde;o de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o e os outros fariam, no m&iacute;nimo, ap&oacute;s 1 ano  (<a href="#tab03">Tabela 3</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Sobre o tempo ideal para realizar exodontias e evitar a osteorradionecrose, 21,73% relataram que somente ap&oacute;s 6 meses, 39,13% ap&oacute;s 1 ano e o restante 3 anos ou mais  (<a href="#fig02">Figura 2</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quando perguntados sobre os cuidados que teriam com pr&oacute;teses realizadas antes ou ap&oacute;s a radioterapia, a maioria (43,47%) respondeu que faria pr&oacute;teses bem adaptadas, polidas e com al&iacute;vios para n&atilde;o lesar a mucosa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15tab04.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os medicamentos para infec&ccedil;&otilde;es f&uacute;ngicas, a Nistatina foi a mais apontada. No caso de infec&ccedil;&otilde;es virais, a maioria n&atilde;o respondeu a pergunta, mas os dentistas que responderam indicaram Aciclovir (<a href="#tab05">Tabela 5</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab05"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15tab05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para aliviar a sensa&ccedil;&atilde;o de xerostomia, a maioria dos participantes responderam que utilizam saliva artificial em seus pacientes (<a href="#tab06">Tabela 6</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab06"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15tab06.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dos entrevistados, 43,47% n&atilde;o saberiam fazer o diagn&oacute;stico de mucosite. Quanto ao tratamento da mucosite, as respostas mais relevantes foram a utiliza&ccedil;&atilde;o de corticoides e a laserterapia, por&eacute;m, a maior parte (21,7%) dos entrevistados n&atilde;o responderam essa quest&atilde;o (<a href="#tab07">Tabela 7</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab07"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15tab07.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Para a realiza&ccedil;&atilde;o de procedimentos odontol&oacute;gicos durante o tratamento oncol&oacute;gico, a maioria dos profissionais pediriam a avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica (<a href="#tab08">Tabela 8</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab08"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15tab08.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A xerostomia foi a complica&ccedil;&atilde;o bucal mais apontada entre os problemas que os pacientes submetidos &agrave; quimioterapia, &agrave; radioterapia ou a transplante de medula &oacute;ssea podem apresentar. As infec&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m foram bastante citadas (<a href="#tab09">Tabela 9</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab09"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/a15tab09.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por fim, sobre qual protocolo &eacute; seguido pelo dentista para que as altera&ccedil;&otilde;es ocasionadas nos pacientes oncol&oacute;gicos possam ser diagnosticadas precocemente, os sujeitos responderam que &eacute; necess&aacute;rio verificar as condi&ccedil;&otilde;es bucais do paciente antes do in&iacute;cio do tratamento radioter&aacute;pico. Al&eacute;m disso, entrar em contato com o m&eacute;dico respons&aacute;vel para saber se &eacute; poss&iacute;vel realizar qualquer procedimento, quais medicamentos podem ser indicados, e para tirar d&uacute;vidas a respeito do estado de sa&uacute;de geral do paciente.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os pacientes submetidos &agrave; quimioterapia e/ou &agrave; radioterapia podem apresentar complica&ccedil;&otilde;es na cavidade bucal. No momento da consulta, o m&eacute;dico deve explicar ao paciente a necessidade de um acompanhamento odontol&oacute;gico durante o tratamento contra o c&acirc;ncer.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Assim como nesta pesquisa, outros estudos mostram que a clorexidina &eacute; o antiss&eacute;ptico bucal mais indicado para pacientes durante o tratamento oncol&oacute;gico<sup>1,5,10</sup>. Isso porque a clorexidina apresenta baixa toxicidade, possui uma tend&ecirc;ncia em suavizar os sintomas dolorosos durante a radioterapia, promove uma limpeza mec&acirc;nica da boca, agindo nos tecidos necr&oacute;ticos<sup>15</sup>, e impede o crescimento de S. mutans<sup>16</sup>. A clorexidina apresenta uma substantividade, isto &eacute;, tempo de perman&ecirc;ncia ativa de aproximadamente 12 horas, exercendo uma a&ccedil;&atilde;o bactericida inicial, imediatamente ap&oacute;s o bochecho, combinada com uma a&ccedil;&atilde;o bacteriost&aacute;tica prolongada<sup>17</sup>. Al&eacute;m disso, sua formula&ccedil;&atilde;o em ve&iacute;culo aquoso, sem &aacute;lcool ou conservantes, pode diminuir o desconforto durante o seu uso sem perda da efic&aacute;cia<sup>18</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na presen&ccedil;a de terceiros molares impactados, n&atilde;o s&atilde;o indicadas as exodontias, o que vai ao encontro dos resultados da pesquisa<sup>10</sup>. Por&eacute;m, dentes parcialmente erupcionados devem ser removidos, para prevenir infec&ccedil;&atilde;o pericoron&aacute;ria, no entanto, na pesquisa, 78,26% dos dentistas n&atilde;o fariam a exodontia de dentes parcialmente erupcionados<sup>1,10</sup>. Algumas manifesta&ccedil;&otilde;es bucais s&atilde;o comuns ap&oacute;s o t&eacute;rmino da quimioterapia ou radioterapia, portanto, devem ser feitas consultas de manuten&ccedil;&atilde;o a cada 3 ou 4 meses, o que foi confirmado no estudo. Para coloca&ccedil;&atilde;o de implantes, devem ser avaliados alguns crit&eacute;rios, como tipo de radia&ccedil;&atilde;o, dose, locais e a fisiologia pr&oacute;pria do paciente<sup>10</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tempo para ocorrer a osseointegra&ccedil;&atilde;o &eacute; mais prolongado em pacientes irradiados devido &agrave; menor atividade metab&oacute;lica no osso. O paciente deve ser orientado quanto &agrave; higieniza&ccedil;&atilde;o bucal, j&aacute; que seus tecidos n&atilde;o ser&atilde;o mais t&atilde;o capazes de resistir &agrave; invas&atilde;o bacteriana<sup>10</sup>. A maioria dos dentistas, neste estudo, relataram que n&atilde;o indicariam a coloca&ccedil;&atilde;o de implantes ap&oacute;s a terapia radioter&aacute;pica. As exodontias devem ser realizadas, preferencialmente, antes do tratamento oncol&oacute;gico, pois o tecido irradiado torna-se hipovascularizado, hipocelular e hip&oacute;xico, comprometendo a cicatriza&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o permitindo a forma&ccedil;&atilde;o de tecido de granula&ccedil;&atilde;o<sup>19</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os riscos de ocorr&ecirc;ncia da osteorradionecrose continuam ap&oacute;s a terapia de irradia&ccedil;&atilde;o, sendo assim, as exodontias devem ser realizadas, pelo menos, um ano ap&oacute;s a conclus&atilde;o do tratamento, o que condiz com o trabalho. Atualmente, h&aacute; um aprimoramento dos protocolos de tratamento e, principalmente, de medidas de preven&ccedil;&atilde;o e melhora das t&eacute;cnicas de radioterapia<sup>20</sup>. Entretanto, &eacute; necess&aacute;rio avaliar caso a caso, pois a falta de envolvimento do paciente na manuten&ccedil;&atilde;o da higidez bucal pode aumentar o risco de desenvolvimento de osteorradionecrose<sup>21</sup>. Recomenda-se a utiliza&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas atraum&aacute;ticas e o uso de oxig&ecirc;nio hiperb&aacute;rico antes e ap&oacute;s a exodontia, o que aumenta a oxigena&ccedil;&atilde;o tecidual local e o crescimento intratecidual em hip&oacute;xia<sup>10</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Quanto &agrave;s pr&oacute;teses, pacientes que se tornaram ed&ecirc;ntulos pouco antes ou logo ap&oacute;s a radioterapia est&atilde;o mais propensos a ter problemas como ulcera&ccedil;&otilde;es de mucosa. Deve ser feito o acompanhamento regular das pr&oacute;teses para a realiza&ccedil;&atilde;o de ajustes em &aacute;reas que possam causar rompimento da mucosa e exposi&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea<sup>10,13</sup>. As pr&oacute;teses totais podem ser utilizadas contanto que sejam removidas &agrave; noite. As pr&oacute;teses parciais devem estar sem aspereza e sem ponto de press&atilde;o, o que tamb&eacute;m foi descrito pelos cirurgi&otilde;es-dentistas no question&aacute;rio<sup>22</sup>. Em rela&ccedil;&atilde;o ao tratamento das infec&ccedil;&otilde;es f&uacute;ngicas, as medica&ccedil;&otilde;es mais indicadas para c&acirc;ndida s&atilde;o o Clotrimazol e a Nistatina. Nos casos mais resistentes, o Cetoconazol ou o Fluconazol podem ser prescritos<sup>10,23-27</sup>. A Nistatina foi mais relatada na pesquisa, provavelmente, por ser o antif&uacute;ngico mais conhecido entre os dentistas, j&aacute; que se caracteriza por um baixo custo e est&aacute; dispon&iacute;vel na rede p&uacute;blica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas infec&ccedil;&otilde;es virais, o tratamento &eacute; paliativo, podendo ser utilizada a administra&ccedil;&atilde;o profil&aacute;tica de Aciclovir, com fun&ccedil;&atilde;o preventiva<sup>24</sup>. Sobre essa quest&atilde;o, grande parte dos participantes n&atilde;o responderam, por&eacute;m, dentre os que responderam, o Aciclovir foi o medicamento mais utilizado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para aliviar a sensa&ccedil;&atilde;o de xerostomia podem ser empregados sialogogos, que s&atilde;o capazes de estimular as gl&acirc;ndulas funcionais restantes<sup>23,24,26-29</sup>. O uso de chicletes sem a&ccedil;&uacute;car com o intuito de aumentar a produ&ccedil;&atilde;o de saliva &eacute; um dos m&eacute;todos mais empregados, desde que haja alguma saliva sendo produzida10. Muitos pacientes, mesmo com o t&eacute;rmino do tratamento oncol&oacute;gico, n&atilde;o t&ecirc;m uma melhora do fluxo salivar, sendo necess&aacute;ria a reposi&ccedil;&atilde;o ex&oacute;gena de saliva, como a ingest&atilde;o de &aacute;gua aos poucos durante o dia<sup>5,10</sup>. A solu&ccedil;&atilde;o salina 0,9% ou a solu&ccedil;&atilde;o de bicarbonato tamb&eacute;m podem ser utilizadas para aliviar os sintomas, assim como a saliva artificial<sup>1</sup>. Os tratamentos encontrados na literatura tamb&eacute;m foram relacionados no question&aacute;rio, sendo a saliva artificial o mais indicado. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A maioria dos pesquisados relataram n&atilde;o saber fazer o correto diagn&oacute;stico de mucosite, o que est&aacute; de acordo com os achados bibliogr&aacute;ficos, pois ainda n&atilde;o se encontra um consenso quanto ao melhor tratamento para a mucosite<sup>9,23</sup>. Podem ser feitos bochechos com bicarbonato de s&oacute;dio ou solu&ccedil;&atilde;o de soro fisiol&oacute;gico a 0,9%. Se o paciente relatar dor, s&atilde;o recomendados bochechos com anest&eacute;sico ou analg&eacute;sico, tamb&eacute;m podem ser indicados clorexidina 0,12%, anti-inflamat&oacute;rios e laserterapia, o que tamb&eacute;m &eacute; indicado nas respostas do question&aacute;rio<sup>19</sup>. Entre os resultados, foi apresentada, ainda, a utiliza&ccedil;&atilde;o de antif&uacute;ngicos, corticoides, bochechos com ch&aacute; de camomila e antibi&oacute;ticos, o que tamb&eacute;m foi encontrado na literatura<sup>1,30,31</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todos os procedimentos odontol&oacute;gicos deveriam ser realizados antes de iniciar a quimioterapia ou radioterapia, a fim de evitar complica&ccedil;&otilde;es bucais<sup>3</sup>. Deve tamb&eacute;m ser evitada a realiza&ccedil;&atilde;o de tratamentos invasivos, pelo menos, um ano ap&oacute;s o tratamento radioter&aacute;pico, com o intuito de evitar a osteorradionecrose<sup>31</sup>, estando de acordo com os resultados da pesquisa. Por&eacute;m, nessa quest&atilde;o, a maioria dos dentistas responderam que pediriam uma avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica antes de realizar qualquer procedimento odontol&oacute;gico, provavelmente com o intuito de obter uma vis&atilde;o multidisciplinar sobre a condi&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica do paciente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As manifesta&ccedil;&otilde;es bucais mais frequentes em pacientes que est&atilde;o em tratamento oncol&oacute;gico s&atilde;o mucosite, xerostomia, infec&ccedil;&otilde;es f&uacute;ngicas e virais, osteorradionecrose, limita&ccedil;&atilde;o do grau de abertura bucal (trismo), periodontite, diminui&ccedil;&atilde;o da qualidade da fun&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria, disgeusia e c&aacute;rie de radia&ccedil;&atilde;o<sup>1-8</sup>. A maioria dessas manifesta&ccedil;&otilde;es foram citadas pelos cirurgi&otilde;es-dentistas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Eacute; de fundamental import&acirc;ncia o conhecimento do cirurgi&atilde;o-dentista sobre o assunto, para que ele possa realizar a preven&ccedil;&atilde;o e o tratamento das complica&ccedil;&otilde;es caso existam, amenizando o desconforto do paciente e melhorando sua condi&ccedil;&atilde;o de vida.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com base nos dados coletados neste estudo, pode-se concluir que os cirurgi&otilde;es-dentistas pesquisados apresentam conhecimento para minimizar os efeitos secund&aacute;rios do tratamento oncol&oacute;gico. As d&uacute;vidas existentes em rela&ccedil;&atilde;o a algumas quest&otilde;es podem ser justificadas pelo fato de esses profissionais n&atilde;o serem especialistas na &aacute;rea.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><B>Refer&ecirc;ncias</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Grimaldi N, Sarmento V, Provedel L, Almeida D, Cunha S. Conduta do cirurgi&atilde;o-dentista na preven&ccedil;&atilde;o e tratamento da osteorradionecrose: revis&atilde;o de literatura. Rev Bras de Cancerologia 2005; 51(4):319-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=186670&pid=S1413-4012201600030001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2. Kelner N, Castro JFL. Laser de baixa intensidade no tratamento da mucosite oral induzida pela radioterapia: relato de casos cl&iacute;nicos. Rev Bras Cancerologia 2007; 53(1):29-33. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3. Jbam BC, Freire ARS. Complica&ccedil;&otilde;es bucais da radioterapia em cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o. Rev Bras Otorrinolaringol 2006; 72(5):704-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4. Pelisser A, Vier-Pelisser FV, Fontanella VRC, Figueiredo MAZ. An&aacute;lise microsc&oacute;pica do efeito da radioterapia fracionada por cobalto-60 em mand&iacute;bula de rato. Radiol Bras 2007; 40(2):113-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">5. Santos ACM, Noguti F, Mendes FCA, Alborghetti GP, Pereira MB. Complica&ccedil;&otilde;es bucais no tratamento radioter&aacute;pico. &#91;citado 13 out. 2012&#93;. Dispon&iacute;vel em URL: http://www.dracarolinafernandes. com.br/dicas/oncologialaserterapia/complicacao. pdf.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 6. Segreto HRC, Segreto RA. Revis&atilde;o e atualiza&ccedil;&atilde;o em radiobiologia. Aspectos celulares, moleculares e cl&iacute;nicos. A Folha M&eacute;dica 2000; 119:9-27. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">7. Vier FV, Cherubini K, Figueiredo MAZ, Yurgel LS. Manejo da osteorradionecrose em pacientes submetidos &agrave; radioterapia de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o. Rev Odonto Ci&ecirc;ncia 2005; 20(47):23-8. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">8. Vissink A, Jansma J, Spijkervet FK, Burlage FR, Coppes RP. Oral sequelae of head and neck radiotherapy. Crit Rev Oral Biol Med 2003; 14:199-212. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">9. Costa RCL, Costa EL, Costa JF, Neves MIR, Silva NB. Manifesta&ccedil;&otilde;es bucais em pacientes infanto-juvenis submetidos a tratamento antineopl&aacute;sico: Revis&atilde;o de Literatura. NewsLab 2007; 84:130-42. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">10. Hupp JR, Ellis III E, Tucker MR. Cirurgia oral e maxilofacial contempor&acirc;nea. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2009.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 11. Pozzobon JL, Ortiz FR, Braun K, Unfer B. Complica&ccedil;&otilde;es bucais dos tratamentos de c&acirc;ncer de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o e de malignidades hematol&oacute;gicas. RFO UPF 2011; 16(3):342-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">12. Ragghianti MS, Greghi SLA, Capelozza ALA, Resende DRB. Tratamento radioter&aacute;pico: Parte II &ndash; Estrat&eacute;gias de atendimento cl&iacute;nico. Salusvita 2002; 21(1):87-96.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 13. Silva LCF, Paulinelli MN, Meira RA. Avalia&ccedil;&atilde;o dos fatores de risco dentais e de malignidade em radioterapia da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o. Rev Cirurgia Traumatol Buco-Maxilo-Facial 2004; 4(3):187-95. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">14. Almeida FCS, Vaccarezza GF, Cazal C, Benedethe AP, Pinto Jr. D, Tavares MR, et al. Avalia&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica de pacientes com c&acirc;ncer de boca pr&eacute; e p&oacute;s tratamento oncol&oacute;gico &ndash; uma proposta de protocolo. Pesq Bras Odontoped Clin Integr 2004; 4(1):25-31. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">15. Labbate R, Lehn CN, Denardin OVP. Efeito da clorexidina na mucosite induzida por radioterapia em c&acirc;ncer de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o. Rev Bras Otorrinolaringol 2003; 69(3):349-54. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">16. Antonio AMMP, Maia FAZ, Dias RB. Rea&ccedil;&otilde;es adversas da radioterapia: cuidados pr&eacute;, trans e p&oacute;s operat&oacute;rio. Rev Odonto 2001; 9:12-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">17. Zanatta FB, Rosing CK. Clorexidina: mecanismo de a&ccedil;&atilde;o e evid&ecirc;ncias atuais de sua efic&aacute;cia no contexto do biofilme supragengival. Scientific 2007; 1(2):35-43. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">18. Olsson H, Asklow B, Johansson E, Slote C. Rinsing with alcohol-free or alcohol-based chlorhexidine solutions after periodontal surgery. A double-blind, randomized, cross-over, pilot study. Sweed Dent J 2012; 36(2):91-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">19. Silva MC, Iwaki LCV, Valentin L, Inagaki LE, Candido GC. Protocolo cl&iacute;nico e estrat&eacute;gias adotadas no Projeto Vida (c&acirc;ncer bucal) da Universidade Estadual de Maring&aacute;. Rev Bras Odontol 2008; 65(1):135-41. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">20. Guimar&atilde;es Jr J. Tratamento das manifesta&ccedil;&otilde;es estomatol&oacute;gicas antes, no decorrer e depois de quimio e radioterapia. In: Marcucci G (ed.). Fundamentos de Odontologia &ndash; Estomatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2005. p. 205-11. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">21. Curi MM, Dib LL. Osteoradionecrosis of the jaws: a retrospective study of the background factors and treatment in 104 cases. J Oral Maxillofac Surg 1997; 55(6):540-4; discussion 545-6. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">22. Santos MG, Silva LCF, Lins CA, Passos DD, Oliveira Neto JN, Santos TS. Fatores de risco em radioterapia de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o. RGO &ndash; Rev Ga&uacute;cha Odontol 2010; 58(2):191-6.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 23. Rolim AEH, Costa LJ, Ramalho LMP. Repercuss&otilde;es da radioterapia na regi&atilde;o orofacial e seu tratamento. Radiol Bras 2011; 44(6):388-95. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">24. Albuquerque RA, Morais VLL, Sobral APV. Protocolo de atendimento odontol&oacute;gico a pacientes oncol&oacute;gicos pedi&aacute;tricos &ndash; revis&atilde;o de literatura. Rev Odontol da Unesp 2007; 36(3):275-80.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 25. Hespanhol FL. Levantamento epidemiol&oacute;gico de manifesta&ccedil;&otilde;es bucais em pacientes submetidos &agrave; quimioterapia &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93;. Duque de Caxias: Curso de Odontologia da Universidade do Grande Rio; 2007. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">26. Marinho TG, J&uacute;nior BAS, Gon&ccedil;alves SRJ, J&uacute;nior RLCA, Dos Anjos Neto DA, et al. Complica&ccedil;&otilde;es da radioterapia de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o: revis&atilde;o de literatura. Cadernos de Gradua&ccedil;&atilde;o &ndash; Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas e da Sa&uacute;de 2011; 13(13):81-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">27. Salazar M, Victorino FR, Paranhos LR, Ricci ID, Gaeti WP, Ca&ccedil;ador NP. Efeitos e tratamento da radioterapia de cabe&ccedil;a de interesse ao cirurgi&atilde;o-dentista - Revis&atilde;o de Literatura. Revista Odonto 2008; 16(31):62-8. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">28. Ramos FMM, Terra ER, Brayner SC, Neto FH, B&oacute;scolo FN. O papel do cirurgi&atilde;o-dentista na radioterapia de cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o. Odontologia Cl&iacute;n Cient&iacute;f 2005; 4(2):89-94. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">29. Tommasi AF. Diagn&oacute;stico em patologia bucal. 3. ed. S&atilde;o Paulo: Pancast; 2002. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">30. Martins D, Martins MA, S&ecirc;neda LM. Suporte odontol&oacute;gico ao paciente oncol&oacute;gico: preven&ccedil;&atilde;o, diagn&oacute;stico, tratamento e reabilita&ccedil;&atilde;o das sequelas bucais. Prat Hosp 2005; 7(41):166-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">31. Neville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Patologia oral e maxilofacial. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2009.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/rfo/v21n3/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Correspondence address:</b>    <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Marcylene Arruda Braz     <br>Oswaldo Aranha, 651 Torres, RS    <br>   e-mail: </font><font size="2" face="Verdana"><a href="mailto:marcy.braz@hotmail.com" target="_blank">marcy.braz@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><b>Recebido: 07/10/2016<br/> Aceito: 07/03/2017</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<source><![CDATA[Rev Bras de Cancerologia]]></source>
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