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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perfil epidemiológico do uso e necessidade de prótese dentária em usuários de uma Unidade de Saúde da Família de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Epidemiological profile for the need and use of dental prosthesis among users of a Family Health Unit in Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aim: Estimate the use and need of dental prostheses in the users of a Family Health Care (FHC) unit in Porto Alegre, in 2013. Methods: This study followed a cross-sectional design in which data collection was performed by analyzing the dental records of users of the dental care services from FHC (n = 249). The collected data were analyzed using the Statistical Package for the Social Sciences. The frequency distribution of investigated variables (gender, age, use and need of prosthesis) was calculated. This study was approved by the Ethics Committee of the Federal University of Rio Grande do Sul. Results: The percentage of individuals, of either gender and of the studied age, which used dental prosthesis was 19.7%, while 55% needed to use a prosthesis. The prosthesis was more frequently used in the superior maxillary arches and among women. Among women, the most commonly used prosthesis was the full denture for the maxillary arch and the partial denture for the mandibular arch, while for men the partial denture for both arches was most common. The most commonly observed age for the use of prostheses was between 65 and 74 years of age, while use out of necessity was between 35 and 44 years of age. All groups evaluated presented a greater need for mandibular than for maxillary prostheses. Conclusion: This core aim of this research was to produce information to support action strategies geared toward improving the health of the studied population by evaluating the use of and need for dental prostheses. The high percentage of the need for prostheses identified requires the consolidation of an effective dental health policy geared toward dental rehabilitation and that meets the true needs of the studied population.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Saúde bucal.]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Perfil epidemiol&oacute;gico do uso e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria em usu&aacute;rios de uma Unidade de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Epidemiological profile for the need and use of dental prosthesis among users of a Family Health Unit in Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Bruna Barnard Motta <sup>I</sup>; Alex Vettori Nogueira <sup>I</sup>; Ramona Fernanda Ceriotti Toassi <sup>II</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <sup>I </sup>Cirurgi&atilde;o-dentista, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil    <br> <sup>II</sup> Departamento de Odontologia Preventiva e Social, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   Contatos: brunabarnard@hotmail.com, alevettori@hotmail.com, ramona.fernanda@ufrgs.br</font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: Estimar o uso e a necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria em usu&aacute;rios de uma Unidade de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (USF) de Porto Alegre, em 2013. Materiais e M&eacute;todos: Pesquisa de delineamento transversal cuja coleta de dados aconteceu por meio da an&aacute;lise dos prontu&aacute;rios dos usu&aacute;rios do servi&ccedil;o de odontologia da USF (n = 249). As informa&ccedil;&otilde;es coletadas foram analisadas pelo programa Statistical Package for the Social Sciences. Foram calculadas as distribui&ccedil;&otilde;es de frequ&ecirc;ncia das vari&aacute;veis investigadas (sexo, idade, uso e necessidade de pr&oacute;tese). O estudo foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Resultados: 19,7% dos indiv&iacute;duos de ambos os sexos e nas idades estudadas usavam pr&oacute;tese; enquanto 55% apresentavam necessidade de uso de pr&oacute;tese. O uso de pr&oacute;tese foi mais frequente na arcada superior e entre mulheres. A pr&oacute;tese mais utilizada pelas mulheres foi a total superior e parcial remov&iacute;vel inferior, enquanto que entre os homens foi a parcial remov&iacute;vel em ambas as arcadas. A faixa et&aacute;ria em que mais se observou o uso ou a necessidade de pr&oacute;tese foi de 65 a 74 anos e de 35 a 44 anos, respectivamente. Em todos os grupos et&aacute;rios avaliados, a necessidade de pr&oacute;tese inferior foi maior do que a superior. Conclus&atilde;o: Esta pesquisa teve como premissa produzir informa&ccedil;&otilde;es para fundamentar estrat&eacute;gias de a&ccedil;&otilde;es direcionadas para a melhoria da sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o estudada por meio da avalia&ccedil;&atilde;o do uso e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria. O alto percentual de necessidade de pr&oacute;tese encontrado exige a consolida&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica p&uacute;blica efetiva de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal voltada &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria e que atenda &agrave;s necessidades da popula&ccedil;&atilde;o estudada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores: </B>Sa&uacute;de bucal. Pr&oacute;tese dent&aacute;ria. Epidemiologia.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aim: Estimate the use and need of dental prostheses in the users of a Family Health Care (FHC) unit in Porto Alegre, in 2013. Methods: This study followed a cross-sectional design in which data collection was performed by analyzing the dental records of users of the dental care services from FHC (n = 249). The collected data were analyzed using the Statistical Package for the Social Sciences. The frequency distribution of investigated variables (gender, age, use and need of prosthesis) was calculated. This study was approved by the Ethics Committee of the Federal University of Rio Grande do Sul. Results: The percentage of individuals, of either gender and of the studied age, which used dental prosthesis was 19.7%, while 55% needed to use a prosthesis. The prosthesis was more frequently used in the superior maxillary arches and among women. Among women, the most commonly used prosthesis was the full denture for the maxillary arch and the partial denture for the mandibular arch, while for men the partial denture for both arches was most common. The most commonly observed age for the use of prostheses was between 65 and 74 years of age, while use out of necessity was between 35 and 44 years of age. All groups evaluated presented a greater need for mandibular than for maxillary prostheses. Conclusion: This core aim of this research was to produce information to support action strategies geared toward improving the health of the studied population by evaluating the use of and need for dental prostheses. The high percentage of the need for prostheses identified requires the consolidation of an effective dental health policy geared toward dental rehabilitation and that meets the true needs of the studied population.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Uniterms: </B>Oral health. Dental prosthesis. Epidemiology.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Brasil vive um per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica que ocorre a partir de avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos e melhorias nos padr&otilde;es de sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o. Esse contexto possibilitou um aumento significativo na expectativa de vida e diminui&ccedil;&atilde;o das taxas de natalidade, mortalidade infantil e mortalidade por doen&ccedil;as infecciosas. Entretanto, a condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal da popula&ccedil;&atilde;o adulta e, sobretudo, idosa no Brasil, n&atilde;o acompanhou esse avan&ccedil;o, carregando a heran&ccedil;a de um modelo assistencial centrado em pr&aacute;ticas curativas, mutiladoras e com baixo poder de resolutividade. Com isso, um grande n&uacute;mero de brasileiros perdeu seus dentes, gerando um ac&uacute;mulo de necessidades e grande demanda por reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica.<sup>1,2,3</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O levantamento epidemiol&oacute;gico de sa&uacute;de bucal realizado no Brasil em 2003, chamado SB Brasil, mostrou a perda dent&aacute;ria precoce como um importante problema que se iniciava j&aacute; na primeira faixa et&aacute;ria examinada, 15 a 19 anos, com um agravo gradual nas demais idades. A necessidade prot&eacute;tica tamb&eacute;m teve in&iacute;cio entre os adolescentes, gerando o mesmo quadro de maiores necessidades entre adultos e idosos. Esses problemas culminaram com o edentulismo, que continua sendo um problema grave no pa&iacute;s e constitui-se em uma das marcas da desigualdade social.<sup>4</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados epidemiol&oacute;gicos encontrados em 2003 se confirmaram no levantamento nacional de sa&uacute;de bucal em 2010 &ndash; SB Brasil 2010. Os resultados em rela&ccedil;&atilde;o ao uso e necessidade de pr&oacute;tese mostraram que na faixa et&aacute;ria de 65 a 74 anos apenas 23,5% das pessoas n&atilde;o usavam algum tipo de pr&oacute;tese dent&aacute;ria superior e 46,1% n&atilde;o a utilizava na arcada inferior. Al&eacute;m disso, na faixa et&aacute;ria de 35 a 44 anos, apenas 31,2% n&atilde;o necessitava de algum tipo de pr&oacute;tese.<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Aus&ecirc;ncias dent&aacute;rias, bem como a utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses inadequadas resultam em problemas na fala e na aceita&ccedil;&atilde;o da apar&ecirc;ncia f&iacute;sica com graves repercuss&otilde;es como diminui&ccedil;&atilde;o da autoestima, dificuldades de socializa&ccedil;&atilde;o, sensa&ccedil;&atilde;o de envelhecimento e sentimento de humilha&ccedil;&atilde;o que podem originar altera&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas.<sup>5,6</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outra complica&ccedil;&atilde;o decorrente da perda dent&aacute;ria inclui a redu&ccedil;&atilde;o na capacidade mastigat&oacute;ria que leva o indiv&iacute;duo a modifica&ccedil;&otilde;es nos h&aacute;bitos alimentares, podendo restringir nutrientes importantes a uma dieta balanceada.<sup>7</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A reorganiza&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas da rede de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de Bucal e a amplia&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o do acesso aos servi&ccedil;os de Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria s&atilde;o avan&ccedil;os obtidos por meio da Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de Bucal, denominada Brasil Sorridente. Os Centros de Especialidades Odontol&oacute;gicas (CEO) e a implanta&ccedil;&atilde;o de Laborat&oacute;rios Regionais de Pr&oacute;tese Dent&aacute;ria (LRPD) s&atilde;o outros exemplos dessa melhoria que pretendem suprir a grande necessidade de reabilita&ccedil;&atilde;o bucal da popula&ccedil;&atilde;o brasileira, que passou a ser uma das principais metas do Brasil Sorridente.<sup>8</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em Porto Alegre, os CEO que oferecem o servi&ccedil;o de pr&oacute;tese dent&aacute;ria ainda apresentamse em n&uacute;mero insuficiente diante das necessidades acumuladas por um longo per&iacute;odo de tempo. Com base nessas preocupa&ccedil;&otilde;es, a proposta de acesso &agrave; pr&oacute;tese dent&aacute;ria (total e parcial) nos servi&ccedil;os de Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria tem avan&ccedil;ado. Segundo o Protocolo de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de Bucal<sup>9</sup>, a oferta dos procedimentos de pr&oacute;tese na Aten&ccedil;&atilde;o Prim&aacute;ria &eacute; de grande import&acirc;ncia, constituindo uma pol&iacute;tica de inclus&atilde;o social de adultos e idosos ed&ecirc;ntulos e dentados parciais, minimizando as sequelas da pr&aacute;tica odontol&oacute;gica mutiladora. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Considerando a import&acirc;ncia dos dados epidemiol&oacute;gicos para o planejamento, organiza&ccedil;&atilde;o e monitoramento dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de, a presente pesquisa buscou estimar o uso e a necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria em usu&aacute;rios do servi&ccedil;o de odontologia da USF Nossa Senhora de Bel&eacute;m, Porto Alegre, em 2013. A inten&ccedil;&atilde;o que a moveu foi a de trazer informa&ccedil;&otilde;es epidemiol&oacute;gicas &uacute;teis ao planejamento de a&ccedil;&otilde;es direcionadas &agrave; melhoria da sa&uacute;de na popula&ccedil;&atilde;o estudada.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudo de delineamento descritivo anal&iacute;tico cuja popula&ccedil;&atilde;o alvo foi a de usu&aacute;rios do servi&ccedil;o de Odontologia da USF Nossa Senhora de Bel&eacute;m, nas faixas et&aacute;rias de 15 a 19 anos, 35 a 44 anos e 65 a 74 anos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A USF Nossa Senhora de Bel&eacute;m localiza-se no Distrito Gl&oacute;ria-Cruzeiro-Cristal &ndash; Distrito Docente Assistencial da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) &ndash; bairro Bel&eacute;m Velho, zona sul do munic&iacute;pio de Porto Alegre, Rio Grande do Sul e &eacute; gerenciada pelo Hospital Divina Provid&ecirc;ncia. Inaugurada em agosto de 2008, &eacute; constitu&iacute;da por uma equipe de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia com uma equipe de sa&uacute;de bucal (modalidade I). Atualmente, possui aproximadamente 1.000 fam&iacute;lias cadastradas, correspondendo a 3.300 pessoas. A USF recebe estudantes de gradua&ccedil;&atilde;o em Odontologia da UFRGS no per&iacute;odo do est&aacute;gio curricular supervisionado e estudantes vinculados ao Programa de Educa&ccedil;&atilde;o pelo Trabalho para a Sa&uacute;de (PET-Sa&uacute;de) da mesma universidade. O servi&ccedil;o de refer&ecirc;ncia para a realiza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese dent&aacute;ria da USF est&aacute; em processo de implanta&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m dos protocolos de instala&ccedil;&atilde;o, cadastramento dos laborat&oacute;rios, discuss&otilde;es sobre os tipos de pr&oacute;teses a serem ofertados pelo SUS a seus usu&aacute;rios e capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de bucal da rede de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica para a confec&ccedil;&atilde;o das mesmas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A sele&ccedil;&atilde;o das faixas et&aacute;rias baseou-se nas recomenda&ccedil;&otilde;es da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS), em rela&ccedil;&atilde;o aos grupos et&aacute;rios sugeridos para a composi&ccedil;&atilde;o das amostras em levantamentos epidemiol&oacute;gicos/pr&oacute;tese dent&aacute;ria.<sup>4,10</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A consulta aos prontu&aacute;rios aconteceu nos meses de julho a agosto de 2013. Foram exclu&iacute;dos os prontu&aacute;rios de usu&aacute;rios n&atilde;o pertencentes &agrave;s faixas et&aacute;rias selecionadas e/ou os prontu&aacute;rios em que o exame cl&iacute;nico odontol&oacute;gico n&atilde;o estava completo. Assim, de um total de 968 prontu&aacute;rios odontol&oacute;gicos, 109 foram exclu&iacute;dos por n&atilde;o estarem com o exame cl&iacute;nico registrado, devido &agrave; procura desses pacientes ao servi&ccedil;o somente na modalidade de urg&ecirc;ncia e 610 por se tratarem de indiv&iacute;duos n&atilde;o inclu&iacute;dos nos grupos et&aacute;rios estudados. Ao final, 249 prontu&aacute;rios foram analisados em rela&ccedil;&atilde;o ao uso e necessidade de pr&oacute;tese.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Nesse estudo foram considerados usu&aacute;rios de pr&oacute;tese aqueles que apresentavam registrado em seu exame dent&aacute;rio do prontu&aacute;rio a presen&ccedil;a, em qualquer das arcadas, de reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica do tipo pr&oacute;tese total (PT), pr&oacute;tese parcial remov&iacute;vel (PPR) ou fixa (PF). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a avalia&ccedil;&atilde;o da necessidade de pr&oacute;tese foi considerada a presen&ccedil;a de perdas dent&aacute;rias. Nos casos de aus&ecirc;ncia(s) parcial(is) a PPR foi indicada e a PT recebeu indica&ccedil;&atilde;o para as aus&ecirc;ncias dent&aacute;rias totais.<sup>11</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um mesmo indiv&iacute;duo foi inclu&iacute;do na categoria 'uso e necessidade de pr&oacute;tese', simultaneamente quando, em uma das arcadas, ele j&aacute; possu&iacute;a pr&oacute;tese, necessitando, por&eacute;m, de reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica na outra arcada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As informa&ccedil;&otilde;es coletadas nos prontu&aacute;rios tiveram a garantia do sigilo que assegura a privacidade e o anonimato dos sujeitos quanto aos dados confidenciais envolvidos na pesquisa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a an&aacute;lise dos dados foi criado um banco de dados com as informa&ccedil;&otilde;es coletadas, digitadas no programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) para Windows vers&atilde;o 17.0. Foram calculadas as distribui&ccedil;&otilde;es de frequ&ecirc;ncia das vari&aacute;veis investigadas sexo, idade, uso e necessidade de pr&oacute;tese (an&aacute;lise descritiva). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da UFRGS (CAAE: 20477 513.6.0000.5347/ Parecer 400.170).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Um total de 249 indiv&iacute;duos tiveram seus prontu&aacute;rios odontol&oacute;gicos analisados em rela&ccedil;&atilde;o ao uso e necessidade de pr&oacute;tese. Destes, 61,8% eram mulheres e 45,3% encontravam-se na idade de 35 a 44 anos (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v50n4/a03tab01.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De modo geral, o percentual de indiv&iacute;duos de ambos os sexos e nas idades estudadas que usavam algum tipo de pr&oacute;tese dent&aacute;ria foi de 19,7% e 55,0% apresentavam alguma necessidade de uso de pr&oacute;tese. As mulheres usavam e necessitavam mais de pr&oacute;tese do que os homens. A faixa et&aacute;ria mais observada para o uso de pr&oacute;tese foi de 65 a 74 anos e para a necessidade de pr&oacute;tese, de 35 a 44 anos (<a href="#tab02">Tabela 2</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v50n4/a03tab02.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Das 154 mulheres avaliadas pelos prontu&aacute;rios, 25,4% usavam pr&oacute;tese superior e 11,7% a inferior. Nos homens esse n&uacute;mero foi ainda mais baixo, sendo que 7,4% usavam pr&oacute;tese superior e 4,2% a inferior. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; idade, nenhum indiv&iacute;duo de 15 a 19 anos usava pr&oacute;tese superior ou inferior (<a href="#tab03">Tabela 3</a>). O maior percentual de uso de pr&oacute;tese foi verificado nos indiv&iacute;duos de 35 a 44 anos, na arcada superior (61,4%) e no grupo de 65 a 74 anos, na arcada inferior (43,2%) (<a href="#tab03">Tabela 3</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v50n4/a03tab03.jpg">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Nas 39 mulheres que usavam pr&oacute;tese superior, 38,5% faziam uso da PT e 35,9% da PPR. Na arcada inferior, das 18 mulheres que faziam uso da pr&oacute;tese inferior, 77,7% usavam a PPR. J&aacute; nos homens que usavam pr&oacute;tese, 71,4% e 75,0% usavam a PPR superior e inferior, respectivamente. O uso simult&acirc;neo da pr&oacute;tese superior e inferior foi observado em 42,5% das mulheres que usavam pr&oacute;tese e em 22,2% dos homens.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na faixa et&aacute;ria dos 35 a 44 anos, a PPR foi a pr&oacute;tese mais usada na arcada superior e a &uacute;nica pr&oacute;tese usada na inferior. J&aacute; para a faixa et&aacute;ria dos 65 aos 74 anos, a PT foi a mais frequente no arco superior (51,9%) e a PPR no inferior (73,7%). O uso da PT superior e PPR inferior foi mais comum entre indiv&iacute;duos da faixa et&aacute;ria dos 65 aos 74. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao se avaliar a necessidade de pr&oacute;tese na popula&ccedil;&atilde;o em estudo, observou-se que 37,7% das mulheres e 34,7% dos homens necessitavam de reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica na arcada superior. J&aacute; na arcada inferior, 49,3% das mulheres e 42,1% dos homens necessitavam de pr&oacute;tese. A maior necessidade de pr&oacute;tese foi encontrada no arco inferior. Na faixa et&aacute;ria de 15 a 19 anos, 6,5% dos usu&aacute;rios do servi&ccedil;o de odontologia da USF Nossa Senhora de Bel&eacute;m necessitavam de pr&oacute;tese superior e 9,8%, de pr&oacute;tese inferior. Dos 35 aos 44 anos, 58,4% dos indiv&iacute;duos apresentaram necessidade na arcada superior e 71,7% na arcada inferior. A necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria tamb&eacute;m foi elevada na faixa et&aacute;ria de 65 a 74 anos, principalmente na arcada inferior, na qual 59,1% dos idosos apresentaram necessidade de pr&oacute;tese (<a href="#tab04">Tabela 4</a>). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab04"></a></p>     <p>&nbsp; </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v50n4/a03tab04.jpg">     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos indiv&iacute;duos com necessidade de pr&oacute;tese, de modo geral, predominou a indica&ccedil;&atilde;o da PPR. Observou-se que a maior parte das indica&ccedil;&otilde;es de PPR, em ambos os sexos e arcadas, relacionava-se &agrave; reposi&ccedil;&atilde;o de mais de um elemento dent&aacute;rio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Das 91 mulheres que apresentaram necessidade de pr&oacute;tese, 47,2% tinham essa necessidade em ambas as arcadas, simultaneamente, ou seja, necessitavam tanto de pr&oacute;tese superior quanto de inferior. Entre os 46 homens com necessidade, esse percentual foi de 58,7%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em todas as faixas et&aacute;rias foram encontrados percentuais baixos ou ausentes para necessidade de PT. A PPR foi o tipo que apresentou mais indica&ccedil;&atilde;o para reabilita&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dos 13 indiv&iacute;duos de 15 a 19 anos que apresentaram necessidade de pr&oacute;tese, 15,3% tinham essa necessidade em ambas as arcadas simultaneamente, ou seja, necessitavam tanto de pr&oacute;tese superior quanto de inferior. Entre os 95 indiv&iacute;duos de 35 a 44 anos com necessidade, esse percentual foi de 54,7% e entre os indiv&iacute;duos de 65 a 74 anos foi de 55,1%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; importante destacar que dos 137 indiv&iacute;duos que necessitavam de pr&oacute;tese, 77,7% necessitavam e n&atilde;o usavam e 22,2% j&aacute; usavam algum tipo de pr&oacute;tese, mas tamb&eacute;m necessitavam. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De modo geral, o uso de pr&oacute;tese nos indiv&iacute;duos investigados nesse estudo foi mais frequente na arcada superior, assim como encontrado em estudos realizados em Bigua&ccedil;u/Santa Catarina, Londrina/ Paran&aacute;, Itaja&iacute;/Santa Catarina, Manaus/Amazonas, Bayeux/Para&iacute;ba, Porto Alegre/Rio Grande do Sul e em todas as regi&otilde;es do Brasil.<sup>12,13,14,15,16,17,4</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O maior percentual observado de uso de pr&oacute;tese superior, em ambos os sexos, pode ser entendido como uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o das pessoas com sua est&eacute;tica, j&aacute; que os dentes superiores tendem a ficar mais expostos em um sorriso, quando comparado com os dentes inferiores. Na arcada inferior acrescenta-se que os indiv&iacute;duos relatam maior dificuldade de adapta&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o das pr&oacute;teses, causando desconforto com seu uso.<sup>18</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O padr&atilde;o de utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese por sexo mostrou que as mulheres usavam mais pr&oacute;teses do que os homens, o que corresponde ao encontrado em outros estudos nacionais.<sup>17,13</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pr&oacute;tese mais utilizada pelas mulheres na arcada superior foi a PT e na arcada inferior a PPR, enquanto que entre os homens foi a PPR para ambas as arcadas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Analisando-se a distribui&ccedil;&atilde;o do uso de pr&oacute;tese nas faixas et&aacute;rias estudadas, observou-se que nenhum indiv&iacute;duo de 15 a 19 anos utilizava pr&oacute;tese dent&aacute;ria em ambas as arcadas. Nos levantamentos nacionais de sa&uacute;de bucal &ndash; SB Brasil 2003 e 2010 &ndash; nesse grupo et&aacute;rio, o percentual de uso de pr&oacute;tese tamb&eacute;m foi baixo (1,8% arcada superior e 0,2% na inferior, em 2003 e 3,7% na arcada superior e 0,7% na inferior em 2010).<sup>4,1</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos indiv&iacute;duos de 35 a 44 anos, o uso de pr&oacute;tese foi mais frequente na arcada superior (16,8%) do que na inferior (2,7%). Nos levantamentos nacionais de sa&uacute;de bucal realizados no Brasil, o uso de pr&oacute;tese tamb&eacute;m apresentou maior frequ&ecirc;ncia na arcada superior. Em 2003, 48,3% e 15,5% dos indiv&iacute;duos de 35 a 44 anos usavam pr&oacute;tese superior e inferior respectivamente e, em 2010, o percentual de uso foi de 32,8% para arcada superior e 10,1% para inferior.<sup>4,1</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pr&oacute;tese mais utilizada nesse grupo et&aacute;rio foi a PPR superior e inferior, confirmando os dados encontrados no SB Brasil 2010.<sup>1</sup> &Eacute; importante destacar que no levantamento de 2003, no Brasil como um todo, encontrou-se uma maior quantidade de PT em ambas as arcadas, com exce&ccedil;&atilde;o para a regi&atilde;o Sul, onde o valor de utiliza&ccedil;&atilde;o entre PPR e PT foi muito similar.4 Uma redu&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos usu&aacute;rios de pr&oacute;tese de 2003 para 2010 na faixa et&aacute;ria de 35 a 44 anos foi verificado. Tal redu&ccedil;&atilde;o pode estar relacionada &agrave; reorganiza&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas da rede de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal e &agrave; amplia&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o do acesso aos servi&ccedil;os de aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria obtidos por meio da Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de Bucal, denominada Brasil Sorridente.<sup>8</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O grupo et&aacute;rio de 65 a 74 anos foi o que apresentou o maior percentual de uso de pr&oacute;tese dent&aacute;ria quando comparado com as demais faixas et&aacute;rias investigadas (61,4% para arcada superior e 43,2% para a arcada inferior), o que est&aacute; de acordo com os resultados encontrados em pesquisas nacionais, como o levantamento epidemiol&oacute;gico de 2003<sup>4</sup> &ndash; 66,5 e 42,5% para arcadas superior e inferior, respectivamente &ndash;, o levantamento de 2010<sup>1</sup> &ndash; 76,5% e 53,9% para arcadas superior e inferior, respectivamente &ndash; al&eacute;m de outros estudos.<sup>14,17,18</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dos indiv&iacute;duos que usavam pr&oacute;tese nesse grupo et&aacute;rio, a PT superior e a PPR inferior foram as mais frequentes, resultado diferente do encontrado em moradores de tr&ecirc;s diferentes distritos sanit&aacute;rios de Porto Alegre, onde a pr&oacute;tese inferior mais usada foi a PT.<sup>17</sup> Dados do Brasil tamb&eacute;m evidenciaram a maior utiliza&ccedil;&atilde;o de PT em ambas as arcadas.<sup>1,4,13</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; necessidade de pr&oacute;tese, 37,7% das mulheres e 34,7% dos homens que acessaram a USF Nossa Senhora de Bel&eacute;m necessitavam de reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica na arcada superior. A maior necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria foi encontrada na arcada inferior (49,3% das mulheres e 42,1% dos homens) quando comparada com a superior. Resultado similar foi encontrado em Porto Alegre, mas com percentuais de necessidade de pr&oacute;tese inferior bem maiores (66,3% para as mulheres e 70,4% para o homens).<sup>17</sup> Uma poss&iacute;vel explica&ccedil;&atilde;o para tal diferen&ccedil;a pode ser a faixa et&aacute;ria da popula&ccedil;&atilde;o investigada nos dois estudos; enquanto esta pesquisa avaliou tr&ecirc;s grupos et&aacute;rios (15 a 19 anos, 35 a 44 anos e 65 a 74 anos) de usu&aacute;rio de uma USF, o estudo de Porto Alegre avaliou indiv&iacute;duos de 50 a 74 anos de idade residentes em tr&ecirc;s distritos sanit&aacute;rios do munic&iacute;pio.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A maioria (mais de 90%) dos adolescentes de 15 a 19 anos avaliados na presente pesquisa n&atilde;o necessitava de pr&oacute;tese em ambas as arcadas. Dados similares foram encontrados para esse grupo et&aacute;rio no levantamento epidemiol&oacute;gico nacional de 20034, onde 90,7% e 76,5% dos adolescentes n&atilde;o necessitavam de pr&oacute;tese superior e inferior, respectivamente e no levantamento de 20101, onde 86,3% n&atilde;o necessitavam de pr&oacute;tese em ambas as arcadas. Apesar desse suposto 'baixo n&uacute;mero' de indiv&iacute;duos com necessidade de reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica, a perda dent&aacute;ria precoce deve ser considerada como um importante problema que se inicia j&aacute; na adolesc&ecirc;ncia (15 a 19 anos) e que vai se agravando gradualmente nas demais idades. Deve haver prioridade para atendimento desse grupo pelos servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos, considerando medidas preventivas em idades mais precoces e de recupera&ccedil;&atilde;o dos danos instalados.<sup>20</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os indiv&iacute;duos de 35 a 44 anos foram os que mais apresentaram necessidade de pr&oacute;tese, tanto superior quanto inferior. Dados similares tamb&eacute;m foram encontrados para o Brasil no levantamento de 2003, onde a faixa et&aacute;ria de 35 a 44 anos foi a de maior necessidade prot&eacute;tica.<sup>4</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A necessidade de reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica para indiv&iacute;duos de 65 a 74 anos mostrou-se alta no presente estudo, tendo &iacute;ndices de 43,2% para arcada superior e 59,1% para a inferior. Estes valores foram semelhantes aos encontrados no SB Brasil 2003, no qual a necessidade foi de 32,4% e 56,0% para as arcadas superior e inferior.<sup>4</sup> Estudo em idosos (acima de 60 anos) pertencentes ao territ&oacute;rio de uma Unidade de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia do munic&iacute;pio de Itaja&iacute;/Santa Catarina, encontrou uma preval&ecirc;ncia mais elevada de necessidade de pr&oacute;tese (63,3 e 82,1% para a arcada superior e inferior, respectivamente).<sup>14</sup> O mesmo foi observado em idosos do munic&iacute;pio de Bayeux/Para&iacute;ba (73,0% necessitavam de pr&oacute;tese superior e 91,0% de inferior)<sup>16</sup> e em uma popula&ccedil;&atilde;o idosa de Recife/ Pernambuco, onde a necessidade de reabilita&ccedil;&atilde;o superior e inferior, respectivamente, foi de 82,0% e 64,0% <sup>21</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em todos os grupos et&aacute;rios avaliados, a necessidade de pr&oacute;tese inferior foi maior do que a superior. Essa mesma necessidade de pr&oacute;tese inferior foi encontrada em Curitiba/Paran&aacute;, com uma popula&ccedil;&atilde;o de 479 idosos de 65 a 74 anos.<sup>22</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O tipo de pr&oacute;tese mais indicada para a necessidade dos indiv&iacute;duos avaliados foi a PPR. Foram encontrados percentuais baixos ou ausentes para necessidade de PT. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No Brasil, o levantamento de 2003, apontou que a maior necessidade por parte da popula&ccedil;&atilde;o idosa brasileira (65 a 74 anos) era a PT, sugerindo que quanto mais se avan&ccedil;a nas faixas et&aacute;rias, maiores seriam os &iacute;ndices de pessoas desdentadas, associandose o envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o brasileira com a necessidade do uso de PT.4 No entanto, assim como os resultados encontrados na presente pesquisa, no levantamento epidemiol&oacute;gico de 2010, os dados n&atilde;o confirmaram essa afirmativa, mostrando a PPR como a maior necessidade dessa faixa et&aacute;ria.<sup>1</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar dos importantes avan&ccedil;os verificados a partir do in&iacute;cio da Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de Bucal (Brasil Sorridente), do significativo aumento das equipes de Sa&uacute;de Bucal na Estrat&eacute;gia Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia, da cria&ccedil;&atilde;o dos CEO com laborat&oacute;rios de pr&oacute;teses dent&aacute;rias e da amplia&ccedil;&atilde;o do acesso &agrave; &aacute;gua tratada e fluoretada (o que possibilitou a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de dentes extra&iacute;dos), a perda dent&aacute;ria ainda &eacute; muito prevalente no Brasil. Esta preval&ecirc;ncia ocorre sobretudo entre idosos, onde mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de pessoas precisam de pr&oacute;tese total maxilar.<sup>1,23</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nesse sentido, levando-se em considera&ccedil;&atilde;o o n&uacute;mero limitado de CEO que oferecem o servi&ccedil;o de pr&oacute;tese dent&aacute;ria em Porto Alegre, pensar a inclus&atilde;o da pr&oacute;tese na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria pode trazer impacto na melhoria da condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de bucal e de vida dessa popula&ccedil;&atilde;o, a qual ter&aacute; a possibilidade de reaver sua autoestima e capacidade mastigat&oacute;ria por meio da reabilita&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica, mantendo o v&iacute;nculo e a proximidade com sua Unidade de Sa&uacute;de de refer&ecirc;ncia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; preciso, no entanto, assegurar ao servi&ccedil;o estrutura ampliada, organizada associada com condi&ccedil;&otilde;es de processo de trabalho adequadas &agrave; equipe de sa&uacute;de bucal, al&eacute;m do planejamento de estrat&eacute;gias voltadas para as pessoas do territ&oacute;rio que n&atilde;o acessam o servi&ccedil;o de odontologia na USF Nossa Senhora de Bel&eacute;m. Nesse sentido, &eacute; fundamental a parceria com os agentes comunit&aacute;rios de sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados encontrados devem ser avaliados com cautela, uma vez que os dados coletados aconteceram por meio da an&aacute;lise de prontu&aacute;rios dos usu&aacute;rios da USF Nossa Senhora de Bel&eacute;m que acessaram o servi&ccedil;o de Odontologia desde 2008 quando a unidade foi inaugurada. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo refor&ccedil;a a import&acirc;ncia da qualidade do registro e preenchimento de informa&ccedil;&otilde;es nos prontu&aacute;rios, visto que &eacute; um documento que pode ser manuseado por diversos profissionais em benef&iacute;cio do pr&oacute;prio usu&aacute;rio e para tanto deve estar claro, completo e leg&iacute;vel. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para al&eacute;m de uma pesquisa epidemiol&oacute;gica acad&ecirc;mica, o presente estudo caracterizou-se como uma parceria entre a universidade e a USF investigada, possibilitando um diagn&oacute;stico da popula&ccedil;&atilde;o no que se refere ao uso e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O tema investigado n&atilde;o se esgota com os resultados desse estudo. Pesquisas devem ser estimuladas nesta e em outras USF, ampliando e dando visibilidade &agrave; condi&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao uso e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>CONCLUS&Atilde;O </B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta pesquisa teve como premissa produzir informa&ccedil;&otilde;es para fundamentar estrat&eacute;gias de a&ccedil;&otilde;es direcionadas para a melhoria da sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o estudada por meio da avalia&ccedil;&atilde;o do uso e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O alto percentual de necessidade de pr&oacute;tese encontrado exige a consolida&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica p&uacute;blica efetiva de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal voltada &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o dent&aacute;ria e que atenda &agrave;s necessidades espec&iacute;ficas da popula&ccedil;&atilde;o estudada dentro da l&oacute;gica dos princ&iacute;pios que regem o Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de.</font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS </B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Coordena&ccedil;&atilde;o Geral de Sa&uacute;de Bucal. Projeto SB Brasil 2010: resultados principais. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2011 &#91;acesso em 2014 jun 3&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/ livros/pdf/05_0053_M.pdf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=022109&pid=S1516-0939201400040000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Martins AMEBL, Haikal DS, Pereira SM, Barreto SM. Uso de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos por rotina entre idosos brasileiros: Projeto SB Brasil. Cad. sa&uacute;de p&uacute;blica. 2008; 24(7):1651-66.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Moreira RS, Nico LS, Tomita NE, Ruiz T. A sa&uacute;de bucal do idoso brasileiro: revis&atilde;o sistem&aacute;tica sobre o quadro epidemiol&oacute;gico e acesso aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de bucal. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2005; 21(6):1665-75. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Projeto SB Brasil 2003. Condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal da popula&ccedil;&atilde;o brasileira 2002-2003: resultados principais. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2005 &#91;acesso em 2014 jun 3&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://189.28.128.100/dab/docs/geral/projeto_ sb2010_relatorio_final.pdf. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Silva MES, Magalhaes CS, Ferreira EF. Perda dent&aacute;ria e expectativa da reposi&ccedil;&atilde;o prot&eacute;tica: estudo qualitativo. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2010; 15(3):813-20. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Barbato PR, Nagano HCM, Zanchet FN, Boing AF, Peres MA. Perdas dent&aacute;rias e fatores sociais, demogr&aacute;ficos e de servi&ccedil;os associados em adultos brasileiros: uma an&aacute;lise dos dados do Estudo Epidemiol&oacute;gico Nacional (Projeto SB Brasil 2002-2003). Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2007; 23(8):1803-14. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Andrade BMS, Seixas ZA. Condi&ccedil;&atilde;o mastigat&oacute;ria de usu&aacute;rios de pr&oacute;teses totais. International journal of dentistry. 2006; 1(2):48-51. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Coordena&ccedil;&atilde;o Geral de Sa&uacute;de Bucal. Nota t&eacute;cnica: cadastro e repasse de recursos para os Laborat&oacute;rios Regionais de Pr&oacute;teses Dent&aacute;rias. Bras&iacute;lia, DF, 2013 &#91;acesso em 2014 jun 3&#93;. Dispon&iacute;vel em: http://189.28.128.100/dab/docs/ geral/nota_tecnica_LRPD.pdf. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Porto Alegre. Secretaria Municipal de Sa&uacute;de. Coordenadoria geral de aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, servi&ccedil;os especializados ambulatoriais e substitutivos. Vers&atilde;o Preliminar para avalia&ccedil;&atilde;o da rede protocolo: aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal. Porto Alegre, RS, 2012. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. World Health Organization. Oral health surveys: basic methods. 4&ordf; ed. Geneva: World Health Organization, 1997.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Rio Grande do Sul. Secretaria da Sa&uacute;de. Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 295/08 &ndash; CIB/RS. Porto Alegre, 2008. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Colussi CF, Torres SFT, Calvo MCM. Perfil epidemiol&oacute;gico da c&aacute;rie e do uso e necessidade de pr&oacute;tese na popula&ccedil;&atilde;o idosa de Bigua&ccedil;u, Santa Catarina. Rev Bras Epidemiol. 2004; 7(l):88-97. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Mesas AE, Andrade SM, Cabrera MAS. Condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal de idosos de comunidade urbana de Londrina, Paran&aacute;. Rev Bras Epidemiol. 2006; 9(4):471-80. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Crispim AJ, Saupe R, Boing AF. Perfil epidemiol&oacute;gico do uso e necessidade de pr&oacute;tese e de altera&ccedil;&otilde;es de tecidos moles bucais em idosos de uma comunidade de Itaja&iacute; &ndash; SC. Arq Catarin Med. 2009; 38(2):53-7. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Koga RS. Uso e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria na popula&ccedil;&atilde;o idosa da cidade de Manaus-AM &#91;monografia&#93;. Manaus: Universidade Federal do Amazonas, Faculdade de Odontologia; 2009. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Medeiros JJ, Rodrigues LV, Azevedo AC, Lima-Neto EA, Machado LS, Valen&ccedil;a AMG. Edentulismo, uso e necessidade de pr&oacute;tese e fatores associados em munic&iacute;pio do nordeste brasileiro. Pesqui Bras Odontopediatria Cl&iacute;n Integr. 2012; 12(4):573-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Mallmann FH, Toassi RFC, Abegg C. Perfil epidemiol&oacute;gico do uso e necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria em indiv&iacute;duos de 50-74 anos de idade, residentes em tr&ecirc;s 'Distritos Sanit&aacute;rios' de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, em 2008. Epidemiol Serv Sa&uacute;de. 2012; 21(1):79-88. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Shillingburg J&uacute;nior HT. Fundamentos de pr&oacute;tese fixa. S&atilde;o Paulo: Quintessence, 2007. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Moimaz SAS, Santos CLV, Pizzatto E, Garbin CAS, Saliba NA. Perfil de utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;teses totais em idosos e avalia&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia e de sua higieniza&ccedil;&atilde;o. Ci&ecirc;nc Odontol Bras 2004; 7(3):72-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Barbato PR, Peres MA. Perdas dent&aacute;rias em adolescentes brasileiros e fatores associados: estudo de base populacional. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2009; 43(1):13-25. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Caldas J&uacute;nior AF, Caldas KU, Oliveira MRM, Amorim, AA, Barros, PMF. O impacto do edentulismo na qualidade de vida de idosos. Rev Ci&ecirc;nc M&eacute;d. 2005; 14(3):229-38. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Murakami AMU, Moys&eacute;s SJ, Moys&eacute;s ST. Eq&uuml;idade frente &agrave; necessidade de pr&oacute;tese dent&aacute;ria na popula&ccedil;&atilde;o de 65 a 74 anos de idade em Curitiba. Epidemiol Serv Sa&uacute;de. 2007; 16(2):139-41. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Costa APS, Machado FCA, Pereira ALBP, Carreiro AFP, Ferreira MAF. Qualidade t&eacute;cnica e satisfa&ccedil;&atilde;o relacionadas &agrave;s pr&oacute;teses totais. Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2013; 18(2):453-60.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Brasil.^dMinistério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.</collab>
<source><![CDATA[Projeto SB Brasil 2010: resultados principais.]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Saúde]]></publisher-name>
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