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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência da mordida aberta anterior em crianças de 3 a 5 anos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aim: This study aimed to assess the prevalence of anterior open bite and possible associations with sociodemographic variables as regards non-nutritive sucking habits and the use of baby bottles in 3-5-yearold children. Methods: Cross sectional study with longitudinal design used a random sample selected from a population of 388 children, enrolled in public schools, in rural and urban areas of a southeastern Brazilian city. This sample was calculated based on the following parameters: prevalence of 20%, a confidence interval of 95%, and a 5% error, which resulted in a final sample of 150 children. A substitution criteria was adopted considering a new child that was randomly selected from the same school. Data collection was performed in two stages. The first consisted of a questionnaire directed towards the parents to obtain information about mother’s education, age, gender, sucking habits, and bottlefeeding; the second stage was a clinical examination, carried out by three previously trained examiners to detect the presence of anterior open bite. The exams were performed with children seated in front of the examiner using a 2 mm wooden spatula and under natural light. To confirm the presence of anterior open bite, the examined child should present centric occlusion and not bit the spatula. The chi-square test was used to verify the possible association among the variables. The research project was approved by the Ethics Committee of UFES. Results: A prevalence of 16 % of anterior open bite was found, and it was associated with male gender (p=0.008), finger sucking (p=0.011), use of bottles (p=0.026) and pacifiers (p<0.001). Conclusion: Prevalence of anterior open bite in preschool children was considered important and significantly associated with sucking habits.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="righ">&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="top"/></a><B>Preval&ecirc;ncia da mordida aberta anterior em crian&ccedil;as de 3 a 5 anos</B></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Anterior open bite in 3-5 years-old children</B> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Maria Helena Monteiro de Barros Miotto<sup>I</sup>; </b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fabio J&uacute;nior Rossi<sup>II</sup></b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>; </b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Ludmilla Awad Barcellos<sup>III</sup></b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>; </b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b></b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Denise Maria Kroeff de Souza Campos<sup>IV</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup> Doutora em Odontologia/Sa&uacute;deColetiva, Departamento de Cl&iacute;nica Odontol&oacute;gica, Curso de Odontologia, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Vit&oacute;ria, Esp&iacute;rito Santo, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>II</sup> Cirurgiao-dentista, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Vit&oacute;ria, Esp&iacute;rito Santo, Brasil</font>    <br>   <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>III</sup> Doutora em Odontologia/Odontopediatria, Departamento de Cl&iacute;nica Integrada Infantil Curso de Odontologia,Universidade Vila Velha, Vila Velha, Esp&iacute;rito Santo, Brasil    <br>   <sup>IV</sup> </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mestre em Odontologia/Ortodontia Departamento de Cl&iacute;nica Odontol&oacute;gica, Curso de Odontologia, Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Vit&oacute;ria, Esp&iacute;rito Santo, Brasil</font>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#back">Correspond&ecirc;ncia para:</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Objetivo: Verificar a preval&ecirc;ncia de mordida aberta anterior e poss&iacute;veis associa&ccedil;&otilde;es com vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas, h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o n&atilde;o nutritivos e mamadeira em crian&ccedil;as de 3 a 5 anos. M&eacute;todos: Estudo transversal utilizou uma amostra aleat&oacute;ria obtida de uma popula&ccedil;&atilde;o de 388 crian&ccedil;as matriculadas em escolas p&uacute;blicas da zona rural e urbana de um munic&iacute;pio da Regi&atilde;o Sudeste. Para o c&aacute;lculo amostral utilizou-se como par&acirc;metros uma preval&ecirc;ncia de 20%, n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95% e margem de erro de 5%. Foi calculada uma amostra m&iacute;nima de 150 crian&ccedil;as e adotado um crit&eacute;rio de substitui&ccedil;&atilde;o para garantir o poder amostral, envolvendo o sorteio de uma nova crian&ccedil;a sorteada da mesma escola. A coleta de dados foi realizada em duas etapas. A primeira constituiu-se de um question&aacute;rio dirigido aos respons&aacute;veis para obter dados sobre escolaridade materna, idade, g&ecirc;nero e a presen&ccedil;a de h&aacute;bitos delet&eacute;rios &ndash; uso de mamadeira e suc&ccedil;&atilde;o digital e chupeta; a segunda etapa, de um exame cl&iacute;nico conduzido por tr&ecirc;s examinadores previamente treinados, para detectar a presen&ccedil;a de mordida aberta anterior. O exame foi realizado com a crian&ccedil;a sentada de frente para o examinador, utilizando esp&aacute;tulas de madeira com 2 mm de espessura e sob luz natural. Para a confirma&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a de mordida aberta anterior, o examinado deveria estar em oclus&atilde;o c&ecirc;ntrica e n&atilde;o ocorrer a apreens&atilde;o da esp&aacute;tula. O Teste Qui-quadrado foi utilizado para verificar a poss&iacute;vel associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis. O projeto de pesquisa foi aprovado pelo CEP da UFES. Resultados: Foi encontrada uma preval&ecirc;ncia de 16% de mordida aberta anterior, associada ao g&ecirc;nero masculino (p=0,008), suc&ccedil;&atilde;o digital (p=0,011), ao uso de mamadeiras (p=0,026) e chupetas (p&lt;0,001). Conclus&atilde;o: A preval&ecirc;ncia de mordida aberta em crian&ccedil;as pr&eacute;escolares foi considerada importante e significativamente associada com h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Descritores:</B> Mordida aberta. Crian&ccedil;a. M&aacute; oclus&atilde;o. Sa&uacute;de bucal. Epidemiologia.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>ABSTRACT</B> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aim: This study aimed to assess the prevalence of anterior open bite and possible associations with sociodemographic variables as regards non-nutritive sucking habits and the use of baby bottles in 3-5-yearold children. Methods: Cross sectional study with longitudinal design used a random sample selected from a population of 388 children, enrolled in public schools, in rural and urban areas of a southeastern Brazilian city. This sample was calculated based on the following parameters: prevalence of 20%, a confidence interval of 95%, and a 5% error, which resulted in a final sample of 150 children. A substitution criteria was adopted considering a new child that was randomly selected from the same school. Data collection was performed in two stages. The first consisted of a questionnaire directed towards the parents to obtain information about mother's education, age, gender, sucking habits, and bottlefeeding; the second stage was a clinical examination, carried out by three previously trained examiners to detect the presence of anterior open bite. The exams were performed with children seated in front of the examiner using a 2 mm wooden spatula and under natural light. To confirm the presence of anterior open bite, the examined child should present centric occlusion and not bit the spatula. The chi-square test was used to verify the possible association among the variables. The research project was approved by the Ethics Committee of UFES. Results: A prevalence of 16 % of anterior open bite was found, and it was associated with male gender (p=0.008), finger sucking (p=0.011), use of bottles (p=0.026) and pacifiers (p&lt;0.001). Conclusion: Prevalence of anterior open bite in preschool children was considered important and significantly associated with sucking habits.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>Uniterms: </B>Open bite. Child. Malocclusion. Oral health. Epidemiology.</font> </p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B> INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As m&aacute;-oclus&otilde;es apresentam uma elevada preval&ecirc;ncia e constituem o terceiro maior problema odontol&oacute;gico, ficando atr&aacute;s apenas da c&aacute;rie dent&aacute;ria e das doen&ccedil;as periodontais<sup>1,2</sup>. Dentre as m&aacute;-oclus&otilde;es, destaca-se a mordida aberta anterior, muitas vezes, percebida pelos pr&oacute;prios indiv&iacute;duos portadores<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A mordida aberta &eacute; definida como uma defici&ecirc;ncia no contato vertical normal entre os dentes antagonistas. Se a falta de contato entre os dentes localiza-se na regi&atilde;o de incisivos e/ou caninos, esta passa a ser denominada de mordida aberta anterior<sup>4,5</sup>. Dentre os principais h&aacute;bitos que ocasionam deformidades na oclus&atilde;o, encontram-se: a onicofagia, o bruxismo, a respira&ccedil;&atilde;o bucal, a interposi&ccedil;&atilde;o lingual, o h&aacute;bito de morder objetos, suc&ccedil;&atilde;o digital e chupeta e uso de mamadeira. Estes &uacute;ltimos s&atilde;o facilmente adquiridos e tendem a perdurar, principalmente em crian&ccedil;as que n&atilde;o receberam, ou mesmo obtiveram de forma insatisfat&oacute;ria, uma amamenta&ccedil;&atilde;o natural nos seis primeiros meses de vida<sup>3</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o s&atilde;o considerados normais at&eacute; tr&ecirc;s anos de idade, mas quando persistem, aumentam significativamente a probabilidade de desenvolvimento indesej&aacute;vel dos arcos dentais e das caracter&iacute;sticas oclusais. H&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o prolongados criam um obst&aacute;culo mec&acirc;nico para erup&ccedil;&atilde;o dos dentes anteriores e posicionamento da l&iacute;ngua durante a degluti&ccedil;&atilde;o, resultando em mordida aberta anterior<sup>6</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A revers&atilde;o do quadro de mordida aberta anterior pode ser conseguida por meio das mais diversas terapias, que variam desde a simples supress&atilde;o dos h&aacute;bitos delet&eacute;rios at&eacute; a instala&ccedil;&atilde;o de aparelhos ortod&ocirc;nticos, possibilitando o desenvolvimento dentoalveolar anterior sem interfer&ecirc;ncias, sendo mais indicado nos est&aacute;gios da dentadura dec&iacute;dua e mista<sup>3</sup>. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudos epidemiol&oacute;gicos podem dar visibilidade &agrave; dimens&atilde;o da ocorr&ecirc;ncia de doen&ccedil;as, agravos e eventos em sa&uacute;de bucal, para subsidiar o planejamento de a&ccedil;&otilde;es, especialmente quando englobam a popula&ccedil;&atilde;o rural, geralmente exclu&iacute;da das estat&iacute;sticas. Embora a rela&ccedil;&atilde;o de causalidade entre h&aacute;bitos delet&eacute;rios e a maloclus&atilde;o do tipo mordida aberta esteja bem explorada na literatura cient&iacute;fica, observa-se uma escassez de estudos que incluam sujeitos residentes em zonas rurais. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; fundamental conhecer os fatores de risco envolvidos na determina&ccedil;&atilde;o da mordida aberta anterior, pois podem interferir no crescimento e desenvolvimento normais das estruturas faciais, modificando n&atilde;o somente sua morfologia, mas tamb&eacute;m a fun&ccedil;&atilde;o do sistema estomatogn&aacute;tico<sup>7</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Diante do exposto, o presente trabalho teve como prop&oacute;sito verificar a preval&ecirc;ncia de mordida aberta anterior e a poss&iacute;vel associa&ccedil;&atilde;o com g&ecirc;nero, idade, condi&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica, escolaridade materna, h&aacute;bitos bucais n&atilde;o nutritivos e uso de mamadeira em crian&ccedil;as de tr&ecirc;s a cinco anos de escolas p&uacute;blicas da zona rural e urbana de Domingos Martins, ES, Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</B></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esta pesquisa foi realizada ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo (UFES), conforme as normas da Resolu&ccedil;&atilde;o 466/2012 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A pesquisa foi realizada em Domingos Martins, regi&atilde;o Centro Serrana do Esp&iacute;rito Santo, que segundo dados do IBGE (2010), conta com uma popula&ccedil;&atilde;o de 31.847 habitantes, predominantemente rural (81%), com uma &aacute;rea territorial de 1.231,29 km<sup>2</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi realizado um estudo observacional com um delineamento transversal, considerando o universo de 388 crian&ccedil;as de 03 a 05 anos de idade matriculadas em escolas p&uacute;blicas da zona rural e urbana do munic&iacute;pio no ano de 2013. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma amostra aleat&oacute;ria e representativa foi selecionada. Para o c&aacute;lculo amostral utilizou-se como par&acirc;metros uma preval&ecirc;ncia de 20%, n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95% e margem de erro de 5%. Foi calculada uma amostra m&iacute;nima de 150 crian&ccedil;as e adotado um crit&eacute;rio de substitui&ccedil;&atilde;o para garantir o poder amostral. Em caso de aus&ecirc;ncia de um participante, uma nova crian&ccedil;a da mesma idade, g&ecirc;nero e da mesma escola foi sorteada e inclu&iacute;da no estudo ap&oacute;s autoriza&ccedil;&atilde;o do respons&aacute;vel. Foram inclu&iacute;das no estudo as escolas p&uacute;blicas da zona rural e urbana do munic&iacute;pio. As escolas com menos de 30 alunos matriculados foram exclu&iacute;das do estudo. O total de crian&ccedil;as examinadas manteve a proporcionalidade por escola, ou seja, a escola que continha 20% do universo dos alunos matriculados, participou com o equivalente a 20% da amostra, garantindo a representatividade da mesma. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para a composi&ccedil;&atilde;o da amostra, foram inclu&iacute;das crian&ccedil;as nascidas no per&iacute;odo de 2008 a 2010, de ambos os g&ecirc;neros, com denti&ccedil;&atilde;o dec&iacute;dua completa, devidamente matriculadas nas escolas p&uacute;blicas da zona rural e urbana de Domingos Martins (ES) no ano letivo de 2013. Foram exclu&iacute;das as crian&ccedil;as submetidas &agrave; interven&ccedil;&atilde;o ortod&ocirc;ntica e as portadoras de s&iacute;ndromes com caracter&iacute;sticas que afetavam o n&uacute;mero e/ou forma dos dentes. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O respons&aacute;vel pela crian&ccedil;a sorteada foi convidado a participar da pesquisa e ap&oacute;s a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, respondeu a um question&aacute;rio semi-estruturado, composto por vinte e tr&ecirc;s perguntas fechadas. Este instrumento permitiu obter informa&ccedil;&otilde;es para verificar a escolaridade materna, idade, g&ecirc;nero e a presen&ccedil;a de h&aacute;bitos delet&eacute;rios &ndash; suc&ccedil;&atilde;o digital e chupeta &ndash; e o uso de mamadeira. Para classificar a condi&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica foi utilizado o Crit&eacute;rio de Classifica&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica Brasil que estratifica as fam&iacute;lias por poder de compra em A, B, C e D, abandonando &agrave; pretens&atilde;o de classificar a popula&ccedil;&atilde;o em termos de "classes sociais" <sup>8</sup>. O exame cl&iacute;nico das crian&ccedil;as foi realizado nas escolas por tr&ecirc;s examinadores treinados (Kappa= 0,88 interexaminadores e 0,94 intraexaminadores).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O exame foi realizado com a crian&ccedil;a sentada de frente para o examinador, utilizando esp&aacute;tulas de madeira com 2mm de espessura e sob luz natural. Para a confirma&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a de mordida aberta anterior a crian&ccedil;a deveria estar em oclus&atilde;o c&ecirc;ntrica e n&atilde;o ocorrer a apreens&atilde;o da esp&aacute;tula de madeira pelos dentes dec&iacute;duos anteriores. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A an&aacute;lise estat&iacute;stica descritiva envolveu a organiza&ccedil;&atilde;o dos dados por meio de tabelas de frequ&ecirc;ncia. A estat&iacute;stica anal&iacute;tica estabeleceu a compara&ccedil;&atilde;o dos percentuais entre mordida aberta e as vari&aacute;veis independentes pelos testes Qui-quadrado e Exato de Fisher. Para verificar a magnitude da associa&ccedil;&atilde;o foi calculado o Odds Ratio. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia adotado foi de 5%. O pacote estat&iacute;stico SPSS &ndash; Social Package Statistical Science, vers&atilde;o 20 &ndash; foi utilizado para a an&aacute;lise.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">RESULTADOS </font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A amostra final foi constitu&iacute;da por 150 crian&ccedil;as e a preval&ecirc;ncia de mordida aberta anterior foi de 16,0%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A amostra teve uma distribui&ccedil;&atilde;o entre os g&ecirc;neros pr&oacute;xima a 50,0%. Quanto &agrave; idade, 40,0% (n=60) se situavam no grupo de cinco anos; 32,7% no grupo de quatro anos e 27,3% no grupo de tr&ecirc;s anos. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; escolaridade materna, a maioria possu&iacute;a ensino m&eacute;dio completo (37,4%), 25 (16,7%) completaram o ensino fundamental. N&atilde;o conclu&iacute;ram o ensino fundamental 38 m&atilde;es (25,3%). Apenas 15,3% declararam possuir ensino superior. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; condi&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica, 54,7% pertenciam as classes C, seguido das classes B (35,3%) e D (8,7%). A classe A (1,3%) apresentou baixa frequ&ecirc;ncia (<a href="#tab01">Tabela 1</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab01"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v52n2/a07tab01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com rela&ccedil;&atilde;o ao question&aacute;rio respondido pelas m&atilde;es sobre h&aacute;bitos bucais praticados pelos seus filhos, 69,3% haviam usado mamadeira, 45,3% faziam uso de chupeta e 12,0% realizavam suc&ccedil;&atilde;o digital. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A preval&ecirc;ncia de mordida aberta anterior relacionada com h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o n&atilde;o nutritivos e uso de mamadeira est&aacute; descrita na <a href="#tab02">Tabela 2</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v52n2/a07tab02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As crian&ccedil;as que usavam chupeta apresentaram uma chance oito vezes maior (OR= 8,125; IC95%= 2,619-25,206) de ter mordida aberta anterior (p=0,001), as com h&aacute;bito de suc&ccedil;&atilde;o digital apresentaram uma chance quatro vezes maior (p=0,011) e as crian&ccedil;as que usavam mamadeira uma chance quase quatro vezes maior (p= 0,026) quando comparadas com aquelas que n&atilde;o utilizavam. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A associa&ccedil;&atilde;o entre mordida aberta anterior com as vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas est&atilde;o descritos na <a href="#tab03">Tabela 3</a>. Ser do g&ecirc;nero masculino esteve associado &agrave; presen&ccedil;a de mordida aberta (p=0,008; OR= 3,521; IC95%=1,309; 9,434).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab03"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/aodo/v52n2/a07tab03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Observou-se, neste estudo, uma frequ&ecirc;ncia de mordida aberta anterior de16%, valor aproximado a estudos pr&eacute;vios, como o realizado em S&atilde;o Lu&iacute;s (MA), que verificou uma preval&ecirc;ncia de 15,5% em uma amostra de 1.056 crian&ccedil;as<sup>9</sup>; Recife (PE), com 19,8% do total de 2.651 crian&ccedil;as<sup>10</sup>; e em Vit&oacute;ria (ES), com 20% do total de 920 crian&ccedil;as<sup>11</sup>. Esses resultados s&atilde;o diferentes dos encontrados nos estudos de Cabedelo (PB), com 36,8% de uma amostra de 117 crian&ccedil;as<sup>3</sup>; de Niter&oacute;i (RJ), com 35,13% das 148 crian&ccedil;as examinadas<sup>12</sup>; Recife (PE), com 32% do total de 1.308 crian&ccedil;as<sup>13</sup> e de Jo&atilde;o Pessoa (PB) com 29,7% das 733 crian&ccedil;as avaliadas<sup>14</sup>. Diferen&ccedil;as na metodologia a respeito dos par&acirc;metros utilizados para defini&ccedil;&atilde;o do que ser&aacute; considerado mordida aberta anterior, e na faixa et&aacute;ria dos participantes podem contribuir para a diversidade dos resultados. A padroniza&ccedil;&atilde;o dos par&acirc;metros poderia favorecer a comparabilidade entre os estudos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vari&aacute;vel g&ecirc;nero, os resultados revelaram uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significante na preval&ecirc;ncia de mordida aberta anterior, mostrando que os menores do g&ecirc;nero masculino tiveram maior frequ&ecirc;ncia da m&aacute;-oclus&atilde;o. Resultado semelhante foi encontrado por estudos anteriores<sup>15-17</sup> embora n&atilde;o tenha sido constatado por outros<sup>7,18,19</sup>. N&atilde;o existe evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica que suporte a associa&ccedil;&atilde;o entre um dos g&ecirc;neros e a presen&ccedil;a de mordida aberta anterior. Os resultados observados na literatura s&atilde;o divergentes e desse modo, mais estudos s&atilde;o necess&aacute;rios para esclarecer essas diferen&ccedil;as. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para as vari&aacute;veis condi&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica e escolaridade materna as diferen&ccedil;as encontradas na preval&ecirc;ncia de mordida aberta n&atilde;o foram estatisticamente significantes, assim como em outras pesquisas<sup>3,13</sup>. Sabe-se que o uso de chupeta &eacute; um fator de risco para o desenvolvimento de mordida aberta, fato muito bem documentado na literatura cient&iacute;fica. A chupeta &eacute; um dispositivo socialmente aceito e seu uso &eacute; incentivado pelas fam&iacute;lias pelo efeito tranq&uuml;ilizador que exerce. Mesmo m&atilde;es com conhecimento dos poss&iacute;veis preju&iacute;zos &agrave; oclus&atilde;o, incentivam o seu uso. O aumento do uso da chupeta pode ser atribu&iacute;do ao modo de vida moderno e aspectos socioculturais<sup>20</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este estudo encontrou uma alta preval&ecirc;ncia de uso de chupeta, resultados similares aos encontrados em outras regi&otilde;es do Brasil<sup>14,21</sup>. Outros estudos encontraram uma preval&ecirc;ncia acima de 80%<sup>19,22</sup>. O risco de mordida aberta anterior foi oito vezes maior em crian&ccedil;as que fazem usam chupeta comparadas &agrave;quelas que n&atilde;o fazem, resultado similar ao encontrado em outro estudo realizado no Esp&iacute;rito Santo<sup>11</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Crian&ccedil;as com o h&aacute;bito de suc&ccedil;&atilde;o digital tiveram quatro vezes mais chance de apresentar mordida aberta anterior comparadas &agrave;quelas que n&atilde;o apresentavam esse comportamento, assim como outros estudos realizados em Vit&oacute;ria<sup>11</sup> e Recife<sup>13</sup>. Um estudo realizado Jo&atilde;o Pessoa (PB) com crian&ccedil;as da mesma faixa et&aacute;ria n&atilde;o encontrou rela&ccedil;&atilde;o entre presen&ccedil;a de mordida aberta anterior e o h&aacute;bito de suc&ccedil;&atilde;o digital<sup>14</sup>, possivelmente explicado pela baixa frequ&ecirc;ncia do h&aacute;bito na amostra estudada (apenas 10%). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conforme observado neste estudo, mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o havia feito ou fazia uso de mamadeira (69,3%), uma chance quase quatro vezes maior (OR= 3,627; IC95%= 1,024- 12,843) de apresentar mordida aberta anterior, resultado similar ao encontrado em um munic&iacute;pio da Para&iacute;ba<sup>3</sup>. No entanto, estudo realizado em Aracaju (SE), n&atilde;o encontrou diferen&ccedil;a significativa para o uso de mamadeira, uma vez que, 94,5% das crian&ccedil;as pesquisadas que faziam uso, n&atilde;o apresentaram m&aacute;-oclus&atilde;o<sup>15</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O uso da mamadeira induz &agrave; disfun&ccedil;&otilde;es na mastiga&ccedil;&atilde;o, degluti&ccedil;&atilde;o e articula&ccedil;&atilde;o dos sons da fala, conduzindo a altera&ccedil;&otilde;es de mordida e m&aacute;-oclus&atilde;o. A suc&ccedil;&atilde;o do bico de borracha n&atilde;o requer os movimentos de protrus&atilde;o e retra&ccedil;&atilde;o da mand&iacute;bula, que s&atilde;o importantes para o correto crescimento mandibular<sup>23</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Do ponto de vista fonoaudiol&oacute;gico e ortod&ocirc;ntico, o tratamento para mordida aberta anterior deve ser precoce, para prevenir desarmonias &oacute;sseas severas e evitar interven&ccedil;&otilde;es cir&uacute;rgicas de maior complexidade<sup>24</sup>. &Eacute; sabido que o cessar do h&aacute;bito ainda na denti&ccedil;&atilde;o dec&iacute;dua favorece a autocorre&ccedil;&atilde;o dessa anomalia<sup>13</sup>. De qualquer modo, o ideal seria a preven&ccedil;&atilde;o da instala&ccedil;&atilde;o dos h&aacute;bitos. Profissionais da sa&uacute;de podem atuar como multiplicadores de informa&ccedil;&otilde;es direcionadas a grupos de gestantes, incentivando o aleitamento materno exclusivo, que al&eacute;m dos in&uacute;meros benef&iacute;cios conhecidos, &eacute; fator de prote&ccedil;&atilde;o contra a instala&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m a perman&ecirc;ncia de h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-nutritiva<sup>25</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A preval&ecirc;ncia de mordida aberta anterior em crian&ccedil;as na idade de 3 a 5 anos da cidade de Domingos Martins-ES foi expressiva, havendo associa&ccedil;&atilde;o desta m&aacute;-oclus&atilde;o com g&ecirc;nero e a presen&ccedil;a de h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o. O conhecimento desses resultados justifica a implementa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias destinadas a orienta&ccedil;&atilde;o de gestantes sobre os benef&iacute;cios do aleitamento materno exclusivo que tamb&eacute;m incluem a preven&ccedil;&atilde;o da instala&ccedil;&atilde;o e perman&ecirc;ncia de h&aacute;bitos delet&eacute;rios, considerados fatores de risco para m&aacute;-oclus&atilde;o do tipo mordida aberta anterior. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>REFER&Ecirc;NCIAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Cavalcanti AL, Bezerra PKM, Alencar CRB, Moura C. Preval&ecirc;ncia de maloclus&atilde;o em escolares de 6 a 12 anos de idade em Campina Grande, PB, Brasil. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr. 2008; 8:99-104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=027296&pid=S1516-0939201600020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Pinto VG. Sa&uacute;de bucal coletiva. 5. ed. S&atilde;o Paulo: Santos; 2008. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Carvalho CM, Carvalho LFPC, Forte FDS, Arag&atilde;o MS, Costa LJ. Preval&ecirc;ncia de Mordida Aberta Anterior em Crian&ccedil;as de 3 a 5 anos em Cabedelo/PB e Rela&ccedil;&atilde;o com H&aacute;bitos Bucais Delet&eacute;rios. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr. 2009; 9(2):205-10. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Moyers RE. Ortodontia. </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Graber TM. Ortodoncia: teoria y pr&aacute;tica. 3. ed. M&eacute;xico, DF: Nueva Editorial Interamericana; 1972. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Cozza P, Bacceti i T, Franchi L, Mucedero M, Polimeni A. Sucking habits and facial hyperdivergency as risk factors for anterior open bite in the mixed dentition. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2005;128(4):517-9. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Sousa RLS, Lima RB, Flor&ecirc;ncio Filho C, Lima KC, Di&oacute;genes AMN. Preval&ecirc;ncia e fatores de risco da mordida aberta anterior na dentadura dec&iacute;dua completa em pr&eacute;-escolares na cidade de Natal/RN. Rev Dent Press Ortodon Ortopedi Facial. 2007;12(2):129-38. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Brasil. Crit&eacute;rio de Classifica&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do Brasil/2012. Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Empresas de Pesquisa: &amp;#91;acesso em 2013 abr 9&amp;#93;. Dispon&iacute;vel em: www.abep.org/crit&eacute;rio Brasil/aspx. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Thomaz EBAF, Valen&ccedil;a AMG. Preval&ecirc;ncia de m&aacute;-oclus&atilde;o e fatores relacionados &agrave; sua ocorr&ecirc;ncia em pr&eacute;-escolares da cidade de S&atilde;o Lu&iacute;s &ndash; MA &ndash; Brasil. RPG Rev P&oacute;s Grad. 2005;12:212-21. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Granville-Garcia AF, Ferreira JMS, Menezes VA. Preval&ecirc;ncia de mordida aberta anterior e protrus&atilde;o dent&aacute;ria em pr&eacute;-escolares da cidade do Recife (PE- Brasil). Rev Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de Coletiva. 2010; 15 Suppl. 2: 3265-70. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. Miotto MHMB, Cavalcante WS, Godoy LM, Campos DMKS, Barcellos LA. Preval&ecirc;ncia de mordida aberta anterior associada a h&aacute;bitos orais delet&eacute;rios em crian&ccedil;as de 3 a 5 anos de Vit&oacute;ria, ES. Rev CEFAC. 2014; 16(4):1303-10. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Fernandes KP, Amaral MT. Frequ&ecirc;ncia de maloclus&otilde;es em escolares na faixa et&aacute;ria de 3 a 6 anos, Niter&oacute;i, Brasil. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr. 2008;8:147-51.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Vasconcelos FMN, Massoni ACLT, Heimer MV, Ferreira AMB, Katz CRT, Rosenblatt A. Nonnutritive sucking habits, anterior open bite and associated factors in Brazilian children aged 30- 59 months. Braz Dent J. 2011; 22:140-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Mendes ACR, Valen&ccedil;a AMG, Lima CCM. Associa&ccedil;&atilde;o entre aleitamento, h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-nutritivos e maloclus&otilde;es em crian&ccedil;as de 3 a 5 anos. Cienc Odontol Bras. 2008; 11(1):67-75. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Santana VC, Santos RM, Silva LAS, Novais SMA. Preval&ecirc;ncia de mordida aberta anterior e h&aacute;bitos bucais indesej&aacute;veis em crian&ccedil;as de 3 a 6 anos incompletos na cidade de Aracaju. J Bras Odontopediatr Odontol Beb&ecirc;. 2001; 4(18):153- 60. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Carvalho J, Vinker F, Declerck D. Malocclusion, dental injuries and dental anomalies in the primary dentition of Belgian children. Int J Pedriatr Dent. 1998; 8(4):137-41. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Gallardo VP, Cencillo CP. Preval&ecirc;ncia de los h&aacute;bitos bucales y alteraciones dentarias em escolares valencianos. Anales de Pediatria. 2005; 62:261-5. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Ignacchiti PR, Gesualdi KC, Cursage FPC, Almada RO. H&aacute;bito de suc&ccedil;&atilde;o de chupeta e mordida aberta anterior na crian&ccedil;a com denti&ccedil;&atilde;o dec&iacute;dua. Rev CEFAC. 2003; 5(3):241-5. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Bezerra PKM, Cavalcanti AL, Moura C. Maloclus&otilde;es, tipos de aleitamento e h&aacute;bitos bucais delet&eacute;rios em pr&eacute;-escolares &ndash; um estudo de associa&ccedil;&atilde;o. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr. 2005; 5(3):267-74.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 20. Emmerick A, Fonseca L, Elias AM, Medeiros UV. Rel&ccedil;a&ccedil;&atilde;o entre h&aacute;bitos bucias, altera&ccedil;&otilde;es oronasofaringeanas e mal-oclus&otilde;es em pr&eacute;escolares em Vit&oacute;ria, ES, Brasil. Cad Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2004; 20(3):689-97. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Bittencourt LP, Bastos EPS, Modesto A, Tura LFR. H&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o: desigualdades sociais na &aacute;rea de sa&uacute;de. Pesqui Bras Odontopediatria Clin Integr. 2002; 2(2/3): 63-8. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Cavalcanti AL, Bezerra PKM, Moura C. Aleitamento natural, aleitamento artificial, h&aacute;bitos de suc&ccedil;&atilde;o e maloclus&otilde;es em pr&eacute;-escolares brasileiros. Rev Salud P&uacute;blica. 2007; 9(2):194- 204.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 23. Carvalho GD. A amamenta&ccedil;&atilde;o sob a vis&atilde;o funcional e cl&iacute;nica da odontologia. Rev Sec Sa&uacute;de. 1995; 2(10):12-3. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. Lima GN, Cordeiro CM, Justo JS, Rodrigues LCB. Mordida aberta anterior e h&aacute;bitos orais em crian&ccedil;as. Rev Soc Bras Fonoaudiol. 2010;15(3): 237-45. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Miotto MHMB, Caxias FP, Campos DMKS, Ferreira LFPE, Barcellos LA. Aleitamento materno como fator de prote&ccedil;&atilde;o contra a instala&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos bucais delet&eacute;rios. Rev CEFAC. 2014; 16(1): 244-51.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="back"/></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/aodo/v52n2/seta.jpg" border="0" align="absmiddle"/></a><b>Correspond&ecirc;ncia para:</b>    <br>       ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   e-mail: <a href="mailto:mhmiotto@terra.com.br" target="_blank">mhmiotto@terra.com.br</a>    <br>   e-mail: <a href="mailto:f-j-r@msn.com" target="_blank">f-j-r@msn.com</a>    <br>   e-mail: <a href="mailto:ludawad@oi.com.br" target="_blank">ludawad@oi.com.br</a>    <br> e-mail: <a href="mailto:denise.mks@uol.com.br" target="_blank">denise.mks@uol.com.br</a>    <br> </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <br>     <br> </font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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<page-range>99-104.</page-range></nlm-citation>
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