<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1516-0939</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Arquivos em Odontologia]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Arq. Odontol.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1516-0939</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[UFMG]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1516-09392010000400007</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O mercado de trabalho odontológico em saúde coletiva: possibilidades e discussões]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The job market in public health dentistry: possibilities and discussions]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Antonio Carlos]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mialhe]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fábio Luiz]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Stela Márcia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Meneghim]]></surname>
<given-names><![CDATA[Marcelo de Castro]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade de Campinas Faculdade de Odontologia de Piracicaba Departamento de Odontologia Social]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Piracicaba SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade de Campinas Faculdade de Odontologia de Piracicaba Programa de Pós-Graduação em Odontologia]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Piracicaba SP]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2010</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2010</year>
</pub-date>
<volume>46</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>232</fpage>
<lpage>239</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1516-09392010000400007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1516-09392010000400007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1516-09392010000400007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Devido a uma aparente saturação do campo de trabalho privado, principalmente nos grandes centros, o trabalho na área de saúde bucal coletiva no setor público ou privado tem sido um nicho de mercado em plena expansão neste início de século. A partir do exposto, o presente artigo teve como objetivo discutir esses aspectos específicos, abordando as possibilidades para o profissional que se interessar em exercer sua profissão dentro deste campo de saberes e práticas.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Due to an apparent saturation in the field of private work, mainly in large urban centers, jobs in the area of public oral health, in either the public or private sectors, has become an expanding market since the beginning of the twenty-first century. In this light, the present article aimed to discuss these specific aspects, investigating the possibilities faced by professionals interested in exercising their profession within this field of knowledge and practices.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Odontologia em saúde pública]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Mercado de trabalho]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Especialidades odontológicas]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Public health dentistry]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Job market]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Dental specialties]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B><a name="tx"></a>O mercado de trabalho odontol&oacute;gico em sa&uacute;de coletiva: possibilidades e discuss&otilde;es</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">The job market in public health dentistry: possibilities and discussions</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Antonio Carlos Pereira<Sup>I</Sup>; F&aacute;bio Luiz Mialhe<Sup>I</Sup>; Stela M&aacute;rcia Pereira<Sup>II</Sup>; Marcelo de Castro Meneghim<Sup>I </Sup></b></font> </p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><Sup>I</Sup>Departamento de Odontologia Social, Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), Universidade de Campinas (UNICAMP), Piracicaba,    SP, Brasil </font>    <br>   <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><Sup>II</Sup>Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia, Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), Universidade de Campinas (UNICAMP),    Piracicaba, SP, Brasil </font></p>     <p><a href="#nt"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Autor correspondente </font></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p ><b><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">RESUMO</font> </b></p >     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Devido a uma aparente satura&ccedil;&atilde;o do campo de trabalho privado, principalmente nos grandes centros, o trabalho na &aacute;rea de sa&uacute;de bucal coletiva no setor p&uacute;blico ou privado tem sido um nicho de mercado em plena expans&atilde;o neste in&iacute;cio de s&eacute;culo. A partir do exposto, o presente artigo teve como objetivo discutir esses aspectos espec&iacute;ficos, abordando as possibilidades para o profissional que se interessar em exercer sua profiss&atilde;o dentro deste campo de saberes e pr&aacute;ticas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores</B>: Odontologia em sa&uacute;de p&uacute;blica. Mercado de trabalho. Especialidades odontol&oacute;gicas. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p ><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ABSTRACT </b></font></p >     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Due to an apparent saturation in the field of private work, mainly in large urban centers, jobs in the area of public oral health, in either the public or private sectors, has become an expanding market since the beginning of the twenty-first century. In this light, the present article aimed to discuss these specific aspects, investigating the possibilities faced by professionals interested in exercising their profession within this field of knowledge and practices. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Uniterms</B>: Public health dentistry. Job market. Dental specialties. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A política de formação de recursos humanos para    a odontologia parece estar levando a uma aparente saturação do campo de trabalho    privado, principalmente nos grandes centros. De outra forma, a falta de conexão    entre a formação de recursos humanos e a cobertura do sistema de atenção à saúde    bucal da população, parece perpetuar a dicotomia existente entre excesso de    profissionais e falta de acesso ao tratamento dentário de um grande segmento    populacional. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do    Instituto de Geografia e Estatística<sup>1</sup>, aproximadamente 30 milhões    de brasileiros (16% da população), nunca consultaram o cirurgião-dentista. Considerando    as características dos entrevistados, os maiores percentuais correspondem a    pessoas do sexo masculino, idosos, não caucasianos, de menor escolaridade, os    mais pobres, sem plano de saúde, residentes na região rural e residentes em    regiões mais pobres, com menor estrutura e oferta de serviços<sup>2</sup>. A    proporção dos que nunca foram ao cirurgião-dentista foi quase dez vezes maior    entre os mais pobres em relação aos mais ricos. Um dado interessante, observado    pelo estudo nas áreas com proporção de 1 dentista para mais de 1000 habitantes,    foi o fato dos indivíduos apresentarem metade da chance de terem consultado    um cirurgião-dentista quando comparado a residentes de áreas com mais de 1 dentista    por 1000 habitantes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No âmbito da prática privada, a profissão odontológica,    também passa por transformações contextuais com a expansão dos planos privados    e convênios. Essa expansão não é fruto apenas do incentivo ao empreendedorismo,    mas também é condicionada por uma estratégia imposta aos profissionais da área    odontológica para inserção e permanência no mercado de trabalho, preservando    relativa autonomia e facilitando o acesso dos pacientes através do financiamento    direto de pelo menos parte do tratamento. Ainda que gerando muita insatisfação    devido à baixa remuneração oferecida e aos prazos de pagamento<sup>3,4</sup>,    os pacientes conveniados têm se tornado majoritários em muitos consultórios.    Essas transformações são decorrentes da dinâmica incessante da história, a qual    sustentou por muito tempo um padrão de Odontologia de Mercado (a Curativa de    Massa) que surgiu e floresceu plenamente, inclusive nas suas contradições e    esgotou-se<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ainda que novas técnicas e materiais estejam    transformando muitas especialidades odontológicas em áreas potenciais de empreendedorismo,    gerando novos campos de trabalho, somente um número pequeno de cirurgiões-dentistas    tem aporte financeiro suficiente para se super-especializar e oferecer tais    serviços para uma clientela de alto poder aquisitivo cada vez mais limitada.    Desta forma, o trabalho na área de odontologia em Saúde Coletiva no setor público    ou privado tem sido então uma opção de escolha bastante importante e em plena    expansão neste início de século. A partir do exposto, o presente trabalho teve    como objetivo discutir esses aspectos, abordando as possibilidades deste mercado    tanto no serviço público como no privado.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Odontologia em Saúde Coletiva</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Por muito tempo, o estudo da saúde das coletividades    foi conduzido pela saúde pública. A definição mais conhecida para esta área    foi expressa por Winslow em 1920, que a definiu como: "Saúde pública é a ciência    e a arte da prevenção da doença, prolongamento da vida e a promoção da saúde    física e da deficiência através dos esforços comunitários organizados para o    saneamento do ambiente, o controle das infecções na comunidade, a educação do    indivíduo nos princípios de higiene pessoal, a organização dos serviços médicos    e de enfermagem para o diagnóstico precoce e para o tratamento preventivo das    doenças, e o desenvolvimento do maquinário social que assegurará, a cada indivíduo    na comunidade, um padrão de vida adequado para a manutenção da saúde". Como    o estudo da saúde pública visa à atenção a saúde da população, o diagnóstico    e planejamento das ações de saúde se dão por meio de conhecimentos da epidemiologia,    a qual estuda "a distribuição da morbidade e da mortalidade a fim de traçar    o perfil de saúde-doença nas coletividades humanas; realiza testes de eficácia    e de inocuidade de vacinas; desenvolve a vigilância epidemiológica; analisa    os fatores ambientais e socioeconômicos que possam ter alguma influência na    eclosão de doenças e nas condições de saúde"<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Muitos consideram que Saúde Pública seria o sinônimo    de Saúde Coletiva. Embora seus objetos possam ser idênticos, trata-se de campos    não homogêneos, na medida em que se referem a diferentes modalidades de discurso,    com fundamentos epistemológicos diversos e com origens históricas particulares<sup>7</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A saúde pública foi uma das responsáveis pela    construção de uma nova estrutura urbana, pela produção de estratégias preventivas.    Mas é inegável que seus diferentes discursos se fundam no naturalismo médico,    que, invocando cientificidade, legitimou a crescente medicalização do espaço    social. A Saúde Coletiva, por sua vez, tem suas bases firmadas por meio da crítica    sistemática do universalismo naturalista do saber médico. Seu postulado fundamental    afirma que a problemática da saúde é mais abrangente e complexa que a leitura    realizada pela medicina. Dentro deste contexto, a noção de Saúde Coletiva representa    uma inflexão decisiva para o conceito de saúde. Um de seus efeitos certamente    é o de reestruturar o campo da Saúde Pública, pela ênfase que atribui à dimensão    histórica e aos valores investidos nos discursos sobre o normal, o anormal,    o patológico, a vida e a morte. Outro fator importante é a multidisciplinaridade    da Saúde Coletiva, sendo a qual vinculada às relações entre a natureza e a Cultura/sociedade<sup>7</sup><i>.</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A consolidação da Saúde Coletiva vem sendo construída    a partir da década de 1970, resultante de críticas aos movimentos e projetos    de reforma em saúde, bem como de elaborações teórico-epistemológica e de produção    científica, articuladas às práticas sociais. Apesar de não preencher as condições    epistemológicas e pragmáticas para se apresentar, em si mesma, como um novo    paradigma científico, a Saúde Coletiva se consolida como campo científico e    âmbito de práticas aberto à incorporação de propostas inovadoras, muito mais    do que qualquer outro movimento equivalente na esfera da saúde pública mundial.    A Saúde Coletiva como campo de conhecimento é de natureza interdisciplinar cujas    disciplinas básicas são a epidemiologia, o planejamento/administração de saúde    e as ciências sociais em saúde<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Dentro do campo da Saúde Coletiva insere-se a    Saúde Bucal Coletiva (SBC) definida como campo de conhecimentos e práticas.    A Saúde Bucal Coletiva está presente em todas as áreas em que há a produção    de saúde (...) <i>não constitui-se de uma prática odontológica filantrópica    desenvolvida com base no princípio da caridade, cujas ações e serviços destinam-se    a consumidores "carentes ou "pobres" (...). A SBC refere-se a todos os processos    que, nas dimensões social, biológica e psicológica, operam na produção de determinadas    condições de saúde bucal, em termos populacionais, incluindo tanto ações no    campo da atenção à saúde bucal quanto as ações específicas do campo da assistência    odontológica individual; a SBC é parte inseparável da Saúde Coletiva </i>(grifos    do autor)<sup>9</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Mercado de trabalho odontologico em saude    coletiva: Sistema público de saúde</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b><i>O Sistema Único de Saúde (SUS)</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Até meados da década de 1980, a principal organização    pública de prestação de serviços de assistência à saúde pública no país era    o então chamado Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social    (INAMPS). Somente os contribuintes tinham acesso à assistência à saúde através    de uma rede de serviços e prestadores de serviços ambulatoriais e hospitalares.    Portanto, ocorria a divisão da população brasileira em dois grandes grupos,    ou seja, os "previdenciários" e os "não-previdenciários". O segmento da população    sem vínculo empregatício formal e seus familiares tinha acesso bastante limitado    à assistência à saúde, normalmente restrita às ações dos poucos hospitais públicos    e às atividades filantrópicas de determinadas entidades assistenciais<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Atualmente, o SUS é o único sistema de saúde    para cerca de 140 milhões de brasileiros. Os outros 43,2 milhões de brasileiros    são cobertos por pelo menos um plano de saúde, o que correspondia, em 2003,    a apenas 24,6% da população do país (Brasil, IDEC, 2003). Segundo Bahia <i>et    al</i>. (2006)<sup>11</sup>, analisando dados do PNAD de 2003, o atendimento    laboratorial estava incluso em aproximadamente 98% dos planos, os exames complementares    em 97% e as internações hospitalares em 92%. Por outro lado, apenas 7,5% dos    planos cobriam medicamentos de uso laboratorial. Os planos de saúde do tipo    empresarial mostraram um predomínio das faixas etárias entre 25 e 49 anos, sempre    mais expressivos na população feminina. Em contrapartida, os autores verificaram    que a parcela de indivíduos com idades mais elevadas, ou seja, igual ou superior    a 55 anos mostrou-se bastante reduzida. Desta forma, as faixas etárias em idade    produtiva foram as mais cobertas por planos de saúde do tipo empresarial privado,    sendo o fator financeiro, portanto, um entrave a universalização do acesso a    este tipo de serviço pela maioria da população brasileira.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Apesar de cobertos por planos de saúde, esta    parcela da população também se beneficia do SUS participando das campanhas de    vacinação, ações de prevenção e vigilância sanitária (como o controle de sangue,    hemoderivados e medicamentos; de centros médicos-odontológicos e hospitalares;    vigilância sanitária em restaurantes, bares, lanchonetes, até casas de massagens,    tatuagens e clínicas de estética e emagrecimento) ou de atendimentos de alta    complexidade, quando este é negado pelos planos de saúde, como é o caso de doentes    de AIDS, transplantes e tratamento de pessoas com câncer. Portanto, o SUS não    está tão longe da nossa vida diária como parece e não se limita aos atendimentos    assistenciais prestados por profissionais que trabalham em Unidades Básicas    de Saúde (ou popularmente conhecidos como "postos de saúde") ou hospitais conveniados<sup>12</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Segundo dados do Ministério da Saúde, com a Política    Nacional de Saúde Bucal foram gerados, de dezembro de 2002 a dezembro de 2006,    cerca de 25 mil novos empregos para cirurgiões-dentistas, auxiliares de consultório,    técnicos em higiene dental, além de técnicos em prótese dentária e pessoal da    área administrativa. A tendência atual é continuar ampliar o sistema prestador    para melhorar o acesso da população ao atendimento odontológico<sup>13,14</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">É importante ressaltar que, trabalhando como    profissional autônomo e liberal, o cirurgião-dentista não possui benefícios    trabalhistas (salário mensal fixo, FGTS, 13° salário e férias), sendo que sua    renda mensal é influenciada pela situação econômica do país (nível de desemprego,    crescimento econômico, mercado financeiro). No serviço público, o cirurgião-dentista    pode usufruir dessas vantagens além da garantia de estabilidade no emprego<sup>15</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Atualmente, o SUS constitui-se numa importante    opção de mercado de trabalho para os profissionais da Odontologia, principalmente    a partir da inserção da saúde bucal na Estratégia do Programa de Saúde da Família.    Embora essa estratégia seja interessante enquanto abertura de campo de trabalho    para o cirurgião-dentista e também importante como iniciativa de atenção bucal    à comunidade, não verifica-se um impacto significativo no ensino de graduação<sup>16    </sup>de forma a garantir uma mudança qualitativa na formação de recursos humanos,    que contemple as necessidades de atuação no SUS.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><i>O SUS e o Programa de Saúde da Família    (PSF)</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O Programa de Saúde da Família foi criado pelo    Ministério da Saúde (MS) no ano de 1994 e se estabeleceu como estratégia, mais    do que um programa pontual, para aumentar o acesso da população aos serviços    de saúde<sup>17</sup>. A Estratégia Saúde da Família visa à reorganização da    Atenção Básica no país, de acordo com os preceitos do Sistema Único de Saúde.    </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para o planejamento das atividades de Saúde Bucal    na Atenção Básica é necessário destacar a importância da utilização da Epidemiologia.    Com ela pode-se conhecer o perfil da distribuição das principais doenças bucais,    monitorar riscos e tendências, avaliar o impacto das medidas adotadas, estimar    necessidades de recursos para os programas e indicar novos caminho<sup>18</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Para subsidiar o planejamento com dados da realidade    populacional recomenda-se a realização de levantamentos epidemiológicos, levantamento    de necessidades imediatas e a avaliação de risco. Esse processo, no entanto,    precisa ser acompanhado utilizando um sistema de informação que disponibilize    os dados, produzindo informações consistentes, capazes de gerar novas ações<sup>18</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A rotina de trabalho da Equipes Saúde da Família    inclui processos de conhecimento do território e da população, bem como da dinâmica    familiar e social, que se constituem em subsídios valiosos ao planejamento,    ao acompanhamento de ações e à avaliação.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><i>O papel do cirurgião-dentista no SUS</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Segundo Aerts <i>et al</i>.<sup>19</sup> os cirurgiões-dentistas    devem assumir diversos papéis para trabalharem no SUS, reorganizando suas práticas    de saúde num modelo que extrapola puramente a "odontotécnica" para um modelo    de promoção de saúde. Para isso, as autoras afirmam ser necessário que "ao arsenal    tecnológico médico-sanitário tradicional também se incorporem outras tecnologias,    como a comunicação social, o planejamento e a programação local. Com isso, as    ações desenvolvidas se pautam pela pactuação de demandas e de necessidades identificadas    pela equipe de saúde e população".</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O cirurgião-dentista deve participar de equipes    interdisciplinares e multiprofissionais voltadas para o planejamento de políticas    públicas saudáveis e o desenvolvimento de ações de vigilância da saúde da coletividade.    Essas ações também podem ser desenvolvidas em nível distrital, na dependência    do tamanho do município e de sua organização político-administrativa. As áreas    de atuação envolvem: o PSF, as práticas de vigilância epidemiológica, sanitária,    ambiental e políticas públicas saudáveis<sup>19</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As políticas públicas saudáveis objetivam a melhoria    da qualidade de vida das populações através do controle da produção de alimentos    processados com adição de açúcar e o apoio ao aumento e a distribuição de alimentos    tradicionais em nível nacional; a moderação no consumo de açúcares extrínsecos    não lácteos na alimentação de crianças e controle em medicamentos pediátricos;    a fiscalização de rótulos alimentares, exigindo a descrição clara de seus conteúdos    e valor nutritivo; o controle de propagandas sobre alimentos infantis; a distribuição    de merenda escolar com alimentos sem açúcar e baixo teor de gorduras; a inclusão    de temas transversais nos currículos escolares, enfatizando que açúcares ingeridos    isoladamente são pobres sob o aspecto nutricional, além de diminuírem a densidade    nutricional de alimentos complexos<sup>20,21</sup>. Nesse contexto seria importante    citar ações de vigilância à saúde, de produtos fluorados, vigilância ambiental    de resíduos tóxicos, vigilância epidemiológica de cárie e doença periodontal    e a organização de um sistema de informação que permita o monitoramento da situação    de saúde bucal, além de séries históricas, visando à avaliação.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Vigilância Sanitária</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A Lei N° 8.080/90, Lei Orgânica da Saúde, ao    organizar o SUS, no artigo 6°, parágrafo 1° consagra a seguinte definição para    a Vigilância Sanitária<sup>22</sup>:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">§ 1º – "Entende-se por Vigilância Sanitária um    conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e    de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção    e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse de saúde, abrangendo:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">I – o controle de bens de consumo que, direta    ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendida todas as etapas e    processos, da produção ao consumo;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">II - o controle da prestação de serviços que    se relacionam direta ou indiretamente com a saúde";</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)    Sanitária tem por finalidade institucional "promover a proteção da saúde da    população, por intermédio do controle sanitário de produtos e serviços submetidos    à Vigilância Sanitária, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos    e das tecnologias a eles relacionados, bem como o controle de portos, aeroportos    e de fronteiras"<sup>22</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O profissional pode trabalhar gerenciando o risco    sanitário de consultórios odontológicos e clínicas. Existem diversos cursos    de especialização em vigilância sanitária, entre eles, o da Faculdade de Saúde    Pública da USP-SP e o da ENSP/FIOCRUZ-RJ.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Além disso, segundo Aerts <i>et al.</i><sup>19</sup>,    em nível central, as ações do cirurgião-dentista na equipe de vigilância se    dirigem à educação em saúde, normatização e vigilância de serviços odontológicos,    ações de controle e monitoramento da qualidade da água de abastecimento público,    vigilância de produtos contendo flúor, controle de resíduos tóxicos e contaminados    produzidos por estabelecimentos de saúde e vigilância epidemiológica das principais    doenças bucais.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No caso das ações de vigilância de serviços odontológicos,    o objetivo é proteger a saúde da população de numerosos riscos reais ou potenciais    e promover os meios necessários para garantir a segurança sanitária nesses ambientes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><i>Auditor do SUS</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O DENASUS (Departamento Nacional de Auditoria    do SUS) tem como algumas atribuições auditar e fiscalizar a regularidade dos    procedimentos técnico-científicos, contábeis, financeiros e patrimoniais praticados    por pessoas físicas e jurídicas no âmbito do SUS; verificar a adequação, a resolubilidade    e a qualidade dos procedimentos e serviços de saúde disponibilizados à população;    estabelecer diretrizes, normas e procedimentos para a sistematização e padronização    das ações de auditoria no âmbito do SUS; promover o desenvolvimento, a interação    e a integração das ações e procedimentos de auditoria entre os três níveis de    gestão do SUS, entre outros <sup>23</sup>. Estas foram criadas pelo Decreto    nº 5.841, de 13 de julho de 2006. </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O auditor odontológico do SUS pode trabalhar    em Unidades de Saúde da Família (USF), que contam com a inserção da equipe de    saúde bucal e outras que ofertam atendimento odontológico na Atenção Básica;    e Unidades de Saúde que ofertam atendimento especializado de média e alta complexidade    em Odontologia, em ambiente ambulatorial ou hospitalar <sup>23</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Apesar de o serviço público ser um nicho interessante    para o ingresso profissional no mercado de trabalho, não se pode aceitar que    o profissional reproduza neste local as mesmas práticas e critérios abordados    no serviço particular do seu consultório. Este fato tem sido ainda o maior entrave    para o avanço das diretrizes do SUS no país, ou seja, recursos humanos pouco    estimulados a seguir os princípios governamentais impostos pelo sistema. No    estudo de Chaves &amp; Silva<sup>24</sup> com profissionais da rede pública    de dois municípios da Bahia, as autoras verificaram que a opção pelo serviço    público é por vezes claramente explicitada como resultado do insucesso parcial    no campo privado e há todo um movimento no sentido de migrar do subcampo público    para o privado pois isso correspondia a idéia de progresso profissional e qualificação    constante. As autoras verificaram ainda que, na maioria dos casos, a oportunidade    de seleção ou concurso foi a razão mais freqüente de ingresso no setor público    e não uma escolha pessoal, na medida em que a abertura do mercado de trabalho    nessa área tem sido um amortecedor para o desemprego no setor odontológico.    Segundo as mesmas, "há o risco de que a prática pública incorpore o caráter    marcadamente liberal e individual, característico da prática odontológica, considerada    a última das profissões liberais e se constitua apenas numa necessidade de ampliação    do mercado de trabalho para o setor e não numa crítica teórica às práticas curativas    e de especialização hegemônicas, na medida em que se observou uma insatisfação    de alguns profissionais com sua prática pública já que se sentiam limitados    pelo não acesso às novas tecnologias ‘reparadoras’, como coroas, prótese removível    e próteses fixas caracterizadoras do subcampo privado da saúde bucal". Isto    porque, como visto, o sistema público apresenta certas especificidades, assim    como a população que procura por seus serviços<sup>24</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Mercado de trabalho odontológico em saúde    coletiva: Sistema privado</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Apesar das propostas governamentais de contratação    de profissionais da área odontológica nos serviços públicos, as vagas criadas    recentemente são insuficientes para atender a demanda da categoria, a qual,    com suas 176 faculdades, lançam no mercado mais de 10.000 profissionais ao ano<sup>25</sup>.    Dessa forma, é bom termos em mente que a implantação de equipes de saúde bucal    na estratégia da Saúde da Família e a construção de Centros de Especialidade    Odontológicas apenas amenizam a dificuldade de inserção no mercado de trabalho.    </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Outro fato que o cirurgião-dentista deve estar    atento é que, infelizmente, no Brasil, muitos programas de governo não são sinônimos    de programas de Estado. Apesar do aporte de recursos para a saúde bucal proporcionado    pelo programa Brasil Sorridente permitir a contração significativa de novos    profissionais para trabalhar no serviço público, a continuidade do programa    dependerá de vontade política e movimentação popular.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Dessa forma, o sistema privado de saúde é um    nicho de trabalho interessante para se trabalhar em Saúde Coletiva. Atualmente    o sistema supletivo de planos e seguros privados de assistência operam com cerca    de 2000 empresas no setor. Dentre este público, 17% são beneficiários de planos    odontológicos <sup>26</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">José Gomes Temporão, ministro da saúde, em encontro    realizado no Hospital Sírio Libanês –SP, pediu ajuda ao sistema privado para    solucionar a crise no setor da saúde. "Sozinho o Estado não resolverá a questão    da medicina no Brasil. Esta é uma questão que tem de ser enfrentada de maneira    integrada com a sociedade e entidades privadas"<sup>27</sup>. A expectativa    é que as empresas tenham total autonomia na administração de empreendimentos    públicos, seguindo parâmetros determinados pelo Estado, que passa a funcionar    como um fiscal do serviço. O ministro quer buscar as boas práticas de promoção    de saúde nos serviços privados, o que não vem ocorrendo até então, sendo mais    associados a estratégias de marketing pelas empresas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A discussão é longa, pois, para alguns, esta    é uma tentativa do Estado querer se eximir de suas obrigações constitucionais,    transferindo-as para o cidadão usuário que terá de arcar com a manutenção de    um plano. Este aspecto se enquadra na teoria da redução do tamanho do Estado,    com transferência de suas incumbências para terceiros<sup>28</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A regulamentação do setor privado iniciou-se    em 1998 com a lei 9.656/98 e consolidou-se com a lei 9.661/00 com a criação    da Agência Nacional de Saúde Suplementar, mas, segundo Malta <i>et al</i>.<sup>29    </sup> "convive-se com uma grande heterogeneidade nos padrões de qualidade no    setor, fragmentação e descontinuidade da atenção, que compromete a efetividade    e eficiência do sistema como um todo, atingindo as redes de cuidados básicos,    especializados e hospitalares , que atendem a clientela de planos de saúde."</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Esse sistema é composto pelos segmentos de autogestão,    medicinas de grupo, seguradoras e cooperativas. As empresas deste sistema trabalham,    conforme Malta <i>et al</i>.<sup>29</sup>"não com a produção da saúde, mas com    a idéia de evento/sinistralidade. A saúde torna-se para o mercado um produto    e não um bem. Mesmo quando se investe em atividades de promoção e prevenção,    esse componente entra mais como produto de marketing do que como diretriz do    modelo assistencial, visando de fato ao cuidado à saúde." Essas práticas poderiam    vincular clientelas específicas e evitar consumos desnecessários de serviços.    Os autores pontuam que "o grande desafio consiste em restabelecer uma nova prática,    centrada no estímulo à promoção da saúde, prevenção, referenciada no vínculo    e na responsabilização. A própria operadora poderia estimular a prática da vinculação    a cuidadores, mapeando certos grupos de risco (idosos, diabéticos, hipertensos),    ou certos ciclos de vida (gestantes, menores de 1 ano) e estimulando os usuários    a se vincularem a cuidadores". Estes últimos teriam usuários cadastrados e fariam    acompanhamento sistemático, com retornos programados, definindo projetos terapêuticos    adequados a cada situação, estimulando a participação em grupos educativos,    o acompanhamento e monitoramento desses usuários com algum risco diferenciado.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Como se nota, aí está um grande nicho de mercado    ainda não coberto pelas empresas e profissionais, ou seja, a área de Saúde Coletiva.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><i>Auditor odontológico</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Uma das formas de inserção do profissional de    Saúde Coletiva para se trabalhar neste nicho é como auditor odontológico, "acompanhando    a tramitação das cobranças dos serviços odontológicos prestados aos funcionários,    verificando sua consistência, indicação e ocasião da realização do tratamento".    Outra forma é como gestor odontológico, atuando na formação e manutenção da    rede assistencial, criando e aplicando regras assistenciais de acordo com as    pessoas atendidas e com os critérios legais exigidos pela Agência Nacional de    Saúde. Além disso, "deve controlar e prever os custos assistenciais atuais e    futuros, readequar a cobertura e incluir novos procedimentos, entre outros".    Muitos convênios particulares contratam gestores com formação em Saúde Coletiva    <sup>26</sup>. A ética deve prezar o campo de atividades desse profissional.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Em um estudo desenvolvido por Freitas<sup>30</sup>    com 12 dentistas do município de João Pessoa-Pa, sendo 3 deles auditores odontológicos,    os últimos constataram a interferência dos gestores das empresas na prática    do auditor, onde há implementação de controles explícitos sobre os profissionais,    tanto para com os peritos como para com os profissionais credenciados e, também,    para pacientes, com o objetivo mais de conter os custos do que promover o acesso    aos cuidados. Assim, tanto os profissionais quanto os pacientes têm enfrentado    situações nas quais os interesses de ambos são contrariados.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Vigilância Sanitária </i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para Andrade &amp; Tescarollo<sup>26 </sup>os    profissionais podem trabalhar para a indústria e comércio de produtos odontológicos,    tratando da adequação aos regulamentos da vigilância sanitária, por exemplo.    Também podem fazer auditoria sanitária para empresas de convênios. O profissional    deve ter conhecimentos de direito sanitário e administração.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><i>Setor Industrial</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O profissional da Saúde Coletiva pode ajudar    no desenvolvimento de insumos estratégicos para a prática de Saúde Coletiva    quando trabalha no setor industrial. Um cirurgião-dentista, especialista e mestre    em Saúde Coletiva, desenvolveu um kit para higiene bucal, finalista ao prêmio    SUS, o qual, segundo ele, ampliou seus horizontes e acentuou sua faceta empreendedora<sup>26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Outro caso de empreendedorismo em insumos para    a Saúde Coletiva é de um mestre em Saúde Coletiva (Dr. Alexandre O. Rangel),    o qual desenvolveu um equipamento odontológico transportável, com o auxílio    de técnicos em mecânica e registrou a patente do invento.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><i>Terceiro Setor</i></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Várias definições têm sido encontradas para o    Terceiro Setor, tais como "organizações sem fins lucrativos", "organizações    voluntárias", "setor independente", "caridades", "organizações não-governamentais",    "filantropia", entre outras os mesmos autores, "o terceiro setor apresenta uma    variedade interna, segundo a natureza das entidades que o compõem, incluindo-se    desde entidades beneficentes de assistência social, organizações não-governamentais    (ONGs), entidades representativas patronais e profissionais, associações de    benefício mútuo até organizações de promoção e luta de interesses sociais, organizações    religiosas e partidárias.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em 2002, o País contava com 276 mil Fundações    Privadas e organizações sem fins lucrativos cadastradas. Apesar da absoluta    maioria das entidades, isto é, 77% delas, não terem qualquer empregado, 1% delas    era de grande porte, isto é, contavam com 100 ou mais empregados. Estas entidades    absorviam quase um milhão de trabalhadores na época e, destes, cerca de 3800    desenvolviam atividades relacionadas à área da saúde. Mais da metade das pessoas    que eram formalmente assalariadas (52%) estava concentrada nas organizações    que atuavam nas áreas de educação (29%) e saúde (23%). Em relação à remuneração    dos trabalhadores, em 2002, em média, os trabalhadores destas organizações que    trabalhavam na área da saúde, tanto em hospitais como em outros serviços de    saúde, apresentavam um salário médio mensal de 4,5 salários mínimos<sup>31</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na área odontológica, há várias organizações    se organizando para prestar serviços à população e, dentre elas, pode-se citar    o "Adotei um Sorriso (Abrinq)"; "Turma do Bem – Dentista do Bem"; "Instituto    Pedro Martinelli"; "Instituto Fauchard"; "Sesc-Odontologia"; "Ford"; "Instituto    Brasileiro de Odontologia e Pesquisa –IBOP"; "Associação Helping Hands Brasil"    entre outras (Mapa do 3° setor, 2007).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Diante do exposto, parece justo afirmar que o    mercado de trabalho na área de Saúde Coletiva, em termos de Odontologia, é muito    mais rico e abrangente que a maioria das pessoas pensa, sendo, portanto, importante    se capacitar e conhecer as possibilidades de inserção e desenvolvimento de atividades    em comunidades. Deste modo, estaremos construindo um Sistema Único de Saúde    mais resolutivo e capaz de atender às demandas da sociedade<b>.</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">REFER&Ecirc;NCIAS</font></b></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Brasil. Minist&eacute;rio do Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o.Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. Pesquisa nacional por amostra de domic&iacute;lios: acesso e utiliza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de sa&uacute;de 2003. Rio de Janeiro: IBGE, 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004129&pid=S1516-0939201000040000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Pinheiro 	RS, Torres TZG. Uso de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos entre os estados do Brasil. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2006; 11:999-1010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004131&pid=S1516-0939201000040000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Assada R M. Paradoxos da lei dos planos de sa&uacute;de. Rev ABO Nac. 2002; 10:266-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004133&pid=S1516-0939201000040000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Vieira C, Costa NR. Estrat&eacute;gia profissional e mimetismo empresarial: os planos de sa&uacute;de odontol&oacute;gicos no Brasil. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2008; 13:1579-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004135&pid=S1516-0939201000040000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Zanetti CHG. A crise da Odontologia brasileira: as mudan&ccedil;as estruturais do mercado de servi&ccedil;os e o esgotamento do modo de regula&ccedil;&atilde;o curativo de massa. Anais Universit&aacute;rios. S&eacute;rie Ci&ecirc;ncias Sociais e Humanas. 1999. 21p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004137&pid=S1516-0939201000040000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Rouquayrol MZ, GoldBaum M. Epidemiologia, hist&oacute;ria natural e preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as. In: Rouquayrol MZ, Filho NA. Epidemiologia e sa&uacute;de. 6ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. p.17-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004139&pid=S1516-0939201000040000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Birman J. A physis da sa&uacute;de coletiva. Rev Sa&uacute;de Coletiva 2005; 15: 11-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004141&pid=S1516-0939201000040000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Paim JS, Almeida FN. Sa&uacute;de coletiva: 	uma &ldquo;nova sa&uacute;de p&uacute;blica&rdquo; ou campo aberto a novos paradigmas? Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica 1998; 32: 299-316. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Narvai PC, Fraz&atilde;o P. Epidemiologia, pol&iacute;tica e sa&uacute;de bucal coletiva. In: Antunes JLF, Peres MA. Fundamentos de Odontologia: epidemiologia da sa&uacute;de bucal. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004144&pid=S1516-0939201000040000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Conselho Nacional de Secret&aacute;rios da Sa&uacute;de. Para entender a gest&atilde;o do SUS / Conselho Nacional de Secret&aacute;rios de Sa&uacute;de. Bras&iacute;lia: CONASS, 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004146&pid=S1516-0939201000040000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Bahia L, Luiz RR, Salm C, Costa AJL, Kale PL, Cavalcanti MLT. O mercado de planos e seguros de sa&uacute;de no Brasil: uma abordagem explorat&oacute;ria sobre a estratifica&ccedil;&atilde;o das demandas segundo o PNAD 2003. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2006;11:951-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004148&pid=S1516-0939201000040000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Brasil. 	Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. O SUS pode ser seu melhor plano de sa&uacute;de. Bras&iacute;lia: IDEC; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004150&pid=S1516-0939201000040000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Pucca Jr GA. A pol&iacute;tica nacional de sa&uacute;de bucal como demanda social. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2006; 11:234-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004152&pid=S1516-0939201000040000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Centro de especialidades, 2004. &#91;Acesso em 2007 jul 12&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://dtr2004.saude.gov.br/dab/saudebucal/especialidades.php" target="_blank">http://dtr2004.saude.gov.br/dab/saudebucal/especialidades.php</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004154&pid=S1516-0939201000040000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Silva AA. O mercado de trabalho odontol&oacute;gico. JAOS. 2000; 22:17-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004155&pid=S1516-0939201000040000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Kriger L, Morita MC. Mudan&ccedil;as nos cursos de Odontologia e a intera&ccedil;&atilde;o com o SUS. Mudan&ccedil;as nos cursos de Odontologia e a intera&ccedil;&atilde;o com o SUS. Rev ABENO. 2004; 4:17:21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004157&pid=S1516-0939201000040000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Fundo Nacional de Sa&uacute;de. Gest&atilde;o financeira do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de: manual b&aacute;sico. 3ªed. rev e ampl. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2003. (S&eacute;rie A. Normas e Manuais T&eacute;cnicos).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004159&pid=S1516-0939201000040000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de Bucal. Sa&uacute;de bucal. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2006. (Cadernos de aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, 17).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004161&pid=S1516-0939201000040000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Aerts D, Abegg C, Cesar K. O papel do cirurgi&atilde;odentista no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2004, 9:131-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004163&pid=S1516-0939201000040000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Dickson M, Abegg C. Desafios e oportunidades para a promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal. In: Buischi YP, organizador. Promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal na cl&iacute;nica odontol&oacute;gica. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas; 2000. p.39-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004165&pid=S1516-0939201000040000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Sheiham A, Moys&eacute;s SJ. O papel dos profissionais de sa&uacute;de bucal na promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de. In: Buischi, Y. Promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal na cl&iacute;nica odontol&oacute;gica. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas/APCD; 2000. p.23-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004167&pid=S1516-0939201000040000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Costa EA. Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria: prote&ccedil;&atilde;o e defesa da sa&uacute;de. S&atilde;o Paulo: Hucitec; 1999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004169&pid=S1516-0939201000040000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Chaves SCL, Silva LMV. As pr&aacute;ticas profissionais no campo p&uacute;blico de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal: o caso de dois munic&iacute;pios da Bahia. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2007; 12:1697:710.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004171&pid=S1516-0939201000040000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Conselho Federal de Odontologia. Perfil do cirurgi&atilde;o-dentista do Brasil, 2003. &#91;acesso em 2007 jul 10&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.cfo.org.br/download/pdf/perfil_CD.pdf" target="_blank">www.cfo.org.br/ download/pdf/perfil_CD.pdf</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004173&pid=S1516-0939201000040000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. Andrade M, Tescarollo A. Vida fora do consult&oacute;rio. Rev ABO Nac. 2006; 14:3-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004174&pid=S1516-0939201000040000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27. Gazeta Mercantil. Iniciativa privada quer participar da sa&uacute;de p&uacute;blica 30/04/2007. &#91;acesso em 2007 mai 31 mai&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.febrafarma.org.br" target="_blank">www. febrafarma.org.br</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004176&pid=S1516-0939201000040000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. Almeida A. Asolu&ccedil;&atilde;o para o problema da sa&uacute;de &eacute; mista e solid&aacute;ria. Estud Av. 1999; 35: 17-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004177&pid=S1516-0939201000040000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. Malta DC, Cec&iacute;lio LCO, Merhy EE, Franco TB, Jorge AO, Costa MA. Perspectivas na regula&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de suplementar diante dos modelos assistenciais. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2004; 9:433-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004179&pid=S1516-0939201000040000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">30. Freitas CHSM. Dilemas no exerc&iacute;cio profissional da odontologia: a autonomia em quest&atilde;o. Interface. 2007; 11:25-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004181&pid=S1516-0939201000040000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">31. Canabrava CM, Andrade EIG, Janones FA. Sistema &uacute;nico de sa&uacute;de e o terceiro setor: caracteriza&ccedil;&atilde;o de entidades, n&atilde;o hospitalares, que possuem servi&ccedil;os em aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de sa&uacute;de em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2007; 23:115-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004183&pid=S1516-0939201000040000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">32. Mapa do terceiro setor. &#91;acessado em 2007 jul 12&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.mapadoterceirosetor.org.br" target="_blank">http://www.mapadoterceirosetor.org.br</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=004185&pid=S1516-0939201000040000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="nt"></a><a href="#tx"><img src="/img/revistas/aodo/v46n4/seta.gif" border="0"></a>    <B><font size="2">Autor correspondente:</font></B><font size="2">    <br>   Ant&ocirc;nio Carlos Pereira     <br> Faculdade de Odontologia de Piracicaba - Departamento de Odontologia Social     <br> Av. Limeira, 901 &#150; Arei&atilde;o CEP: 13.400-120 - Piracicaba &#150; SP - Brasil     <br> e-mail: <a href="mailto:apereira@fop.unicamp.br">apereira@fop.unicamp.br </a></font></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recebido em 20/02/2008 &#150; Aceito em 07/04/2009 </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Contato: <a href="mailto:apereira@fop.unicamp.br">apereira@fop.unicamp.br </a></font></p>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Brasil^dMinistério do Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</collab>
<source><![CDATA[Pesquisa nacional por amostra de domicílios: acesso e utilização de serviços de saúde 2003]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IBGE]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[RS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Torres]]></surname>
<given-names><![CDATA[TZG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uso de serviços odontológicos entre os estados do Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciênc Saúde Coletiva]]></source>
<year>2006</year>
<volume>11</volume>
<page-range>999-1010</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Assada R]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Paradoxos da lei dos planos de saúde]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev ABO Nac]]></source>
<year>2002</year>
<volume>10</volume>
<page-range>266-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vieira]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[NR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estratégia profissional e mimetismo empresarial: os planos de saúde odontológicos no Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciênc Saúde Coletiva]]></source>
<year>2008</year>
<volume>13</volume>
<page-range>1579-88</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zanetti]]></surname>
<given-names><![CDATA[CHG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A crise da Odontologia brasileira: as mudanças estruturais do mercado de serviços e o esgotamento do modo de regulação curativo de massa]]></source>
<year>1999</year>
<page-range>21</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rouquayrol]]></surname>
<given-names><![CDATA[MZ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GoldBaum]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Epidemiologia, história natural e prevenção de doenças]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Rouquayrol]]></surname>
<given-names><![CDATA[MZ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[NA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Epidemiologia e saúde]]></source>
<year>2003</year>
<edition>6</edition>
<page-range>17-35</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guanabara Koogan]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Birman]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A physis da saúde coletiva]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Saúde Coletiva]]></source>
<year>2005</year>
<volume>15</volume>
<page-range>11-6</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Paim]]></surname>
<given-names><![CDATA[JS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[FN]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Saúde coletiva: uma "nova saúde pública" ou campo aberto a novos paradigmas?]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev Saúde Pública]]></source>
<year>1998</year>
<volume>32</volume>
<page-range>299-316</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Narvai]]></surname>
<given-names><![CDATA[PC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Frazão]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Epidemiologia, política e saúde bucal coletiva]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Antunes]]></surname>
<given-names><![CDATA[JLF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Peres]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Fundamentos de Odontologia: epidemiologia da saúde bucal]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guanabara Koogan]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Conselho Nacional de Secretários da Saúde</collab>
<source><![CDATA[Para entender a gestão do SUS / Conselho Nacional de Secretários de Saúde]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[CONASS]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bahia]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Luiz]]></surname>
<given-names><![CDATA[RR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Salm]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[AJL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kale]]></surname>
<given-names><![CDATA[PL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cavalcanti]]></surname>
<given-names><![CDATA[MLT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O mercado de planos e seguros de saúde no Brasil: uma abordagem exploratória sobre a estratificação das demandas segundo o PNAD 2003]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciênc Saúde Coletiva]]></source>
<year>2006</year>
<volume>11</volume>
<page-range>951-65</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brasil]]></surname>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.O SUS pode ser seu melhor plano de saúde]]></source>
<year>2003</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[IDEC]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pucca Jr]]></surname>
<given-names><![CDATA[GA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A política nacional de saúde bucal como demanda social]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciênc Saúde Coletiva]]></source>
<year>2006</year>
<volume>11</volume>
<page-range>234-46</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil^dMinistério da Saúde</collab>
<source><![CDATA[Centro de especialidades, 2004]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[AA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O mercado de trabalho odontológico]]></article-title>
<source><![CDATA[JAOS]]></source>
<year>2000</year>
<volume>22</volume>
<page-range>17-29</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kriger]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Morita]]></surname>
<given-names><![CDATA[MC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Mudanças nos cursos de Odontologia e a interação com o SUS: Mudanças nos cursos de Odontologia e a interação com o SUS]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev ABENO]]></source>
<year>2004</year>
<volume>4</volume>
<numero>17</numero>
<issue>17</issue>
<page-range>21</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Brasil^dMinistério da Saúde. Fundo Nacional de Saúde</collab>
<source><![CDATA[Gestão financeira do Sistema Único de Saúde: manual básico]]></source>
<year>2003</year>
<edition>3</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brasil]]></surname>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Ministério da Saúde.Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação Nacional de Saúde Bucal. Saúde bucal]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Aerts]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Abegg]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cesar]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O papel do cirurgião dentista no Sistema Único de Saúde]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciênc Saúde Coletiva]]></source>
<year>2004</year>
<volume>9</volume>
<page-range>131-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dickson]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Abegg]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desafios e oportunidades para a promoção de saúde bucal]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Buischi]]></surname>
<given-names><![CDATA[YP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Promoção de saúde bucal na clínica odontológica]]></source>
<year>2000</year>
<page-range>39-66</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sheiham]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moysés]]></surname>
<given-names><![CDATA[SJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O papel dos profissionais de saúde bucal na promoção de saúde]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Y. Buischi]]></surname>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Promoção de saúde bucal na clínica odontológica]]></source>
<year>2000</year>
<page-range>23-37</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artes Médicas/APCD]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[EA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Vigilância Sanitária: proteção e defesa da saúde]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Hucitec]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chaves]]></surname>
<given-names><![CDATA[SCL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[LMV]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[As práticas profissionais no campo público de atenção à saúde bucal: o caso de dois municípios da Bahia]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciênc Saúde Coletiva]]></source>
<year>2007</year>
<volume>12</volume>
<page-range>1697-710</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>25</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Conselho Federal de Odontologia</collab>
<source><![CDATA[Perfil do cirurgião-dentista do Brasil, 2003]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<label>26</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tescarollo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Vida fora do consultório]]></article-title>
<source><![CDATA[Rev ABO Nac]]></source>
<year>2006</year>
<volume>14</volume>
<page-range>3-14</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<label>27</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Gazeta Mercantil</collab>
<source><![CDATA[Iniciativa privada quer participar da saúde pública 30/04/2007]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<label>28</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Asolução para o problema da saúde é mista e solidária]]></article-title>
<source><![CDATA[Estud Av]]></source>
<year>1999</year>
<volume>35</volume>
<page-range>17-24</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<label>29</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Malta]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cecílio]]></surname>
<given-names><![CDATA[LCO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Merhy]]></surname>
<given-names><![CDATA[EE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Franco]]></surname>
<given-names><![CDATA[TB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jorge]]></surname>
<given-names><![CDATA[AO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perspectivas na regulação da saúde suplementar diante dos modelos assistenciais]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciênc Saúde Coletiva]]></source>
<year>2004</year>
<volume>9</volume>
<page-range>433-44</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<label>30</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[CHSM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Dilemas no exercício profissional da odontologia: a autonomia em questão]]></article-title>
<source><![CDATA[Interface]]></source>
<year>2007</year>
<volume>11</volume>
<page-range>25-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<label>31</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Canabrava]]></surname>
<given-names><![CDATA[CM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[EIG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Janones]]></surname>
<given-names><![CDATA[FA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Sistema único de saúde e o terceiro setor: caracterização de entidades, não hospitalares, que possuem serviços em atenção básica de saúde em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Cad Saúde Pública]]></source>
<year>2007</year>
<volume>23</volume>
<page-range>115-26</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<label>32</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Mapa do terceiro setor]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
