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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perfil das ações de extensão na Faculdade de Odontologia da UFMG]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Odontologia Departamento de Odontologia Social e Preventiva]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In the evolution of its relationship with society, university extension activities have undergone at least four different conceptual moments which have determined their practices. In the UFMG dental School, among the many ongoing extension activities, the oldest was established in 1986. These are now consolidated and include courses, projects, programs, the rendering of services, and events. Their central management is performed by the university's Extension Center (CENEX FO-UFMG). As such, this study sought to describe the profile of the community extension activities of the UFMG Dental School. All data shown here were extracted from the Extension Information System (SIEX) in May 2011. The extension courses offered 716 opportunities for dental students and 194 opportunities for dental professionals enrolled in the courses. A population of 21.481 individuals were treated in 2010. The community extension activities of FO-UFMG varied as regards the type and source of proposal. These activities reflect the deep involvement of the school community, reaching a wide range of population groups, in addition to providing new fields for the teaching-learning process and offering new topics for the production of knowledge.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></a><a name="top"/><B>Perfil das a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o na Faculdade de Odontologia da UFMG</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Profile of the extension activities from the UFMG dental school</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fl&aacute;vio de Freitas Mattos <sup>I</sup>; Andr&eacute; Benedito Moura Dalsecco <sup>II</sup>; &Eacute;rika Talita da Silva <sup>II</sup>; Sheyla M&aacute;rcia Auad <sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <sup>I </sup>Departamento de Odontologia Social e Preventiva, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brasil    <br> <sup>II</sup> Cirurgi&atilde;o-dentista    <br> <sup>III</sup> Departamento de Odontopediatria e Ortodontia, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   Contato: f.f.mattos @uol.com.br</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Autor correspondente</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na evolu&ccedil;&atilde;o de sua rela&ccedil;&atilde;o com a sociedade, a extens&atilde;o universit&aacute;ria passou por pelo menos quatro diferentes momentos conceituais que determinaram suas pr&aacute;ticas. Na Faculdade de Odontologia da UFMG, entre as a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o em funcionamento, a mais antiga data de 1986. Elas hoje se apresentam consolidadas, e incluem a realiza&ccedil;&atilde;o de cursos, projetos, programas, presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os e eventos. A centraliza&ccedil;&atilde;o de sua gest&atilde;o cabe ao Centro de Extens&atilde;o da unidade acad&ecirc;mica (CENEX FO-UFMG), institu&iacute;do em 1977. Este trabalho tem como objetivo descrever o perfil das a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o da Faculdade de Odontologia da UFMG. Todos os dados aqui apresentados foram extra&iacute;dos do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o da Extens&atilde;o (SIEX), em maio de 2011. Estavam ent&atilde;o disponibilizadas 716 oportunidades para a participa&ccedil;&atilde;o de discentes de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia e 194 oportunidades para cirurgi&otilde;es-dentistas matriculados em cursos de extens&atilde;o. Foi atendido um p&uacute;blico de 21481 pessoas no ano de 2010. As a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o da FO-UFMG s&atilde;o diversificadas quanto ao tipo e tamb&eacute;m quanto &agrave; inst&acirc;ncia propositora. Refletem o grande envolvimento da comunidade acad&ecirc;mica, abrangendo amplo contingente populacional, al&eacute;m de proporcionarem campo para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem e suscitarem temas para a produ&ccedil;&atilde;o intelectual.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Universidades. Rela&ccedil;&otilde;es comunidade-institui&ccedil;&atilde;o. Ensino. Odontologia. Sociedades.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">In the evolution of its relationship with society, university extension activities have undergone at least four different conceptual moments which have determined their practices. In the UFMG dental School, among the many ongoing extension activities, the oldest was established in 1986. These are now consolidated and include courses, projects, programs, the rendering of services, and events. Their central management is performed by the university's Extension Center (CENEX FO-UFMG). As such, this study sought to describe the profile of the community extension activities of the UFMG Dental School. All data shown here were extracted from the Extension Information System (SIEX) in May 2011. The extension courses offered 716 opportunities for dental students and 194 opportunities for dental professionals enrolled in the courses. A population of 21.481 individuals were treated in 2010. The community extension activities of FO-UFMG varied as regards the type and source of proposal. These activities reflect the deep involvement of the school community, reaching a wide range of population groups, in addition to providing new fields for the teaching-learning process and offering new topics for the production of knowledge.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Uniterms: </B>Universities. Community-institutional relations. Teaching. Dentistry. Societies.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Historicamente, a extens&atilde;o surgiu nas primeiras escolas gregas, atrav&eacute;s de suas aulas abertas ao p&uacute;blico e de sua perspectiva dial&eacute;tica. Outros registros mostram a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o em universidades europeias desde a idade m&eacute;dia at&eacute; meados do s&eacute;culo XIX. Nesta &eacute;poca, ela era utilizada como forma de disseminar conhecimentos t&eacute;cnicos e de promo&ccedil;&atilde;o de campanhas de sa&uacute;de e assistenciais a popula&ccedil;&otilde;es carentes. Buscava-se redimir a Universidade de seu distanciamento de alguns grupos sociais, ao mesmo tempo em que se atendia aos interesses do capital<sup>1,2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na evolu&ccedil;&atilde;o de sua rela&ccedil;&atilde;o com a sociedade, a extens&atilde;o universit&aacute;ria passou por pelo menos quatro diferentes momentos conceituais que determinaram suas pr&aacute;ticas. Houve a transmiss&atilde;o vertical do conhecimento, a a&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria s&oacute;cio-comunit&aacute;ria, a a&ccedil;&atilde;o s&oacute;cio-comunit&aacute;ria institucional e o momento acad&ecirc;mico institucional<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atuando na transmiss&atilde;o vertical do conhecimento, as a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o das universidades no s&eacute;culo XIX, retratavam um momento autorit&aacute;rio de quem desconhecia o saber popular e se acreditava detentor do saber absoluto e superior, capaz de redimir a ignor&acirc;ncia. Suas a&ccedil;&otilde;es eram pontuais. O momento da a&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria s&oacute;cio-comunit&aacute;ria nasceu do resgate das a&ccedil;&otilde;es educativas medievais dos jesu&iacute;tas e da intera&ccedil;&atilde;o com o movimento estudantil latino americano. Seus novos paradigmas t&ecirc;m como marco o movimento estudantil de C&oacute;rdoba, Argentina, em 1918. Tais paradigmas pressupunham o car&aacute;ter processual, o comprometimento com mudan&ccedil;as sociais, a vincula&ccedil;&atilde;o ideol&oacute;gica e a milit&acirc;ncia pol&iacute;tica de docentes e discentes. Assim, a extens&atilde;o universit&aacute;ria passou a ter uma interface entre o saber produzido nas universidades e a cultura local. Ela iniciou uma trajet&oacute;ria para transforma&ccedil;&atilde;o da sociedade, transformou-se a si mesma e transformou sua rela&ccedil;&atilde;o com as atividades acad&ecirc;micas de ensino e pesquisa. Tais paradigmas levam, ent&atilde;o, &agrave; cria&ccedil;&atilde;o das universidades populares em diferentes pa&iacute;ses latinos americanos. No Brasil, as universidades populares foram chamadas de "livres" e criadas em diferentes regi&otilde;es. Aqui, a partir do final da d&eacute;cada de 1930 e inicio da seguinte, houve um per&iacute;odo de grandes experi&ecirc;ncias de pr&aacute;ticas educativas em extens&atilde;o. Com objetivo cultural, s&atilde;o criadas salas de leituras, experi&ecirc;ncias de r&aacute;dio difus&atilde;o, difus&atilde;o cultural, al&eacute;m dos cursos e confer&ecirc;ncias abertas, objetivando a discuss&atilde;o e solu&ccedil;&atilde;o dos problemas sociais. A institucionaliza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es volunt&aacute;rias s&oacute;cio-comunit&aacute;rias d&aacute;-se com a reforma universit&aacute;ria brasileira de 1931. Neste momento, a extens&atilde;o readquire caracter&iacute;sticas redentoras, messi&acirc;nicas. A extens&atilde;o universit&aacute;ria institucionalizada brasileira nasce com car&aacute;ter domesticador. Entretanto, mantinha-se um contra ponto a isto, nas universidades populares e no movimento estudantil. Foi a partir da ditadura militar brasileira instalada na d&eacute;cada de 1960, que o Movimento Estudantil e a pr&aacute;tica de uma Extens&atilde;o Universit&aacute;ria emancipadora, passaram a ser entendidos como potencial risco &agrave; ordem vigente. Assim, como forma de se contrapor e cooptar os estudantes para o trabalho assistencial comunit&aacute;rio, o governo militar institui no Brasil programas de atua&ccedil;&atilde;o espor&aacute;dica e desvinculada das institui&ccedil;&otilde;es universit&aacute;rias. O momento acad&ecirc;mico institucional da extens&atilde;o nasce de sua reapropria&ccedil;&atilde;o pelas universidades, findo o regime militar. Em 1987, &eacute; criado o F&oacute;rum Nacional de Pr&oacute;-Reitores de Extens&atilde;o das Universidades P&uacute;blicas Brasileiras que passa a coordenar as discuss&otilde;es conceituais e as pr&aacute;ticas sobre o tema<sup>1,2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 1996, a Lei n. 9.394, de Diretrizes e Bases da Educa&ccedil;&atilde;o Nacional, reafirma e detalha, entre os objetivos da universidade, a Extens&atilde;o Universit&aacute;ria<sup>4</sup>: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"A Extens&atilde;o Universit&aacute;ria &eacute; o processo educativo, cultural e cient&iacute;fico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissoci&aacute;vel e viabiliza a rela&ccedil;&atilde;o transformadora entre Universidade e Sociedade. A Extens&atilde;o &eacute; uma via de m&atilde;o-dupla, com tr&acirc;nsito assegurado &agrave; comunidade acad&ecirc;mica, que encontrar&aacute;, na sociedade, a oportunidade de elabora&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;xis de um conhecimento acad&ecirc;mico. No retorno &agrave; Universidade, docentes e discentes trar&atilde;o um aprendizado que, submetido &agrave; reflex&atilde;o te&oacute;rica, ser&aacute; acrescido &agrave;quele conhecimento."</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Entre os objetivos da extens&atilde;o universit&aacute;ria, estabelecidos em 1998 pelo F&oacute;rum de Pr&oacute;-Reitores de Extens&atilde;o das Universidades P&uacute;blicas Brasileiras tem-se<sup>5</sup>: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Reafirmar a extens&atilde;o universit&aacute;ria como processo acad&ecirc;mico definido e efetivado em fun&ccedil;&atilde;o das exig&ecirc;ncias da realidade; indispens&aacute;vel na forma&ccedil;&atilde;o do aluno, na qualifica&ccedil;&atilde;o do professor e no interc&acirc;mbio com a sociedade, o que implica em rela&ccedil;&otilde;es multi, inter ou transdisciplinares e interprofissionais." </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Dar prioridade &agrave;s pr&aacute;ticas voltadas ao atendimento de necessidades sociais emergentes, como as relacionadas com a &aacute;rea de educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e habita&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o de alimentos, gera&ccedil;&atilde;o de emprego e amplia&ccedil;&atilde;o da renda." </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na Faculdade de Odontologia da UFMG, entre as a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o em funcionamento, a mais antiga data de 1986. Elas hoje se apresentam consolidadas, e incluem a realiza&ccedil;&atilde;o de cursos, projetos, programas, presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os e eventos. A centraliza&ccedil;&atilde;o de sua gest&atilde;o cabe ao Centro de Extens&atilde;o da unidade acad&ecirc;mica (CENEX FO-UFMG), institu&iacute;do em 1977. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este trabalho tem como objetivo descrever o perfil das a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o da Faculdade de Odontologia da UFMG (FO-UFMG). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> DESCRI&Ccedil;&Atilde;O DAS ATIVIDADES DE EXTENS&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todos os dados aqui apresentados foram extra&iacute;dos do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o da Extens&atilde;o (SIEX), em maio de 2011. Estavam ent&atilde;o disponibilizadas 716 oportunidades para a participa&ccedil;&atilde;o de discentes de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia e 194 oportunidades para cirurgi&otilde;esdentistas matriculados em cursos de extens&atilde;o. Foi atendido um p&uacute;blico de 21481 pessoas no ano de 2010. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No total de 62 a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o registradas e em funcionamento na FO-UFMG, percebe-se o predom&iacute;nio dos projetos de extens&atilde;o n&atilde;o vinculados a programas, seguidos pelos projetos vinculados a programas, que totalizam 10% do total das a&ccedil;&otilde;es (<a href="#graf01">Gr&aacute;fico 1</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave; origem das a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o, verifica-se um predom&iacute;nio da iniciativa departamental sobre os demais propositores. Entre os quatro departamentos da unidade, o que oferece o maior n&uacute;mero de a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o &eacute; o Departamento de Cl&iacute;nica Patologia e Cirurgia Odontol&oacute;gica (CPC) (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). Analisando-se a distribui&ccedil;&atilde;o dos tipos de a&ccedil;&atilde;o de extens&atilde;o entre os diferentes propositores, verifica-se que, quanto aos projetos de extens&atilde;o, os Departamentos de Odontologia Social e Preventiva (OSP) e Odontologia Restauradora (ODR) s&atilde;o os mais frequentes. Os mesmos departamentos tamb&eacute;m conduzem a maioria dos programas de extens&atilde;o. H&aacute; uma concentra&ccedil;&atilde;o maior de cursos propostos pelo CPC. O Departamento de Odontopediatria e Ortodontia (OPO) &eacute; a origem mais frequente das presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os, enquanto o OSP foi o que mais promoveu eventos no per&iacute;odo compreendido entre maio de 2010 e maio de 2011. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="graf01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47s2/a01graf01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v47s2/a01tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sobre os produtos acad&ecirc;micos gerados pelas a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o da FO-UFMG, no ano de 2010, foram registrados 163. Este total foi composto de 78 apresenta&ccedil;&otilde;es em eventos acad&ecirc;micos, 43 artigos, 13 monografias, 8 resumos em anais de eventos, 8 cap&iacute;tulos de livro, 7 teses ou disserta&ccedil;&otilde;es, 4 manuais ou cartilhas, um produto audiovisual, e uma mat&eacute;ria jornal&iacute;stica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</B></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   As a&ccedil;&otilde;es de extens&atilde;o da FO-UFMG s&atilde;o diversificadas quanto ao tipo e tamb&eacute;m quanto &agrave; inst&acirc;ncia propositora. Refletem o grande envolvimento da comunidade acad&ecirc;mica, abrangendo amplo contingente populacional, al&eacute;m de proporcionarem campo para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem e suscitarem temas para a produ&ccedil;&atilde;o intelectual. &Eacute; dada prioridade &agrave; aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s necessidades sociais relacionadas com a &aacute;rea da sa&uacute;de. Entretanto, faz-se necess&aacute;rio um estudo aprofundado das a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas para verificar seu enquadramento em um, ou mais de um, dos momentos hist&oacute;ricos de desenvolvimento da extens&atilde;o universit&aacute;ria: transmiss&atilde;o vertical do conhecimento, a&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria s&oacute;cio-comunit&aacute;ria, a&ccedil;&atilde;o s&oacute;cio-comunit&aacute;ria institucional e momento acad&ecirc;mico institucional.</font></p>        <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Rocha RM, Gurgel H. A constru&ccedil;&atilde;o do conceito de extens&atilde;o universit&aacute;ria na America Latina. In: Faria DS, editors. Constru&ccedil;&atilde;o Conceitual da Extens&atilde;o na America Latina. Brasilia: UNB; 2001. p.35-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=013249&pid=S1516-0939201100060000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Nogueira, MDP. Extens&atilde;o Universit&aacute;ria no Brasil: uma Revis&atilde;o Conceitual. In: Faria DS, editors. Constru&ccedil;&atilde;o Conceitual da Extens&atilde;o na America Latina. Brasilia: UNB. 2001, p.14-27. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Serrano RMSM &#91;Internet&#93;. Conceitos de extens&atilde;o universit&aacute;ria: um di&aacute;logo com Paulo Freire. &#91;acesso em 2011 jun 14&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.prac.ufpb.br/copac/extelar/atividades/discussao/artigos/conceitos_de_extensao_universitaria.pdf" target="_blank">http://www.prac.ufpb.br/copac/extelar/atividades/discussao/artigos/conceitos_de_extensao_universitaria.pdf</a>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Brasil. Lei n&ordm; 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educa&ccedil;&atilde;o nacional. Di&aacute;rio Oficial da Rep&uacute;blica Federativa do Brasil. 1996, 248, p.134-44. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Brasil. Plano Nacional de Extens&atilde;o 1999-2001. &#91;Internet&#93; &#91;acesso em 2011 jun 14&#93;. Dispon&iacute;vel em: www.mec.gov.br/Sesu/planonaex.shtm.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/aodo/v47s2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Autor correspondente:</b>    <br>   Fl&aacute;vio de Freitas Mattos    <br> Departamento de Odontologia Social e Preventiva     <br>Av. Antonio Carlos 6627 - Campus Pampulha - UFMG    <br> CEP: 31270-901 - Belo Horizonte - MG - Brazil</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br> E-mail: <a href="mailto:f.f.mattos @uol.com.br" target="_blank">f.f.mattos @uol.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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